CARACTERÍSTICAS SOCIOECONÔMICAS DOS NEONATOS PREMATUROS NASCIDOS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ H.U.O.P.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARACTERÍSTICAS SOCIOECONÔMICAS DOS NEONATOS PREMATUROS NASCIDOS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ H.U.O.P."

Transcrição

1 CARACTERÍSTICAS SOCIOECONÔMICAS DOS NEONATOS PREMATUROS NASCIDOS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ H.U.O.P. Luana Muriel Casarolli 1 Aneline Maria Ruedell Juliana Montijo Pinto Rosa Déborah Guimarães Schneider INTRODUÇÃO: HALPERN et al, (1996), em seus estudos relatam que crianças nascidas em países em desenvolvimento enfrentam um duplo desafio: estão mais sujeitas a nascerem com baixo peso, seja por parto pré-termo, e/ou retardo de crescimento intra-uterino, e conseqüentemente sofrerem problemas perinatais e pósnatais, dentre eles o atraso no desenvolvimento infantil. E um outro desafio ameaçador encontrado por essas crianças que vivem em ambientes familiares desfavoráveis, proporcionados pelos países em desenvolvimento, e a falta de estimulação e o suporte social inadequado, estes que em conjunto aumentam o risco de atraso em seu desenvolvimento cognitivo, físico e social. Contudo, os avanços na assistência prestada ao recém-nascido pré-termo e com baixo peso, sendo considerado alto do ponto de vista biológico, tem contribuído para o aumento significativo dos índices de sobrevida dessas crianças. Surgem, no entanto, algumas questões a cerca da qualidade de vida e da interação dessas crianças com seu ambiente familiar ao longo do desenvolvimento. (CARVALHO et al, 2004). Diversos autores demonstram que crianças nascidas prétermo são, geralmente, mais vulneráveis aos efeitos de ambientes desfavoráveis se comparadas a crianças nascidas a termo. Dentre estes ambientes desfavoráveis podemos citar os fatores de risco biológico (relacionados às características ao nascer do neonato) e os fatores ambientais (relacionados ao ambiente propiciado ao neonato após o 1 Discente do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual Oeste do Paraná UNIOESTE. Rua Academia. N. 1440, apto 03. CEP: ; (45) ,

2 nascimento) com fatores de risco para atraso no desenvolvimento da população infantil. Assim podemos afirmar que as crianças que apresentam maior predisposição para atraso no desenvolvimento são aquelas expostas a fatores de riscos biológicos e/ ou ambiental. Dentre os fatores de risco biológico, destacam-se a idade gestacional e o peso ao nascimento representam fatores preditivos importantes no prognóstico do desenvolvimento infantil. Além dos fatores biológicos, grande parte das crianças brasileiras que tiveram nascimento prematuro são advindas de famílias com nível socioeconômico baixo, demonstrando a influência dos fatores ambientais. Dentre os aspectos ambientais podemos observar que o ambiente físico, escolaridade dos pais, dinâmica familiar, poder aquisitivo da família e relações familiares pode influenciar no desfecho do desenvolvimento infantil. Alguns autores indicam que a interação dos dois fatores de risco pode potencializar os efeitos no desenvolvimento infantil (MANCINI, 2004). BADR, (2001), também afirma que o baixo peso ao nascimento associado a baixo poder socioeconômico pode intensificar os fatores de risco. Já no que diz respeito aos fatores ambientais tanto as condições maternas como as condições de saúde e nutrição do organismo materno e condições pós-natais, tais como: status psicológico da mãe e relação social da criança pode causar indesejadas repercussões no desenvolvimento motor (BARROS et al, 2003). Também a baixa auto-estima materna, apoio social inadequado, redução dos níveis psicológicos da mãe e alto grau de tensão podem intensificar o atraso no desenvolvimento infantil (BADR, 2001). Contudo os fatores biológicos podem se mostram positivos, sendo justificados pelo papel relevante que estes desempenham na maturidade de vários sistemas biológicos em crianças nascidas pré-temo. Assim, quando essas variáveis se mostram alteradas, elas poderão resultar em aumento da morbidade neonatal (CARVALHO et al, 2004). OBJETIVOS: Este trabalho objetiva destacar as características socioeconômicas apresentadas pelos neonatos advindos com idade gestacional inferior ou igual a 37 semanas (caracterizados como pré-termo), nascidos no Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP).

