Rita Nicolau Ausenda Machado José Marinho Falcão. Departamento de Epidemiologia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Rita Nicolau Ausenda Machado José Marinho Falcão. Departamento de Epidemiologia"

Transcrição

1 Distribuição da Mortalidade e dos Internamentos Hospitalares por Doenças do Aparelho Circulatório em Portugal Continental: Agregação Geográfica e Determinantes Rita Nicolau Ausenda Machado José Marinho Falcão Departamento de Epidemiologia

2 Enquadramento A presente publicação foi desenvolvida no âmbito do projecto GeoFASES (Análise Geográfica de Factores Ambientais e Socio-Económicos em Saúde). Trabalho já publicado:

3 Enquadramento Fundamentaram o desenvolvimento desta publicação: o peso das doenças do aparelho circulatório na mortalidade ( 40%) e na morbilidade da população portuguesa; a escassez de estudos de âmbito nacional, que possibilitem conhecer a distribuição geográfica detalhada das doenças estudadas; o desconhecimento das áreas do território mais expostas e das mais protegidas, face a cada grupo de doenças; a necessidade de identificar factores que expliquem a desigual distribuição das doenças no território continental.

4 Objectivos Estudar a distribuição por concelhos das doenças do aparelho circulatório no Continente entre 2000 e 2004, para identificação de: factores explicativos da desigual distribuição por concelhos das taxas de mortalidade e das taxas de internamento por aquelas doenças, no período citado; grupos de concelhos (clusters) onde o risco de morte ou de internamento hospitalar por aquelas doenças se tenha diferenciado no território, com valores altos ou com valores baixos.

5 Metodologia Análise de 3 grupos de doenças do aparelho circulatório: total; doença isquémica do coração; doenças cerebrovasculares. Indicadores utilizados para estudar a mortalidade e o internamento hospitalar: taxas anuais médias, padronizadas pela idade (padronização pelo método directo, utilizando a população do Continente em 2001 como padrão); estas taxas foram estratificadas por sexo e calculadas por concelhos de residência dos indivíduos.

6 Metodologia Delimitação de zonas com elevados/baixos riscos de morte ou de internamento (clusters), correspondentes a cada grupo de doença e sexo. análise baseada em indicadores locais de associação espacial - índices LISA (Anselin,2005) e respectiva significância estatística. Anselin L. Exploring spatial data with GeoDa: A workbook. Spatial Analysis Laboratory. Department of Agricultural and Consumer Economics, University of Illinois, 2005.

7 Metodologia Identificação dos factores associados à desigual distribuição da mortalidade e dos internamentos hospitalares por concelhos (para cada grupo de doença e por sexo). - esta análise envolveu o ensaio de modelos clássicos de regressão linear múltipla e modelos espaciais auto-regressivos com variáveis auxiliares (Anselin et al.,2004). Anselin L, Syabri I, Kho Y. GeoDa: An introduction to spatial data analysis. Spatial Analysis Laboratory. Department of Agricultural and Consumer Economics, University of Illinois, 2004.

8 Metodologia Compilação e/ou produção de cerca de 50 indicadores (aspectos demográficos, socio-económicos, ambientais e comportamentos e estilos de vida das populações), que podem ter contribuído para diferenciar a mortalidade e o internamento hospitalar entre concelhos do Continente. - Análise de informação geográfica: sobreposição de temas, cálculo de distâncias, interpolação espacial, - Análise estatística: estatísticas descritivas, ACP- Análise em Componentes Principais,.

9 Indicadores Saúde Sócio-económicos Comportamentos e Estilos de vida Território e Ambientais Fontes Mortalidade Instituto Nacional de Estatística (INE)/ Direcção-geral de Saúde (DGS) Internamento hospitalar (Grupo de Diagnóstico Homogéneo,GDH) Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) Estatísticas da Saúde INE Hospitais públicos DGS Prevalência de doenças crónicas (Inquérito Nacional de Saúde, INS) - INSA/INE Censos INE Consumo de tabaco (INS) - INSA/INE Consumo de álcool (INS) - INSA/INE Índice de Massa Corporal (INS) - INSA/INE Actividade física (INS) - INSA/INE Uso do solo Agência Portuguesa do Ambiente (APA) Limites administrativos APA Unidades industriais European Pollutant Emission Register (EPER) Concessões mineiras Instituto Nacional de Engenharia e Tecnologia e Inovação, Laboratório São Mamede Infesta Emissões de poluentes atmosféricos APA Dados climáticos Instituto da Água

10 Resultados 1. Ilustração do tipo de resultados obtidos para a Doença Isquémica do Coração; 2. Síntese dos resultados, concordantes nos dois sexos, para cada um dos 3 grupos de doença estudados.

11 Sexo Masculino Mortalidade por Doença Isquémica do Coração concelhos das regiões de Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo concelhos das regiões Centro (litoral) e Norte Óbitos/10 5 hab. - + Sexo Feminino

12 Sexo Masculino concelhos das regiões de Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo Internamentos Hospitalares por Doença Isquémica do Coração Concelhos das regiões Norte e Centro Internamentos/10 5 hab. - + Sexo Feminino

13 Resultados Factores que contribuíram no período para a variação da Mortalidade e do Internamento hospitalar por Doença Isquémica do Coração, entre concelhos do Continente:

14 Sexo Masculino Mortalidade Internamentos hospitalares Sexo Feminino Homens fumadores com 15 anos (% padronizada pela idade) % (1987) % (1998/99)

15 Sexo Masculino Mortalidade Internamentos hospitalares poder de compra ( ) Sexo Feminino Taxa (%) de poder de compra concelhio ( ) % da superfície concelhia afecta a uso urbano e/ou industrial ( )

16 Mortalidade Internamentos hospitalares Sexo Masculino Privação humana associada à população idosa ( ) Sexo Feminino Privação humana associada à população idosa ( ) poder de compra ( ) Privação humana ( ) 1991 Taxa (%) de poder de compra concelhio ( ) % da superfície concelhia afecta a uso urbano e/ou industrial ( )

17 Sexo Masculino Sexo Feminino Mortalidade Privação humana associada à população idosa ( ) Privação na habitação ( ) Privação humana associada à população idosa ( ) Internamentos hospitalares poder de compra ( ) Taxa (%) de poder de compra 1991 concelhio ( ) % da superfície concelhia afecta a uso urbano e/ou industrial ( ) Privação humana ( )

18 Mortalidade Internamentos hospitalares Sexo Masculino Predominância de emprego nas actividades CAE 5-9 ( ) Sexo Feminino Privação humana associada à população idosa ( ) Privação humana associada à população idosa ( ) Privação na habitação ( ) Densidade de unidades industriais e poluição associada às emissões industriais ( ) poder de compra ( ) Taxa (%) de poder de compra concelhio ( ) % da superfície concelhia afecta a uso urbano e/ou industrial ( ) Privação humana ( )

