Aplicação do FMEA nas Centrais de Quimioterapia. Mario Luiz P. Ferreira Área da Qualidade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aplicação do FMEA nas Centrais de Quimioterapia. Mario Luiz P. Ferreira Área da Qualidade"

Transcrição

1 Aplicação do FMEA nas Centrais de Quimioterapia Mario Luiz P. Ferreira Área da Qualidade

2 Introdução O tema Segurança do Paciente se transformou em preocupação, nas instituições de saúde, a partir de 2003 com a publicação do artigo Errar é Humano: Construindo um Sistema de Saúde mais Seguro. Cada ano, os erros médicos provocam morte entre e pacientes, nos EUA. O custo total de eventos médicos adversos está entre US$ 17 milhões e US$ 29 milhões, por ano.

3 Introdução

4 Introdução Tipos de Eventos Sentinela Qtde % Cirurgia em lado errado ,3 Suicídio ,8 Complicações operatórias ,8 Atraso no tratamento 592 8,6 Erro de medicação 554 8,0 Queda de paciente 450 6,5 Fonte: Joint Comission International

5 Introdução ERRO DE MEDICAÇÃO qualquer erro que ocorra, desde a prescrição até a administração de medicamento ao paciente. Erro de Prescrição: escolha incorreta do medicamento, erro de cálculo na dose, via de administração, concentração, velocidade de infusão ou prescrições ilegíveis. Erro de Preparação: diluição incorreta, reconstituição inapropriada, medicamento fora do prazo de validade. Erro de Administração: técnica inapropriada (inclui via errada); via correta, porém em local errado; velocidade da administração; intervalo diferente do prescrito; omissão e doses extras. Fonte: Carvalho, M e Vieira, AA. Erro Médico em Pacientes Hospitalizados. Jornal de Pediatria (Rio) 2002; 78 (4): 261-8:

6 Introdução O Instituto de Medicina, dos EUA, estima que morrem americanos, por ano, devido a erros de medicação. Na Espanha, erros de medicação são responsáveis por 5% da hospitalização com custo médio de Euros por paciente. Na Colômbia, entre 1993 e 2006, erros de medicação foram responsáveis por 45% das mortes e 47% de danos aos pacientes. Na Argentina, estima-se que a cada dez prescrições duas contêm erros.

7 Introdução No Brasil, um estudo em hospital privado de Campinas mostrou que erros de medicação representaram 50% de todos os eventos adversos contabilizados. Em Belo Horizonte, estudo de um hospital público mostrou que 82% das 422 prescrições avaliadas continham pelo menos um erro de dispensação. Estudo multicêntrico, conduzido pelo Brasil mostrou que 27% dos eventos adversos eram devidos a erros de administração.

8 Objetivo Apresentar de forma sintética o método de Análise do Modo e Efeito da Falha (Failure Mode and Effect Analysis FMEA). Mostrar como foi desenvolvido o trabalho de aplicação do FMEA no processo de cuidado nas Centrais de Quimioterapia do INCA.

9 O Método FMEA Origem do Método National Aeronautics and Space Administration (NASA), para prevenção de defeitos em projetos, processos e de eventos adversos. Permite identificar possíveis falhas na execução dos processos de trabalho. Induz a discussão sobre as causas e efeitos das falhas.

10 O Método FMEA CONTROLES ATUAIS AÇÕES RECOMENDADAS ÍNDICE DE RISCO CAUSA(S) MODO DE FALHA EFEITO(S) OCORRÊNCIA DETECÇÃO SEVERIDADE T E M P O

11 O Método FMEA CONCEITOS Modo de Falha deixa de atender a uma função. Efeito impacto ou consequência do Modo de Falha. Causa evento(s) que produz(em) o Modo de Falha. Controles mecanismos que previnem ou detectam o Modo de Falha

12 FMEA - Severidade 1 Mínima Não compromete o tratamento nem gera dano 2 e 3 Pequena Pode não comprometer o tratamento e não causar dano 4 Média Pode causar dano temporariamente 5 Média Pode causar dano temporariamente e prolongamento da hospitalização 6 Média Pode causar dano temporariamente, com uso de antídotos para reverter o dano 7 Alta Pode resultar em intervenção com baixo risco de morte 8 Alta Pode resultar em intervenção com médio risco de morte 9 Muito Alta Pode resultar em intervenção com alto risco de óbito e medidas especiais em UTI 10 Muito Alta Pode resultar em dano permanente ou resultar em morte

13 FMEA - Ocorrência 1 Remota Taxa de falhas: 1 em Pequena Taxa de falhas: 1 em Pequena Taxa de falhas: 1 em Moderada Taxa de falhas: 1 em Moderada Taxa de falhas: 1 em Moderada Taxa de falhas: 1 em 80 7 Alta Taxa de falhas: 1 em 40 8 Alta Taxa de falhas: 1 em 20 9 Muita Alta Taxa de falhas: 1 em 8 10 Muito Alta Taxa de falhas: 1 em 2

14 FMEA - Detecção 1 Muito Alta Probabilidade: 10 em 10 2 e 3 Alta Probabilidade: 7 em 10 4, 5 e 6 Média Probabilidade: 5 em 10 7 e 8 Pequena Probabilidade: 2 em 10 9 Mínima Mínima Possibilidade 10 Mínima Detecção Nula

15 FMEA Índice de Risco IR = Oco x Sev x Det Para IR 50 as equipes precisam implementar ações para a redução do nível risco.

