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1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em abril/201, sendo esta a quarta elevação no ano e sétima elevação consecutiva. Estas elevações podem ser atribuídas aos seguintes fatores: Cenário econômico que aumenta o risco do crescimento nos índices de inadimplência. Este cenário se baseia no fato dos índices de inflação mais elevados, aumento de impostos e juros maiores reduzirem a renda das famílias. Agregado a isto o baixo crescimento econômico, o que deve promover no crescimento dos índices de desemprego. Tudo isto somado e o fato de que as expectativas para 201 serem igualmente negativas quanto a todas estes fatores leva as instituições financeiras a aumentarem suas taxas de juros para compensar prováveis perdas com a elevação da inadimplência;. Elevação da taxa básica de juros (Selic) promovida pelo Banco Central em sua última reunião do COPOM; Expectativa de novas elevações da taxa básica de juros (Selic) frente a um cenário de elevação nos índices de inflação. Pessoa Física Das seis linhas de crédito pesquisadas, todas tiveram suas taxas de juros elevadas no mês (juros do comércio, cartão de crédito rotativo, cheque especial, CDC-bancos-financiamento de veículos, empréstimo pessoal-bancos e empréstimo pessoal-financeiras). A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma elevação de 0,06 ponto percentual no mês (1,8 pontos percentuais no ano) correspondente a uma elevação de 0,89 no mês (1,2 em doze meses) passando a mesma de 6,71 ao mês (118,00 ao ano) em março/201 para 6,77 ao mês (119,8 ao ano) em abril/201 sendo esta a maior taxa de juros desde julho/2011. Pessoa Jurídica Das três linhas de crédito pesquisadas, todas foram elevadas no mês A taxa de juros média geral para pessoa jurídica apresentou uma elevação de 0,08 ponto percentual no mês (1,7 ponto percentual em doze meses) correspondente a uma elevação de 2,06 no mês (2,3 em doze meses) passando a mesma de 3,89 ao mês (8,08 ao ano) em março/201 para 3,97 ao mês (9, ao ano) em abril/201 sendo esta a maior taxa de juros desde novembro/2011. Taxa de juros x Selic Considerando todas as elevações da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Banco Central desde março/2013, tivemos neste período (março/2013 a abril/201) uma elevação da Selic de 6,00 pontos percentuais (elevação de 82,76) de 7,2 ao ano em janeiro/2013 para 13,2 ao ano em abril/201. Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma elevação de 31,1 pontos percentuais (elevação de 3,82) de 87,97 ao ano em março/2013 para 119,8 ao ano em abril/201. Nas operações de crédito para pessoa jurídica houve uma elevação de 1,97 pontos percentuais (elevação de 36,6) de 3,8 ao ano em março/2013 para 9, ao ano em abril/201. PERSPECTIVAS PARA OS PRÓXIMOS MESES Tendo em vista o cenário econômico atual que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência bem como as prováveis novas elevações da taxa básica de juros frente a uma inflação mais elevada a tendência é de que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevada nos próximos meses.

2 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 2 TAXA DE JUROS PARA PESSOA FÍSICA LINHA DE CRÉDITO MARÇO/201 ABRIL/201 VARIAÇÃO VARIAÇÃO TAXA MÊS TAXA ANO TAXA MÊS TAXA ANO PONTOS PERCENTUAIS Juros comércio,1 82,8,16 82,90 0,39 0,02 Cartão de crédito 12,02 290,3 12,1 29,8 1,00 0,12 Cheque especial 9,6 201,7 9,7 20,06 1,0 0,10 CDC bancosfinanciamento de automóveis Empréstimo pessoal-bancos Empréstimo pessoal-financeiras 2,01 26,97 2,03 27,27 1,00 0,02 3,9 9,00,00 60,10 1,2 0,06 7,2 138,71 7, 139,2 0,27 0,02 TAXA MÉDIA 6,71 118,00 6,77 119,8 0,89 0,06 Juros do Comércio Houve uma elevação de 0,39, passando a taxa de,1 ao mês (82,8 ao ano) em março/201, para,16 ao mês (82,90 ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde dezembro/2011 (,36 ao mês 87,12 ao ano). Cartão de crédito Houve uma elevação de 1,00, passando a taxa de 12,02 ao mês (290,3 ao ano) em março/201, para 12,1 ao mês (29,8 ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde março/1999 (13, ao mês 3,63 ao ano). Cheque Especial Houve uma elevação de 1,0, passando a taxa de 9,6 ao mês (201,7 ao ano) em março/201, para 9,7 ao mês (20,06 ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde junho/2003 (9,79 ao mês 206,73 ao ano). CDC Bancos Financiamento de automóveis Houve uma elevação de 1,00, passando a taxa de 2,01 ao mês (26,97 ao ano) em março/201, para 2,03 ao mês (27,27 ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde dezembro/2011 (2,18 ao mês 29, ao ano).