19 Mortalidade Internamentos hospitalares Sexo Masculino Mortalidade por causas mal definidas ( ) Sexo Feminino Privação humana associada à população idosa ( ) Privação humana associada à população idosa ( ) Privação na habitação ( ) poder Taxa de de compra ( ) mortalidade Predominância de emprego masculina nas por actividades CAE 5-9 ( ) causas mal Densidade de unidades industriais definidas e poluição associada às emissões (TMP- taxa industriais ( ) Taxa (%) de poder de compra concelhio ( ) % da superfície concelhia afecta a uso urbano e/ou industrial ( ) Privação humana ( ) padronizada pela idade)

20 Sexo Masculino Mulheres com Hipertensão arterial ou com Diabetes (% padronizada pela idade) Sexo Feminino Mortalidade Privação humana associada à população idosa ( ) Mortalidade por causas mal definidas ( ) Prevalência de hipertensão arterial e diabetes ( ) Internamentos hospitalares poder de compra ( ) Predominância de emprego nas actividades CAE 5-9 ( ) Densidade de unidades industriais e poluição associada às emissões industriais ( ) Privação humana associada à população idosa ( ) Privação na habitação ( ) 1998/ /99 Taxa (%) de poder de compra concelhio ( ) % da superfície concelhia afecta a uso urbano e/ou industrial ( ) Privação humana ( )

21 Mortalidade Internamentos hospitalares Sexo Masculino Sexo Feminino Privação humana associada à população idosa ( ) Mortalidade por causas mal definidas ( ) Privação humana associada à população idosa ( ) Privação na habitação ( ) Prevalência de hipertensão arterial e diabetes ( ) Distância concelhia a hospitais públicos ( ) Predominância de emprego nas actividades CAE 5-9 ( ) Densidade de unidades industriais e poluição associada às emissões industriais ( ) Taxa (%) de poder de compra concelhio ( ) % da superfície concelhia afecta a uso urbano e/ou industrial ( ) Privação humana ( )

22 Zonas de elevado risco, concordantes nos dois sexos, por grupos de doença Mortalidade Internamentos hospitalares Aparelho Circulatório Total Região de Lisboa e Vale do Tejo Região de Lisboa e Vale do Tejo Isquémica do Coração Região de Lisboa e Vale do Tejo Distrito de Beja Região de Lisboa e Vale do Tejo Distrito de Portalegre Cerebrovasculares Região de Lisboa e Vale do Tejo Região Norte Departamento de Epidemiologia Região de Lisboa e Vale do Tejo Região Norte

23 Zonas de baixo risco, concordantes nos dois sexos, por grupos de doença Mortalidade Internamentos hospitalares Aparelho Circulatório Total Distrito de Bragança Distrito de Faro (oeste) Distrito de Viana do Castelo Distritos de Guarda e Viseu Distrito de Coimbra Isquémica do Coração Distritos de Vila Real, Braga e Porto Distritos de Leiria, Coimbra e Aveiro (litoral) Distritos de Guarda, Viseu, Vila Real e Porto Distritos de Castelo Branco, Coimbra e Leiria Cerebrovasculares Distrito de Portalegre Departamento de Epidemiologia Distritos de Castelo Branco, Coimbra e Leiria

24 Factores, concordantes nos dois sexos, que influenciaram a variação das doenças por concelhos Aparelho Circulatório Total Isquémica do Coração Cerebrovasculares Mortalidade Privação socio-económica ( ) Privação humana associada à população idosa ( ) - Internamentos hospitalares % da superfície concelhia afecta a uso urbano e/ou industrial ( ) Distância mínima concelhia a hospitais públicos ( ) Departamento de % da superfície concelhia afecta Epidemiologia a uso urbano e/ou industrial ( ) Distância mínima concelhia a hospitais públicos ( )

25 Conclusões Os resultados obtidos neste estudo podem ser úteis no planeamento de intervenções sobre as doenças do aparelho circulatório. O seu conteúdo viabiliza direccionar as intervenções para as regiões onde os riscos de morte, ou de internamento, por cada doença foram mais elevados, actuando sobre os factores identificados como determinantes da variação concelhia da doença.

26 Conclusões As localizações do território com menor risco de morte ou de internamento pelas doenças estudadas, podem eventualmente reflectir práticas diferenciadas no âmbito da prevenção primária, ou estilos de vida mais saudáveis das respectivas populações, o que justifica a realização de estudos mais aprofundados que clarifiquem o estatuto mais protegido de tais regiões.

O Risco de morrer por doença crónica em Portugal de 1980 a 2012: tendência e padrões de sazonalidade

O Risco de morrer por doença crónica em Portugal de 1980 a 2012: tendência e padrões de sazonalidade O Risco de morrer por doença crónica em Portugal de 198 a 212: tendência e padrões de sazonalidade Baltazar Nunes Departamento de Epidemiologia Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge IV Congresso

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 2012

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 2012 PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 212 SÍNTESE Semana de 25 de junho a 1 de julho Nos dois primeiros dias desta semana verificaram-se temperaturas máximas elevadas,

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO JUNHO 2013

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO JUNHO 2013 PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO JUNHO 2013 SÍNTESE do período entre 1 e 30 de JUNHO de 2013 As temperaturas observadas no mês de junho apresentaram-se

Leia mais

Relatório Diário. 5 de agosto 2016

Relatório Diário. 5 de agosto 2016 Relatório Diário 5 de agosto 2016 1 Relatório Diário 05.08.2016 10:00 Report Highlights Para o dia 05.08.2016 importa destacar: Aumento da temperatura em todo o país. A partir do dia de hoje previsão de

Leia mais

Perfil de Saúde e Plano Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Um ponto de situação. Reunião de Delegados de Saúde Caldas da Rainha

Perfil de Saúde e Plano Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Um ponto de situação. Reunião de Delegados de Saúde Caldas da Rainha Perfil de Saúde e Plano Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Reunião de Delegados de Saúde Caldas da Rainha 25.02.2010 Plano da sessão Objectivo: Efectuar um ponto de situação relativamente àelaboração

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE ANTIBIÓTICOS EM AMBULATÓRIO NO ALGARVE

EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE ANTIBIÓTICOS EM AMBULATÓRIO NO ALGARVE EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE ANTIBIÓTICOS EM AMBULATÓRIO NO ALGARVE FCT - SFRH/BD/60249/2009 Isabel Ramalhinho, PhD Profª Auxiliar da FCT-UALG Seminário: Infeções associadas aos Cuidados de Saúde Escola Superior

