SISTEMA DE CONTROLO DE ACESSOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA DE CONTROLO DE ACESSOS"

Transcrição

1 SISTEMA DE CONTROLO DE ACESSOS Versão Manual de Utilização Portugal Telecom Inovação, S.A.

2 Versão Data Responsabilidades Justificação Edição: Revisão: Aprovação: Copyright (c) 2011 PT Inovação, S.A. Todos os direitos são reservados. Este manual não pode ser total ou parcialmente copiado, fotocopiado, reproduzido, traduzido ou convertido em formato electrónico, sem prévia autorização escrita da PT Inovação, S.A. SCA SISTEMA DE CONTROLO DE ACESSOS é uma marca registada da PT Inovação, SA. Manual de Utilização V.4.6.0: Dezembro 2012 Portugal Telecom Inovação, S.A. Rua Eng. José Ferreira Pinto Basto Aveiro Portugal Tel: Fax: Portugal Telecom Inovação, S.A. ii

3 Manual de Utilização Este Manual descreve a interface de administração do SCA onde se configuram utilizadores, perfis, sistemas de gestão, domínios geridos e outras entidades necessárias o gestão controlo de acessos e segurança 1 das aplicações PTIN. O acesso a esta interface é feito via qualquer WEB browser, invocando o URL do servidor onde se encontra a aplicação web do SCA. 1 O termo controlo de acessos pode ser bastante lato. No âmbito do SCA, ele diz respeito aos processos de autenticação, autorização e auditoria. Portugal Telecom Inovação, S.A. iii

4 Glossário de termos e abreviaturas CG Centro de Gestão DG Domínio Gerido DR Domínio de Rede DS Domínio de Segurança FDG Família de Domínios Geridos GDG Grupo de Domínios Geridos LDAP Lightweight Directory Access Protocol M/O/A Mandatório/Opcional/Automático PI Ponto Intermédio SCA Sistema de Controlo de Acessos SG Sistema de Gestão SS Subsistema URL Uniform Resource Locator Portugal Telecom Inovação, S.A. iv

5 Índice de conteúdos 1 Introdução 1 2 Objectivos do Sistema 2 3 Sistema SCA Conceitos Gerais Visão Funcional Implementação Ligar Interface Multilingue Single Sign On Desligar 14 Portugal Telecom Inovação, S.A. v

6 Índice de figuras Figura 1 Sistemas de Gestão, Subsistemas e Pontos Intermédios... 3 Figura 2 Tipos de Acesso e a sua relação de ordem... 4 Figura 3 Exemplos de Famílias de Domínios Geridos... 4 Figura 4 Exemplos de Grupos de Domínios Geridos... 5 Figura 5 Exemplos de uma hierarquia de Centros de Gestão... 5 Figura 6 Perfis de um Sistema de Gestão... 6 Figura 7 Informação associada ao registo de um Utilizador... 7 Figura 8 Componentes funcionais do SCA... 8 Figura 9 Principais elementos de software do SCA Figura 10 Janela de Login Figura 11 Cenários de integração do SCA com repositórios LDAP Índice de tabelas No table of figures entries found. Portugal Telecom Inovação, S.A. vi

7 1 Introdução O Sistema de Controlo de Acessos (SCA) é um sistema independente que visa assegurar o controlo de acessos em simultâneo sobre um conjunto de aplicações co-existentes numa mesma plataforma ou portal. Tem como objectivo administrar os utilizadores e perfis de acesso numa ou mais aplicações, de forma centralizada, bem como disponibilizar métodos para controlar os acessos em cada uma dessas aplicações. Estes métodos permitem autenticar um utilizador num dado portal ou numa dada aplicação desse portal, como também verificar as permissões de acesso nos pontos de controlo internos da aplicação. O presente manual de utilizador destina-se às pessoas que têm a função de administrar os acessos dos utilizadores às várias aplicações disponibilizadas na mesma plataforma e que para isso irão aceder, via Web, à interface de administração do SCA. Esta interface, sendo a parte visível do sistema de gestão SCA, é ela própria sujeita ao controlo de acessos, pelo que também têm de ser geridos os respetivos utilizadores e permissões. No capítulo seguinte apresentam-se alguns conceitos básicos sobre os quais assenta a política de controlo de acessos do SCA, as suas grandes funcionalidades, os elementos de software que o implementam e a forma como são utilizados. O capítulo 3 descreve detalhadamente a interface de utilizador, subdividida nas várias opções de menu disponibilizadas, apresentando caso a caso as respectivas janelas gráficas e a forma de interação. Os capítulos finais contêm informação útil para o registo do sistema SCA no próprio sistema, nomeadamente a lista dos seus subsistemas e pontos intermédios, os perfis básicos essenciais para a sua operacionalização bem como a apresentação do primeiro utilizador do sistema, o fabricante, que tem privilégios especiais para utilizar algumas opções que ficarão inibidas aos utilizadores operacionais do SCA. Portugal Telecom Inovação, S.A. 1

8 2 Objectivos do Sistema O sistema tem como objectivo configurar a plataforma de controlo de acessos de aplicações clientes, tratando essencialmente de aspetos de autenticação e autorização. Permite a configuração der os utilizadores, dos seus perfis, tipos de acesso e permissões para cada zona das aplicações clientes. Portugal Telecom Inovação, S.A. 2

9 3 Sistema SCA A gestão de acessos no SCA baseia-se num conjunto de entidades tipo que é necessário configurar e administrar, tendo em vista as características e requisitos de acesso a cada sistema de gestão. 3.1 Conceitos Gerais Definem-se em seguida as principais entidades. Aplicação O mesmo que sistema de gestão ou sistema (ex: Customer Care, NGIN Manager, Altaia, CadRede). Sistema de Gestão Aplicação para a qual se requer uma política de controlo de acessos. Subsistema Componente funcional de um sistema, que pode operar isoladamente e que, em conjunto com outros subsistemas formam um sistema de gestão. O mesmo que módulo. Ponto Intermédio de Acesso Ponto interno dum subsistema que requer verificação de privilégios. Neste ponto são comparados os privilégios atribuídos ao utilizador para o subsistema em causa com o privilégio mínimo definido para este ponto intermédio de acesso. Se o utilizador não possuir privilégios iguais ou superiores ao mínimo requerido é-lhe negado o acesso a este ponto. Figura 1 Sistemas de Gestão, Subsistemas e Pontos Intermédios Portugal Telecom Inovação, S.A. 3

