Dextrocetamina na dor. crônica e perspectivas. Prof. Dr. João Batista Garcia (MA) - UFMA -

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Dextrocetamina na dor. crônica e perspectivas. Prof. Dr. João Batista Garcia (MA) - UFMA -"

Transcrição

1 Dextrocetamina na dor crônica e perspectivas. Prof. Dr. João Batista Garcia (MA) - UFMA -

2

3

4

5

6

7 Novos mecanismos Microglia dor neuropática Receptor TOLL (TLR3) ativa microglia e o desenvolvimento de alodinia Ketamina espinal em ratos expressão de genes proinflamatórios por suprimir os sinais de transdução recebidos por TLR3, resultando em efeito anti-alodinico Neurosignals, março 2011 Mei XP et al. China

8 Novos Mecanismos Cinase do terminal N do c-jun (JNK) é crítica para ativação de astrócitos no desenvolvimento de dor neuropática em modelos animais Ketamina espinal ativação dos astrócitos por atenuar JNK Journal of Neuroinflammation, 2011 Mei XP et al. China

9

10 Novos Mecanismos Tolerância ao baclofeno intratecal é produzido por desensibilização do receptor de GABA tipo B (GABABR) Em culturas de células, S(+)Ketamina suprimiu este processo pelo menos parcialmente por inibir a formação de complexos de proteínas cinases 4 ou 5 (GRK) com GABABR Anesthesiology, Fev 2011 Ando Y et al. Japão

11

12

13

14 Ações Imunológicas/Antiinflamatórias Redução da produção de citocinas próinflamatórias TNFα, IL-6, IL-8 septicemia operações coronarianas com CEC Can J Anesth, 2001;48 Anesth Analg, 1999;89 Anesth Analg, 1998;87

15 Grip ForceForça de Preensão Força Muscular = Força muscular registrada(g) Peso do animal(kg) Força muscular= Força muscular registrada(g)/peso do animal(kg) Resultados finais-pesquisa de dextrocetamina em modelo de OA Universidade Federal do Maranhão-Grupo de Pesquisa em Dor-2011

16 Força de Preensão (Grip Force) CFmáx(g)/ Peso corporal (kg) 2000 * ** ** Sem Osteoarttrite Salina Cetamina Dias Figura 5- Efeito da administração de Cetamina S(+) (0,5mg/kg em no máximo 50µl de solução, IA) e Salina( máximo de 50µl de solução, IA) administrados no 7º dia após a indução do OA por uma única injeção de MIA ( 2 mg em 50µl de solução, IA) no joelho direito de ratos(n=6) na força de preensão. Os dados estão representados pela força de compressão máxima para cada animal. Os símbolos e linhas verticais indicam a média ± erro padrão das médias. ANOVA Teste de Tukey (p < 0,05). * Indica diferença em relação ao grupo Salina. A Linha vertical tracejada indica o momento do tratamento.

17 Weight Bearing- Distribuição do Peso nas patas traseiras Weight Bearing- Distribuição do Peso nas patas traseiras Peso na pata afetada(%)=peso na pata afet/peso na pata afet+peso na pata contralateral X 100 Resultados finais-pesquisa de dextrocetamina em modelo de OA

18 Distribuição do Peso (%) Distribuição do Peso nas Patas Traseiras * * * * ** ** ** ** ** Sem Osteoarttrite Salina Cetamina Dias Figura 2- Efeito da administração de Cetamina S(+) (0,5mg/kg em no máximo 50µl de solução, IA) e Salina( máximo de 50µl de solução, IA), administrados no 7º dia após a indução de OA por uma única injeção de MIA, (2 mg em 50µl de solução, IA) no joelho direito de ratos(n=6), na distribuição do peso nas patas traseiras utilizando um teste de incapacitância. Os dados estão representados pelo comportamento dos animais em relação à distribuição do peso nas patas traseiras. Os símbolos e linhas verticais indicam a média ± erro padrão das médias. ANOVA Teste de Tukey (p < 0,05). * Indica diferença em relação ao grupo Salina. A Linha vertical tracejada indica o momento do tratamento

19 RANDALL SELLITO-Hiperalgesia Mecânica Resultados finais-pesquisa de dextrocetamina em modelo de OA

20 Limiar Nociceptivo de Retirada da Pata(%) Hiperalgesia Mecânica (Randall Selitto test) 60 * 50 * ** ** ** * * * * * * Sem Osteoarttrite Salina Cetamina Dias Figura 4- Efeito da administração de Cetamina S(+) (0,5mg/kg em no máximo 50µl de solução, IA) e Salina (máximo de 50µl de solução, IA) administrados no 7º dia após a indução do osteoartrite induzida por uma única injeção de MIA ( 2 mg em 50µl de solução, IA) no joelho direito de ratos (n=6), na hiperalgesia mecânica utilizando um analgesímetro digital,. Os símbolos e linhas verticais indicam a média ± erro padrão das médias Os dados estão representados pelo limiar nociceptivo de retirada da pata em porcentagem. ANOVA Teste de Tukey (p < 0,05). * Indica diferença em relação ao grupo Salina. A Linha vertical tracejada indica o momento do tratamento

21 Avaliação da Marcha- Rotarod test Resultados finais-pesquisa de dextrocetamina em modelo de OA Universidade Federal do Maranhão-Grupo de Pesquisa em Dor-2011

22 Deambulação Forçada (Rotarod test) 7 Sem Osteoartrite Score da Marcha 6 * * * * Salina Cetamina * Dias Figura 1- Efeito da administração de Cetamina S(+) (0,5mg/kg em no máximo 50µl de solução, IA) e Salina( máximo de 50µl de solução, IA), administrados no 7º dia após a indução de OA por uma única injeção de MIA, (2 mg em 50µl de solução, IA) no joelho direito de ratos (n=6), na deambulação forçada utilizando um rotarod. Os dados estão representados pelo score da marcha. Os símbolos e linhas verticais indicam a média ± erro padrão das médias. Kruska-Wallis (p < 0,05). * Indica diferença significante em relação ao grupo Salina. A Linha vertical tracejada indica o momento do tratamento.

