Planeamento. e Controlo da Produção. Ficha Técnica PRONACI

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Planeamento. e Controlo da Produção. Ficha Técnica PRONACI"

Transcrição

1 Planeamento e Controlo da Produção Ficha Técnica PRONACI

2 Ficha Técnica PRONACI Planeamento e Controlo da Produção João Augusto de Sousa Bastos e Júlio Manuel Faceira Guedes PRONACI - Programa Nacional de Formação de Chefias Intermédias AEP - Associação Empresarial de Portugal Janeiro de 2

3 ÍNDICE 1 Página 2 Conceitos Básicos do Planeamento Página 4 Planeamento da Capacidade Página 6 Fases do Planeamento da Produção Página 9 Classificação das Ordens de Fabrico Página 1 Acções a Desencadear Quando Ocorrem Desequilíbrios de Carga Página 12 Controlo da Produção Página 13 Escalonamento da Produção de uma Linha de Fabrico Página 15 Balanceamento de uma Linha de Produção Página 17 Heurística de Balanceamento de uma Linha de Produção Página 19 Utilização do Gráfico de Gantt como Ferramenta de Planeamento para Pequenos Projectos Página 21 Estudo dos Métodos e Tempos: Instrumento Fundamental para o Planeamento da Produção

4 2 CONCEITOS BÁSICOS DO PLANEAMENTO Plano Director de Produção (PDP) é a ponte entre o Plano Industrial e Comercial com o cálculo das Necessidades. É, pois, o contrato que define de forma precisa a calendarizarão das quantidades a produzir para cada produto acabado. Este pode ser global se possui um horizonte de planeamento alargado e se se baseia nas quantidades a produzir por família de produto. No caso de se tratar de um PDP detalhado, já o horizonte de planeamento é mais curto e a definição das quantidades a produzir dizem respeito a cada referência dentro das famílias de produtos. Planeamento das Necessidades consiste na programação da produção por forma a que esta tenha lugar à medida das necessidades. Ou seja, transforma o Plano Director de Produção em necessidades em termos de recursos, matérias-primas e componentes. Para o planeamento ser concretizado é necessário, além do PDP, a estrutura dos produtos (BOM) e o inventário dos materiais em stock. Escalonamento trata-se de uma planeamento fino em que as ordens de fabrico são sequenciadas na planta fabril através de prioridades estáticas e dinâmicas. Controlo da Produção pretende avaliar o cumprimento dos planos de produção, nomeadamente o controlo dos fluxos produtivos nas várias secções da planta fabril. Associado aos sistemas de controlo da produção estão os mecanismos de aviso antecipado de desvios em relação ao plano. Os mecanismos de aviso antecipado estão associados ao planeamento reactivo que ocorre quando é necessário reparar determinado plano de fabrico. Árvore do Produto ou Nomenclatura do Produto define a composição do artigo a fabricar. É normalmente representada por uma estrutura arborescente. Exemplo: Mesa Perna 4 Tampo 1 Gaveta 2 Ponteira 1 Varão 1 Fundo 1 Lateral 4

5 3 Recurso consiste no conjunto de meios necessários à realização da transformação, movimentação, teste e avaliação de um produto. Capacidade é a medida de aptidão que determinado recurso dispõe para tratar um fluxo produtivo. Kg Carga mede a quantidade de fluxo produtivo requerido para satisfazer a procura. É uma medida de débito requisitado ou encomendado.

6 4 PLANEAMENTO DA CAPACIDADE Os valores atribuídos à capacidade e à carga têm de utilizar a mesma unidade. Se o produto final de determinado processo é homogéneo (produtos semelhantes) então é escolhida como unidade de medida uma unidade física simples como automóveis/dia ou toneladas de açúcar/mês. Se a procura é heterogénea, neste caso, é necessário utilizar uma unidade de medida abstracta como horas/máquina ou horas/homem. Capacidade Paralela quando os recursos trabalham em paralelo, a capacidade total teórica dos recursos é obtida adicionando as capacidades de cada um dos recursos. Se determinada secção possui três prensas idênticas, cada uma com 4 horas/semana, então a capacidade teórica da secção de prensas é de 12 horas/semana. Capacidade em Série quando os recursos trabalham em linha, a capacidade total teórica dos recursos limita-se à capacidade do elemento com menor capacidade. Esse elemento é descrito como o elemento gargalo, dado que é ele que estrangula o ritmo da produção. Capacidade Teórica vs Efectiva a capacidade efectiva, ou real, de um determinado recurso é, em geral, inferior à capacidade teórica, devido a fenómenos como mão-de-obra ausente, falta de matéria- -prima, paragens devido à manutenção dos equipamentos ou planeamento incorrecto e problemas de qualidades como não conformidades e retrabalho.

7 5 2.1 Determinação previsional do equilíbrio carga capacidade por sector. Previsões de vendas ou encomendas firmes Não Análise do Plano Director de Produção por sector Não Acção possível sobre capacidades ou prioridades Sim Simulação da exequibilidade Sim Novo Plano Director de Produção Cálculo de necessidades

8 6 FASES DO PLANEAMENTO DA PRODUÇÃO O planeamento da produção é efectuado em duas fases: 1ª Fase: Cálculo de necessidades, que consiste na determinação das quantidades de componentes e materiais necessários à realização do produto acabado a partir da árvore do produto. 2ª Fase: Calendarização das necessidades, cujo objectivo é o cálculo e a fixação de datas de disponibilidade dos componentes e materiais. Esta fase implica o conhecimento dos tempos de processamento, transporte e espera. Exemplo do Cálculo de Necessidades Líquidas Necessidades Brutas do Produto A para as seguintes semanas: Semana Necessidades Brutas Árvore do Produto A: A B 2 c 1 Tempos e Inventários Iniciais: Elemento A B C Tempo de processo Inventário 8 1 8

9 7 1º Passo - Cálculo das necessidades líquidas de A Semana Necessidades Brutas A Existências A 8 3 Necessidades Líquidas A Ordens Fabrico A A formula de cálculo é: NL p = NB p - Existências p As ordens de fabrico são antecipadas uma semana em relação às necessidades líquidas devido ao prazo de fabrico.

