Teorias de Enfermagem

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Teorias de Enfermagem"

Transcrição

1 Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Enfermagem Unidade do Cuidado de Enfermagem IV: Adulto e Família- A Profa. Dra. Franciele Roberta Cordeiro Pelotas 2017

2 Roteiro da apresentação O que é uma teoria? Importância de teorias para a (TE) História das TE Elementos que compõem TE Critérios de escolha de uma TE Principais TE

3 O que é uma teoria? Um construto composto por um conjunto de leis e princípios racionais, hierárquica e solidamente sistematizados, de caráter conclusivo, aplicado a uma determinada área Fonte: (Veiga-Neto, 2009, p.86) 3

4 O que é uma teoria? Fonte: Uma ideia nascida com base em alguma hipótese, conjectura, especulação ou suposição, mesmo abstrata, sobre a realidade. Também designa o conhecimento descritivo puramente racional ou a forma de pensar e entender algum fenômeno a partir da observação (Wikipédia, 2017) 4

5 Importância de teorias para a Instrumento para realização do cuidado Elucidação e construção de conhecimento Estruturação profissional Reconhecimento social Aspecto científico (Leopardi, 1999) 5

6 Importância de teorias para a Complexidade do cuidado Fonte: 6

7 Importância de teorias para a O cuidado, portanto, engloba atos, comportamentos e atitudes. Os atos realizados no cuidado variam, de acordo com as condições em que ocorrem as situações e com o tipo de relacionamento estabelecido. Existem tipos diferentes ou maneiras distintas de cuidar, que variam de intensidade (Waldow, & Borges, 2011, p.415) 7

8 Importância de teorias para a Fonte: Fonte: 8

9 História das teorias de Emergência na década de 1960 Classificação das teorias I (isolamento de fatores) II (relacionamento de fatores) III (relacionamento de situações- preditivas) IV ( produtora de situações prescritiva) Teoria das necessidades humanas básicas (Horta, 2007) 9

10 História das teorias de Característica das (prescritivas) teorias de nível IV Especificam um objetivo-conteúdo Prescrever o necessário para uma atividade realizar o objetivo-conteúdo Lista de levantamento (survey list): orienta a atividade prática (Horta, 2007) 10

11 História das teorias de Componentes da lista de levantamento Agente: quem faz a atividade Paciente: quem é recipiente da atividade Estrutura: qual o fim da atividade Procedimento: processo orientador Dinâmica: fonte de energia para a atividade (Horta, 2007) 11

12 História das teorias de Diferentes momentos/etapas até as teorias Prática Educação Administração Teorização Filosofia do Cuidado (Leopardi, 1999) 12

13 História das teorias de 1859 Florence Nightingale Inglaterra Guerra da Crimeia Ambiente Estrutura hospitalar (Leopardi, 1999) Fonte: 13

14 História das teorias de Fonte: arquivo pessoal Fonte: arquivo pessoal 14

15 História das teorias de Fonte: arquivo pessoal 15

16 História das teorias de O desenvolvimento de teorias de esteve relacionado com... O contexto histórico A cultura Os sistemas de saúde de cada país 16

17 História das teorias de Marcos históricos Nascimento do hospital (século XVIII) Escolas de formação de enfermeiras (Século XIX) Grandes Guerras (Século XX) Fundação Rockefeller/EUA Introdução dos estudos psicossociais nos currículos e abordagem holística (Kruse, 2004; Foucault, 2004; Leopardi, 1999) 17

18 Elementos que compõem teorias de Componentes estruturais (conjunto teórico) Pressuposições básicas Conceitos Proposições (Leopardi, 1999) 18

19 Elementos que compõem teorias de Componentes Funcionais (organização para funcionar) Foco Sujeito da ação Área de atuação Metodologia (Leopardi, 1999) 19

20 Elementos que compõem teorias de Método para implementação de uma teoria Processo de Enfermagem 20

21 Critérios de escolha de uma teoria de Realidade do serviço de saúde Perfil dos profissionais de Disponibilidade de recursos Características das pessoas atendidas 21

22 Principais teorias de Teoria Ambientalista - Florence Nightingale (1859) Assume a como diferente da medicina, propõe sua organização e o processo administrativo para as tarefas Teoria Humanista Josephine Patterson e Loretta Zderad (1960) A pessoa é uma unidade holística e a situação dos indivíduos é experienciada existencialmente pelos enfermeiros (Leopardi, 1999) 22

23 Principais teorias de Teoria da Relação Interpessoal Joyce Travelbee (1966) o enfermeiro ajuda o indivíduo a significar sua experiência de adoecimento, por meio da comunicação estabelecida pessoapessoa. Teoria da adaptação Callista Roy (1970) A é uma disciplina científica que ajuda nas adaptações frente o processo saúde-doença (Oliveira et al, 2005; Leopardi, 1999) 23

24 Principais teorias de Teoria do autocuidado Dorothea Orem (1971) A é um sistema de ajuda para o autocuidado quando o indivíduo não tem condições de suprir suas necessidades Teoria transcultural Madeleine Leininger (1978) O cuidado é cultural e cada povo possui seus próprios sistemas e modos de cuidar (Oliveira et al, 2005; Leopardi, 1999) 24

25 Principais teorias de Teoria das Necessidades Humanas Básicas Wanda Horta (1970) A respeita e mantém a unicidade, autenticidade e individualidade do ser humano A é prestada ao ser humano e não à sua doença ou desequilíbrio Todo cuidado de é preventivo, curativo e de reabilitação A reconhece o ser humano com membro de uma família e de uma comunidade A reconhece o ser humano como elemento participante ativo do seu autocuidado (Horta, 2007) 25

26 Principais teorias de Wanda de Aguiar Horta ( ) Belém do Pará Enfermeira pela USP1948 Doutora Enfermagem UFRJ em pela Fonte: 26

27 Principais teorias de Teoria das Necessidades Humanas Básicas Inspirada na teoria da motivação humana de Abraham Maslow Necessidades Fisiológicas Segurança Amor Estima Auto realização Nunca há satisfação completa (Horta, 2007) 27

28 Principais teorias de Fonte: 28

29 Principais teorias de Teoria das Necessidades Humanas Básicas Inspiração em João Mohana (1964) Necessidades Psicobiológicas Necessidades Psicoespirituais Necessidades Psicossociais (Alves et al, 2007) 29