10 Tipo de Acesso Privilégio de acesso conferido a um utilizador para um determinado subsistema (mediante a atribuição de um perfil) ou, quando referente a um ponto intermédio de acesso o privilégio mínimo que um utilizador deve possuir para ter acesso a este ponto. Por exemplo: Consulta, Operação, Configuração, Administração; ou simplesmente; 1, 2, 3,..., n. Deve existir uma relação de ordem natural entre os tipos de acesso, por exemplo, o tipo Consulta está contido em Operação, Operação está contido em Configuração e Configuração está contido em Administração. Essa relação de ordem é determinada por um código numérico associado. Figura 2 Tipos de Acesso e a sua relação de ordem Domínio Gerido Partição ou visão de interesse sobre um conjunto de entidades geridas. Essa partição pode ser de âmbito geográfico, tecnológico ou outro. Pode ser um qualquer atributo numa aplicação, relacionado com o próprio negócio dessa aplicação, que determina o particionamento do universo gerido e no qual se pretenda controlar o acesso aos utilizadores dessa aplicação. Regiões Geográficas Tecnologias Figura 3 Exemplos de Famílias de Domínios Geridos Portugal Telecom Inovação, S.A. 4

11 Família de Domínios Geridos Conjunto de domínios geridos de um mesmo tipo ou âmbito. Por exemplo: família das Tecnologias ou família de regiões geográficas. Grupo de Domínios Geridos Conjunto de domínios geridos que reúne domínios geridos de diferentes âmbitos, ou seja, de diferentes famílias de domínios geridos. Figura 4 Exemplos de Grupos de Domínios Geridos Centro de Gestão Entidade organizacional responsável pela gestão de uma parte da rede gerida. Pode ser um departamento, um centro de supervisão ou qualquer outra subdivisão da hierarquia organizacional da empresa operadora. Cada utilizador do sistema de gestão pertence a um e um só centro de gestão. Um centro de gestão pode ter responsabilidades em vários domínios geridos e, por outro lado, um domínio gerido pode ser partilhado por vários centros de gestão. Raiz Departamento de Compras Setor de Produção Gerência Administrativa Hardware Software Figura 5 Exemplos de uma hierarquia de Centros de Gestão Matriz de Possibilidades Matriz que cruza centros de gestão com domínios geridos. Restringe o universo de domínios geridos que podem ser atribuídos a um utilizador pertencente a determinado centro de gestão. Portugal Telecom Inovação, S.A. 5

12 Perfil Agregação de um ou mais subsistemas de gestão que podem ser acedidos sob um determinado tipo de acesso. Um perfil pode ser concedido a vários utilizadores. A definição de perfis de forma independente dos utilizadores é vantajosa pois permite a reutilização e combinação de perfis e maior simplicidade na configuração de utilizadores de um determinado sistema de gestão. Por exemplo, um conjunto de perfis tipo pode ser definido a priori no SCA, sendo depois atribuídos aos utilizadores à medida que estes são criados. Se existirem, por exemplo, dez utilizadores com os mesmos privilégios nos mesmos subsistemas, define-se apenas um único perfil que é atribuído aos dez utilizadores. Um utilizador pode ter vários perfis se a diversidade dos seus papéis no sistema assim o determinar. Ao ser atribuído um perfil a um utilizador, dependendo do seu centro de gestão, são extraídos da matriz de possibilidades os domínios geridos a que o utilizador pode ter acesso, para dessa lista se selecionarem aqueles a que neste perfil irá ter acesso. Um subsistema pode ser incluído em mais do que um perfil, com o mesmo ou diferente tipo de acesso. Figura 6 Perfis de um Sistema de Gestão Domínio de Rede Domínio de Rede 2 ou domínio de segurança é um conceito que surge no SCA para responder à necessidade de o repositório de utilizadores SCA poder ser complementado com informação de utilizadores de domínios de rede, por exemplo, para efeitos de Single Sign On 3. Na perspectiva do SCA, um domínio de rede identifica um servidor onde se localiza um repositório de utilizadores que estão autorizados a aceder aos recursos físicos ou lógicos pertencentes a uma dada rede cujo âmbito pode abarcar uma organização, empresa, zona geográfica, etc. 2 Este conceito surgiu na geração V3 do SCA. 3 Single Sign On (SSO) é uma propriedade que permite que um utilizador se autentique apenas uma vez e (no caso de ser autenticado com sucesso), ganhe acesso a todos os sistemas configurados para trabalharem desta forma. Portugal Telecom Inovação, S.A. 6

13 No contexto deste manual será frequente a identificação de domínio de rede ou de segurança com a denominação de repositório externo e em particular repositório LDAP 4, dada ser esta a tecnologia que suporta a autenticação de utilizadores deste tipo de domínios. Utilizador Pessoa registada no SCA com o objectivo de requerer credenciais de acesso a um ou mais sistemas de gestão. Os principais campos que compõem o seu registo no SCA são: Nome (username); Senha de acesso (password); Centro de Gestão; Língua preferencial de acesso; Domínio de Rede; Sistema(s) de Gestão autorizados; Lista de perfis que determinam quais os subsistemas que o utilizador pode aceder, o respetivo tipo de acesso e a lista de domínios geridos autorizados; Outros atributos como: máximo tentativas de login e de sessões simultâneas, tempo máximo de sessão e de inactividade, dados pessoais; Conjunto de atributos extra opcionais e caso estejam definidos. Figura 7 Informação associada ao registo de um Utilizador 4 O SCA apenas suporta comunicação com directórios Active Directory via protocolo LDAP. Portugal Telecom Inovação, S.A. 7

14 3.2 Visão Funcional O SCA subdivide-se nos seguintes componentes funcionais: A interface gráfica para administração de utilizadores, perfis, aplicações, domínios geridos e outra informação. É suportada em tecnologia Web e disponibilizada via Internet/Intranet a partir de um servidor aplicacional (por exemplo: Tomcat, Weblogic, etc.); A API funcional, invocada em tempo real pelas aplicações para a autenticação e validação das permissões dos seus utilizadores. Esta API é disponibilizada em versão Java e PL/SQL, sendo a versão Java linkada na origem com as aplicações que pretendem interrogar a base de dados do SCA para efeitos de controlo de acessos; As TagLibs que facilitam a integração do SCA com as aplicações clientes para tarefas como: autenticação e autorização. A figura seguinte ilustra a interação entre a componente Web e a API funcional do SCA. Figura 8 Componentes funcionais do SCA Através da sua interface de administração o SCA disponibiliza funções tais como: Configurar as aplicações geridas (sistemas de gestão), os seus módulos (subsistemas) e pontos de controlo (pontos intermédios); Configurar as unidades organizacionais (centros de gestão ou supervisão) a que pertencem os utilizadores das aplicações; Configurar domínios geridos segundo variados critérios, possibilitando dessa forma uma partição natural do universo gerido e a capacidade de Portugal Telecom Inovação, S.A. 8