Leia mais

5. MORTALIDADE E MORBILIDADE GERAL

5. MORTALIDADE E MORBILIDADE GERAL 5. MORTALIDADE E MORBILIDADE GERAL 5.1. Introdução A criação de sistemas de informação que permitam a recolha sistemática de dados de morbilidade e mortalidade é indispensável para o estudo e vigilância

Leia mais

OBSERVATÓRIO INFOTRUST CONSTITUIÇÕES

OBSERVATÓRIO INFOTRUST CONSTITUIÇÕES CONSTITUIÇÕES OBSERVATÓRIO INFOTRUST CONSTITUIÇÕES O Observatório Infotrust disponibiliza a evolução diária do número de Constituições registadas em território nacional, com segmentação Geográfica e por

Leia mais

Base de Dados das Empresas Novas Portugal

Base de Dados das Empresas Novas Portugal Base de Dados de Portugal É a Base de Dados das empresas e entidades Portuguesas mais completa e mais utilizada por profissionais em Portugal. Campos: NIF, Entidade, Morada, Localidade, Código postal,

Leia mais

SISTEMA DE INDICADORES DE PREÇOS NA CONSTRUÇÃO E HABITAÇÃO - Novas Estatísticas Oficiais 1º Semestre de 2001

SISTEMA DE INDICADORES DE PREÇOS NA CONSTRUÇÃO E HABITAÇÃO - Novas Estatísticas Oficiais 1º Semestre de 2001 Informação à Comunicação Social 28 de Dezembro de 2001 SISTEMA DE INDICADORES DE PREÇOS NA CONSTRUÇÃO E HABITAÇÃO - Novas Estatísticas Oficiais 1º Semestre de 2001 O INE dá início à difusão de estatísticas

Leia mais

ORDEM DOS ENFERMEIROS. Dados Estatísticos a

ORDEM DOS ENFERMEIROS. Dados Estatísticos a ORDEM DOS ENFERMEIROS Dados Estatísticos a 31-12-2014 Departamento de Informática fev de 2015 Índice 1. Evolução dos enfermeiros ativos por sexo:... 1 2. Evolução dos enfermeiros ativos (cuidados gerais):...

Leia mais

Painel 2 Planeamento e Criação de Cidades Saudáveis. IV Simpósio de Saúde Ambiental e a Construção de Cidades Saudáveis 19 de Novembro

Painel 2 Planeamento e Criação de Cidades Saudáveis. IV Simpósio de Saúde Ambiental e a Construção de Cidades Saudáveis 19 de Novembro IV Simpósio de Saúde Ambiental e a Construção de Cidades Saudáveis 19 de Novembro Acesso e acessibilidade aos cuidados de saúde secundários no Alto Alentejo Caso de estudo do concelho do Gavião ao hospital

Leia mais

Atlas das Cidades Portuguesas

Atlas das Cidades Portuguesas Informação à Comunicação Social 7 de Junho de 2002 Atlas das Cidades Portuguesas Pela primeira vez o INE edita um Atlas das Cidades de Portugal, publicação que reúne um conjunto de indicadores sobre as

Leia mais

HOSPITAIS DO LITORAL E HOSPITAIS DO INTERIOR: ANÁLISE DO RISCO DE MORTE INTRA-HOSPITALAR NOS ENFARTES COM SUPRADESNIVELAMENTO DE ST

HOSPITAIS DO LITORAL E HOSPITAIS DO INTERIOR: ANÁLISE DO RISCO DE MORTE INTRA-HOSPITALAR NOS ENFARTES COM SUPRADESNIVELAMENTO DE ST HOSPITAIS DO LITORAL E HOSPITAIS DO INTERIOR: ANÁLISE DO RISCO DE MORTE INTRA-HOSPITALAR NOS ENFARTES COM SUPRADESNIVELAMENTO DE ST José Aguiar, Juan Urbano, Demétrio Civantos,, Armindo Mesquita em nome

Leia mais

Intervenção dos Centros de Aconselhamento e Deteção Precoce do VIH, Cuidados de Saúde Primários e Urgências na implementação do diagnóstico,

Intervenção dos Centros de Aconselhamento e Deteção Precoce do VIH, Cuidados de Saúde Primários e Urgências na implementação do diagnóstico, do VIH, Cuidados de Saúde Primários e Urgências na implementação do diagnóstico, estratégia e implementação dos testes do VIH, Cuidados de Saúde Primários e Urgências na implementação do diagnóstico, estratégia

Leia mais

Os Governos Civis de Portugal. Memória, História e Cidadania

Os Governos Civis de Portugal. Memória, História e Cidadania Ministério da Administração Interna Secretaria-Geral Os Governos Civis de Portugal. Memória, História e Cidadania Encontro Arquivos da Administração Pública 2 e 3 julho Angélica Jorge/Cidália Ferreira

Leia mais

Qualidade do Ar como Fator de Risco para a Saúde Humana

Qualidade do Ar como Fator de Risco para a Saúde Humana Seminário Gestão Territorial do Risco na Região Centro 2 Dezembro 2013 Coimbra Qualidade do Ar como Fator de Risco para a Saúde Humana Ana Isabel Miranda Departamento de Ambiente e Ordenamento Universidade

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO AGOSTO 2013 Direção de Serviços de Prevenção da Doença e Promoção da Saúde SÍNTESE do período entre 1 e 31 de AGOSTO

Leia mais

Portugal. Turismo Interno. Mercados em Números. Rodapé

Portugal. Turismo Interno. Mercados em Números. Rodapé Turismo Interno Mercados em Números 1 Rodapé Designação oficial: República Portuguesa Capital: Lisboa Localização: Sudoeste da Europa Fronteiras terrestres: Espanha (1.241 km) Fronteiras marítimas: Madeira(1076,6

Leia mais

enquadramento territorial e divisão administrativa

enquadramento territorial e divisão administrativa O município de Coimbra, com uma área de 319,41 Km 2 repartida por 31 freguesias e uma população residente e presente (em 2001) de 148.443 e 157.510 pessoas, respectivamente, localiza-se na Região Centro

Leia mais

Ganhos em Saúde na Região do Algarve

Ganhos em Saúde na Região do Algarve Ganhos em Saúde na Região do Algarve Factos Governo de 15 Janeiro 1971 Ministro Dr. Baltazar Rebello de Souza Secretário de Estado Professor Gonçalves Ferreira Traziam no seu programa o projecto da reorganização

Leia mais

Indicadores de Saúde Ocupacional

Indicadores de Saúde Ocupacional TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL Indicadores de Saúde Ocupacional SANDRA MOREIRA Direção-Geral da Saúde Equipa de Coordenação do Programa Nacional de Saúde Ocupacional INÊS GONÇALVES Gabinete