23 Alodinia mecânica- Von Frey Resultados finais-pesquisa de dextrocetamina em modelo de OA Universidade Federal do Maranhão-Grupo de Pesquisa em Dor-2011

24 Limiar nociceptivo de Retirada da Pata (%) Alodínia Mecanica (Von frey test) * * * * * * * * * * * * * * * Sem Osteoarttrite Salina Cetamina Dias Figura 3- Efeito da administração de Cetamina S(+) (0,5mg/kg em no máximo 50µl de solução, IA) e Salina( máximo de 50µl de solução, IA) administrados no 7º dia após a indução de OA induzida por uma única injeção intra-articular de MIA ( 2 mg em 50µl de solução, IA) no joelho direito de ratos(n=6), na alodínia mecânica utilizando um analgesímetro digital. Os dados estão representados pelo limiar nociceptivo de retirada da pata em porcentagem. Os símbolos e linhas verticais indicam a média ± erro padrão das médias ANOVA Teste de Tukey (p < 0,05). * Indica diferença em relação ao grupo Salina. A Linha vertical tracejada indica o momento do tratamento

25 Figura 4- Efeito da administração de Cetamina S(+) (0,5mg/kg em no máximo 50µl de solução, IA) e Salina (máximo de 50µl de solução, IA) administrados no 7º dia após a indução do osteoartrite induzida por uma única injeção de MIA ( 2 mg em 50µl de solução, IA) no joelho direito de ratos (n=6), em parâmetros inflamatórios da membrana sinovial,. Os símbolos e linhas verticais indicam a média ± erro padrão das médias Os dados estão representados pelo score do grau de inflamação histopatológico. Kruska-Wallis (p < 0,05). * Indica diferença significante em relação ao grupo Salina. A Linha vertical tracejada indica o momento do tratamento. Lembrando que nos dias 21 e 28 não houve diferença significante entre o grupo Cetamina e o grupo sem osteoartrite.

26 Via Oral Metabolismo de primeira passagem extenso (desmetilação CP450) Pequena concentração plasmática Aumento da [ ] de norcetamina

27 Via Oral Dose média efetiva na literatura : 200mg mg/dia Sugestão: 0,5 mg/kg/dose

28 Via Oral Estudos em Dor central pós-avc Paciente resistente a opióide Dor neuropática em esclerose múltipla Paciente com dor oncológica, etc. A maioria relata casos, estudos com baixo n Pain, 2001 J Pain, 2001 J Pain Sympt Mange, 2002 Cl J Pain, 2004

29 Via ORAL Estudo Nacional 30 pacientes Morfina 10mg VO 6/6h + Cetamina (S+) 10mg 8/8h Morfina 10mg VO 6/6h + placebo Dor oncológica Sem diferença intensidade dor, alívio da dor e aumento da dose de morfina Críticas RBA, 2007(57):19-31

30 Via Oral

31 Via ORAL Novos estudos pela via oral Foco em dor neuropática pós-hanseníase Dose por Kg/peso Em andamento...

32 Via Espinal Menos estudada Maioria dos relatos em pacientes terminais - dor crônica oncológica Toxicidade estabelecida da racêmica (conservante) S (+): sem conservante; toxicidade intrínseca? Pain, 2005 Anestesiology, 2006

33 Espinal Toxicidade Espinhal: S(+) ketamina Vranken JH et al Anesthesiology, oct 2006

34

35 Transdérmica Reg Anesth Pain Med, 2002

36 Transdérmica Pain Med, 2000

37 Transdérmica Novo estudo nacional, multicêntrico, em dor neuropática diabética Iniciado...

38 Intrarticular Pós-operatório-resultados promissores Estudo nacional em pacientes com osteoartrite de joelhosiniciado... Can J Anasesth, 2005 Arthroscopy, 2004 Anaesthesist, 2007

39 Vocação do Brasil em estudar dextrocetamina...

40 Ilha do Amor - (São Luís-MA)

LITERATURA CURCUMIN C3 COMPLEX ANTI-INFLAMATÓRIO E ANTIOXIDANTE

LITERATURA CURCUMIN C3 COMPLEX ANTI-INFLAMATÓRIO E ANTIOXIDANTE CURCUMIN C3 COMPLEX ANTI-INFLAMATÓRIO E ANTIOXIDANTE Fator de Correção: Não se aplica Fator de Equivalência: Não se aplica Parte utilizada: Raíz Uso: Interno A osteoartrite (OA), artrose ou osteoartrose,

Leia mais

LITERATURA MOVE ANTIINFLAMATÓRIO NATURAL MELHORA RÁPIDA DA DOR ARTICULAR

LITERATURA MOVE ANTIINFLAMATÓRIO NATURAL MELHORA RÁPIDA DA DOR ARTICULAR MOVE ANTIINFLAMATÓRIO NATURAL MELHORA RÁPIDA DA DOR ARTICULAR A osteoartrite (OA), doença articular degenerativa, artrose ou osteoartrose, como ainda é conhecida em nosso meio, é a doença articular mais

Leia mais

Título do projeto de pesquisa: Avaliacao do efeito do canabidiol e seus análogos

Título do projeto de pesquisa: Avaliacao do efeito do canabidiol e seus análogos Membros do Laboratório Thiago Mattar Cunha Chefe de Laboratório Professor Doutor II do Departamento de Farmacologia, FMRP, Universidade de São Paulo Membro Afiliado da Academia Brasileira de Ciências.

Leia mais

For knee dynamic needs. O produto IDEAL! INOVADOR DUPLO EFICAZ AVANÇADO LONG LASTING. Final_Layout_MiniBrochure_RenehaVis_2016.indd 1 26/05/16 11:55

For knee dynamic needs. O produto IDEAL! INOVADOR DUPLO EFICAZ AVANÇADO LONG LASTING. Final_Layout_MiniBrochure_RenehaVis_2016.indd 1 26/05/16 11:55 O produto IDEAL! For knee dynamic needs INOVADOR DUPLO EFICAZ AVANÇADO LONG LASTING Final_Layout_MiniBrochure_RenehaVis_2016.indd 1 26/05/16 11:55 For knee dynamic needs Enquadramento na Osteoarthritis

Leia mais

Células primitivas. Capacidade de auto- regeneração. Diferenciação em múltiplos fenótipos celulares/ linhagens

Células primitivas. Capacidade de auto- regeneração. Diferenciação em múltiplos fenótipos celulares/ linhagens Células primitivas Capacidade de auto- regeneração Diferenciação em múltiplos fenótipos celulares/ linhagens Embrionária Mesenquimal Placentária Derivadas do líquido amniótico Cordão umbilical Progenitoras

Leia mais

FÁRMACOS USADOS EM AMINAIS DE LABORATÓRIO ANESTÉSICOS E ANALGÉSICOS

FÁRMACOS USADOS EM AMINAIS DE LABORATÓRIO ANESTÉSICOS E ANALGÉSICOS 20 CAPÍTULO 5 Hugo Caire de Castro Faria Neto & Belmira Ferreira dos Santos FÁRMACOS USADOS EM AMINAIS DE LABORATÓRIO ANESTÉSICOS E ANALGÉSICOS CONSIDERAÇÕES GERAIS: Nestas últimas décadas, a anestesia

Leia mais

Óxido Nitroso UM ANESTÉSICO SINGULAR NA MEDICINA MODERNA. www.airliquide.com.br O Óxido Nitroso (N 2 O) possui um longo histórico na Medicina. A sua primeira aplicação como agente anestésico representou