15 restringir a visibilidade que os utilizadores têm sobre os objectos desse mesmo universo; Mapear domínios geridos com centros de gestão e supervisão, através de uma matriz de possibilidades, permitindo definir janelas mais restritas sobre o universo gerido; Configurar utilizadores para qualquer aplicação ou sistema de gestão; Configurar domínios de rede (repositórios externos de utilizadores); Integrar utilizadores de repositórios externos, para possibilitar o Single Sign On nas aplicações a partir da autenticação nesses domínios; Configurar perfis básicos de funcionalidades que se atribuem a um ou mais utilizadores; Relacionar utilizadores com objectos geridos (por exemplo: domínios geridos), funções aplicacionais (por exemplo: perfis) e tipos de operação permitidos; Obter relatórios de utilizadores e perfis, segundo diversos critérios; Consultar as sessões abertas nas várias aplicações geridas pelo SCA; Efectuar ações de criação, alteração ou remoção massiva de utilizadores, a partir de ficheiros externos previamente configurados. Através da sua API com as aplicações o SCA disponibiliza funções tais como: Autenticar e autorizar um utilizador num portal de aplicações ou numa dada aplicação; Alterar a password de um utilizador; Obter as aplicações a que o utilizador tem permissões de acesso; Obter os pontos de controlo que o utilizador pode executar; Validar a permissão de manipular um objecto de acordo com os domínios geridos atribuídos; Gerir informação de logging de sessões. Portugal Telecom Inovação, S.A. 9

16 3.3 Implementação Os principais elementos de software que constituem o SCA são os seguintes: Servidor Web pode considerar-se subdividido em cinco principais blocos de software: Aplicação WEB conjunto de páginas JSP e classes Java responsáveis pela interface que o administrador vê no seu browser; API JAVA código Java que implementa o controlo dos utilizadores e das respetivas permissões nas aplicações; TagLibs facilitam a integração do SCA com aplicações clientes para tarefas como: autenticação e autorização. ibatis framework de persistência de dados que permite a interação entre a aplicação Web e a base de dados (open source); Jasper Reports framework para elaboração de relatórios (open source). Base de Dados contém o repositório dos dados do SCA bem como packages de PL/SQL utilizadas quer pela API Java do SCA quer pela aplicação Web: Tabelas SCA e outros objetos tabelas que contêm dados configurados via interface de administração, isto é, informação sobre as aplicações, utilizadores, perfis, etc. Objetos como vistas ou jobs; Package SCA_ADMIN_API conjunto de procedimentos PL/SQL usados pela aplicação Web; Package SCA_PCK conjunto de procedimentos PL/SQL usados pela API de controlo de acessos. A figura seguinte ilustra os elementos descritos. Figura 9 Principais elementos de software do SCA Portugal Telecom Inovação, S.A. 10

17 3.4 Ligar Ligar o sistema consiste na invocação da aplicação de administração, via um Web browser 5. Aparece ao utilizador a página de entrada, onde lhe são pedidas as suas credenciais de acesso: username e password. Figura 10 Janela de Login Na página de entrada no sistema, importa perceber dois conceitos disponibilizados no SCA: interface multilingue e Single Sign On. As secções seguintes introduzem estes conceitos Interface Multilingue Esta funcionalidade traduz-se no suporte de várias línguas no interface de utilizador. O SCA suporta o Inglês do Reino Unido, o Português de Portugal, o Francês de França e o Português do Brasil. A disponibilização de uma interface de utilizador multilingue justifica-se em ambientes onde existam utilizadores de várias línguas ou idiomas. Para tal o SCA disponibiliza mecanismos para comutação automática e manual da língua apresentada na interface do utilizador. Os pontos de decisão da língua são os seguintes: Na primeira invocação do SCA, após a instalação, numa dada plataforma, é apresentada a linguagem que estiver configurada no browser; 5 O SCA não garante suporte com todos os Web browser e define como preferencial o Internet Explorer versões 6 e 7. Para utilizar a versão 8 poderá ser necessário a visualização em Modo de compatibilidade com versões anteriores. Portugal Telecom Inovação, S.A. 11

18 Na janela de login, a escolha de uma das bandeiras disponíveis, representativas das línguas dos países respetivos, permitirá a comutação temporária (da página de entrada) para outro dicionário; Após a autenticação de um dado utilizador, a língua comutará automaticamente para a que estiver definida na sua ficha de registo no SCA (desde que o SCA suporte um dicionário para essa língua); Cada autenticação com sucesso atualizará um cookie residente na máquina cliente com a língua preferencial do utilizador no último acesso. Será esta que vigorará na próxima instanciação da aplicação. Em qualquer outra aplicação gerida pelo SCA, a interface de utilizador poderá funcionar da mesma forma, caso essa aplicação implemente os mecanismos descritos. O SCA fornece à aplicação cliente a língua preferencial do utilizador corrente, pois é um dos atributos que ficam acessíveis logo após o login com sucesso Single Sign On A utilização do conceito SSO permite a um utilizador autenticar-se apenas uma vez e ter acesso a múltiplos sistemas através dessa autenticação. Esta funcionalidade pode ser bastante útil em sistemas que apesar de serem independentes se encontram interligados e coexistem num mesmo ambiente. Este conceito é reforçado no SCA com a possibilidade deste se interligar a domínios externos LDAP ou Active Directory. Assim, um utilizador pode ser autenticado num domínio de rede e mais tarde ser autorizado numa dada aplicação sem ter necessidade de repetir o processo de autenticação. Neste contexto o SCA possibilita vários cenários: Cenário 1 Acesso a uma aplicação com as credenciais do utilizador correntemente autenticado no domínio de rede Silent Login O utilizador autenticou-se previamente no domínio de rede, por exemplo quando iniciou a sessão no seu computador. Esta autenticação será reutilizada quando o utilizador tentar aceder a uma determinada aplicação/portal que necessita de autenticação. O SCA designa esta forma de login como Silent Login. Cenário 2 Acesso a uma aplicação com as credenciais do utilizador correntemente autenticado no domínio de rede, mas permitindo autenticar-se com um outro par de credenciais Em qualquer momento, um utilizador autenticado numa aplicação/portal pelo cenário anterior poderá terminar a sua sessão e autenticar-se com outra conta de utilizador, i.e., com outro par username e password. Cenário 3 Acesso a uma aplicação sem credenciais prévias O utilizador não se autenticou previamente em nenhum domínio de rede e ao tentar aceder à aplicação é-lhe solicitada a autenticação. Ele introduz o seu username e password e se correctamente autenticado, tem acesso à aplicação. De notar, que as credenciais podem ser as de domínio de rede. Cenário 4 Acesso a uma aplicação dentro de uma sessão portal Neste cenário, mostra-se o conceito de Single Sign On, ou seja, qualquer que tenha sido a forma como o utilizador se autenticou numa primeira aplicação, vamos supor que no portal Web, ele terá acesso a todas as aplicações debaixo deste sem ter que repetir o processo de autenticação. Portugal Telecom Inovação, S.A. 12

