REDES DE EMPRESAS E O DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REDES DE EMPRESAS E O DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO"

Transcrição

1 REDES DE EMPRESAS E O DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Nelson Russo Ferreira Escola Politécnica - Departamento de Engenharia de Produção Universidade de São Paulo João Amato Neto Escola Politécnica - Departamento de Engenharia de Produção Universidade de São Paulo Michele Pikman Escola Politécnica - Departamento de Engenharia de Produção Universidade de São Paulo ABSTRACT: This article discusses the basic principles concerning the nature of virtual enterprises and companies networks, focusing on the current drawbacks that small and medium Brazilian enterprises face when trying to adopt such organizing models. Information system technology is also taken into account, and a description of the latest available technologies is given. Finally, the current comunication infrastructure in Brazil is analized, corroborating the needs of future development in this sector, in order not to jeopardize the viability of enterprises networks that could represent their only form of survival in a competitive environment. ÁREA: 7 Gestão da Tecnologia SUBÁREA: 7.4 Redes de Empresas KEY WORDS: Virtual Organizations, Networks, ISDN 1 INTRODUÇÃO Este trabalho é o resultado parcial de um projeto de pesquisa iniciado em agosto de 1997, que tem como objetivo estudar a lógica da formação de redes de pequenas e médias empresas, procurando analisar a viabilidade da introdução de tal modelo organizacional em algumas regiões e setores produtivos do Estado de São Paulo, como forma de alavancar os negócios das PME s. Entretanto, um pré-requisito fundamental para a implantação de redes de empresas, ou do moderno formato de organizações virtuais, que são redes temporárias, é o desenvolvimento da tecnologia de informação que permita a rápida e eficiente comunicação e transmissão de dados entre as empresas. 2 REDES DE EMPRESAS E ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS As associações entre pequenas empresas vêm ganhando destaque nos últimos anos, de acordo com a tendência de terceirização de parte das atividades fabris de grandes empresas que, transferindo suas atividades para outras, em geral de menor porte, buscam reduzir seus custos e melhor administrá-los. Acima de tudo, a terceirização possibilita à grande empresa concentrar seus insumos efetivamente no seu negócio, deixando atividades auxiliares para terceiros. Logo, a empresa estaria concentrada nas suas atividades básicas, as chamadas core competencies. 1

2 Como exemplo, temos a Nike, que subcontrata empresas para atividades como manufatura, distribuição e transporte, mantendo apenas as funções de design e marketing. Tais práticas de terceirização também são usadas pelos concorrentes, como a Puma [MALONE 1997]. As empresas contratadas são, em geral, de porte pequeno, com menor burocracia, geralmente especializadas no serviço por elas prestados. Com estrutura mais enxuta, as PME s fornecem uma ambiente mais propício para pesquisa e desenvolvimento. No entanto, a parceria isolada de um pequeno fornecedor com uma grande empresa mostrase, muitas vezes, no Brasil, prejudicial ao pequeno empreendedor. Primeiramente, devido ao baixo poder de barganha dos pequenos empresários em relação aos executivos de grandes conglomerados. Em segundo lugar, é comum grandes conglomerados preferirem contratos de curto prazo. Assim, a solidez e garantia de vendas tão desejadas pelo pequeno empreendedor não se concretizam a longo prazo. Conseqüentemente, as PME s, isoladas, ficam marginalizadas de um processo em que deveriam assumir papel efetivamente fundamental. Além disso, ainda há muita desconfiança no relacionamento entre as empresas; dificilmente uma grande empresa realmente investe no seu fornecedor. As PME s criam, então, alianças cooperativas (cada uma mantendo a identidade como pessoa jurídica) entre si; geralmente são do mesmo ramo e cada uma especializada em determinado produto, que pode ser desde uma peça de automóvel até a assistência técnica do produto final. Juntas, ganham em poder de negociação. A grande empresa interessada em efetuar uma contratação não contata isoladamente apenas uma empresa. Através de um agente (broker) há uma negociação entre a grande empresa e a rede. Embora a difusão das redes de PME s tenha se dado com maior intensidade nos últimos anos, elas já eram formadas em meados do século passado, no Japão, através da Keiretsu Organisation. Inicialmente ligados à indústria têxtil tradicional e de processamentos de alimentos, o sistema evoluiu para os sistemas de subcontratação das grandes empresas do setor industrial. O governo fazia sua parte, decretando leis de proteção a essas redes de pequenas empresas, como a Lei para prevenir atraso no pagamento das Subcontratações [IIDA 1984].Os keiretsu se desenvolveram bastante no pós-guerra, incentivados pela filosofia e conceitos advindos do modelo de produção enxuta (lean production). A contratante investia em equipamentos e capacitação de mão-de-obra na contratada, que por sua vez se comprometia a buscar continuamente melhorias no processo, visando sempre uma melhoria de qualidade e/ou preços declinantes [WOMACK 1992]. Nos últimos anos, tem sido comum em determinadas regiões geográficas, onde algum setor industrial específico apresenta grande relevância e especialização, a formação de agrupamentos industrias denominados clusters. Clusters são conglomerados de empresas que, graças à proximidade geográfica, infraestrutura da região, existência de recursos naturais, especializam-se em determinado ramo industrial que acaba se tornando a base da economia da região [ENRIGHT 1994]. Como exemplos, cabe destacar, na região noroeste da Itália, próximo à região do Veneto, um cluster de empresas do ramo têxtil. A vasta rede de empresas têxteis transformou a região em um grande pólo de desenvolvimento, Os resultados sócio-econômicos foram: um dos mais altos níveis de renda per capita da Itália. Índice de desemprego de 5,7% em 1987 enquanto o resto do país apresentava 12%. aumento do número de firmas e empregados em períodos recessivos, como nos anos 80. desenvolvimento de outras atividades: a rede de empresas já abrange fábricas de motocicletas, equipamentos agrícolas, autopeças e máquinas-ferramentas. Todo cluster é uma rede de empresas? Sim. Toda rede de empresas é um cluster? Não, pois há exemplos de redes nas quais as componentes não estão todas próximas umas das outras, 2

