Introdução. Objectivos. Metodologia

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1 A diabesidade em Portugal Uma análise do Estudo AMALIA João Sequeira Duarte Endocrinologista do Hospital Egas Moniz. Carlos Perdigão Professor de Cardiologia da Faculdade de Medicina de Lisboa. Evangelista Rocha Professor da Faculdade de Medicina de Lisboa. Ana Santos Coordenadora da Unidade de Sócio-Epidemiologia da Keypoint Consultoria Científica. Nota: O Estudo AMALIA teve o patrocínio da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, o apoio logístico da KeyPoint e um apoio não restritivo da Pfizer. Na Região Autónoma dos Açores verificou-se uma maior prevalência de diabetes e excesso de peso/obesidade, enquanto as regiões Norte e Algarve apresentaram os valores mais baixos destes factores de risco. Conclusões: O AMALIA é o maior estudo sobe a prevalência percepcionada e caracterização dos principais factores de risco de doença cardiovascular realizado em Portugal Continental e Regiões Autónomas. A prevalência percepcionada da obesidade e da diabetes mellitus é superior à obtida no último inquérito nacional de saúde. Os resultados podem influenciar as estratégias de prevenção cardiovascular em Portugal. Palavras-chave: Prevalência; Obesidade; Excesso de peso; Diabetes mellitus; Portugal. Resumo do artigo Introdução: Para uma abordagem eficaz das alterações dos estilos de vida e do controlo dos factores de risco, é necessário um conhecimento da situação existente no país, de modo a estabelecer objectivos e metas adequadas que possam envolver autoridades de saúde, profissionais e população Objectivos: Avaliar a prevalência da obesidade e da diabetes mellitus, a sua distribuição geográfica e caracterização em Portugal e a sua associação aos principais factores de risco de doença cardiovascular. Metodologia: Um total de indivíduos, com idade igual ou superior a 40 anos, com uma distribuição por regiões e grupo etário semelhante à população Nacional, foi inquirida através de um questionário aplicado na comunidade através de uma abordagem domiciliária pelo método de random route, entre Outubro de 2006 e Fevereiro de A prevalência de indivíduos com excesso de peso/obesidade (IMC igual ou superior a 25 Kg/m 2 ) foi de 51,6%, sendo máxima nas classes etárias de anos (57,1%) e de anos (56%). 65,3% dos indivíduos nunca praticara exercício físico, 24% praticavam (em média desde há 11 anos) e 10,6% praticara mas deixara de praticar. Quando inquiridos directamente sobre o diagnóstico de diabetes, 8,9% dos inquiridos afirmou ter esta patologia. A prevalência é máxima na Região Autónoma dos Açores (15,4%) e mínima na região Norte, apresentando valores intermédios que variam entre 9,1% e 11,8% nas restantes regiões. 24

2 Revista Factores de Risco, Nº13 ABR-JUN 2009 Pág Introdução Nos países da Comunidade Europeia, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte na população com mais de 50 anos. Estas doenças têm uma ligação com um conjunto de condicionantes relacionadas com os estilos de vida e com factores de risco que lhe estão associados. Sabemos que as modificações dos estilos de vida (alimentação saudável, prática de exercício físico, cessação do consumo de tabaco), bem como um eficaz controlo e redução dos factores de risco de doença cardiovascular (hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes, excesso de peso, sedentarismo), podem prevenir e retardar o aparecimento das doenças