FERRAMENTAS DA QUALIDADE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FERRAMENTAS DA QUALIDADE"

Transcrição

1 FERRAMENTAS DA QUALIDADE FEMEA Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 1

2 Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 2

3 - Conteúdo 1. Conceitos Básicos O que é FMEA? Histórico do FMEA FMEA de Projeto e de Processo Modelo de FMEA utilizado 2. FMEA de Projeto e Processo Processo de Desenvolvimento da FMEA Definição de função de processo Definição de modos de falha potencial Efeitos potenciais de falha Estabelecimento da severidade Causas e mecanismos potenciais de falhas Estabelecimento da ocorrência Controles atuais do projeto / processo Estabelecimento da detecção Cálculo do número de prioridade de risco ( NPR ) Ações recomendadas, responsável e prazo Ações tomadas e NPR resultante Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 3

4 O FMEA é uma técnica analítica, que tem por objetivo assegurar que todas as falhas em potencial devido a Projeto, Processo e Sistema da Qualidade tenham sido consideradas e analisadas e tenham sido tomadas as ações corretivas necessárias para evitá-las. Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 4

5 É um instrumento de: Atendimento as necessidades do Cliente; Filosofia de Melhoria Contínua ( ISO / QS / TS ); Mudança Mudança Cultural; Competitividade; Atende exigências Reguladoras: Aspectos Legais e Responsabilidade Civil; Percepção dos Riscos Gestão de Riscos; e Confiabilidade e Segurança dos Produtos. Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 5

6 - Histórico 1949 MIL P A FMEA foi desenvolvida pela Indústria Militar ( Exército ) Americana - is dated November 9, 1949, institulado Procedimento para desempenhar um modo de falha, seus efeitos e análise da sua criticidade. Anos 60 - NASA - a indústria aeroespacial foi pioneira no desenvolvimento e evolução da FMEA MIL Posteriormente revisada em MIL-1629A IEC Analysis Techniques for System Reliability - Procedure for Failure Mode and Effects Analysis (FMEA) ISO 9000 QS Padrão de qualidade para Daimler-Chrysler, Ford, and General Motors.

7 - Tipos FMEA de Projeto Prevê falhas em potencial que poderão ocorrer no produto, devido à deficiências do projeto. FMEA de Processo Prevê falhas em potencial que poderão ocorrer no produto, devido a deficiências no processo de manufatura. Objetivo Auxiliar na análise de novos processos Identificar deficiências do processo e as respectivas ações preventivas Identificar Características Especiais de processo Documentar o desenvolvimento de novos processos Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 7

8 Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 8

9 FEMEA - Processo Tempo Seleção do Grupo Definição do Processo Modos de Falha, Causas, Efeitos e Controles Avaliar os Riscos Ranquear os Riscos Ações Corretivas Multifuncional Líder Multinível Diagrama de fluxo Matriz de características Identificar funções do processo Modos Falha Selecionar os modos importantes Identificar as causas principais Definir os efeitos da Falha Registrar os controles Severidade S X O NPR Paretos do S X O e NPR Priorizar Ações para os modos de falha Follow up Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 9

10 Diagrama de Fluxo - Simbologia Operação ( Etapas principais do processo ) Inspeção ( Quando algo é verificado ) Movimento ( Refere-se a algo sendo movido entre as etapas ) Estocagem ( Quando algo é estocado temporariamente no processo ) Decisão ( Aplicação de condições Sim e Não ) Sintetizando É uma representação gráfica de um processo Desenhado com figuras padronizadas Relacionamento entre os passos do Processo Pontos de controle e coleta de dados Ressaltar ineficiência do processo, sendo uma base para melhoria contínua Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 10

11 Matriz de Característica (exemplo) Característica ( Processo ) Operações Dist. Entre Furos F L X 02 Dim. Centro Furo F L X 09 Dimensão X 13 Diâm. Furo Central X,F,L X X 17 Largura Cubo X X 22 Diâmetro Canal F,L X 32 Diâmetro Externo F,X X CARACTERÍSTICAS -- F = Fixação L = Localização X = Criada ou Modificada Relacionamento das Características com as Operações