3 MÉTODOS E TÉCNICAS: Foram analisadas as características socioeconômicas de 20 neonatos pré-termo com idades de 12, 15 e 18 meses nascidos no H.U.O.P, através de um questionário, em forma de entrevista, aplicado a acompanhante da criança, sendo esta na maior parte das vezes a mãe, na presença da criança, nas dependências da clínica de Fisioterapia da UNIOESTE, no setor da Pediatria. A partir desta entrevista foram coletados dados sobre os fatores de risco biológicos (peso ao nascer, sexo e idade gestacional) e ambientais (idade da mãe, renda familiar, escolaridade da mãe, presença da figura paterna e ambiente físico da criança). RESULTADOS: Em relação às 20 crianças analisadas, constatou-se que em relação aos fatores biológicos, o grupo era composto de 09 meninos e 11 meninas; 8 crianças apresentaram idade gestacional inferior igual à 30 semanas, 7 entre semanas e 5 entre semanas; Em relação ao peso as nascer, 7 crianças mostraram peso inferior ou igual a 1500 g, 5 entre g e 2 acima de 2001 gramas. Em relação aos fatores socioeconômicos relatamos que o maior grupo ficou na casa dos 20 aos 39 anos com 15 mães, acima deste marco nenhuma não foi encontrada e abaixo 5 mães; Em relação a escolaridade materna, este item teve grande variedade de respostas indo desde a mães com ensino fundamental incompleto (5) a ensino superior completo (1), contudo grande parte das mães se concentraram na faixa de ensino médio completo (7); 2 famílias apresentaram renda inferior a 1 salário mínimo, 4 famílias se enquadraram entre 1-2 salários, 12 entre 2-4 salários, 1 entre 4-6 salários e 1 acima de 6 salários mínimos; Em 14 famílias a presença do pai foi positiva e das 20 crianças apenas duas tinham como ambiente físico de cuidados a creche enquanto que 11 crianças passavam o dia aos cuidados da mãe. CONCLUSÃO: tendo em vista a grande variedade de nossa amostra, podemos constatar que em relação aos riscos biológicos, estes se apresentaram negativamente, visto a prevalência do baixo peso ao nascimento e a baixa idade gestacional. Quanto os fatores de risco ambientais estes se portaram com menos riscos as crianças prematuras visto que a maioria das crianças possui a presença da figura paterna, são cuidados pelas

4 suas mães ou pela mãe com auxilio da avó; grande parte das mães apresenta bom grau de escolaridade (ensino médio completo) demonstrando um bom grau cultural, influenciando no desenvolvimento da criança; ainda em relação as mães, mais da metade da população estudada estava entre os limites de idade, diminuindo os riscos de complicações para o desenvolvimento infantil. Também concluímos que foram poucas as famílias que apresentaram renda familiar acima de 4 salários mínimos, sendo assim, podemos considerar que grande parte destas famílias apresenta um suporte financeiro apto a suprir as necessidades básicas da família. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BARROS, K.M; FRAGOSO, A.G.C; OLIVEIRA, A.L.B; FILHO, E.C; CASTRO, R.M; Do Environmental Influences Alter Motor Abilites Acquisition? A comparason among children from day-care centers and private schools. Arquivo de neuropediatria. 61(2-A): 170-5; 2003 BADR, L.K; Quantitative and Qualitative Precitors of Development for Low- birth Weight Infants of Latino Background. Applied Nursing Research, Vol.14, N.3 p ; Aug CARVALHO,A.E.V;LINHARES,M.B.M;MARTINEZ,F.E. História do Desenvolvimento de Crianças Nascidas Pré-Termo e Baixo Peso (<1.500 g). Psicologia: Reflexão e Crítica, 2001, 14 (1), p HALPERN,R;BARROS,F.C;HORTA,B.L;VICTORIA,C.G. Desenvolvimento neuropsicomotor aos 12 meses de idade em uma coorte de base populacional no Sul do Brasil: diferenciais conforme peso ao nascer e renda familiar. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 12 (Supl.1): 73-78,1996

5 MANCINI,M.C; MEGALE, L; BRANDÃO, M.B; MELO, A.P.P; SAMPAIO, R.F; Efeito moderador do risco social na relação entre risco biológico e desempenho funcional infantil. Revista Brasileira Saúde Materna Infantil, 4(1): 25-34, jan/mar., 2004

CONHECIMENTO MATERNO SOBRE O DESENVOLVIMENTO MOTOR NORMAL NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

CONHECIMENTO MATERNO SOBRE O DESENVOLVIMENTO MOTOR NORMAL NO PRIMEIRO ANO DE VIDA 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 CONHECIMENTO MATERNO SOBRE O DESENVOLVIMENTO MOTOR NORMAL NO PRIMEIRO ANO DE VIDA Janaina de Fátima Poteriko 1 ; Ana Lucia de Sá Yamazaki 2 RESUMO: O desenvolvimento

