ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

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1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito tiveram em março/2012 comportamentos distintos. De um lado por conta da nova redução da taxa básica de juros (Selic) agora de 0,75 ponto percentual promovida pelo Banco Central em março, diversas taxas de juros foram reduzidas. Por outro lado o aumento da inadimplência em alguns segmentos fez com que diversas instituições financeiras elevassem algumas taxas de juros. Pessoa Física Das seis linhas de crédito pesquisadas, duas se mantiveram estáveis (cartão de crédito rotativo e CDC Bancos financiamento de veículos), uma foi reduzida (juros do comércio) e três tiveram suas taxas de juros elevadas (cheque especial, empréstimo pessoal bancos e empréstimo pessoal financeiras). A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma redução de 0 ponto percentual no mês (0 ponto percentual no ano) correspondente a uma redução de 0% no mês (0 em doze meses) passando a mesma de 6,33% ao mês (108,87% ao ano) em fevereiro/2012 para 6,33% ao mês (108,87% ao ano) em março/2012 sendo esta a menor taxa de juros da série histórica (1995). Pessoa Jurídica Das três linhas de crédito pesquisadas todas foram reduzidas no mês. A taxa de juros média geral para pessoa jurídica apresentou uma redução de 0,02 ponto percentual no mês (0,36 ponto percentual em doze meses) correspondente a uma redução de 0,54% no mês (0,65% em doze meses) passando a mesma de 3,72% ao mês (55,01% ao ano) em fevereiro/2012 para 3,70% ao mês (54,65% ao ano) em março/2012 sendo esta a menor taxa de juros média desde dezembro/2009. Taxa de juros x Selic Considerando todas as elevações e reduções da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Banco Central desde dezembro/2011, tivemos neste período (dezembro/2011 a março/2012) uma redução da Selic de 1,25 ponto percentual (redução de 11,36%) de 11,00% ao ano em dezembro/2011 para 9,75% ao ano em março/2012. Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 5,97 pontos percentuais (redução de 5,20%) de 114,84% ao ano em dezembro/2011 para 108,87% ao ano em março/2012. Nas operações de crédito para pessoa jurídica houve uma redução de 3,07 pontos percentuais (redução de 5,32%) de 57,72% ao ano em dezembro/2011 para 54,65% ao ano em março/2012. PERSPECTIVAS PARA OS PRÓXIMOS MESES A nossa expectativa é de que as taxas de juros voltem a ser reduzidas nos próximos meses por conta das prováveis reduções da taxa básica de juros (Selic) conforme sinalizações do Banco Central, bem como de todas as medidas que o Banco Central e Ministério da Fazenda vêm promovendo para evitar uma desaceleração forte em nossa economia.

2 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 2 TAXA DE JUROS PARA PESSOA FÍSICA LINHA DE CRÉDITO FEVEREIRO/2012 MARÇO/2012 VARIAÇÃO VARIAÇÃO TAXA MÊS TAXA MÊS TAXA MÊS TAXA ANO % PONTOS PERCENTUAIS Juros comércio 4,95% 78,56% 4,87% 76,94% -1,62% -0,08 Cartão de crédito 10,69% 238,30% 10,69% 238,30% 0% 0 Cheque especial 8,33% 161,21% 8,34% 161,50% 0,12% 0,01 CDC bancos 1,97% 26,38% 1,97% 26,38% 0% 0 Empréstimo 3,81% 56,63% 3,84% 57,17% 0,79% 0,03 pessoal-bancos Empréstimo pessoal-financeiras 8,24% 158,61% 8,26% 159,19% 0,24% 0,02 TAXA MÉDIA 6,33% 108,87% 6,33% 108,87% 0% 0 Juros do Comércio Houve uma redução de 1,62%, passando a taxa de 4,95% ao mês (78,56% ao ano) em fevereiro/2012, para 4,87% ao mês (76,94% ao ano) em março/2012. A taxa deste mês é a menor da série histórica (1995). Cartão de crédito A taxa média se manteve inalterada em 10,69% ao mês (238,30% ao ano). A taxa deste mês é a maior desde junho/2000 (10,70% ao mês 238,67% ao ano). Cheque Especial Houve uma elevação de 0,12%, passando a taxa de 8,33% ao mês (161,21% ao ano) em fevereiro/2012, para 8,34% ao mês (161,50% ao ano) em março/2012. A taxa deste mês é a maior desde dezembro/2011 (8,36% ao mês 162,08% ao ano). CDC Bancos Financiamento de automóveis A taxa média se manteve estável em 1,97% ao mês ( 26,38% ao ano). A taxa deste mês é a menor da série histórica (1995).