Leia mais

Impacte da Lei de Prevenção do Tabagismo* na população de Portugal Continental

Impacte da Lei de Prevenção do Tabagismo* na população de Portugal Continental Impacte da Lei de Prevenção do Tabagismo* na população de Portugal Continental * Lei n.º 37/2007, de 14 de Agosto Direcção-Geral da Saúde com a colaboração do INSA Acompanhamento estatístico e epidemiológico

Leia mais

ALMADA FICHA TÉCNICA. Título Território e População Retrato de Almada segundo os Censos 2011

ALMADA FICHA TÉCNICA. Título Território e População Retrato de Almada segundo os Censos 2011 DMPATO DPU Divisão de Estudos e Planeamento A ALMADA FICHA TÉCNICA Título Território e População Retrato de Almada segundo os Censos 2011 Serviço Divisão de Estudos e Planeamento Departamento de Planeamento

Leia mais

Portugal. Turismo Interno. Mercado em Números. Rodapé

Portugal. Turismo Interno. Mercado em Números. Rodapé Turismo Interno Mercado em Números 1 Rodapé Designação oficial: República Portuguesa Capital: Lisboa Localização: Sudoeste da Europa Fronteiras terrestres: Espanha (1.241 km) Fronteiras marítimas: Madeira(1076,6

Leia mais

8. DETERMINANTES DA SAÚDE

8. DETERMINANTES DA SAÚDE 8. DETERMINANTES DA SAÚDE 8.1. Introdução Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) as doenças crónicas não transmissíveis constituem hoje a principal causa de morbilidade e mortalidade calculando-se,

Leia mais

DIA MUNDIAL DO CANCRO: 4/2/2015 ONCOLOGIA NA RAM - RELATÓRIO INFOGRÁFICO

DIA MUNDIAL DO CANCRO: 4/2/2015 ONCOLOGIA NA RAM - RELATÓRIO INFOGRÁFICO 1. CARACTERIZAÇÃO DA MORTALIDADE 1.1 Principais causas de morte, 2010-2013, RAM 1.2 Taxa de mortalidade padronizada (/100.000 hab), Região (RAM, RAA e Portugal), 2009 a 2012 Fonte: Estatísticas da Saúde,

Leia mais

Índice. Indicadores Demográficos

Índice. Indicadores Demográficos NUT III Península de Índice Densidade Populacional... 3 Esperança de Vida à Nascença... 3 Estrutura Etária da População dos 0 aos 14 anos... 4 Estrutura Etária da População dos 15 aos 24 anos... 4 Estrutura

Leia mais

EM 2009, 39 MUNICÍPIOS APRESENTAVAM UM PODER DE COMPRA PER CAPITA ACIMA DA MÉDIA NACIONAL

EM 2009, 39 MUNICÍPIOS APRESENTAVAM UM PODER DE COMPRA PER CAPITA ACIMA DA MÉDIA NACIONAL EM 2009, 39 MUNICÍPIOS APRESENTAVAM UM PODER DE COMPRA PER CAPITA ACIMA DA MÉDIA NACIONAL Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio 2009 Em 2009, dos 308 municípios portugueses, 39 apresentavam, relativamente

Leia mais

NASCIMENTOS EM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

NASCIMENTOS EM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE SUMÁRIO 1 NASCIMENTOS EM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE 4 OS ACIDENTES DE' TRABALHO 7 DOENÇAS DO APARELHO CIRCULATÓRIO: ANOS DE VIDA GANHOS POR MORTE EVITADA 19801987 NASCIMENTOS EM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

Leia mais

Ficha de Caracterização Sumária das instituições de acolhimento

Ficha de Caracterização Sumária das instituições de acolhimento Plano de Intervenção Imediata 2006 Ficha de Caracterização Sumária das instituições de acolhimento (Modelo 2-A) INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO Ler atentamente as instruções antes de preencher. A preencher

Leia mais

Dados mensais. Barómetro setorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal

Dados mensais. Barómetro setorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal Período 2009-2013 Dados mensais Análise fenómeno a fenómeno Análise de tendências Barómetro setorial Barómetro distrital Nascimentos Nascimentos vs encerramentos Mensal Acumulado Mensal Acumulado Encerramentos

Leia mais

MAPA XVII RESPONSABILIDADES CONTRATUAIS PLURIANUAIS DOS SERVIÇOS INTEGRADOS E DOS SERVIÇOS E FUNDOS AUTÓNOMOS, AGRUPADOS POR MINISTÉRIO (EM EURO)

MAPA XVII RESPONSABILIDADES CONTRATUAIS PLURIANUAIS DOS SERVIÇOS INTEGRADOS E DOS SERVIÇOS E FUNDOS AUTÓNOMOS, AGRUPADOS POR MINISTÉRIO (EM EURO) RESPONSABILIDADES CONTRATUAIS PLURIANUAIS DOS E DOS, AGRUPADOS POR MINISTÉRIO Página 1/8 01 - ENCARGOS GERAIS DO ESTADO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL 20 981 20 981 20 981 20 981 ENTIDADE REGULADORA PARA

Leia mais

Fenómenos de pobreza e exclusão social no contexto atual Palmela, 6 de dezembro de 2013

Fenómenos de pobreza e exclusão social no contexto atual Palmela, 6 de dezembro de 2013 Fenómenos de pobreza e exclusão social no contexto atual Palmela, 6 de dezembro de 2013 Maria José Domingos Objetivos Sobre a Estratégia 2020 A pobreza e a exclusão social na Europa em números A pobreza

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO TERRITORIAL DE EMPRESAS DE TECNOLO- GIAS DA INFORMAÇÃO E COMU- NICAÇÃO: O CASO DO MINHO E DO NORTE DE PORTUGAL

DISTRIBUIÇÃO TERRITORIAL DE EMPRESAS DE TECNOLO- GIAS DA INFORMAÇÃO E COMU- NICAÇÃO: O CASO DO MINHO E DO NORTE DE PORTUGAL 1. Objectivos e metodologia Em trabalho separado fez-se um inventário das empresas de tecnologias de informação e comunicação (TIC) do Minho e respectiva caracterização, indo até ao nível territorial de

Leia mais

EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE DIPLOMADOS NO ENSINO SUPERIOR, POR DISTRITO E POR NUTS II: de a

EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE DIPLOMADOS NO ENSINO SUPERIOR, POR DISTRITO E POR NUTS II: de a EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE DIPLOMADOS NO ENSINO SUPERIOR, POR DISTRITO E POR NUTS II: de 1997-1998 a 2004-2005 OCES Observatório da Ciência e do Ensino Superior 2007 Evolução do número de diplomados no ensino