10 8 2º Passo Cálculo das necessidades líquidas de B Para o cálculo das necessidades brutas de B é necessário multiplicar para cada semana as ordens de fabrico de A por 2 (factor de incorporação na árvore do produto). Semana Necessidades Brutas B Existências B Necessidades Líquidas B 6 2 Ordens Fabrico B 6 2 Neste caso as ordens de fabrico são antecipadas duas semanas dado o prazo de fabrico demorar duas semanas. 3º Passo Cálculo das necessidades líquidas de C Para o cálculo das necessidades brutas de C é necessário multiplicar para cada semana as ordens de fabrico de A por 1 (factor de incorporação na árvore do produto). Semana Necessidades Brutas B Existências B Necessidades Líquidas B 1 Ordens Fabrico B 1 Neste caso as ordens de fabrico são antecipadas uma semana dado o prazo de fabrico se estender por uma semana.

11 CLASSIFICAÇÃO DAS ORDENS DE FABRICO 9 No cálculo das necessidades são utilizados quatro tipos de ordens: Ordens Propostas são as ordens calculadas pelo sistema de planeamento da produção. Se as necessidades se alterarem, elas serão posteriormente replaneadas pelo sistema, sendo sistematicamente decompostas em elementos de acordo com as respectivas árvores do produto. Ordens Lançadas em curso de fabricação (ou em aprovisionamento). As quantidades e as datas foram fixadas pelo gestor no momento do lançamento, não podendo ser alteradas senão pelo responsável pelo planeamento e não voltando a ser decompostas nos seus elementos depois da sua decomposição já feita por ocasião do respectivo lançamento. Ordens Firmes são colocadas pelo responsável pelo planeamento com o objectivo de fixar quantidades e/ou datas. Baseia-se num lançamento previsional que não deve ser utilizado senão em situações excepcionais, como por exemplo, quando se pretende planear uma quantidade diferente do lote normal, porque ocorre uma situação de ruptura de stocks, ou quando se pretende planear peças num prazo diferente do habitual por razões de sobrecarga num determinado período. Se ocorrer uma alteração das necessidades, estas ordens não serão replaneadas. Ordens Bloqueadas ordens que se encontram pendentes na sequência de uma avaria ou paragem de outra natureza.

12 1 ACÇÕES A DESENCADEAR QUANDO OCORREM DESEQUILÍBRIOS DE CARGA Para que qualquer plano seja realista e possa ser executado é necessário que, desde o início, seja observado o equilíbrio carga/capacidade. O cálculo global da carga será efectuado com base nos recursos críticos da empresa (gargalos). Em caso de sobrecarga Poderão ser desencadeadas as seguintes acções: Realização de horas extraordinárias; Cedência de pessoal de outras secções;

13 11 Transferência de actividades para outras secções; Contratação de pessoal; Subcontratação; Trabalho durante os fins-de-semana; Aquisição de mais equipamentos. Em caso de subcarga As acções que poderão desencadear são as seguintes: Redução das horas extras; Cedência de pessoal a outras secções; Anulação de eventuais contratos de trabalho temporário; Redução da subcontratação; Supressão de máquinas (transferência, revenda, ou simples paragem). Kg

14 12 CONTROLO DA PRODUÇÃO Um dos objectivos do controlo da produção é determinar o nível de progressão das Ordens de Fabrico lançadas por forma a recolher dados relativamente a: Ordens de Fabrico ainda não iniciadas; Ordens de Fabrico parcialmente terminadas; Ordens de Fabrico terminadas; Quantidade de produtos fabricada; Quantidade de produtos rejeitados; Quantidade de produtos em produção; Tempos realizados;... O controlo pode ser fino se acompanhar cada operação realizada, ou pode ser agregado se controlar apenas determinados pontos de passagem. Um dos outros objectivos do Controlo da Produção é a contínua avaliação do desvio entre o previsto no planeamento e o realizado. Se o desvio for acentuado é necessário a emissão de um aviso sobre a forma de um relatório de excepção que permitirá ao responsável pelo planeamento actuar reactivamente de acordo com o cenário. Se for constatado o atraso de uma ordem de fabrico, as opções a seguir poderão ser: Alterar a data de término da ordem; Replanear reactivamente as ordens em atraso; Alterar as quantidades encomendadas; Dar prioridade às ordens mais importantes; Anular a encomenda e avaliar o fornecimento por terceiros.

15 ESCALONAMENTO DA PRODUÇÃO DE UMA LINHA DE FABRICO 13 O escalonamento das ordens de fabrico numa planta fabril é uma tarefa complexa com elevada complexidade, no entanto, para casos simples, tais como o sequenciamento de uma máquina ou de uma linha de fabrico, é possível a obtenção de boas soluções através de heurísticas ou regras práticas de aplicação específica. Os factores a considerar no processo de decisão do sequenciamento são os seguintes: Penalizações por entregas após o prazo de entrega; Penalizações por produzir antes do prazo de entrega; Minimização dos custos de preparação. A decisão da escolha da heurística a aplicar depende da natureza do sistema produtivo, da importância de cada um dos factores acima referidos, dos recursos envolvidos,... Por isso é necessário uma validação de cada heurística. Entre as heurísticas de optimização que pode utilizar destacam-se as seguintes: EDD Utiliza as datas de entrega para o seu escalonamento. Começa-se por colocar o trabalho com a data de início mais próximo na primeira posição. O trabalho seguinte é o que tem a data de início mais próximo menor entre o lote de trabalhos ainda não escalonado. Continua-se este processo até todos os trabalhos estarem escalonados. Os trabalhos são processados na ordem ascendente das datas de entrega. Esta heurística visa minimizar o número de trabalhos concluídos fora do prazo de entrega. SPT Ordena-se os trabalhos na ordem ascendente dos seus tempos de processamento e escalona-se nessa mesma ordem. Esta heurística visa reduzir a complexidade do processo de tomada de decisão, pois tende a dar prioridade aos trabalhos mais pequenos. Exemplo: Ordens Tempo Processo Data Entrega Penalização

16 14 Escalonamento pelo método EDD: Ordens Tempo Processo Data Entrega Penalização * *2 Total: 1 Escalonamento pelo método SPT: Ordens Tempo Processo Data Entrega Penalização * *2 Total: 16 Neste exemplo a heurística EDD apresenta menor custo.

