Projeto Twendela kumwe 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Projeto Twendela kumwe 1"

Transcrição

1 Avaliação Intercalar Ano 1 Janeiro Janeiro 2012 Projeto Twendela kumwe 1 - Capacitação Institucional da Cáritas de Angola - SUMÁRIO EXECUTIVO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INTERCALAR - ANO 1 [01 DE JANEIRO DE 2011 A 31 DE JANEIRO DE 2012] MARÇO 2012 Parceiros e Financiadores 1 "Caminhamos juntos, unidos" na língua Umbundo

2 Perfil do Projeto Título do projeto Promotor Twendela kumwe - Capacitação Institucional da Cáritas de Angola FEC Fundação Fé e Cooperação (Sede) Gestora do Projeto, Catarina Lopes Telefone: Fax: Parceiros FEC Fundação Fé e Cooperação (Angola) Representante entante em Angola, Nuno Burnier Macedo Rua 21 de Janeiro, Bairro Rocha Pinto, Morro da Luz, Luanda Telemóvel: IPAD/Cooperação Portuguesa Cáritas de Angola Duração De 1 de Janeiro de 2011 a 31 Janeiro de ª Fase: 1 de Janeiro de de Janeiro de ª Fase: 1 de Fevereiro de de Janeiro de 2013 Localização Grupos-alvo Objetivos, resultados e atividades País: Angola Província: Angola abrangência nacional (18 Províncias) [Cabinda, Luanda, Bengo, Cuanza Sul, Huíla, Namibe, Cunene, Zaire, Uíge, Cuanza Norte, Malange, Benguela, Huambo, Bié, Cuando Cubango, Lunda Norte, Lunda Sul, Moxico] 38 Recursos Humanos com funções de direção e liderança nas 19 Cáritas Diocesanas a nível das Províncias (19 diretores e 19 técnicos assistentes); 8 Técnicos responsáveis pela gestão, liderança, planificação e monitorização dos projetos e programas da Direção Geral da Cáritas de Angola (DG CA), em Luanda; 20 Recursos Humanos com funções de direção e liderança em outras organizações envolvidas no trabalho social (OTS) da Igreja Católica de Angola (ICA) Objetivo geral Melhorar a eficiência e integração das intervenções da Cáritas de Angola e de outras organizações envolvidas no trabalho social (OTS) da Igreja Católica de Angola (ICA) para benefício das condições de vida de populações desfavorecidas Objetivo específico Melhoria de competências e desempenho em gestão de organizações sociais de responsáveis e técnicos da Cáritas de Angola e outras organizações envolvidas no trabalho social (OTS) da Igreja Católica de Angola (ICA) Resultados R1. Programa de formação em gestão de organizações sociais de responsáveis e técnicos da Cáritas de Angola e outras organizações envolvidas no trabalho social (OTS) da Igreja Católica de Angola (ICA) elaborado e implementado R2. Instrumentos uniformizados de gestão de organizações sociais são adaptados 2

3 pela Caritas Angola e outras organizações envolvidas no trabalho social (OTS) da Igreja Católica de Angola (ICA) R3. Mecanismos de partilha de aprendizagens e boas práticas entre a Direção Geral da Cáritas de Angola (DG CA), Caritas Diocesanas e outras organizações envolvidas no trabalho social (OTS) da Igreja Católica de Angola (ICA), bem como com o exterior, são definidos e implementados Atividades A1.1. Levantamento diagnóstico das práticas de gestão na Caritas de Angola (Direção Geral e Caritas Diocesanas) em várias áreas (gestão recursos humanos, informação, comunicação, gestão de programa, etc.) e elaboração de estudos de caso de outras organizações sociais A1.2. Definição do programa do curso de formação em serviço em gestão de organizações sociais (liderança, recursos humanos, informação, comunicação, etc.) A1.3. Implementação do curso de formação em serviço A2.1. Constituição e operacionalização de uma base de dados de recursos humanos e projetos da Caritas de Angola A2.2. Elaboração participativa de um «Guia de Procedimentos da Cáritas Angola», sua validação e divulgação junto de parceiros, financiadores e doadores da Caritas A2.3. Elaboração de uma apresentação de comunicação institucional da Cáritas de Angola para entidades, financiadores e parceiros A2.4. Criação e operacionalização de um website para a Cáritas de Angola A3.1. Realização de encontros regionais de partilha de aprendizagens e boas práticas entre técnicos das Caritas A.3.2. Elaboração de 5 casos de estudo sobre boas práticas de gestão de organizações e/ou projetos, (um por cada uma das regiões organizativas da Cáritas) 3