19 Figura 11 Cenários de integração do SCA com repositórios LDAP Para além dos capítulos deste manual onde se detalham determinadas ações de administração relacionadas com esta funcionalidade, recomenda-se a consulta do Manual de Administração LDAP, sobretudo a quem tem de configurar o ambiente de instalação do SCA integrado com domínios LDAP. Portugal Telecom Inovação, S.A. 13

20 3.5 Desligar Desligar o sistema consiste na invocação do logout da aplicação de administração. Portugal Telecom Inovação, S.A. 14

21 Portugal Telecom Inovação, S.A. Rua Engº José Ferreira Pinto Basto Aveiro - Portugal Tel: Fax: ISO LABORATÓRIOS ACREDITADOS CETLAB - Laboratório de Redes Privadas e Terminais CETLCE - Laboratório de Calibração e Ensaio

soluções transversais SOLUÇÕES segurança

soluções transversais SOLUÇÕES segurança soluções transversais SOLUÇÕES segurança RESUMO DA SOLUÇÃO single sign-on acessos prevenção autenticação Os serviços de segurança são implementados como um layer do tipo Black Box, utilizável pelos canais

Leia mais

manual instalação e configuração v13 1

manual instalação e configuração v13 1 manual instalação e configuração v13 1 Conteúdo Introdução... 3 Conteúdo do DVD:... 3 Instalação e configuração do ERP... 4 Instalação do ERP... 4 Configuração do ERP... 6 Como actualização de versão...

Leia mais

Módulo de Administração de Utilizadores

Módulo de Administração de Utilizadores base Módulo de Administração de Utilizadores Versão 2.0 Manual do utilizador Janeiro 2002 Ficha técnica Título BIBLIObase : Módulo de Administração de Utilizadores: versão 2.0 : manual do utilizador Autores

Leia mais

GlobalPhone - Central Telefónica. Manual do Portal de Selfcare Utilizador

GlobalPhone - Central Telefónica. Manual do Portal de Selfcare Utilizador Manual do Portal de Selfcare Utilizador Índice 1 Introdução... 3 1.1 Âmbito do Documento... 3 1.2 Acesso... 4 1.3 Autenticação... 4 2 Extensões... 5 2.1 Reencaminhamentos (redireccionamentos)... 6 2.2

Leia mais

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador Índice 1. Sobre o Guia... 4 1.1 Objectivo... 4 1.2 Utilização do Guia... 4 1.3 Acrónimos e Abreviações... 4 2. Introdução ao Extracto on Line Aplicação

Leia mais

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado EDUTec Learning MANUAL DO UTILIZADOR José Paulo Ferreira Lousado Índice Página Principal... ii Página de Desenvolvimento de Conteúdos... iii Página de Comunicações...iv Página de Transferência de Ficheiros...vi

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA DSI

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA DSI UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA DSI Gestor de Listas de Distribuição de Emails versão: 0.9.1 Nelson Rodrigues DSI 20-07-2010 ÍNDICE: Introdução... 3 Definição de Mailing List... 3 Grupos de endereços

Leia mais

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1 Copyright 2012 Efacec Todos os direitos reservados. Não é permitida qualquer cópia, reprodução, transmissão ou utilização deste documento sem a prévia autorização escrita da Efacec Sistemas de Gestão S.A.

Leia mais

Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle

Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle Luís Filipe Borges Pinto Resumo: Este projecto consiste na implementação de uma aplicação WEB para monitorização

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Docentes Universidade Atlântica 1 Introdução O conceito do Moodle (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment) foi criado em 2001 por Martin Dougiamas, o conceito

Leia mais

EMULADOR 3270 VIA WEB BROWSER

EMULADOR 3270 VIA WEB BROWSER EMULADOR 3270 VIA WEB BROWSER Host On-Demand - HOD Versão 6.0 Fev/2002 Suporte Técnico: Central de Atendimento SERPRO CAS 0800-782323 Gilson.Pereira@serpro.gov.br Marcio.Nunes@serpro.gov.br O que é o serviço

Leia mais

Manual Do Usuário ClinicaBR

Manual Do Usuário ClinicaBR Manual Do Usuário ClinicaBR SUMÁRIO 1 Introdução... 01 2 ClinicaBR... 01 3 Como se cadastrar... 01 4 Versão experimental... 02 5 Requisitos mínimos p/ utilização... 03 6 Perfis de acesso... 03 6.1 Usuário

Leia mais

Guia Rápido do Contacts

Guia Rápido do Contacts Guia Rápido do Contacts IPBRICK SA 12 de Novembro de 2014 1 Conteúdo 1 Introdução 3 2 IPBrick - Contactos 3 2.1 Separador Administração........................ 4 2.1.1 Requisitos dos ficheiros.csv..................