3 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 3 Empréstimo Pessoal Bancos Houve uma elevação de 1,2, passando a taxa de juros de 3,9 ao mês (9,00 ao ano) em março/201, para,00 ao mês (60,10 ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde dezembro/2011 (,21 ao mês 6,03 ao ano). Empréstimo Pessoal Financeiras Houve uma elevação de 0,27, passando a taxa de juros de 7,2 ao mês (138,71 ao ano) em março/201, para 7, ao mês (139,2 ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde agosto/2012 (7,67 ao mês 12,7 ao ano). Taxa Pessoa Física Houve uma elevação de 0,89, passando a taxa de juros de 6,71 ao mês (118,00 ao ano) em março/201, para 6,77 ao mês (119,8 ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde julho/2011 (6,8 ao mês 121,21 ao ano). Crediário de Loja Dos doze tipos de lojas pesquisadas, todos elevaram suas taxas de juros no mês.

4 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants TAXA DE JUROS PARA PESSOA JURÍDICA LINHA DE CRÉDITO MARÇO/201 ABRIL/201 VARIAÇÃO VARIAÇÃO PONTOS TAXA MÊS TAXA ANO TAXA MÊS TAXA ANO PERCENTUAIS AO MÊS Capital de Giro 2,30 31,37 2,32 31,68 0,87 0,02 Desconto de 2,7 38,32 2,76 38,6 0,73 0,02 Duplicatas Conta garantida 6,6 116,29 6,82 120,71 2,71 0,18 Taxa 3,89 8,08 3,97 9, 2,06 0,08 Capital de Giro Houve uma elevação de 0,87, passando a taxa de juros de 2,30 ao mês (31,37 ao ano) em março/201, para 2,32 ao mês (31,68 ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde janeiro/2012 (2, ao mês 33, ao ano). Desconto de Duplicata Houve uma elevação de 0,73, passando a taxa de 2,7 ao mês (38,32 ao ano) em março/201, para 2,76 ao mês (38,6 ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde março/2012 (2,78ao mês 38,96 ao ano). Conta Garantida Houve uma elevação de 2,71, passando a taxa de 6,6 ao mês (116,29 ao ano) em março/201, para 6,82 ao mês (120,71 ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde janeiro/2003 (6,92 ao mês 123,21 ao ano). Taxa Pessoa Jurídica Houve uma elevação de 2,06 passando a taxa de juros de 3,89 ao mês (8,08 ao ano) em março/201, para 3,97 ao mês (9, ao ano) em abril/201. A taxa deste mês é a maior desde novembro/2011 (3,99 ao mês 9,92 ao ano).