cardiovasculares de origem aterotrombótica. que agora se apresentam os dados relativos à diabesidade, cujo objectivo principal é dar a conhecer a realidade portuguesa quanto à prevalência dos principais factores de risco cardiovasculares, permitindo assim às autoridades e profissionais de saúde uma mais eficaz estratégia de combate a estes factores de risco e à prevenção das doenças a elas associadas em Portugal. Objectivos Com o objectivo de avaliar a prevalência dos da obesidade e da diabetes mellitus, a sua distribuição geográfica e a sua caracterização, em Portugal Continental e Regiões Autónomas, foi feita uma análise dos dados do Estudo AMÁLIA A, um Estudo Epidemiológico de Avaliação do Risco de Doença Cardiovascular em Portugal. A prevalência de indivíduos obesos ou com excesso de peso foi de 51,6%. A prevalência é máxima nas regiões Autónomas dos Açores e Madeira (77,7% e 67,0% respectivamente), seguindo-se as regiões de Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo (58,8% e 56,8%) e a prevalência é mínima na região Norte (41,3%). Valores intermédios verificam-se nas regiões do Centro e do Algarve (53,3% e 48,2% respectivamente). Para uma abordagem eficaz das alterações dos estilos de vida e do controlo dos factores de risco, é necessário um conhecimento da situação existente em cada país, de modo a estabelecer objectivos e metas adequadas que possam envolver autoridades de saúde, profissionais e população. Portugal tem uma incidência de doença coronária que o aproxima dos países europeus de baixo risco cardiovascular, mas tem uma incidência de acidentes cerebrovasculares que o aproxima dos países de alto risco. Têm sido publicados estudos parciais e/ou regionais sobre a prevalência dos diversos factores de risco em Portugal, nomeadamente sobre a obesidade e está em curso um estudo para avaliar a prevalência da diabetes mellitus tipo 2 à escala nacional. Foi por isso desenhado este estudo de Metodologia A metodologia do estudo AMALIA A já foi apresentada e está publicada na Revista Portuguesa de Cardiologia (1 abaixo). Faremos aqui uma breve apresentação da metodologia utilizada. Assim, foram recolhidos dados através de um questionário aplicado por entrevista directa feita por pessoal especializado e após consentimento informado, onde se solicitava informação socio-demográfica, dados clínicos, factores de risco cardiovascular, doença cardiovascular, utilização de recursos de saúde e qualidade de vida. 25

3 A diabesidade em Portugal. Uma análise do Estudo AMALIA. A prevalência da diabetes aumenta com a idade. É máxima depois dos 80 anos (14,5%) e entre os anos (14,4%), mínima na década dos anos (3,8%) e apresenta valores intermédios na décadas dos (7,6%) e dos anos (11,3%). Critérios de selecção Indivíduos de ambos os sexos, residentes em Portugal Continental ou nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, com idade igual ou superior a 40 anos. Segundo o recenseamento de 2001 a população global de indivíduos de ambos os sexos com idade igual ou superior a 40 anos em Portugal é de indivíduos. Com base na prevalência estimada dos principais factores de risco, do enfarte agudo do miocárdio (EAM) e de acidente vascular cerebral (AVC), e assumindo como valor limite o associado à probabilidade de enfarte do miocárdio na mulher como de 1,8%, considerando um intervalo de confiança de 95% e um erro igual ou inferior a 0,5%, determinou-se uma amostra de indivíduos. A dimensão regional