17 BALANCEAMENTO DE UMA LINHA DE PRODUÇÃO 15 O balanceamento de linhas corresponde à distribuição de actividades sequenciais por postos de trabalho, de modo a permitir uma eficiente utilização dos recursos envolvidos e minimizar os tempos improdutivos. O processo de Balanceamento de uma Linha de Produção constituída por muitas operações, para processamento de um produto, procura identificar a melhor solução para uma das seguintes alternativas: Dado um tempo de ciclo, encontrar o menor número de postos de trabalho necessários; Dado um certo número de postos de trabalho, minimizar o tempo de ciclo. O Tempo de Ciclo é o tempo máximo permitido em cada estação. O tempo de ciclo corresponde também ao tempo entre a produção de unidades sucessivas à saída da linha. O modo de calcular o número mínimo de postos de trabalho pode ser o seguinte: N - Número de postos de trabalho ao longo da linha; Normalmente uma estação é ocupada por um único operador, que pode realizar uma ou mais operações. Contudo, uma estação pode ter mais do que um operador, ou um operador pode intervir em mais do que uma estação. C - Tempo de Ciclo; T i - Tempo de operação para a i-ésima operação; A cada operação é afectada uma e só uma estação. T i - Tempo total necessário para a produção de uma unidade. Soma das durações de todas as operações. N min = T i C Corresponde ao número mínimo de postos de trabalho necessários à linha (o resultado deve ser arredondado para a unidade imediatamente superior).

18 16 Para realizar o balanceamento de uma linha de produção utiliza-se o procedimento a seguir referido: 1. Determinar o número de postos de trabalho e o tempo disponível em cada uma delas; 2. Agrupar as tarefas individuais, formando grupos para cada posto de trabalho; 3. Validar a eficiência do agrupamento escolhido. Sempre que o tempo, num dado posto de trabalho, excede o tempo que pode ser gasto por um operador, torna-se necessário acrescentar mais operadores à estação. A eficiência do balanceamento depende da capacidade em agrupar as actividades, de tal maneira que os tempos de produção em cada estação correspondem ao tempo de ciclo (ou a um múltiplo do tempo de ciclo se for necessário mais do que um operador) ou que estejam pouco abaixo. Um balanceamento eficiente minimiza o tempo improdutivo. Exemplo: Diagrama de sete operações de montagem com tempo por operações representado em minutos. A linha opera sete horas por dia Pretende-se que a taxa de saída da linha seja de 6 unidades por dia. Tempo de Ciclo C = 7h/6un. = 42/6 =.7 min/unidade Mínimo Teórico de operadores N min = 2.61/.7 = 3.73 postos de trabalho, logo N min = 4

19 HEURÍSTICA DE BALANCEAMENTO DE UMA LINHA DE PRODUÇÃO 17 Uma das heurísticas a utilizar para o agrupamento de actividades em postos de trabalho é a seguinte: 1. Seleccionar os diferentes elementos a distribuir pelos postos de trabalho, de acordo com a sua posição no diagrama de precedências; 2. Construir os diagramas de precedências, de modo que as operações com idêntica precedência sejam colocadas verticalmente em colunas. Os elementos que puderem ser colocados em mais do que uma coluna, devem ser representados a tracejado; 3. Listar os elementos seguindo uma ordem crescente de colunas. Listar também os tempos de operação e o somatório dos tempos de operação para cada coluna; 4. Atribuir elementos aos postos de trabalho, começando pela coluna 1; 5. Repetir o processo, seguindo a numeração das colunas, até atingir o tempo de ciclo. A eficiência do balanceamento efectuado é realizada com base nos seguintes indicadores: Eficiência, que é obtida da seguinte forma: E = T i C em que, N*C - tempo gasto com cada unidade, incluindo tempos de paragem. Folga, que é calculada da seguinte forma: F = NC - T i

20 18 Exemplo: Utilizando o diagrama do exemplo anterior construiu-se o diagrama de precedências. I II III IV V VI De seguida, listam-se os elementos segundo a ordem crescente de colunas. Operação Coluna Tempo Soma Operação tempos/ coluna 1 I II III IV IV.56 6 V VI Sabendo que o tempo de ciclo é igual a.7 minutos atribuiu-se os elementos aos postos de trabalho começando pela coluna 1, seguindo a numeração das colunas, até atingir o tempo de ciclo. Estação Operação 1 I Eficiência: E = 2.61/ 4*.7 = 93% Tempo Operação Soma tempos/ estação

21 UTILIZAÇÃO DO GRÁFICO DE GANTT COMO FERRAMENTA DE PLANEAMENTO PARA PEQUENOS PROJECTOS 19 O Gráfico de Gantt é utilizado para determinar a melhor maneira de posicionar as diferentes tarefas de um projecto a executar num período determinado, em função: da duração de cada uma das tarefas; da relação de precedências entre as diferentes tarefas; dos prazos a respeitar; das capacidades disponíveis. Exemplo: Tarefas a realizar: Tarefa A B C D E Duração 3 dias 6 dias 4 dias 7 dias 5 dias Ligações entre operações: Operações Operações Precedentes B, D A C E B D O diagrama de Gantt representa-se sob a forma de um gráfico de barras onde cada coluna corresponde a uma unidade de tempo e cada linha a uma operação/tarefa a realizar. Define-se uma barra horizontal para cada uma das tarefas e o comprimento de cada barra corresponde à sua duração. A posição da barra no gráfico é função das ligações entre as diferentes tarefas. O critério de representação é o seguinte: 1º - Começa-se pelas tarefas que não têm tarefas precedentes; 2º - Representam-se, de seguida, as tarefas que têm por tarefas precedentes as tarefas já representadas; 3º - Repetir este último passo até terminar a lista de tarefas.