30 Principais teorias de Teoria das Necessidades Humanas Básicas Funções do Enfermeiro Assistir o ser humano no atendimento de suas necessidades humanas básicas e ensinar o autocuidado Manter, promover e recuperar a saúde Participar no ensino, na pesquisa, administração, responsabilidade legal e em associação de classe (Horta, 1979) 30

31 Principais teorias de Teoria das Necessidades Humanas Básicas Implementação: processo de Processo de, segundo Wanda Horta (2007): Histórico de Diagnóstico de Plano Assistencial Plano de Cuidados ou Prescrição de Enfermagem Evolução de Enfermagem Prognóstico de Enfermagem 31

32 Principais teorias de Fonte: 32

33 Referências Alves, A.R. et al. Aplicação do propcesso de. Estudo de caso com uma puérpera. Rev Bras Enferm, Brasília 2007 maio-jun; 60(3): Foucault, M. O nascimento da clínica. Rio de Janeiro: Forense Universitária, Horta, W.A. Processo de Enfermagem. São Paulo: EPU, Kruse, M.H.L. O poder dos corpos frios: das coisas que ensinam às enfermeiras. 160 f. Tese de doutorado. Programa de Pós-Graduação em Educação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, Leopardi, M.T. : instrumentos para a prática. Florianópolis: Papa-livros, Oliveira M.M.C et al.. Aplicação do processo de relação interpessoal de Travelbee com mãe de recémnascido internado em uma unidade neonatal. Rev. esc. enferm. USP [Internet] Dec [cited 2017 Apr 26] ; 39( 4 ): Available from: script=sci_arttext&pid=s &lng=en. Veiga-Neto, A. Teoria e método em Michel Foucault: (im)possibilidades. Cadernos de Educação, Pelotas. Setembro/dezembro 2009, [34]: Waldow V.R, Borges R. F. Cuidar e humanizar: relações e significados. Acta paul. enferm. [Internet] [cited 2017 Apr 26] ; 24( 3 ): Available from: script=sci_arttext&pid=s &lng=en. Wikipedia. Teoria. Disponível em: Acesso em 26 abr

PROCESSO DE ENFERMAGEM

PROCESSO DE ENFERMAGEM PROCESSO DE ENFERMAGEM PROCESSO DE ENFERMAGEM: São ações sistematizadas e inter-relacionadas, visando a assistência ao ser humano. É UMA FORMA DE PRESTAR CUIDADOS DE ENFERMAGEM DE FORMA SISTEMÁTICA, RENTÁVEL,

Leia mais

Processo de Enfermagem

Processo de Enfermagem Faculdade de Enfermagem Unidade do Cuidado de Enfermagem IV: Adulto e Família- A Processo de Enfermagem Prof a. Dr a. Franciele Roberta Cordeiro Pelotas 2017 Roteiro da apresentação O processo de enfermagem

Leia mais

Faculdades Integradas Teresa D Ávila. Justificativa da Inclusão da Disciplina na Constituição do Currículo:

Faculdades Integradas Teresa D Ávila. Justificativa da Inclusão da Disciplina na Constituição do Currículo: Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Enfermagem Disciplina: Historia da Enfermagem Ano: 2011 Série: 1ª Carga horária: 36 h/a Professora: Ms. Regina Célia Justificativa da Inclusão da Disciplina

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CAMPUS URUGUAIANA CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CAMPUS URUGUAIANA CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CAMPUS URUGUAIANA CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Universidade Federal do Pampa 2. Campus: Uruguaiana 3. Curso: Enfermagem

Leia mais

TEORIA, CONCEITOS, PRINCÍPIOS E PROCESSO. HORTA, W.A. - Enfermagem: teoria, conceitos, princípios e processo. Rev. Esc. Enf. USR, 5(1) 7-15,1974.

TEORIA, CONCEITOS, PRINCÍPIOS E PROCESSO. HORTA, W.A. - Enfermagem: teoria, conceitos, princípios e processo. Rev. Esc. Enf. USR, 5(1) 7-15,1974. ENFERMAGEM: TEORIA, CONCEITOS, PRINCÍPIOS E PROCESSO Wanda de Aguiar Horta * HORTA, W.A. - Enfermagem: teoria, conceitos, princípios e processo. Rev. Esc. Enf. USR, 5(1) 7-15,1974. Desenvolve-se uma teoria

Leia mais

TEORIAS ASSISTENCIAIS. Karina Gomes Lourenço

TEORIAS ASSISTENCIAIS. Karina Gomes Lourenço TEORIAS ASSISTENCIAIS Karina Gomes Lourenço Teorias de enfermagem CONCEITO: Linguagem básica do pensamento teórico, define-se como algo concebido na mente (um pensamento, uma noção ) Existem quatro conceitos

Leia mais

RESPONDER AS QUESTÕES A SEGUIR (DENTRE ELAS 5 ESTARAM PRESENTES NA PROVA DO G2)

RESPONDER AS QUESTÕES A SEGUIR (DENTRE ELAS 5 ESTARAM PRESENTES NA PROVA DO G2) ATIVIDADE COMPLEMENTAR Disciplina de História e ética em Enfermagem Professor Alexander de Quadros Nome dos componentes: RESPONDER AS QUESTÕES A SEGUIR (DENTRE ELAS 5 ESTARAM PRESENTES NA PROVA DO G2)

Leia mais

Enfermagem. 210 vagas

Enfermagem. 210 vagas Enfermagem 210 vagas Enfermeiro: 39 vagas (R$ 3.666,54) Técnico: 171 vagas (R$ 2.175,17) Regime: Estatutário Gov. Federal Inscrições: 25/Fev a 21/Mar Edital/banca: Fundação CESGRANRIO Provas: 26 de junho

Leia mais

A enfermagem deve privilegiar suas ações específicas/próprias junto ao cliente e atuar como parceira dos demais profissionais, NÃO APENAS como

A enfermagem deve privilegiar suas ações específicas/próprias junto ao cliente e atuar como parceira dos demais profissionais, NÃO APENAS como Prof. Roberto Albuquerque VI JONAFES/2010 A enfermagem deve privilegiar suas ações específicas/próprias junto ao cliente e atuar como parceira dos demais profissionais, NÃO APENAS como suporte de ações