da amostra foi definida em função das áreas geográficas consolidadas em Nomenclatura das Unidades Territoriais (NUTs II): Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo (LVT), Alentejo, Algarve, Região Autónoma da Madeira e Região Autónoma dos Açores. As amostras regionais foram definidas com base na população residente com idade igual ou superior a 40 anos (recenseamento de 2001-INE). A distribuição por concelhos teve em linha de conta os índices de densidade demográfica e de envelhecimento da população, sendo a selecção final aleatória. Os dados socio-demográficos recolhidos foram o sexo, data de nascimento, estado civil, escolaridade, situação profissional e profissão. Os dados de observação clínica recolhidos foram o peso e a altura. Os factores de risco inquiridos foram o consumo de tabaco, a prática de exercício físico/actividade física (mais de 30 minutos pelo menos 2 x por semana), a história familiar de doença cardiovascular (familiares de 1º grau) e a presença de hipertensão arterial, hipercolesterolemia ou diabetes mellitus.adicionalmente foi recolhida informa - ção sobre o diagnóstico, tratamento e seguimento de cada uma destas situações, se presentes. O inquérito completo está publicado no artigo referente à metodologia do estudo AMALIA A (1). O questionário foi aplicado na comunidade através de uma abordagem domiciliária estabelecida por metodologia de random route, tendo também sido contactadas entidades locais, profissionais, de lazer ou de carácter social (escolhidos de forma aleatória pela lista telefónica das várias regiões/concelhos e solicitada autorização para aplicação do questionário). Durante o estudo piloto foi efectuado, além da aplicação do questionário, uma avaliação directa do peso (em balança electrónica), da altura (craveira), perímetro da cintura e da anca (avaliados com fita métrica a meia distância entre o umbigo e as cristas ilíacas, e a anca a nível dos trocanteres, respectivamente), da pressão arterial (esfigmomanómetro electrónico OMROM, média de duas medições em repouso, com intervalo de 5 minutos em posição sentada) e do colesterol (por determinação capilar e leitura em aparelho digital Accutrend da Roche Diagnósticos), que permitiu a validar o questionário e as respostas dadas pelos inquiridos. O período da recolha de dados do estudo teve a duração de cinco meses, entre Outubro de 2006 e Fevereiro de A taxa individual de recusa de participação foi inferior a 10%. Análise Estatística Foram calculadas frequências absolutas e relativas para as variáveis categoriais e a média, mediana, desvio padrão, quartis, máximos e mínimos para as variáveis contínuas. Calculou-se a proporção (e respectivos IC a 95%) de inquiridos que declarou ter hipertensão arterial, diabetes, hipercolesterolemia, EAM, AVC, e a sua estratificação por sexo, grupo etário e presença de outros factores de risco (tabagismo, obesidade, inactividade física). Nas análises comparativas foi realizado o teste do qui quadrado ou o teste exacto de Fisher, para comparação de frequências, e o teste T de student para amostras independentes (ou One-Way ANOVA sempre que se compararam mais do que 2 grupos), para comparação de médias. 26