Leia mais

EVOLUÇÃO DO NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS PRÉ ESCOLARES

EVOLUÇÃO DO NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS PRÉ ESCOLARES EVOLUÇÃO DO NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS PRÉ ESCOLARES Ana Karolina Paiva Braga 1 ; Juliana Campos Rodovalho 1 ; Lílian Fernanda Pacheco 2 ; Cibelle Kayenne Martins Roberto Formiga

Leia mais

ESTIMULAÇÃO ESSENCIAL: HUMANIZANDO A INCLUSÃO INTRODUÇÃO

ESTIMULAÇÃO ESSENCIAL: HUMANIZANDO A INCLUSÃO INTRODUÇÃO ESTIMULAÇÃO ESSENCIAL: HUMANIZANDO A INCLUSÃO INTRODUÇÃO A Escola Especial Ulisses Pernambucano pioneira no Brasil no atendimento pedagógico a pessoas com deficiência mental, pensada pelo médico Dr. Ulisses

Leia mais

Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES. Co-Autor(es) MARCIA ALVES DE MATOS MARIANA RODRIGUES UBICES. Orientador(es) ANGELA MARCIA FOSSA. 1.

Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES. Co-Autor(es) MARCIA ALVES DE MATOS MARIANA RODRIGUES UBICES. Orientador(es) ANGELA MARCIA FOSSA. 1. 7º Simpósio de Ensino de Graduação AVALIAÇÃO DO RISCO PARA MORTALIDADE PÓS-NEONATAL EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE PIRACICABA, INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES Co-Autor(es)

Leia mais

Avaliação do Desenvolvimento Motor em Crianças de 0-3 Anos de Vida

Avaliação do Desenvolvimento Motor em Crianças de 0-3 Anos de Vida Avaliação do Desenvolvimento Motor em Crianças de 0-3 Anos de Vida Autores Audrei Fortunato Miquelote Orientador Denise Castilho Cabrera Santos Apoio Financeiro Fapic 1. Introdução Pesquisas realizadas,

Leia mais

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga 1. Por que este estudo é relevante? Segundo o relatório sobre a Carga Global das Doenças (Global

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 RECÉM NASCIDO PRÉ-TERMO DE MÃE ADOLESCENTE: UM RELATO DE CASO AUTORES: Giovanna Carolina Guedes 1 Cláudia Silveira Viera Jéssica Chritina Acosta Kamila Lubenow Vanessa Rosseto RESUMO: INTRODUÇÃO: Anualmente

Leia mais

elainelemes@baraodemaua.br

elainelemes@baraodemaua.br Associação entre uso de drogas ilícitas na gestação e repercussões no recémnascido da coorte de nascimento de Ribeirão Preto-SP, 200: nascimento pré-termo e perímetro craniano Daniela Ricci Morandim, Laís

Leia mais

Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade

Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Epidemiologia e Informação - CEInfo Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet Mortalidade Taxa ou Coeficiente

Leia mais

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros 1 of 5 11/26/2010 2:57 PM Comunicação Social 26 de novembro de 2010 PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009 Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros O número de domicílios

Leia mais

Comparação de Medidas de Idade Gestacional

Comparação de Medidas de Idade Gestacional Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Comparação de Medidas de Idade Gestacional Marcia Furquim de Almeida FSP-USP Ana Maria Rigo Silva CCS-UEL Gizelton Pereira Alencar FSP-USP Tiemi Matsuo

Leia mais

AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DA ATENÇÃO NUTRICIONAL À DESNUTRIÇÃO INFANTIL

AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DA ATENÇÃO NUTRICIONAL À DESNUTRIÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DA ATENÇÃO NUTRICIONAL À DESNUTRIÇÃO INFANTIL Cenário

Leia mais

Momento II. ASF Região Sul. Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança. Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira

Momento II. ASF Região Sul. Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança. Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira Momento II ASF Região Sul Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira CICLO DE VIDA DA CRIANÇA O ciclo de vida da criança compreende um ser que vivencia

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR NO ASILO: FORTALECENDO A INTEGRAÇÃO EDUCAÇÃO-ASSISTÊNCIA Damaris Asseburg, Juliana Farias Duarte, Glasiely Alves da Silva, Karen Lúcia Abreu Rodrigues, Noédia Moura de Souza

Leia mais

Estudo Longitudinal do Desenvolvimento Neuropsicomotor de Bebês Trigemelares Pré Termo

Estudo Longitudinal do Desenvolvimento Neuropsicomotor de Bebês Trigemelares Pré Termo a de novembro de Estudo Longitudinal do Desenvolvimento Neuropsicomotor de Bebês Trigemelares Pré Termo Thailyne Bizinotto ; Bruna de Oliveira Borges ; Renan Neves Urzêda ; Martina Estevam Brom Vieira