Leia mais

Estudo de Opinião. Expresso / SIC/ Eurosondagem. Legislativas 2015

Estudo de Opinião. Expresso / SIC/ Eurosondagem. Legislativas 2015 Estudo de Opinião Expresso / SIC/ Eurosondagem Legislativas 2015 24 Setembro de 2015 - FICHA TÉCNICA - Estudo de Opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 17 a 23 de Setembro de

Leia mais

ÁREAS URBANAS. dinâmicas internas

ÁREAS URBANAS. dinâmicas internas ÁREAS URBANAS. dinâmicas internas O que é uma cidade? Que ideia temos de uma cidade? Será algo parecido com Ou isto Ou isto Cidade do Porto Ou isto Ou isto Cidade de Coimbra Ou isto Cidade de Aveiro

Leia mais

Headline Verdana Bold Social Progress Index 2016 Performance de Portugal 13 de Outubro de 2016

Headline Verdana Bold Social Progress Index 2016 Performance de Portugal 13 de Outubro de 2016 Headline Verdana Bold Social Progress Index 2016 Performance de Portugal 13 de Outubro de 2016 Observações nacionais Resultados de 2016 2 Observações nacionais Contexto Portugal ocupa a 21ª posição no

Leia mais

4. NATALIDADE E MORTALIDADE INFANTIL

4. NATALIDADE E MORTALIDADE INFANTIL . NATALIDADE E MORTALIDADE INFANTIL .. Introdução A taxa de natalidade e a taxa de mortalidade infantil são indicadores frequentemente utilizados na caracterização da população. O estudo da taxa de natalidade,

Leia mais

Dados mensais. Barómetro sectorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal

Dados mensais. Barómetro sectorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal Período 2009-2013 Dados mensais Análise fenómeno a fenómeno Análise de tendências Barómetro sectorial Barómetro distrital Nascimentos Nascimentos vs encerramentos Mensal Acumulado Mensal Acumulado Encerramentos

Leia mais

Caracterização do ACES LISBOA NORTE

Caracterização do ACES LISBOA NORTE Caracterização do ACES LISBOA NORTE 2013 ACES Lisboa Norte Quem somos e onde estamos Missão Prestar Cuidados de Saúde Primários de qualidade, com eficiência e eficácia, à população da sua área geográfica

Leia mais

Estudo de Opinião. Expresso / SIC/ Eurosondagem ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2015

Estudo de Opinião. Expresso / SIC/ Eurosondagem ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2015 Estudo de Opinião Expresso / SIC/ Eurosondagem ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2015 Fevereiro de 2015 - FICHA TÉCNICA - Estudo de Opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 18 a 25 de Fevereiro

Leia mais

ISSN ESTATÍSTICAS PORTUGAL SAÚDE INDICADORES BÁSICOS DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE LISBOA

ISSN ESTATÍSTICAS PORTUGAL SAÚDE INDICADORES BÁSICOS DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE LISBOA ESTATÍSTICAS ISSN 0872-3435 PORTUGAL SAÚDE INDICADORES BÁSICOS 2 0 0 3 DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE LISBOA ESTATÍSTICAS PORTUGAL SAÚDE INDICADORES BÁSICOS 2 0 0 3 DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE LISBOA Novembro / 2005

Leia mais

Sistema Urbano. Teresa Sá Marques

Sistema Urbano. Teresa Sá Marques Sistema Urbano Teresa Sá Marques Sistema de Gestão Territorial PNPOT Relatório de Avaliação do Programa de Ação 2007-2013 DGT I. Quais são os nós do sistema urbano? Os nósdo sistema urbano no PNPOT em

Leia mais

1º Colóquio inter-sectorial de Saúde Pública Antropozoonoses Articulação inter-institucional e inter-sectorial

1º Colóquio inter-sectorial de Saúde Pública Antropozoonoses Articulação inter-institucional e inter-sectorial º Colóquio inter-sectorial de Saúde Pública Antropozoonoses Articulação inter-institucional Coimbra 8 Nov Articulação : metodologia actual, aplicação generalizada Objectivos conjuntos, estratégias coordenadas,

Leia mais

A Economia Social e a sua Sustentabilidade como Factor de Inclusão Social

A Economia Social e a sua Sustentabilidade como Factor de Inclusão Social A Economia Social e a sua Sustentabilidade como Factor de Inclusão Social Seminário de Apresentação do Estudo 12 de novembro de 2012 POAT/FSE: Gerir, Conhecer e Intervir Objectivo Global IPSS no quadro

Leia mais

PORTUGAL Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em Números Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo

PORTUGAL Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em Números Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo PORTUGAL Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em Números 2014 Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo PORTUGAL Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em Números 2014 Programa

Leia mais

ESTRUTURA EMPRESARIAL - PORTUGAL

ESTRUTURA EMPRESARIAL - PORTUGAL Aula Magna da Universidade Clássica de Lisboa - 11 de Dezembro de 2007 Conferência Internacional Sobre PME ESTRUTURA EMPRESARIAL - PORTUGAL Prof. Dr. Fernando Augusto Morais Gestor de Empresas pela Univ.

Leia mais

Uma perspetiva territorial da expansão, reabilitação e arrendamento habitacionais

Uma perspetiva territorial da expansão, reabilitação e arrendamento habitacionais Seminário 12 novembro 213 Iniciativa conjunta INE LNEC Uma perspetiva territorial da expansão, reabilitação e arrendamento habitacionais Instituto Nacional de Estatística Serviço de Estatísticas Territoriais

Leia mais

ANÁLISE DOS DADOS DE MORTALIDADE DE 2001

ANÁLISE DOS DADOS DE MORTALIDADE DE 2001 ANÁLISE DOS DADOS DE MORTALIDADE DE 2001 Coordenação Geral de Informações e Análise Epidemiológica Departamento de Análise da Situação de Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde - Ministério da Saúde Janeiro

Leia mais

Tendências das Doenças Profissionais em Portugal. Departamento de Proteção contra os Riscos Profissionais

Tendências das Doenças Profissionais em Portugal. Departamento de Proteção contra os Riscos Profissionais Tendências das Doenças Profissionais em Portugal Departamento de Proteção contra os Riscos Profissionais Departamento Proteção contra os Riscos Profissionais Descrição Serviço do Instituto de Segurança

Leia mais

PORTUGAL Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em números Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo

PORTUGAL Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em números Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo PORTUGAL Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em números 2014 Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo PORTUGAL Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em números 2014 Programa

Leia mais

Índice de estabelecimentos Ensino Superior Público - Universitário 6800 Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa

Índice de estabelecimentos Ensino Superior Público - Universitário 6800 Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Índice de estabelecimentos Ensino Superior Público - Universitário 6800 Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Universidade dos Açores 0110 Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo

Leia mais

Mortalidade por Causas Evitáveis e Implementação do Sistema Único no Brasil - SUS*

Mortalidade por Causas Evitáveis e Implementação do Sistema Único no Brasil - SUS* Mortalidade por Causas Evitáveis e Implementação do Sistema Único no Brasil - SUS* Daisy Maria Xavier de Abreu Cibele Comini César Elisabeth Barboza França * Parte integrante da Tese de Doutorado apresentada

Leia mais

Dados mensais. Barómetro setorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal

Dados mensais. Barómetro setorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal Período 2010-2014 Dados mensais Análise fenómeno a fenómeno Análise de tendências Barómetro setorial Barómetro distrital Nascimentos Nascimentos vs encerramentos Mensal Acumulado Mensal Acumulado Encerramentos

Leia mais

PLANO NACIONAL DE SAÚDE E SUA IMPLEMENTAÇÃO LOCAL

PLANO NACIONAL DE SAÚDE E SUA IMPLEMENTAÇÃO LOCAL PLANO NACIONAL DE SAÚDE E SUA IMPLEMENTAÇÃO LOCAL 19 de setembro de 2016 Palácio dos Marqueses da Praia e de Monforte Parque da Cidade Loures Médico SP, Chefe de Serviço. Responsável pelo PLS Loures Odivelas

Leia mais

Manteigas em Números. Designação do indicador Valor Unidade Ano Fonte. Território. População

Manteigas em Números. Designação do indicador Valor Unidade Ano Fonte. Território. População Designação do indicador Valor Unidade Ano Fonte Território Área total 122 km 2 2012 INE Anuário Estatístico da Região Centro - 2012 Perímetro 65 km2 2012 INE Anuário Estatístico da Região Centro - 2012

Leia mais

Junho de Principais Indicadores de Sinistralidade Continente. Observatório de Segurança Rodoviária

Junho de Principais Indicadores de Sinistralidade Continente. Observatório de Segurança Rodoviária Junho de 2010 Principais Indicadores de Sinistralidade Continente Observatório de Segurança Rodoviária ÍNDICE DEFINIÇÕES... 3 EVOLUÇÃO 2001-2010... 4 1. Acidentes com vítimas no período de Janeiro a Junho...

Leia mais

OS NÚMEROS DO COOPERATIVISMO EM PORTUGAL

OS NÚMEROS DO COOPERATIVISMO EM PORTUGAL Braga, Março 0 OS NÚMEROS DO COOPERATIVISMO EM PORTUGAL Lurdes Barata Índice A Conta Satélite da Economia Social - Construção do universo Trabalho realizado Trabalho a realizar A Economia Social (dados

Leia mais

Gestão Integrada da Doença

Gestão Integrada da Doença Gestão Integrada da Doença Anabela Coelho Candeias Chefe de Divisão de Gestão Integrada da Doença & Inovação Departamento da Qualidade na Saúde anabelacandeias@dgs.pt Modelo Global ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO:

Leia mais

AS CIDADES EM NÚMEROS

AS CIDADES EM NÚMEROS CD-ROM As Cidades em Números 2000-2002 17 de Junho de 2004 AS CIDADES EM NÚMEROS Caracterizar e quantificar o conhecimento sobre as actuais 141 cidades portuguesas, espaços que, cada vez mais, concentram

Leia mais

Boletim meteorológico para a agricultura

Boletim meteorológico para a agricultura BOLETIM METEOROLÓGICO PARA A AGRICULTURA Boletim meteorológico para a agricultura Nº 64, abril 2016 CONTEÚDOS IPMA,I.P. 01 Resumo 02 Situação Sinóptica 03 Descrição Meteorológica 05 Informação Agrometeorológica

Leia mais

FICHA TÉCNICA PARA O DEPÓSITO DE SONDAGEM. (de acordo com o artigo 6º da Lei nº 10/2000 de 21 de Junho)

FICHA TÉCNICA PARA O DEPÓSITO DE SONDAGEM. (de acordo com o artigo 6º da Lei nº 10/2000 de 21 de Junho) FICHA TÉCNICA PARA O DEPÓSITO DE SONDAGEM 1 2 3 (de acordo com o artigo 6º da Lei nº 10/2000 de 21 de Junho) 1. Entidade responsável pela realização da sondagem: art.º 6/1/a: A denominação e a sede da

Leia mais

BOLETIM ESTATÍSTICO 1º Trimestre Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado

BOLETIM ESTATÍSTICO 1º Trimestre Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado BOLETIM ESTATÍSTICO 1º Trimestre 2016 Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado Índice 1. Processos e Pedidos de Apoio de Sobre-endividamento 1.1. Processos e Pedidos de Apoio de Sobre-endividamento entre

Leia mais

ACES Santo Tirso / Trofa

ACES Santo Tirso / Trofa Perfil Local de Saúde 2009 Índice Aspectos a destacar Ligações Este Perfil Local de Saúde proporciona-lhe um olhar rápido mas integrador, sobre a saúde da população da área geográfica de influência do

Leia mais

Boletim meteorológico para a agricultura

Boletim meteorológico para a agricultura Boletim meteorológico para a agricultura CONTEÚDOS Nº 61, janeiro 2016 IPMA,I.P. 01 Resumo 02 Situação Sinóptica 03 Descrição Meteorológica 05 Informação Agrometeorológica 12 Previsão 13 Situação agrícola

Leia mais

Trabalho final Formulário com VBA

Trabalho final Formulário com VBA Trabalho final Formulário com VBA Excel E i s n t t e c n o l o g i a 12-07- 2 0 1 4 Conteúdo Introdução... 2 O campo de introdução idade (txtidade)... 5 O campo de introdução sexo... 6 O campo de introdução

Leia mais

Dia Internacional de Sensibilização para o Ruído

Dia Internacional de Sensibilização para o Ruído Dia Internacional de Sensibilização para o Ruído ( International Noise Awareness Day ) Coordenação: CAPS - IST Dia Internacional de Sensibilização para o Ruído Iniciativas de Rua Medições de Ruído Ambiente

Leia mais

SNS Consultas Externas Hospitalares

SNS Consultas Externas Hospitalares 1. Total de Consultas Externas* 2.437.439 2.482.865 2.184.029 2.228.715 junho 2015 junho 2016 1.161.393 1.175.765 229.644 235.197 150.681 149.952 ARS Norte ARS Centro ARS Lisboa e Vale do Tejo ARS Alentejo

Leia mais

Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade

Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade para a Frequência dos Cursos Superiores do Instituto Politécnico de Leiria dos Maiores de 23 Anos - 2016 Instruções gerais Prova escrita

Leia mais

1ª Conferência do Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico: um olhar atento à saúde dos portugueses. Estado de Saúde.