Leia mais

CONTROLE DA DOR. Rosmary Arias. Geriatria HSPE. Agosto 2011

CONTROLE DA DOR. Rosmary Arias. Geriatria HSPE. Agosto 2011 CONTROLE DA DOR Rosmary Arias Geriatria HSPE Agosto 2011 CONCEITO DE DOR Experiência sensorial e emocional desagradável, associada a dano real ou potencial, ou descrita em termos de tal dano. IASP) ( Associação

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PAPEL DOS MASTÓCITOS NA RESPOSTA NOCICEPTIVA E EDEMATOGÊNICA EM MODELO DE GOTA INDUZIDA EM RATOS

AVALIAÇÃO DO PAPEL DOS MASTÓCITOS NA RESPOSTA NOCICEPTIVA E EDEMATOGÊNICA EM MODELO DE GOTA INDUZIDA EM RATOS AVALIAÇÃO DO PAPEL DOS MASTÓCITOS NA RESPOSTA NOCICEPTIVA E EDEMATOGÊNICA EM MODELO DE GOTA INDUZIDA EM RATOS SAUZEM, Patrícia Dutra 1 ; HOFFMEISTER, Carin Gorete Hendges 2, SILVA, Carine Viana 3, SCHMITT,

Leia mais

DOR E CEFALEIA. Profa. Dra. Fabíola Dach. Divisão de Neurologia FMRP-USP

DOR E CEFALEIA. Profa. Dra. Fabíola Dach. Divisão de Neurologia FMRP-USP DOR E CEFALEIA Profa. Dra. Fabíola Dach Divisão de Neurologia FMRP-USP Dor Experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada a lesão real ou potencial dos tecidos. Cada indivíduo

Leia mais

MAPAS SOMATOTÓPICOS NOS DIFERENTES NÍVEIS SOMESTÉSICOS HOMÚNCULO SOMATOTÓPICO. Tato- muito preciso Dor- pouco preciso

MAPAS SOMATOTÓPICOS NOS DIFERENTES NÍVEIS SOMESTÉSICOS HOMÚNCULO SOMATOTÓPICO. Tato- muito preciso Dor- pouco preciso MAPAS SOMATOTÓPICOS NOS DIFERENTES NÍVEIS SOMESTÉSICOS HOMÚNCULO SOMATOTÓPICO Tato- muito preciso Dor- pouco preciso MAPAS SOMATOTÓPICOS EM OUTROS ANIMAIS COELHO GATO MACACO Porém os mapas são dinâmicos!

Leia mais

CONHEÇA A DOR CRÔNICA NAS ARTICULAÇÕES

CONHEÇA A DOR CRÔNICA NAS ARTICULAÇÕES CONHEÇA A DOR CRÔNICA NAS ARTICULAÇÕES Comitê de Desenvolvimento Mario H. Cardiel, MD, MSc Reumatologista Morelia, México Andrei Danilov, MD, DSc Neurologista Moscou, Rússia Smail Daoudi, MD Neurologista

Leia mais

Franciele Kipper e Andrew Silva III Curso de Sinalização Celular no Câncer

Franciele Kipper e Andrew Silva III Curso de Sinalização Celular no Câncer Franciele Kipper e Andrew Silva III Curso de Sinalização Celular no Câncer É possível que um deles correlacione com a resposta clínica? Qual deles mimetiza melhor os efeitos encontrados na clínica? Quanto

Leia mais

Dor em portadores de DPA

Dor em portadores de DPA Dor em portadores de DPA VALÉRIA MARIA AUGUSTO Coordenadora: Comissão DPA - SBPT Faculdade de Medicina - UFMG Professora Adjunta - Doutora DPA e cuidados paliativos Modelo A: cuidados curativos e restaurativos

Leia mais

INSTRUÇÕES DE USO. 5 mg de Hialuronato de sódio Agente viscoelástico. Água para injeção

INSTRUÇÕES DE USO. 5 mg de Hialuronato de sódio Agente viscoelástico. Água para injeção INSTRUÇÕES DE USO Leia com atenção, antes de usar o produto VISCOSEAL hialuronato de sódio 0,5% Solução Viscoelástica Estéril para Uso Intra-articular Embalagem contendo: Ampola de uso único contendo 10,00

Leia mais

Mylene Martins Lavado. Declaração de conflito de interesse

Mylene Martins Lavado. Declaração de conflito de interesse Mylene Martins Lavado Declaração de conflito de interesse Não recebi qualquer forma de pagamento ou auxílio financeiro de entidade pública ou privada para pesquisa ou desenvolvimento de método diagnóstico

Leia mais

Profº André Montillo

Profº André Montillo Profº André Montillo www.montillo.com.br Sistema Imunológico Simples: Não Antecipatório / Inespecífico Sistema Imune Antígeno Específico: Antecipatório Sistema Imunológico Simples: Não Antecipatório /

Leia mais

1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO. Metacam 2 mg/ml solução injetável para gatos 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA.

1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO. Metacam 2 mg/ml solução injetável para gatos 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA. 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Metacam 2 mg/ml solução injetável para gatos 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Um ml contém: Substância ativa Meloxicam Excipientes: Etanol 2 mg 150 mg Para a

Leia mais

Internato de Anestesiologia

Internato de Anestesiologia Internato de Anestesiologia Serviço de Anestesiologia do C.H.S. João, EPE Estágio opcional em Dor Crónica (Portaria nº 49/2011 de 26 de janeiro de 2011) O tratamento da dor crónica deve ser encarado como

Leia mais

Tela 1. Imagem. Esboço da tela. texto

Tela 1. Imagem. Esboço da tela. texto Título da animação: No tempo certo Autoras: Maria Aparecida da Silva Prado e Silvana Texto: A descoberta casual da penicilina por Alexander Fleming no final da década de 20 marca o início da era moderna

Leia mais

POTENCIAIS DE MEMBRANA: POTENCIAL DE REPOUSO E POTENCIAL DE AÇÃO. MARIANA SILVEIRA

POTENCIAIS DE MEMBRANA: POTENCIAL DE REPOUSO E POTENCIAL DE AÇÃO. MARIANA SILVEIRA POTENCIAIS DE MEMBRANA: POTENCIAL DE REPOUSO E POTENCIAL DE AÇÃO. MARIANA SILVEIRA COLETA, DISTRIBUIÇÃO E INTEGRAÇÃO DE INFORMAÇÃO Para o cérebro Medula espinhal Corpo celular do neurônio motor Corpo celular

Leia mais

TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM ODONTOPEDIATRIA

TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM ODONTOPEDIATRIA TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM ODONTOPEDIATRIA PROCEDIMENTOS OPERATÓRIOS Profa. Dra. Mariana Braga Isabela Floriano CASCATA DA DOR E INFLAMAÇÃO AINES E o ANTIBIÓTICO?? Prostaglandinas Prostaciclinas Tromboxanas

Leia mais

FORMAÇÃO, ESTRUTURA E FUNÇÃO DA MIELINA

FORMAÇÃO, ESTRUTURA E FUNÇÃO DA MIELINA FORMAÇÃO, ESTRUTURA E FUNÇÃO DA MIELINA DOENÇAS DESMIELINIZANTES JOÃO FERREIRA SISTEMA NERVOSO Central Sistema Nervoso Periférico Cérebro Espinal Medula Nervos Gânglios Nervosos Subst. Cinzenta Motor Subst.