4 Sumário Executivo O projecto Twendela Kumwe Capacitação Institucional da Caritas de Angola, implementado pela Caritas de Angola em parceria com a FEC, tem como objetivo específico a melhoria de competências e desempenho em gestão de organizações sociais de responsáveis e técnicos da Cáritas de Angola e de outras organizações envolvidas no trabalho social (OTS) da Igreja Católica de Angola (ICA). Durante os 25 meses de projeto ( Janeiro 2011 a Janeiro 2013), pretende-se contribuir para os seguintes resultados: (i) Programa de formação em gestão de organizações sociais de responsáveis e técnicos da Cáritas de Angola e outras OTS da ICA elaborado e implementado; (ii) Instrumentos uniformizados de gestão de organizações sociais são adaptados pela Caritas Angola e outras OTS da ICA; (iii) Mecanismos de partilha de boas práticas entre a Direcção Geral da Cáritas de Angola (DG CA), as Caritas em cada província e de outras OTS definidos e implementados. O presente documento apresenta os resultados do exercício de avaliação intercalar, que se centrou nos progressos realizados no primeiro ano de intervenção, abrangendo as actividades realizadas até 31 Janeiro de 2012, face ao previsto. Um objetivo importante é apontar recomendações para a melhoria da implementação do projeto no ano 2. Para tal, recolheu-se informação de diferente tipo e junto de diversas fontes, desde documentos do projeto, representantes do grupo-alvo até à opinião dos diferentes parceiros envolvidos no projeto. Ao longo da avaliação intercalar foi possível confirmar a relevância do projecto "Twendela kumwe - Capacitação Institucional da Caritas de Angola", em traços gerais, a adequação da sua formulação ao contexto e ao público-alvo a que se destina. Foi, no entanto, importante fazer algumas reformulações, nomeadamente 1) ampliar este mesmo público-alvo, tirando partido das sinergias naturais entre a Caritas de Angola e as demais organizações da Igreja Católica envolvidas no trabalho social, tais como a Promaica, a Comissão Justiça e Paz e a Comissão Episcopal da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes; 2) reforçar as metodologias de formação e capacitação institucional de proximidade, que vão ao encontro dos técnicos no seu ambiente de trabalho normal com a dinamização de encontros regionais. A utilização de novas tecnologias continua a ser condicionada pelas debilidades das infra-estruturas de comunicação, dos serviços s associados e dos equipamentos disponíveis nas organizações alvo. Nos primeiros 13 meses de implementação, o projeto apresentou um nível de execução coerente com o previsto, encontrando-se a maioria das actividades com um progresso muito positivo. Apresenta-se, de seguida, o quadro resumo dos indicadores de progresso relativamente aos resultados esperados: Quadro 1: Resumo do progresso relativamente aos indicadores de eficiência Resultados R1. Programa de formação em gestão de organizações sociais de responsáveis e técnicos da Cáritas de Angola e outras organizações envolvidas no trabalho social (OTS) da ICA elaborado e implementado Indicadores R1.I1. Nº de horas de formação em gestão de organizações sociais is por recursos humanos da Caritas Angola e outras OTS da ICA no final do programa de formação Progresso 178 Horas 4

5 R2. Instrumentos uniformizados de gestão de organizações sociais são adaptados pela Caritas Angola e outras OTS da ICA R3. Mecanismos de partilha de aprendizagens e boas práticas entre a DG CA, Caritas Diocesanas e outras OTS da ICA, bem como com o exterior, são definidos e implementados R2.I1.. Elaborado o «Guia de Procedimentos Cáritas Angola» para servir de guia no interior das Caritas e de modelo para as outras OTS da ICA, no final do 2º ano de projeto R2.I2. DG CA e Cáritas Diocesanas com base de dados sobre recursos humanos e projetos constituída e operacionalizada no final do 2º ano de projeto R3.I1. Nº de técnicos da Caritas de Angola e das OTS da ICA que participam em atividades integradas de âmbito nacional e regional ao longo dos dois anos de projeto R3.I2. Nº de acompanhamentos técnicos e organizacionais da DG CA junto das Caritas Diocesanas ao longo dos dois anos de projeto R3.I3. Nº de referências ao trabalho da Cáritas de Angola na comunicação social local, nacional e internacional nos dois anos de projeto Em curso (10%) Em curso (50%) No entanto, para melhorar a execução das áreas menos desenvolvidas do projecto, apresentam-se as seguintes recomendações, precedidas de algumas indicações a manter: Quadro 2: Recomendações para o próximo período de intervenção (Fevereiro 2012 a Janeiro 2013) A Manter Aposta simultânea na formação em competências individuais e em instrumentos de trabalho das instituições Estratégia de formação centrada na DG CA, mas com uma presença regional importante para ir ao encontro das pessoas no seu ambiente de trabalho Formar públicos-alvo para além da Caritas de Angola, como forma de potenciar o impacto do processo de capacitação e a integração de competências e atividades no âmbito do trabalho social da ICA Metodologia do estudo de caso nas formações Utilização de dinâmicas participativas nas formações Sinergias entre formadores internacionais e angolanos (Luanda e províncias) Envolvimento de instituições universitárias na investigação e desenvolvimento de estudos de caso adaptados para aplicação posterior no processo de formação Nível de empenho de todos os técnicos da equipa de projeto na implementação das atividades e na otimização dos recursos Abertura e frontalidade na relação de parceria entre FEC e Caritas Angola em todos os aspetos da implementação do projeto 2 Conjunto de acompanhamentos da Directora geral (12), Vice-Director geral (10) e assistente técnico do projecto (11) da DG CA às Caritas Diocesanas. 3 Jornal de Angola (2), Rádio Ecclesia (8), Rádio Nacional (2), Jornal O Apostolado (3), Rádio Mais (5), Rádio LAC (2), TPA (2), TV Zimbo (5), Renascença (1) e Deutshe Welle (1). 5

6 A Melhorar Maior envolvimento dos bispos/presidentes e diretores das Caritas Diocesanas nas atividades do projeto, designadamente nas ações de formação Estabilização do grupo de formandos ao longo das diferentes atividades de formação Coordenação na preparação das formações entre técnicos FEC e DG CA Planeamento atempado e envio de informação aos potenciais participantes nos encontros regionais Participação de formadores locais nos processos formativos Aprofundar a realização dos encontros regionais como um contexto de reforço e multiplicação das aprendizagens e de concertação de intervenções entre os diferentes participantes (indivíduos e organizações) Organização da informação o relativa aos seminários e encontros regionais, designadamente relatórios de formação/visita, dossiers técnico-pedagógicos, e tratamento estatístico dos dados da formação Rapidez e fluidez dos processos de gestão orçamental e financeira do projeto entre FEC e DG CA (em ambos os sentidos) Eficiência da comunicação, particularmente no uso de mensagens de correio eletrónico, respeitando os níveis de intervenção redefinidos durante o exercício de avaliação intercalar (específicos da área técnica, financeira, etc. e do nível organizacional técnicos de projeto, coordenação, etc. Ainda que não seja o objetivo da avaliação intercalar, foi possível igualmente estimar o bom progresso relativamente aos indicadores de eficácia e impacto. No final do primeiro ano de projecto, pode dizer-se que as actividades e resultados esperados do programa são consistentes com o objetivo geral e os objetivos específicos. Apesar do otimismo entre todos os atores do projeto, há uma consciência objetiva entre a DGC e a FEC que, no período de dois anos, as actividades previstas irão reforçar e melhorar, de forma visível e mensurável, a organização e gestão dos projectos e da própria organização, mas que no quadro do reforço de competências de recursos humanos e instituições o processo exige uma ação mais duradoura e contínua no tempo. Para além da introdução de novos instrumentos e mecanismos de gestão e de comunicação, os processos de capacitação institucional envolvem a mudança de atitudes e hábitos de trabalho e a sensibilização dos colaboradores para a necessidade de mudar. Esta situação é particularmente sensível se se considerar que, ao nível das Cáritas Diocesanas, um número muito elevado de colaboradores é voluntário. Por outro lado, a análise de alguns fatores determinantes de sustentabilidade, tais como a equidade de género, o uso de tecnológicas adaptadas e a participação dos beneficiários, revela sinais positivos de alteração de comportamentos. 6

