ESTUDO EPEPP III CONGRESSO PORTUGUÊS DE DEMOGRAFIA. ESDUDO do PERFIL de ENVELHECIMENTO da POPULAÇÃO PORTUGUESA. Metodologia

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1 III CONGRESSO PORTUGUÊS DE DEMOGRAFIA ESTUDO EPEPP ESDUDO do PERFIL de ENVELHECIMENTO da POPULAÇÃO PORTUGUESA Metodologia Palavras-chave: envelhecimento; população portuguesa Botelho MA Oliveira C Aguiar P Mota Pinto A Alves C Santos Rosa M Ferreira E Morais A Veríssimo T Fac. Ciências Médicas Fac. Medicina Eurotrials UNL UC Cons. Científicos

2 OBJECTIVO GERAL Caracterização biopsicossocial de perfis de envelhecimento da população portuguesa estudo de uma amostra representativa das regiões do Continente idade igual ou superior a 55 anos estratificação por sexo, grupo etário e zona geográfica

3 OBJECTIVOS ESPECÍFICOS Caracterização dos indivíduos nos domínios físico funcional mental social laboratorial Comparação de níveis de caracterização por grupos sexo grupo etário área geográfica Análise de associações entre níveis de caracterização TIPO DE ESTUDO Observacional, transversal, exploratório, comparativo entre os diferentes grupos

4 AMOSTRA Inclusão homens e mulheres idade 55 anos nome na lista telefónica nacional consentimento informado para participar no estudo Exclusão não correspondência aos critérios de inclusão incapacidade de deslocação ao local de inquérito impossibilidade de resposta ao inquérito

5 COLOCAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO Áreas Regionais de Saúde (ARS) Autorização Contacto com os Directores dos Centros de Saúde Centros de Saúde Confirmação da aceitação Agendamento de datas para aplicação dos questionários e colheitas de sangue Informação ao Laboratório

6 CENTROS DE SAÚDE Norte Ribeira de Pena Baião Murça Ponte de Lima Paredes Vila Real Vila Nova de Gaia Centro Vouzela Proença-a-Nova Guarda Marinha Grande Montemor-o-Velho Lisboa e Vale do Tejo Salvaterra de Magos Abrantes Torres Novas Torres Vedras Palmela Oeiras Alentejo Serpa Ourique Aljustrel Alcácer do Sal Évora Algarve Albufeira S. Brás de Alportel Silves 26 Centros de Saúde das 5 regiões NUTS II de Portugal Continental

7 CONTACTO COM OS POTENCIAIS PARTICIPANTES Definição de uma amostra para cada município Selecção de modo aleatório Contacto telefónico e informação sobre o estudo Reconhecimento de condições de participação Agendamento de deslocação ao Centro de Saúde

8 CODIFICAÇÃO DOS INDIVÍDUOS Código em maiúsculas e numeração sequencial por município Anonimato no tratamento de dados Cedência de cópia dos resultados das avaliações laboratoriais

9 RECOLHA DE DADOS 1. Consentimento Informado 2. Recolha dos dados: preenchimento de questionário colheita de sangue Inquérito desenvolvimento execução gráfica aplicação formação de inquiridores Entidade Coordenadora um internista investigador em gerontologia inquiridores seleccionados e formados para o efeito

10 RECOLHA DE DADOS No Centro de Saúde seleccionado Em data e hora previamente definidas Inquiridor Informava Explicava o Consentimento Informado Após assinatura do indivíduo, considerava-o participante e fazia a sua codificação Aplicava o questionário Enfermeiro do Centro de Saúde ou técnico do Laboratório Efectuava a recolha de uma amostra de sangue

11 ESTRUTURA DO QUESTIONÁRIO Domínios Rede social Locomoção Quedas Classe social Autonomia física Autonomia instrumental Saúde física Estado emocional Teste cognitivo Hábitos de actividade física tabágicos e alimentares Observação antropométrica: peso, altura, cintura e anca

12 COLHEITA DE SANGUE Jejum relativo Colheita de uma amostra de sangue Senha com o código do estudo, para levantar os resultados das análises, 15 dias após a finalização do estudo nesse Centro de Saúde Cópia fechada das análises para entrega aos participantes, mediante apresentação do código

13 ANÁLISE E TRATAMENTO DOS DADOS Análises estatísticas em SAS, versão 9.1 Considerado o nível de significância de 5% em todas as análises inferenciais Considerada diferença estatisticamente significativa nas análises comparativas entre grupos o valor de probabilidade p<0,05

14 SCORES/PONTUAÇÕES E OUTCOMES/ÍNDICES Cotação base de pontuação de cada quesito 0 - situação desfavorável 1 - situação favorável Score/pontuação - dos Domínios avaliados Outcome/índice Dependência Funcional engloba os scores/pontuações de Locomoção, Autonomia Física e Autonomia Instrumental Hábitos de Vida engloba os scores/pontuações de Actividade Física, Tabagismo e Frequência Alimentar

15 ANÁLISE DESCRITIVA Variáveis relativas aos Domínios: Variáveis categóricas tabelas de distribuição de frequências Variáveis numéricas média, mediana, desvio padrão (DP), valores máximos e mínimos

16 ANÁLISE INFERENCIAL (1) Prevalências de dependência para a totalidade dos dados e por grupo etário, com intervalos de confiança (IC) a 95% Análises comparativas dos grupos etários, sexo e região face às diferentes variáveis em estudo

17 ANÁLISE INFERENCIAL (2) Análises comparativas entre dois grupos: Variáveis categóricas testes qui-quadrado Variáveis numéricas testes t-student confirmados com testes de Mann- Whitney, sempre que se justificou

18 ANÁLISE INFERENCIAL (3) Análises comparativas entre três ou mais grupos: Variáveis categóricas testes qui-quadrado Variáveis numéricas ANOVAs confirmados com testes de Kruskal-Wallis sempre que se justificou de

19 ANÁLISE MULTIVARIÁVEL De modo a resumir a informação estatística de maior interesse Determinação de odds ratios ajustados e respectivos intervalos de confiança, através de regressão logística múltipla

20 CONCLUSÕES Abordagem epidemiológica multidimensional do estado biopsicossocial de adultos e idosos portugueses Exequibilidade / Qualidade dos dados Possibilita o desenvolvimento de planos estratégicos de intervenção: Prevenção / Tratamento / Reabilitação que permitam o envelhecimento saudável favoreçam o bem-estar

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