Leia mais

Protocolo para o tratamento da dor aguda

Protocolo para o tratamento da dor aguda Protocolo para o tratamento da dor aguda Hospital 9 de Julho Interact Diretrizes de sedação e analgesia Código: DIRET-ANEST-0001 Tratamento da dor aguda Valberto de Oliveira Cavalcante Anestesiologista

Leia mais

Hipersensibilidades e Alergias e doenças autoimunes

Hipersensibilidades e Alergias e doenças autoimunes Hipersensibilidades e Alergias e doenças autoimunes Reações de hipersensibilidade são mediadas por mecanismos imunológicos que lesam os tecidos. Tipos de doenças mediadas por anticorpos Dano causado por

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA RECEPTORES Dra. Flávia Cristina Goulart CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Marília fgeducar@marilia.unesp.br LIGANTE AGONISTA Possui afinidade pelo receptor O fármaco agonista

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Curso de MEDICINA VETERINÁRIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Curso de MEDICINA VETERINÁRIA Prof. Dra. Luciana Batalha de Miranda UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Curso de MEDICINA VETERINÁRIA INTRODUÇÃO Contenção FÍSICA X Contenção QUÍMICA - Imobilização do animal em - Inconsciência??? pleno estado

Leia mais

TYLEMAX paracetamol. APRESENTAÇÃO Linha Farma: Solução oral em frasco plástico opaco gotejador com 10 ml, contendo 200mg/mL de paracetamol.

TYLEMAX paracetamol. APRESENTAÇÃO Linha Farma: Solução oral em frasco plástico opaco gotejador com 10 ml, contendo 200mg/mL de paracetamol. TYLEMAX paracetamol APRESENTAÇÃO Linha Farma: Solução oral em frasco plástico opaco gotejador com 10 ml, contendo 200mg/mL de paracetamol. USO ADULTO E PEDIÁTRICO USO ORAL COMPOSIÇÃO Cada ml da solução

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO. 1) Para investigar o papel do tecido adiposo na inflamação, os pesquisadores usaram dois modelos diferentes:

ESTUDO DIRIGIDO. 1) Para investigar o papel do tecido adiposo na inflamação, os pesquisadores usaram dois modelos diferentes: ESTUDO DIRIGIDO O diabetes afeta aroximadamente 100 milhões de essoas no mundo, sendo que 90 % dos casos são de diabetes do tio II, que é caracterizado or uma resistência dos tecidos à ação da insulina.

Leia mais

POTENCIAL DE MEMBRANA E POTENCIAL DE AÇÃO

POTENCIAL DE MEMBRANA E POTENCIAL DE AÇÃO POTENCIAL DE MEMBRANA E POTENCIAL DE AÇÃO AULA 3 DISCIPLINA: FISIOLOGIA I PROFESSOR RESPONSÁVEL: FLÁVIA SANTOS Potencial de membrana Separação de cargas opostas ao longo da membrana plasmática celular

Leia mais

Lesão neurológica pós-bloqueio periférico: qual a conduta?

Lesão neurológica pós-bloqueio periférico: qual a conduta? Lesão neurológica pós-bloqueio periférico: qual a conduta? Profa Dra Eliana Marisa Ganem CET/SBA do Depto. de Anestesiologia Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP BNP - 50.233 lesão neurológica - 12

Leia mais

ROSIANE MATTAR DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA EPM UNIFESP

ROSIANE MATTAR DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA EPM UNIFESP ROSIANE MATTAR DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA EPM UNIFESP DILEMAS EM OBSTETRÍCIA. DIRETO AO PONTO. DEVEMOS USAR PROGESTERONA PARA GESTANTES ASSINTOMÁTICAS COM COLO CURTO? PREMATURIDADE Nascimentos antes 37

Leia mais

Registro de Agrotóxicos no Brasil

Registro de Agrotóxicos no Brasil Produtos Fitossanitários Registro de Agrotóxicos no Brasil HELEN CALAÇA 02/08/2016 O que é um agrotóxico? Produtos correlatos Impurezas FORMULAÇÃO INGREDIENTE ATIVO Produto Formulado Produto Comercial

Leia mais

Tylenol Gotas. Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. Solução Oral. 200 mg/ml

Tylenol Gotas. Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. Solução Oral. 200 mg/ml Tylenol Gotas Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. Solução Oral 200 mg/ml TYLENOL paracetamol APRESENTAÇÕES Solução oral em frasco com 15 ml, contendo 200 mg/ml de paracetamol. USO ADULTO E PEDIÁTRICO USO

Leia mais

Fármacos anticonvulsivantes. Prof. Dr. Gildomar Lima Valasques Junior Farmacêutico Clínico-Industrial Doutor em Biotecnologia

Fármacos anticonvulsivantes. Prof. Dr. Gildomar Lima Valasques Junior Farmacêutico Clínico-Industrial Doutor em Biotecnologia Prof. Dr. Gildomar Lima Valasques Junior Farmacêutico Clínico-Industrial Doutor em Biotecnologia Jequié 2015 Epilepsia: O segundo mais freqüente distúrbio neurológico depois do AVE Terapia padrão é capaz

Leia mais

O PÂNCREAS ENDÓCRINO. Laboratório de Endocrinologia e Metabolismo Profa. Dra. Ísis do Carmo Kettelhut Maria Ida Bonini Ravanelli Walter Dias Júnior

O PÂNCREAS ENDÓCRINO. Laboratório de Endocrinologia e Metabolismo Profa. Dra. Ísis do Carmo Kettelhut Maria Ida Bonini Ravanelli Walter Dias Júnior O PÂNCREAS ENDÓCRINO Laboratório de Endocrinologia e Metabolismo Profa. Dra. Ísis do Carmo Kettelhut Maria Ida Bonini Ravanelli Walter Dias Júnior IITRODUÇÃO O diabetes mellitus (DM) é uma desordem metabólica

Leia mais

Fisiologia do Sistema Nervoso 1B

Fisiologia do Sistema Nervoso 1B Fisiologia do Sistema Nervoso 1B Células da Glia Neuroglia Células da Glia / Neuroglia Diversos tipos celulares: 1. Oligodendrócitos 2. Células de Schwann 3. Astrócitos 4. Células ependimárias 5. Microglia