22 2 Tarefas Tempo A B C D E Tarefas Folga Existem diferentes possibilidades para se definirem as ligações entre as diferentes tarefas de um trabalho: Prioridade ao fabrico do produto com a data de entrega mais cedo respeitando o mais possível os prazos. Primeira encomenda confirmada, primeira encomenda executada, para não se lançar em produção produtos que poderão não se vender. Conduz à criação de stocks. Prioridade à operação cuja duração é mais curta. Prioridade à tarefa que tem a folga mais pequena. Sendo a folga o tempo que resta até ao prazo de entrega. Prioridade à tarefa com o rácio crítico mais fraco. Sendo o rácio crítico o tempo que resta até ao prazo de entrega a dividir pelo somatório dos tempos das operações que falta realizar.

23 ESTUDO DOS MÉTODOS E TEMPOS: INSTRUMENTO FUNDAMENTAL PARA O PLANEAMENTO DA PRODUÇÃO 21 Para o eficiente planeamento de qualquer actividade é necessário uma informação rigorosa dos métodos a utilizar e dos tempos de execução das operações a realizar. Torna-se fundamental: 1. Definir o trabalho a ser estudado; 2. Registar o método e os respectivos elementos da actividade; 3. Examinar e garantir que o método mais eficiente é o utilizado; 4. Confirmar se a quantificação do trabalho foi efectuada com base na técnica de medição mais apropriada; 5. Analisar o tempo padrão para cada uma das operações. A determinação do tempo padrão de uma operação é realizada da seguinte forma: 1. Cálculo do Tempo Base, que é igual ao Tempo Observado multiplicado pelo Ritmo Observado e dividido pelo Ritmo Padrão. 2. Ao Tempo Base são adicionados suplementos de descanso, que incluem as necessidades pessoais de descanso, ligados aos parâmetros de fadiga, tensão, esforço e ambiente de trabalho. Por último é adicionado ao somatório dos tempos anteriores os parâmetros ligados aos suplementos contigenciais do trabalho. O resultado final deste somatório de tempos corresponde ao Tempo Padrão de uma operação. Por último, o Tempo Padrão é utilizado no processo de planeamento para a determinação da duração das tarefas e respectivos prazos de entrega.

24 A produção de ferramentas de trabalho para os encarregados e para as chefias intermédias das nossas empresas constitui uma das tarefas mais importantes do PRONACI. AEP - Associação Empresarial de Portugal O desenvolvimento integrado das empresas depende cada vez mais de projectos que recorrem a metodologias e instrumentos de formação diferenciados e adaptados aos seus destinatários. GdA-fp - Gabinete de Acompanhamento de Formação Profissional do Ministério da Economia COMUNIDADE EUROPEIA Fundo Social Europeu Programa Estratégico de Dinamização e Modernização da Indústria Portuguesa AEP - Associação Empresarial de Portugal PRONACI - Programa Nacional de Formação de Chefias Intermédias Leça de Palmeira Tel.: / Fax:

Balanceamento de linhas de produção

Balanceamento de linhas de produção Balanceamento de Linhas Distribuição de actividades sequenciais por postos de trabalho, de modo a permitir uma elevada utilização de trabalho e equipamentos minimizar o tempo em vazio Dado um tempo de

Leia mais

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial Ficha Técnica PRONACI Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial João Augusto de Sousa Bastos PRONACI - Programa Nacional de Formação de Chefias Intermédias AEP

Leia mais

Layouts Balanceamento de Linhas. Maria Antónia Carravilla

Layouts Balanceamento de Linhas. Maria Antónia Carravilla Layouts Balanceamento de Linhas Maria Antónia Carravilla Abril 1998 1. Layouts... 1 1.1 Definição, tipos de layouts... 1 1.1.1 Definição... 1 1.1.2 Factores determinantes para a construção de um layout...

Leia mais

Planeamento da Produção

Planeamento da Produção Regula o funcionamento da ao nível operacional através de decisões do tipo o que, quando e quanto produzir ou comprar estratégico do negócio estratégico do negócio estratégico da estratégico da agregado

Leia mais

Gestão da Produção Planeamento

Gestão da Produção Planeamento Planeamento José Cruz Filipe IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 2006 1 Tópicos O ciclo geral de planeamento O planeamento agregado O Director da Produção (PDP ou MPS) O Materials Requirement Planning (MRP)

Leia mais

Gestão de Produção Indústria Têxtil e Confecções

Gestão de Produção Indústria Têxtil e Confecções Gestão de Produção Definição A Gestão de Produção para a Indústria Têxtil e Confecções associa o Controlo, Planeamento e Custeio Industrial dos vários sectores das denominadas Têxteis Verticais com o tratamento

Leia mais

PRIMAVERA INDUSTRY. Uma solução para as PME industriais

PRIMAVERA INDUSTRY. Uma solução para as PME industriais PRIMAVERA INDUSTRY Uma solução para as PME industriais PRIMAVERA INDUSTRY Uma solução para as PME industriais produtivos de modo a garantir uma maior qualidade dos produtos sujeitos a fabrico, ao menor

Leia mais

4. CONTROLO DA PRODUÇÃO (NÍVEL 1)

4. CONTROLO DA PRODUÇÃO (NÍVEL 1) 4. CONTROLO DA PRODUÇÃO (NÍVEL 1) No módulo SFC - Shop Floor Control é controlada a execução das ordens de fabrico. Através das sessões deste módulo, o responsável pelo fabrico pode introduzir novas ordens

Leia mais

Gestão das Operações. Módulo 6 Gestão de stocks consumo dependente (MRP) 6-1

Gestão das Operações. Módulo 6 Gestão de stocks consumo dependente (MRP) 6-1 Gestão das Operações Módulo 6 Gestão de stocks consumo dependente (MRP) 6-1 Sumário 1. Requisitos do modelo de gestão de stocks de materiais com consumo dependente 2. O processo de planeamento da produção

Leia mais

3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho).