Leia mais

Publicação em contexto académico: OJS na prática

Publicação em contexto académico: OJS na prática Publicação em contexto académico: OJS na prática sumário 1. Publicações científicas em ambiente académico: um cenário pouco homogéneo 1.1 o papel das bibliotecas de ensino superior 2. OJS Open Journal

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

Comunicação de Dados de Autenticação e Credenciais de Acesso para Resposta ao Inquérito

Comunicação de Dados de Autenticação e Credenciais de Acesso para Resposta ao Inquérito Mais informação Acesso ao Sistema de Transferência Electrónica de dados de Inquéritos (STEDI). Onde se acede ao sistema de entrega de Inquéritos? Deverá aceder ao sistema através do site do GEP www.gep.mtss.gov.pt

Leia mais

Guia de Depósito Teses

Guia de Depósito Teses Guia de Depósito Teses Descreva o documento que está a depositar Página 1 Se seleccionar todas as opções nesta página, visualizará um formulário diferente, modificado com o intuito de capturar informações

Leia mais

Manual de Utilização. GESTOR DE METADADOS DOS AÇORES (GeMA) Setembro de 2015. Versão 4.0

Manual de Utilização. GESTOR DE METADADOS DOS AÇORES (GeMA) Setembro de 2015. Versão 4.0 Manual de Utilização GESTOR DE METADADOS DOS AÇORES (GeMA) Setembro de 2015 Versão 4.0 FICHA TÉCNICA TÍTULO: Manual de Utilização do Gestor de Metadados dos Açores (GeMA) AUTORIA: Grupo de Trabalho INSPIRE

Leia mais

Especificação Técnica ACSS

Especificação Técnica ACSS Especificação Técnica ACSS ET.ACSS.011-2011 Serviço de Registo de Requisições de MCDT Interface para recepção de requisições electrónicas ICS DESCRITORES Sistema de recepção de requisições de meios complementares

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Departamento de Sistemas e Informática Projecto Final Computação na Internet Ano Lectivo 2002/2003 Portal de Jogos Executado por:

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

Iniciar. guia de utilização

Iniciar. guia de utilização Iniciar guia de utilização versão 2011.09 Setembro 2011 Ficha técnica Título biblio.net Iniciar : guia de utilização Autor António Manuel Freire Co-Autor Licínia Santos Colaboração Rui Pina, Paulo Almeida

Leia mais

Manual Técnico GoVoice

Manual Técnico GoVoice Data Páginas 3 16 Versão 0.1 Manual Técnico GoVoice Índice 1 Enquadramento... 3 2 Funcionalidades... 4 2.1 Login... 4 2.2 Menus de Administração... 4 2.3 Menu Sistema... 5 2.3.1 Dados do Utilizador...

Leia mais

Forms Authentication em ASP.NET

Forms Authentication em ASP.NET Forms Authentication em ASP.NET Em muitos sites web é necessário restringir selectivamente o acesso a determinadas áreas, ou páginas, enquanto para outras páginas pode permitir-se acesso livre. ASP.NET

Leia mais

Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro

Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro Início do contrato: Maio 2004 Duração: Coordenador: Parceiros: 32 meses Hospital Infante D. Pedro Universidade de Aveiro Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro SUMÁRIO EXECUTIVO Relatório

Leia mais

Actualização. Versão 5.1.22

Actualização. Versão 5.1.22 Actualização Versão 5.1.22 Março 2009 2 JURINFOR Av. Engº Duarte Pacheco, 19 9º - 1099-086 LISBOA PORTUGAL Introdução Este documento descreve as características principais adicionadas ao JURINFOR JuriGest.

Leia mais

SugarCRM, Integração com Produtos IPBrick iportalmais

SugarCRM, Integração com Produtos IPBrick iportalmais SugarCRM, Integração com Produtos IPBrick iportalmais iportalmais 12 de Junho de 2012 1 Introdução Este documento ilustra o procedimento de configuração das aplicações necessárias na integração do SugarCRM

Leia mais

Projeto Arquitetural do IEmbedded

Projeto Arquitetural do IEmbedded Universidade Federal de Campina Grande Centro de Engenharia Elétrica e Informática Departamento de Sistemas e Computação Disciplina: Projeto I Professora: Francilene Garcia Equipe: Carolina Nogueira de

Leia mais

Manual de Administração Intranet BNI

Manual de Administração Intranet BNI Manual de Administração Intranet BNI Fevereiro - 2010 Índice 1. Apresentação... 3 2. Conceitos... 5 3. Funcionamento base da intranet... 7 3.1. Autenticação...8 3.2. Entrada na intranet...8 3.3. O ecrã

Leia mais

Cenários do CEL. Acessar ao sistema

Cenários do CEL. Acessar ao sistema Cenários do CEL Acessar ao sistema Permitir que o usuário acesse ao Sistema de Léxicos e Cenários nas seguintes condições: logando-se, quando já estiver cadastrado; ou incluindo usuário independente, quando

Leia mais

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DO SOFTWARE E COMUNIDADES DO PORTAL DO SOFTWARE PÚBLICO BRASILEIRO. Em construção

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DO SOFTWARE E COMUNIDADES DO PORTAL DO SOFTWARE PÚBLICO BRASILEIRO. Em construção MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DO SOFTWARE E COMUNIDADES DO PORTAL DO SOFTWARE PÚBLICO BRASILEIRO Em construção Índice 1. Introdução 2. Cadastrar e Logar no Portal 3. Plataforma de redes Sociais Noosfero 3.1.

Leia mais

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11 Índice Parte 1 - Introdução 2 Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4 Parte 2 Desenvolvimento 5 Primeiros passos com o e-best Learning 6 Como aceder à plataforma e-best Learning?... 6 Depois

Leia mais

Manual utilização. Dezembro 2011. Instituto Politécnico de Viseu

Manual utilização. Dezembro 2011. Instituto Politécnico de Viseu Manual utilização Dezembro 2011 Instituto Politécnico de Viseu 1 Índice Zona pública... 3 Envio da ideia de negócio... 3 Inscrição nas Oficinas E... 4 Zona privada... 5 Administração... 5 Gestão de utilizadores...

Leia mais

Administração de Utilizadores e grupos

Administração de Utilizadores e grupos CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO TIPO 5 2º ANO TÉCNICO DE INFORMÁTICA/INSTALAÇÃO E GESTÃO DE REDES 2008/2009 INSTALAÇÃO R EDES C LIENTE SERVIDOR O que é uma conta de utilizador? Contas de utilizador local

Leia mais

Curso Básico Sistema EMBI

Curso Básico Sistema EMBI Curso Básico Sistema EMBI Módulo Atendentes e Administradores Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste trabalho pode ser reproduzida em qualquer forma por qualquer meio gráfico, eletrônico ou

Leia mais

Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3]

Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3] Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3] ÍNDICE Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3]... 1 ÍNDICE... 2 ÍNDICE DE FIGURAS... 3 Prefácio... 4 2 Acesso ao OTRS ITSM... 5 Registo de Ticket Classificação do

Leia mais

COLIBRI Ambiente Colaborativo Multimédia MÓDULO MOODLE. Rui Ribeiro colibri@fccn.pt. FCCN - Dezembro 2010

COLIBRI Ambiente Colaborativo Multimédia MÓDULO MOODLE. Rui Ribeiro colibri@fccn.pt. FCCN - Dezembro 2010 COLIBRI Ambiente Colaborativo Multimédia MÓDULO MOODLE FCCN - Dezembro 2010 Rui Ribeiro colibri@fccn.pt Módulo COLIBRI Concebido por: José Coelho Universidade Aberta Apoiado por: Rui Ribeiro FCCN Vitor