5 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants TAXAS MÉDIAS DE JUROS DO CREDIÁRIO POR ESTADO ESTADOS mar/1 abr/1 Var.pontos percentuai Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Variação s ao mês São Paulo,99 79,38,01 79,79 0,0 0,02 Rio Gde do Sul,17 83,11,19 83,2 0,39 0,02 Rio de Janeiro,19 83,2,21 83,9 0,39 0,02 Minas Gerais,23 8,36,2 8,78 0,38 0,02 Paraná,19 83,2,21 83,9 0,39 0,02 Santa Catarina,17 83,11,20 83,73 0,8 0,03 Brasilia,0 80,61,07 81,03 0,0 0,02 Nacional,1 82,1,16 82,90 0,39 0,02

6 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 6 COMPORTAMENTO DAS TAXAS DE JUROS DO CREDIÁRIO POR SETOR SETORES mar/1 abr/1 Variação Var.pontos percentuai s Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano ao mês Gdes.Redes 2,8 0,10 2,86 0,27 0,3 0,01 Med.Redes,37 87,33,39 87,76 0,37 0,02 Peq.Redes 6,0 102,13 6,07 102,82 0,0 0,03 Emp.Turismo,36 66,88,38 67,67 0,6 0,02 Art.do Lar 6,69 117,1 6,71 118,00 0,30 0,02 Ele.Eletron.,16 82,90,18 83,31 0,39 0,02 Importados,77 96,0,79 96,9 0,3 0,02 Veiculos 2,01 26,97 2,03 27,27 1,00 0,02 Art.Ginástica 7,08 127,2 7,10 127,76 0,28 0,02 Informática,91 77,7,9 78,36 0,61 0,03 Celulares,9 71,3,62 71,9 0,6 0,03 Decoração 6,86 121,71 6,88 122,21 0,29 0,02 Geral,1 82,1,16 82,90 0,39 0,02

7 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 7 ALTERAÇÕES NOS PRAZOS MÉDIOS DE FINANCIAMENTO Prazos de Financiamento Veículos Outros Financiamentos Antes da mudança cambial (janeiro/99) Máximo Após mudança cambial (até janeiro/99) Máximo Abril/2000 Máximo Abril/2001 Máximo Abril/2002 Abril/2003 Abril/200 Abril/200 Abril/2006 Abril/2007 Abril/2008 Abril/2009 Abril/2010 Abril/2011 Abril/2012 Abril/2013 Abril/201 Janeiro/201 Fevereiro/201 Março/201 Abril/201 Máximo 18 meses 9 meses 26 meses 8 meses 0 meses 8 meses 8 meses 72 meses 28 meses 72 meses 33 meses 72 meses 2 meses 33 meses 80 meses 2 meses 0 meses 0 meses 0 meses 72 meses 0 meses 0 meses 0 meses 38 meses 38 meses 18 meses 18 meses 8 meses 1 meses 11 meses 8 meses 1 meses 16 meses 18 meses 18 meses 16 meses 10 meses 10 meses

8 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 8 TAXAS DE JUROS MARÇO/2013 X ABRIL/201 Pessoa Física Março/2013 Abril/201 TIPO DE FINANCIAMENTO Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Elevação em pontos percentuais Comércio,00 60,10,16 82,90 22,80 Cartão de Crédito 9,37 192,9 12,1 29,8 102, Cheque Especial 7,72 1,09 9,7 20,06 60,97 CDC Bancos 1,2 19,8 2,03 27,27 7,3 Emp. Pessoal-Bancos 2,91 1,09,00 60,10 19,01 Emp.Pessoal Financeiras 6,88 122,21 7, 139,2 17,03 TAXA MÉDIA,0 87,97 6,77 119,8 31,1 Ressaltamos que o período de março/2013 a abril/201 o Banco Central elevou a taxa básica de juros Selic em 6,00 pontos percentuais (elevação de 82,76) de 7,2 ao ano em março/2013 para 13,2 ao ano em abril/201. Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma elevação de 31,1 pontos percentuais (elevação de 3,82) de 87,97 ao ano em março/2013 para 119,8 ao ano em abril/201. Pessoa Jurídica Março/2013 Abril/201 TIPO DE FINANCIAMENTO Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Elevação em pontos percentuais Capital de giro 1,9 19,2 2,32 31,68 12,26 Desc. De duplicatas 2,22 30,1 2,76 38,6 8,9 Conta garantida,6 89,26 6,82 120,71 31, TAXA MÉDIA 3,06 3,8 3,97 9, 1,97 Ressaltamos que o período de março/2013 a abril/201 o Banco Central elevou a taxa básica de juros Selic em 6,00 pontos percentuais (elevação de 82,76) de 7,2 ao ano em março/2013 para 13,2 ao ano em abril/201. Neste período a taxa de juros média para pessoa jurídica apresentou uma elevação de 1,97 pontos percentuais (elevação de 36,6) de 3,8 ao ano em março/2013 para 9, ao ano em abril/201.