3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho). GESTÃO DE STOCKS STOCKS Almofada do planeamento e programação FORNECEDOR FABRICO CLIENTE stock MP stock TC stock PA Objectivos da criação de stocks 1. Aumentar a segurança, criando defesas contra as variações

Leia mais

Loteamento: ajustes necessários. Planeamento Industrial Aula 14. Loteamento: ajustes necessários. Stock de segurança

Loteamento: ajustes necessários. Planeamento Industrial Aula 14. Loteamento: ajustes necessários. Stock de segurança Planeamento Industrial Aula 14 Material Requirements Planning (MRP):. loteamento. actualização Capacity requirement planning (CRP) Extensões do MRP Loteamento: ajustes necessários 2 A dimensão dos lotes

Leia mais

Wingiic Gestão Integrada Indústria da Moda

Wingiic Gestão Integrada Indústria da Moda Wingiic Integrada Indústria da Moda Wingiic Integrada Indústria de Moda de Dados Técnicos Codificação de Materiais; Conceito de escalas e cartazes de cores ; Fichas Técnicas; Processos de Fabrico; Fichas

Leia mais

Planeamento Industrial Aula 14

Planeamento Industrial Aula 14 Planeamento Industrial Aula 14 Material Requirements Planning (MRP):. loteamento. actualização Capacity requirement planning (CRP) Extensões do MRP Loteamento: ajustes necessários 2 A dimensão dos lotes

Leia mais

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida Flagsoft, Lda 2015 Índice 1. Introdução...3 2. Integrador - Interface com o utilizador...4 3. Registo de actividade - Folha de horas...5 4. Agenda e colaboração...7

Leia mais

Definição. Planeamento Industrial Aula 13. MRP ou ponto de encomenda? Procura dependente e ponto de encomenda. MRP (Materials Requirements Planning):

Definição. Planeamento Industrial Aula 13. MRP ou ponto de encomenda? Procura dependente e ponto de encomenda. MRP (Materials Requirements Planning): Planeamento Industrial Aula 13 Material Requirements Planning (MRP):. introdução. requisitos. plano mestre de produção. funcionamento. loteamento Definição 2 MRP (Materials Requirements Planning): Conjunto

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 22º Encontro - 11/05/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - CAPACIDADE E TURNOS DE TRABALHO. 02 Introdução

Leia mais

Optimização Multi-critério para o Escalonamento de Operações Fabris

Optimização Multi-critério para o Escalonamento de Operações Fabris Unidade de Engenharia de Sistemas de Produção Campus da FEUP Rua Dr. Roberto Frias, 378 4200-465 Porto Tel. +351 22 2094300 Fax +351 22 2094350 E-mail uesp@inescporto.pt Web www.inescporto.pt/uesp Optimização

Leia mais

Balanceamento de uma Linha de Produção

Balanceamento de uma Linha de Produção Balanceamento de uma Linha de Produção Uma linha de produção consiste num conjunto de Postos de Trabalho (PT) cuja posição é fixa e cuja sequência é ditada pela lógica das sucessivas operações a realizar

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

Conceitos. SERVIÇOS CENTRAIS Av. da Liberdade 194, 1269-051 Lisboa Tel.: 21 317 92 00 Fax: 21 317 92 16/7. Página 1

Conceitos. SERVIÇOS CENTRAIS Av. da Liberdade 194, 1269-051 Lisboa Tel.: 21 317 92 00 Fax: 21 317 92 16/7. Página 1 Conceitos Página 1 Ficha1. Plano de Actividades O que é o Plano de Actividades? O Plano de Actividades integra o processo de planeamento e constitui uma peça fundamental, a partir da qual, se define para

Leia mais

OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE

OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE 1. REFERÊNCIAS [1] - Bases Gerais para a Implementação de Sistemas de Gestão da Manutenção de Material Circulante, Instrução Técnica 5, INCFA

Leia mais

Diagrama de Precedências

Diagrama de Precedências Planeamento Industrial Aula 06 Implantações por produto:.equilibragem de linhas de montagem Implantações por processo:. minimização dos custos de transporte. método craft. análise de factores Diagrama

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Universidade Federal do Rio Grande FURG Universidade Aberta do Brasil UAB Curso - Administração Administração da Produção I Prof.ª MSc. Luciane Schmitt Semana 7 PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO 1 PLANEJAMENTO

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS WHITE PAPER MANUTENÇÃO PRIMAVERA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS WHITE PAPER MANUTENÇÃO PRIMAVERA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS WHITE PAPER MANUTENÇÃO PRIMAVERA ÍNDICE MANUTENÇÃO PRIMAVERA 4 MÓDULOS CONSTITUINTES 4 CADASTRO 4 Entidades 5 Localizações 8 MATERIAIS 11 Sobresselentes, Consumíveis,

Leia mais

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações A. Resolva os seguintes problemas (8 valores) 1. Uma determinada empresa faz a lavagem de cisternas rodoviárias na zona norte do País. Com equipamento

Leia mais

A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações.

A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações. GESTÃO DE OPERAÇÕES A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações. Os Directores de Operações são os responsáveis pelo fornecimento de bens ou

Leia mais

EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização

EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização 2014 EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização MEE-IT, LDA 01-01-2014 1/1/2014 Índice EUROGEST... 2 Principais Módulos:... 5 Matérias Primas (Componentes)... 5 Modelos fichas Técnicas...

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

f) Processamentos de dados em baixa tensão, designadamente estimativas de consumo e metodologia de aplicação de perfis de consumo.

f) Processamentos de dados em baixa tensão, designadamente estimativas de consumo e metodologia de aplicação de perfis de consumo. NOTA INFORMATIVA RELATIVA AO DESPACHO N.º 2/2007 QUE APROVA O GUIA DE MEDIÇÃO, LEITURA E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS O Regulamento de Relações Comerciais (RRC) aprovado através do despacho da Entidade Reguladora

Leia mais

Mapas de GANTT e Redes de PERT Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003 Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Mapas de GANTT e Redes de PERT Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003 Estruturas, Tratamento e Organização de Dados Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003 Generalidades efinição Sobre este termo cada pessoa tem um conceito próprio e todos eles são bastante diferentes. presentamos, aqui, a definição de programação

Leia mais

O Projecto FORBEN na Jomazé

O Projecto FORBEN na Jomazé centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal O Projecto FORBEN na Jomazé Mário Sousa Jomazé Louças Artísticas e Decorativas, Lda CTCV 29 de Maio de 2008 centro tecnológico da cerâmica e do

Leia mais

EUROPROD - Produtividade Controlo de Produtividade de Operárias

EUROPROD - Produtividade Controlo de Produtividade de Operárias 2014 EUROPROD - Produtividade Controlo de Produtividade de Operárias MEE-IT, LDA 10-03-2014 Índice EUROPROD... 2 Como... 3 Europrod Recolha de Dados... 5 Europrod Leitura ótica... 5 Europrod - Online...