Leia mais

MODELO ASSISTENCIAL HOSPITAL SAMARITANO -SP

MODELO ASSISTENCIAL HOSPITAL SAMARITANO -SP MODELO ASSISTENCIAL HOSPITAL SAMARITANO -SP Patricia Santesso Laurino Assessora de Aprimoramento e Desenvolvimento Encontro Nacional Unimed de Recursos e Serviços Próprios e Jornadas Nacionais Unimed de

Leia mais

Para João Mohana a enfermagem utiliza a denominação de: 1) necessidade de nível psicobiológico; 2) psicossocial; 3) psicoespiritual

Para João Mohana a enfermagem utiliza a denominação de: 1) necessidade de nível psicobiológico; 2) psicossocial; 3) psicoespiritual Processo de Enfermagem segundo Wanda Horta A Enfermagem como parte integrante da equipe de saúde implementa estados de equilíbrio, previne estados de desequilíbrio e reverte desequilíbrios em equilíbrio

Leia mais

SAE- SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM. Viviane Carrasco

SAE- SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM. Viviane Carrasco SAE- SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Viviane Carrasco Gerações (Pesut & Herman, 1990) Enfermagem 1ª Geração Enfermagem 2ª Geração Enfermagem 3ª Geração Nightingale Criméia Separar pacientes

Leia mais

PADI. Programa de Atenção domiciliar ao Idoso

PADI. Programa de Atenção domiciliar ao Idoso Objetivos do programa Apesar dos benefícios óbvios da internação quando necessária, o paciente idoso afastado da rotina de casa e da família apresenta maior dificuldade de recuperação, além de correr risco

Leia mais

A importancia da realização da Anamnese e do Exame Fisico M E S T R E E M E N F E R M A G E M ( U E R J )

A importancia da realização da Anamnese e do Exame Fisico M E S T R E E M E N F E R M A G E M ( U E R J ) A importancia da realização da Anamnese e do Exame Fisico MARIA DA CONCEIÇÃ O MUNIZ RIBEIRO M E S T R E E M E N F E R M A G E M ( U E R J ) Conceito de Anamnese A anamnese (do grego anamnesis significa

Leia mais

DIAGNÓSTICOS DA NANDA CONFORME AS NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS DE WANDA HORTA NAS PRÁTICAS DE CAMPO DOS GRADUANDOS EM ENFERMAGEM

DIAGNÓSTICOS DA NANDA CONFORME AS NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS DE WANDA HORTA NAS PRÁTICAS DE CAMPO DOS GRADUANDOS EM ENFERMAGEM DIAGNÓSTICOS DA NANDA CONFORME AS NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS DE WANDA HORTA NAS PRÁTICAS DE CAMPO DOS GRADUANDOS EM ENFERMAGEM Iaskara Mazer 1 Ana Paula Modesto 2 Janaina Vall 3 Introdução: É dever do

Leia mais

REVISÃO VACINAS 15/02/2013

REVISÃO VACINAS 15/02/2013 REVISÃO VACINAS 1. Conforme a Lei Federal n o 7.498/86, que dispõe sobre o exercício da enfermagem, são atividades privativas do enfermeiro: a) administrar medicamentos e prestar consultoria de b) observar

Leia mais

HISTÓRIA DA ENFERMAGEM INTRODUÇÃO. Profª Ms Patrícia Kelly Silvestre de Melo Claudia Witzel

HISTÓRIA DA ENFERMAGEM INTRODUÇÃO. Profª Ms Patrícia Kelly Silvestre de Melo Claudia Witzel HISTÓRIA DA ENFERMAGEM INTRODUÇÃO Profª Ms Patrícia Kelly Silvestre de Melo Claudia Witzel CONCEITO Segundo Wanda Horta, Enfermagem é a arte de assistir (cuidar) o ser humano Tornando-o independente Promovendo

Leia mais

A partir da década de 50 surgiram as primeiras teorias, procurando articular os fenômenos entre si, explicar a realidade em seu conjunto, de modo

A partir da década de 50 surgiram as primeiras teorias, procurando articular os fenômenos entre si, explicar a realidade em seu conjunto, de modo A partir da década de 50 surgiram as primeiras teorias, procurando articular os fenômenos entre si, explicar a realidade em seu conjunto, de modo orgânico e coerente, estabelecendo assim as bases de uma

Leia mais

Até o início do século XX, a enfermagem praticada no Brasil era exercida por religiosas, pastores protestantes, pessoas formadas pelo Hospital

Até o início do século XX, a enfermagem praticada no Brasil era exercida por religiosas, pastores protestantes, pessoas formadas pelo Hospital Até o início do século XX, a enfermagem praticada no Brasil era exercida por religiosas, pastores protestantes, pessoas formadas pelo Hospital Nacional dos Alienados e pela Escola Cruz Vermelha. 1889 1930

Leia mais

Centro Universitário de Várzea Grande Curso de Graduação em Enfermagem

Centro Universitário de Várzea Grande Curso de Graduação em Enfermagem Centro Universitário de Várzea Grande Curso de Graduação em Enfermagem ENFERMAGEM COMO CIÊNCIA ( Teorias de Enfermagem) Profª. Ingrid Letícia Fernandes Resumo produzido para a disciplina de Enfermagem

Leia mais

Material desenvolvido com conteúdo fornecido pelas unidades acadêmicas responsáveis pelas disciplinas.

Material desenvolvido com conteúdo fornecido pelas unidades acadêmicas responsáveis pelas disciplinas. 1 2 Material desenvolvido com conteúdo fornecido pelas unidades acadêmicas responsáveis pelas disciplinas. Organização Projeto Visual COMEP Paulo Roberto Bueno Pereira Michela Peanho Harumi Toda Watzel

Leia mais

PROCESSO DE ENFERMAGEM E A ATUAÇÃO DO TÉCNICO / AUXILIAR DE ENFERMAGEM

PROCESSO DE ENFERMAGEM E A ATUAÇÃO DO TÉCNICO / AUXILIAR DE ENFERMAGEM HOSPITAL DE CLÍNICAS FILIAL EBSERH PROCESSO DE ENFERMAGEM E A ATUAÇÃO DO TÉCNICO / AUXILIAR DE ENFERMAGEM Divisão de Enfermagem Serviço de Educação em Enfermagem Enf.ª Ma. Aldenôra Laísa P. Carvalho Cordeiro

Leia mais

Percepção dos discentes acerca das teorias de enfermagem em um curso de graduação

Percepção dos discentes acerca das teorias de enfermagem em um curso de graduação Percepção dos discentes acerca das teorias de enfermagem em um curso de graduação MARIA DO ROSARIO MARTINS(UNINGÁ)¹ RESUMO O presente trabalho é um estudo descritivo sobre o ensino das teorias de enfermagem

Leia mais

Sistematização da assistência de enfermagem aos portadores da doença de Parkinson baseados na teoria do autocuidado e necessidades humanas básicas.