12 1. O QUE É FUNÇÃO? É a razão da existência de algo. verbo + substantivo fazer furo remover o material manter alinhamento resistir a corrosão transmitir a força Para que serve o processo? Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 12

13 2. O QUE É MODO DE FALHA? É uma não-conformidade no funcionamento de uma peça, componente ou sistema, em relação ao previsto no projeto. É relacionada a características físicas ou a parâmetros de desempenho do produto. Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 13

14 2.1 TIPOS DE FALHA (Modo de falha) É o modo pelo qual a falha se apresenta. Exs.: quebra, fadiga, mau contato, curto-circuito, desgaste prematuro, vazamento, etc... Deve-se notar que o tipo de falha é expresso em termos físicos e não em termos do que o cliente observa no produto. Modo de Falha Função OP. 20 Tornear Não tornear ( Ausência função ) Tornear Ovalizado ( Função mal feita ) Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 14

15 3. O QUE É EFEITO DA FALHA? É aquilo que o cliente percebe de errado no Produto ( conseqüência de um modo de falha ). EXEMPLOS Usuário Final Automóvel não pega Luz não acende Operação bloqueada Operações Subseqüentes Rejeição em inspeções Não monta Não veda Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 15

16 4. ÍNDICE DE SEVERIDADE (Is) É a avaliação subjetiva das conseqüências que o usuário do produto sofre, assumindo-se que o tipo de falha aconteceu. Uma redução no índice de severidade pode ser efetuada através de uma alteração de projeto do Sistema, subsistema ou componente. Nota Não é recomendado modificar o critério de classificação para os valores 9 e 10. Modos de falha com índice 1 não deveriam ser mais analisados. Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 16

17 4.1. CRITÉRIOS PARA ANÁLISE Efeito Critério: Severidade do Efeito Índice Perigoso sem aviso prévio Perigoso com aviso prévio Índice de severidade muito alto quando o modo de falha potencial afeta a segurança na operação do equipamento e / ou envolve não-conformidade com a legislação sem aviso prévio. Índice de severidade muito alto quando o modo de falha potencial afeta a segurança na operação do equipamento e / ou envolve não-conformidade com a legislação com aviso prévio Muito alto Equipamento / item inoperante, com perda das funções primárias. 8 Alto Equipamento / item operável, mas com nível de desempenho reduzido. Cliente insatisfeito 7 Moderado Equipamento / item operável, mas com itens inoperáveis. Cliente sente insatisfeito. 6 Baixo Equipamento / item operável, mas com itens com níveis de desempenho reduzido. O cliente sente alguma insatisfação. 5 Muito baixo Itens: Forma e acabamento não-conforme. Defeito notado pela maioria dos clientes. 4 Menor Itens: Forma e acabamento não-conforme. Defeito notado pela média dos clientes. 3 Muito menor Itens: Forma e acabamento não-conforme. Defeito notado por clientes acurados. 2 Nenhum Sem efeito. 1 15

18 5. CLASSIFICAÇÃO Esta coluna pode ser usada para classificar quaisquer características especiais de produto ou processo Exemplos : crítica, segurança, chave, etc Símbolos de característica especial de produto ou processo e seu uso são direcionados por política da empresa e não são normalizados neste documento.

19 6. O QUE É CAUSA? É o porquê da ocorrência da falha. Falha: oxidação da peça Causa ( por que oxidou? ): pouca camada de tinta, baixa concentração do banho de zinco Falha: quebra da proteção Causa ( por que quebrou? ): alta dureza do material, espessura da parede insuficiente Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 19

20 6.1 CAUSA E FALHA É definida como a forma pela qual a falha poderia ocorrer, descrita em termos de alguma coisa que possa ser corrigida ou controlada. Exemplos: Tempo de injeção incorretos, torque baixo, material errado, dimensões erradas, etc... Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 20

21 7. ÍNDICE DE OCORRÊNCIA (Io) É uma estimativa das probabilidades combinadas de ocorrer a causa da falha, e dessa causa resultar o tipo de falha do produto. Critério de avaliação sugerido A equipe deveria concordar com um índice de avaliação que seja consistente. Nota O índice de valor 1 é reservado para Remoto: Falha é improvável. Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 21