3 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 3 Empréstimo Pessoal Bancos Houve uma elevação de 0,79%, passando a taxa de juros de 3,81% ao mês (56,63% ao ano) em fevereiro/2012, para 3,84% ao mês (57,17% ao ano) em março/2012. A taxa deste mês é a maior desde janeiro/2012 (3,99% ao mês 59,92% ao ano). Empréstimo Pessoal Financeiras Houve uma elevação de 0,24% na taxa de juros média, passando a taxa de 8,24% ao mês (158,61% ao ano) em fevereiro/2012, para 8,26% ao mês (159,19% ao ano) em março/2012. A taxa deste mês é a maior desde janeiro/2012 (8,29% ao mês 160,05% ao ano). Taxa Pessoa Física A taxa média se manteve inalterada em 6,33% ao mês (108,87% ao ano). A taxa deste mês é a menor da série histórica (1995). Crediário de Loja Dos doze tipos de lojas pesquisadas, todas reduziram suas taxas de juros no mês.

4 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 4 TAXA DE JUROS PARA PESSOA JURÍDICA LINHA DE CRÉDITO FEVEREIRO/2012 MARÇO/2012 VARIAÇÃO VAR.PONTOS TAXA MÊS TAXA ANO TAXA MÊS TAXA ANO % PERCENTUAIS AO MÊS Capital de Giro 2,26% 30,76% 2,24% 30,45% -0,88% -0,02 Desconto de 2,80% 39,29% 2,78% 38,96% -0,71% -0,02 Duplicatas Conta garantida 6,11% 103,74% 6,07% 102,82% -0,65% -0,04 Taxa 3,72% 55,01% 3,70% 54,65% -0,54% -0,02 Capital de Giro Houve uma redução de 0,88%, passando a taxa de 2,26% ao mês (30,76% ao ano) em fevereiro/2012, para 2,24% ao mês (30,45% ao ano) em março/2012. A taxa deste mês é a menor da série histórica (1999). Desconto de Duplicata Houve uma redução de 0,71%, passando a taxa de 2,80% ao Mês (39,29% ao ano) em fevereiro/2012, para 2,78 ao mês (38,96% ao ano) em março/2012. A taxa deste mês é a menor da série histórica (1999). Conta Garantida Houve uma redução de 0,65%, passando a taxa de 6,11% ao mês (103,74% ao ano) em fevereiro/2012, para 6,07% ao mês ( 102,82% ao ano) em março/2012. A taxa deste mês é a menor desde outubro/2011 (6,00% ao mês 101,22% ao ano). Taxa Pessoa Jurídica Houve uma redução de 0,54% na taxa de juros média, passando a taxa de 3,72% ao mês (55,01% ao ano) em fevereiro/2012, para 3,70% ao mês (54,65% ao ano) em março/2012. A taxa deste mês é a menor desde dezembro/2009 (3,62% ao mês 53,22% ao ano).

