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1 BRASIL COLÔNIA PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA

2 1 - O CICLO DO AÇÚCAR Séc. XVI e XVII (auge). Nordeste (BA e PE). Litoral. Solo e clima favoráveis. Experiência de cultivo (Açores, Cabo Verde e Madeira). Mercado consumidor. Alto valor na Europa. Participação de capital holandês: financiamento da produção, transporte, refino e distribuição na Europa. PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA

3 A PRODUÇÃO AÇUCAREIRA NO BRASIL

4 Engenhos (unidade produtiva básica): Casa Grande (residência do senhor de engenho e família). Senzala (ambiente insalubre destinado aos escravos). SENZALA CASA GRANDE

5 Sociedade açucareira: Senhores. Escravos. Patriarcalismo. Ruralismo.

6 Outros produtos: Suporte para a lavoura canavieira. GADO (exploração do interior, couro, tração, carne, leite, pecuária extensiva, trabalho livre). FUMO (troca por escravos na África). DROGAS DO SERTÃO: produtos extraídos da floresta amazônica com relativo valor na Europa, tais como anil, guaraná, salsa, corantes, e sobretudo o cacau. Agricultura de subsistência.

7 A ECONOMIA COLONIAL NO SÉCULO XVII

8 Trabalho escravo: ÍNDIOS: mais utilizados até aproximadamente 1560, utilizados em lavouras menos desenvolvidas ou mais pobres. NEGROS: preferencialmente utilizados a partir de 1560, mãode-obra básica do Brasil durante todo o período colonial e imperial. Utilizados acima de tudo pelo fato de representarem uma fonte de lucro extra através do tráfico de escravos. Além disso, os índios foram sendo exterminados e o grau de evolução das comunidades negras era maior, pois eles já conheciam a agricultura.

9 ESCRAVOS: OS PÉS E AS MÃOS DOS SENHORES

10 TRÁFICO DE ESCRAVOS: UM NEGÓCIO LUCRATIVO

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13 CASTIGAR PARA DOMINAR

14 2 - UNIÃO IBÉRICA E INVASÕES HOLANDESAS União Ibérica ( ): Período em que POR e ESP foram governados pelo mesmo rei. POR foi dominada pela ESP. D. Sebastião (POR) morre em 1578 sem deixar sucessores. D. Henrique, seu tio já idoso assume o trono e falece em 1580, também sem sucessores. Felipe II, rei da ESP invade o país e impõe governo conjunto. Possessões portuguesas passam a ser da ESP. D. SEBASTIÃO FELIPE II

15 A UNIÃO IBÉRICA

16 Acordo com nobreza portuguesa determina manutenção de órgãos administrativos portugueses nas colônias, portanto, internamente não houve alterações no Brasil. Tratado de Tordesilhas começa a ser ultrapassado. Inimigos da ESP na Europa invadem o BRA em represália ao governo espanhol. HOL, um dos inimigos da ESP é impedida de fazer comércio em qualquer possessão espanhola. Comércio do açúcar no BRA que tinha participação holandesa é atingido. Holandeses invadem o BRA tentando romper o bloqueio espanhol ao comércio de açúcar.

17 As invasões holandesas ( ): Tentativa de romper o bloqueio econômico imposto pelo governo espanhol ao comércio do açúcar Invasão da BA (fracasso). Criação da Companhia das Índias Ocidentais empresa holandesa responsável por viabilizar recursos para invadir novamente o Brasil Invasão de PE (maior centro mundial de produção açucareira).

18 MAURÍCIO DE NASSAU Maurício de Nassau governante holandês responsável pelo controle de PE e estabelecer um clima amistoso com os brasileiros. Modernização e urbanização. Embelezamento de cidades (com a vinda de artistas holandeses). Financiamento para donos de engenho. Liberdade de culto. Demitido em 1644 pela CIA. das Índias Ocidentais.