4 Revista Factores de Risco, Nº13 ABR-JUN 2009 Pág Todos os cálculos e teste de associação entre variáveis ou grupos de indivíduos foram realizados para um limiar de significância de 0,05. A análise estatística foi efectuada utilizando o software SPSS15.0. Resultados Caracterização global da população Foram incluídos no estudo indivíduos, com uma distribuição por Região e grupo etário semelhante à da população Nacional. Foi avaliado o grau de escolaridade da população estudada, que se apresentava assim distribuída: sem escolaridade, 3322 indivíduos (8,6%); 1º ciclo, (45,8%); 2º ciclo, 5619 (14,4%); 3º ciclo, 5108 (13,1%); >12 anos, 6663 (17,1%); não avaliado, 384 (1%). Verificou-se a seguinte distribuição pela situação profissional: activo, indivíduos (54,8 %); reformado, (31,4 %); desempregado, 1185 (3%); estudante, 35 (0,1%); doméstico, 3978 (10,2%); não avaliado 179 (0,5%). A avaliação do IMC (Kg/m 2 ) mostra que 388 indivíduos (1%) tinham baixo peso (IMC <18,5 Kg/m 2 ), (47,4%) tinham um peso normal (IMC entre 18,5 e 24,9 Kg/m 2 ), (42,3%) tinham excesso de peso (IMC entre 25 e 29,9 Kg/m 2 ), (9,0%) tinham obesidade (IMC entre 30-39,9 Kg/m 2 ) e 99 (0,3%) tinham obesidade mórbida (IMC igual ou superior a 40 Kg/m 2 ). Quadro I Distribuição da amostra por Região, Classe Etária e Sexo Região Norte Centro LVT Alentejo Algarve Açores Madeira Sexo Idade (anos) >=80 Total Masculino N (%) 2058 (16,1) 1498 (11,8) 1228 (9,6) 810 (6,4) 284 (2,2) 5878 (46,1) Feminino N (%) 2053 (16,1) 1643 (12,9) 1483 (11,6) 1133 (8,9) 557 (4,4) 6869 (53,9) Total N (%) 4111 (32,3) 3141 (24,6) 2711 (21,3) 1943 (15,2) 841 (6,6) (100,0) Masculino N (%) 1229 (13,2) 1037 (11,1) 970 (10,4) 766 (8,2) 288 (3,1) 4290 (45,9) Feminino N (%) 1290 (13,8) 1152 (12,3) 1131 (12,1) 965 (10,3) 518 (5,5) 5056 (54,1) Total N (%) 2519 (27) 2189 (23,4) 2101 (22,5) 1731 (18,5) 806 (8,6) 9346 (100,0) Masculino N (%) 1327 (12,9) 1334 (13,0) 1071 (10,4) 650 (6,3) 250 (2,4) 4632 (45,0) Feminino N (%) 1580 (15,4) 1512 (14,7) 1240 (12) 885 (8,6) 443 (4,3) 5660 (55,0) Total N (%) 2907 (28,2) 2846 (27,7) 2311 (22,5) 1535 (14,9) 693 (6,7) (100,0) Masculino N (%) 435 (12,7) 365 (10,7) 371 (10,9) 296 (8,7) 105 (3,1) 1572 (46,0) Feminino N (%) 435 (12,7) 427 (12,5) 415 (12,2) 371 (10,9) 194 (5,7) 1842 (54,0) Total N (%) 870 (25,5) 792 (23,2) 786 (23,0) 667 (19,5) 299 (8,8) 3414 (100,0) Masculino N (%) 218 (14,1) 187 (12,1) 164 (10,6) 118 (7,7) 56 (3,6) 743 (48,2) Feminino N (%) 212 (13,7) 186 (12,1) 180 (11,7) 142 (9,2) 79 (5,1) 799 (51,8) Total N (%) 430 (27,9) 373 (24,2) 344 (22,3) 260 (16,9) 135 (8,8) 1542 (100,0) Masculino N (%) 128 (17) 84 (11,2) 71 (9,4) 49 (6,5) 18 (2,4) 350 (46,5) Feminino N (%) 125 (16,6) 93 (12,4) 86 (11,4) 65 (8,6) 34 (4,5) 403 (53,5) Total N (%) 253 (33,6) 177 (23,5) 157 (20,8) 114 (15,1) 52 (6,9) 753 (100,0) Masculino N (%) 117 (14,6) 86 (10,8) 68 (8,5) 50 (6,3) 18 (2,3) 339 (42,4) Feminino N (%) 133 (16,6) 106 (13,3) 111 (13,9) 76(9,5) 34 (4,3) 460 (57,6) Total N (%) 250 (31,3) 192 (24) 179 (22,4) 126 (15,8) 52 (6,5) 799 (100,0) 27

5 A diabesidade em Portugal. Uma análise do Estudo AMALIA. Quadro II Subgrupos de IMC por Região e por Sexo IMC (Kg/m 2 ) Região Norte Centro LVT Alentejo Algarve Açores Madeira Sexo <18,5Kg/m 2 Baixo peso 18,5-24,9 Kg/m 2 Normal 25-29,9Kg/m 2 Excesso de peso 30-39,9Kg/m 2 Obesidade >=40 Kg/m 2 Obes.mórbida Masc. N (%) 13 (0,1) 2615 (20,6) 3039 (23,9) 194 (1,5) 2 (0,02) 5863 (46,2) Fem. N (%) 204 (1,6) 4628 (36,4) 1844 (14,5) 163 (1,3) 1 (0,01) 6840 (53,8) Total N (%) 217 (1,7) 7243 (57,0) 4883 (38,4) 357 (2,8) 3 (0,02) (100,0) Masc. N (%) 9 (0,1) 1471 (15,8) 2384 (25,7) 402 (4,3) 7 (0,1) 4273 (46,0) Fem. N (%) 55 (0,6) 2801 (30,2) 1693 (18,2) 449 (4,8) 14 (0,2) 5012 (54,0) Total N (%) 64 (0,7) 4272 (46,0) 4077 (43,9) 851 (9,2) 21 (0,2) 9285 (100,0) Masc. N (%) 12 (0,1) 1635 (16,2) 2302 (22,8) 634 (6,3) 14 (0,1) 4597 (45,4) Fem. N (%) 59 (0,6) 2463 (24,3) 2030 (20,1) 930 (9,2) 39 (0,4) 5521 (54,6) Total N (%) 71 (0,7) 4098 (40,5) 4332 (42,8) 1564 (15,5) 53 (0,5) (100,0) Masc. N (%) 2 (0,1) 569 (17,1) 787 (23,7) 169 (5,1) 1 (0,03) 1528 (46,1) Fem. N (%) 11 (0,3) 853 (25,7) 724 (21,8) 195 (5,9) 7 (0,2) 1790 (53,9) Total N (%) 13 (0,4) 1422 (42,9) 1511 (45,5) 364 (11,0) 8 (0,2) 3318 (100,0) Masc. N (%) 2 (0,1) 324 (21,3) 381 (25,0) 30 (2,0) 1 (0,1) 738 (48,5) Fem. N (%) 15 (1,0) 448 (29,4) 276 (18,1) 45 (3,0) 0 (0) 784 (51,5) Total N (%) 17 (1,1) 772 (50,7) 657 (43,2) 75 (4,9) 1 (0,1) 1522 (100,0) Masc. N (%) 3 (0,4) 61 (8,3) 211 (28,7) 66 (9,0) 0 (0) 341 (46,5) Fem. N (%) 2 (0,3) 98 (13,4) 184 (25,1) 100 (13,6) 9 (1,2) 393 (53,5) Total N (%) 5 (0,7) 159 (21,7) 395 (53,8) 166 (22,6) 9 (1,2) 734 (100,0) Masc. N (%) 1 (0,1) 109 (13,8) 196 (24,8) 28 (3,5) 2 (0,3) 336 (42,6) Fem. N (%) 0 (0) 150 (19,0) 231 (29,3) 70 (8,9) 2 (0,3) 453 (57,4) Total N (%) 1 (0,1) 259 (32,8) 427 (54,1) 98 (12,4) 4 (0,5) 789 (100,0) Total Prevalência de subgrupos do IMC por Classe Etária IMC (Kg/m 2 ) Idade <18,5Kg/m 2 Baixo peso 18,5-24,9 Kg/m 2 Normal 25-29,9Kg/m 2 Excesso de peso 30-39,9Kg/m 2 Obesidade >=40 Kg/m 2 Obes.mórbida Total N (%) 147 (0,4) 6225 (16,2) 4134 (10,7) 747 (1,9) 25 (0,1) (29,3) N (%) 81 (0,2) 4322 (11,2) 4276 (11,1) 932 (2,4) 33 (0,1) 9644 (25,1) N (%) 60 (0,2) 3589 (9,3) 3880 (10,1) 948 (2,5) 24 (0,1) 8501 (22,1) N (%) 54 (0,1) 2704 (7,0) 2868 (7,5) 633 (1,6) 14 (0,04) 6273 (16,3) >=80 N (%) 46 (0,1) 1385 (3,6) 1124 (2,9) 215 (0,6) 3 (0,01) 2773 (7,2) Total N (%) 388 (1,0) (47,4) (42,3) 3475 (9,0) 99 (0,3) (100,0) 28

6 Revista Factores de Risco, Nº13 ABR-JUN 2009 Pág Em relação ao sexo, a prevalência foi maior no sexo feminino (9,3%) quando comparado com o sexo masculino (8,5%). A prevalência da diabetes por classe etária é apresentada no Quadro, verificando-se que aumenta com a idade. É máxima depois dos 80 anos (14,5%) e entre os anos (14,4%), mínima na década dos anos (3,8%) e apresenta valores intermédios nas décadas dos (7,6%) e dos anos (11,3%). Prevalência de DM por classe etária Diabetes N % anos 426 3, anos 736 7, anos , anos ,4 Figura 1 Prevalência de Obesidade e excesso de peso. 80 anos ,5 Total ,9 Diabetes Quando inquiridos directamente sobre o diagnóstico de diabetes, 8,9% dos inquiridos afirmou ter esta patologia. A prevalência da diabetes por região é apresentada no (Quadro). Verificou-se que a prevalência da diabetes é máxima na Região Autónoma dos Açores (15,4%) e mínima na região Norte, apresentando valores intermédios que variam entre 9,1% e 11,8% nas restantes regiões. Prevalência de DM por Região Diabetes N % Norte 825 6,5 Centro 847 9,1 LVT ,2 Alentejo ,8 Algarve 140 9,1 Açores ,4 Madeira 84 10,6 Total ,9 Em relação ao nível de escolaridade, a prevalência da diabetes é inversamente proporcional ao nível de escolaridade. Assim, é máxima nos indivíduos sem escolaridade (17,2%) e mínima nos indivíduos com escolaridade superior a 12 anos (3,7%), apresentando valores progressivamente mais baixos de diabetes consoante vai aumentando a escolaridade (11,1% nos que têm o 1º ciclo, 6,8% nos que têm o 2º ciclo e 4,9% nos que têm o 3º ciclo). Quanto ao índice de massa corporal, verifica-se que a prevalência da diabetes é directamente proporcional ao índice de massa corporal. É máxima na obesidade (17,4%), mínima nos indivíduos de baixo peso (5,2%) ou peso normal (6,7%), apresentando um valor intermédio nos indivíduos com excesso de peso (9,6%). 29