5 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 5 TAXAS MÉDIAS DE JUROS DO CREDIÁRIO POR ESTADO ESTADOS fev/12 mar/12 Var.pontos Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Variação percentuais % ao mês São Paulo 4,53% 70,17% 4,46% 68,81% -1,55% -0,07 Rio Gde do Sul 5,20% 83,73% 5,11% 81,86% -1,73% -0,09 Rio de Janeiro 5,06% 80,82% 4,98% 79,18% -1,58% -0,08 Minas Gerais 5,00% 79,59% 4,94% 78,36% -1,20% -0,06 Paraná 5,03% 80,20% 4,94% 78,36% -1,79% -0,09 Santa Catarina 4,91% 77,75% 4,82% 75,93% -1,83% -0,09 Brasilia 4,95% 78,56% 4,86% 76,73% -1,82% -0,09 Nacional 4,95% 78,56% 4,87% 76,94% -1,62% -0,08

6 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 6 COMPORTAMENTO DAS TAXAS DE JUROS DO CREDIÁRIO POR SETOR SETORES fev/12 mar/12 Variação % Var.pontos percentuais Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano ao mês Gdes.Redes 2,87% 40,43% 2,76% 38,64% -3,83% -0,11 Med.Redes 5,05% 80,61% 5,00% 79,59% -0,99% -0,05 Peq.Redes 5,84% 97,61% 5,74% 95,38% -1,71% -0,10 Emp.Turismo 3,49% 50,93% 3,42% 49,71% -2,01% -0,07 Art.do Lar 6,75% 118,99% 6,64% 116,29% -1,63% -0,11 Ele.Eletron. 4,73% 74,12% 4,66% 72,73% -1,48% -0,07 Importados 5,79% 96,49% 5,69% 94,27% -1,73% -0,10 Veiculos 1,97% 26,38% 1,97% 26,38% 0,00% 0,00 Art.Ginástica 7,31% 133,18% 7,18% 129,81% -1,78% -0,13 Informática 4,44% 68,42% 4,37% 67,07% -1,58% -0,07 Celulares 4,17% 63,27% 4,09% 61,77% -1,92% -0,08 Decoração 7,03% 125,98% 6,94% 123,71% -1,28% -0,09 Geral 4,95% 78,56% 4,87% 76,94% -1,62% -0,08

7 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 7 ALTERAÇÕES NOS PRAZOS MÉDIOS DE FINANCIAMENTO Prazos de Financiamento Veículos Outros Financiamentos Antes da mudança cambial (janeiro/99) Máximo Após mudança cambial (até janeiro/99) Máximo Dezembro/99 Máximo Março/2000 Máximo Março/2001 Máximo Março/2002 Máximo Março/2003 Máxima Março/2004 Máxima Março/2005 Máxima Março/2006 Máxima Março/2007 Máxima Março/2008 Máxima Março/2009 Máxima Março/2010 Máxima Março/2011 Máxima Janeiro/2012 Máxima Fevereiro/2012 Máxima Março/2012 Máxima 36 meses 18 meses 49 meses 49 meses 26 meses 29 meses 50 meses 48 meses 48 meses 28 meses 72 meses 33 meses 72 meses 42 meses 33 meses 80 meses 42 meses 40 meses 40 meses 40 meses 40 meses 18 meses 18 meses 8 meses 13 meses 48 meses 14 meses 36 meses 8 meses 14 meses 36 meses 16 meses 36 meses 18 meses 36 meses 18 meses 36 meses 16 meses