22 7.1 CRITÉRIOS PARA ANÁLISE Probabilidade de Ocorrência da Falha Taxas de Falha Possíveis Índice Muito Alta: Falha quase inevitável Alta: Falhas Freqüentes ³ 1 em em em em em 80 6 Moderada: Falhas ocasionais 1 em em Baixa: Poucas Falhas 1 em em Remota: Falha é improvável 1 em

23 8. CONTROLES (ou condições) ATUAIS São descrições dos controles que podem detectar ou prevenir a ocorrência do modo de falha ou o mecanismo / causa da falha. Controle Estatístico do Processo ( Cartas de Controle ) Inspeções ( Inspeção Final, check-lists ) Controles em série ( Auditoria do Produto ) Dispositivos a Prova Erro ( Poka Yoke ) Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 23

24 9. ÍNDICE DE DETECÇÃO (Id) É uma estimativa da probabilidade de - ocorrendo a falha - essa ser observada e corrigida antes do produto chegar ao usuário. Para alcançar um índice menor, geralmente o planejamento co controle do processo tem que ser melhorado. Deve-se assumir que falha ocorreu e, então, avaliar a eficácia dos Controles atuais do Processo para prevenir a expedição de peças com este defeito. Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 24

25 9.1. CRITÉRIOS PARA ANÁLISE Detecção Probabilidade de Detecção pelo Controle de Processo Índice Absoluta Incerteza Muito remota Remota Muito baixa Baixa Moderada Moderadamente alta Alta Muito alta Quase certamente Controle de processo não irá e / ou não pode detectar uma causa / mecanismo potencial e subseqüente modo de falha; ou não existe controle de processo. Possibilidade muito remota que o controle de processo irá detectar uma causa / mecanismo potencial e subseqüente modo de falha. Possibilidade remota que o controle de processo irá detectar uma causa / mecanismo potencial e subseqüente modo de falha. Possibilidade muito baixa que o controle de processo irá detectar uma causa / mecanismo potencial e subseqüente modo de falha. Possibilidade baixa que o controle de processo irá detectar uma causa / mecanismo potencial e subseqüente modo de falha. Possibilidade moderada que o controle de processo irá detectar uma causa / mecanismo potencial e subseqüente modo de falha. Possibilidade moderadamente alta que o controle de processo irá detectar uma causa / mecanismo potencial e subseqüente modo de falha. Possibilidade alta que o controle de processo irá detectar uma causa / mecanismo potencial e subseqüente modo de falha. Possibilidade muito alta que o controle de processo irá detectar uma causa / mecanismo potencial e subseqüente modo de falha. O controle de processo irá detectar quase certamente uma causa / mecanismo potencial e subseqüente modo de falha

26 10. ÍNDICE DE RISCO (IR) = NPR É o Número de prioridade de risco e o produto dos Índices de Severidade, Ocorrência e Detecção. Sua finalidade é dar prioridade na tomada de ações corretivas. NPR = ( Is ) x ( Io ) x ( Id ) Deverão ser tomadas ações corretivas para as falhas com IR > 80. Para NPR < 80, mas a equipe considere com alto grau de risco, ou quando a severidade é alta, a equipe avaliará a necessidade de ações corretivas. Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 26

27 RESULTADO DO FEMEA Ações recomendadas Para Reduzir Considere Com o objetivo P R Ó A T I V O R E A T I V O Severidade Ocorrência Detecção Alterar o processo ou projeto ( material, máquina ) Alterar o processo ou projeto Adicionar ou melhorar os controles Eliminar o Modo de Falha Prevenir ou reduzir a ocorrência de uma ou mais causas Aumentar a probabilidade de detectar o modo de falha

28 RESULTADO DO FEMEA Ações recomendadas O que? Por que? Como? Onde? Quem? Quando? Plano de Ação Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 28

29 RESULTADO DO FEMEA Ações tomadas Após a ação corretiva / preventiva ter sido identificada, estime e registre os índices resultantes ( S x O x D ). Calcule e registre o NPR resultante. Se ações não forem tomadas, deixe as correspondentes colunas dos índices em branco. Nota Todos os índices revisados deveriam ser analisados criticamente e se ações adicionais forem consideradas necessárias, repita a análise. Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 29