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guaranésia, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 294,28 km² IDHM 2010 0,701 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 18714 hab. Densidade

Leia mais

PERFIL SÓCIO-DEMOGRAFICO DE MULHERES EM CONSULTA DE ENFERMAGEM PUERPERAL

PERFIL SÓCIO-DEMOGRAFICO DE MULHERES EM CONSULTA DE ENFERMAGEM PUERPERAL 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE PERFIL SÓCIO-DEMOGRAFICO DE MULHERES EM CONSULTA DE ENFERMAGEM PUERPERAL NIKKEL, FRANCIELLE TAMARA 1 GEHRING, LETÍCIA BARROS 2 LEMOS,

Leia mais

CORRELAÇÕES ENTRE AS CONDIÇÕES DE NASCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DE BEBÊS NOS DOIS PRIMEIROS MESES DE VIDA RESUMO

CORRELAÇÕES ENTRE AS CONDIÇÕES DE NASCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DE BEBÊS NOS DOIS PRIMEIROS MESES DE VIDA RESUMO CORRELAÇÕES ENTRE AS CONDIÇÕES DE NASCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DE BEBÊS NOS DOIS PRIMEIROS MESES DE VIDA Taís Chiodelli¹; Veronica Aparecida Pereira 2 ; Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues 3, Carla

Leia mais

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 2 Ívis

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais

obrigação dele a medida do PC. PC nos prontuários. a. Nenhuma, pois a importância da medida do PC é

obrigação dele a medida do PC. PC nos prontuários. a. Nenhuma, pois a importância da medida do PC é CRESCIMENTO Conceito aumento do tamanho corporal. Cada tecido e cada órgão do nosso corpo cresce de acordo com um padrão e velocidades próprios. 4 tipos de crescimento: crescimento geral somático - ganhos

Leia mais

Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas

Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas Os esforços devem se concentrar em garantir que cesáreas sejam feitas nos casos em que são necessárias, em vez de buscar atingir uma taxa específica de cesáreas.

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Peruíbe, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 323,17 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 59773 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

INFLUÊNCIA DO CONTEXTO AMBIENTAL NO DESEMPENHO FUNCIONAL DE CRIANÇAS FREQUENTADORAS DE CRECHES

INFLUÊNCIA DO CONTEXTO AMBIENTAL NO DESEMPENHO FUNCIONAL DE CRIANÇAS FREQUENTADORAS DE CRECHES Universidade Federal de São Carlos Laboratório de Análise do Desenvolvimento Infantil Seminário de Pesquisas sobre Desenvolvimento Infantil INFLUÊNCIA DO CONTEXTO AMBIENTAL NO DESEMPENHO FUNCIONAL DE CRIANÇAS

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Palavras-chave: obesidade infantil, alimentação saudável, diabetes.

Palavras-chave: obesidade infantil, alimentação saudável, diabetes. RELATO DE EXPERIÊNCIA: AVALIAÇÃO DO PERFIL DE DESENVOLVIMENTO PONDERO-ESTATURAL E ORIENTAÇÃO SOBRE OBESIDADE INFANTIL REALIZADA PELOS MEMBROS DA LIGA ACADÊMICA DE PEDIATRIA DA UFG NO III ENCONTRO DO DIA

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Rio Claro, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5074,56 km² IDHM 2010 0,682 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 17124 hab.

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

Prof. Edison Barlem ebarlem@gmail.com

Prof. Edison Barlem ebarlem@gmail.com Prof. Edison Barlem ebarlem@gmail.com Educação do olhar enxergar entender AÇÃO compreender entender textos e Condicionantes da Saúde da cria sistemas cidade meio ambiente idoso família pré-natal saúde

Leia mais

Metodologia Atividades Desenvolvidas em Saúde da criança

Metodologia Atividades Desenvolvidas em Saúde da criança A ATUAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA ATENÇÃO BÁSICA PRESTADA À SAÚDE DA CRIANÇA Maisa de Oliveira Sanday Sônia Regina Leite de Almeida Prado 1 Introdução Apesar dos avanços na

Leia mais

ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ

ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ ALVES,K.L.; MARIN,T. Resumo: Alimentação saudável é

Leia mais

Alguns Indicadores de Saúde da Cidade do Rio de Janeiro segundo a variável Raça/Cor

Alguns Indicadores de Saúde da Cidade do Rio de Janeiro segundo a variável Raça/Cor Subsecretaria de Ações e Serviços de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Informações Epidemiológicas Alguns Indicadores de Saúde da Cidade do Rio de Janeiro segundo a variável Raça/Cor

Leia mais

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer 2 Saúde reprodutiva: gravidez, assistência pré-natal, parto e baixo peso ao nascer SAÚDE BRASIL 2004 UMA ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE INTRODUÇÃO No Brasil, as questões relativas à saúde reprodutiva têm

Leia mais

Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil. Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade.

Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil. Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade. Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil Ruth Rangel * Fernanda Azevedo * Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade. Resumo A redução das desigualdades sociais tem sido

Leia mais

CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL

CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL Nubia C. Freitas - UFV nubia.freitas@ufv.br Estela S. Fonseca UFV estela.fonseca@ufv.br Alessandra V. Almeida UFV

Leia mais

Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década

Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década 1 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO PROFESSOR BAHIA TEXTO DE CULTURA GERAL FONTE: UOL COTIDIANO 24/09/2008 Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década Fabiana Uchinaka Do UOL Notícias

Leia mais

MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER

MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER Área Temática: Saúde Adriane de Castro Martinez Martins 1 (Coordenadora) Claudecir Delfino Verli 2 Aline Maria de Almeida Lara 3 Modalidade: Comunicação

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Areado, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 282,6 km² IDHM 2010 0,727 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 13731 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Estudos de Coorte: Definição

Estudos de Coorte: Definição Estudos de Coorte: Definição São estudos observacionais onde os indivíduos são classificados (ou selecionados) segundo o status de exposição, sendo seguidos para avaliar a incidência de doença. São conduzidos

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL De 19 a 22 de Julho de 2013 1) Tipo e título da atividade proposta: a)

Leia mais

FATORES DE RISCOS OBSTÉTRICOS E NEONATAIS PARA OCORRÊNCIA DE PREMATURIDADE NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PR

FATORES DE RISCOS OBSTÉTRICOS E NEONATAIS PARA OCORRÊNCIA DE PREMATURIDADE NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 FATORES DE RISCOS OBSTÉTRICOS E NEONATAIS PARA OCORRÊNCIA DE PREMATURIDADE NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PR Willian Augusto de Melo 1 ; Francislaine Men Castellini

Leia mais

MORTALIDADE FETAL SEGUNDO VARIÁVEIS RELACIONADAS À MÃE NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA

MORTALIDADE FETAL SEGUNDO VARIÁVEIS RELACIONADAS À MÃE NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

LEVANTAMENTO DEMOGRÁFICO E ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA COMO SUBSIDIO A GESTÃO TERRITORIAL EM FRANCISCO BELTRÃO ESTADO DO PARANÁ BRASIL

LEVANTAMENTO DEMOGRÁFICO E ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA COMO SUBSIDIO A GESTÃO TERRITORIAL EM FRANCISCO BELTRÃO ESTADO DO PARANÁ BRASIL LEVANTAMENTO DEMOGRÁFICO E ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA COMO SUBSIDIO A GESTÃO TERRITORIAL EM FRANCISCO BELTRÃO ESTADO DO PARANÁ BRASIL José Francisco de Gois 1 Vera Lúcia dos Santos 2 A presente pesquisa

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Botelhos, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 335,24 km² IDHM 2010 0,702 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 14920 hab. Densidade

Leia mais

Analisar a sobrevida em cinco anos de mulheres. que foram submetidas a tratamento cirúrgico, rgico, seguida de quimioterapia adjuvante.

Analisar a sobrevida em cinco anos de mulheres. que foram submetidas a tratamento cirúrgico, rgico, seguida de quimioterapia adjuvante. Estudo de sobrevida de mulheres com câncer de mama não metastático tico submetidas à quimioterapia adjuvante Maximiliano Ribeiro Guerra Jane Rocha Duarte Cintra Maria Teresa Bustamante Teixeira Vírgilio

Leia mais

O impacto da extrema prematuridade na vigilância europeia da paralisia cerebral

O impacto da extrema prematuridade na vigilância europeia da paralisia cerebral O impacto da extrema prematuridade na vigilância europeia da paralisia cerebral Daniel Virella UCIN, Hospital Dona Estefânia, CHLC, EPE Programa de Vigilância Nacional da Paralisia Cerebral Surveillance

Leia mais

ATIVIDADES DE ENSINO

ATIVIDADES DE ENSINO RELATÓRIO DE 2006 Em 2006 o Vila Fátima ampliou suas instalações físicas, possibilitando assim uma melhor organização das atividades de ensino-serviço. Contudo, esta ampliação não será suficiente, caso