3 localizadas em uma mesma região. Mas os dois estimulam cooperação e parceria, desenvolvendo a PME. Comparando as PME s do Brasil com esses países, temos alguns dados fornecidos pelo SEBRAE: Exportação Brasil: PME s exportam 2% do total do país França: cerca de 24% do total Japão e Itália: 30% do total exportado são provenientes de PME s Importações Brasil: menos de 10% das importações originam-se de compras de PME s EUA: aproximadamente 20% das importações totais Japão: 35% das importações são de PME s O modelo de redes de cooperação entre pequenas empresas vem evoluindo. Um dos termos mais utilizados atualmente pela literatura especializada em administração para se analisar o tema das redes é, sem dúvida, o da organização virtual (virtual corporation). Atualmente, a melhor definição de organização virtual [BYRNE 1993] é a seguinte: uma rede de empresas criada temporariamente (formada por fornecedores, clientes, até antigos rivais e competidores), conectadas através de um apurado sistema de informações, compartilhando habilidades específicas individuais e acesso a mercados mais amplos. As empresas se unem para explorar e aproveitar oportunidades específicas do mercado Tão logo a oportunidade tenha sido satisfeita, a rede se desfaz. As empresas, então, buscam outra oportunidade, para se juntar a outras empresas, formando uma nova organização virtual. É uma extensão das estruturas matriciais existentes comumente dentro das empresas (Ex: equipes multifuncionais para projeto do produto). Dispensando os métodos vigentes de centralização das funções e princípios hierárquicos, as organizações virtuais existem apenas temporariamente. O desenvolvimento de tecnologia de informação exerce um papel fundamental para as empresas constituintes, pois possibilita uma eficiente e flexível coordenação e divisão das tarefas entre as empresas desta rede temporária. O conceito de organizações virtuais é tipicamente ocidental, onde o curto prazo sempre teve maior relevância do que o longo. Daí o desenvolvimento destas redes temporárias para projetos específicos, ao invés de relacionamentos duradouros como no keiretsu japonês. Dentro deste cenário, há a possibilidade de se desenvolverem no Brasil redes de empresas bem sucedidas? Um bom exemplo de cooperação aqui no Brasil, embora um pouco diferente dos casos supracitados, se deu na SEMCO. Com a recessão advinda do plano Collor e a abertura abrupta do mercado, a SEMCO encorajou gerentes de nível intermediário (ao invés das demissões características dos famosos programas de Reengenharia) a abrir pequenas empresas satélites utilizando-se de instalações da SEMCO [MALONE 1997]. Inicialmente, a SEMCO investia e treinava estas empresas nascidas dentro dela, para que decolassem. Em 1990, a SEMCO tinha 500 empregados; em 94 tinha 200, assim como todas as empresas satélites criadas, mais empregados trabalhando meio-período na SEMCO e meio período em alguma dos pequenos satélites, que respondiam por dois terços dos produtos lançados pela SEMCO em Pode-se interpretar que a SEMCO acaba funcionando como broker (intermediário) entre as pequenas empresas satélites e o mercado; ainda, pode ser considerada a grande empresa que, através de outsourcing, tem uma parceria com uma pequena rede de PME s, possibilitando corte em vários itens de custo. O mais importante é que a empresa enfrentou uma situação extremamente adversa, que levou muitas outras à falência, com uma política de desenvolvimento, expansão e geração 3

4 de empregos. Ao invés de despedir pessoal, transferiu mão-de-obra direta e indireta para estes satélites, investindo neles para garantir produtos de qualidade. Tudo através da cooperação entre as PME s, capitaneadas pela empresa núcleo SEMCO. 3 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Seja para permitir o contato de um broker com a grande empresa, no intuito de descobrir a oportunidade, seja para gerenciar a formação das organizações virtuais, a comunicação de dados é, hoje, o principal entrave para o aproveitamento deste modelo organizacional nas PME s brasileiras. Segundo questionário realizado, muitas desconhecem as tecnologias existentes. As principais são: a) ISDN ( Integrated Services Data Network) ISDN, ou rede digital de serviços integrados, É a substituição dos atuais cabos de cobre da linha telefônica, responsáveis pelo sinal analógico, por cabos de fibra ótica, capazes de transmissão de sinal digital.. Permite ao usuário utilizar apenas uma linha telefônica para, simultaneamente, navegar na infovia e receber ligações [CRESPO 98], além de se adequar à realização de conferências à distância e ampliar o EDI (Electronic Data Interchange). Com sinal digital, a transferência de arquivos pode ser feita de uma maneira muito mais rápida, além do sistema poder transferir, no mesmo tempo que o sinal analógico, muito mais informação. Demora-se muito menos tempo para se carregar uma página da Internet, transfere-se gráficos, figuras e desenhos com muito mais flexibilidade, pode-se até realizar uma teleconferência através da tela de um notebook. Todas estas facilidades são oferecidas a um custo relativamente baixo nos Estados Unidos, (por volta de US$ 25 mensais) e tornam o fluxo de informações através de arquivos tão fáceis quanto o uso do telefone. A principal desvantagem encontrada é a heterogeneidade ainda existente entre as diversas linhas ISDN, além de muitos países ainda não a possuírem, como os latino-americanos. Desta maneira, aconselha-se, para uma empresa interessada em adquirir tal tecnologia, analisar bem como o ISDN está oferecido nos pontos de operação da empresa. Exemplificando, uma empresa que realiza negócios com Colômbia e Venezuela talvez não ganhe muito com a implantação de ISDN, pois estes países ainda possuem tecnologia analógica (seria como passar um arquivo cheio de Figuras de um computador Pentium MMX para um antigo AT 286). A empresa fica com a alternativa de não implantar, ou passar a negociar com países possuidores desta tecnologia. Neste sentido, a ausência de ISDN em território brasileiro representa um alto custo de oportunidade, em razão da perda de negócios ocorrida. Concorrendo com outros países subdesenvolvidos em igualdade de custo, qualidade e prazo de entrega, os fornecedores brasileiros acabam sendo preteridos pela deficiência em telecomunicações. O desenvolvimento do sistema de informações passa a ser, cada vez mais, critério competitivo de sobrevivência para as empresas. Com uma infra-estrutura fraca em telecomunicações, menores são as oportunidades de negócio, menor é o desenvolvimento das redes de empresas. E se a oportunidade não chega, nunca se formam organizações virtuais, justificando a caracterização da nossa deficiência em infra-estrutura como principal entrave para o desenvolvimento dos modelos explicados no item 2. b). HDTV (High-Definition Television) A TV de alta definição já tem estado disponível há algum tempo nos países desenvolvidos, tendo sido fruto da política de inovação da transnacional japonesa NHK. 4