16 FMEA nas Centrais de QT 1. Identificar as Etapas do Processo Início do Processo Término do Processo 2. Associar os Modos de Falhas com as Etapas 3. Identificar os Efeitos dos Modos de Falha 4. Identificar as Causas dos Modos de Falha 5. Identificar os Controles Existentes 6. Definir os critérios para a avaliação (Oco, Sev e Det). 7. Avaliar o Risco dos Modos de Falha ou das Causas. 8. Discutir as Ações Necessárias

17 FMEA nas Centrais de QT Enfermagem Equipes Participantes Cristiane, Selma e Valdete, do HC I, Maxwell e Sheila do HC II, Ana Cristina e Maria Cristina, do HC III. Farmácia Letícia e Dulce, do HC I, Priscila, Carlos e Denise, do HC II, Maria Fernanda e Fernanda Maria, do HC III.

18 FMEA nas Centrais de QT HC I HC II HC III Agendamento na Central Prescrição Médica Agendamento Agendamento na Farmácia Agendamento Recepção Elaboração de Rótulo Recepção Elaboração de Rótulo Manipulação Análise Análise Identificação e Rotulagem Elaboração do Rótulo Manipulção Dispensação Manipulação Dispensação Entrega na Central Dispensação Administração Recepção Administração Definição das Etapas do Processo Conferência Verificação de Sinais Vitais Punção de Acesso Venoso Administração Liberação

19 FMEA nas Centrais de QT Etapas do Processo Modos de Falha Associados as Etapas Agendamento Errado Sem Liberação Médica Dose errada Erro na Rotulagem Tempo de infusão errado Erro na Prescrição Erro na Identificação Hora errada Via de Administração Errada

20 FMEA nas Centrais de QT Recomendações HC I Etapa: Entrega do Antineoplásico na Central de QT. Modo de Falha: Erro na Entrega. Efeito: Atraso no Atendimento. Causa Potencial: Não há norma de checagem na etapa. Controle: Não há. Oco = 3; Sev = 7; Det = 10; IR = 210 Ação: Normatizar a etapa de recebimento.

21 FMEA nas Centrais de QT Recomendações HC I Etapa: Administração de Antineoplásico. Modo de Falha: Sem Liberação Médica. Efeito: Terapêutica Ineficaz; RAM; EA; ES. Causa Potencial: Falta de atenção da equipe. Controle: Não há. Oco = 1; Sev = 10; Det = 10; IR = 100 Ação: Implementar controle no momento do agendamento.

22 FMEA nas Centrais de QT Recomendações HC II Etapa: Preparo do Antineoplásico. Modo de Falha: Contaminação da Bolsa. Efeito: Terapêutica Ineficaz; RAM; EA; ES. Causa Potencial: Uso incorreto da técnica de manipulação. Controle: Visual. Oco = 1; Sev = 10; Det = 9; IR = 90 Ação: Planejar treinamento da técnica de manipulação.

23 FMEA nas Centrais de QT Recomendações HC II Etapa: Administração do Antineoplásico. Modo de Falha: Extravazamento. Efeito: Terapêutica Ineficaz; RAM; EA; ES. Causa Potencial: Mobilização indevida do paciente. Controle: Visual. Oco = 4; Sev = 10; Det = 3; IR = 120 Ação: Em discussão.

24 FMEA nas Centrais de QT Recomendações HC III Etapa: Manipulação do Antineoplásico. Modo de Falha: Medicamento errado. Efeito: Atraso no atendimento. Causa Potencial 1: Técnico lê errado. Controle 1: Não há. Causa Potencial 2: Farmacêutico ouve errado. Controle 2: Alguns farmacêuticos repetem o que ouvem. Oco = 2; Sev = 5; Det = 8; IR = 80 Ação: Verificação do rótulo pelo farmacêutico.

25 FMEA nas Centrais de QT Recomendações HC III Etapa: Administração do Antineoplásico. Modo de Falha: Dose errada. Efeito: Terapêutica Ineficaz; RAM; EA; ES. Causa Potencial: A tripla checagem não inclui o item medicamento. Controle: Não há. Oco = 2; Sev = 5; Det = 8; IR = 80 Ação: Incluir a dose na tripla checagem.