30 QUEM CONDUZ O FEMEA? O FMEA deve ser realizado pelas pessoas envolvidas com o projeto/ processo. Engenharia, Processos, Qualidade, Produção, Ferramentaria, Suprimentos, Assistência ao Consumidor, etc, que devem utilizar o plano de ação resultante para atingir seus objetivos. Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 30

31 BUSCAMOS OBSERVAR: Que tipos de falhas podem ocorrer? Que partes do processo são afetadas?? Quais são os efeitos da falha sobre o processo? Quais são os efeitos e riscos da falha para o cliente? Qual a importância da falha? Como preveni-la? Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 31

32 QUE INFORMAÇÕES PODEMOS UTILIZAR: Problemas de produção; Índice de refugo; Informações da capabilidade do processo; Reclamações de campo; Experiência do grupo; Outros O FMEA é uma ferramenta viva, isto é : Se houver algum fato novo, tanto na identificação de um modo de falha, como na resolução de um mesmo, deve-se comunicar ao grupo responsável que elaborou o FMEA para alteração. Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 32

33 Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 33

Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos

Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos F-MEA Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos ADPO ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES 1 F-MEA Failure Mode and Effects Analisys Conceito É uma metodologia analítica utilizada para garantir que problemas

Leia mais

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha)

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) FMEA FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) Técnica auxiliar no projeto de sistemas, produtos, processos ou serviços. Flávio Fogliatto Confiabilidade 1 FMEA - Definição

Leia mais

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Professores: Diego Mondadori Rodrigues Ernani Matschulat Viviane Dorneles Tobias

Leia mais

MÓDULO 3 Práticas do PFMEA (Planejamento do Processo), aplicando-as em situações práticas

MÓDULO 3 Práticas do PFMEA (Planejamento do Processo), aplicando-as em situações práticas MÓDULO 3 Práticas do PFMEA (Planejamento do Processo), aplicando-as em situações práticas Ligação entre os FMEA s O DFMEA não é um documento que existe sozinho. Por exemplo: a saída do DFMEA pode ser usada

Leia mais

8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis)

8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) seu produto nas unidades respectivas de cada grandeza, isto é, o produto tem $4,50 na característica "custo", 170 mm na característica "dimensão", e assim por diante. As colunas "concorrente };' e "concorrente

Leia mais

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos)

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Curso e-learning FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha 1 1 Introdução

Leia mais

a norma utiliza o termo PANE para expressar falha.

a norma utiliza o termo PANE para expressar falha. FMEA Prof. Andréa CONCEITO DE FMEA CONCEITO DE FMEA ABNT, na norma NBR 5462 (1994), adota a sigla originária do inglês FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) e a traduz como sendo Análise dos Modos de

Leia mais

Utilização de FMEA nos Processos de Desenvolvimento e Teste de Software

Utilização de FMEA nos Processos de Desenvolvimento e Teste de Software Utilização de FMEA nos Processos de Desenvolvimento e Teste de Software Bolívar Arthur Butzke 1, Karine Baiotto 1, Msc. Adalberto Lovato 1, Msc. Vera Lúcia Lorenset Benedetti 1 1 Sistemas de Informação

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Manutenibilidade: É a característica de um equipamento ou instalação permitir um maior ou menor grau de facilidade na execução dos serviços

Leia mais

FMEA "FAILURE MODE AND EFFECT ANALYSIS" ANÁLISE DOS TIPOS DE FALHAS E EFEITOS

FMEA FAILURE MODE AND EFFECT ANALYSIS ANÁLISE DOS TIPOS DE FALHAS E EFEITOS FMEA "FAILURE MODE AND EFFECT ANALYSIS" ANÁLISE DOS TIPOS DE FALHAS E EFEITOS 1. INTRODUÇÃO 2. FMEA ISO 9000 QS 9000 3 - INTRODUÇÃO FMEA 4. FMEA DE PROJETO 5. FMEA DE PROCESSO 1 Introdução 2 QUANTO CUSTA

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu São Paulo, 01 de Outubro de 2010 Nomes: Cícero Marcelino RA: 200509458 Daniele Teixeira RA: 200605045 Edson Pereira RA: 200607727 Matheus Monteiro RA: 200709765 Rodrigo Pavin