5 As televisões tradicionais obedecem ao sistema NTSC (americano), PAL (alemão) ou SECAM (francês). No Brasil, os aparelhos trabalham com NTSC e PAL-M (existe o sistema PAL-G, difundido na Europa). A HDTV recebe sinais digitalizados via fibras ópticas, podendo trabalhar com sinais de frequência cujas bandas possuem tamanhos bem maiores que as captadas nos sistemas supracitados. Exemplificando, enquanto o NTSC trabalha com frequências cuja largura da banda é 6 Mhz, a HDTV trabalha com larguras de banda igual a 12 Hz. Na prática, o banda maior resulta em uma imagem de qualidade muito superior (melhor que cinema), além de proporcionar som de CD. Mais que isso, a HDTV pode ser facilmente conectada à linha telefônica (e, consequentemente, a Internet), permitindo a troca de arquivos, gráficos, figuras, como em microcomputador pessoal. Esse binômio televisão/computador possibilita a formação de um binômio lazer/trabalho, estando em conformidade com a tendência, principalmente em grandes centros, de se realizar parte das tarefas, antes executadas no escritório, em casa. Outra grande vantagem tecnológica da HDTV é a sua compatibilidade com os sistemas tradicionais. A emissora de televisão transmite o sinal digital: os consumidores portadores do adaptador para sinal digital verão imagem de cinema e som estéreo; os outros verão imagem convencional e terão som mono. Os custos da nova tecnologia são, portanto, decorrentes de uma adaptação do sistema atual, ao invés de sua total substituição. Fica claro, também, que o bom aproveitamento das HDTV exige como condição sine qua non o desenvolvimento de cabos que comportem o volume e o tipo de transmissão de dados exigidos, de maneira que a manutenção de cabos analógicos não se justifica. Uma possível solução é a utilização de cabos digitais, como os disponíveis no ISDN 3. DVD ( Digital Versatile Disc) O DVD trata-se de um CD com uma capacidade de armazenamento muito superior aos CDs convencionais. Para se ter uma idéia, uma unidade de CD-ROM armazena, em média 650 Mb de memória; o correspondente DVD-ROM poderá armazenar até 8,5 Gbytes de informação. Inicialmente, será lançada apenas a versão ROM, ou seja, apenas para leitura. Posteriormente, será lançado o DVD-RAM, com dupla face e dupla camada (ao contrário dos atuais vídeo lasers, que só realizam a leitura em uma face), permitindo gravações e edições no CD. O DVD impressiona não somente pelos números indicativos da quantidade de informação armazenada, mas também pela qualidade de informações guardadas. O DVD trabalha com imagens de qualidade similar a de um filme de cinema, além de armazenar as mais complexas figuras que se pode imaginar. Tende a ser o substituo natural dos atuais discos flexíveis de 3,5 polegadas. d) a internet como instrumento alavancador da competitividade A primeira grande vantagem é a possibilidade do consumidor investigar e procurar os produtos desejados com grande rapidez e facilidade (passando de uma home-page para outra, ao invés de ir de um supermercado a outro). Além disso, a compra de produtos via computador leva a uma economia de tempo e dinheiro: não se desperdiça o tempo (e a gasolina) parado no trânsito das grandes cidades. O consumidor escolhe o produto pelo monitor de seu PC, e a loja o entrega em casa. No caso da aquisição de um software, o programa pode ser diretamente passado pelos cabos de fibra ótica para o cliente. É feita uma negociação, sendo que não houve nenhum contato físico real entre cliente - empresa, apenas virtual. A grande facilidade de compra atrai e encanta os clientes. Eles preferirão comprar de um supermercado que anuncia pela Web, entregando as compras em casa, sem dor de cabeça, 5

6 do que tirar o carro da garagem e se locomover até o supermercado. A Internet é uma forma de agarrar o cliente, tirando-o dos concorrentes. Entretanto, vem a pergunta: se todas as empresas começarem a utilizar a Internet como praça de mercado, com todos os concorrentes na Internet, será ainda assim vantajoso, para a empresa, utilizá-la? A resposta é sim, pois a Internet possui uma outra grande vantagem: o fim das fronteiras de mercado. Vamos ilustrar este efeito de ampliação do mercado através de um exemplo dado em uma teleconferência sobre o tema. A relojoaria Milne, de Iowa, era, há alguns anos, uma pequena empresa domiciliar situada em Iowa, cujo mercado restringia-se ao bairro onde a loja se situava. Contava apenas com seus clientes tradicionais e a empresa crescia muito lentamente. De repente, veio a idéia: anunciar os relógios e jóias pela Internet, possibilitando oferecer seus serviços e bens a todos os clientes possuidores de computador, que faziam seus pedidos em casa. Hoje, a empresa vende para clientes até no Japão e já teve de expandir sua capacidade produtiva com a incorporação de um maior quadro de funcionários, devido ao grande aumento da demanda. O exemplo ilustra que a Internet, além de facilitar o contato com os clientes, traz novos clientes para a empresa. Sem ela, a Milne nunca saberia do mercado existente no Japão. Portanto, com a Internet, as empresas (principalmente de pequeno e médio porte, nas quais tais inovações podem ser mais facilmente implantadas) ampliam suas fronteiras de mercado. Não existe mais o reduzido mercado local, o nicho de mercado da empresa se transforma em consumidores da Argentina, África do Sul, Espanha, Austrália, ou seja, o mundo todo. Ampliando o mercado consumidor, a empresa naturalmente aumenta seu poder de competitivo. Para uma organização virtual, cuja formação é estimulada justamente pela descoberta de uma oportunidade de trabalho (que pode ser o desenvolvimento de um produto), há a possibilidade de se atender, a priori, oportunidades do mundo inteiro que alimentam a própria organização virtual. A Internet funciona, desta maneira, como um broker eletrônico da rede. 4 AS REDES E A TECNOLOGIA NO BRASIL Até o presente momento da pesquisa, foram identificados setores nos quais poderia haver a formação de clusters de empresas, como, por exemplo, na região de Franca, baseada fortemente no setor vestuário e calçados. Uma motivação para a formação desta rede seria, inclusive, o fato desta atividade apresentar participação declinante no PIB do Estado de São Paulo, de maneira que a formação da rede seria uma possibilidade de, através da melhoria competitiva das empresas dela constituintes, reerguer o setor. Entretanto, não foi identificada a existência atual e clara de uma rede configurada de empresas, muito menos de uma organização virtual. Novamente, a grande causa é o precário desenvolvimento das tecnologias de informação existentes no nosso país. Restringindo-se ao ISDN, temos a seguinte situação atual [CRESPO 98]: 6