PROGRAMA DE COOPERAÇÃO EM SAÚDE MATERNO-INFANTIL EM ANGOLA FUNÇÃO: Gestor de Saúde

PROGRAMA DE COOPERAÇÃO EM SAÚDE MATERNO-INFANTIL EM ANGOLA FUNÇÃO: Gestor de Saúde PROGRAMA DE COOPERAÇÃO EM SAÚDE MATERNO-INFANTIL EM ANGOLA FUNÇÃO: Gestor de Saúde LOCALIZAÇÃO: Angola, Benguela, com eventuais deslocações ao Huambo, Kuito e Luanda DURAÇÃO: 6 meses de 1 julho a 31 dezembro

Leia mais

MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS

MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS O PNFQ E O MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR Ministério do Ensino Superior é responsável pela formação de quadros superiores altamente especializados

Leia mais

1. Historial e Missão 2. Estrutura e Organização 3. O trabalho social na área da saúde 1. Período 1975-2002 2. Período 2003-Presente

1. Historial e Missão 2. Estrutura e Organização 3. O trabalho social na área da saúde 1. Período 1975-2002 2. Período 2003-Presente A Sociedade Civil na Responsabilidade Social: o caso da Caritas (saúde) Índice 1. Historial e Missão 2. Estrutura e Organização 3. O trabalho social na área da saúde 1. Período 1975-2002 2. Período 2003-Presente

Leia mais

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú PROGRAMA de Cooperação da FEC na GUINÉ-BISSAU FUNÇÃO: Gestor(a) de Sistemas de Informação e Dados LOCALIZAÇÃO: República da Guiné-Bissau (Gabú) DURAÇÃO: 12 meses (renovável): julho 2015 - junho 2016 CONTEXTO

Leia mais

FORVIDA Formação para a Vida. Formação Permanente em Saúde Materno-Infantil para Enfermeiros Benguela Huambo Luanda 2012-2014

FORVIDA Formação para a Vida. Formação Permanente em Saúde Materno-Infantil para Enfermeiros Benguela Huambo Luanda 2012-2014 FORVIDA Formação para a Vida Reforço de Competências de Recursos Humanos de Saúde em Angola Curso 140 horas Formação Permanente em Saúde Materno-Infantil para Enfermeiros Benguela Huambo Luanda 2012-2014

Leia mais

Empreendedorismo: Experiências de Angola

Empreendedorismo: Experiências de Angola Empreendedorismo: Experiências de Angola Globalização Resulta Redução do emprego formal Esbarra Visão Empreendedora Exige Necessidade de mudança Mecanismos de Incentivo ao Empreendedorismo Programas do

Leia mais

OBJETIVO GERAL DA FUNÇÃO

OBJETIVO GERAL DA FUNÇÃO PROGRAMA DE COOPERAÇÃO EM MOÇAMBIQUE FUNÇÃO: Técnico de Capacitação Institucional (TCI) LOCALIZAÇÃO: Moçambique, Província de Nampula DURAÇÃO: 17 meses (datas prováveis: 1 de agosto de 2015 a 31 de dezembro

Leia mais

MERSADEV. www.mersadev.co.ao MERSAGROUP

MERSADEV. www.mersadev.co.ao MERSAGROUP MERSADEV www.mersadev.co.ao MERSAGROUP O QUE NOS DIFERENCIA MÉTODO FLEXÍVEL RESULTADOS FORMAÇÃO 80% PRÁTICA GESTÃO DE PROJECTO QUALITY CONTROL DISPONIBILIDADE QUALQUER HORÁRIO NA SUA EMPRESA 90% DE SATISFAÇÃO

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objetivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social e Ação Social 6 Meta 2: Cooperação e Ação Humanitária 7 Meta 3: Educação para o

Leia mais

Projecto de Apoio Institucional aos Sectores de Águas e Saneamento no âmbito do 10º Fundo Europeu de Desenvolvimento (10.ACP.ANG.

Projecto de Apoio Institucional aos Sectores de Águas e Saneamento no âmbito do 10º Fundo Europeu de Desenvolvimento (10.ACP.ANG. Projecto de Apoio Institucional aos Sectores de Águas e Saneamento no âmbito do 10º Fundo Europeu de Desenvolvimento (10.ACP.ANG.01) PAISAS VISÃO GERAL - 1 COMPONENTES - Informação Chave do Projecto ConMngências

Leia mais

CONDIÇÕES FAVORÁVEIS À PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO PRIVADO NA AGRICULTURA. Lisboa, 20-21 de Janeiro de 20111

CONDIÇÕES FAVORÁVEIS À PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO PRIVADO NA AGRICULTURA. Lisboa, 20-21 de Janeiro de 20111 CONDIÇÕES FAVORÁVEIS À PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO PRIVADO NA AGRICULTURA Lisboa, 20-21 de Janeiro de 20111 Por: António Prata, Director do Departamento de Informação e Relações Internacionais Objectivos

Leia mais

FUNÇÃO: Coordenador do Departamento de Comunicação (C_DCOM) e do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social (C_DEDAS)