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011

Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 Aplicabilidade das Ferramentas Título da da Palestra: Qualidade Data: FMEA Falta de Energia Elétrica 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 História dos Riscos Construção do Empire State 1930 102 andares Cenário

Leia mais

FMEA. Definição Medição Análise Melhoria Controle. Pág 1

FMEA. Definição Medição Análise Melhoria Controle. Pág 1 FMA Controle de Qualidade FMA Pág 1 FMA que vamos aprender... FMA Ferramentas de Definição Pág 2 FMA FMA Failure Mode & ffects Analysis FMA é um método sistemático para identificar, analisar, priorizar

Leia mais

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001

Leia mais

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Fortaleza, 28 de novembro de 2012. Análise de Causa-Raiz É um método utilizado na engenharia, nas investigações de acidentes industriais, nucleares,

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Comercial. Gestão da Qualidade

Comercial. Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade Comercial Ferramentas da Qualidade: Ações preventivas são tomadas em problemas potenciais, aqueles que ainda não ocorreram, mas que podem vir a ocorrer no futuro caso não seja tomada

Leia mais

APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS

APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS 1 APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS Bruno Ricardo Duarte 1 João Koji Fujita Ribeiro de José Antonio Bueno 4 Renato Francisco Saldanha Silva 5 RESUMO O presente

Leia mais

Engenharia do Produto

Engenharia do Produto Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Curitiba Departamento de Eletrônica Engenharia do Produto Slides elaborados a partir de Rozenfeld et al. (2006) AULA 6 Favor colocar

Leia mais

FMEA de processo para garantia da qualidade dos resultados em um laboratório de ensaios

FMEA de processo para garantia da qualidade dos resultados em um laboratório de ensaios FMEA de processo para garantia da qualidade dos resultados em um laboratório de ensaios Process FMEA for quality assurance results in a testing laboratory Jéssica Fredi Cocco 1, Carla Hartmann Sturm 1,

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO PAS 99:2006. Especificação de requisitos comuns de sistemas de gestão como estrutura para a integração

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO PAS 99:2006. Especificação de requisitos comuns de sistemas de gestão como estrutura para a integração Coleção Risk Tecnologia SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO PAS 99:2006 Especificação de requisitos comuns de sistemas de gestão como estrutura para a integração RESUMO/VISÃO GERAL (visando à fusão ISO 31000

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Tópico: Plano e Estratégia. Controle interno e risco de auditoria

Tópico: Plano e Estratégia. Controle interno e risco de auditoria Tópico: Plano e Estratégia. Controle interno e risco de auditoria i Professor Marcelo Aragão Trabalhos de outros auditores ou especialistas Complexidade das transações Volume das transações Áreas importantes

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE COMO A UTILIZAÇÃO DO FMEA AUXILIA NA REDUÇÃO DAS FALHAS NO PROCESSO Por: Telma Fidelis Fragoso da Silva Orientador Prof. Luiz

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

Guia de Manutenção de Edificações

Guia de Manutenção de Edificações PROJETO DE PESQUISA TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE PESQUISA TÍTULO ENTIDADE Abraman Associação Brasileira de Manutenção COMITÊ DE ESTUDOS Comitê de Manutenção Centrada na Confiabilidade COORDENAÇÃO Eng.

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Requisitos necessários a todos as subseções

Leia mais

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Marcus Vicente Mazzillo (FCAV ) marcus.mazzillo@gmail.com Andre Leme Fleury (USP ) alfleury@usp.br

Marcus Vicente Mazzillo (FCAV ) marcus.mazzillo@gmail.com Andre Leme Fleury (USP ) alfleury@usp.br UTILIZANDO A ANÁLISE DE MODO E EFEITOS DE FALHA POTENCIAL (FMEA) PARA ATINGIR A CONFORMIDADE COM O PADRÃO DE SEGURANÇA DOS DADOS DO SETOR DE CARTÕES DE PAGAMENTO (PCI DSS) Marcus Vicente Mazzillo (FCAV

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução Considerações iniciais Qualidade: Grau de perfeição, de precisão, de conformidade a um certo padrão. É conceito multidimensional, isto é, o cliente avalia a qualidade

Leia mais

MÓDULO 2 Práticas do DFMEA (Planejamento do Projeto), aplicando-as em situações do dia a dia.