7 Figura 1 - Regiões com projeto de ISDN Pioneira na comercialização deste serviço, a Telecomunicações de Minas Gerais (Telemig) é a única a já oferecer interfaces ISDN no Brasil, mais precisamente na Grande BH., com a proposta de ampliação para mais 10 cidades do interior. A Telebrás, que está para ser privatizada, busca fazer sua parte. Estão prometidos investimentos de US$ 1,57 bilhões até Através do Programa de Recuperação e Ampliação do Sistema de Telecomunicações e sistema Postal (PASTE), serão destinados US$ 2,7 bilhões para os serviços ISDN entre 2000 e Há uma estimativa [CRESPO 98] de 700 mil usuários até 1999, que, com as linhas digitais, poderão passar arquivos compactados por computador a velocidades de até 1 milhão de bits por segundo. Espera-se estender o serviço para pessoas físicas, através de uma tarifa estimada em R$ 100 na instalação e R$ 55 de despesas mensais. O diagrama abaixo ilustra como as empresas já possuídoras da tecnologia aqui no Brasil estão o utilizando: Figura 2 - Utilização do ISDN O perfil atual dos utilizadores do ISDN é, ainda, de grandes empresas, em virtude do alto preço com que o serviço é oferecido (R$2000 de instalação e R$ 1400 mensais), 7

8 impossibilitando o acesso a PME s. Mas, mesmo para as grandes empresas, nota-se que o grande interesse está na possibilidade de uma utilização mais eficaz da internet, na busca de novos clientes, novos mercados e novas chances competitivas. 5 CONCLUSÃO Finalizando, o prognóstico para os anos futuros parece ser positivo para a melhoria da infraestrutura existente de telecomunicações, fator essencial para o desenvolvimento de redes de pequenas empresas que vêem neste tipo de organização a possibilidade real de estruturação e alavancagem competitiva. Espera-se que o desenvolvimento das telecomunicações ajude a aumentar a participação das PME s no cenário da economia nacional, hoje tão deficitária, contribuindo conseqüentemente, com a geração de emprego e incentivo à pesquisa. 6 BIBLIOGRAFIA BYRNE, John - The virtual Corporation - Business Week - 02/08/1993 CRESPO, Rose - Telebrás acelera acesso à Internet - Gazeta Mercantil - 12/02/98 IIDA I. - Pequena e Média Empresa no Japão - Editora Brasiliense KLEIN, Stefan - Virtuelle Organisation - Informations - und kommunikationstechnische Infrastrukturen ermöglichen neue Formen der Zusammenarbeit - Hochschule St. Gallen endereço: http//wwwiwi.unisg.ch/iwi4/cc/genpubs/virtorg.html MAHON, J.M. - A tecnologia da Internet nos Negócios Competitivos - teleconferência organizada pela Fundação Vanzolini - 08/05/97 MALONE, Thomas W., LAUBACHER, Robert J. - Two Cenarios for 21st Century Organizations endereço NETO, João A. - Redes Organizacionais e Organizações Virtuais na Economia Global - trabalho apresentado junto ao 17 o. ENEGEP Gramado 1997 PIKE, Andy, ZIMMERMANN, Hubert, et. alli - Telecooperação e Redes de Empresa no Complexo Automobilístico - Anais de palestras realizadas em 17/10/97 - Projeto EU-ALFA - Global Virtual Enterprise SABA, Fahrad - Padrões e Recursos Básicos para apoiar a Implantação de Novas Tecnologias de Informação - palestra organizada pela Fundação Vanzolini - 08/05/97 WOMACK, J.P., JONES, D.T. e ROOS, D. - A máquina que mudou o mundo - Editora Campus - 3ª Edição, Rio de Janeiro

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

REDES DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS: ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS vs. CLUSTERS. KEY-WORDS: enterprise networks, clusters, virtual organizations.

REDES DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS: ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS vs. CLUSTERS. KEY-WORDS: enterprise networks, clusters, virtual organizations. REDES DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS: ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS vs. CLUSTERS Luciano Costa Santos Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção UFSC Caixa Postal: 476 - CEP: 88.040-900 Florianópolis SC

Leia mais

TELECOMUNICAÇÕES E REDES

TELECOMUNICAÇÕES E REDES Capítulo 8 TELECOMUNICAÇÕES E REDES 8.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as tecnologias utilizadas nos sistemas de telecomunicações? Que meios de transmissão de telecomunicações sua organização

Leia mais

Telecomunicações CONCEITOS DE COMUNICAÇÃO

Telecomunicações CONCEITOS DE COMUNICAÇÃO Telecomunicações CONCEITOS DE COMUNICAÇÃO 1 COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO pode ser definida como a transmissão de um sinal através de um meio, de um emissor para um receptor. O sinal contém uma mensagem composta

Leia mais

O vídeo. O vídeo. Sistemas analógicos de vídeo. O vídeo. 2001 Wilson de Pádua Paula Filho

O vídeo. O vídeo. Sistemas analógicos de vídeo. O vídeo. 2001 Wilson de Pádua Paula Filho O vídeo O vídeo Interfaces de vídeo Sistemas de televisão: as características do sinal de vídeo são determinadas pelos padrões de televisão principais padrões existentes: televisão em preto-e-branco televisão

Leia mais

Apostila. Comércio Eletrônico. e-commerce. Professor: Edson Almeida Junior. Comércio Eletrônico

Apostila. Comércio Eletrônico. e-commerce. Professor: Edson Almeida Junior. Comércio Eletrônico Apostila Comércio Eletrônico e-commerce Professor: Edson Almeida Junior Material compilado por Edson Almeida Junior Disponível em http://www.edsonalmeidajunior.com.br MSN: eajr@hotmail.com E-Mail: eajr@hotmail.com

Leia mais

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO UM BREVE HISTÓRICO COMÉRCIO ELETRÔNICO O comércio sempre existiu desde que surgiram as sociedades. Ele é dito como o processo de comprar, vender e trocar produtos e serviços. Inicialmente praticado pelos

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES As telecomunicações referem -se à transmissão eletrônica de sinais para as comunicações, incluindo meios como telefone, rádio e televisão. As telecomunicações

Leia mais

O que é comércio eletrônico?