7 A diabesidade em Portugal. Uma análise do Estudo AMALIA. Figura 2 Prevalência de diabetes. Em relação à prática de exercício físico, verifica-se que a prevalência de diabetes é máxima nos indivíduos que não praticam exercício físico (10,2%) e mínima nos que praticam (6,1%), apresentando um valor intermédio (7,6%) nos que deixaram de praticar. Quanto à história familiar de doença coronária e/ ou cerebrovascular, a prevalência de diabetes é maior nos indivíduos com este antecedente (10,8%), quando comparado com os indivíduos que não o têm (7,8%). A prevalência de diabetes nos indivíduos que tinham tido EAM foi de 21,3%, contra 8,6% nos indivíduos que não tiveram EAM. A prevalência de diabetes nos indivíduos que tinham tido AVC foi de 21,9%, contra 8,5% nos indivíduos que não tiveram AVC. Discussão Este é o maior e o mais recente estudo de âmbito nacional avaliando a prevalência de obesidade em Portugal. Os resultados são um pouco diferentes do que se encontrou no INS2005/2006. Encontrámos um aumento da prevalência do excesso de peso (42,3%) e uma menor prevalência de obesidade (9,0%), mas devemos sublinhar que o peso aumenta com a idade nos dois estudos e, porque os escalões etários não são coincidentes, não podemos fazer comparações directas. Assim e apenas no Continente, segundo o INS2005/ ,5% da população adulta com mais de 18 anos era obesa (IMC >30) e 18,6% tinha excesso de peso (IMC >25 a 30). Os homens têm mais excesso de peso do que as mulheres, 20,8% versus 16,6% e as mulheres são mais obesas 16,9% versus 16% nos homens. Comparando com os resultados do 3º INS (1998/1999) o aumento da obesidade foi de 2,7% e o excesso de peso variou de mais de 0,5%. A prevalência de obesidade é máxima na 4ª e 5ª décadas de vida, decaindo nas décadas seguintes. Na Região Autónoma dos Açores, 18,4% tinha excesso de peso e 20% de obesidade enquanto que na Região Autónoma da Madeira, 19,2% tinha excesso de peso e 14,0% obesidade (não são conhecidos resultados comparativos publicados). No 4º INS (2005/2006 o excesso de peso afecta 18,6% da população com 18 ou mais anos, e a obesidade 16,5%) dos portugueses (3). A prevalência de indivíduos obesos ou com excesso de peso foi de 51,6%. A prevalência é máxima nas regiões Autónomas dos Açores e Madeira, seguindo-se as regiões de Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo e a prevalência é mínima na região Norte. Valores intermédios verificam-se nas regiões do Centro e do Algarve. A prevalência de indivíduos obesos vai decrescendo em cada década acima dos 50 anos, como o esperado. Também como o esperado por estudos nacionais e internacionais, a prevalência de indivíduos com obesidade/ excesso de peso é inversamente proporcional ao nível de escolaridade (4,5). Assim, a prevalência de indivíduos com obesidade/excesso de peso foi máxima nos indivíduos sem escolaridade ou com o 1º ciclo, seguindo-se os indivíduos com o 2º e 3º ciclo sendo a prevalência mínima nos indivíduos com escolaridade superior a 12 anos. Em relação à prevalência de obesidade/excesso de peso consoante a prática de exercício físico, verifica-se que é maior nos indivíduos que não praticam exercício, quando comparado com os que praticam, também como o esperado (6). A prevalência de obesidade/excesso de peso foi de 54,6% nos indivíduos que referiam história familiar de doença coronária e/ou cérebro-vascular, enquanto a prevalência foi de 49,9% nos indivíduos que não referiam estes antecedentes. Este resultado é esperado (7), pois a história familiar é um risco conhecido, mas nem sempre registado nos processos clínicos hospitalares (8). 30

