Estudo de prevalência da hipertensão arterial, excesso de peso e obesidade no concelho de Vizela em

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1 Estudo de prevalência da hipertensão arterial, excesso de peso e obesidade no concelho de Vizela em Guimarães A. Unidade de Saúde Familiar Physis, Vizela, Portugal Resumo Este estudo teve como objectivo avaliar a prevalência da hipertensão arterial, do excesso de peso e da obesidade no concelho de Vizela, assim como a eventual relação entre a hipertensão arterial e o excesso de peso / obesidade. Foram seleccionados aleatoriamente 402 utentes da lista de um Médico de Família representativos da população do concelho de Vizela de acordo com o sexo e o grupo etário, com idades compreendidas entre os 20 e os 95 anos. Foram considerados hipertensos os indivíduos com uma medição da pressão arterial 140/90 ou a tomar anti-hipertensores. O peso foi estratificado em peso normal para um IMC <25, excesso de peso para um IMC entre 25 e 29,99 ou obesidade para um IMC 30. A prevalência total da hipertensão arterial foi de 36,1%, sendo de 35,7% nos homens e 36,4% nas mulheres. Esta prevalência aumenta com a idade, de 7,3% no escalão etário dos 20 aos 29 anos até 90,9% a partir dos 70 anos. As prevalências globais do excesso de peso e da obesidade foram de 37,8% e 17,7% respectivamente. Estas prevalências aumentam com a idade, tal como a da hipertensão. Foi observada uma forte relação entre a hipertensão e o excesso de peso e a obesidade (p<0,001), com odds ratios de 3,19 para o excesso de peso e 7,85 para a obesidade. As taxas de tratamento e controlo da hipertensão neste estudo foram muito superiores às do famoso estudo nacional de 2003, o que parece demonstrar um elevado nível de eficácia do seguimento dos hipertensos numa Unidade de Saúde Familiar. Introdução A prevalência da hipertensão arterial na região Norte de Portugal foi estimada em 37,8% 1. Esta estimativa é por vezes contestada pelo facto de no estudo em questão se ter considerado para diagnóstico os valores de pressão arterial medidos num só dia. Este estudo teve como objectivo avaliar a prevalência da hipertensão arterial no concelho de Vizela assim como a prevalência do excesso de peso e da obesidade e a eventual relação destes com a hipertensão arterial. Material e métodos Em 19 de Fevereiro de 2010 foi seleccionada aleatoriamente na lista de utentes do autor, Médico de Família na Unidade de Saúde Familiar Physis em Vizela, uma amostra de 402 indivíduos com idade igual ou superior a 20 anos, representativa da população de Vizela de acordo com o escalão etário e o sexo segundo o Censo de Esta amostra tem um tamanho superior ao necessário para um nível de confiança de 95% (ou erro de precisão de 0,05), que seria de 362 indivíduos para uma prevalência da hipertensão arterial estimada em 38%. A lista de utentes foi estratificada por sexo e grupos etários e dentro destes foi seleccionado aleatoriamente o número de indivíduos necessário. Os utentes sem dados suficientes registados (pressão arterial, altura e peso registados entre Março de 2007 e Fevereiro de 2010) foram substituídos pelo utente seguinte na lista. Foram considerados

2 hipertensos os pacientes com uma medição da pressão arterial com valores superiores ou iguais a 140/90 ou a tomar anti-hipertensores (excepto quando estes se destinavam a tratar outras doenças em pacientes normotensos). Foram considerados como controlados os hipertensos com a última medição de pressão arterial inferior a 140/90. O índice de massa corporal (IMC) foi registado e estratificado em três categorias: Peso normal para um IMC <25, excesso de peso para um IMC entre 25 e 29,9, obesidade para um IMC 30. A pressão arterial foi medida pelo médico no consultório com esfigmomanómetro aneróide ou de coluna de mercúrio com braçadeiras adaptadas ao diâmetro do braço e o peso e altura foram medidos pelo médico e não obtidos por interrogatório. Resultados Prevalência da hipertensão arterial A prevalência total da hipertensão arterial foi de 36,1%, sendo de 35,7% nos homens e 36,4% nas mulheres. A prevalência aumenta com a idade, de 7,3% no escalão etário dos 20 aos 29 anos até 90,9% a partir dos 70 anos (tabela I e figura 1) Tabela I: Prevalência da hipertensão arterial por grupos etários e sexo no concelho de Vizela em Grupo etário Homens (%) Mulheres (%) Total (%) ,6 4,1 7, ,6 16,0 16, ,0 39,0 39, ,0 55,6 57, ,7 85,0 76, ,9 89,5 90,9 Total 35,7 36,4 36,1