MÓDULO 2 Práticas do DFMEA (Planejamento do Projeto), aplicando-as em situações do dia a dia. MÓDULO 2 Práticas do DFMEA (Planejamento do Projeto), aplicando-as em situações do dia a dia. Lei de Murph SE ALGUMA COISA PODE DAR ERRADO, DARÁ, NO PIOR MOMENTO. A primeira função do engenheiro de projeto

Leia mais

Conceitos. Conceitos. Histórico. Histórico. Disciplina: Gestão de Qualidade ISSO FATEC - IPATINGA

Conceitos. Conceitos. Histórico. Histórico. Disciplina: Gestão de Qualidade ISSO FATEC - IPATINGA Disciplina: FATEC - IPATINGA Gestão de ISSO TQC - Controle da Total Vicente Falconi Campos ISO 9001 ISO 14001 OHSAS 18001 Prof.: Marcelo Gomes Franco Conceitos TQC - Total Quality Control Controle da Total

Leia mais

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos 11. Gerenciamento de riscos do projeto PMBOK 2000 PMBOK 2004 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos

Leia mais

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004 Sistemas de Gestão O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 Material especialmente preparado para os Associados ao QSP. QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004

Leia mais

Sistema de Gestão de SMS

Sistema de Gestão de SMS DESCRIÇÃO DA EMPRESA Nome SMART EXPRESS TRANSPORTES LTDA EPP CNPJ 12.103.225/0001-52 Insc.Est. 79.477.680 Atividade: transporte rodoviário de carga em geral Código: 206-2 Nº de funcionários (inclusive

Leia mais

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade Escola de Engenharia de Lorena - EEL Controle Estatístico de Processos CEP Prof. MSc. Fabrício Maciel Gomes Objetivo de um Processo Produzir um produto que satisfaça totalmente ao cliente. Conceito de

Leia mais

Módulo 5 Metodologia para análise de risco: FMEA

Módulo 5 Metodologia para análise de risco: FMEA Módulo 5 Metodologia para análise de risco: FMEA FMEA Failure Mode and Effects Analysis É uma técnica para assegurar que todas as possíveis falhas de um processo ou sistema foram consideradas e analisadas,

Leia mais

FMEA - Faliure Modes and Effects Analysis

FMEA - Faliure Modes and Effects Analysis UDESC Universide Esta de Santa Catarina FEJ Faculde de Engenharia de Joinville Análise Mos e Efeitos de s FMEA (failure modes & effects analysis) Prof. Régis Scalice DEPS Departamento de Engenharia de

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração da NBC T 1 citada nesta Norma para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL. RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.213/09 Aprova a NBC TA 320 Materialidade no Planejamento e

Leia mais

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO 1.1 POLíTICA AMBIENTAL 1.1 - Política Ambiental - Como está estabelecida e documentada a política e os objetivos e metas ambientais dentro da organização? - A política é apropriada à natureza e impactos

Leia mais

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS Alexandre Dias de Carvalho INMETRO/CGCRE/DICLA 1/ 28 NBR ISO/IEC 17025 Estabelece requisitos gerenciais e técnicos para a implementação de sistema de gestão da qualidade

Leia mais

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas O que é qualidade? Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências. (ISO International

Leia mais

Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP.

Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP. Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP. FMEA, ISO/TS, APQP, PPAP Pretendemos, neste módulo, mostrar todas as ligações e vínculos existentes entre a ferramenta do

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

Gerência e Planejamento de Projeto. SCE 186 - Engenharia de Software Profs. José Carlos Maldonado e Elisa Yumi Nakagawa 2 o semestre de 2002

Gerência e Planejamento de Projeto. SCE 186 - Engenharia de Software Profs. José Carlos Maldonado e Elisa Yumi Nakagawa 2 o semestre de 2002 Gerência e Planejamento de Projeto SCE 186 - Engenharia de Software Profs. José Carlos Maldonado e Elisa Yumi Nakagawa 2 o semestre de 2002 Conteúdo: Parte 1: Gerenciamento & Qualidade Plano de Projeto