Sistematização da assistência de enfermagem aos portadores da doença de Parkinson baseados na teoria do autocuidado e necessidades humanas básicas. Introdução: Doença de Parkinson é uma afecção degenerativa crônica e progressiva do sistema nervoso central caracterizada pelos sinais cardinais. Afeta cerca de 150 a 200 pessoas para cada 100 mil habitantes¹.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA CARGA HORÁRIA TEÓRICA:

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA CARGA HORÁRIA TEÓRICA: SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: FILOSOFIA E ENFERMAGEM GRADE: RESOLUÇÃO CEPEC Nº 831 SEMESTRE: 9 o ANO: 2012 MATRIZ

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA. CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 60 horas

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA. CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 60 horas SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENFERMAGEM GRADE: RESOLUÇÃO CEPEC Nº 831 MATRIZ CURRICULAR: BACHARELADO

Leia mais

TEORIA DAS NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS UM MARCO INDELÉVEL NA ENFERMAGEM BRASILEIRA *

TEORIA DAS NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS UM MARCO INDELÉVEL NA ENFERMAGEM BRASILEIRA * TEORIA DAS NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS UM MARCO INDELÉVEL NA ENFERMAGEM BRASILEIRA * Támara Iwanow Cianciarullo ** CIAN'ClARULLO, T.W. Teoria das necessidades humanas básicas um marco indelével na enfermagem

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN CARGA DE TRABALHO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM DE UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO SEGUNDO O TISS-28 Kelly Ribeiro 1 Anair Lazzari Nicola INTRODUÇÃO: A unidade de terapia intensiva (UTI) é destinada

Leia mais

Consulta de enfermagem. Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira

Consulta de enfermagem. Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira Consulta de enfermagem Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira Objetivo geral Saber conceito, legislações e possibilidades de atuação de consulta de enfermagem. Simulação da consulta de enfermagem. Prof. Ms.

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ASSISTÊNCIA INTERDISCIPLINAR A PACIENTES PÓS-TRANSPLANTE RENAL

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ASSISTÊNCIA INTERDISCIPLINAR A PACIENTES PÓS-TRANSPLANTE RENAL 1 RELATO DE EXPERIÊNCIA: ASSISTÊNCIA INTERDISCIPLINAR A PACIENTES PÓS-TRANSPLANTE RENAL Franciele Gonçalves dos Santos (1) Rosana Duarte da Silva (2) Thalise Yuri Hattori (3) Fátima Alice Aguiar Quadros

Leia mais

Ela foi considerada a primeira teórica de enfermagem ao delinear o que considerava a meta de enfermagem e o domínio da prática( McEWEN, 2009 )

Ela foi considerada a primeira teórica de enfermagem ao delinear o que considerava a meta de enfermagem e o domínio da prática( McEWEN, 2009 ) SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Com Florence Nightingale a Enfermagem iniciou sua caminhada para a adoção de uma prática baseada em conhecimentos científicos, abandonando gradativamente a postura

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DAS TEORIAS DE ENFERMAGEM PARA A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO ACADÊMICO E PROFISSIONAL

CONTRIBUIÇÕES DAS TEORIAS DE ENFERMAGEM PARA A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO ACADÊMICO E PROFISSIONAL CONEXÃO FAMETRO: ÉTICA, CIDADANIA E SUSTENTABILIDADE XII SEMANA ACADÊMICA ISSN: 2357-8645 CONTRIBUIÇÕES DAS TEORIAS DE ENFERMAGEM PARA A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO ACADÊMICO E PROFISSIONAL Ana Paula de

Leia mais

PLANO DE AÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA LINHA DE CUIDADO EM DOENÇA FALCIFORME NO RIO GRANDE DO SUL

PLANO DE AÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA LINHA DE CUIDADO EM DOENÇA FALCIFORME NO RIO GRANDE DO SUL PLANO DE AÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA LINHA DE CUIDADO EM DOENÇA FALCIFORME NO RIO GRANDE DO SUL COORDENAÇÃO ESTADUAL DA SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina EFG383 Gerência em Enfermagem II

Programa Analítico de Disciplina EFG383 Gerência em Enfermagem II 0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Medicina e Enfermagem - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: 8 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal

Leia mais

LEVANTAMENTO SOBRE AS AÇÕES DE ENFERMAGEM NO PROGRAMA DE CONTROLE DA HANSENÍASE NO ESTADO DE SÃO PAULO*

LEVANTAMENTO SOBRE AS AÇÕES DE ENFERMAGEM NO PROGRAMA DE CONTROLE DA HANSENÍASE NO ESTADO DE SÃO PAULO* LEVANTAMENTO SOBRE AS AÇÕES DE ENFERMAGEM NO PROGRAMA DE CONTROLE DA HANSENÍASE NO ESTADO DE SÃO PAULO* Elisete Silva Pedrazzani** Discute-se sobre as ações de enfermagem no Programa de Controle da Hanseníase

Leia mais

Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular. Semestral

Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular. Semestral Curso Técnico Subsequente em Curso Técnico em Enfermagem Nome do Curso - Curso Técnico em Enfermagem CÂMPUS Florianópolis/SC MATRIZ CURRICULAR Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular

Leia mais

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS TÍTULO: COMPETENCIAS GERENCIAIS DO ENFERMEIRO INTENSIVISTA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GEOVANA APARECIDA DAESKI VILLANUEVA PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM PARA UPA NA CIDADE DE CURITIBA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GEOVANA APARECIDA DAESKI VILLANUEVA PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM PARA UPA NA CIDADE DE CURITIBA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GEOVANA APARECIDA DAESKI VILLANUEVA PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM PARA UPA NA CIDADE DE CURITIBA FLORIANÓPOLIS (SC) 2014 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GEOVANA

Leia mais

Educação permanente em saúde e implementação de diagnósticos de enfermagem: estudo descritivo

Educação permanente em saúde e implementação de diagnósticos de enfermagem: estudo descritivo Educação permanente em saúde e implementação de diagnósticos de enfermagem: estudo descritivo Ludimila Cuzatis Gonçalves¹, Elaine Antunes Cortez 1, Ana Carla Dantas Cavalcanti 1 1 Universidade Federal

Leia mais

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências O Presidente da República, usando das atribuições que lhe confere o Art. 81, item

Leia mais

Art. 2º - As instituições e serviços de saúde incluirão a atividade de Enfermagem no seu planejamento e programação.