9 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 9 Informações e Recomendações ao Consumidor O sistema financeiro vêm expandindo cada vez mais o crédito às empresas e às pessoas físicas, contribuindo assim com o desenvolvimento econômico do Brasil. Este crescimento do volume de crédito tenderá a se acentuar nos próximos meses/anos em virtude do crescimento econômico. Com crédito os mercados se desenvolvem, as empresas investem, ampliam suas vendas, geram empregos e as pessoas antecipam a realização de seus sonhos. Assim com o crescimento do crédito é preciso que você saiba como usar o mesmo para melhorar a sua vida sem gerar problemas, motivo pelo qual listamos abaixo algumas informações e recomendações: Primeiramente organize a sua vida financeira elaborando um orçamento doméstico como forma de definir quais são as suas reais necessidades e planejar todos os seus gastos considerando sempre a sua renda disponível e não a renda disponível mais crédito, ou seja os seus gastos têm que caber dentro de seu salário. Preferencialmente gaste menos do que tem de renda como forma de fazer uma reserva financeira para fazer frente a eventuais gastos extras não previstos ou até para planejar a compra de algum bem no futuro. Lembre-se que toda a vez que você gasta mais do que ganha ou ficará inadimplente e com isso sujeita a todas conseqüências de ter o nome negativado, não tendo aceso a qualquer tipo de crédito ou terá que recorrer a empréstimos e assumir o pagamento de juros. As taxas de juros se encontram em patamares elevados no país, seja pelo baixo volume de crédito disponível que representa hoje,8 do PIB quando a média internacional passa de 100, seja pelos custos que incidam sobre as taxas. Como referência vale registrar que quando o consumidor faz um empréstimo esta taxa é composta de: Custo de captação do banco (Quanto o banco paga pelo dinheiro que paga a seus aplicadores ou custo de oportunidade). A referência é a taxa Selic; Cunha fiscal Compreende os impostos da intermediação financeira mais os compulsórios (dinheiro dos depósitos que os bancos deixam no Banco Central sem poderem emprestar); Despesas administrativas Custos dos processos do banco (funcionários, agências); Risco Custo da inadimplência dos empréstimos (parte dos empréstimos não são pagos ou demoram para serem recebidos o que embute um risco à instituição); Margem líquida da instituição lucro do banco ou depois de todos os itens acima quanto efetivamente sobra para a instituição financeira. Destacamos que as taxas de juros são livres e as mesmas são estipuladas pela própria instituição financeira não existindo assim qualquer controle de preços ou tetos pelos valores cobrados.