26 A Planilha FMEA

27 Comentários Finais FERRAMENTA Conduz o grupo para uma avaliação dos modos de falha, assim como suas causas e mecanismos de controle. Prioriza os modos de falha por meio do índice de risco. Promove mais CONFIABILIDADE e SEGURANÇA. O GRUPO 1. Reconhecimento da utilidade da ferramenta. 2. Variação na pontuação (ocorrência e detecção). 3. Falta de Atenção como Causa. 4. Dificuldade de definição dos modos de falha, controles e efeito.

28 OBRIGADO!!! Direção Geral Dr. Luiz Antônio Santini Assessoria de Gestão da Qualidade Mário Ferreira Ronaldo Cunha Amanda Adorno TEL.: (21) :

HFMEA TIME DE FLUXO TAUBATÉ.xls O = Ocorrência pode ser 1 = baixa, 4 e 7 = média e 10= alta

HFMEA TIME DE FLUXO TAUBATÉ.xls O = Ocorrência pode ser 1 = baixa, 4 e 7 = média e 10= alta Etapa Tipo de falha Efeito da falha Consequência Controle e detecção S O D Risco Ação Responsável Medida implantada S O D Risco Não há 10 7 10 700 10 7 10 700 2 protocolo de 2 protocolo de prevenção de

Leia mais

Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011

Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 Aplicabilidade das Ferramentas Título da da Palestra: Qualidade Data: FMEA Falta de Energia Elétrica 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 História dos Riscos Construção do Empire State 1930 102 andares Cenário

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Padrão Nível 1 Uso seguro e racional de medicamentos Dimensões da qualidade Aceitabilidade, adequação e integralidade Assistência Farmacêutica

Leia mais

Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE

Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE POR QUE? Porqueo paciente é colocado sob risco durante uma intervenção feita para melhorar sua saúde! Porque causam-se danos ao paciente durante os cuidados

Leia mais

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Fortaleza, 28 de novembro de 2012. Análise de Causa-Raiz É um método utilizado na engenharia, nas investigações de acidentes industriais, nucleares,

Leia mais

Prevenção do Erro e o Medicamento

Prevenção do Erro e o Medicamento Prevenção do Erro e o Medicamento Daniela Garcia 26 de março de 2015 Diretora dos Serviços Farmacêuticos Erro de medicação Qualquer evento evitável que pode causar dano ao doente ou dar lugar à utilização

Leia mais

MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO. Rosangela Jeronimo

MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO. Rosangela Jeronimo MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO Rosangela Jeronimo 2011 HOSPITAL SANTA CRUZ Filantrópico Foco na comunidade japonesa Localizado no bairro da Vila Mariana São Paulo 166 leitos destinados a internação

Leia mais

SEGURANÇA NA MEDICAÇÃO. Câmara de Apoio Técnico- COREN SP PROJETO COREN SP 2010 SEGURANÇA DO PACIENTE

SEGURANÇA NA MEDICAÇÃO. Câmara de Apoio Técnico- COREN SP PROJETO COREN SP 2010 SEGURANÇA DO PACIENTE SEGURANÇA NA MEDICAÇÃO Câmara de Apoio Técnico- COREN SP PROJETO COREN SP 2010 SEGURANÇA DO PACIENTE Erro de Medicação Complexidade do sistema de saúde Ambientes especializados e dinâmicos Condições que

Leia mais

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Rede Sentinela Desde 2011, 192 hospitais da Rede Sentinela monitoram

Leia mais

Gerenciamento de Riscos a Saúde

Gerenciamento de Riscos a Saúde Gerenciamento de Riscos a Saúde O papel da Prescrição Eletrônica e Rastreabilidade na administração segura de medicamentos Serviço de Informática /CAISM Profa Dra Roseli Calil Hospital da Mulher Prof.

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Requisitos necessários a todos as subseções

Leia mais

I International Symposium on Patient Safety and Quality. Segurança do Paciente: Cenário Nacional. Walter Mendes

I International Symposium on Patient Safety and Quality. Segurança do Paciente: Cenário Nacional. Walter Mendes I International Symposium on Patient Safety and Quality Segurança do Paciente: Cenário Nacional Walter Mendes O que é segurança do paciente? Um fenômeno mundial Índia Portugal EUA Brasil Uma das dimensões

Leia mais

TÍTULO: ERROS DE MEDICAÇÃO NA ENFERMAGEM: NO PACIENTE ADULTO HOSPITALIZADO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

TÍTULO: ERROS DE MEDICAÇÃO NA ENFERMAGEM: NO PACIENTE ADULTO HOSPITALIZADO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ERROS DE MEDICAÇÃO NA ENFERMAGEM: NO PACIENTE ADULTO HOSPITALIZADO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:

Leia mais

META 1. Identificar os pacientes corretamente

META 1. Identificar os pacientes corretamente META 1 Identificar os pacientes corretamente Identificar, com segurança, o paciente como sendo a pessoa para a qual se destina o serviço e/ou procedimento. Como atendemos a esta meta: Utilizando a dupla

Leia mais

a norma utiliza o termo PANE para expressar falha.

a norma utiliza o termo PANE para expressar falha. FMEA Prof. Andréa CONCEITO DE FMEA CONCEITO DE FMEA ABNT, na norma NBR 5462 (1994), adota a sigla originária do inglês FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) e a traduz como sendo Análise dos Modos de

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos.