FUNÇÃO: Coordenador do Departamento de Comunicação (C_DCOM) e do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social (C_DEDAS) FUNÇÃO: Coordenador do Departamento de Comunicação (C_DCOM) e do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social (C_DEDAS) LOCALIZAÇÃO: Sede - Lisboa Duração do Contrato: 1 ano, eventualmente

Leia mais

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú PROGRAMA de Cooperação da FEC na GUINÉ-BISSAU FUNÇÃO: Técnico(a) Administrativo(a) e Financeiro(a) LOCALIZAÇÃO: República da Guiné-Bissau (Gabú) DURAÇÃO: 12 meses (renovável): março 2015 - fevereiro 2016

Leia mais

República de Angola MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Uma experiência de Gestão da Qualidade pelo Normativo Internacional ISO 9001 num Organismo Público

República de Angola MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Uma experiência de Gestão da Qualidade pelo Normativo Internacional ISO 9001 num Organismo Público República de Angola MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Uma experiência de Gestão da Qualidade pelo Normativo Internacional ISO 9001 num Organismo Público Depois de inflação de 3 dígitos em 2002 Consolidação Macroeconómica

Leia mais

PROGEST, fundada no ano de 1989 em Luanda, Angola como uma Empresa de Projectos Técnicos, Consultoria e Gestão, por:

PROGEST, fundada no ano de 1989 em Luanda, Angola como uma Empresa de Projectos Técnicos, Consultoria e Gestão, por: PROGEST, fundada no ano de 1989 em Luanda, Angola como uma Empresa de Projectos Técnicos, Consultoria e Gestão, por: Manuel Alfredo Resende de Oliveira (Engenheiro Civil Instituto Superior Técnico) Valério

Leia mais

Workshop on Health Workforce Policy Development for Portuguese Speaking Countries. Sandton, South Africa 17-21/10/ 2005

Workshop on Health Workforce Policy Development for Portuguese Speaking Countries. Sandton, South Africa 17-21/10/ 2005 República de Angola Ministério da Saúde Direcção Nacional de Recursos Humanos Workshop on Health Workforce Policy Development for Portuguese Speaking Countries Sandton, South Africa 17-21/10/ 2005 1 Angola

Leia mais

ORÇAMENTO CIDADÃO 2014

ORÇAMENTO CIDADÃO 2014 ORÇAMENTO CIDADÃO 214 Um compromisso do Governo com o Cidadão República de Angola Ministério das Finanças ORÇAMENTO CIDADÃO 214 O que é o PND? O Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) 213-217, elaborado

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS Estratégia de parceria global da IBIS Aprovada pelo conselho da IBIS, Agosto de 2008 1 Introdução A Visão da IBIS 2012 realça a importância de estabelecer parcerias com diferentes tipos de organizações

Leia mais

INAMET INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA E GEOFÍSICA

INAMET INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA E GEOFÍSICA ACTUALIZAÇÃO DA PREVISÃO SAZONAL PARA A ÉPOCA 2013/2014 REFERENTE AO PERÍODO DE JANEIRO-FEVEREIRO-MARÇO DE 2014 JANEIRO, 2014 LUANDA-ANGOLA 1 1. INTRODUÇÃO Os peritos da área do clima dos países da Comunidade

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Entrevista à Coordenadora Nacional do PAR Programa de Apoio à Reconstrução Por Pedro Cardoso (Jornalista), 2004

Entrevista à Coordenadora Nacional do PAR Programa de Apoio à Reconstrução Por Pedro Cardoso (Jornalista), 2004 Entrevista à Coordenadora Nacional do PAR Programa de Apoio à Reconstrução Por Pedro Cardoso (Jornalista), 2004 Podíamos estar muito mais longe do que estamos, revela a Coordenadora Nacional do PAR em

Leia mais

Republica de Angola Ministério da Agricultura Instituto dos Serviços de Veterinária

Republica de Angola Ministério da Agricultura Instituto dos Serviços de Veterinária Republica de Angola Ministério da Agricultura Instituto dos Serviços de Veterinária REUNIÃO DOS DIRECTORES DE PRODUÇÃO ANIMAL, RECURSOS ANIMAIS EM AFRICA de 14 15 de Abril de 2013 - ABIDJAN, CÔTE D IVOIRE

Leia mais

SITUAÇÃO ACTUAL DA EPIDEMIA DO VIH/SIDA EM ANGOLA

SITUAÇÃO ACTUAL DA EPIDEMIA DO VIH/SIDA EM ANGOLA Embaixada da República de Angola no Reino Unido da Grã-Bretanha e República da Irlanda do Norte SITUAÇÃO ACTUAL DA EPIDEMIA DO VIH/SIDA EM ANGOLA 22 Dorset Street London W1U 6QY United Kingdom embassy@angola.org.uk;

Leia mais

LEI DE INCENTIVOS E BENEFÍCIOS FISCAIS AO INVESTIMENTO PRIVADO Lei nº 17 / 03 de 25 de Julho

LEI DE INCENTIVOS E BENEFÍCIOS FISCAIS AO INVESTIMENTO PRIVADO Lei nº 17 / 03 de 25 de Julho LEI DE INCENTIVOS E BENEFÍCIOS FISCAIS AO INVESTIMENTO PRIVADO Lei nº 17 / 03 de 25 de Julho a) Critérios de Aplicação sector de actividade zonas de desenvolvimento zonas económicas especiais b) Objectivos

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve

Programa Operacional Regional do Algarve Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Domínio Temático CI Competitividade e Internacionalização Prioridades de investimento: 11.2 Aprovado

Leia mais

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral.

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral. Plano de Atividades 2016 INTRODUÇÃO O Plano de Atividades para 2016 agora apresentado tem como mote central DAR SENTIDO. Dar Sentido a tudo o que fazemos, o que nos envolve e o que envolve os outros. Centrarse-á

Leia mais

PROGRAMA!DE!COOPERAÇÃO!NA!GUINÉ1BISSAU!!EDUCAÇÃO!