Leia mais

UNIÃO HOMOAFETIVA. Tâmara Barros

UNIÃO HOMOAFETIVA. Tâmara Barros UNIÃO HOMOAFETIVA Tâmara Barros O relacionamento entre pessoas do mesmo sexo ainda é uma questão controversa para a maior parte da população da Grande Vitória, conforme pode ser averiguado através de pesquisa

Leia mais

FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS

FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS Universidade Bandeirante de São Paulo Comitê de Pós-Graduação e Pesquisa COMISSÃO DE ÉTICA (Resolução CONSEPE-UNIBAN nº 17/06 de 11/02/2006) FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO

Leia mais

PROJETO DE REDUÇÃO DOS RESÍDUOS INFECTANTES NAS UTI S DO HOSPITAL ESTADUAL DE DIADEMA

PROJETO DE REDUÇÃO DOS RESÍDUOS INFECTANTES NAS UTI S DO HOSPITAL ESTADUAL DE DIADEMA Hospital Estadual Diadema Prêmio Amigo do Meio Ambiente 2013 PROJETO DE REDUÇÃO DOS RESÍDUOS INFECTANTES NAS UTI S DO HOSPITAL ESTADUAL DE DIADEMA Hospital Estadual de Diadema Responsáveis: João Paulo

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE CAVALCANTE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROJETO ALEITAMENTO MATERNO

ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE CAVALCANTE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROJETO ALEITAMENTO MATERNO ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE CAVALCANTE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROJETO ALEITAMENTO MATERNO APRESENTAÇÃO O aleitamento materno exclusivo (AME) é sinônimo de sobrevivência para o recém-nascido,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS-PIBID 2º SEMESTRE 2013. Bolsistas: Jaqueline Kovalechucki Ricardo Rossa

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS-PIBID 2º SEMESTRE 2013. Bolsistas: Jaqueline Kovalechucki Ricardo Rossa UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS-PIBID 2º SEMESTRE 2013. Bolsistas: Jaqueline Kovalechucki Ricardo Rossa CURITIBA 2013 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...3 2. LOCALIZAÇÃO DO COLÉGIO...4-5

Leia mais

Relatório de Pesquisa. Campina Grande 2010 KÉTSIA MEDEIROS

Relatório de Pesquisa. Campina Grande 2010 KÉTSIA MEDEIROS Núcleo de Pesquisa e Extensão (Nupex) Curso: Fisioterapia Equipe: Professor coordenador/orientador: Kétsia Medeiros Alunos: Arélli Pâmella Brasileiro Chaves Lizandra de Farias Rodrigues Queiroz Mariana

Leia mais

Avaliação do grau de implementação do programa de controle de transmissão vertical do HIV em maternidades do Projeto Nascer

Avaliação do grau de implementação do programa de controle de transmissão vertical do HIV em maternidades do Projeto Nascer Avaliação do grau de implementação do programa de controle de transmissão vertical do HIV em maternidades do Projeto Nascer 1 CRÉDITOS Elaboração do relatório Elizabeth Moreira dos Santos (ENSP/FIOCRUZ)

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Santos, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 281,35 km² IDHM 2010 0,840 Faixa do IDHM Muito Alto (IDHM entre 0,8 e 1) (Censo 2010) 419400 hab. Densidade

Leia mais

Situação do papel do fisioterapeuta nas unidades públicas de saúde enquanto integrante da equipe multiprofissional no município de Jataí-GO.

Situação do papel do fisioterapeuta nas unidades públicas de saúde enquanto integrante da equipe multiprofissional no município de Jataí-GO. Situação do papel do fisioterapeuta nas unidades públicas de saúde enquanto integrante da equipe multiprofissional no município de Jataí-GO. ASSIS, Thaís Rocha; FERREIRA, Walkyria Silva; REIS, Silênio

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CHOPINZINHO PR SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GESTÃO 2012-2015

PREFEITURA MUNICIPAL DE CHOPINZINHO PR SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GESTÃO 2012-2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE CHOPINZINHO PR SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GESTÃO 2012-2015 PROJETO TERCEIRA IDADE ATIVA EDUCADORAS FÍSICAS: LÍDIA POSSO SIMIONATO (responsável) ALANA M. C. KNAKIEWICZ (estagiária)

Leia mais

INCOR COMEMORA 1OOº TRANSPLANTE CARDÍACO PEDIÁTRICO

INCOR COMEMORA 1OOº TRANSPLANTE CARDÍACO PEDIÁTRICO Sugestão de nota de agenda INCOR Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP 16 de maio de 2011 INCOR COMEMORA 1OOº TRANSPLANTE CARDÍACO PEDIÁTRICO No sábado, 7 de maio, o coração dos profissionais