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 106/2014 APRAZ NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA. Ilma Dra Valéria S. Sousa

RESPOSTA RÁPIDA 106/2014 APRAZ NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA. Ilma Dra Valéria S. Sousa RESPOSTA RÁPIDA 106/2014 APRAZ NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA SOLICITANTE Ilma Dra Valéria S. Sousa NÚMERO DO PROCESSO 0112.13.005931-7 DATA 07/03/2014 SOLICITAÇÃO Trata-se de Ação de Obrigação de Fazer

Leia mais

Laboratório Janssen cilag Farmacêutica Ltda. Referência Tylenol

Laboratório Janssen cilag Farmacêutica Ltda. Referência Tylenol Laboratório Janssen cilag Farmacêutica Ltda. Referência Tylenol Apresentação de Tylenol Gotas (paracetamol) Solução oral 200 mg/ml em frasco plástico com 15 ml. USO ADULTO E PEDIÁTRICO USO ORAL COMPOSIÇÃO

Leia mais

Profº André Montillo

Profº André Montillo Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É a causa mais comum de dor musculoesquelética generalizada. É a enfermidade reumática mais frequente Os primeiros relatos datam de 1850, onde os pacientes

Leia mais

Fisiologia e Metabolismo do Ferro. Dr. Kleber Yotsumoto Fertrin Médico Hematologista Hemocentro UNICAMP

Fisiologia e Metabolismo do Ferro. Dr. Kleber Yotsumoto Fertrin Médico Hematologista Hemocentro UNICAMP Fisiologia e Metabolismo do Ferro Dr. Kleber Yotsumoto Fertrin Médico Hematologista Hemocentro UNICAMP fertrin@unicamp.br Introdução O ferro é um elemento fundamental em muitos processos biológicos; A

Leia mais

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina É uma região anatômica que estabelece a contigüidade entre ossos ou cartilagens, permitindo que o movimento seja direcionado neste sentido. Cápsula sinovial

Leia mais

LITERATURA MERATRIM REDUTOR DE MEDIDAS DIMINUÇÃO DAS MEDIDAS DE CINTURA E QUADRIL EM 2 SEMANAS!

LITERATURA MERATRIM REDUTOR DE MEDIDAS DIMINUÇÃO DAS MEDIDAS DE CINTURA E QUADRIL EM 2 SEMANAS! MERATRIM REDUTOR DE MEDIDAS DIMINUÇÃO DAS MEDIDAS DE CINTURA E QUADRIL EM 2 SEMANAS! A Organização Mundial de Saúde aponta a obesidade como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. Segundo dados

Leia mais

Da Administração Oral. Ao Efeito Terapêutico

Da Administração Oral. Ao Efeito Terapêutico Medicamento Da Administração Oral Administração Ao Efeito Terapêutico Desintegração Desagregação Dissolução ETAPA BIOFARMACÊUTICA Fármaco em solução Absorção Distribuição Eliminação FARMACOCINÉTICA Fármaco

Leia mais

TOXICOLOGIA -TOXICOCINÉTICA. Profa. Verônica Rodrigues

TOXICOLOGIA -TOXICOCINÉTICA. Profa. Verônica Rodrigues TOXICOLOGIA -TOXICOCINÉTICA Profa. Verônica Rodrigues FARMACÊUTICA INDUSTRIAL - UFRJ MESTRE EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS - UFRJ EX-DOCENTE - UNIPLI EX-PERITA LEGISTA - TOXICOLOGISTA - PCERJ PESQUISADORA EM

Leia mais

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia.

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia fernandabrito@vm.uff.br DISTRIBUIÇÃO DE FÁRMACOS Sítio-Alvo Reservatórios V. Oral V. sublingual V. Subcutânea V. Intramuscular Inalatória Intravenosa Forma

Leia mais

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DE CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS NA REPARAÇÃO OSTEOCONDRAL EM RATOS INDUZIDOS À OSTEOARTRITE

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DE CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS NA REPARAÇÃO OSTEOCONDRAL EM RATOS INDUZIDOS À OSTEOARTRITE 16 TÍTULO: UTILIZAÇÃO DE CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS NA REPARAÇÃO OSTEOCONDRAL EM RATOS INDUZIDOS À OSTEOARTRITE CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

ASHWAGANDA. Ginseng Indiano

ASHWAGANDA. Ginseng Indiano Informações Técnicas ASHWAGANDA Ginseng Indiano NOME CIENTÍFICO: Withania somnifera Dunal (WS) NOMES POPULARES: Ashwaganda, Ginseng indiano, cereja do inverno PARTE UTILIZADA: Raiz DESCRIÇÃO Withania somnifera

Leia mais

Defeitos osteoarticulares

Defeitos osteoarticulares Osteoartrite Descrição Osteoartrite ou doença articular degenerativa ( artrose ) caracteriza-se pela perda progressiva da cartilagem articular e alterações reacionais no osso subcondral e margens articulares,

Leia mais

EXCITABILIDADE I POTENCIAL DE MEMBRANA EM REPOUSO POTENCIAL DE MEMBRANA EM REPOUSO POTENCIAL DE MEMBRANA EM REPOUSO POTENCIAL DE MEMBRANA EM REPOUSO

EXCITABILIDADE I POTENCIAL DE MEMBRANA EM REPOUSO POTENCIAL DE MEMBRANA EM REPOUSO POTENCIAL DE MEMBRANA EM REPOUSO POTENCIAL DE MEMBRANA EM REPOUSO EXCITABILIDADE I 1 - Introdução 1.1 Objetivo da aula: Estudar os mecanismos fisiológicos responsáveis pelos potenciais elétricos através das membranas celulares 1.2 Roteiro da aula: 1.2.1- Estudar o potencial

Leia mais

INFLAMAÇÃO E SEUS MEDIADORES

INFLAMAÇÃO E SEUS MEDIADORES INFLAMAÇÃO E SEUS MEDIADORES INFLAMAÇÃO Estereotipia Mobilização Substâncias endógenas Inflammation as a multimedated phenomenon, of a pattern type in which all mediators would come and go at the appropriate

Leia mais

DOR PROTOCOLO DO TRATAMENTO CLÍNICO PARA O NEUROLOGISTA. Laura Sousa Castro Peixoto

DOR PROTOCOLO DO TRATAMENTO CLÍNICO PARA O NEUROLOGISTA. Laura Sousa Castro Peixoto DOR PROTOCOLO DO TRATAMENTO CLÍNICO PARA O NEUROLOGISTA Laura Sousa Castro Peixoto DOR Dor é uma sensação ou experiência emocional desagradável, associada com dano tecidual real ou potencial. IASP Tratamento