Art. 2º - As instituições e serviços de saúde incluirão a atividade de Enfermagem no seu planejamento e programação. 1 Decreto Nº 94.406/87 Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências. O Presidente da República, usando das atribuições que lhe

Leia mais

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 7º PERÍODO

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 7º PERÍODO EMENTÁRIO E E COMPLR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 7º PERÍODO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À SAÚDE DA MULHER Principais distúrbios fisiopatológicos e a atuação da Enfermagem na assistência integral

Leia mais

Psicodiagnóstico Institucional e Projeto de Intervenção

Psicodiagnóstico Institucional e Projeto de Intervenção Psicodiagnóstico Institucional e Projeto de Intervenção PSICODIAGNÓSTICO INSTITUCIONAL/HOSPITAL Elemento preliminar ao projeto de Intervenção Mapeamento das áreas que apresentam maior demanda de intervenção

Leia mais

Teorias de Enfermagem

Teorias de Enfermagem Teorias de Enfermagem referenciais teóricos da enfermagem Profª Me. Geisa Vilarins O que é teoria? Sistema organizado Ideias e conceitos Explica um conjunto de fenômenos (ou leis) Pode ser testado por

Leia mais

CENTRO DE PROCEDIMENTO E APOIO

CENTRO DE PROCEDIMENTO E APOIO CENTRO DE PROCEDIMENTO E APOIO Zona Norte Zona Leste Av. Água Fria, 135- Santana Av. Celso Garcia, 4974 -Tatuapé Para atender as necessidades de mercado e se tornar ainda mais competitiva, a Unimed adotou

Leia mais

Palavras-chave: Comunicação. Enfermagem. Revisão bibliográfica.

Palavras-chave: Comunicação. Enfermagem. Revisão bibliográfica. O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO EM ENFERMAGEM: PRODUÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA DE 1997 A 2006. Silvia Soares dos Santos Ricardo Ricardo Magali Telecio Tatiana Longo Borges Miguel tatiana@unisalesiano.edu.br Centro

Leia mais

Os desafios da História da Enfermagem

Os desafios da História da Enfermagem Os desafios da História da Enfermagem Da guerra da Crimeia à Saúde Global Pedro Pereira Leite e Lorena Sancho Querol Roteiro Balizas da história da enfermagem O uso da História e da Memória Para uma memória

Leia mais

IBES - Instituto Brasileiro Para Excelência em Saúde. Sistema Brasileiro de Acreditação Organização Nacional de Acreditação

IBES - Instituto Brasileiro Para Excelência em Saúde. Sistema Brasileiro de Acreditação Organização Nacional de Acreditação IBES - Instituto Brasileiro Para Excelência em Saúde Sistema Brasileiro de Acreditação Organização Nacional de Acreditação ONA - Organização Nacional de Acreditação Organização jurídica não governamental

Leia mais

Estratégias da Implantação para a Conquista da Certificação ONA no Hospital Municipal de Mogi das Cruzes

Estratégias da Implantação para a Conquista da Certificação ONA no Hospital Municipal de Mogi das Cruzes Estratégias da Implantação para a Conquista da Certificação ONA no Hospital Municipal de Mogi das Cruzes Nossa história Cenário Cenário Nossa história Setores Previsão segundo o Plano de Trabalho Quando

Leia mais

ESTÁGIO: PSICOLOGIA HOSPITALAR: INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA EM UMA UNIDADE DE TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

ESTÁGIO: PSICOLOGIA HOSPITALAR: INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA EM UMA UNIDADE DE TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE RIBEIRÃO PRETO DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA CENTRO DE PESQUISA E PSICOLOGIA APLICADA ESTÁGIO: PSICOLOGIA HOSPITALAR: INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: REVISÃO INTEGRATIVA

UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: REVISÃO INTEGRATIVA UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: REVISÃO INTEGRATIVA Mayara Muniz Peixoto Rodrigues (1); Renata Maia de Medeiros Falcão (2); Barbara Jeane Pinto Chaves (3); Amanda

Leia mais

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 4º PERÍODO

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 4º PERÍODO EMENTÁRIO E E COMPLR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 4º PERÍODO ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM Administração do processo de trabalho e da assistência de Enfermagem em instituições hospitalares

Leia mais

X Encontro de Extensão

X Encontro de Extensão 6CCSDEMCAOUT01 PROCESSO DE ENFEMAGEM: DESAFIOS PARA OPERACIONALIZAÇÃO Aline Franco da Silva (1); Jacira dos Santos Oliveira(3) Centro de Ciências da Saúde/Departamento de Enfermagem/Outros RESUMO A Enfermagem

Leia mais

Garantia de Qualidade e Continuidade da Assistência no Atendimento Domiciliar

Garantia de Qualidade e Continuidade da Assistência no Atendimento Domiciliar Garantia de Qualidade e Continuidade da Assistência no Atendimento Domiciliar ANA ADALGISA DE OLIVEIRA BORGES GESTORA DE ATENÇÃO DOMICILIAR - SERVIÇOS PRÓPRIOS UNIMEB-BH Introdução Definição Conceito de

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE SAÚDE CÓDIGO: SAU264 DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II CARGA HORÁRIA: 450h EMENTA: Atuação do estudante de enfermagem nas áreas

Leia mais

Serviço de Gestão do Fator Humano - Recrutamento e Seleção PROC. Nº 1089/16 Rev. 02 Pág.1/5 PROCESSO SELETIVO N 1089/16 ENFERMEIRO

Serviço de Gestão do Fator Humano - Recrutamento e Seleção PROC. Nº 1089/16 Rev. 02 Pág.1/5 PROCESSO SELETIVO N 1089/16 ENFERMEIRO Rev. 02 Pág.1/5 PROCESSO SELETIVO N 1089/16 ENFERMEIRO CADASTRO RESERVA DE CANDIDATOS LOTAÇÃO: COORDENAÇÃO DE ENFERMAGEM DESCRIÇÃO SUMÁRIA: Prestar assistência de enfermagem individualizada aos pacientes,