3 Não foram observadas diferenças significativas entre os dois sexos (p>0,05). Tratamento e controlo da hipertensão arterial As taxas de tratamento e controlo da hipertensão neste estudo foram respectivamente de 78,6% e 55,2% neste estudo, valores muito superiores aos 58,0% e 12,1% da referência 1. Tabela II: Percentagens de tratamento e controlo dos hipertensos numa lista de utentes Homens Mulheres Total Grupo Hipertensos Tratados Controlados Hipertensos Tratados Controlados Hipertensos Tratados Controlados etário ,6 20,0 20,0 4,1 0,0 0,0 7,3 14,3 14, ,6 44,4 33,3 16,0 37,5 37,5 16,8 41,2 35, ,0 87,5 50,0 39,0 81,3 68,8 39,0 84,4 59, ,0 100,0 60,0 55,6 66,7 53,3 57,7 83,3 56, ,7 83,3 50,0 85,0 94,1 58,8 76,3 89,7 55, ,9 92,3 61,5 89,5 94,1 76,5 90,9 93,3 70,0 Total 35,7 80,0 50,0 36,4 77,3 60,0 36,1 78,6 55,2 Prevalência do excesso de peso e obesidade A prevalência do excesso de peso e da obesidade aumenta com a idade, tal como a da hipertensão. Neste estudo as prevalências globais do excesso de peso e da obesidade no concelho de Vizela foram de 37,8% e 17,7% respectivamente (tabela III e fig.2). Estas prevalências são próximas das estimadas a nível nacional em , que foram de 39,4% para o excesso de peso e 14,2% para a obesidade, embora com uma maior prevalência da obesidade no concelho de Vizela, mas sem diferenças significativas. A diferença entre homens e mulheres também não foi significativa (p>0,05). Tabela III: Prevalência do excesso de peso e obesidade por grupos etários e sexo no concelho de Vizela em Homens Mulheres Total Grupo Peso Excesso de Obesidade Peso Excesso de Obesidade Peso Excesso de Obesidade etário normal peso normal peso normal peso ,6 29,8 10,6 67,3 30,6 2,0 63,5 30,2 6, ,1 41,2 13,7 66,0 24,0 10,0 55,4 32,7 11, ,5 39,0 19,5 43,9 29,3 26,8 42,7 34,1 23, ,0 60,0 20,0 22,2 59,3 18,5 21,2 59,6 19, ,7 44,4 38,9 25,0 50,0 25,0 21,1 47,4 31, ,3 50,0 35,7 31,6 31,6 36,8 24,2 39,4 36,4 Total 39,8 41,3 18,9 49,0 34,5 16,5 44,5 37,8 17,7

4 Foi observada uma forte relação entre a hipertensão e o excesso de peso e a obesidade (p<0,001), com odds ratios de 3,19 para o excesso de peso e 7,85 para a obesidade, o que significa que os vizelenses com excesso de peso têm 3,19 vezes mais probabilidades de serem hipertensos do que os vizelenses com peso normal e os vizelenses obesos têm 7,85 vezes mais probabilidades de serem hipertensos do que os vizelenses com peso normal. Discussão Introdução Este estudo foi o primeiro realizado sobre a prevalência da hipertensão, excesso de peso e obesidade no concelho de Vizela. Material e métodos A amostra é representativa da população do concelho de Vizela, apesar de ter sido seleccionada a partir da lista de utentes de um só médico, já que os utentes deste médico não foram seleccionados segundo nenhum critério específico e mais de 95% dos utentes recorreram às consultas no período em questão. A pressão arterial foi medida sistematicamente, independentemente do motivo de consulta. Prevalência da hipertensão arterial Os resultados mostram uma prevalência da hipertensão arterial no concelho de Vizela de 36,1%, o que não difere significativamente da prevalência estimada para a região Norte de Portugal na referência 1, que foi de 37,8%. Já no que diz respeito a eventuais diferenças entre os sexos, estas não foram significativas neste estudo, contrariamente ao observado na referência 1, onde existe uma maior percentagem de hipertensos no sexo masculino.

5 A prevalência da hipertensão aumenta com a idade, sendo mais significativa a partir dos 40 anos. Tratamento e controlo da hipertensão arterial As taxas de tratamento e controlo da hipertensão neste estudo foram muito superiores às da referência 1, o que não é surpreendente, já que todos os indivíduos desta amostra são utentes de uma Unidade de Saúde Familiar, com um protocolo bem definido de consultas e exames regulares para os hipertensos, o que não é o caso para toda a população portuguesa. Mais de 95% dos utentes recorreram aos serviços da Unidade de Saúde Familiar Physis no período em análise, sendo os homens dos 20 aos 39 anos os mais irregulares no recurso aos serviços. As taxas de tratamento medicamentoso são mais baixas nos hipertensos mais novos. A maior parte dos pacientes não medicados tem hipertensão grau I sem outros factores de risco cardiovascular. Os benefícios do tratamento medicamentoso neste tipo de doentes não estão claramente estabelecidos. Outros são doentes que não aderem ao tratamento. Prevalência do excesso de peso e obesidade Neste estudo as prevalências do excesso de peso e da obesidade no concelho de Vizela foram de 37,8% e 17,7% respectivamente. Estas prevalências não são significativamente diferentes das prevalências nacionais na referência 2. A diferença entre homens e mulheres também não foi significativa. Relação entre a hipertensão e o excesso de peso ou obesidade Foi observada uma forte relação entre a hipertensão e o excesso de peso e a obesidade, permitindo estimar que os vizelenses com excesso de peso têm 3,19 vezes mais probabilidades de serem hipertensos do que os vizelenses com peso normal e os vizelenses obesos têm 7,85 vezes mais probabilidades de serem hipertensos do que os vizelenses com peso normal. Conclusão Este estudo mostrou uma prevalência da hipertensão no concelho de Vizela semelhante à estimada em 2003 para a região Norte no estudo nacional do Pr. Espiga de Macedo, tendo a pressão arterial no nosso estudo sido medida em várias ocasiões, no consultório médico e com esfigmomanómetros tradicionais. A prevalência do excesso de peso e da obesidade foram semelhantes ao último estudo nacional (em ) da Pra. Isabel do Carmo, com uma tendência para uma maior prevalência da obesidade. O estudo mostrou uma forte relação entre o excesso de peso ou obesidade e a hipertensão, o que pode ter consequências futuras, caso a epidemia de obesidade continue a alastrar. 1 Macedo ME et al Prevalence, awareness, treatment and control of hypertension in Portugal. J Hypertens 2005; 23: Carmo I et al Overweight and obesity in Portugal: national prevalence in ObesityReviews 2005; 9: 11-19

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