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

O produto. Caraterísticas gerais e arquitetura do sistema

O produto. Caraterísticas gerais e arquitetura do sistema sistema integrado de processamento e gestão bibliográfica - versão 2012 Informática Formação e Serviços, Lda - Web: http://www.bibliosoft.pt Email: bibliosoft@bibliosoft.pt O produto O sistema biblio.net

Leia mais

Complemento ao Manual de Utilizador Plataforma de Estágios TIC

Complemento ao Manual de Utilizador Plataforma de Estágios TIC Complemento ao Manual de Utilizador Plataforma de Estágios TIC Direccionado para as escolas www.estagiostic.gov.pt Índice 1. Objectivo da Plataforma... 2 2. Acesso restrito... 2 3. Perfis... 2 3.1. O administrador...

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Iniciação para docentes Universidade Atlântica Versão: 1 Data: Fevereiro 2010 Última revisão: Fevereiro 2010 Autor: Ricardo Gusmão Índice Introdução... 1 Registo no Moodle...

Leia mais

Guia IPBRICK Billing 2.0

Guia IPBRICK Billing 2.0 Guia IPBRICK Billing 2.0 iportalmais 4 de Janeiro de 2013 1 Conteúdo 1 Introdução 3 2 Características 3 2.1 Novas características no Billing 2.0................... 3 3 Procedimento Básico 4 4 Instalação

Leia mais

Preparando o Ambiente e Instalando o System Center Configuration Manager 2012 R2

Preparando o Ambiente e Instalando o System Center Configuration Manager 2012 R2 Preparando o Ambiente e Instalando o System Center Configuration Manager 2012 R2 Artigo escrito por Walter Teixeira wteixeira.wordpress.com Sumário Cenário Proposto... 3 Preparação do Servidor SQL Server

Leia mais

1 Criar uma entity a partir de uma web application que usa a Framework JavaServer Faces (JSF)

1 Criar uma entity a partir de uma web application que usa a Framework JavaServer Faces (JSF) Sessão Prática II JPA entities e unidades de persistência 1 Criar uma entity a partir de uma web application que usa a Framework JavaServer Faces (JSF) a) Criar um Web Application (JPAsecond) como anteriormente:

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

A CMNet disponibilizou no dia 24 de junho para download no Mensageiro a nova versão do Padrão dos Sistemas CMNet.

A CMNet disponibilizou no dia 24 de junho para download no Mensageiro a nova versão do Padrão dos Sistemas CMNet. Prezado Cliente, A CMNet disponibilizou no dia 24 de junho para download no Mensageiro a nova versão do Padrão dos Sistemas CMNet. No Padrão 9 você encontrará novas funcionalidades, além de alterações

Leia mais

Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG

Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG Marco T. A. Rodrigues*, Paulo E. M. de Almeida* *Departamento de Recursos em Informática Centro Federal de Educação Tecnológica de

Leia mais

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns.

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Internet Internet ou Net É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Como Comunicam os computadores Os computadores comunicam entre si utilizando uma linguagem

Leia mais

SAFT para siscom. Manual do Utilizador. Data última versão: 07.11.2008 Versão: 1.01. Data criação: 21.12.2007

SAFT para siscom. Manual do Utilizador. Data última versão: 07.11.2008 Versão: 1.01. Data criação: 21.12.2007 Manual do Utilizador SAFT para siscom Data última versão: 07.11.2008 Versão: 1.01 Data criação: 21.12.2007 Faro R. Dr. José Filipe Alvares, 31 8005-220 FARO Telf. +351 289 899 620 Fax. +351 289 899 629

Leia mais

MANUAL ARTSOFT Mobile POS

MANUAL ARTSOFT Mobile POS MANUAL ARTSOFT Mobile POS INDÍCE O que é?... 3 Como se configura?... 3 ARTSOFT... 3 ANDROID... 3 Login... 4 Home... 5 Sincronização... 6 Utilizadores... 7 Entrada de stock... 7 Acerca... 8 Configuração...

Leia mais

Novo Formato de Logins Manual de Consulta

Novo Formato de Logins Manual de Consulta Gestão Integrada de Acessos Novo Formato de Logins Manual de Consulta Gestão Integrada de Acessos Histórico de Alterações Versão Descrição Autor Data 1.0 Versão inicial DSI/PPQ 2014-07-11 Controlo do documento

Leia mais

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 Pela grande necessidade de controlar a internet de diversos clientes, a NSC Soluções em Informática desenvolveu um novo produto capaz de gerenciar todos os recursos

Leia mais

CONTRA CONTROLE DE ACESSOS E MODULARIZADOR DE SISTEMAS

CONTRA CONTROLE DE ACESSOS E MODULARIZADOR DE SISTEMAS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE MODERNIZAÇÃO E INFORMÁTICA CONTRA CONTROLE DE ACESSOS E MODULARIZADOR DE SISTEMAS MANUAL

Leia mais

RENT versão desktop Manual de Utilizador para empresa

RENT versão desktop Manual de Utilizador para empresa RENT versão desktop Manual de Utilizador para empresa @ Copyright 2015 Desenvolvido pela Dória Software versão manual 1.3 Última atualização 23.03.2015 Sobre o RENT I. O que é o RENT? RENT- Registo Nominal

Leia mais

SUAP MÓDULO PROTOCOLO SUAP MÓDULO PROTOCOLO MANUAL DO USUÁRIO

SUAP MÓDULO PROTOCOLO SUAP MÓDULO PROTOCOLO MANUAL DO USUÁRIO MANUAL DO USUÁRIO Versão 1.0 2010 1 1. INTRODUÇÃO Administradores públicos defrontam-se diariamente com grandes dificuldades para fazer com que processos administrativos, documentos, pareceres e informações

Leia mais

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ACESSO ÀS FERRAMENTAS 9 FUNÇÕES 12 MENSAGENS 14 CAMPOS OBRIGATÓRIOS

Leia mais

EIC. Projecto I. Manual do Utilizador. Vídeo Vigilância Abordagem Open Source. Curso: Engenharia de Informática e Comunicações Ano Lectivo: 2005/2006