Leia mais

3. PLANEAMENTO DA PRODUÇÃO (NÍVEL 1)

3. PLANEAMENTO DA PRODUÇÃO (NÍVEL 1) 3. PLANEAMENTO DA PRODUÇÃO (NÍVEL 1) Neste ponto, são abordados os módulos de planeamento da produção do software BaaN. Este software dispõe dos seguintes três módulos complementares de planeamento: MPS

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO CENTRO DE ALOJAMENTO DE LONGA DURAÇÃO 1 Introdução A experiência da AANP, decorrente quer da intervenção e acompanhamento diários

Leia mais

Formulação de problemas de programação linear. Investigação Operacional (Economia) Exercícios de programação linear Formulação (Problemas propostos)

Formulação de problemas de programação linear. Investigação Operacional (Economia) Exercícios de programação linear Formulação (Problemas propostos) Investigação Operacional (Economia) Exercícios de programação linear Formulação (Problemas propostos) 1 - Um fabricante produz bicicletas e motoretas, devendo cada uma delas ser processada em duas oficinas.

Leia mais

em torno do Planeamento da Produção e da Gestão de Operações

em torno do Planeamento da Produção e da Gestão de Operações workshop Competir e Inovar na Gestão em torno do Planeamento da Produção e da Gestão de Operações Jorge Pinho de Sousa (jsousa@inescporto.pt) Fevereiro 2008 agenda 1. planeamento e escalonamento de operações

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL - CTAE

Leia mais

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio!

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio! Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP Otimize a Gestão do Seu Negócio! Universo da Solução de Gestão SENDYS ERP SENDYS - Copyright 2007 SENDYS é uma marca proprietária da Readsystem, Lda. 2 Universo

Leia mais

Planeamento Industrial Aula 04

Planeamento Industrial Aula 04 Planeamento Industrial Aula 04 Análise de processos:.fluxogramas;.tipos de processo;.medição do desempenho;.exemplos Análise de Processos 2 o Entender como os processos funcionam é fundamental para garantir

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Modelação e Identificação de Sistemas. Controlo. Ângelo Carmo - 1579 Luis Santos - 2717

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Modelação e Identificação de Sistemas. Controlo. Ângelo Carmo - 1579 Luis Santos - 2717 Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Curso de Licenciatura em Engenharia de Automação, Controlo e Instrumentação Modelação e Identificação de Sistemas Controlo Sistema de Transporte e Compactação de

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Centro. Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim. Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha.

Direcção Regional de Educação do Centro. Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim. Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha. Direcção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha Regulamento Da PAP (Prova de Aptidão Profissional) Cursos Profissionais (Portaria

Leia mais

Simulação Industrial

Simulação Industrial Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Simulação Industrial Enunciados de Exercícios Para as Aulas Práticas Acácio M. de O. Porta Nova Departamento de Engenharia e Gestão Instituto Superior Técnico

Leia mais

CONTABILIDADE NACIONAL 1

CONTABILIDADE NACIONAL 1 CONTABILIDADE NACIONAL 1 Ópticas de cálculo do valor da produção O produto de um país pode ser obtido por três ópticas equivalentes: Óptica do Produto permite-nos conhecer o valor do produto por sector

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

BEM VINDO À GESTÃO DE STOCKS DO XD UNLIMITED

BEM VINDO À GESTÃO DE STOCKS DO XD UNLIMITED BEM VINDO À GESTÃO DE STOCKS DO XD UNLIMITED www.xdsoftware.pt Gestão de Stocks XD UNLIMITED 1. O que necessita para Controlar Stock...4 2. Criação de Armazéns...5 3. Configuração do Artigo...6 4. Configuração

Leia mais

ANTÓNIO BALTAZAR MORTAL PROFESSOR ADJUNTO DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO HOTELARIA E TURISMO DA UNIVERSIDADE DO ALGARVE

ANTÓNIO BALTAZAR MORTAL PROFESSOR ADJUNTO DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO HOTELARIA E TURISMO DA UNIVERSIDADE DO ALGARVE ANTÓNIO BALTAZAR MORTAL PROFESSOR ADJUNTO DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO HOTELARIA E TURISMO DA UNIVERSIDADE DO ALGARVE GLOSSÁRIO DE CONTABILIDADE ANALÍTICA NOVEMBRO 2001 NOTA PRÉVIA O principal objectivo

Leia mais

Capítulo 1. Introdução

Capítulo 1. Introdução Capítulo 1 Introdução 1.1. Enquadramento geral O termo job shop é utilizado para designar o tipo de processo onde é produzido um elevado número de artigos diferentes, normalmente em pequenas quantidades

Leia mais

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro)

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) CAPÍTULO I Objectivos e caracterização do controlo de qualidade

Leia mais

GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL

GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL UNIVERSIDADE DO MINHO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO E SISTEMAS GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA PRODUÇÃO LOGÍSTICA AUTOMAÇÃO E ROBÓTICA Sílvio Carmo Silva (Prof.