PROGRAMA!DE!COOPERAÇÃO!NA!GUINÉ1BISSAU!!EDUCAÇÃO! PROGRAMADECOOPERAÇÃONAGUINÉ1BISSAU EDUCAÇÃO FUNÇÃO:Técnico(a)Formador(a)deGestãoeAdministraçãoEscolareParticipativa LOCALIZAÇÃO:RepúblicadaGuiné1Bissau DURAÇÃO:12meses(renovável):Setembro2015 Agosto2016

Leia mais

TRABALHO DO UNFPA EM ANGOLA 2009-2014

TRABALHO DO UNFPA EM ANGOLA 2009-2014 1 15 JANUARY 2015 UNFPA BECAUSE EVERYONE COUNTS UNFPA Angola Country office Newsletter Nº14 TRABALHO DO UNFPA EM ANGOLA 2009-2014 O UNFPA EM ANGOLA A cooperação do UNFPA com o governo de Angola iniciou

Leia mais

O Sector Bancário Angolano. Fernando Costa Lima Luanda, 3 de Julho de 2012

O Sector Bancário Angolano. Fernando Costa Lima Luanda, 3 de Julho de 2012 O Sector Bancário Angolano Fernando Costa Lima Luanda, 3 de Julho de 2012 1 Julho de 2012 The big picture... 23 (2011) 47% (Abril 2012) 7 Bancos (#) Quota depósitos a ordem 21% Bancos Angolanos no Top

Leia mais

SESSÃO DE CAPACITAÇÃO

SESSÃO DE CAPACITAÇÃO SESSÃO DE CAPACITAÇÃO Apoios Financeiros para a Área Social 27 de Maio de 2013 MISSÃO ÁREAS ESTATUTÁRIAS ARTE BENEFICÊNCIA EDUCAÇÃO CIÊNCIA Promoção do desenvolvimento individual e apoio à inclusão social

Leia mais

e.mail: anip.caf@multitel.co.ao República de Angola

e.mail: anip.caf@multitel.co.ao República de Angola República de Angola 1 FORUM DE NEGOCIOS ANGOLA - ARGENTINA Córdoba, 20 de Mayo de 2010 santprata@hotmail.com 2 Slide 2/2 Quadro Legal sobre o Investimento Garantias ao Investidor Incentivos ao Investimento

Leia mais

RELATÓRIO DO I TRIMESTRE DE 2015 DAS ACTIVIDADES NO AMBITO DO PROJECTO EMPODERAMENTO DA MULHER ANGOLANA

RELATÓRIO DO I TRIMESTRE DE 2015 DAS ACTIVIDADES NO AMBITO DO PROJECTO EMPODERAMENTO DA MULHER ANGOLANA REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA FAMÍLIA E PROMOÇÃO DA MULHER DIRECÇÃO NACIONAL PARA IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO RELATÓRIO DO I TRIMESTRE DE 2015 DAS ACTIVIDADES NO AMBITO DO PROJECTO EMPODERAMENTO

Leia mais

Desafios da Regulação Regional

Desafios da Regulação Regional Desafios da Regulação Regional A perspectiva da Movicel no contexto da implementação da nova rede G/ U Carlos Brito Data: 14 de Abril de 2011 Agenda 01. A Movicel no contexto das Telecomunicações Móveis

Leia mais

A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma

A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma Apresentação A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma plena integração social e profissional; Crianças

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TECNICA PARA FORMADOR/A EM COMUNICAÇÃO E VISIBILIDADE DAS ORGANIZAÇÕES UE-PAANE

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES 96 HORAS

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES 96 HORAS FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES 96 HORAS MÓDULOS HORAS FORMADOR 1 - FORMADOR: SISTEMA, CONTEXTOS E PERFIL 10H FRANCISCO SIMÕES 2 SIMULAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL 13H FILIPE FERNANDES 3 COMUNICAÇÃO

Leia mais

Valorização Energética dos Resíduos Derivados do Sector Pecuário

Valorização Energética dos Resíduos Derivados do Sector Pecuário 1º ENCONTRO LUSO-ANGOLANO DE ECONOMIA, SOCIOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL Valorização Energética dos Resíduos Derivados do Sector Pecuário BIAVANGA GUEVARA ZIONE 16 a 18 de Outubro de 2008, Universidade

Leia mais

Câmara Municipal de Lisboa Direcção Municipal de Recursos Humanos DFSHS/Divisão de Formação. Responsabilidade Social na Câmara Municipal de Lisboa

Câmara Municipal de Lisboa Direcção Municipal de Recursos Humanos DFSHS/Divisão de Formação. Responsabilidade Social na Câmara Municipal de Lisboa Câmara Municipal de Lisboa Direcção Municipal de Recursos Humanos DFSHS/Divisão de Formação Responsabilidade Social na Câmara Municipal de Lisboa Semana da Responsabilidade Social, Lisboa 03 a 07 Maio

Leia mais

INSTRUTIVO N.º 18/2015 de 21 de Agosto

INSTRUTIVO N.º 18/2015 de 21 de Agosto INSTRUTIVO N.º 18/2015 de 21 de Agosto ASSUNTO: CARTÕES DE PAGAMENTOS - Informação Estatística Havendo necessidade de se definir as regras de cumprimento do disposto no n.º 1, do artigo 13.º, e no n.º

Leia mais

REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO

REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO PROGRAMA TEIP3 REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO Novembro de 2013 DGE / EPIPSE Programa TEIP3 Página 1 de 5 A Direção-Geral de Educação, através da EPIPSE, após análise de conteúdo

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14 Agrupamento de Escolas da Moita Plano de Melhoria P r o v i s ó r i o P p P r o Ano letivo 2013-14 Moita, 22 de abril de 2015 A COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO o Célia Romão o Hélder Fernandes o Ana Bela Rodrigues

Leia mais

Gestão da Formação. > Formação Pedagógica Inicial de Formadores 101. > Formação Pedagógica Contínua de Formadores 102