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos. Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos. POP nº 06 - NUVISAH/HU Versão: 01 Próxima revisão: 30/07/2016

Leia mais

ERRO DE MEDICAÇÃO EM HOSPITAL PÚBLICO DA ZONA SUL DE SÃO PAULO

ERRO DE MEDICAÇÃO EM HOSPITAL PÚBLICO DA ZONA SUL DE SÃO PAULO ERRO DE MEDICAÇÃO EM HOSPITAL PÚBLICO DA ZONA SUL DE SÃO PAULO Autor: Celiane Crivelli Alves Co-autores: Ana Cristina Rossetti Raquel A. dos Santos Tatiana de Carvalho Ramos Cláudio Alves de Souza Carla

Leia mais

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha)

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) FMEA FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) Técnica auxiliar no projeto de sistemas, produtos, processos ou serviços. Flávio Fogliatto Confiabilidade 1 FMEA - Definição

Leia mais

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP Complexo Hospitalar - Hospital Filantrópico - Área 69.000 m² - 10 prédios - 1.143 leitos - 101 leitos de UTI NHE (VEH / GRSH / CCIH) COMISSÕES

Leia mais

PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC

PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC Quedas são eventos adversos em que um indivíduo cai inadvertidamente ao chão ou em outro nível. Isto pode ser devido a um escorregão ou tropeço, perda do equilíbrio

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER Segurança na Administração de Medicamentos : Erros na Prescrição e Dispensação de Medicamentos Andrea Almeida Tofani Email: farm.hc1.hospitalar@inca.gov.br Novembro 2010 Segurança

Leia mais

Gerenciamento de Risco Paciente Oncológico. Sandra Abrantes Krug Seabra

Gerenciamento de Risco Paciente Oncológico. Sandra Abrantes Krug Seabra Gerenciamento de Risco Paciente Oncológico Sandra Abrantes Krug Seabra Outubro 2010 Agenda Gerenciamento de Risco Fatores Críticos de Sucesso Estamos fazendo certo? Gestão = Administração Administrar:

Leia mais

ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO

ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO Thatianny Tanferri de Brito PARANAGUÁ; Ana Lúcia Queiroz BEZERRA. Faculdade de Enfermagem Universidade Federal de Goiás ttb.paranagua@gmail.com;

Leia mais

www.grupoidealbr.com.br

www.grupoidealbr.com.br www.grupoidealbr.com.br Programa Nacional de Segurança do Paciente Introdução Parágrafo 12 do primeiro livro da sua obra Epidemia: "Pratique duas coisas ao lidar com as doenças; auxilie ou ao menos não

Leia mais

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Belo Horizonte - MG, setembro de 2013. Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Patricia Fernanda Toledo Barbosa

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

GESTÃO DE RISCO EM ONCOLOGIA. Enf. Tiane Farias

GESTÃO DE RISCO EM ONCOLOGIA. Enf. Tiane Farias GESTÃO DE RISCO EM ONCOLOGIA Enf. Tiane Farias Diferentes formas de ver o mundo Área terrestre Diferentes formas de ver o mundo População total Diferentes formas de ver o mundo Renda per capita Diferentes

Leia mais

O PAPEL DA GESTÃO DE RISCO NA PREVENÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS

O PAPEL DA GESTÃO DE RISCO NA PREVENÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS O PAPEL DA GESTÃO DE RISCO NA PREVENÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS Gestão de Riscos RDC 36 de 2013 Aplicação sistêmica e contínua de políticas, procedimentos, condutas e recursos na identificação, análise,

Leia mais

II Encontro Goiano de Gerenciamento de Riscos Maria Salete S. Pontieri Nascimento COREN GO

II Encontro Goiano de Gerenciamento de Riscos Maria Salete S. Pontieri Nascimento COREN GO II Encontro Goiano de Gerenciamento de Riscos Maria Salete S. Pontieri Nascimento COREN GO Necessidade de Atendimento e Riscos à saúde Complexidade do Sistema de Atenção à Saúde. Difíceis interações entre

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica. Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica. Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo Requisitos comuns a todos as subseções Planeja as atividades,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HEMOVIGILÂNCIA Responsáveis: Enfª Cledes Moreira Enfª Danielli S. Barbosa Enfª Luciana Paiva VAMOS TRABALHAR HOJE Os cuidados na instalação de sangue e hemocomponentes.

