FUNDAMENTOS DE HARDWARE CD-ROM. Professor Carlos Muniz

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1 FUNDAMENTOS DE HARDWARE

2 CD-Rom Até pouco tempo atrás, as opções mais viáveis para escutar música eram os discos de vinil e as fitas cassete. Porém, a Philips, em associação com outras empresas, desenvolveu os CDs (Compact Disc) de áudio (com uma qualidade sonora excelente) e então, este tipo de mídia se transformou no padrão mais usado para álbuns de música. Os CDs também se tornaram o meio mais eficiente e barato para armazenamento de dados (CDs desse tipo são chamados de ). Só como exemplo, graças aos CDs, a indústria de software praticamente eliminou a distribuição de programas em disquetes. Por tais características, os drives de (os aparelhos que lêem CDs) se tornaram itens indispensáveis em qualquer computador. Esse artigo visa mostrar alguns detalhes desses dispositivos. 2

3 Parte traseira A conexão dos drives de ao computador é feita através da parte traseira desses aparelhos. Nela, existem entradas para a fonte de alimentação (energia), para o cabo de dados (responsável por transmitir os dados do CD para o computador) e para o cabo de áudio (que deve ser ligado na placa de som para que seja possível a reprodução de CDs de áudio). 3

4 Parte traseira Na parte da frente dos drives de, encontram-se a bandeja onde o CD é colocado, uma entrada para fones de ouvido (não disponível em alguns aparelhos) e geralmente 2 dois botões: Load/Eject e Play. Obviamente, é possível encontrar diferenças entre os diversos modelos de drives de, tanto na parte frontal, como na parte traseira. Por exemplo, há drives de CD que possuem um sensor infravermelho para receber ordens através de um controle-remoto. 4

5 Parte traseira O cabo de dados dos drives de geralmente deve ser conectado à interface IDE da placa-mãe (a mesma usada por HDs). Por essa característica, os drives desse tipo possuem jumpers para a escolha do modo de operação (Master ou Slave). Normalmente, o HD que contem o sistema operacional fica como master e o fica com slave, mas isso depende de cada computador. 5

6 Velocidade dos drives de Um ponto importante nos s é a velocidade. Quanto maior for a velocidade de rotação do disco, ou seja, a velocidade na qual o CD gira, maior é a taxa de transferência de dados. Os primeiros drives transferiam dados a uma velocidade de 150 KB por segundo (KB/s). Esses, eram chamados de drives de velocidade simples, ou seja, 1X. Com a evolução da tecnologia, foram lançados drives cada vez mais rápidos. Hoje, paga-se muito menos por um drive de 56X, do que um de 1X, em Para saber o valor da taxa de transferência do seu drive de, basta multiplicar a velocidade do drive (essa informação esta presente na parte frontal do aparelho) por 150. Por exemplo, se seu drive possui 52X, faça = 7800 KB/s. Veja a tabela seguir: 6

7 Velocidade dos drives de Velocidade 1X 2X 8X Taxa de transferência 150 KB/s 300 KB/s 1200 KB/s 16X 2400 KB/s 24X 3600 KB/s 56X 8400 KB/s 7

8 Velocidade dos drives de Os primeiros drives de operavam em um modo de rotação chamado CLV (Constant Linear Velocity - Velocidade Linear Constante). Sua velocidade de rotação variava, com o objetivo de manter uma taxa de transferência constante, o que era exigido para a reprodução de CDs de áudio. Nas trilhas externas, existem mais bits gravados que nas trilhas internas. Para compensar a diferença, o disco precisava girar mais depressa quando operava nas trilhas internas e mais lentamente quando nas trilhas externas. Os modelos de velocidade simples (1X), giravam o disco a 530 RPM (rotações por minutos) nas trilhas internas e 200 RPM nas trilhas externas. Não é difícil fazer o disco girar em velocidades altas, mas a aceleração e a desaceleração necessária quando a cabeça de leitura é movimentada ao longo do disco, fazia com que o tempo de acesso ficasse bastante longo. 8

9 Velocidade dos drives de A partir da velocidade de 16X, os drives de CD passaram a usar um modo de rotação chamado CAV (Constant Angular Velocity - Velocidade Angular Constante). Ao invés de girar o disco com velocidade variável, de modo a obter a mesma taxa de transferência, tanto nas trilhas externas como internas, o drives CAV giram o disco em uma velocidade constante. A vantagem desse processo, é um tempo de acesso menor, já que o disco não precisa ser acelerado/desacelerado de acordo com os movimentos da cabeça de leitura. A desvantagem é que a taxa de transferência mais elevada só é obtida nas trilhas externas. Nas internas, essa taxa é aproximadamente igual à metade do seu valor nas trilhas externas. Por isso, alguns fabricantes anunciam o CD com uma velocidade máxima e mínima. Por exemplo, mínimo de 24X e máximo de 52X. 9

10 Velocidade dos drives de A variação da taxa de transferência não permite a reprodução de CDs de áudio, pois estes devem operar em CLV, com velocidade 1X. Mas isso não é problema, pois os drives, quando reproduzem CDs de áudio, reduzem automaticamente a sua velocidade para 1X, em modo CLV. 10

11 Tipos de drives Existem, basicamente, 6 tipos de drives de CD. Um - o que somente lê CDs de áudio - é usado apenas em aparelhos de som. A lista abaixo mostra os tipos de mídia disponíveis: 11

12 FUNDAMENTOS DE HARDWARE Tipos de drives CD-R: Somente lê CDs CD-RW: Lê e grava CDs 12 DVD-R: Lê e grava CDs e lê DVDs CD-RW: Lê e grava CDs e DVDs

13 Mídias As mídias (discos) são formadas por diversas camadas, como plástico, alumínio, ouro, etc, o que permite a leitura, gravação e regravação dos bits em um disco com 650/700 MB de capacidade. Pode-se encontrar mídias de diversos fabricantes, preços e cores, como verde, prata, azul, dourado, etc. Vale citar que, a cor da mídia só indica qual foi o tipo de processo usado em sua fabricação. A qualidade depende do preço e fabricante. 13

14 Tipos de Mídias CD-R - Permite que você grave uma única vez (somente gravar, quando este estiver cheio, não é possível apagá-lo, porém, pode ser acrescentado dados aos poucos). Vale lembrar que músicas só se grava uma vez, mesmo que a capacidade do CD não tenha chegado ao máximo, então, se for criar um CD de música, grave todas as músicas que precisa de uma vez só (CD de música e não de da os pois a forma de gravação é diferente, na forma de gravação de dados, como eu já disse, pode ser acrescentado dados aos poucos). Em média, CDs tem 700 MB ou 80 min de gravação. 14

15 Tipos de Mídias CD-RW - Parece um CD comum, mas é mais escuro. Permite gravação de dados, músicas, etc e depois apagá-los. Mesmas reras do CD-R, porém é regravável multiplas vezes. DVD-R - tem mais capacidade que um CD (4,7 GB ou 8,5 em dvds de dupla camada). Valem as mesmas regras de um CD-R. DVD-RW - Mesma coisa que um CD-RW, mas com mais capacidade. Também existem DVDs dual layer RW. 15

16 Tipos de Mídias Depois existem os famosos bluerays, DVD olográficos, etc. Lembrando que um leitor de CD não consegue ler uma mídia DVD, mas uma leitor de DVD consegue ler CDs, mas nem sempre DVD dual layer, vale a pena conferir quais tecnologias você dispõe em seu leitor. 16

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