O que é comércio eletrônico? COMÉRCIO ELETRÔNICO O que é comércio eletrônico? O comércio eletrônico ou e-commerce é a compra e venda de mercadorias ou serviços por meio da Internet, onde as chamadas Lojas Virtuais oferecem seus produtos

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem Capítulo 6 1 Telecomunicações e redes 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Identificar as principais tendências e os grandes desenvolvimentos nas empresas, nas tecnologias e nas aplicações de negócio, das telecomunicações

Leia mais

SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO)

SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO) SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO) Há vários tipos de sistemas de gravações digitais. Os mais baratos consistem de uma placa para captura de vídeo, que

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

Telefones Fixos RJ-SP R$ 0,14 Telefones Fixos Brasil R$ 0,19 Telefones Celulares BR R$ 0,69

Telefones Fixos RJ-SP R$ 0,14 Telefones Fixos Brasil R$ 0,19 Telefones Celulares BR R$ 0,69 A é uma operadora VoIP, que tem como objetivo oferecer o melhor serviço de Voip com os menores custos possíveis para o cliente. O VoIP (Voice over Internet Protocol), conhecida também por Voz sobre IP,

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 03 Telecomunicações Sistemas de Telecomunicações 1 Sistemas de Telecomunicações Consiste de Hardware e Software transmitindo informação (texto,

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 9 Telecomunicações e Rede Interconectando a Empresa Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob

Leia mais

Gestão de Documento. 1. Introdução

Gestão de Documento. 1. Introdução Gestão de Documento 1. Introdução Os documentos possuem um incrível poder em ambientes de negócios do governo e estão passando pela maior evolução que agitará os negócios governamentais e que os reformará

Leia mais

AULA TEÓRICA 2 Tema 2. Conceitos básicos de informática, computadores e tecnologias de informação. Sistemas de numeração (continuação)

AULA TEÓRICA 2 Tema 2. Conceitos básicos de informática, computadores e tecnologias de informação. Sistemas de numeração (continuação) AULA TEÓRICA 2 Tema 2. Conceitos básicos de informática, computadores e tecnologias de informação. Sistemas de numeração (continuação) Digitalização. Arquitectura básica do hardware. Input, processamento,

Leia mais

Valor Comercial das Telecomunicações. Telecomunicações nas Empresas. Superar barreiras geográficas. Superar barreiras do tempo

Valor Comercial das Telecomunicações. Telecomunicações nas Empresas. Superar barreiras geográficas. Superar barreiras do tempo Valor Comercial das Telecomunicações Superar barreiras geográficas Atendimento ao cliente/preenchimento de pedidos Superar barreiras do tempo Consultas de crédito (POS) Superar barreiras de custo Videoconferência

Leia mais

Computação I. Profa. Márcia Hellen Santos marciasantos@uepa.br

Computação I. Profa. Márcia Hellen Santos marciasantos@uepa.br Computação I Profa. Márcia Hellen Santos marciasantos@uepa.br MÓDULO I- Introdução à Informática Hardware Hardware? HARDWARE é a parte física do computador. É o conjunto de componentes mecânicos, elétricos

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS TM RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS A visão da computação em nuvem por Aad van Schetsen, vicepresidente da Compuware Uniface, que mostra por que

Leia mais

ITU Regional Human Capacity Development Forum. TIC e Desenvolvimento Econômico e Social

ITU Regional Human Capacity Development Forum. TIC e Desenvolvimento Econômico e Social ITU Regional Human Capacity Development Forum TIC e Desenvolvimento Econômico e Social O mundo passa por um momento de profundas transformações...... as comunicações são parte dessas transformações. Políticas

Leia mais

TELECOMUNICAÇÕES E REDES

TELECOMUNICAÇÕES E REDES TELECOMUNICAÇÕES E REDES 1 OBJETIVOS 1. Quais são as tecnologias utilizadas nos sistemas de telecomunicações? 2. Que meios de transmissão de telecomunicações sua organização deve utilizar? 3. Como sua

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO

CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO Temporário: significa que cada projeto tem um início e um fim muito bem definidos. Um projeto é fundamentalmente diferente: porque ele termina quando seus objetivos propostos

Leia mais

Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E. Prof. Emanuel Matos

Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E. Prof. Emanuel Matos Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E SOFTWARE LIVRE Prof. Emanuel Matos Sumário Unidade I Principais tecnologias da rede digital Computação cliente/servidor Comutação de pacotes TCP/IP Sistemas de informação

Leia mais

Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9

Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9 Arquivo Título: Flexibilidade: Um Novo Formato das Organizações Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9 RESUMO

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais:

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais: Entrada e Saída Além do processador e da memória, um terceiro elemento fundamental de um sistema de computação é o conjunto de módulos de E/S. Cada módulo se conecta com o barramento do sistema ou com

Leia mais

PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA

PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA A TV digital O surgimento da TV digital se deu em função do desenvolvimento da TV de alta definição (HDTV) no Japão e na Europa, há mais de duas décadas,

Leia mais

Aquisição planejada do negócio de servidores x86 combinará fortalezas da IBM e da Lenovo para maximizar valor para clientes.

Aquisição planejada do negócio de servidores x86 combinará fortalezas da IBM e da Lenovo para maximizar valor para clientes. Aquisição planejada do negócio de servidores x86 combinará fortalezas da IBM e da Lenovo para maximizar valor para clientes Abril de 2014 Conteúdo Resumo Executivo 3 Introdução 3 IBM recebe alta pontuação

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

Controladores Lógicos Programáveis (CLPs)

Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) A UU L AL A Uma empresa fabrica clipes em três tamanhos: grande, médio e pequeno. Seus clientes consomem os produtos dos três tamanhos, mas a empresa nunca conseguiu

Leia mais

INFORME PORQUE TELEFÓNIA EM NUVEM?