Gestão da Formação. > Formação Pedagógica Inicial de Formadores 101. > Formação Pedagógica Contínua de Formadores 102 > Formação Pedagógica Inicial de Formadores 101 > Formação Pedagógica Contínua de Formadores 102 > Diagnóstico de Necessidades de Formação 103 > Avaliação da Formação 104 Gestão da Formação 99 Calendário

Leia mais

Federação Nacional de Karate - Portugal. Fórum de Formadores 2013 Pedro M. Santos

Federação Nacional de Karate - Portugal. Fórum de Formadores 2013 Pedro M. Santos Federação Nacional de Karate - Portugal Fórum de Formadores 2013 Pedro M. Santos Índice Fórum de Formadores 2013 Introdução Diferentes influências e realidades Pessoal qualificado e Especializado em Serviços

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA FORMADOR EM CONTABILIDADE, GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objectivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social 6 Meta 2: Estrutura e programas de organização 8 Meta 3: Comunicação 10 Meta 4:

Leia mais

SITUAÇÃO ACTUAL E PROJECTADA NOS PLANOS NACIONAIS E NO PROGRAMA EXECUTIVO DO SECTOR ELÉCTRICO DE 2009

SITUAÇÃO ACTUAL E PROJECTADA NOS PLANOS NACIONAIS E NO PROGRAMA EXECUTIVO DO SECTOR ELÉCTRICO DE 2009 I-INTRODUÇÃO II-SITUA SITUAÇÃO ACTUAL E PROJECTADA NOS PLANOS NACIONAIS E NO PROGRAMA EXECUTIVO DO SECTOR ELÉCTRICO DE 2009 II-PRIORIDADES DO PROGRAMA EXECUTIVO DO SECTOR ELÉCTRICO DE 2009 IV CALENDÁRIO

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

POST CONFERENCE WORKSHOP PRIMEIRA PARTE Enquadramento Legal, Regulamentar, Burocrático e Fiscal. Módulo 3 Incentivos ao investimento

POST CONFERENCE WORKSHOP PRIMEIRA PARTE Enquadramento Legal, Regulamentar, Burocrático e Fiscal. Módulo 3 Incentivos ao investimento POST CONFERENCE WORKSHOP PRIMEIRA PARTE Enquadramento Legal, Regulamentar, Burocrático e Fiscal Módulo 3 Incentivos ao investimento 5 de Julho de 2012 1 Sumário UMA SOCIEDADE DE ADVOGADOS DE REFERÊNCIA,

Leia mais

QUADRO COMUNITÁRIO DE APOIO

QUADRO COMUNITÁRIO DE APOIO QUADRO COMUNITÁRIO DE APOIO 2000-2006 PLANO DE ACÇÃO DE COMUNICAÇÃO DO QCA AGOSTO 2001 1 ÍNDICE 1 - Objectivos... 4 2 - Públicos-alvo... 4 3 - Estratégia... 4 4 Conteúdo e Estratégia das Acções... 5 5

Leia mais

Iniciativa Move-te, faz Acontecer

Iniciativa Move-te, faz Acontecer Iniciativa Move-te, faz Acontecer Entidades Promotoras: Associação CAIS (Projecto Futebol de Rua): Fundada em 1994, a Associação CAIS tem como Missão contribuir para o melhoramento global das condições

Leia mais

O Fórum Económico de Marvila

O Fórum Económico de Marvila Agenda O Fórum Económico de Marvila A iniciativa Cidadania e voluntariado: um desafio para Marvila A Sair da Casca O voluntariado empresarial e as políticas de envolvimento com a comunidade Tipos de voluntariado

Leia mais

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE . Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral

Leia mais

M ODELO EUROPEU DE CURRICULUM VITAE

M ODELO EUROPEU DE CURRICULUM VITAE M ODELO EUROPEU DE CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL Formador Profissional / Coordenador Pedagógico / Consultor de Formação Nome POEIRAS, VITOR JOAQUIM GALRITO Naturalidade Sumbe, Quanza Sul, Angola

Leia mais

Regulamento Interno PREÂMBULO

Regulamento Interno PREÂMBULO Regulamento Interno PREÂMBULO O Município de Beja enquanto promotor local de políticas de protecção social, desempenha um papel preponderante na elaboração de estratégias de desenvolvimento social e na

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL PROGRAMA DE DIVULGAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DE ANGOLA NOS MUNICÍPIOS DA PROVÍNCIA DE LUANDA

REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL PROGRAMA DE DIVULGAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DE ANGOLA NOS MUNICÍPIOS DA PROVÍNCIA DE LUANDA REPÚBLICA DE ANGOLA PROGRAMA DE DIVULGAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DE ANGOLA NOS MUNICÍPIOS DA PROVÍNCIA DE LUANDA N.º DATA DELEGAÇÃO MUNICIPIO ACTIVIDADE 1 FRANCISCO DE CASTRO MARIA- RUTH ADRIANO

Leia mais

Iª REUNIÃO DO CONSELHO TÉCNICO DO CENTRO NACIONAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

Iª REUNIÃO DO CONSELHO TÉCNICO DO CENTRO NACIONAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS TELECOMUNICAÇÕES E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO CENTRO NACIONAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Iª REUNIÃO DO CONSELHO TÉCNICO DO CENTRO NACIONAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO 3.1.1 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-ACÇÃO PARA PME REGULAMENTO DE CANDIDATURA PARA ENTIDADES

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

NTRODUÇÃO ======================================= 1. 1 Considerações Iniciais

NTRODUÇÃO ======================================= 1. 1 Considerações Iniciais ------------------ NTRODUÇÃO ======================================= 1. 1 Considerações Iniciais A ANIP Agência Nacional para o Investimento Privado é o órgão do Governo encarregue da execução, coordenação,

Leia mais

Contribuição da Inspecção Geral da Saúde no combate a contrafacção de Medicamentos

Contribuição da Inspecção Geral da Saúde no combate a contrafacção de Medicamentos REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA SAÚDE INSPECÇÃO GERAL DA SAÚDE SEMANA DA FARMÁCIA ANGOLANA 2014 Contribuição da Inspecção Geral da Saúde no combate a contrafacção de Medicamentos POR: JÚLIA SIMÃO INSPECTORA