EIC. Projecto I. Manual do Utilizador. Vídeo Vigilância Abordagem Open Source. Curso: Engenharia de Informática e Comunicações Ano Lectivo: 2005/2006 EIC Engenharia de Informática e Comunicações Morro do Lena, Alto Vieiro Apart. 4163 2401 951 Leiria Tel.: +351 244 820 300 Fax.: +351 244 820 310 E-mail: estg@estg.iplei.pt http://www.estg.iplei.pt Engenharia

Leia mais

Versão 1.0 09/10. Xerox ColorQube 9301/9302/9303 Serviços de Internet

Versão 1.0 09/10. Xerox ColorQube 9301/9302/9303 Serviços de Internet Versão 1.0 09/10 Xerox 2010 Xerox Corporation. Todos os direitos reservados. Direitos reservados de não publicação sob as leis de direitos autorais dos Estados Unidos. O conteúdo desta publicação não pode

Leia mais

MANUAL DO ADMINISTRADOR

MANUAL DO ADMINISTRADOR WinShare Proxy admin MANUAL DO ADMINISTRADOR Instalação do WinShare Índice 1. Instalação 2. Licenciamento 3. Atribuindo uma senha de acesso ao sistema. 4. Configurações de rede 5. Configurações do SMTP

Leia mais

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas & 1 Índice 2 Introdução...3 3 A Plataforma de Curricula DeGóis...3 3.1 É utilizada porque...3 3.2 Com a utilização do DeGóis ganho...4 3.1

Leia mais

Apresentação de SISTEMAS OPERATIVOS

Apresentação de SISTEMAS OPERATIVOS Apresentação de SISTEMAS OPERATIVOS Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos MÓDULO V Configuração Avançada de Sistemas Operativos Servidores Duração: 42 tempos Conteúdos

Leia mais

Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor

Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor H6Projetos Documento de Requisitos Versão 1.3 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 05/09/2013 1.0 Preenchimento do Capítulo 2 Requisitos Funcionais Evilson Montenegro 26/09/2013 1.1 Preenchimento

Leia mais

TeamWork. Manual do Utilizador. Para Windows XP

TeamWork. Manual do Utilizador. Para Windows XP TeamWork Manual do Utilizador Para Windows XP V3.2_XP Fevereiro 2008 ÍNDICE TeamWork Para que serve... 3 TeamWork Como instalar e configurar... 4 TeamWork Como utilizar... 4 Apoio para instalação e configuração.

Leia mais

ETI/Domo. Português. www.bpt.it. ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14

ETI/Domo. Português. www.bpt.it. ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14 ETI/Domo 24810180 www.bpt.it PT Português ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14 Configuração do PC Antes de realizar a configuração de todo o sistema, é necessário configurar o PC para que esteja pronto

Leia mais

OurDocs. Sistemas Distribuídos Engenharia de Software. Sistema de gestão documental. ic-sod@mega.ist.utl.pt ic-es@mega.ist.utl.pt

OurDocs. Sistemas Distribuídos Engenharia de Software. Sistema de gestão documental. ic-sod@mega.ist.utl.pt ic-es@mega.ist.utl.pt Sistemas Distribuídos Engenharia de Software 2º Semestre, 2006/2007 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: OurDocs Sistema de gestão documental ic-sod@mega.ist.utl.pt ic-es@mega.ist.utl.pt

Leia mais

TUTORIAL. Como criar um blogue/página pessoal no WordPress

TUTORIAL. Como criar um blogue/página pessoal no WordPress TUTORIAL Como criar um blogue/página pessoal no WordPress Índice Criar o blogue... 3 Alterar as definições gerais... 4 Alterar tema... 6 Criar Páginas... 7 Colocar Posts (citações)... 9 Upload de ficheiros...

Leia mais

Sistema de Gestão de Ciclo de Vida de Farmácias AVP003. Manual de Utilizador Externo - Entregas ao Domicílio e Vendas via Internet

Sistema de Gestão de Ciclo de Vida de Farmácias AVP003. Manual de Utilizador Externo - Entregas ao Domicílio e Vendas via Internet Sistema de Gestão de Ciclo de Vida de Farmácias AVP003 Manual de Utilizador Externo - Entregas ao Domicílio e Vendas via de Índice 1 Introdução... 4 1.1 Objetivo...4 1.2 Funcionalidades...5 1.3 Autenticação...5

Leia mais

Assinare consiste na oferta de soluções e serviços na área da identificação electrónica.!

Assinare consiste na oferta de soluções e serviços na área da identificação electrónica.! Assinare Apresentação Assinare consiste na oferta de soluções e serviços na área da identificação electrónica. De forma a responder ao ambiente altamente competitivo a que as empresas e organizações hoje

Leia mais

Alteração do POC (Decreto de Lei nº. 35/2005) no sispoc

Alteração do POC (Decreto de Lei nº. 35/2005) no sispoc DOSPrinter Manual do Utilizador Alteração do POC (Decreto de Lei nº. 35/2005) no sispoc Data última versão: 20.03.2006 Versão : 1.1 Data criação: 01.03.2006 Faro R. Dr. José Filipe Alvares, 31 8005-220

Leia mais

Cartão de Cidadão. Autenticação com o Cartão de Cidadão AMA. 20 de Novembro de 2007. Versão 1.6

Cartão de Cidadão. Autenticação com o Cartão de Cidadão AMA. 20 de Novembro de 2007. Versão 1.6 Cartão de Cidadão Autenticação com o Cartão de Cidadão 20 de Novembro de 2007 Versão 1.6 AMA ÍNDICE 1. I TRODUÇÃO... 3 Modelo base de Autenticação... 3 Modelo de Autenticação Federado... 4 2. AUTE TICAÇÃO

Leia mais

Sistema de Informação Integrado da Universidade de Évora

Sistema de Informação Integrado da Universidade de Évora Sistema de Informação Integrado da Universidade de Évora Todos os Perfis MANUAL DE UTILIZAÇÃO Módulo: Autenticação O Módulo de Autenticação do SIIUE foi implementado tendo como linha condutora o desenvolvimento

Leia mais

Utilização do Sistema de Impressão da UBI

Utilização do Sistema de Impressão da UBI Utilização do Sistema de Impressão da UBI UTILIZADORES COM SISTEMA OPERATIVO WINDOWS E CONTA @UBI.PT Para utilizar o novo sistema de impressão disponibilizado pela UBI é necessário ter saldo positivo na

Leia mais

Sumário. Manual Multi Portal

Sumário. Manual Multi Portal Sumário Apresentação...2 Home...2 Definição do Idioma...3 Cadastros gerais...3 Empresas...4 Pessoas...9 Dispositivos...15 Veículos...18 Login...22 Criação de Usuário...22 Tipos de usuário...24 Busca por

Leia mais

Instruções para aceder ao correio electrónico via web

Instruções para aceder ao correio electrónico via web Caro utilizador(a) Tendo por objectivo a melhoria constante das soluções disponibilizadas a toda a comunidade do Instituto Politécnico de Santarém, tanto ao nível de serviços de rede como sistema de informação.