Leia mais

26ª Reunião, Extraordinária Comissão de Assuntos Sociais

26ª Reunião, Extraordinária Comissão de Assuntos Sociais 26ª Reunião, Extraordinária Comissão de Assuntos Sociais Dr. Sandro José Martins Coordenador Geral de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas Diretoria de Atenção Especializada e Temática Secretaria de

Leia mais

Data: 20/08/2014. Resposta Técnica 01/2014. Medicamento Material Procedimento X Cobertura

Data: 20/08/2014. Resposta Técnica 01/2014. Medicamento Material Procedimento X Cobertura Resposta Técnica 01/2014 Solicitante: Dr. Renato Dresch Juiz de direito Nº Processo: 9010665.22.2014.813.0024 Ré: Unimed de Belo Horizonte Data: 20/08/2014 Medicamento Material Procedimento X Cobertura

Leia mais

Papel das Sinapses no processamento de informações

Papel das Sinapses no processamento de informações Papel das Sinapses no processamento de informações Impulsos Nervosos Pequenas correntes elétricas passando ao longo dos neurônios Resultam do movimento de íons (partículas carregadas eletricamente) para

Leia mais

Métodos: Bolsas térmicas Banhos (frios, quentes, de parafina) Lâmpadas de Infravermelhos Gelo (massagem, saco de gelo) Spray de frio Compressas frias

Métodos: Bolsas térmicas Banhos (frios, quentes, de parafina) Lâmpadas de Infravermelhos Gelo (massagem, saco de gelo) Spray de frio Compressas frias Daniel Gonçalves Objectivos: Aliviar dor Alterar o processo de cicatrização dos tecidos Alterar as propriedades plásticas dos tecidos conectivos (músculo, tendão, ligamento e cápsula articular) Métodos:

Leia mais

OPIOIDES - TOLERÂNCIA E DEPENDÊNCIA

OPIOIDES - TOLERÂNCIA E DEPENDÊNCIA OPIOIDES - TOLERÂNCIA E DEPENDÊNCIA Claudia Palmeira Doutora em Ciências pela FMUSP Equipe de Controle de Dor da Divisão de Anestesia do ICHC-FMUSP Os opioides são reconhecidos analgésicos de escolha no

Leia mais

Síndrome Dolorosa Regional Complexa: Tratamento Farmacológico

Síndrome Dolorosa Regional Complexa: Tratamento Farmacológico CAPÍTULO 131 Síndrome Dolorosa Regional Complexa: Tratamento Farmacológico Amaury Sanches de Oliveira * Não há, até o momento, um algoritmo de tratamento para Síndrome Dolorosa Complexa Regional (SDCR)

Leia mais

paracetamol União Química Farmacêutica Nacional S.A Solução oral 200 mg/ml

paracetamol União Química Farmacêutica Nacional S.A Solução oral 200 mg/ml paracetamol União Química Farmacêutica Nacional S.A Solução oral 200 mg/ml paracetamol Medicamento genérico, Lei n 9.787, de 1999. Solução oral IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Leia mais

6.1. Materiais e Métodos Animais Conforme descrito no experimento Equipamento

6.1. Materiais e Métodos Animais Conforme descrito no experimento Equipamento 47 6. Experimento2: Efeito do pentilenotetrazol na resposta de pulos e corridas induzida pela microinjeção de NMDA na matéria cinzenta periaquedutal dorsal 6.1. Materiais e Métodos 6.1.1. Animais Conforme

Leia mais

Obstetrícia Veterinária (Parto Fisiológico) Parto. Parto 29/10/2009. Prof. Msc. Marcelo Arne Feckinghaus

Obstetrícia Veterinária (Parto Fisiológico) Parto. Parto 29/10/2009. Prof. Msc. Marcelo Arne Feckinghaus Obstetrícia Veterinária ( Fisiológico) Prof. Msc. Marcelo Arne Feckinghaus Conhecimento essencial Saber intervir Diferenciar fisiológico de patológico Segurança materna e fetal Mudanças fisiológicas e

Leia mais

Resolução da Questão 1 Texto definitivo

Resolução da Questão 1 Texto definitivo Questão Redija um texto dissertativo acerca do seguinte tema. ATIVIDADES IMUNOLÓGICAS DOS LINFÓCITOS Ao elaborar seu texto, faça, necessariamente, o que se pede a seguir. Caracterize as subclasses

Leia mais

TYLALGIN Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução Oral 200mg/mL

TYLALGIN Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução Oral 200mg/mL TYLALGIN Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução Oral 200mg/mL MODELO DE BULA PARA O PACIENTE Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento. TYLALGIN

Leia mais

Profa. Cláudia Herrera Tambeli

Profa. Cláudia Herrera Tambeli Profa. Cláudia Herrera Tambeli Tipos de Músculos Estriado Liso Cardíaco Involuntário Esquelético Voluntário Involuntário Funções do músculo esquelético Relação Movimento/Força O músculo se contrai e encurta.

Leia mais

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia.

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia fernandabrito@vm.uff.br Pharmakon FARMACOLOGIA Logos Ciência que estuda a ação dos compostos biologicamente ativos no organismos e areação do organismo a estes

Leia mais

Qual o real benefício da radioterapia com intensidade modulada de feixe (IMRT) para o tratamento dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço?

Qual o real benefício da radioterapia com intensidade modulada de feixe (IMRT) para o tratamento dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço? Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Qual o real benefício da radioterapia com intensidade modulada

Leia mais

EFEITOS DO G-CSF RECOMBINANTE EM MODELO EXPERIMENTAL DE ISQUEMIA/REPERFUSÃO RENAL

EFEITOS DO G-CSF RECOMBINANTE EM MODELO EXPERIMENTAL DE ISQUEMIA/REPERFUSÃO RENAL 4.001 - EFEITOS DO G-CSF RECOMBINANTE EM MODELO EXPERIMENTAL DE ISQUEMIA/REPERFUSÃO RENAL Guimaraes, M. C. C., Araujo, I. B. B. A., Rodrigues, V. C., Nogueira, B. V., Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia

Leia mais

CYFENOL. Cifarma Científica Farmacêutica Ltda. Solução oral 200mg/mL

CYFENOL. Cifarma Científica Farmacêutica Ltda. Solução oral 200mg/mL CYFENOL Cifarma Científica Farmacêutica Ltda. 200mg/mL CYFENOL paracetamol DCB: 06827 I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: CYFENOL Nome genérico: paracetamol (DCB: 06827) APRESENTAÇÃO 200mg/mL

Leia mais

Analgesia no Pós-Parto

Analgesia no Pós-Parto Analgesia no Pós-Parto Patrícia Medeiros de Souza 1 Kristiana Murad 2 Ana Tereza Silva Gonçalves 3 Neiza Freire Veleda 3 Rodolfo Corrêa 3 Ana Carolina de Oliveira 4 Silândia Amaral da Silva Freitas 5 Associação