10 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 10 A única obrigatoriedade que a instituição financeira tem é informar ao cliente quais as taxas que lhe serão cobradas caso recorra a qualquer tipo de crédito. Tendo em vista existirem expressivas variações entre as taxas de juros nas diversas instituições financeiras recomendamos: Quando da contratação de um financiamento pesquise sempre a taxa de juros e demais acréscimos; Evite comprometer demasiadamente seu orçamento com dívidas; Evite empréstimos de longo prazo que embutem custos maiores; Evite entrar no rotativo do cartão de crédito e do cheque especial que possuem as maiores taxas de juros; O cheque especial não é renda e deve ser utilizado por um período curto e emergencial. Se tiver necessidade de usar este limite por um período maior procure a sua instituição financeira e faça um empréstimo pessoal (que tem custos menores) para liquidar o cheque especial; Existem linhas de crédito mais baratas como o micro crédito que tem taxa de 2,00 ao mês, penhor de jóias da Caixa Econômica Federal e do crédito consignado com desconto em folha. Assim caso necessite de crédito veja a possibilidade destes empréstimos mais baratos; Salientamos que a linha de crédito consignado com desconto em folha de pagamento/benefício do INSS já atinge hoje mais de R$ 29 bilhões correspondente a 71,0 do total do crédito pessoal. Necessitando de crédito para pagar uma dívida e não tendo condições de faze-lo não deixe suas dívidas crescerem mais por conta dos juros de mora e multas. Procure o credor de sua dívida e proponha uma renegociação do prazo e das taxas de juros em uma condição que consiga cumprir; Se possível adie suas compras para juntar o dinheiro e comprar o mesmo à vista evitando os juros. Entretanto caso não seja possível pesquise muito, barganhe e compre nos menores prazos possíveis (quanto menor o prazo menor a incidência de juros). Resumindo, use o crédito com moderação e conscientemente; Como diz a campanha de uma grande instituição financeira privada de uso consciente do crédito O crédito foi feito para você realizar seus sonhos, não para tirar seu sono. Dicas para se livrar das dívidas 1) Identifique todas as suas dívidas; 2) Tendo recursos aplicados resgate os mesmos para usar nestes pagamentos mesmo que sejam parciais;

11 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 11 3) - Tendo bens se desfaça deles para fazer dinheiro e pagar estas dívidas; ) - Reduza suas despesas mensais (comprometa sua família nesta cruzada); ) - Analise sua capacidade de pagamento para propor acordo a seus credores (qual o valor mensal que posso dispor?); 6) Estabeleça prioridades (quais despesas devo pagar ou renegociar primeiro (as mais caras e as que geram penalidades como condomínio, luz, agua, telefone); 7) - Se for possível peça um empréstimo mais barato para liquidar as dívidas mais caras; 8) - Não sendo possível renegocie com seus credores condições de pagamento que possa cumprir; 9) - É importante propor algo que consiga cumprir para não ficar novamente inadimplente após algum tempo. Isto desacredita você; 10)- O ideal é negociar antes de entrar nas listas de proteção ao crédito. Entretanto só deve fazer isto caso a condição desta renegociação seja boa para você como prestações baixas e reduções dos juros caso contrário não aceita a renegociação pois inevitavelmente você não vai conseguir cumprir. 11)- Mude seus hábitos de gastos para não voltar novamente a mesma situação (não gastar mais de que ganha, não usar cheque especial e rotativo do cartão de crédito). MIGUEL JOSÉ RIBEIRO DE OLIVEIRA Diretor Executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas Anefac Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade Fone: /