Leia mais

Sistema de Certificação de Competências TIC

Sistema de Certificação de Competências TIC Sistema de Certificação de Competências TIC Portal das Escolas Manual de Utilizador INDICE 1 Introdução... 5 1.1 Sistema de formação e certificação de competências TIC...6 1.1.1 Processo de certificação

Leia mais

PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos

PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos 1. Introdução O objectivo deste documento é a criação de um memorando que sirva de apoio à instalação e manutenção do

Leia mais

Guia de Acesso/Apresentação de Pedidos de Apoio Sistema de Informação RURAL

Guia de Acesso/Apresentação de Pedidos de Apoio Sistema de Informação RURAL Guia de Acesso/Apresentação de Pedidos de Apoio Sistema de Informação RURAL Índice 1. Introdução...3 2. Home Page...3 3. Pedido de Senha...4 3.1 Proponente...5 3.2 Técnico Qualificado...5 3.3 Proponente/Técnico

Leia mais

Manual do utilizador. Aplicação de agente

Manual do utilizador. Aplicação de agente Manual do utilizador Aplicação de agente Versão 8.0 - Otubro 2010 Aviso legal: A Alcatel, a Lucent, a Alcatel-Lucent e o logótipo Alcatel-Lucent são marcas comerciais da Alcatel-Lucent. Todas as outras

Leia mais

NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS

NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS 1 NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS Este primeiro capítulo aborda conceitos elementares relacionados com bases de dados. Os conceitos abordados neste capítulo são necessários para trabalhar adequadamente

Leia mais

1ª Edição Outubro de 2007

1ª Edição Outubro de 2007 1 Ficha Técnica Título: Manual de utilização da ELGG - Aluno Autoria: Célia Tavares Direcção Pedagógica e Técnica: Paula Peres Copyright: Projecto de Apoio On-line 1ª Edição Outubro de 2007 O Manual de

Leia mais

Aplicação Prática de Lua para Web

Aplicação Prática de Lua para Web Aplicação Prática de Lua para Web Aluno: Diego Malone Orientador: Sérgio Lifschitz Introdução A linguagem Lua vem sendo desenvolvida desde 1993 por pesquisadores do Departamento de Informática da PUC-Rio

Leia mais

Manual de Configuração de Ambiente para Utilização do Login via Certificado Digital no Cadastro Web

Manual de Configuração de Ambiente para Utilização do Login via Certificado Digital no Cadastro Web Manual de Configuração de Ambiente para Utilização do Login via Certificado Digital no Cadastro Web AÇÕES IMPORTANTES Ao tentar acessar o Cadastro Web por meio da certificação digital, é fundamental realizar

Leia mais

Conceitos de relação de confiança www.jpinheiro.net jeferson@jpinheiro.net

Conceitos de relação de confiança www.jpinheiro.net jeferson@jpinheiro.net Conceitos de relação de confiança www.jpinheiro.net jeferson@jpinheiro.net Procedimento para criar uma árvore O procedimento usado para criar uma árvore com o Assistente para instalação do Active Directory

Leia mais

MANUAL DE INTRODUÇÃO AO ALFRESCO 3.0

MANUAL DE INTRODUÇÃO AO ALFRESCO 3.0 MANUAL DE INTRODUÇÃO AO ALFRESCO 3.0 Alfresco é uma marca registada da Alfresco Software Inc. 1 / 42 Índice de conteúdos Alfresco Visão geral...4 O que é e o que permite...4 Página Inicial do Alfresco...5

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

Como criar uma APP (Mobincube)

Como criar uma APP (Mobincube) Como criar uma APP (Mobincube) Este módulo irá ensinar-lhe como criar e disponibilizar uma APP (Aplicação) usando o programa Mobincube. A produção de uma APP constitui uma competência informática avançada.

Leia mais

Manual do Nero ControlCenter

Manual do Nero ControlCenter Manual do Nero ControlCenter Nero AG Informações sobre direitos de autor e marcas O manual do Nero ControlCenter e todo o seu conteúdo estão protegidos pelos direitos de autor e são propriedade da Nero

Leia mais

Channel. Visão Geral e Navegação. Tutorial. Atualizado com a versão 3.9

Channel. Visão Geral e Navegação. Tutorial. Atualizado com a versão 3.9 Channel Visão Geral e Navegação Tutorial Atualizado com a versão 3.9 Copyright 2009 por JExperts Tecnologia Ltda. todos direitos reservados. É proibida a reprodução deste manual sem autorização prévia

Leia mais

Produto IV: ATU SAAP. Manual de Referência

Produto IV: ATU SAAP. Manual de Referência Produto IV: ATU SAAP Manual de Referência Pablo Nogueira Oliveira Termo de Referência nº 129275 Contrato Número 2008/000988 Brasília, 30 de outubro de 2008 1 Sistema de Apoio à Ativideade Parlamentar SAAP

Leia mais

CAPÍTULO 3 PLANO DE MANUTENÇÃO

CAPÍTULO 3 PLANO DE MANUTENÇÃO 3.1 PLANO DE MANUTENÇÃO CAPÍTULO 3 PLANO DE MANUTENÇÃO O Plano de Manutenção é composto pelas oito ferramentas abaixo representadas. É feito via web, pelo software Leankeep. 3.2 SOFTWARE O software, a

Leia mais

CA Nimsoft Monitor Snap

CA Nimsoft Monitor Snap CA Nimsoft Monitor Snap Guia de Configuração do Gateway de email emailgtw série 2.7 Avisos legais Copyright 2013, CA. Todos os direitos reservados. Garantia O material contido neste documento é fornecido

Leia mais

7 Utilização do Mobile Social Gateway

7 Utilização do Mobile Social Gateway 7 Utilização do Mobile Social Gateway Existem três atores envolvidos na arquitetura do Mobile Social Gateway: desenvolvedor do framework MoSoGw: é o responsável pelo desenvolvimento de novas features,

Leia mais

Manual CallCenter para a IPBrick

Manual CallCenter para a IPBrick Manual CallCenter para a IPBrick iportalmais 1 de Outubro de 2010 1 1 Introdução As empresas usam call centers como forma de interagir e de construir relações com os seus clientes. Consciente da importância

Leia mais