Leia mais

CHAVES (2009) descreve a CIPE como sendo um produto e um programa do Conselho Internacional de Enfermagem (CIE). A CIE é formada por uma federação de

CHAVES (2009) descreve a CIPE como sendo um produto e um programa do Conselho Internacional de Enfermagem (CIE). A CIE é formada por uma federação de CHAVES (2009) descreve a CIPE como sendo um produto e um programa do Conselho Internacional de Enfermagem (CIE). A CIE é formada por uma federação de associações nacionais de enfermeiros, que atualmente

Leia mais

Mestrado Profissional em Enfermagem Assistencial

Mestrado Profissional em Enfermagem Assistencial Mestrado Profissional em Enfermagem Assistencial Profª. Drª. Zenith Rosa Silvino Coordenadora do MPEA - 2010/2014 O MPEA Aprovado pelo CUV em 12/03/2003 Reconhecido pela CAPES em dezembro/2003 (31003010055P3)

Leia mais

Patricia Santiago Carvalho Grasiela Scavassa Costa Suelen Catarino Sampaio

Patricia Santiago Carvalho Grasiela Scavassa Costa Suelen Catarino Sampaio Patricia Santiago Carvalho Grasiela Scavassa Costa Suelen Catarino Sampaio Santos Dumont Hospital Média e alta complexidade Inaugurado em 2009 10 leitos UTI geral 10 leitos UCO 69 leitos de internações

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Maria Miriam Lima da Nóbrega Docente da Universidade Federal da Paraíba Diretora do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da CIPE do Programa de Pós-Graduação

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA Vanessa Martins Hidd Santos NOVAFAPI INTRODUÇÃO A avaliação institucional constitui objeto de preocupação e análise na NOVAFAPI, desde sua fundação quando

Leia mais

Política de Avaliação Fisioterapêutica dos Pacientes e Continuidade do Cuidado NORMA Nº 001

Política de Avaliação Fisioterapêutica dos Pacientes e Continuidade do Cuidado NORMA Nº 001 1- Objetivo Página: 1/10 Estabelecer plano de cuidado e prestar atendimento fisioterapêutico às necessidades imediatas e continuadas do paciente interno e externo. 2- Definições 2.1 Plano de cuidado: visa

Leia mais

Cronograma de Educação Permanente 2016

Cronograma de Educação Permanente 2016 Cronograma de Educação Permanente 2016 JANEIRO FEVEREIRO Atendimento ao cliente s Favorecer diálogos sobre boas práticas de atendimento ao cliente. quimioterapia, equipe do SAME e colaboradores. MARÇO

Leia mais

Discussão teórica acerca do significado da administração dada à enfermagem segundo a opinião de graduandos em período de estágio curricular

Discussão teórica acerca do significado da administração dada à enfermagem segundo a opinião de graduandos em período de estágio curricular Discussão teórica acerca do significado da administração dada à enfermagem segundo a opinião de graduandos em período de estágio curricular EVERTON FERNANDO ALVES(G-UNINGÁ)¹ ADRIANA CRISTINA MAGNANI(UNINGÁ)

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM EMENTAS º PERÍODO

CURSO: ENFERMAGEM EMENTAS º PERÍODO CURSO: ENFERMAGEM EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: ANATOMIA DO SISTEMA LOCOMOTOR Terminologia Anatômica. Sistema Esquelético. Sistema Articular. Sistema Muscular. DISCIPLINA: SISTEMAS BIOLÓGICOS

Leia mais

1 Workshop Estratégias para a Sustentabilidade das Organizaçõesde Saúde" Estratégias para melhoria da gestão hospitalar Isabela Caiaffa

1 Workshop Estratégias para a Sustentabilidade das Organizaçõesde Saúde Estratégias para melhoria da gestão hospitalar Isabela Caiaffa 1 Workshop Estratégias para a Sustentabilidade das Organizaçõesde Saúde" 16-09 - 09 às 12 horas Estratégias para melhoria da gestão hospitalar Isabela Caiaffa Ampliar o conhecimento sobre a Estratégia

Leia mais

CONTROLE DE CONTEÚDO - TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SÃO PAULO ANALISTA JUDICIÁRIO ÁREA: PSICOLOGIA (TRE-SP AJAP)

CONTROLE DE CONTEÚDO - TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SÃO PAULO ANALISTA JUDICIÁRIO ÁREA: PSICOLOGIA (TRE-SP AJAP) CONTROLE DE CONTEÚDO - TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SÃO PAULO ANALISTA JUDICIÁRIO ÁREA: PSICOLOGIA (TRE-SP AJAP) 1 Ortografia oficial. GRAMÁTICA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO DA LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDO

Leia mais

Modelo teórico de pensamento crítico no processo diagnóstico em enfermagem

Modelo teórico de pensamento crítico no processo diagnóstico em enfermagem Modelo teórico de pensamento crítico no processo diagnóstico em enfermagem Greicy Kelly Gouveia Dias Bittencourt 1, Maria da Graça Oliveira Crossetti 2 1 Universidade Federal da Paraíba 2 Universidade

Leia mais

1. DIVULGAÇÃO DA CARTA DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS DO SUS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PET URGÊNCIA E EMERGÊNCIA NO HOSPITAL GERAL CLÉRISTON ANDRADE

1. DIVULGAÇÃO DA CARTA DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS DO SUS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PET URGÊNCIA E EMERGÊNCIA NO HOSPITAL GERAL CLÉRISTON ANDRADE Título 1. DIVULGAÇÃO DA CARTA DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS DO SUS: UM RELATO DE DO PET URGÊNCIA E EMERGÊNCIA NO HOSPITAL GERAL CLÉRISTON ANDRADE Classificação 2.SUPERVISÃO EM ENFERMAGEM E OS MODELOS ORGANIZACIONAIS:

Leia mais

O ENSINO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO DISTRITO FEDERAL

O ENSINO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO DISTRITO FEDERAL O ENSINO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO DISTRITO FEDERAL Acadêmica :Amanda da Silva Alves Orientador: Alexsandro Barreto Almeida Águas Claras - DF 2016 Alexsandro Barreto

Leia mais

PLANO DE ENSINO. 9. Turno: Tarde 8. Ano Letivo/Semestre: 2011/2

PLANO DE ENSINO. 9. Turno: Tarde 8. Ano Letivo/Semestre: 2011/2 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PLANO DE ENSINO I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Campus: Uruguaiana 2. Curso: Enfermagem 3. Componente Curricular: Fundamentos