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

- BOAS PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES - 13 junho 2014 - Luanda

- BOAS PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES - 13 junho 2014 - Luanda - BOAS PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES - 13 junho 2014 - Luanda 1 BOAS PRÁTICAS Diagnóstico inicial de avaliação das necessidades formativas. Desenvolvimento de programas e conteúdos de acordo com as reais necessidades

Leia mais

Agência de Cooperação Internacional do Japão na República de Angola

Agência de Cooperação Internacional do Japão na República de Angola Agência de Cooperação Internacional do Japão na República de Angola O que é JICA? Agência Internacional vinculada ao Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão Órgão responsável pela IMPLEMENTAÇÃO de

Leia mais

INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME: ANGOLA

INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME: ANGOLA INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME: ANGOLA 12 de Junho de 2013 Índice REGIME DO INVESTIMENTO ESTRANGEIRO CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA ESTRANGEIRA OU DE GESTÃO REGIME CAMBIAL SISTEMA FISCAL Regime

Leia mais

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO INVESTIMENTO ESTRANGEIRO 1 Operações de investimento estrangeiro (%) Outros investimentos 2 Processo de investimento externo Reinvestimento externo ETAPAS DE INVESTIMENTO 3 INCENTIVOS E BENEFÍCIOS FISCAIS

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa

Leia mais

Plano de Formação Externa 2014

Plano de Formação Externa 2014 Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. Plano de Formação Externa 2014 Unidade de Investigação, Formação e desenvolvimento-uifd Índice 1. Missão... 3 2. Plano de Formação Externa para 2014... 3 2.1.

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO AMBIENTE República de Angola MINISTÉRIO DO AMBIENTE PLANO DE ACÇÃO NACIONAL SOBRE MARFIM NIAP 2015-2016 12 de Fevereiro de 2015 0 Abreviatura: DINIC DIPIC DNB DNF IDF INBAC INTERPOL ME MINHOTUR MINJDH NIAP UNODEC

Leia mais

Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE)

Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE) Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE) 1. Título alusivo à iniciativa Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE). 2. Entidades parceiras Identificação das organizações (Organismo público,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO DEPARTAMENTO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

PLANO DE AÇÃO DEPARTAMENTO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PLANO DE AÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Ano letivo 2012 / 2013 ÍNDICE Nº Pág. 1 Introdução 3 2 Constituição 3 3 Ações e Objetivos 4 4 Identificação das necessidades de formação dos docentes

Leia mais

Estratégia de Dinamização e de Divulgação

Estratégia de Dinamização e de Divulgação Estratégia de Dinamização e de Divulgação Plano de Ação de 2015 FEVEREIRO 2015 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VISÃO DA BOLSA DE TERRAS... 4 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS - LINHAS GERAIS DA ESTRATÉGIA... 5

Leia mais

Relatório de Progresso da Resposta Global à SIDA (GARPR, 2014) República de Angola

Relatório de Progresso da Resposta Global à SIDA (GARPR, 2014) República de Angola REPUBLÍCA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA SAÚDE INSTITUTO NACIONAL DE LUTA CONTRA A SIDA Relatório de Progresso da Resposta Global à SIDA (GARPR, 2014) República de Angola Maio de 2014 1 2 Índice I. Breve estado

Leia mais

http://www.bvs.br/ Projeto 4 Plano de Marketing e Divulgação da BVS-SP Brasil 18 de janeiro de 2005

http://www.bvs.br/ Projeto 4 Plano de Marketing e Divulgação da BVS-SP Brasil 18 de janeiro de 2005 http://www.bvs.br/ Projeto 4 18 de janeiro de 2005 Introdução Diante dos novos desafios e contínuas mudanças, as organizações precisam ser ágeis na tomada de decisão. Coordenar esforços de comunicação

Leia mais

PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS

PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS NOTA INFORMATIVA A. Plano Nacional de Formação de Quadros, Instrumento de Execução da Estratégia Nacional de Formação de Quadros 1. Por Despacho de 16 de Novembro

Leia mais

Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009

Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009 Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009 Introdução Educação e Saúde partilham os mesmos objectivos. Objectivos comuns permitem que as escolas se transformem

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

UDAL - União Desportiva Alta de Lisboa ISU - Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária

UDAL - União Desportiva Alta de Lisboa ISU - Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária REFERÊNCIA: 062 DESIGNAÇÃO: Altarix Empreende BIP/ZIP em que pretende intervir: 20. Sete Céus 21. Galinheiras - a) Ameixoeira b) Charneca 26. Pedro Queiróz Pereira 66. Charneca do Lumiar 67. Alta de Lisboa

Leia mais

ORGANOGRAMA DO SISTEMA EDUCATIVO - ANGOLA (reforma educativa - fase de transição. ão) 12ª 11ª 10ª 12ª 11ª 10ª 9ª 8ª 7ª 9ª 8ª 7ª 6ª 5ª 4ª 3ª 2ª 1ª

ORGANOGRAMA DO SISTEMA EDUCATIVO - ANGOLA (reforma educativa - fase de transição. ão) 12ª 11ª 10ª 12ª 11ª 10ª 9ª 8ª 7ª 9ª 8ª 7ª 6ª 5ª 4ª 3ª 2ª 1ª Prosseguimento de estudos 12ª 11ª 10ª 12ª 11ª 10ª 9ª 8ª 7ª 9ª 8ª 7ª 6ª 5ª 4ª 3ª 2ª 1ª 9ª Classe (Transição) Mercado de trabalho Formação Média-Técnica Mercado de trabalho Ensino Ensino Secundário (1º Ciclo)

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA TERMOS DE REFERÊNCIA Assistência Técnica para o Acompanhamento e Assessoramento do processo de Auto-diagnóstico Organizacional de 7 Organizações da Sociedade Civil do município do Kuito 1. ANTECEDENTES