8 Revista Factores de Risco, Nº13 ABR-JUN 2009 Pág A prevalência da obesidade/excesso de peso nos indivíduos que tinham tido EAM foi de 66,8%, contra 50,7% nos indivíduos que não tiveram EAM. A prevalência da obesidade/excesso de peso nos indivíduos que tinham tido AVC foi de 60,0%, contra 50,8% nos indivíduos que não tiveram AVC. Este resultado é menos referido pois a obesidade é uma condição pouco registada nos processos clínicos hospitalares em todo o mundo. A maior prevalência de diabetes no sexo feminino (9,3%) quando comparado com o sexo masculino (8,5%), é um achado inesperado. Nos estudos anteriores os homens têm apresentado taxas padronizadas um pouco superiores às mulheres (10,5 versus 7,6% no W-Risk (9) ). Está em curso um estudo a nível nacional para determinar a prevalência de diabetes pela prova de tolerância oral à glicose mas, os dados mais citados disponíveis referem que no Continente é de 6,5%, na Região Autónoma dos Açores, 6,7%, na Região Autónoma da Madeira, 4,6%. No 4º Inquérito Nacional de Saúde de 2005/2006 a prevalência de diabetes no Continente era também de 6,5%, contra 5,4% no 3º Inquérito Nacional de Saúde de 1998/1999. Não podemos deixar de sublinhar a elevada prevalência da diabetes na Região Autónoma dos Açores e a associação verificada com a prevalência de excesso de peso e de obesidade que também é máxima nesta Região. Apesar da prevalência da diabetes ter aumentado, muito provavelmente estes valores são abaixo dos reais porque os dados obtidos foram auto-referidos, isto é, só disse que era diabético quem já o sabia ser. Assim é do conhecimento científico que só 50% das pessoas (10) com diabetes sabem que o são. Estes números parecem elevados mas estão na linha do aumento de incidência (maior no sexo feminino) que tem sido relatado pela rede dos Médicos - Sentinela de onde se tem tentado estimar a prevalência da diabetes numa coorte de utentes do Serviço Nacional de Saúde (11). A prevalência da diabetes aumenta com a idade. É máxima depois dos 80 anos e entre os anos, mínima na década dos anos e apresenta valores intermédios nas décadas dos e dos anos. Estes dados estão dentro do esperado por publicações anteriores (3). Em relação ao nível de escolaridade, a prevalência da diabetes é inversamente proporcional ao nível de escolaridade. Assim, é máxima nos indivíduos sem escolaridade (17,2%) e mínima nos indivíduos com escolaridade superior a 12 anos (3,7%), apresentando valores progressivamente mais baixos de diabetes consoante vai aumentando a escolaridade (11,1% nos que têm o 1º ciclo, 6,8% nos que têm o 2º ciclo e 4,9% nos que têm o 3º ciclo). Esta maior prevalência está associada a uma maior taxa de obesidade entre os menos escolarizados. A prevalência da diabetes é directamente proporcional ao índice de massa corporal. É máxima na obesidade (17,4%) mínima nos indivíduos de baixo peso (5,2%) ou peso normal (6,7%), apresentando um valor intermédio nos indivíduos com excesso de peso (9,6%). É uma observação consistente com o que se conhece da fisiopatologia da doença. Também suportada pelos