INFORME PORQUE TELEFÓNIA EM NUVEM? INFORME PORQUE TELEFÓNIA EM NUVEM? Porque a Voz na Nuvem? 2 Índice Introdução... 3 Baixo Custo... 4 REQUISITOS MÍNIMOS DE CAPITAL... 4 EQUIPAMENTOS GENÉRICOS... 4 UTILIZAÇÃO DE MAIORES RECURSOS... 4 DESPESAS

Leia mais

Capítulo 2. Noção de hardware. As componentes de um computador.

Capítulo 2. Noção de hardware. As componentes de um computador. Definição 1 Capítulo 2. Noção de hardware. As componentes de um computador. 1. Definição Hardware : toda a parte física do computador. Ex.: Monitor, caixa, disquetes, impressoras, etc. Hardware (hard =

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO Odilio Sepulcri odilio@emater.pr.gov.br www.odiliosepulcri.com.br www.emater.pr.gov.br Telefone: (41) 3250-2252 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO 1. Perfil para empreender

Leia mais

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação DCC133 Introdução à Sistemas de Informação TÓPICO 2 E-business global e colaboração Prof. Tarcísio de Souza Lima OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever

Leia mais

Rádio Digital. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Senado Federal

Rádio Digital. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Senado Federal Rádio Digital Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal Roberto Pinto Martins Secretário rio de Telecomunicações Ministério das Comunicações Sumário 1. Cenário

Leia mais

Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright

Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright Ambiente Organizacional voltado a inovação As 6 chaves para o Sucesso Foco Flexibilidade

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

E-Business global e colaboração

E-Business global e colaboração E-Business global e colaboração slide 1 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. 2.1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Quais as principais

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade I REDES DE COMPUTADORES E

Prof. Luís Rodolfo. Unidade I REDES DE COMPUTADORES E Prof. Luís Rodolfo Unidade I REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO C Redes de computadores e telecomunicação Objetivo: apresentar os conceitos iniciais e fundamentais com relação às redes de computadores

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FACILIDADES EMPRESARIAIS - ESCRITÓRIO VIRTUAL

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FACILIDADES EMPRESARIAIS - ESCRITÓRIO VIRTUAL OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FACILIDADES EMPRESARIAIS - ESCRITÓRIO VIRTUAL 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta

Leia mais

Symantec Backup Exec.cloud

Symantec Backup Exec.cloud Proteção automática, contínua e segura que faz o backup dos dados na nuvem ou usando uma abordagem híbrida, combinando backups na nuvem e no local. Data Sheet: Symantec.cloud Somente 2% das PMEs têm confiança

Leia mais

Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET

Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Hardware de Computadores Questionário II 1. A principal diferença entre dois processadores, um deles equipado com memória cache o

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Apostilas de Eletrônica e Informática SDH Hierarquia DigitaL Síncrona

Apostilas de Eletrônica e Informática SDH Hierarquia DigitaL Síncrona SDH A SDH, Hierarquia Digital Síncrona, é um novo sistema de transmissão digital de alta velocidade, cujo objetivo básico é construir um padrão internacional unificado, diferentemente do contexto PDH,

Leia mais

A utilização das redes na disseminação das informações

A utilização das redes na disseminação das informações Internet, Internet2, Intranet e Extranet 17/03/15 PSI - Profº Wilker Bueno 1 Internet: A destruição as guerras trazem avanços tecnológicos em velocidade astronômica, foi assim também com nossa internet

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC

FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Objetivos Ao final desta apostila,

Leia mais

Introdução aos Sistemas de Computação (ISC) Curso de Administração de Negócios Eletrônicos Professor :

Introdução aos Sistemas de Computação (ISC) Curso de Administração de Negócios Eletrônicos Professor : Introdução aos Sistemas de Computação (ISC) Curso de Administração de Negócios Eletrônicos Professor : Marco Antônio Chaves Câmara Lista de Exercícios 3 Nome do Aluno : 1. Sobre as unidades de disco rígido

Leia mais

UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Disciplina: Sistemas de Telecomunicações 4º período Professor: Maurício AULA 02 Telefonia Fixa

UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Disciplina: Sistemas de Telecomunicações 4º período Professor: Maurício AULA 02 Telefonia Fixa Introdução UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Com o aparecimento dos sistemas de comunicação móvel como a telefonia celular, o termo telefonia fixa passou a ser utilizado para caracterizar

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

1 Redes de comunicação de dados

1 Redes de comunicação de dados 1 Redes de comunicação de dados Nos anos 70 e 80 ocorreu uma fusão dos campos de ciência da computação e comunicação de dados. Isto produziu vários fatos relevantes: Não há diferenças fundamentais entre

Leia mais

Arquitetura Genérica

Arquitetura Genérica Arquitetura Genérica Antes de tudo, vamos revisar o Modelo Simplificado do Funcionamento de um Computador. Modelo Simplificado do Funcionamento de um Computador O funcionamento de um computador pode ser

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é VOIP Se você nunca ouviu falar do VoIP, prepare-se para mudar sua maneira de pensar sobre ligações de longa distância. VoIP, ou Voz sobre Protocolo de Internet, é um método para pegar sinais de áudio analógico,

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Profª. Kelly Hannel Novas tecnologias de informação 2 HDTV WiMAX Wi-Fi GPS 3G VoIP Bluetooth 1 HDTV 3 High-definition television (também conhecido por sua abreviação HDTV):

Leia mais

Poucas inovações na história da humanidade reúnem tantos benefícios potenciais quanto o Comércio Eletrônico (também conhecido como e-commerce).