Leia mais

FMEA. Definição Medição Análise Melhoria Controle. Pág 1

FMEA. Definição Medição Análise Melhoria Controle. Pág 1 FMA Controle de Qualidade FMA Pág 1 FMA que vamos aprender... FMA Ferramentas de Definição Pág 2 FMA FMA Failure Mode & ffects Analysis FMA é um método sistemático para identificar, analisar, priorizar

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos.

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos. Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos. POP nº 05 - NUVISAH/HU Versão: 01 Próxima revisão: 11/12/2015 Elaborado

Leia mais

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha 1 1 Introdução

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS: Atendimento das Prescrições por Lote e com Uso de Palmtop

UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS: Atendimento das Prescrições por Lote e com Uso de Palmtop UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS: Atendimento das Prescrições por Lote e com Uso de Palmtop Hospital Nossa Senhora da Conceição SERVIÇO DE FARMÁCIA STELLA GOULART LAMEIRA Farmacêutica-Bioquímica Especialista

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.ufma.br

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Manutenibilidade: É a característica de um equipamento ou instalação permitir um maior ou menor grau de facilidade na execução dos serviços

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE FEMEA Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 1 Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 2 -

Leia mais

APRESENTAÇÃO Elaine de Andrade Azevedo

APRESENTAÇÃO Elaine de Andrade Azevedo APRESENTAÇÃO Elaine de Andrade Azevedo Farmacêutica, graduada em Farmácia pela Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais. Especialista em Farmacologia pela Universidade Federal de Lavras

Leia mais

APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS

APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS 1 APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS Bruno Ricardo Duarte 1 João Koji Fujita Ribeiro de José Antonio Bueno 4 Renato Francisco Saldanha Silva 5 RESUMO O presente

Leia mais

NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA

NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO GERÊNCIA DE UNIDADES DE INTERNAÇÃO Comissão de Gerenciamento de Risco NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA 2012 Luciane Lindenmeyer,

Leia mais

Check-list Procedimentos de Segurança

Check-list Procedimentos de Segurança Check-list Procedimentos de Segurança 1. Cultura de Segurança 1.1 1.2 Existe um elemento definido como responsável pelas questões da segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na

Leia mais

O desafio é A Segurança do Paciente

O desafio é A Segurança do Paciente O desafio é A Segurança do Paciente CAISM - Fevereiro de 2011: Implantação do Segundo Desafio Global Cirurgias Seguras Salvam Vidas Profª Drª Roseli Calil Enfº Adilton Dorival Leite Conhecendo um pouco

Leia mais

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança 1. 1.1 1.2 Cultura de Segurança Existe um elemento(s) definido(s) com responsabilidade atribuída para a segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de processos relativos

Leia mais

Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC

Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC 1- Introdução O propósito das Metas Internacionais de Segurança do Paciente é promover melhorias específicas

Leia mais

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho Oncologia Aula 3: Legislação específica Profa. Camila Barbosa de Carvalho Legislações importante em oncologia - RDC n o. 220/2004 - RDC n o. 67/2007 - RDC n o. 50/2002 - RDC n o. 306/2004 - NR 32/2005

Leia mais

Cirurgia Segura: O que muda após a RDC n 36/2013? Adriana Oliveira Abril - 2014

Cirurgia Segura: O que muda após a RDC n 36/2013? Adriana Oliveira Abril - 2014 Cirurgia Segura: O que muda após a RDC n 36/2013? Adriana Oliveira Abril - 2014 Aspectos a serem abordados: Reflexões sobre: O contexto da Aliança Mundial para Segurança do Paciente. Panorama da Regulamentação

Leia mais

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário Guia de Farmacovigilância - Anvisa ANEXO IV - Glossário De acordo com a RESOLUÇÃO - RDC Nº 4, DE 10/02/09 (DOU 11/02/09): Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos

Leia mais

Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1

Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1 Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1 Assunto: Fluxo para solicitação, distribuição e dispensação do medicamento Palivizumabe para o tratamento profilático do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) no Estado

Leia mais

11º Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Segurança na Terapia Intravenosa

11º Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Segurança na Terapia Intravenosa 11º Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Segurança na Terapia Intravenosa Bruno Viana de Andrade Enfermeiro do Serviço de Oncologia do Hospital Mater Dei Belo Horizonte MG 2014 História

Leia mais

Classificação de risco de pacientes para acompanhamento farmacoterapêutico. Jacqueline Kohut Martinbiancho

Classificação de risco de pacientes para acompanhamento farmacoterapêutico. Jacqueline Kohut Martinbiancho Classificação de risco de pacientes para acompanhamento farmacoterapêutico Jacqueline Kohut Martinbiancho HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE O Hospital de Clínicas de Porto Alegre é uma empresa pública

Leia mais

A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral

A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral 2º Congresso Multidisciplinar em Oncologia do Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus Enfª Érika Moreti Campitelli Antineoplásico oral: Atualmente

Leia mais

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Ementa: Regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública

Leia mais

11/02/2015 CONTROLE DE QUALIDADE GARANTIA DA QUALIDADE. O que é Qualidade? QUALIDADE EVOLUÇÃO DA QUALIDADE. Para o consumidor.