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação 2011-2015 Maputo, Janeiro de 2011 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO......... 3 1.1 Contextualização............ 3 1.2 Justificativa (Porquê

Leia mais

Reforma institucional do Secretariado da SADC

Reforma institucional do Secretariado da SADC Reforma institucional do Secretariado da SADC Ganhamos este prémio e queremos mostrar que podemos ainda mais construirmos sobre este sucesso para alcançarmos maiores benefícios para a região da SADC e

Leia mais

Plano de atividades de 2012

Plano de atividades de 2012 Plano de atividades de 2012 Introdução A Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV) congrega, à data de votação do presente Plano de actividades, 18 associações, federações e confederações, de diferentes

Leia mais

Estudos de Mercado Estudos de Audiências Media Monitoring. Fevereiro 2010

Estudos de Mercado Estudos de Audiências Media Monitoring. Fevereiro 2010 Estudos de Mercado Estudos de Audiências Media Monitoring Fevereiro MARKTEST ANGOLA Constituída em Setembro de 2006, a Marktest Angola entra em funcionamento pleno em Janeiro de 2007. Pertencendo ao Grupo

Leia mais

Memorando Sobre o Estado da Cooperação entre a República de Angola e a União Europeia

Memorando Sobre o Estado da Cooperação entre a República de Angola e a União Europeia REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO PLANEAMENTO UNIDADE TÉCNICA E ADMINISTRATIVA PARA A COOPERAÇÃO ACP-CE Memorando Sobre o Estado da Cooperação entre a República de Angola e a União Europeia Junho de 2003

Leia mais

Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais

Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais TERMOS DE REFERÊNCIA Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais 1. ANTECEDENTES A Fundação IEPALA tem assinado com a Agencia Espanhola de Cooperação Internacional

Leia mais

AS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM ANGOLA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES

AS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM ANGOLA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES AS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM ANGOLA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES Engª Sandra Cristóvão Directora Nacional de Energias Renováveis Ministério da Energia e Águas Luanda, 24 a 27 de Setembro de 2013 CONFERÊNCIA

Leia mais

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE PRINCÍPIOS PARA UMA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL EFICAZ EM ESTADOS PRINCÍPIOS - Março 2008 Preâmbulo Uma saída sustentável da pobreza e da insegurança nos Estados mais frágeis do mundo terá de ser conduzida

Leia mais

Conheça as candidatas ao título de "Sete Maravilhas de Angola"

Conheça as candidatas ao título de Sete Maravilhas de Angola Conheça as candidatas ao título de "Sete Maravilhas de Angola" por Por Dentro da África - terça-feira, outubro 22, 2013 http://www.pordentrodaafrica.com/cultura/conheca-as-candidatas-ao-titulo-de-sete-maravilhas-de-angola

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012.

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012. ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO Posição: Director Executivo Programa Inter Religioso Contra a Malária (PIRCOM) Projecto Academy for Educational Development/Communication for Change (C Change) Supervisor:

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI)

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) Setembro de 2009/ Dezembro de 2010 Índice Introdução.. 3 Etapas de intervenção... 4 Âmbito de intervenção.. 5 Objectivos estratégicos..... 5 Metas.. 5 Equipa....

Leia mais

ESPECIAL DIVULGAÇÃO DO PROJECTO. O projecto foi dividido em 3 componentes, nomeadamente: Portugal França Holanda Luxemburgo BOLETIM SEMANAL MDC

ESPECIAL DIVULGAÇÃO DO PROJECTO. O projecto foi dividido em 3 componentes, nomeadamente: Portugal França Holanda Luxemburgo BOLETIM SEMANAL MDC BOLETIM SEMANAL MDC ESPECIAL 19 Fev. 2015 Nº 2 DIVULGAÇÃO DO PROJECTO O projecto foi dividido em 3 componentes, nomeadamente: O Projecto RCCVGM, que teve como propósito o apoio à reintegração económica

Leia mais

Projecto Igreja Solidária Proposta de Comunicação. Lisboa, 8 de Julho de 2009

Projecto Igreja Solidária Proposta de Comunicação. Lisboa, 8 de Julho de 2009 Projecto Igreja Solidária Proposta de Comunicação Lisboa, 8 de Julho de 2009 Índice 1. Enquadramento 2. Proposta O Projecto Missão e Princípios Fases do Projecto O Nosso Desafio A Nossa Resposta O Conceito

Leia mais

Cooperação e Mobilidade de Profissionais de Saúde: A experiência de Portugal

Cooperação e Mobilidade de Profissionais de Saúde: A experiência de Portugal IV Encuentro Iberoamericano de Migración de Profisionales de Salud Cooperação e Mobilidade de Profissionais de Saúde: A experiência de Portugal 18 Noviembre 2011 Montevideo, Uruguay Hugo Tavares Augusto

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA

AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA PLANO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO Deliverable 4 Fase 2 Novembro 2008 1 P á g i n a Índice 1. Objectivos... 3 2. Públicos-alvo... 4 3. Estratégia de Comunicação... 5 3.1

Leia mais

Programa de Estágios Comunitários. Ontem, Hoje e Amanhã. Estagiocomunitario@yahoo.com.br

Programa de Estágios Comunitários. Ontem, Hoje e Amanhã. Estagiocomunitario@yahoo.com.br Programa de Estágios Comunitários Estágios Comunitários Ontem, Hoje e Amanhã Estagiocomunitario@yahoo.com.br Introdução O Programa de estágios comunitários é um projecto que nasceu a partir da experiência

Leia mais

www.h3p.pt Um parceiro para o Desenvolvimento de Angola

www.h3p.pt Um parceiro para o Desenvolvimento de Angola www.h3p.pt Um parceiro para o Desenvolvimento de Angola A H3P, UM PARCEIRO PARA O DESENVOLVIMENTO EM ANGOLA APRESENTAÇÃO A h3p, Engenharia e Gestão, S.A., é uma empresa de direito angolana, constituída

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Página 2 de 29 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Índice Índice de Siglas. 4 Nota Prévia... 5 Exposição e Explicação dos

Leia mais