Poucas inovações na história da humanidade reúnem tantos benefícios potenciais quanto o Comércio Eletrônico (também conhecido como e-commerce). Poucas inovações na história da humanidade reúnem tantos benefícios potenciais quanto o Comércio Eletrônico (também conhecido como e-commerce). A natureza global da tecnologia, a oportunidade de atingir

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2013 O Setor Bancário em Números

Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2013 O Setor Bancário em Números Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2013 O Setor Bancário em Números Um sistema financeiro saudável, ético e eficiente é condição essencial para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do

Leia mais

180 Telefónica, S.A. Relatório Anual de Responsabilidade Corporativa 2004. Fornecedores

180 Telefónica, S.A. Relatório Anual de Responsabilidade Corporativa 2004. Fornecedores 180 Telefónica, S.A. Relatório Anual de Responsabilidade Corporativa 2004 09 Fornecedores Relatório Anual de Responsabilidade Corporativa 2004 Telefónica, S.A. 181 09/01 Grande número de fornecedores 09/02

Leia mais

Pós-Graduação Business Intelligence

Pós-Graduação Business Intelligence Pós-Graduação Business Intelligence Tendências de Mercado de Business Intelligence Aula 01 Negócios e Tecnologia da Informação Objetivos da Aprendizagem Discutir as pressões corporativas e as reações que

Leia mais

O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015

O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015 O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015 1. Considerações Gerais Os Estados Unidos, maior potência mundial e tecnológica, apresenta projeções cada vez mais otimistas. Desde 2008, no estouro da crise

Leia mais

NCR CONNECTIONS. CxBanking

NCR CONNECTIONS. CxBanking CxBanking NCR CONNECTIONS Nossa soluc a o multicanal permite aos bancos implementar rapidamente servic os empresariais personalizados em canais fi sicos e digitais. Um guia de soluções da NCR Visão geral

Leia mais

QUESTÕES COMENTADAS PROVAS DE INFORMÁTICA BANCO DO BRASIL

QUESTÕES COMENTADAS PROVAS DE INFORMÁTICA BANCO DO BRASIL QUESTÕES COMENTADAS PROVAS DE INFORMÁTICA BANCO DO BRASIL BANCO DO BRASIL (Aplicação: 07/10/2001) CARGO: ESCRITURÁRIO 1 C 2 C ::::... QUESTÃO 33...:::: Outro modo de realizar a mesma operação com sucesso

Leia mais

Assim é a Telefónica. Distribuição do EBITDA por países em 2001

Assim é a Telefónica. Distribuição do EBITDA por países em 2001 Assim é a Telefónica A aquisição da Lycos, aliada ao fato de a nova empresa Terra Lycos operar em 43 países, permitiu, por um lado, uma maior penetração nos Estados Unidos e no Canadá. Por outro lado,

Leia mais

Northern Telecom Ltd (Nortel). Isto devido ao seu atraso na substituição da tecnologia analógica pela digital.

Northern Telecom Ltd (Nortel). Isto devido ao seu atraso na substituição da tecnologia analógica pela digital. MOTOROLA A empresa alcançou um faturamento global da ordem de US$ $37.6 bilhões em 2000. É líder mundial em sistemas e serviços eletrônicos avançados. Atuando de maneira globalizada em 45 países, mais

Leia mais

A estrutura do gerenciamento de projetos

A estrutura do gerenciamento de projetos A estrutura do gerenciamento de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é

Leia mais

Estratégia Empresarial. Capítulo 6 Integração Vertical. João Pedro Couto

Estratégia Empresarial. Capítulo 6 Integração Vertical. João Pedro Couto Estratégia Empresarial Capítulo 6 Integração Vertical João Pedro Couto Natureza da integração vertical A integração vertical consiste na execução de várias funções da cadeia operacional sob a égide de

Leia mais

Fig. A: A imagem da rede total e da rede imediata de suprimentos Fonte: Slack, Nigel e outros. Administração da Produção

Fig. A: A imagem da rede total e da rede imediata de suprimentos Fonte: Slack, Nigel e outros. Administração da Produção Fascículo 5 Projeto da rede de operações produtivas Se pensarmos em uma organização que produza algo, é impossível imaginar que essa organização seja auto-suficiente, isto é, que produza tudo o que irá

Leia mais

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio Capítulo 12 Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente Acadêmica: Talita Pires Inácio Empresa ABC Crescimento atribuído a aquisições de empresas de menor porte; Esforços de alianças estratégicas e joint-ventures

Leia mais

Introdução à redes de computadores

Introdução à redes de computadores 1/8 Introdução à redes de computadores Faz todo o sentido ligar os computadores em rede. Você não precisa ter uma impressora, um HD de grande capacidade, um gravador de DVDs e conexão via ADSL para cada

Leia mais

Sociedade e Tecnologia

Sociedade e Tecnologia Unidade de Aprendizagem 15 Empresas em Rede Ao final desta aula você será capaz de inovações influenciam na competitividade das organizações, assim como compreender o papel da Inteligência Competitiva

Leia mais

Curso de Instalação e Gestão de Redes Informáticas

Curso de Instalação e Gestão de Redes Informáticas ESCOLA PROFISSIONAL VASCONCELLOS LEBRE Curso de Instalação e Gestão de Redes Informáticas LIGADORES DE VIDEO: VGA, DVI, S-VIDEO E COMPONENTE VIDEO José Vitor Nogueira Santos FT2-0749 Mealhada, 2009 Introdução

Leia mais

O conceito de colaboração

O conceito de colaboração O conceito de colaboração O conceito de colaboração está ligado às técnicas que possibilitam que pessoas dispersas geograficamente possam trabalhar de maneira integrada, como se estivessem fisicamente

Leia mais

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1 Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio slide 1 Objetivos de estudo Quais os principais componentes das redes de telecomunicações e quais as principais tecnologias de rede? Quais os principais

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados Estrutura de um Rede de Comunicações Profa.. Cristina Moreira Nunes Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação Utilização do sistema de transmissão Geração de sinal Sincronização Formatação das mensagens

Leia mais

A vantagem competitiva através do desenvolvimento do e-business

A vantagem competitiva através do desenvolvimento do e-business A vantagem competitiva através do desenvolvimento do e-business Artigo original redigido por: Dien D. Phan Extraído do Information & Management, Vol.40, 2003 (pág.581-590) Introdução * E-business O seu

Leia mais

Informática. Aula 7. Redes e Telecomunicações

Informática. Aula 7. Redes e Telecomunicações Informática Aula 7 Redes e Telecomunicações Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução Para as empresas modernas funcionarem eficazmente, são vitais as ligações que conectam as suas