8 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 8 TAXAS DE JUROS DEZEMBRO/2011 X MARÇO/2012 Pessoa Física Dezembro/2011 Março/2012 TIPO DE FINANCIAMENTO Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Queda em pontos percentuais Comércio 5,36% 87,12% 4,87% 76,94% -10,18 Cartão de Crédito 10,69% 238,30% 10,69% 238,30% 0 Cheque Especial 8,36% 162,08% 8,34% 161,50% -0,58 CDC Bancos 2,18% 29,54% 1,97% 26,38% -3,16 Emp. Pessoal-Bancos 4,21% 64,03% 3,84% 57,17% -6,86 Emp.Pessoal Financeiras 8,66% 170,92% 8,26% 159,19% -11,73 TAXA MÉDIA 6,58% 114,84% 6,33% 108,87% -5,97 Ressaltamos que o período de dezembro/2011 a março2012 o Banco Central reduziu a taxa básica de juros Selic em 1,25 ponto percentual (redução de 11,36%) de 11,00% ao ano em dezembro/2011 para 9,75% ao ano em março/2012. Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 5,97 pontos percentuais (redução 5,20%) de 114,84% ao ano em dezembro/2011 para 108,87% ao ano em março/2012. Pessoa Jurídica Dezembro/2011 Março2012 TIPO DE FINANCIAMENTO Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Queda em pontos percentuais Capital de giro 2,52% 34,80% 2,24% 30,45% -4,35 Desc. De duplicatas 2,96% 41,91% 2,78% 38,96% -2,95 Conta garantida 6,14% 104,43% 6,07% 102,82% -1,61 TAXA MÉDIA 3,87% 57,72% 3,70% 54,65% -3,07 Ressaltamos que o período de dezembro/2011 a março/2012 o Banco Central reduziu a taxa básica de juros Selic em 1,25 ponto percentual (redução de 11,36%) de 11,00% ao ano em dezembro/2011 para 9,75% ao ano em março/2012. Neste período a taxa média de juros para pessoa jurídica apresentou uma redução de 3,07 pontos percentuais (redução de 5,32%) de 57,72% ao ano em dezembro/2011 para 54,65% ao ano em março/2012.

9 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 9 Informações e Recomendações ao Consumidor O sistema financeiro vêm expandindo cada vez mais o crédito às empresas e às pessoas físicas, contribuindo assim com o desenvolvimento econômico do Brasil. Este crescimento do volume de crédito tenderá a se acentuar nos próximos meses/anos em virtude do crescimento econômico. Com crédito os mercados se desenvolvem, as empresas investem, ampliam suas vendas, geram empregos e as pessoas antecipam a realização de seus sonhos. Assim com o crescimento do crédito é preciso que você saiba como usar o mesmo para melhorar a sua vida sem gerar problemas, motivo pelo qual listamos abaixo algumas informações e recomendações: Primeiramente organize a sua vida financeira elaborando um orçamento doméstico como forma de definir quais são as suas reais necessidades e planejar todos os seus gastos considerando sempre a sua renda disponível e não a renda disponível mais crédito, ou seja os seus gastos têm que caber dentro de seu salário. Preferencialmente gaste menos do que tem de renda como forma de fazer uma reserva financeira para fazer frente a eventuais gastos extras não previstos ou até para planejar a compra de algum bem no futuro. Lembre-se que toda a vez que você gasta mais do que ganha ou ficará inadimplente e com isso sujeita a todas conseqüências de ter o nome negativado, não tendo aceso a qualquer tipo de crédito ou terá que recorrer a empréstimos e assumir o pagamento de juros. As taxas de juros se encontram em patamares elevados no país, seja pelo baixo volume de crédito disponível que representa hoje 48,8% do PIB quando a média internacional passa de 100%, seja pelos custos que incidam sobre as taxas. Como referência vale registrar que quando o consumidor faz um empréstimo esta taxa é composta de: Custo de captação do banco (Quanto o banco paga pelo dinheiro que paga a seus aplicadores ou custo de oportunidade). A referência é a taxa Selic; Cunha fiscal Compreende os impostos da intermediação financeira mais os compulsórios (dinheiro dos depósitos que os bancos deixam no Banco Central sem poderem emprestar); Despesas administrativas Custos dos processos do banco (funcionários, agências); Risco Custo da inadimplência dos empréstimos (parte dos empréstimos não são pagos ou demoram para serem recebidos o que embute um risco à instituição); Margem líquida da instituição lucro do banco ou depois de todos os itens acima quanto efetivamente sobra para a instituição financeira. Destacamos que as taxas de juros são livres e as mesmas são estipuladas pela própria instituição financeira não existindo assim qualquer controle de preços ou tetos pelos valores cobrados.