12 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 12 ITENS Abr/1 SELIC (Taxa 0,82 básica) INPC/IBGE 0,78 IPC/FIPE 0,3 Mai/1 0,86 0,60 0,2 Jun/1 0,82 0,26 0,0 Jul/1 0,9 0,13 0,16 Ago/ 1 0,86 0,18 0,3 Set/1 0,90 0,9 0,21 Out/1 0,9 0,38 0,37 Nov/ 1 0,8 0,3 0,69 Dez/1 0,96 0,62 0,30 Jan/1 0,93 1,8 1,62 Fev/1 0,82 1,16 1,22 Mar/1 1,03 1,1 0,70 Abr/1 0,9 JUROS DO COMERCIO,8 CARTÃO DE 10,2 CRÉDITO CHEQUE 8,18 ESPECIAL CDC-BANCOS 1,78 EMPRESTIMO 3,0 PESSOAL BANCOS EMPRESTIMO 7,28 PESSOAL FINANCEIRA,62 10,2 8,22 1,80 3,1 7,29,6 10,70 8,28 1,78 3, 7,3,66 10,70 8,3 1,83 3, 7,31,68 10,78 8, 1,81 3,7 7,32,63 10,78 8,8 1,79 3, 7,26,6 10,78 8,0 1,80 3,7 7,28,7 10,90 8,6 1,82 3,1 7,30,8 11,22 8,92 1,8 3,61 7,3,9 11,22 9,1 1,90 3,7 7,0,10 11,67 9, 1,99 3,90 7,0,1 12,02 9,6 2,01 3,9 7,2,16 12,1 9,7 2,03,00 7, EVOLUÇÃO DAS TAXAS MENSAIS DE JUROS PESSOA FÍSICA TAXA MÉDIA,96 MEDIA ANO 100,31,98 100,76 6,03 101,90 6,0 102,36 6,08 103,0 6,06 102,9 6,08 103,0 6,1 10,3 6,30 108,16 6,39 110,29 6,60 11,32 6,71 118,00 6,77 119,8 ITEM MÉDIA MÊS (1) ACUMULAD O 201 (3) ACUMULAD O 12 MESES (2) Taxa básica x Juros cobrados () Variação percentual Taxa básica x Juros cobrados () Pontos percentuais Selic (taxa básica) 0,93 3,79 11,9 INPC/IBGE 1,38,20 8,1 Taxa Selic 13,2 ao ano IPC/FIPE 1,18 3,8 6,61 Juros ao Variação ano JUROS DO COMÉRCIO,09 21,9 7,92 82,90 2,66 69,6 CARTÃO DE CRÉDITO 11,76 6,02 2,33 29, ,0 282,23 CHEQUE ESPECIAL 9,9 3,70 17,3 20,06 1.7,62 191,81 CDC BANCOS 1,98 8,17 2,8 27,27 10,81 1,02 EMPRÉSTIMO PESSOAL 3,90 16,3 2,16 60,10 33,8 6,8 BANCOS EMPRÉS. PESSOAL 7,9 33,0 13,66 139,2 90,87 12,99 FINANCEIRAS MÉDIA GERAL 6,62 29,21 118,9 119,8 801,7 106,23 (1)- mensal de 201 (2) maio/201 a abril/201 (3) janeiro/201 a abril/201 () Percentual acima da Selic () Pontos percentuais acima da Selic EVOLUÇÃO DAS TAXAS MENSAIS DE JUROS PESSOA JURÍDICA ITENS Abr/1 Capital de giro 1,80 Desc. de 2,6 duplicatas Conta garantida,90 cheque especial Mai/1 1,8 2,8,92 Jun/1 1,82 2,2,98 Jul/1 Ago/1 1,88 1,88 2, 2,,92,89 Set/1 1,88 2,,88 Out/1 1,93 2,2,87 Nov/1 1,96 2,6,9 Dez/1 2,00 2,60 6,02 Jan/1 2,10 2,66 6,2 Fev/1 2,1 2,69 6,3 Mar/1 2,30 2,7 6,6 Abr/1 2,32 2,76 6,82 TAXA MÉDIA 3,39 3,1 3, 3, 3, 3,3 3, 3,9 3, 3,67 3,73 3,89 3,97

13 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 13 TAXA ANO 8,0 9, 0,06 0,23 0,06 9,89 0,06 0,93 1,81,11,19 8,08 9, ITEM MÉDIA MÊS (1) ACUMULAD O 201(3) ACUMULAD O 12 MESES (2) Taxa básica x Juros cobrados () Variação percentual Taxa Selic 13,2 Ao ano Taxa básica x Juros cobrados () Pontos Percentuais Juros ao ano Variação Capital de giro 2,22 9,18 26,89 31,68 139,09 18,3 Desconto de duplicatas 2,71 11,30 36,03 38,6 191,62 2,39 Conta garantida cheque 6,1 28,70 10,02 120,71 811,02 107,6 especial MÉDIA GERAL 3,82 16,16 2, 9, 39,3 6,30 (1)- mensal de 201 (2) maio/201 a abril/201 (3) janeiro/201 a abril/201 () Percentual acima da Selic () Pontos percentuais acima da Selic

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