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA IMPLEMENTAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE): UMA ABORDAGEM BIBLIOGRÁFICA:

IMPORTÂNCIA DA IMPLEMENTAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE): UMA ABORDAGEM BIBLIOGRÁFICA: 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ- REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ORGANIZAÇÃO PÚBLICA EM SAÚDE (EAD) IMPORTÂNCIA DA IMPLEMENTAÇÃO

Leia mais

GESTÃO DA CLINICA E A INSERÇÃO DAS UPA24H NA REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

GESTÃO DA CLINICA E A INSERÇÃO DAS UPA24H NA REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA GESTÃO DA CLINICA E A INSERÇÃO DAS UPA24H NA REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA EM SÃO BERNARDO DO CAMPO COSEMS 2014 UBATUBA Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo Departamento de Atenção Hospitalar e

Leia mais

Existem Formas de Incrementar a Remuneração dos Reumatologistas?

Existem Formas de Incrementar a Remuneração dos Reumatologistas? Existem Formas de Incrementar a Remuneração dos Reumatologistas? AMB Fórum Reumatologia Junho/2010 Pauta Cenário Atual da Cadeia Produtiva da Saúde; Evolução da Atividade Médica; O Médico em Ambiente Hospitalar;

Leia mais

Introdução PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DE GRUPOS DE GESTANTES AO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NA CIDADE DE PONTA GROSSA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

Introdução PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DE GRUPOS DE GESTANTES AO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NA CIDADE DE PONTA GROSSA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DE GRUPOS DE GESTANTES AO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NA CIDADE DE PONTA GROSSA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Ana Paula Xavier Ravelli Neumari da Cunha Introdução A gestação de uma vida

Leia mais

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO FICHA DE OBSERVAÇÃO ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE E ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Acadêmico: Curso: Período: Turno: Disciplina: Atenção Primária à Saúde e Estratégia de Saúde da Família Local: Profissional

Leia mais

A METODOLOGIA ASSISTENCIAL DE ENFERMAGEM NA PRÁTICA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA USP

A METODOLOGIA ASSISTENCIAL DE ENFERMAGEM NA PRÁTICA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA USP A METODOLOGIA ASSISTENCIAL DE ENFERMAGEM NA PRÁTICA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA USP Maria Coeli Campedelli * Raquel Rapone Gaidzinski** CAMPEDELLI, M.C.; GAIDZINSKZI, R.R. A metodologia assistencial de enfermagem

Leia mais

Grupo de Pesquisa em Tecnologias, Informações e Informática em Saúde e Enfermagem - GIATE

Grupo de Pesquisa em Tecnologias, Informações e Informática em Saúde e Enfermagem - GIATE Grupo de Pesquisa em Tecnologias, Informações e Informática em Saúde e Enfermagem - GIATE REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINALIDADES: Art.1º - O Grupo Pesquisa em Tecnologias, Informações

Leia mais

Usando o Conhecimento em Enfermagem para criar a Identidade do Enfermeiro

Usando o Conhecimento em Enfermagem para criar a Identidade do Enfermeiro Usando o Conhecimento em Enfermagem para criar a Identidade do Enfermeiro I Conferencia Internacional de Identidade do Enfermerio A Revolucao do Cuidar Howard K. Butcher, PhD, RN University of Iowa, College

Leia mais

ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENFERMAGEM DO TRABALHO FERNANDA MARIA GALVÃO DE SOUZA SANTOS

ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENFERMAGEM DO TRABALHO FERNANDA MARIA GALVÃO DE SOUZA SANTOS ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENFERMAGEM DO TRABALHO FERNANDA MARIA GALVÃO DE SOUZA SANTOS ATITUDE PREVENTIVA DO ENFERMEIRO NA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM

Leia mais

ESTOMATERAPIA- CUIDADOS AOS PORTADORES DE LESÕES DE PELE

ESTOMATERAPIA- CUIDADOS AOS PORTADORES DE LESÕES DE PELE Revisão: 23/03/2014 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na implementação de cuidados de enfermagem sistematizados à pacientes, internados; em consultas ambulatoriais; e/ou em atendimento pelo Plantão geral, que necessitem

Leia mais

RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP A RELAÇÃO INTERSUBJETIVA NO CUIDAR DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL: COMPETENCIA PARA O CUIDADO EM SAUDE MENTAL

RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP A RELAÇÃO INTERSUBJETIVA NO CUIDAR DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL: COMPETENCIA PARA O CUIDADO EM SAUDE MENTAL RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP A RELAÇÃO INTERSUBJETIVA NO CUIDAR DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL: COMPETENCIA PARA O CUIDADO EM SAUDE MENTAL Gabrielle Rocha 1, Isabel Cristina Ribeiro Regazzi Barcelos 2 RESUMO

Leia mais

Gestão de Pessoas e Complexidade Organizacional: O desafio nos Hospitais Públicos. Leonardo Justin Carâp

Gestão de Pessoas e Complexidade Organizacional: O desafio nos Hospitais Públicos. Leonardo Justin Carâp Gestão de Pessoas e Complexidade Organizacional: O desafio nos Hospitais Públicos Leonardo Justin Carâp 1 Contexto Geral Organizações e Complexidade Origem Transição Situação Atual 2 Contexto Geral Hospitais

Leia mais

Recursos Próprios 2013

Recursos Próprios 2013 Recursos Próprios 2013 " Serviços Próprios de Atendimento Pré-Hospitalar (SOS) e Assistência Domiciliar ( Home- Care): reconhecendo a importância destas modalidades assistenciais para o cliente e para

Leia mais

LIGA ACADÊMICA DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: SUBSIDIANDO O FUTURO PROFISSIONAL ENFERMEIRO COM BASE CIENTÍFICA E PRÁTICA

LIGA ACADÊMICA DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: SUBSIDIANDO O FUTURO PROFISSIONAL ENFERMEIRO COM BASE CIENTÍFICA E PRÁTICA LIGA ACADÊMICA DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: SUBSIDIANDO O FUTURO PROFISSIONAL ENFERMEIRO COM BASE CIENTÍFICA E PRÁTICA Área temática: Saúde SANTOS, Willians Guilherme dos 1 ; BALBINO,

Leia mais

De Florence Nightingale até os dias de hoje: Contribuições da Enfermagem para o Controle de IRAS