1ª Conferência do Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico: um olhar atento à saúde dos portugueses. Estado de Saúde. 1ª Conferência do Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico: um olhar atento à saúde dos portugueses Estado de Saúde Ana Clara Silva 1 M Barreto 2, V Gaio 2, AP Rodrigues 2, I Kislaya 2, L Antunes 2,

Leia mais

Boletim meteorológico para a agricultura

Boletim meteorológico para a agricultura Boletim meteorológico para a agricultura Nº 52, abril 2015 CONTEÚDOS IPMA,I.P. 01 Resumo 02 Situação Sinóptica 03 Descrição Meteorológica 05 Informação Agrometeorológica 12 Previsão 12 Situação agrícola

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal

Boletim Climatológico Mensal ISSN 2183-1076 Boletim Climatológico Mensal Portugal Continental DEZEMBRO de 2014 CONTEÚDOS Resumo Situação Sinóptica Temperatura do Ar Precipitação Radiação Tabela Resumo mensal 1 2 3 5 7 8 Figura 1 Variabilidade

Leia mais

SERVIÇO COMUNICAÇÕES EMERGÊNCIA RADIOAMADOR SCERA 1º EXERCICIO SCERA

SERVIÇO COMUNICAÇÕES EMERGÊNCIA RADIOAMADOR SCERA 1º EXERCICIO SCERA 1º EXERCICIO SCERA EXERCÍCIO DE COMUNICAÇÕES DE EMERGÊNCIA ALTERNATIVAS EM HF/VHF/UHF A REP através do seu núcleo de comunicações alternativas de emergência vem por este meio fazer a divulgação do 1º Exercício

Leia mais

Esperança de vida mais elevada à nascença no Centro e aos 65 anos no Algarve

Esperança de vida mais elevada à nascença no Centro e aos 65 anos no Algarve Tábuas de Mortalidade 2013-2015 30 de setembro de 2016 Esperança de vida mais elevada à nascença no Centro e aos 65 anos no Algarve A esperança de vida à nascença foi estimada em 80,41 anos para o total

Leia mais

SAÚDE Diagnóstico Social do Concelho de Cadaval

SAÚDE Diagnóstico Social do Concelho de Cadaval SAÚDE 54 A nível de equipamentos de saúde no concelho existem, um Centro de Saúde, uma Delegação de Saúde Pública e seis Extensões do Centro de Saúde, distribuídas pelas freguesias de Cadaval, Figueiros,

Leia mais

Entidades sinalizadoras por distrito

Entidades sinalizadoras por distrito Entidades sinalizadoras por distrito Entidades sinalizadoras Os próprios 4 1,2 0 0,0 2 0,2 0 0,00 0 0,0 1 0,2 0 0,0 1 0,3 0 0,0 66 12,4 5 2,9 13 0,5 3 0,6 7 0,5 0 0,0 0 0,0 0 0,0 4 0,8 1 0,2 1 0,2 Os pais

Leia mais

Implementação das Vias Verdes Coronária e de AVC na Região Norte. Dr. Alcindo Maciel Barbosa 30 Setembro 2008

Implementação das Vias Verdes Coronária e de AVC na Região Norte. Dr. Alcindo Maciel Barbosa 30 Setembro 2008 Implementação das Vias Verdes Coronária e de AVC na Região Norte Dr. Alcindo Maciel Barbosa 30 Setembro 2008 UMA REGIÃO EM MOVIMENTO O Problema Tx(/100000) Tx(100000) 70 60 50 40 30 20 10 0 Evolução da

Leia mais

Editorial. Estudo. O consumidor europeu resiste à crise. O Observador Cetelem 2011 / Consumo na Europa

Editorial. Estudo. O consumidor europeu resiste à crise. O Observador Cetelem 2011 / Consumo na Europa 54 Editorial O consumidor europeu resiste à crise Conceição Caldeira da Silva Responsável do Observador Cetelem Este estudo e os anteriores poderão ser consultados em FONTES DOS NÚMEROS INDICADOS METODOLOGIA

Leia mais

Prémios VALORFITO 2012

Prémios VALORFITO 2012 VALORFITO 2012 REGULAMENTO NOTA PRÉVIA Os Pontos de Retoma (PR s) VALORFITO são elementos essenciais e determinantes para o funcionamento do sistema e exercem as suas funções de forma inteiramente gratuita.

Leia mais

ÍNDICE DEFINIÇÕES Vítimas por mês Vítimas segundo a localização e o tipo de via Vítimas segundo os distritos...

ÍNDICE DEFINIÇÕES Vítimas por mês Vítimas segundo a localização e o tipo de via Vítimas segundo os distritos... ÍNDICE DEFINIÇÕES... 3 2014... 4 1. Vítimas por mês... 4 2. Vítimas segundo a localização e o tipo de via... 5 3. Vítimas segundo os distritos... 6 4. Vítimas segundo a natureza do acidente... 7 5. Vítimas

Leia mais

ENERGIA EÓLICAE. Álvaro Rodrigues Viana do Castelo - Setembro de set 07

ENERGIA EÓLICAE. Álvaro Rodrigues Viana do Castelo - Setembro de set 07 ENERGIA EÓLICAE Álvaro Rodrigues Viana do Castelo - Setembro de 2007 Enquadramento (Convenção Quadro NU Alterações Climáticas) Electricidade Directiva UE para as renováveis Actividade humana Gases c/efeito

Leia mais

CONSUMO DE DISPOSITIVOS MÉDICOS PARA A DIABETES EM PORTUGAL CONTINENTAL ( )

CONSUMO DE DISPOSITIVOS MÉDICOS PARA A DIABETES EM PORTUGAL CONTINENTAL ( ) CONSUMO DE DISPOSITIVOS MÉDICOS PARA A DIABETES EM PORTUGAL CONTINENTAL (2006-2008) Carolina Monteiro, DAEOM - OMPS (Observatório do Medicamento e Produtos de Saúde) Em colaboração com o Grupo de Trabalho

Leia mais

A RAA em números. Geografia

A RAA em números. Geografia 09 Foto: Espectro A RAA em números Geografia O arquipélago dos Açores é constituído por nove ilhas dispersas no Atlântico Norte ao longo de 600 km, segundo uma orientação noroeste-sudeste e enquadrado

Leia mais

ÍNDICE DEFINIÇÕES Vítimas por mês Vítimas segundo a localização e o tipo de via Vítimas segundo os distritos...