10 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 10 A única obrigatoriedade que a instituição financeira tem é informar ao cliente quais as taxas que lhe serão cobradas caso recorra a qualquer tipo de crédito. Tendo em vista existirem expressivas variações entre as taxas de juros nas diversas instituições financeiras recomendamos: Quando da contratação de um financiamento pesquise sempre a taxa de juros e demais acréscimos; Evite comprometer demasiadamente seu orçamento com dívidas; Evite empréstimos de longo prazo que embutem custos maiores; Evite entrar no rotativo do cartão de crédito e do cheque especial que possuem as maiores taxas de juros; O cheque especial não é renda e deve ser utilizado por um período curto e emergencial. Se tiver necessidade de usar este limite por um período maior procure a sua instituição financeira e faça um empréstimo pessoal (que tem custos menores) para liquidar o cheque especial; Existem linhas de crédito mais baratas como o micro crédito que tem taxa de 2,00% ao mês, penhor de jóias da Caixa Econômica Federal e do crédito consignado com desconto em folha. Assim caso necessite de crédito veja a possibilidade destes empréstimos mais baratos; Salientamos que a linha de crédito consignado com desconto em folha de pagamento/benefício do INSS já atinge hoje mais de R$ 163 bilhões correspondente a 58,7% do total do crédito pessoal. Necessitando de crédito para pagar uma dívida e não tendo condições de faze-lo não deixe suas dívidas crescerem mais por conta dos juros de mora e multas. Procure o credor de sua dívida e proponha uma renegociação do prazo e das taxas de juros em uma condição que consiga cumprir; Se possível adie suas compras para juntar o dinheiro e comprar o mesmo à vista evitando os juros. Entretanto caso não seja possível pesquise muito, barganhe e compre nos menores prazos possíveis (quanto menor o prazo menor a incidência de juros). Resumindo, use o crédito com moderação e conscientemente; Como diz a campanha de uma grande instituição financeira privada de uso consciente do crédito O crédito foi feito para você realizar seus sonhos, não para tirar seu sono. ANEFAC- Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. Coordenador: MIGUEL JOSÉ RIBEIRO DE OLIVEIRA Vice Presidente Fone: /