De Florence Nightingale até os dias de hoje: Contribuições da Enfermagem para o Controle de IRAS De Florence Nightingale até os dias de hoje: Contribuições da Enfermagem para o Controle de IRAS Maria Clara Padoveze Escola de Enfermagem da USP Enfermagem Origens Gill, CJ; Gill, GC. CID 2005; 40:1799-805

Leia mais

Modelo de Apoio à Mestria do Cuidador Informal (MAMCI) em contexto clínico: da implementação à avaliação

Modelo de Apoio à Mestria do Cuidador Informal (MAMCI) em contexto clínico: da implementação à avaliação Modelo de Apoio à Mestria do Cuidador Informal (MAMCI) em contexto clínico: da implementação à avaliação Unidade de Saúde de Ilha São Miguel Centro Saúde Ponta Delgada Unidade Cuidados Domiciliários Centro

Leia mais

RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP SATISFAÇÃO NO PROCESSO PRODUTIVO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP SATISFAÇÃO NO PROCESSO PRODUTIVO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP SATISFAÇÃO NO PROCESSO PRODUTIVO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM Maithê de Carvalho e Lemos, Joanir Pereira Passos RESUMO Objetivos: Identificar e classificar as expressões de satisfação

Leia mais

Gestão de Pessoas. Curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar Prof. Joelma Kremer, Dra.

Gestão de Pessoas. Curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar Prof. Joelma Kremer, Dra. Gestão de Pessoas Curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar Prof. Joelma Kremer, Dra. Aula 10 Motivação Os objetivos desta aula são: Apresentar uma visão integrada das principais teorias sobre motivação.

Leia mais

A PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS NOS CUIDADOS PALIATIVOS À PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS

A PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS NOS CUIDADOS PALIATIVOS À PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS A PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS NOS CUIDADOS PALIATIVOS À PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS Iara Bezerra de Alcantara 1 ; Mariana Gonçalves de Sousa 1 ; Sonia Maria Alves de Lira 2 ; Ana Carla Rodrigues da

Leia mais

23/02/2015. Objetivos da aula. Matriz Conceitual Integradora Teoria das Necessidades Humanas Básicas

23/02/2015. Objetivos da aula. Matriz Conceitual Integradora Teoria das Necessidades Humanas Básicas Matriz Conceitual Integradora Teoria das Necessidades Humanas Básicas Profa Dra Rita de Cassia Gengo e Silva Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica - EEUSP Objetivos da aula Ao final desta aula, você

Leia mais

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 5º PERÍODO

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 5º PERÍODO EMENTÁRIO E E COMPLR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 5º PERÍODO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO Assistência de Enfermagem sistematizada a clientes adultos e idosos em

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO PARA O TRABALHO NA ENFERMAGEM Ampliando Conhecimentos

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO PARA O TRABALHO NA ENFERMAGEM Ampliando Conhecimentos PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO PARA O TRABALHO NA ENFERMAGEM Ampliando Conhecimentos Autores Ananda Hoffmann Sandra da Silva Kinalski Silvia Furian El Ammar Ijuí, Rio Grande do Sul Objetivos Qualificar Técnicos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Betânia de Lourdes Ribeiro dos Santos Cavalcanti

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Betânia de Lourdes Ribeiro dos Santos Cavalcanti UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Betânia de Lourdes Ribeiro dos Santos Cavalcanti Título: Projeto de implantação da Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE na Maternidade da Unidade Mista

Leia mais

Tipologia dos Estabelecimentos de Saúde

Tipologia dos Estabelecimentos de Saúde Tipologia dos Estabelecimentos de Saúde O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES foi implantado em 29 de dezembro de 2000, através da Portaria SAS n.º 511. O CNES abrange a todos os estabelecimentos

Leia mais

CAFÉ COM SAÚDE: RODA DE CONVERSA PARA DISCUTIR O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

CAFÉ COM SAÚDE: RODA DE CONVERSA PARA DISCUTIR O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAFÉ COM SAÚDE: RODA DE CONVERSA PARA DISCUTIR O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Bruna Fernandes SILVA¹; Gabriela Rodrigues ALVES²; Lorrayne Emanuela Duarte da SILVA³; Ilda Estefani Ribeiro MARTA

Leia mais

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1 FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1 ENFERMAGEM NOS CUIDADOS INTEGRAIS AO ADULTO E IDOSO NO PERÍODO PERI OPERATÓRIO Acadêmico: Curso: Período: Turno: Disciplina(s): Local: Campos de Observação: Profissional responsável

Leia mais

ARTHUR ARTEAGA DURANS VILACORTA A INFLUÊNCIA DO NÍVEL DE PERCEPÇÃO DE RISCO DA POPULAÇÃO NAS ESTATÍSTICAS DE INCÊNDIOS URBANOS NA CIDADE DE BELÉM

ARTHUR ARTEAGA DURANS VILACORTA A INFLUÊNCIA DO NÍVEL DE PERCEPÇÃO DE RISCO DA POPULAÇÃO NAS ESTATÍSTICAS DE INCÊNDIOS URBANOS NA CIDADE DE BELÉM ARTHUR ARTEAGA DURANS VILACORTA A INFLUÊNCIA DO NÍVEL DE PERCEPÇÃO DE RISCO DA POPULAÇÃO NAS ESTATÍSTICAS DE INCÊNDIOS URBANOS NA CIDADE DE BELÉM Plano de trabalho apresentado ao Programa de Pós-Graduação

Leia mais

PACIENTES EM UNIDADE DE HEMODINÂMICA: APLICABILIDADE DA TEORIA HUMANÍSTICA PATIENTS IN UNIT HEMODYNAMIC: APPLICABILITY OF THEORY HUMANISTIC

PACIENTES EM UNIDADE DE HEMODINÂMICA: APLICABILIDADE DA TEORIA HUMANÍSTICA PATIENTS IN UNIT HEMODYNAMIC: APPLICABILITY OF THEORY HUMANISTIC PACIENTES EM UNIDADE DE HEMODINÂMICA: APLICABILIDADE DA TEORIA HUMANÍSTICA PATIENTS IN UNIT HEMODYNAMIC: APPLICABILITY OF THEORY HUMANISTIC SARAH MARIA MELO CORDEIRO 1 ; 2 GRAZIELLE ROBERTA FREITAS DA

Leia mais