Leia mais

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 José Cechin Superintendente Executivo Carina Martins Francine Leite Nos últimos meses, vários relatórios publicados por diferentes instituições

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). O IDOSO INSTITUCIONALIZADO COMO FOCO DE SUA ATENÇÃO RELATO DE EXPERIÊNCIA BERGAMO, Vinicius M. 1 DALL AGNOL, Crístyan C. 2 PIMENTEL, Cauê F. 3 PAZ, Késia M. R. 4 RUPOLO, Denize. J. 5 UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

ATIVIDADE EDUCATIVA NA SALA DE ESPERA: UNINDO CONHECIMENTOS PARA PROMOVER A AMAMENTAÇÃO

ATIVIDADE EDUCATIVA NA SALA DE ESPERA: UNINDO CONHECIMENTOS PARA PROMOVER A AMAMENTAÇÃO ATIVIDADE EDUCATIVA NA SALA DE ESPERA: UNINDO CONHECIMENTOS PARA PROMOVER A AMAMENTAÇÃO SANTOS, Norrama Araújo I ; SANTOS, Simone Silva dos II ; BARCELOS, Ivanildes Solange da Costa III ; SOUZA, Marise

Leia mais

Clampeamento do cordão umbilical: qual o momento ideal?

Clampeamento do cordão umbilical: qual o momento ideal? Clampeamento do cordão umbilical: qual o momento ideal? XI Encontro Nacional de Aleitamento Materno 2010/Santos - SP Sonia Venancio PqC VI - Instituto de Saúde/SES/SP soniav@isaude.sp.gov.br Polêmica A

Leia mais

Vigilância epidemiológica da mortalidade neonatal em RNMBP: análise de 4 anos

Vigilância epidemiológica da mortalidade neonatal em RNMBP: análise de 4 anos 1 Vigilância epidemiológica da mortalidade neonatal em RNMBP: análise de 4 anos Resumo Introdução: A mortalidade neonatal representa 67% da mortalidade infantil no RS. Os RNMBP contribuem com uma parcela

Leia mais

Este estudo foi desenvolvido considerando: o índice de mortalidade infantil ocorrido em UTI Neonatal; assim como a necessidade emergente da prática

Este estudo foi desenvolvido considerando: o índice de mortalidade infantil ocorrido em UTI Neonatal; assim como a necessidade emergente da prática Este estudo foi desenvolvido considerando: o índice de mortalidade infantil ocorrido em UTI Neonatal; assim como a necessidade emergente da prática da humanização no cenário atual, indicador inclusive

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde

Pesquisa Nacional de Saúde Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Pesquisa Nacional de Saúde 21/08/15 Histórico INVESTIGAÇÃO DO TEMA SAÚDE... 1998 2003 2008 2013 PNAD Características da PNS Pesquisa Domiciliar

Leia mais

TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID.

TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID. TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID. Resumo Alcenir Amorim de Sousa 1 1 Instituto Federal de educação

Leia mais

MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE

MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE Karolayne Germana Leal e Silva e-mail: karolaynegermana@hotmail.com Magna Adriana de Carvalho e-mail: magnacreas@hotmail.com

Leia mais

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL COM PROFESSORA E TRADUTORA NA LÍNGUA INGLESA

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL COM PROFESSORA E TRADUTORA NA LÍNGUA INGLESA Maria de Lourdes Martinez Valer Balneário Camboriu-SC CEP-88330-302 Telefone (47) 9931 9978 E-mail mmartinez_valeriano@hotmail.com profile: http://www.proz.com/profile/1421981 FORMAÇÃO ACADÊMICA Formação-Acadêmica-Professora

Leia mais

Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006

Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006 Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006 José Cechin Superintendente Executivo Francine Leite Carina Martins A Pesquisa Nacional de Demografia

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). A QUALIDADE DE VIDA SOB A ÓTICA DAS DINÂMICAS DE MORADIA: A IDADE ENQUANTO UM FATOR DE ACÚMULO DE ATIVOS E CAPITAL PESSOAL DIFERENCIADO PARA O IDOSO TRADUZIDO NAS CONDIÇÕES DE MORADIA E MOBILIDADE SOCIAL

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Alto Boa Vista, MT 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2248,35 km² IDHM 2010 0,651 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 5247 hab. Densidade

Leia mais

Mau desempenho escolar

Mau desempenho escolar Mau desempenho escolar Dra Juliana Gurgel Giannetti Neuropediatra Professora Associada do Depto. de Pediatria - UFMG Coordenadora da Residência de Neuropediatria do Hospital das Clínicas / UFMG Mau desempenho