Leia mais

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I CUSTOS conceitos fundamentais Custo Sacrifício de um recurso para atingir um objectivo específico, ou, dito de outro modo, valor associado à utilização ou consumo de um recurso. A determinação dos custos

Leia mais

Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores

Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores Trabalhos Práticos Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores 1. Objectivos 2. Calendarização 3. Normas 3.1 Relatório 3.2 Avaliação 4. Propostas Na disciplina de Programação

Leia mais

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Norma ISO 9000 Norma ISO 9001 Norma ISO 9004 FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO REQUISITOS LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA MELHORIA DE DESEMPENHO 1. CAMPO

Leia mais

SERVIÇO ESTAFETAS - 2013

SERVIÇO ESTAFETAS - 2013 SERVIÇO ESTAFETAS - 2013 A VIADIRECTA nasceu de um projecto universitário do Instituto Superior de Comunicação Empresarial, e é formada por dois licenciados da referida Universidade e por dois profissionais

Leia mais

Open Course: Techniques of Financial Engineering

Open Course: Techniques of Financial Engineering Open Course: Techniques of Financial Engineering Objectivos a atingir Delimitar os domínios da Gestão financeira a curto prazo da Gestão financeira a médio m e a longo prazo; Realçar ar a importância da

Leia mais

Sistema de Tensionamento de Correias SKF. A forma da SKF apoiar a transmissão Fácil Rápido Repetitivo

Sistema de Tensionamento de Correias SKF. A forma da SKF apoiar a transmissão Fácil Rápido Repetitivo Sistema de Tensionamento de Correias SKF A forma da SKF apoiar a transmissão Fácil Rápido Repetitivo Sistema de Tensionamento de Correias SKF Uma solução inovadora para as transmissões por correias É sabido

Leia mais

Prémio da Qualidade do Distrito de Setúbal Serviços Públicos. Regulamento

Prémio da Qualidade do Distrito de Setúbal Serviços Públicos. Regulamento Prémio da Qualidade do Distrito de Setúbal Serviços Públicos Regulamento Apresentação A experiência e os resultados alcançados com o PROMAAS Programa de Modernização Administrativa das Autarquias de Setúbal,

Leia mais

Departamento Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Ramo de Automação, Produção e Electrónica Industrial

Departamento Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Ramo de Automação, Produção e Electrónica Industrial Departamento Engenharia Electrotécnica e de Computadores Ramo de Automação, Produção e Electrónica Industrial Projecto, Seminário ou Trabalho Final do Curso 2004/2005 Unidade de Engenharia de Sistemas

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho

Segurança e Higiene no Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume III Análise de Riscos um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão Profissional Certificado

Sistema Integrado de Gestão Profissional Certificado elabora Gestão é um sistema integrado de gestão por incluir no mesmo programa controlo de contas correntes de clientes, fornecedores, controlo de stocks e armazéns. Aplicação 32 Bits para ambiente Windows

Leia mais

Computação Paralela. Desenvolvimento de Aplicações Paralelas João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho.

Computação Paralela. Desenvolvimento de Aplicações Paralelas João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho. Computação Paralela Desenvolvimento de Aplicações Paralelas João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Outubro 2005 Desenvolvimento de Aplicações Paralelas Uma Metodologia

Leia mais

Gestão de Armazéns Gestão de Fabrico Gestão de Bobines Registo de Chegadas Sistema para Agentes

Gestão de Armazéns Gestão de Fabrico Gestão de Bobines Registo de Chegadas Sistema para Agentes Laserdata, Lda. Especificidades Para além dos módulos tradicionais num sistema de gestão (Facturação, Stocks, Contas a Receber e Contas a Pagar, Gestão de Encomendas, Orçamentos, etc.), o Lasernet 2000

Leia mais

Planejamento Recursos

Planejamento Recursos UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Planejamento Recursos Prof. Régis K. Scalice DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Objetivos da

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Depositos e política de localização (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Depositos e politica de localização necessidade de considerar qual o papel dos depositos

Leia mais

Sequência de Demonstração de Módulo ABACO Transportes

Sequência de Demonstração de Módulo ABACO Transportes ABACO Consultores Pág. 1 Demo script V01 Sequência de Demonstração de Módulo ABACO Transportes Este documento descreve os passos necessários para criar um Serviço de Transportes no módulo ABACO Transportes,

Leia mais

Regulamento. Tratamento de Encomendas. Plano de Distribuição

Regulamento. Tratamento de Encomendas. Plano de Distribuição Regulamento de Tratamento de Encomendas e Plano de Distribuição 15-Julho-2011 1 Notas Introdutórias Todos os prazos de entrega estabelecidos no presente Regulamento são meramente indicativos, não representam

Leia mais

O PLANEAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO (CP)

O PLANEAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO (CP) O PLANEAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO (CP) INTRODUÇÃO O DINAMISMO DO FUNDO DE MANEIO NECESSÁRIO DE EXPLORAÇÃO O ORÇAMENTO ANUAL DE TESOURARIA O BALANÇO PREVISIONAL AS POLÍTICAS FINANCEIRAS DE CP O CONTROLO

Leia mais

Avis juridique important 31991L0412

Avis juridique important 31991L0412 Avis juridique important 31991L0412 Directiva 91/412/CEE da Comissão, de 23 de Julho de 1991, que estabelece os princípios e directrizes das boas práticas de fabrico de medicamentos veterinários Jornal

Leia mais

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1 GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Iniciar o projecto estabelecer objectivos definir alvos estabelecer a estratégia conceber a estrutura de base do trabalho

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção I

Planejamento e Controle da Produção I Planejamento e Controle da Produção I Sequenciamento e Emissão de Ordens Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2012 Gustavo S. C. Meireles 1 Introdução Programação da produção: define quanto e quando comprar, fabricar

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF Avaliador Cargo NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O PESSOAL DOS GRUPOS PROFISSIONAIS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica Carreira

Leia mais

Gestão da Qualidade. Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ. 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1

Gestão da Qualidade. Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ. 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 Gestão da Qualidade Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 Indicador de Desempenho definição Um Indicador de Desempenho é uma

Leia mais

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

PRIMAVERA INDUSTRY. EXPERIÊNCIA E FLEXIBILIDADE PARA O SECTOR INDUSTRIAL.

PRIMAVERA INDUSTRY. EXPERIÊNCIA E FLEXIBILIDADE PARA O SECTOR INDUSTRIAL. 2 PRIMAVERA BSS PRIMAVERA INDUSTRY. EXPERIÊNCIA E FLEXIBILIDADE PARA O SECTOR INDUSTRIAL. Com o PRIMAVERA INDUSTRY, a PRIMAVERA BSS coloca à disposição das empresas do sector industrial, uma solução aberta,

Leia mais

INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL. Programação Linear. Exercícios

INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL. Programação Linear. Exercícios INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL Programação Linear Exercícios Cap. I Modelo de PL - Formalização António Carlos Morais da Silva Professor de I.O. i Recomendações 1. É possível aprender a matéria fazendo apenas

Leia mais

Fórmulas e Funções 7

Fórmulas e Funções 7 Fórmulas e Funções 7 7.9. Visualização automática do resultado Para visualizar rapidamente o resultado das funções mais simples média, soma, contar, mínimo e máximo: 1. Menu de contexto sobre a barra de

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO. Manual de Utilizador. Portal TRH

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO. Manual de Utilizador. Portal TRH MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO Manual de Utilizador Portal TRH Novembro de 2009 ÍNDICE 1. Introdução...2 2. Registo...4 3. Visualização e criação de operadores...8 4. Introdução

Leia mais

(c) Activos biológicos relacionados com a actividade agrícola e produto agrícola na altura da colheita (ver a NCRF 17 - Agricultura).