Leia mais

ACORDO DE QUALIDADE ASSEGURADA FUNÇÃO COMERCIAL

ACORDO DE QUALIDADE ASSEGURADA FUNÇÃO COMERCIAL 1. Prefácio 1.1 Dados gerais O presente acordo de qualidade assegurada (QSV) define as exigências de qualidade para os fornecedores da REHAU. Assim, o acordo de qualidade assegurada REHAU QSV é a norma

Leia mais

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características

Leia mais

Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional (OHSAS 18001:2007)

Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional (OHSAS 18001:2007) Gestão e otimização da produção Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional () Marco Antonio Dantas de Souza MSc. Engenharia de Produção Engenheiro de Segurança do Trabalho Introdução Fonte: Ministério da

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Processo de EO Procedimentos que são, ou podem ser, usados para formular as estratégias de operações que a empresa deveria adotar (SLACK,

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

PROJETO DE OPERAÇÕES DE USINAGEM

PROJETO DE OPERAÇÕES DE USINAGEM Tarefas Envolvidas no Projeto de Operações de Usinagem: Planejamento do roteamento operações para fabricar uma peça ordem lógica Instruções suficientemente detalhadas para execução da usinagem? Projeto

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

FMEA (Failure Model and Effect Analysis)

FMEA (Failure Model and Effect Analysis) Definição FMEA (Failure Model and Effect Analysis) Conceitos Básicos A metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha, conhecida como FMEA (do inglês Failure Mode and Effect Analysis), é uma ferramenta

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Análise dos Modos e Efeitos de Falha Potencial (FMEA) & Controle de Processo

Análise dos Modos e Efeitos de Falha Potencial (FMEA) & Controle de Processo Análise dos Modos e Efeitos de Falha Potencial (FMEA) & Controle de Processo Instrutor: Msc. Eng a. Juliana Dagnese II Semana da Engenharia de Produção Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Campus

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO. Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO. Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012 Risk Tecnologia Coleção Risk Tecnologia SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012 Aplicável às Atuais e Futuras Normas ISO 9001, ISO 14001,

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Existe uma grande variedade de denominações das formas de atuação da manutenção, isto provoca certa confusão em relação aos

Leia mais

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos INTRODUÇÃO A importância da manutenção em máquinas e equipamentos A manutenção de máquinas e equipamentos é importante para garantir a confiabilidade e segurança dos equipamentos, melhorar a qualidade

Leia mais

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE COMITÊ ORGANIZADOR DOS JOGOS OLÍMPICOS RIO 206 RIO 206 POLÍTICA DE 25/02/205 / 2 Sumário. OBJETIVO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 3. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 5 4. DIRETRIZES... 7 4. Programa Geral de...

Leia mais

A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM

A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM XIII SIMPEP Bauru, SP, Brasil, 6 a 8 de novembro de 6. A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM Marcos Roberto Bormio (UNESP) mbormio@feb.unesp.br Nilson Damaceno

Leia mais

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001.

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL ASPECTOS GERAIS Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. Histórico: Normas e Gestão SSO BS 8800 Instituto Britânico

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada Política de Gerenciamento de Risco Operacional Ratificada pela Reunião de Diretoria de 29 de abril de 2014 1 Introdução

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores

MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores Este Manual é de propriedade da Martiaço Indústria Ltda. Sem autorização não pode ser distribuído ou copiado. SUMÁRIO 1. A EMPRESA... 3 2. OBJETIVO... 4

Leia mais

FMEA Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos

FMEA Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos Capítulo 5 1 FMEA Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos 4.1 Introdução Este capítulo apresenta uma revisão bibliográfica sobre o FMEA, tendo como tópicos as definições, descrição da equipe responsável

Leia mais

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados.