11 EVOLUÇÃO DAS TAXAS MENSAIS DE JUROS PESSOA FÍSICA ITENS Mar/11 Abr/11 Mai/11 Jun/11 Jul/11 Ago/11 Set/11 Out/11 Nov/11 Dez/11 Jan/12 Fev/12 Mar/12 SELIC (Taxa básica) 0,92% 0,84% 0,98% 0,95% 0,96% 1,07% 0,94% 0,88% 0,86% 0,90% 0,89% 0,74% 0,82% INPC/IBGE 0,66% 0,72% 0,57% 0,22% 0,00% 0,42% 0,45% 0,32% 0,57% 0,51% 0,51% 0,39% IPC/FIPE 0,35% 0,70% 0,31% 0,01% 0,30% 0,39% 0,25% 0,39% 0,60% 0,61% 0,66% -0,07% JUROS DO COMERCIO 5,64% 5,68% 5,73% 5,66% 5,70% 5,60% 5,54% 5,44% 5,46% 5,36% 5,05% 4,95% 4,87% CARTÃO DE CRÉDITO 10,69% 10,69% 10,69% 10,69% 10,69% 10,69% 10,69% 10,69% 10,69% 10,69% 10,69% 10,69% 10,69% CHEQUE ESPECIAL 7,78% 7,97% 8,12% 8,10% 8,27% 8,25% 8,23% 8,21% 8,41% 8,36% 8,34% 8,33% 8,34% CDC-BANCOS 2,39% 2,39% 2,42% 2,34% 2,37% 2,29% 2,24% 2,16% 2,20% 2,18% 2,01% 1,97% 1,97% EMPRESTIMO PESSOAL 4,68% 4,70% 4,75% 4,63% 4,67% 4,58% 4,47% 4,31% 4,39% 4,21% 3,99% 3,81% 3,84% BANCOS EMPRESTIMO PESSOAL FINANCEIRA 9,52% 9,44% 9,48% 9,30% 9,34% 9,11% 8,94% 8,76% 8,88% 8,66% 8,29% 8,24% 8,26% TAXA MÉDIA 6,78% 6,81% 6,87% 6,80% 6,84% 6,75% 6,69% 6,60% 6,67% 6,58% 6,40% 6,33% 6,33% MEDIA ANO 119,72% 120,47% 121,96% 120,22% 121,21% 118,99% 117,51% 115,32% 117,02% 114,84% 110,52% 108,87% 108,87% ITEM MÉDIA MÊS (1) ACUMULADO 2012 (3) ACUMULADO 12 MESES (2) Taxa básica x Juros cobrados (4) Variação percentual Selic (taxa básica) 0,82% 2,48% 11,43% INPC/IBGE 0,51% 0,51% 5,63% Taxa Selic 9,75% ao ano IPC/FIPE 0,29% 0,59% 4,60% Juros ao ano Variação % JUROS DO COMÉRCIO 4,96% 15,62% 88,38% 76,94% 689,13% CARTÃO DE CRÉDITO 10,69% 35,62% 238,30% 238,30% 2.344,10% CHEQUE ESPECIAL 8,34% 27,15% 158,76% 161,50% 1.556,41% CDC BANCOS 1,98% 6,07% 30,01% 26,38% 170,56% EMPRÉSTIMO PESSOAL BANCOS 3,88% 12,10% 66,94% 57,17% 486,36% EMPRÉS. PESSOAL FINANCEIRAS 8,26% 26,89% 177,91% 159,19% 1.532,72% MÉDIA GERAL 6,35% 20,30% 116,26% 108,87% 1.016,62% (1) - mensal de 2011 (2) janeiro/2012 a março/2012 (3) abril/2011 a março/2012 (4) Percentual acima da taxa básica

12 EVOLUÇÃO DAS TAXAS MENSAIS DE JUROS PESSOA JURÍDICA ITENS Mar/11 Abr/11 Mai/11 Jun/11 Jul/11 Ago/11 Set/11 Out/11 Nov/11 Dez/11 Jan/12 Fev/12 Mar/12 Capital de giro 3,09% 3,11% 3,14% 3,04% 3,07% 2,95% 2,79% 2,65% 2,67% 2,52% 2,44% 2,26% 2,24% Desc. de duplicatas 3,12% 3,16% 3,20% 3,14% 3,18% 3,13% 3,09% 3,01% 3,14% 2,96% 2,80% 2,80% 2,78% Conta garantida cheque especial 5,55% 5,60% 5,74% 5,70% 5,90% 5,88% 6,02% 6,00% 6,17% 6,14% 6,12% 6,11% 6,07% TAXA MÉDIA 3,92% 3,96% 4,03% 3,96% 4,05% 3,99% 3,97% 3,89% 3,99% 3,87% 3,79% 3,72% 3,70% TAXA ANO 58,63% 59,37% 60,66% 59,37% 61,03% 59,92% 59,55% 58,08% 59,92% 57,72% 56,27% 55,01% 54,65% ITEM MÉDIA MÊS (1) ACUMULADO 2012(3) ACUMULADO 12 MESES (2) Taxa básica x Juros cobrados (4) Variação percentual Taxa Selic 9,75% Ao ano Juros ao ano Variação % Capital de giro 2,32% 7,11% 38,32% 30,45% 212,31% Desconto de duplicatas 2,79% 8,62% 43,13% 38,96% 299,59% Conta garantida cheque especial 6,10% 19,43% 100,35% 102,82% 954,56% MÉDIA GERAL 3,74% 11,63% 59,18% 54,65% 460,51% (1) - mensal de 2011 (2) janeiro/2012 a março/2012 (3) abril/2011 a março/2012 (4) Percentual acima da taxa básica

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