(c) Activos biológicos relacionados com a actividade agrícola e produto agrícola na altura da colheita (ver a NCRF 17 - Agricultura). NCRF 18 Inventários Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 2 - Inventários, adoptada pelo texto original do Regulamento (CE) n.º 1126/2008

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO 30 JUNHO 20 1 BREVE ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1º semestre de 20 No contexto macroeconómico, o mais relevante no primeiro

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO DA PRODUÇÃO E QUALIDADE. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/36

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO DA PRODUÇÃO E QUALIDADE. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/36 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO DA PRODUÇÃO E QUALIDADE 1/36 OBJECTIVOS DA FUNÇÃO PRODUÇÃO... 3 A CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO... 5 INFRA-ESTRUTURAS... 10 EQUIPAMENTOS... 12 CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Grupo I. de custeio das saídas utilizado no caso de haver mais de um lote entrado em armazém de produtos acabados.

Grupo I. de custeio das saídas utilizado no caso de haver mais de um lote entrado em armazém de produtos acabados. Exame de Contabilidade Analítica (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) 15/Outubro/2005 VERSÃO A Grupo I 1. Diga qual das afirmações está correcta: a)

Leia mais

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico RESUMO Entre as estratégias gerenciais em empresas de médio e grande porte existe o

Leia mais

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor.

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor. 1 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 110.º do RJIES, a aprovação do presente regulamento, elaborado ao abrigo do estatuído no artigo 3.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, é precedida da sua

Leia mais

Apontamentos de Contabilidade Nacional

Apontamentos de Contabilidade Nacional Apontamentos de Contabilidade Nacional Nuno Cancelo :: 31401 :: ISEL :: Semestre Verão :: Ano Lectivo 2009/2010 1/8 Índice Índices de Preços...3 Produto, Rendimento e Despesa...3 Produto...3 O Produto

Leia mais

www.workinproject.net WCore Gestão técnica, administrativa e financeira integrada para empresas de serviços Flagsoft, Porto

www.workinproject.net WCore Gestão técnica, administrativa e financeira integrada para empresas de serviços Flagsoft, Porto www.workinproject.net WCore Gestão técnica, administrativa e financeira integrada para empresas de serviços Flagsoft, Porto 1 Solução completa para a gestão integrada da sua empresa O WorkinProject é uma

Leia mais

Manual do Serviço. Trabalho Realizado por: Maria João Santos

Manual do Serviço. Trabalho Realizado por: Maria João Santos Manual do Serviço Pós-venda Trabalho Realizado por: Maria João Santos Organização do Trabalho: Conceito de Serviço Pós-Venda Importância do Serviço Pós-Venda Desafios Gestão de stocks Ordens de Serviço

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO F O R M A Ç Ã O A V A N Ç A D A CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO FORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA MEMBROS DA ORDEM DOS ENGENHEIROS ENQUADRAMENTO O CEGE/ISEG é um centro de investigação e projectos do ISEG Instituto

Leia mais

UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes

UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes I Classes... 2 II Relações... 3 II. Associações... 3 II.2 Generalização... 9 III Exemplos de Modelos... III. Tabelas de IRS... III.2 Exames...3 III.3

Leia mais

Planeamento e Controlo de Projectos

Planeamento e Controlo de Projectos Planeamento e Controlo de Projectos Transparências de apoio à leccionação de aulas teóricas Versão 2.1 c 2010, 2006, 1998 Maria Antónia Carravilla José Fernando Oliveira FEUP Planeamento e Controlo de

Leia mais

Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software

Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software Questionário Taxinómico do Software Engineering Institute António Miguel 1. Constrangimentos do Projecto Os Constrangimentos ao Projecto referem-se

Leia mais

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas Informática Aula 3 Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução aos Sistemas A Teoria dos Sistemas proporciona um meio poderoso

Leia mais

CONDIÇÕES DE VENDA. 1. Prazo de entrega O prazo de entrega é o referido na confirmação da encomenda, salvo acordo em contrário.

CONDIÇÕES DE VENDA. 1. Prazo de entrega O prazo de entrega é o referido na confirmação da encomenda, salvo acordo em contrário. CONDIÇÕES DE VENDA A venda de produtos da Portucel Soporcel Fine Paper S.A. ( vendedor ) é regulada pelas condições abaixo descritas, em conformidade com as práticas em vigor na indústria e comércio de

Leia mais

2013 年 度 通 訊 博 物 館 電 子 裝 置 製 作 比 賽

2013 年 度 通 訊 博 物 館 電 子 裝 置 製 作 比 賽 Regras Suplementares Grupos de Ensino Básico e Secundário Função operacional do dispositivo: Ser capaz de parar em posição pré-definida. Materiais: Não existe limitação a materiais excepto dispositivos

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES?

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? Índice 1. O que é planejamento de...3 1.1. Resultados do planejamento de vendas e operações (PVO)...

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 A avaliação de desempenho é uma apreciação sistemática do desempenho dos trabalhadores nos respectivos cargos e áreas de actuação e do seu potencial de desenvolvimento (Chiavenato).

Leia mais

Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação

Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação 070112=SINFIC HM Processo Manutencao MSI.doc, Página 1 Ex.mo(s) Senhor(es): A SINFIC agradece a possibilidade de poder apresentar uma proposta

Leia mais

SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA

SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA O primeiro requisito para venda de uma empresa, total ou parcialmente, é apresentá-la de forma atraente,

Leia mais