19 Insurreição Pernambucana ( ): movimento luso-brasileiro que expulsou os holandeses do BRASIL. Conseqüência da expulsão dos holandeses: início da crise do ciclo do açúcar pois os holandeses ao saírem do BRASIL instalam-se nas Antilhas (América Central), produzindo lá um açúcar mais barato e de melhor qualidade que o nosso. AS ANTILHAS

20 Aclamação de Amador Bueno (1641) Com o fim da União Ibérica, os moradores de São Paulo temiam que a corte portuguesa rompesse os lucrativos negócios do mercado negro com a região do Rio da Prata e proibisse a contratação de mão-de-obra indígena. Os paulistanos se rebelaram e decidiram formar um estado independente de Portugal que, de certa forma, continuaria servindo aos interesses dos espanhóis. Para liderar esse motim, os moradores escolheram Amador Bueno da Ribeira como rei da província Ele recusou o pedido dos manifestantes de liderar um território independente e, em conseqüência, foi perseguido por uma grande multidão. O fazendeiro se refugiou no Mosteiro São Bento, junto aos jesuítas, e jurou fidelidade ao rei D. João IV. Com o tempo, os paulistas acabaram aceitando a subordinação à Portugal

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22 02 - (UFSCAR SP/2016) A sede insaciável do ouro estimulou tantos a deixarem suas terras e a meteremse por caminhos tão ásperos como são os das minas, que dificilmente se poderá dar conta do número de pessoas que atualmente lá estão. Contudo, os que estão nelas nestes últimos anos dizem que mais de trinta mil almas se ocupam, umas em catar, e outras em mandar catar nos ribeiros do ouro, e outras em negociar, vendendo e comprando o que é necessário não só para a vida, mas para o prazer, mais que nos portos do mar. (Antonil, Cultura e opulência do Brasil, In Inês Inácio e Tânia de Luca, Documentos do Brasil Colonial. Adaptado) O documento identifica uma importante mudança promovida pela mineração, a saber: a) a construção de estradas de ferro. b) o enriquecimento de toda a população. c) o despovoamento do litoral da colônia. d) o desenvolvimento do comércio interno. e) a pequena importância do trabalho escravo.

23 07 - (UNESP SP/2016) Dois documentos básicos, conforme a tradição do povoamento de terras no Portugal da Reconquista, regiam [o sistema]: a carta de doação e o foral, que garantiam os direitos do capitão-donatário e suas obrigações frente à Coroa (...). (...) Visando sanar os males que grassavam na sua nova conquista, El-Rei procura centralizar, na figura de Tomé de Souza, muitos dos poderes dispersos (...). (Francisco Carlos Teixeira da Silva, Conquista e colonização da América Portuguesa, in Maria Yedda Linhares, História Geral do Brasil. Adaptado) O texto trata de dois sistemas político-administrativos implantados no início da colonização, que são, respectivamente, a)as donatarias e o Conselho Ultramarino. b)os juízes de fora e o Regimento Geral. c) as Câmaras Municipais e o Vice-Reino. d)os Senados locais e o Estado do Brasil. e)as Capitanias Hereditárias e o Governo-Geral.

24 10 - (FUVEST SP/2015) Se o açúcar do Brasil o tem dado a conhecer a todos os reinos e províncias da Europa, o tabaco o tem feito muito afamado em todas as quatro partes do mundo, em as quais hoje tanto se deseja e com tantas diligências e por qualquer via se procura. Há pouco mais de cem anos que esta folha se começou a plantar e beneficiar na Bahia [...] e, desta sorte, uma folha antes desprezada e quase desconhecida tem dado e dá atualmente grandes cabedais aos moradores do Brasil e incríveis emolumentos aos Erários dos príncipes. André João Antonil. Cultura e opulência do Brasil por suas drogas e minas. São Paulo: EDUSP, Adaptado. O texto acima, escrito porum padre italiano em 1711, revela que a) o ciclo econômico do tabaco, que foi anterior ao do ouro, sucedeu o da cana de açúcar. b)todo o rendimento do tabaco, a exemplo do que ocorria com outros produtos, era direcionado à metrópole. c)não se pode exagerar quanto à lucratividade propiciada pela cana de açúcar, já que a do tabaco, desde seu início, era maior. d)os europeus, naquele ano, já conheciam plenamente o potencial econômico de suas colônias americanas. e) a economia colonial foi marcada pela simultaneidade de produtos, cuja lucratividade se relacionava com sua inserção em mercados internacionais.

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