11/02/2015 CONTROLE DE QUALIDADE GARANTIA DA QUALIDADE. O que é Qualidade? QUALIDADE EVOLUÇÃO DA QUALIDADE. Para o consumidor. O que é Qualidade? CONTROLE DE QUALIDADE X GARANTIA DA QUALIDADE Para o consumidor Para o produto Definição difícil e subjetiva. Cada consumidor apresenta preferências pessoais. Qualidade adquire atributo

Leia mais

Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa. Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica

Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa. Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica 21-Maio-2014 1 O que (quem) é a Cadeia Terapêutica Medicamentosa? 2 É um sistema complexo de fornecimento de medicação.

Leia mais

Os profissionais de enfermagem que participam e atuam na Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional, serão os previstos na Lei 7.498/86.

Os profissionais de enfermagem que participam e atuam na Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional, serão os previstos na Lei 7.498/86. Regulamento da Terapia Nutricional 1. DEFINIÇÕES: Terapia Nutricional (TN): Conjunto de procedimentos terapêuticos para manutenção ou recuperação do estado nutricional do usuário por meio da Nutrição Parenteral

Leia mais

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE A realização do I Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos

Leia mais

FMEA (Failure Model and Effect Analysis)

FMEA (Failure Model and Effect Analysis) Definição FMEA (Failure Model and Effect Analysis) Conceitos Básicos A metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha, conhecida como FMEA (do inglês Failure Mode and Effect Analysis), é uma ferramenta

Leia mais

SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / /

SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / / SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / / PERFIL DO PACIENTE : Encaminhamento Equipe Alta Hospitalar Busca Ativa Outra Nome: Cartão SUS: Data de nascimento: Idade: Gênero: Masculino Feminino

Leia mais

Implementação das metas internacionais de segurança do paciente da Joint Commission

Implementação das metas internacionais de segurança do paciente da Joint Commission Mesa redonda: O Papel do enfermeiro na segurança do paciente e nos resultados do atendimento Implementação das metas internacionais de segurança do paciente da Joint Commission Cristiana Martins Prandini

Leia mais

AUDITORIA EM ENFERMAGEM. UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes

AUDITORIA EM ENFERMAGEM. UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes AUDITORIA EM ENFERMAGEM UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes Conceito AUDITORIA é uma avaliação sistemática e formal de

Leia mais

SERVIÇO DE FARMÁCIA DO HC/UFTM

SERVIÇO DE FARMÁCIA DO HC/UFTM SERVIÇO DE FARMÁCIA DO HC/UFTM Suely da Silva - Chefe da Unidade de Dispensação Farmacêutica do HC/UFTM - Filial EBSERH Mauritânia Rodrigues Ferreira Cajado - Farmacêutica da Dispensação do HC/UFTM Introdução

Leia mais

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC)

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Instruções Esta pesquisa solicita sua opinião sobre segurança do, erros associados ao cuidado de saúde e notificação de eventos em seu hospital

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES

GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1. OBJETIVO O Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações, de identificação

Leia mais

FMEA de processo para garantia da qualidade dos resultados em um laboratório de ensaios

FMEA de processo para garantia da qualidade dos resultados em um laboratório de ensaios FMEA de processo para garantia da qualidade dos resultados em um laboratório de ensaios Process FMEA for quality assurance results in a testing laboratory Jéssica Fredi Cocco 1, Carla Hartmann Sturm 1,

Leia mais

TOTVS Gestão Hospitalar Manual Ilustrado Prescrição Médica. 12.1.x. julho de 2015. Versão: 4.0

TOTVS Gestão Hospitalar Manual Ilustrado Prescrição Médica. 12.1.x. julho de 2015. Versão: 4.0 TOTVS Gestão Hospitalar Manual Ilustrado Prescrição Médica 12.1.x julho de 2015 Versão: 4.0 1 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Prontuário Eletrônico do Paciente... 3 3 Prescrição Médica... 4 3.1 Nova Prescrição

Leia mais

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI Débora Onuma Médica Infectologista INTRODUÇÃO O que são Indicadores? 1. Indicador é uma medida quantitativa que pode

Leia mais

Checklist de Segurança em Endoscopia Digestiva. Elsa Monteiro UTG Centro Hospitalar de Setúbal EPE