Leia mais

Capítulo 2 E-Business global e colaboração

Capítulo 2 E-Business global e colaboração Objetivos de estudo Capítulo 2 E-Business global e colaboração Quais as principais características de um negócio que são relevantes para a compreensão do papel dos sistemas de informação? Como os sistemas

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO REGIÃO OESTE

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO REGIÃO OESTE FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO ANÁLISE CONJUNTURAL DO MÊS DE NOVEMBRO DE 2013 REGIÃO OESTE Este relatório, referente ao mês de NOVEMBRO de 2013, da Pesquisa Conjuntural

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

O Impacto Sócio-Econômico da Banda Larga

O Impacto Sócio-Econômico da Banda Larga Instituto de Inovação com TIC O Impacto Sócio-Econômico da Banda Larga [ Flávia Fernandes Julho/2010] Banda Larga Internet A Internet supera a produtividade combinada do telefone, transporte e eletricidade

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware. Professor: Renato B. dos Santos

MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware. Professor: Renato B. dos Santos MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware Professor: Renato B. dos Santos 1 O computador é composto, basicamente, por duas partes:» Hardware» Parte física do computador» Elementos concretos» Ex.: memória, teclado,

Leia mais

Breve Análise do Cenário e das Perspectivas da Conexão em Banda Larga no Brasil

Breve Análise do Cenário e das Perspectivas da Conexão em Banda Larga no Brasil SUPPLY CHAIN Breve Análise do Cenário e das Perspectivas da Conexão em Banda Larga no Brasil Logike Associados S/C Fevereiro 2008 Abstract: This article provides a simple overview of the broadband progress

Leia mais

Inteligência de Parceiros e Colaboração nos Negócios: a evolução no setor de Telecomunicações

Inteligência de Parceiros e Colaboração nos Negócios: a evolução no setor de Telecomunicações Inteligência de Parceiros e Colaboração nos Negócios: a evolução no setor de Telecomunicações Daniela Ramos Teixeira Para vencer a guerra diária num cenário co-opetivo (competitivo e cooperativo), as empresas

Leia mais

1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES

1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES 1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES Objetivos da Aula Aprender os conceitos básicos para compreensão das próximas aulas. Na maioria dos casos, os conceitos apresentados serão revistos com maior

Leia mais

E-commerce Fundamentos

E-commerce Fundamentos E-commerce Fundamentos Flávio Augusto Martins Wanderley Professor flavio@mwan.com.br 1 / 65 Conteúdo desta aula Conceitos. Evolução do comércio eletrônico. Modalidades. O que vem no futuro. 2 / 65 Conceito

Leia mais

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI Profa. Gislaine Stachissini Unidade II GOVERNANÇA DE TI Estratégia e governança em TI Estratégia empresarial A palavra estratégia vem do grego strategus = "o general superior ou "generalíssimo. Strategia

Leia mais

Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes

Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes Sumário INFORMAÇÕES GERAIS... 1 SYMANTEC UNIVERSITY PARA PARCEIROS... 1 TREINAMENTO... 2 SERVIÇO DE INFORMAÇÕES... 4 COLABORAÇÃO... 5 Informações

Leia mais

CFO Panorama Global dos Negócios Cenário Favorável no Brasil em 2013.

CFO Panorama Global dos Negócios Cenário Favorável no Brasil em 2013. CFO Panorama Global dos Negócios Cenário Favorável no Brasil em 2013. ------------------------------------------- DUKE UNIVERSITY NEWS e FGV Notícias Duke University Office of News & Communications http://www.dukenews.duke.edu

Leia mais

Sociedade Tecnologia e Ciência

Sociedade Tecnologia e Ciência Centro de Formação Profissional de Alcoitão TAG 11 Formanda: Rute Luísa M. Maldonado Nº16 Sociedade Tecnologia e Ciência Formadora: Ana Freitas 1 / Maio / 2011 A Internet A influência da Internet na sociedade

Leia mais

Fabricante Reduz os Custos, Melhora o Serviço e Dinamiza o Gerenciamento com a Virtualização

Fabricante Reduz os Custos, Melhora o Serviço e Dinamiza o Gerenciamento com a Virtualização Virtualização Microsoft: Da Estação de Trabalho ao Data Center Estudo de Caso de Solução de Cliente Fabricante Reduz os Custos, Melhora o Serviço e Dinamiza o Gerenciamento com a Virtualização Visão Geral

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE NÍVEL EMPRESARIAL. Administração Estratégica Conceitos. Autores Peter Wright Mark J. Kroll John Parnell

ESTRATÉGIAS DE NÍVEL EMPRESARIAL. Administração Estratégica Conceitos. Autores Peter Wright Mark J. Kroll John Parnell Administração Estratégica Conceitos Autores Peter Wright Mark J. Kroll John Parnell Alternativas Estratégicas É a estratégia que a alta administração formula para toda a empresa. Reestruturação Empresarial

Leia mais

ESTRUTURA E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO

ESTRUTURA E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO ESTRUTURA E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO Colombo, 06 de abril de 2010. Instrutora: Amanda G. Gagliastri Formação: Administradora de Empresas O momento em que vivemos Processo acelerado de mudanças

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Tanenbaum Redes de Computadores Cap. 1 e 2 5ª. Edição Pearson Padronização de sistemas abertos à comunicação Modelo de Referência para Interconexão de Sistemas Abertos RM OSI Uma

Leia mais

Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação

Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Multiplexadores Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Transmissor 1 Receptor 1 Transmissor 2 Multiplexador Multiplexador Receptor 2 Transmissor 3 Receptor 3 Economia

Leia mais

Adaptar criativamente

Adaptar criativamente Adaptar criativamente Os fundamentos do benchmarking eficiente e o caminho para a obtenção de vantagem competitiva. Por Robert Camp DOSSIÊ 64 Um dos termos mais comentados e menos compreendidos atualmente

Leia mais

Manual Sistema MLBC. Manual do Sistema do Módulo Administrativo

Manual Sistema MLBC. Manual do Sistema do Módulo Administrativo Manual Sistema MLBC Manual do Sistema do Módulo Administrativo Este documento tem por objetivo descrever as principais funcionalidades do sistema administrador desenvolvido pela MLBC Comunicação Digital.

Leia mais