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados. 1 Sistemas de Gestão Integrados Gestão da Qualidade Pós graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial Ribeirão Preto E-mail: crpaiva@faap.br CONTEÚDO Introdução Sistemas de Gestão da Qualidade Ações Gerenciais

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Gestão da Qualidade TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Interpretação / Implantação da ISO 9001:2008 Compreender a filosofia

Leia mais

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos 3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo

Leia mais

Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos e Impactos Ambientais PÁGINA: 1/18 1 OBJETIVO Estabelecer e garantir uma sistemática para identificar, avaliar e gerenciar os aspectos e impactos ambientais das atividades, produtos ou serviços, da empresa x que possam ser

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica

Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica ISSN 1984-9354 Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica Priscyla Abramowicz (LATEC/UFF) Resumo: A Indústria farmacêutica deve, por legislação,

Leia mais

ISO 14971 - APLICAÇÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCO A PRODUTOS PARA SAÚDE

ISO 14971 - APLICAÇÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCO A PRODUTOS PARA SAÚDE ISO 14971 - APLICAÇÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCO A PRODUTOS PARA SAÚDE Sejam bem vindos! Instrutora: Maria Emilia B. Bordini Data: 23/05/2013 O que iremos discutir? Conceitos básicos de gerenciamento de

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam definir termos e conceitos da qualidade. Para tal, pretende-se discutir a relação que se estabelece

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC 27001

ABNT NBR ISO/IEC 27001 ABNT NBR ISO/IEC 27001 Para Dataprev e Senado 1/63 As Normas NBR ISO/IEC 27001 - Requisitos para implantar um SGSI NBR ISO/IEC 27002 - Práticas para a gestão de SI NBR ISO/IEC 27005 - Gestão de riscos

Leia mais

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo Rhind Group É uma empresa estruturada para prover soluções em consultoria e assessoria empresarial aos seus clientes e parceiros de negócios. Com larga experiência no mercado, a Rhind Group tem uma trajetória

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS. Curso de Pós Graduação Lato Sensu Gestão da Produção

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS. Curso de Pós Graduação Lato Sensu Gestão da Produção UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS Curso de Pós Graduação Lato Sensu Gestão da Produção ERLON CELSO DE SOUZA VIEIRA METODOLOGIA FMEA ANÁLISE DE MODO E EFEITOS DE FALHA E ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICAS Monografia

Leia mais

Preparação da Auditoria da Qualidade. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT

Preparação da Auditoria da Qualidade. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Preparação da Auditoria da Qualidade Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT O que é auditoria? Processo sistemático, independente e documentado de se obter evidências e avaliálas objetivamente para determinar

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE

PLANEJAMENTO E CONTROLE PLANEJAMENTO E CONTROLE COMPETÊNCIAS Conhecer os conceitos de manutenção corretiva, preventiva e preditiva; Elaborar planejamento, programação e controle de manutenção; Empregar o tipo de manutenção adequada,

Leia mais

Preparando a Implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Preparando a Implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade Preparando a Implantação de um Projeto Pró-Inova - InovaGusa Ana Júlia Ramos Pesquisadora em Metrologia e Qualidade e Especialista em Sistemas de Gestão da Qualidade 1. Gestão Gestão Atividades coordenadas

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 10 Checklist 1. 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. Existe uma política da qualidade na empresa? 3.

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná.

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná. ELABORADO POR: Carlos Eduardo Matias Enns MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVADO POR: Edson Luis Schoen 28/1/5 1 de 11 1. FINALIDADE A Saint Blanc Metalmecânica Ltda visa estabelecer as diretrizes básicas

Leia mais

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes 1 SÉRIE GESTÃO AUTOMOTIVA SEMINÁRIO APQP / PPAP Propiciar aos participantes uma visão crítica do APQP e do PPAP, seus benefícios

Leia mais

Questionário - Proficiência Clínica

Questionário - Proficiência Clínica Tema: Elaborador: ENGENHARIA DE PROCESSOS NO LABORATÓRIO CLÍNICO Fernando de Almeida Berlitz. Farmacêutico-Bioquímico (UFRGS). MBA Gestão Empresarial e Marketing (ESPM). Lean Six Sigma Master Black Belt.

Leia mais

TPM Total Productive Maintenance. ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto

TPM Total Productive Maintenance. ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto TPM Total Productive Maintenance ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto Histórico e panorâmica da sistemática Surgida no Japão, é considerada evolução natural da manutenção corretiva (reativa)

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Segurança da Informação Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Histórico O BSi (British Standard Institute) criou a norma BS 7799,

Leia mais