Checklist de Segurança em Endoscopia Digestiva. Elsa Monteiro UTG Centro Hospitalar de Setúbal EPE Checklist de Segurança em Endoscopia Digestiva Elsa Monteiro UTG Centro Hospitalar de Setúbal EPE Em qualquer actividade humana existe a possibilidade de erro por falha humana, e estes erros são cometidos

Leia mais

Formação e Estrutura do Programa Nacional de Segurança do Paciente

Formação e Estrutura do Programa Nacional de Segurança do Paciente Formação e Estrutura do Programa Nacional de Segurança do Paciente 29 de julho de 2015 Capacitação em segurança do paciente para a vigilância sanitária SESA-PR Rosângela Gomes Benevides Coordenadora de

Leia mais

CONHECIMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM FRENTE AO PACIENTE SUBMETIDO À TERAPIA TRANSFUSIONAL... 260

CONHECIMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM FRENTE AO PACIENTE SUBMETIDO À TERAPIA TRANSFUSIONAL... 260 CONHECIMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM FRENTE AO PACIENTE SUBMETIDO À TERAPIA TRANSFUSIONAL... 260 CONHECIMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM FRENTE AO PACIENTE SUBMETIDO À TERAPIA TRANSFUSIONAL. PRISCILA VICENTIN

Leia mais

SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Da Prescrição à Administração do Medicamento Sofia Valongo Serviços Farmacêuticos 26-09-2015 OBJETIVO 2 Descrever o papel do Farmacêutico na implementação

Leia mais

Lucas Garcia. Gerente de Produto EPIMED - Segurança do Paciente Departamento de Enfermagem SOTIERJ

Lucas Garcia. Gerente de Produto EPIMED - Segurança do Paciente Departamento de Enfermagem SOTIERJ Lucas Garcia Gerente de Produto EPIMED - Segurança do Paciente Departamento de Enfermagem SOTIERJ TIPOS DE EVENTOS ENCONTRADOS NAS UTI Prevenção e Diagnóstico das Doenças Medicações Monitorização e Interpretação

Leia mais

O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral

O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral São Paulo, 19 de setembro de 2005 Agenda Introdução Desafios MVPEP Formas de acessos Funcionalidades Formulários eletrônicos Índices clínicos

Leia mais

Erro de medicação: estratégias e novos avanços para minimizar o erro

Erro de medicação: estratégias e novos avanços para minimizar o erro Erro de medicação: estratégias e novos avanços para minimizar o erro Gracinete do Carmo Silva Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem. Caroline Alves Garcia Docente do Curso de Graduação em Enfermagem.

Leia mais

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DENGUE APÓS ATUAÇÃO DO SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR INTRODUÇÃO: A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda de amplo espectro clínico e de grande importância

Leia mais

MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ

MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ Larissa Fernanda Silva Borges de Carvalho Enfermeira, Especialista em Gestão de Serviços de Saúde Gerente Assistencial da Maternidade Unimed BH Unidade Grajaú Governança

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu São Paulo, 01 de Outubro de 2010 Nomes: Cícero Marcelino RA: 200509458 Daniele Teixeira RA: 200605045 Edson Pereira RA: 200607727 Matheus Monteiro RA: 200709765 Rodrigo Pavin

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE DO HOSPITAL MATERNO INTANTIL DE BRASÍLIA

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE DO HOSPITAL MATERNO INTANTIL DE BRASÍLIA 1 GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE DA ASA SUL HOSPITAL MATERNO INFANTIL DE BRASÍLIA PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE DO HOSPITAL MATERNO INTANTIL DE BRASÍLIA

Leia mais

Metas Internacionais de Segurança do paciente

Metas Internacionais de Segurança do paciente Metas Internacionais de Segurança do paciente 2011 Missão Defender a saúde da comunidade e contribuir para o aprimoramento do Sistema Único de Saúde Visão Ser reconhecido nacionalmente pela excelência

Leia mais

Modelo GFACH - Anexo 1 Indicadores mais Utilizados na Gestão Hospitalar no Brasil

Modelo GFACH - Anexo 1 Indicadores mais Utilizados na Gestão Hospitalar no Brasil Gestão do Relacionamento Externo Posicionamento no Sistema de Saúde Coeficiente de Mortalidade Nº de Óbitos / Nº de Indivíduos da Amostra * 1.000 Geral (toda a amostra), por idade (ex: infantil), por sexo

Leia mais

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP Laura Schiesari Diretora Técnica AGENDA I. A ANAHP II. Melhores Práticas Assistenciais III. Monitoramento

Leia mais

Mapeamento de Riscos e Perigos em um Serviço de hemodinâmica: Busca pela qualidade contínua no processo de trabalho