Leia mais

Bromocriptina mesilato

Bromocriptina mesilato Material Técnico Identificação Fórmula Molecular: C 32 H 40 BrN 5 O 5.CH 4 O 3 S Peso molecular: 750.72 DCB/ DCI: 01466 - mesilato de bromocriptina / 3365 CAS: 22260-51-1 INCI: não aplicável Sinonímia:

Leia mais

Aterosclerose. Natália Borges de Melo Patrícia Gabriella Zapata Paulo Henrique Maia Vilela

Aterosclerose. Natália Borges de Melo Patrícia Gabriella Zapata Paulo Henrique Maia Vilela Aterosclerose Natália Borges de Melo Patrícia Gabriella Zapata Paulo Henrique Maia Vilela Uberaba MG 31 de Agosto de 2011 Artigo Nature, May 19th 2011 Conceitos: ATEROSCLEROSE: Doença crônica, de origem

Leia mais

INCIDÊNCIA DE NÁUSEAS E VÓMITOS NO PÓS-OPERATÓRIO EM PEDIATRIA

INCIDÊNCIA DE NÁUSEAS E VÓMITOS NO PÓS-OPERATÓRIO EM PEDIATRIA V Encontro de Anestesia Pediátrica 16 de Junho de 2012 INCIDÊNCIA DE NÁUSEAS E VÓMITOS NO PÓS-OPERATÓRIO EM PEDIATRIA Celina Oliveira 2, Artur Vieira 2, Luísa Guedes 1, Susana Vargas 1, Fernanda Barros

Leia mais

Preparo pré-operatório do Paciente Diabético Manejo de insulina e antidiabéticos orais. Daniel Barretto Kendler GEMD 21/05/2016

Preparo pré-operatório do Paciente Diabético Manejo de insulina e antidiabéticos orais. Daniel Barretto Kendler GEMD 21/05/2016 Preparo pré-operatório do Paciente Diabético Manejo de insulina e antidiabéticos orais Daniel Barretto Kendler GEMD 21/05/2016 Por que a preocupação? 50% dos diabéticos sofrerão alguma cirurgia Hiperglicemia

Leia mais

MANSIL. Cápsula. 250 mg

MANSIL. Cápsula. 250 mg MANSIL Cápsula 250 mg Mansil oxamniquina I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Mansil Nome genérico: oxamniquina APRESENTAÇÕES: Mansil cápsulas de 250mg em embalagens contendo 6 cápsulas. USO

Leia mais

Norma Sueli Pinheiro Módolo. Depto. de Anestesiologia Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP

Norma Sueli Pinheiro Módolo. Depto. de Anestesiologia Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP Norma Sueli Pinheiro Módolo Depto. de Anestesiologia Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP Definição São substâncias capazes de bloquear, de forma reversível, a geração e propagação de impulsos elétricos

Leia mais

Fisiologia do Esforço

Fisiologia do Esforço Fisiologia do Esforço Curso Desporto e BemEstar 3º Semestre 008/09 Capítulo II Bases da Bioenergética Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Leiria 7 Out 08 ATP-CP e energia O sistema ATP-CP

Leia mais

Farmacologia. Farmacologia. Estuda os aspectos bioquímicos e fisiológicos dos. efeitos dos fármacos. É dividida em duas áreas principais:

Farmacologia. Farmacologia. Estuda os aspectos bioquímicos e fisiológicos dos. efeitos dos fármacos. É dividida em duas áreas principais: Farmacologia Farmacologia Estuda os aspectos bioquímicos e fisiológicos dos efeitos dos fármacos Prof. Carlos Cezar I. S. Ovalle É dividida em duas áreas principais: Farmacocinética Farmacodinâmica 1 Farmacocinética

Leia mais

O papel do roflumilaste no tratamento da doençapulmonar obstrutiva crônica

O papel do roflumilaste no tratamento da doençapulmonar obstrutiva crônica AMPc O papel do roflumilaste no tratamento da doençapulmonar obstrutiva crônica José R. Jardim Escola Paulista de Medicina Objetivos AMPc Exacerbação e repercussões Papel do AMPc na inflamação Ação inibitória

Leia mais

ANTIDIABÉTICOS. Para o tratamento do Diabetes existem disponíveis apresentações de insulina, bem como fármacos antidiabéticos orais.

ANTIDIABÉTICOS. Para o tratamento do Diabetes existem disponíveis apresentações de insulina, bem como fármacos antidiabéticos orais. ANTIDIABÉTICOS O Diabetes mellitus (DM) é conceituado como doença crônica degenerativa caracterizada por anormalidades no metabolismo dos carboidratos, proteínas e gorduras devido à deficiência na secreção

Leia mais

Para o alívio da dor e inflamação associadas à osteoartrite e redução da claudicação associada, em cavalos.

Para o alívio da dor e inflamação associadas à osteoartrite e redução da claudicação associada, em cavalos. 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO EQUIOXX 20 mg/ml solução injectável para cavalos 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada ml de solução contém: Substância activa: Firocoxib 20 mg Excipientes: Para

Leia mais

TROMBOPROFILAXIA DURANTE A GRAVIDEZ, PARTO E PUERPÉRIO

TROMBOPROFILAXIA DURANTE A GRAVIDEZ, PARTO E PUERPÉRIO TROMBOPROFILAXIA DURANTE A GRAVIDEZ, PARTO E PUERPÉRIO FRANCISCO EDSON DE LUCENA FEITOSA IDENTIFICAÇÃO DE FATORES DE RISCO A gestação é fator de risco para tromboembolismo venoso (TEV) e está associada

Leia mais

Farmacodinamia. Estudo dos mecanismos de acção e efeitos dos fármacos

Farmacodinamia. Estudo dos mecanismos de acção e efeitos dos fármacos Sumário Farmacodinamia. Conceito de receptor. Afinidade e eficácia; constantes de afinidade. Tipos e subtipos de receptores. Mecanismos transductores / efectores; família da proteína G, receptores ligados

Leia mais

Dolamin clonixinato de lisina 125 mg. Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 16 comprimidos USO ADULTO VIA ORAL

Dolamin clonixinato de lisina 125 mg. Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 16 comprimidos USO ADULTO VIA ORAL Dolamin clonixinato de lisina 125 mg Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 16 comprimidos USO ADULTO VIA ORAL Composição Cada comprimido revestido contém: clonixinato

Leia mais

O sistema imune é composto por células e substâncias solúveis.

O sistema imune é composto por células e substâncias solúveis. Definição: estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender seus corpos da invasão de microorganimos Eficiente no combate a microorganismos invasores.