dados epidemiológicos e pelos conhecimentos fisiopatológicos, é a prevalência máxima de diabetes nos indivíduos que não praticam exercício físico e mínima nos que praticam. A história familiar de doença coronária e/ou cérebrovascular, a prevalência de diabetes é maior nos indivíduos com este antecedente (10,8%), quando comparado com os indivíduos que não o têm (7,8%). Este resultado é um sinal de que algumas famílias apresentam condições que geram um risco cardio-metabólico aumentado. A prevalência de diabetes nos indivíduos que tinham tido EAM e AVC foi superior face aos que não tiveram (21,3% 21,9% contra 8,6% e 8,5% nos indivíduos que não tiveram, respectivamente). Estes resultados reflectem o aumento do risco de acidentes cardiovasculares não fatais nos diabéticos. Conclusões O AMALIA é o maior estudo sobre a prevalência percepcionada e caracterização dos principais factores de risco de doença cardiovascular realizado em Portugal Continental e Regiões Autónomas. Verifica-se que a prevalência da obesidade está um pouco acima do que foi observado em estudos anteriores, mas é bastante superior nas Regiões Autónomas que no Continente. A prevalência percepcionada da diabetes mellitus é superior à obtida no último inquérito nacional de saúde, com importantes e também inesperadas variações regionais e as esperadas associações com a idade, a obesidade e o sedentarismo. Os resultados podem influenciar as estratégias de prevenção cardiovascular em Portugal. 31

9 A diabesidade em Portugal. Uma análise do Estudo AMALIA. Bibliografia 1. Macedo A., Santos A., Rocha E., Perdigão C. Percepção da Doença Cardíaca e Cerebral e dos Factores de Risco Cardiovasculares em Portugal: Estudo AMALIA. Rev. Port. Cardiologia2008; 27: º Inquérito Nacional de Sáude 1998/ Instituto nacional de Estatística e Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge º Inquérito Nacional de Sáude 2005/2006. Instituto nacional de Estatística e Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. 3 de Agosto Fernando Batista et al. Obesidade e pobreza. Postgraduate Medicine. Vol 25 5; Obesity and poverty: A new public health challenge. Washington, DC, Pan American Health. Organization, 2000:3--10 (Scientific Publication, No. 576). 6. Evangelista Rocha, Paula Iglésias, Telmo Baptista, José Cabrita. Auto-avaliação do estado de saúde e comportamentos de risco da população estudantil da Universidade de Lisboa. Revista de Epidemiologia 2001; 4 (1) Suplemento de Arquivos de Medicina Revista de Ciência e Arte Médicas 2001; 15 (Suplem. 2): British Heart Foundation Statistics Diet, physical activity and obesity statistics. British Heart Foundation Health Promotion Research Group. Department of Public Health, University of Oxford. 8. World Health Organization (2002) The World Health Report Reducing Risks, Promoting Health Life. World Health Organization: Geneva. 9. Massano Cardoso et al - Estudo e Prevalência da Obesidade em Portugal (W-Risk) em pt/action/2/cnt_id/867/. 10. European cardiovascular disease statistics British Heart Foundation Health Promotion Research Group and Health Economics Research Centre, Department of Public Health, University of Oxford. European Heart Network AISBL. 11. Isabel Marinho Falcão, Paulo Jorge Nogueira, Zilda Pimenta. Incidência anual da diabetes mellitus em Portugal Resultados da Rede Médicos-Sentinela, de 1992 a 1999 Rev Port Clin Geral 2001;17:

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