Leia mais

Estimulação da sucção não-nutritiva na mama vazia em bebês prematuros

Estimulação da sucção não-nutritiva na mama vazia em bebês prematuros Estimulação da sucção não-nutritiva na mama vazia em bebês prematuros Palavras-chave: prematuro; sucção não-nutritiva; mama. INTRODUÇÃO A estimulação da sucção não-nutritiva tem sido uma prática para auxiliar

Leia mais

SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS

SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS O presente levantamento mostra a situação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) nos municípios brasileiros. Para realizar a comparação de forma mais precisa,

Leia mais

PERFIL DE IDOSOS RESIDENTES EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA NA CIDADE DE MOSSORÓ

PERFIL DE IDOSOS RESIDENTES EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA NA CIDADE DE MOSSORÓ PERFIL DE IDOSOS RESIDENTES EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA NA CIDADE DE MOSSORÓ INTRODUÇÃO O envelhecimento populacional é hoje um fenômeno universal, observado tanto nos países desenvolvidos

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO MAR/ABRIL 2013 [Edição 6]

BOLETIM INFORMATIVO MAR/ABRIL 2013 [Edição 6] BOLETIM INFORMATIVO MAR/ABRIL 2013 [Edição 6] O tema central desta edição do Boletim Informativo será a Psicologia Infantil. A Psicologia Infantil é a área da Psicologia que estuda o desenvolvimento da

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Sorriso, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 9382,37 km² IDHM 2010 0,744 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 66521 hab. Densidade

Leia mais

PERFIL DO CONSUMO DE ÀLCOOL EM MULHERES DE UM NÚCLEO DE SAÚDE DA FAMÍLIA

PERFIL DO CONSUMO DE ÀLCOOL EM MULHERES DE UM NÚCLEO DE SAÚDE DA FAMÍLIA PERFIL DO CONSUMO DE ÀLCOOL EM MULHERES DE UM NÚCLEO DE SAÚDE DA FAMÍLIA AGNES MERI YASUDA; Juliana Maria Marques Megale, Quitéria de Lourdes Lourosa; Aldaísa Cassanho Forster; Clarissa Lin Yasuda HOSPITAL

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA

RELATÓRIO DE PESQUISA 2011 14 RELATÓRIO DE PESQUISA Relatório da Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS quanto aos aspectos de acesso e qualidade percebida na atenção à saúde, mediante inquérito amostral. Ministério da

Leia mais

INFLUÊNCIA DOS ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS NO RESULTADO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL

INFLUÊNCIA DOS ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS NO RESULTADO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL INFLUÊNCIA DOS ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS NO RESULTADO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL CARNEIRO 1 Cláudia; CAVALVANTI 2 Hannalice; NETA 3 Ivanilde; SOUZA 4 Dayse Centro de Ciências da Saúde /Departamento de

Leia mais

PROBLEMÁTICA DO LIXO: PEQUENAS ATITUDES, UM BOM COMEÇO

PROBLEMÁTICA DO LIXO: PEQUENAS ATITUDES, UM BOM COMEÇO PROBLEMÁTICA DO LIXO: PEQUENAS ATITUDES, UM BOM COMEÇO Janelene Freire Diniz, Adeilton Padre de Paz, Hellen Regina Guimarães da Silva, Verônica Evangelista de Lima RESUMO Departamento de Química, Universidade

Leia mais

MÉTODO MÃE CANGURU: PERCEPÇÃO DAS PUÉRPERAS DE UMA MATERNIDADE NO ESTADO DA PARAÍBA

MÉTODO MÃE CANGURU: PERCEPÇÃO DAS PUÉRPERAS DE UMA MATERNIDADE NO ESTADO DA PARAÍBA MÉTODO MÃE CANGURU: PERCEPÇÃO DAS PUÉRPERAS DE UMA MATERNIDADE NO ESTADO DA PARAÍBA BEZERRA, Nanci Candido, Faculdade Santa Maria, nanci.candido26@gmail.com. SILVA, Evandro Dantas, Faculdade Santa Maria.

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: INSTITUIÇÃO ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO

TÍTULO: AUTORES: INSTITUIÇÃO ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO TÍTULO: ALUNOS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM ATENDIDOS NO PROJETO EDUCAÇÃO ESPECIAL: ATIVIDADES DE EXTENSÃO, PESQUISA E ENSINO AUTORES: Luis Henrique de Freitas Calabresi, Maria da Piedade Resende da

Leia mais

A caminho da igualdade

A caminho da igualdade A caminho da igualdade Estudo mostra que a educação é determinante para reduzir as desigualdades de gênero, em todas as fases de vida das mulheres 50 KPMG Business Magazine Como defender a empresa Os Jogos

Leia mais