Leia mais

Gerência Geral de Toxicologia

Gerência Geral de Toxicologia Gerência Geral de Toxicologia Exposição crônica aos agrotóxicos AVALIAÇÃO DO RISCO DIETÉTICO TICO Conceitos Importantes Conceito 1 Ingestão Diária Aceitável (IDA) - quantidade máxima de substância que,

Leia mais

Serenzo (Nexira Health/França)

Serenzo (Nexira Health/França) Serenzo (Nexira Health/França) Serenzo (Nexira Health/França) Nutracêutico que ajuda a diminuir os sintomas causados pelo estresse. Nome científico: Citrus sinensis Extract O estresse é uma reação do organismo

Leia mais

21/10/2014. Referências Bibliográficas. Produção de ATP. Substratos Energéticos. Lipídeos Características. Lipídeos Papel no Corpo

21/10/2014. Referências Bibliográficas. Produção de ATP. Substratos Energéticos. Lipídeos Características. Lipídeos Papel no Corpo Referências Bibliográficas Livro: McArdle & Katch & Katch. Fisiologia do Exercício: Metabolismo de Lipídeos Durante o Exercício Físico Aeróbico Prof. Dr. Paulo Rizzo Ramires Escola de Educação Física e

Leia mais

PROTOCOLO DE TRATAMENTO ANTIMICROBIANO EMPÍRICO PARA INFECÇÕES COMUNITÁRIAS, HOSPITALARES E SEPSE

PROTOCOLO DE TRATAMENTO ANTIMICROBIANO EMPÍRICO PARA INFECÇÕES COMUNITÁRIAS, HOSPITALARES E SEPSE PROTOCOLO DE TRATAMENTO ANTIMICROBIANO EMPÍRICO PARA INFECÇÕES COMUNITÁRIAS, HOSPITALARES E SEPSE Sumário Introdução...6 Informações Importantes...6 Infecções Comunitárias...8 Infecções Relacionadas

Leia mais

Respostas celulares às infecções virais

Respostas celulares às infecções virais Respostas celulares às infecções virais Tipos de genomas virais A classificação dos vírus é baseada nos tipos de genomas virais Vírus que infectam animais Ciclo de replicação (Influenza) Ciclo de replicação

Leia mais

Morosil (Bionap/Itália)

Morosil (Bionap/Itália) Morosil (Bionap/Itália) Morosil (Bionap/Itália) A alternativa natural do mediterrâneo no gerenciamento do peso Nome Científico: Citrus sinensis (L.) Osbeck A dieta mediterrânea é extremamente conhecida

Leia mais

Tem a finalidade de tornar a droga que foi. mais solúveis para que assim possam ser. facilmente eliminadas pelos rins. BIOTRANSFORMAÇÃO DE DROGAS

Tem a finalidade de tornar a droga que foi. mais solúveis para que assim possam ser. facilmente eliminadas pelos rins. BIOTRANSFORMAÇÃO DE DROGAS 1 Tem a finalidade de tornar a droga que foi absorvida e distribuída em substâncias mais solúveis para que assim possam ser BIOTRANSFORMAÇÃO DE DROGAS facilmente eliminadas pelos rins. Se não houvesse

Leia mais

Biologia. (5168) Tecido Muscular / (5169) Tecido Nervoso. Professor Enrico Blota.

Biologia. (5168) Tecido Muscular / (5169) Tecido Nervoso. Professor Enrico Blota. Biologia (5168) Tecido Muscular / (5169) Tecido Nervoso Professor Enrico Blota www.acasadoconcurseiro.com.br Biologia TECIDO MUSCULAR / TECIDO NERVOSO TECIDO MUSCULAR O tecido muscular é composto pelas

Leia mais

ria: Por Que Tratar? Can Dr. Daniel Volquind TSA/SBA

ria: Por Que Tratar? Can Dr. Daniel Volquind TSA/SBA Dor Pós P - Operatória: ria: Por Que Tratar? Dr. Daniel Volquind TSA/SBA Anestesiologista da CAN Clínica de Anestesiologia Ltda Vice-Presidente da Sociedade de Anestesiologia do RS SARGS Anestesiologista

Leia mais

Classificando as crises epilépticas para a programação terapêutica Farmacocinética dos fármacos antiepilépticos... 35

Classificando as crises epilépticas para a programação terapêutica Farmacocinética dos fármacos antiepilépticos... 35 Índice Parte 1 - Bases para a terapêutica com fármacos antiepilépticos Classificando as crises epilépticas para a programação terapêutica... 19 Classificação das Crises Epilépticas (1981)... 20 Classificação

Leia mais

MOBILIZAÇÕES DAS ARTICULAÇÕES PERIFÉRICAS

MOBILIZAÇÕES DAS ARTICULAÇÕES PERIFÉRICAS Pontifícia Universidade Católica de Goiás MOBILIZAÇÕES DAS ARTICULAÇÕES PERIFÉRICAS Professor Esp. Kemil Sousa DEFINIÇÃO Técnicas de terapia manual usadas para modular a dor e tratar as disfunções articulares

Leia mais

Processo Inflamatório e Lesão Celular. Professor: Vinicius Coca

Processo Inflamatório e Lesão Celular. Professor: Vinicius Coca Processo Inflamatório e Lesão Celular Professor: Vinicius Coca www.facebook.com/profviniciuscoca www.viniciuscoca.com O que é inflamação? INFLAMAÇÃO - Inflamare (latim) ação de acender, chama FLOGOSE phlogos

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. DENOMINAÇÂO DO MEDICAMENTO Procto-Glyvenol 50 mg/g + 20 mg/g Creme rectal 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada grama de Procto-Glyvenol creme rectal

Leia mais

parte 1 estratégia básica e introdução à patologia... 27

parte 1 estratégia básica e introdução à patologia... 27 Sumário parte 1 estratégia básica e introdução à patologia... 27 1 Terapêutica: estratégia geral... 29 terminologia de doenças... 29 História do caso... 34 Disposição do fármaco... 39 Seleção do fármaco...

Leia mais

Influência do Câncer no Estado Nutricional. UNIFESP Profa. Dra. Nora Manoukian Forones Setor de Oncologia Disciplina de Gastroenterologia Clínica

Influência do Câncer no Estado Nutricional. UNIFESP Profa. Dra. Nora Manoukian Forones Setor de Oncologia Disciplina de Gastroenterologia Clínica Influência do Câncer no Estado Nutricional UNIFESP Profa. Dra. Nora Manoukian Forones Setor de Oncologia Disciplina de Gastroenterologia Clínica Caquexia Definição: Síndrome multifatorial caracterizada

Leia mais

Analgesia Multimodal no Tratamento da Dor Aguda

Analgesia Multimodal no Tratamento da Dor Aguda CAPÍTULO 124 Analgesia Multimodal no Tratamento da Dor Aguda Beatriz do Céu Nunes* Todo tipo de dor tem início de forma aguda, envolvendo o sistema nervoso periférico, central e componente psicológico,

Leia mais