ÍNDICE DEFINIÇÕES Vítimas por mês Vítimas segundo a localização e o tipo de via Vítimas segundo os distritos... ÍNDICE DEFINIÇÕES... 3 2014... 4 1. Vítimas por mês... 4 2. Vítimas segundo a localização e o tipo de via... 5 3. Vítimas segundo os distritos... 6 4. Vítimas segundo a natureza do acidente... 7 5. Vítimas

Leia mais

Na sua opinião, como são as relaçes actuais entre Portugal e

Na sua opinião, como são as relaçes actuais entre Portugal e Página 1 de 7 P 1 Em que distrito reside actualmente? Aveiro Braga Bragança Beja Castelo Branco Coimbra Évora Faro Guarda Leiria Lisboa Porto Portalegre Santarém Setúbal Viana do Castelo Vila Real Viseu

Leia mais

Valor médio de avaliação bancária acentua diminuição

Valor médio de avaliação bancária acentua diminuição 25 de novembro de 2014 Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação Outubro de 2014 Valor médio de avaliação bancária acentua diminuição O valor médio de avaliação bancária 1 do total do País diminuiu 1,5%

Leia mais

Diagnóstico Social de Oeiras Anexos

Diagnóstico Social de Oeiras Anexos Diagnóstico Social de Oeiras 2013 Anexos Fevereiro de 2014 SAÚDE POPULAÇÃO Anexo 1 INDICADORES Densidade populacional (hab./km 2 ) 3766,6 População residente, segundo os grandes grupos etários e sexo (nº):

Leia mais

ÍNDICE GERAL AGRADECIMENTOS RESUMO ABSTRACT SIMBOLOGIA 1. - INTRODUÇÃO 2. - DEFINIÇÃO DO PROBLEMA

ÍNDICE GERAL AGRADECIMENTOS RESUMO ABSTRACT SIMBOLOGIA 1. - INTRODUÇÃO 2. - DEFINIÇÃO DO PROBLEMA ÍNDICE GERAL AGRADECIMENTOS RESUMO ABSTRACT SIMBOLOGIA 1. - INTRODUÇÃO 2. - DEFINIÇÃO DO PROBLEMA 3. - SISTEMATIZAÇÃO DE CONCEITOS E REVISÃO DA LITERATURA 3.1 - INTERPOLAÇÃO ESPACIAL DE INFORMAÇÃO ASSOCIADA

Leia mais

A POSIÇÃO GEOGRÁFICA E O AMBIENTE FÍSICO

A POSIÇÃO GEOGRÁFICA E O AMBIENTE FÍSICO Bibliografia A POSIÇÃO GEOGRÁFICA E O AMBIENTE FÍSICO Brum Ferreira, D. (2005) Parte III O Ambiente Climático, in Medeiros, Carlos Alberto (dir.), Brum Ferreira, A. (coord.) Geografia de Portugal. Vol.

Leia mais

XXIII Jornadas ROR-SUL. 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa

XXIII Jornadas ROR-SUL. 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa XXIII Jornadas ROR-SUL 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa Estudo de Alta Resolução Linfomas Maria Gomes da Silva Objetivos 1. Descrever a epidemiologia dos diferentes tipos de linfomas na região do ROR

Leia mais

Impacto do Grau de Controlo da Asma na Utilização de Cuidados de Saúde em Portugal

Impacto do Grau de Controlo da Asma na Utilização de Cuidados de Saúde em Portugal Unidade de Epidemiologia Instituto de Medicina Preventiva Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa Impacto do Grau de Controlo da Asma na Utilização de Cuidados de Saúde em Portugal Violeta Alarcão,

Leia mais

ACES Alto Tâmega e Barroso

ACES Alto Tâmega e Barroso Perfil Local de Saúde 2009 Tâmega e Índice Aspectos a destacar Ligações Este Perfil Local de Saúde proporciona-lhe um olhar rápido mas integrador, sobre a saúde da população da área geográfica de influência

Leia mais

Boletim meteorológico para a agricultura

Boletim meteorológico para a agricultura BOLETIM METEOROLÓGICO PARA A AGRICULTURA Boletim meteorológico para a agricultura CONTEÚDOS Nº 63, março 2016 IPMA,I.P. 01 Resumo 02 Situação Sinóptica 03 Descrição Meteorológica 05 Informação Agrometeorológica

Leia mais

Valor médio de Avaliação Bancária de Habitação com ligeira diminuição

Valor médio de Avaliação Bancária de Habitação com ligeira diminuição Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação Fevereiro de 2010 26 de Março 2010 Valor médio de Avaliação Bancária de Habitação com ligeira diminuição O valor médio de avaliação bancária 1 de habitação no

Leia mais

Perfil de Saúde. ACeS Arco Ribeirinho. O ACeS Arco Ribeirinho em números - um resumo: Concelhos de Alcochete, Barreiro, Moita, Montijo

Perfil de Saúde. ACeS Arco Ribeirinho. O ACeS Arco Ribeirinho em números - um resumo: Concelhos de Alcochete, Barreiro, Moita, Montijo ACeS Arco Ribeirinho Perfil de Saúde Concelhos de Alcochete, Barreiro, Moita, Montijo Ano de 14 O ACeS Arco Ribeirinho em números - um resumo: A esperança de vida à nascença é de aproximadamente 76 anos

Leia mais

Nacional. Percentagem de 1ª Consulta Hospitalar e de Cirurgia Programada realizadas dentro do Tempo Máximo de Resposta Garantido (TMRG)

Nacional. Percentagem de 1ª Consulta Hospitalar e de Cirurgia Programada realizadas dentro do Tempo Máximo de Resposta Garantido (TMRG) Nacional Percentagem de e de realizadas dentro do Tempo Máximo de Resposta Garantido (TMRG) ARS Norte 70% % ARS Centro 76% 89% ARS Lisboa e Vale do Tejo 74% 86% ARS Alentejo 72% 88% ARS Algarve 66% 67%

Leia mais

EVOLUÇÃO DA TN EM PORTUGAL DESDE MEADOS DO SÉCULO XX

EVOLUÇÃO DA TN EM PORTUGAL DESDE MEADOS DO SÉCULO XX EVOLUÇÃO DA TN EM PORTUGAL DESDE MEADOS DO SÉCULO XX A tendência do número de nascimentos em Portugal neste período é de um decréscimo. O período de 1975 a 1977 contraria esta evolução devido a fatores

Leia mais

METODOLOGIA 1 ÂMBITO DO INQUÉRITO

METODOLOGIA 1 ÂMBITO DO INQUÉRITO METODOLOGIA 1 ÂMBITO DO INQUÉRITO O Inquérito à Ocupação do Tempo (IOT) abrange o território do Continente e das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, tendo-se estabelecido que os resultados deveriam

Leia mais