Mapeamento de Riscos e Perigos em um Serviço de hemodinâmica: Busca pela qualidade contínua no processo de trabalho Mapeamento de Riscos e Perigos em um Serviço de hemodinâmica: Busca pela qualidade contínua no processo de trabalho Marian Valentini Pezzi Cristiane Vieira Pamela Silva Angelita Paganin Mauro Bertelli

Leia mais

Ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar

Ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar Ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar Panorama das ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar Portaria N 4.283 de 30 de dezembro de 2010 - Diretrizes para ações

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

Certificado de Boas Práticas de Fabricação em Produtos Para Saúde

Certificado de Boas Práticas de Fabricação em Produtos Para Saúde Certificado de Boas Práticas de Fabricação em Produtos Para Saúde Práticas atuais e perspectivas futuras Novembro 2013 Estrutura do Guia Capítulos 1 e 3 O conteúdo dos Capítulo 1 e 3 foi baseado nas perguntas

Leia mais

MÓDULO 3 Práticas do PFMEA (Planejamento do Processo), aplicando-as em situações práticas

MÓDULO 3 Práticas do PFMEA (Planejamento do Processo), aplicando-as em situações práticas MÓDULO 3 Práticas do PFMEA (Planejamento do Processo), aplicando-as em situações práticas Ligação entre os FMEA s O DFMEA não é um documento que existe sozinho. Por exemplo: a saída do DFMEA pode ser usada

Leia mais

Resposta: Obrigatório, uma vez que a norma exige sistema gerador de energia de emergência.

Resposta: Obrigatório, uma vez que a norma exige sistema gerador de energia de emergência. 1 a Questão: (20 pontos) Um hospital, localizado no município de São Luiz do Maranhão, está sendo cogitado pela Coordenação Nacional de Prevenção e Vigilância (CONPREV) do INCA para receber um Centro de

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

Fadiga de Alarmes: Uma ameaça à segurança do paciente

Fadiga de Alarmes: Uma ameaça à segurança do paciente 1 Fadiga de Alarmes: Uma ameaça à segurança do paciente Os alarmes clínicos alertam quando a condição de um paciente está se agravando e/ou quando um dispositivo não está funcionando como deveria e, problemas

Leia mais

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente?

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente? O tema Segurança do Paciente vem sendo desenvolvido sistematicamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desde sua criação, cooperando com a missão da Vigilância Sanitária de proteger

Leia mais

Gestão da Qualidade, Segurança do Paciente e Unitarização pelo Sistema Opus

Gestão da Qualidade, Segurança do Paciente e Unitarização pelo Sistema Opus Gestão da Qualidade, Segurança do Paciente e Unitarização pelo Sistema Opus II Fórum Brasileiro sobre Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia. Salvador de Bahia, 2014. Copyright Victor Basso, Opuspac,

Leia mais

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR As páginas que se seguem constituem as Declarações Europeias da Farmácia Hospitalar. As declarações expressam os objetivos comuns definidos para cada sistema

Leia mais

Flávia Cristina S. Teixeira CGMI / CNEN Acidente x Incidente Incidente evento onde uma falha ou combinações de falhas ocorrem com um potencial de levar a consequências negativas independentemente se estas

Leia mais

Prescrição Médica Versão de Sistema: 11.8.0.0. Novembro 2014 Versão do documento: 3.0

Prescrição Médica Versão de Sistema: 11.8.0.0. Novembro 2014 Versão do documento: 3.0 Prescrição Médica Versão de Sistema: 11.8.0.0 Novembro 2014 Versão do documento: 3.0 Índice Título do documento 1. Objetivo... 3 2. Prontuário Eletrônico do Paciente... 3 3. Prescrição Médica... 4 3.1.

Leia mais

CONCEITOS, POLÍTICAS, PRINCÍPIOS, DIRETRIZES E PRÁTICAS PARA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA DO PACIENTE

CONCEITOS, POLÍTICAS, PRINCÍPIOS, DIRETRIZES E PRÁTICAS PARA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA DO PACIENTE Seminário Nacional: redução do risco para a segurança do paciente e qualidade em serviços de saúde CONCEITOS, POLÍTICAS, PRINCÍPIOS, DIRETRIZES E PRÁTICAS PARA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA DO PACIENTE Brasília,

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO 1. A comunicação durante o processo de enfermagem nem sempre é efetiva como deveria ser para melhorar isto, o enfermeiro precisa desenvolver estratégias de

Leia mais

Comercial. Gestão da Qualidade

Comercial. Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade Comercial Ferramentas da Qualidade: Ações preventivas são tomadas em problemas potenciais, aqueles que ainda não ocorreram, mas que podem vir a ocorrer no futuro caso não seja tomada

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology RESIDÊNCIA MÉDICA Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology José Luiz Miranda Guimarães* Neste número estamos divulgando o resultado parcial do Seminário

Leia mais