O cinema como caminho narrativo para a construção da memória

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O cinema como caminho narrativo para a construção da memória"

Transcrição

1 O cinema como caminho narrativo para a construção da memória Fabio Osmar de Oliveira Maciel * Resumo O cinema pode se apresentar como um caminho narrativo para a construção da memória e do saber histórico. No caso do documentário Jango (1984), de Silvio Tendler, este discurso emerge através de uma narrativa arranjada por imagens de arquivo, ressignificadas pelo cineasta através de diversos elementos constitutivos do documentário (voz over, música etc.). Jango pode ser visto como um lugar de memória, fabricado através dos enquadramentos eleitos pelo diretor. O filme, que foi lançado num momento significativo da história política do país, narra a trajetória de João Goulart, nos dizendo também muito sobre o contexto de seu lançamento, Assim, é nosso objetivo refletir sobre estas questões, evidenciando os mecanismos usados pelo cineasta para a construção da memória política do período retratado no filme e seu uso no presente, observando a relação entre saber histórico e memória. Palavras-chave: Cinema, Memória Social, João Goulart. Abstract The cinema can be presented as a narrative way for the construction of memory and historical knowledge. In the case of the documentary "Jango" (1984), by Silvio Tendler, this discourse emerges through a narrative arranged by archival footage, re-signified through various constituents of the documentary (voice over, music etc...) "Jango" can be seen as a "place of memory", manufactured through the frameworks chosen by the director. The film, which was launched at a significant moment of political history of the country, tells the history of João Goulart, also telling us much about the context of its launch, It is therefore our objective to reflect on these issues, highlighting the mechanisms used by the filmmaker to build the political memory of the period portrayed in the film and its use in the present, observing the relationship between historical knowledge and memory. Keywords: Cinema, Social Memory, João Goulart. Introdução Memória e história se entrelaçam na filmografia do documentarista Silvio Tendler. O cineasta possui em torno de 30 filmes realizados. Destacam-se Os Anos JK Uma trajetória política (1980) e Jango (1984), documentários que se tornaram grandes sucessos de público, realizados em um momento oportuno, de início do debate político depois de quase * Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Memória Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

2 vinte anos de silêncio mandatório. Enquanto o primeiro apresentava a possibilidade de desenvolvimento econômico com democracia, contrariando o discurso autoritário existente, o documentário Jango (1984) continuava o debate a partir da idéia de justiça social. Os Anos JK arregimentou 800 mil espectadores e Jango, 1 milhão. Esses números foram apenas superados com documentário O mundo mágico dos trapalhões (1981), que consegui seduzir 1,8 milhão de espectadores. Sua filmografia ainda inclui documentários sobre Castro Alves (1999), Glauber Rocha (2002) e Milton Santos (2006). Neste ano Tendler lançou nos cinema, depois de 19 anos de produção, Utopia e barbárie (2010) e finaliza atualmente um filme sobre a vida de Tancredo Neves. Podemos identificar em seus filmes algumas marcas, como o uso de imagens de arquivo e a utilização de uma "voz narradora" que conduz seus documentários. Uma outra característica é que o cineasta sempre documenta a história recente do Brasil, normalmente através de um personagem eleito (JK, Jango, Glauber, Milton Santos etc), funcionando como uma espécie de síntese de suas teses. Seu último filme, Utopia e Barbárie (2010), funciona como uma autobiografia e, de certa forma, podemos entendê-lo como um projeto que continua as idéias apresentadas nos filmes de 1980 e Utopias e barbáries estão presentes em suas narrativas, ou seja, o desenvolvimentismo e a democracia de Juscelino e os projetos sociais de Goulart foram as utopias de suas épocas, interrompidas pela barbárie de Em seus filmes, principalmente em Jango, dois elementos chamam a atenção: as imagens de arquivo e a narração. No primeiro caso, é importante ressaltar que as imagens de arquivo servem à memória social e a história, e são fundamentais para a construção da narrativa em Jango. Nesses casos, o cineasta opta por não utilizar apenas a câmera, se apropriando da filmagem de outrem, momento em que as imagens são atualizadas e dotadas de novos sentidos pelo processo de montagem, pela narração, depoimentos e demais elementos significadores presentes no filme. Essas imagens retiradas de seu contexto acabam por revelar novos sentidos, significados ocultos diferentes do original. No segundo caso, a narração, ou melhor, a voz over 1, é um artifício fundamental e presente nos filmes documentários até hoje. Consuelo Lins (2008:131) afirma que esta locução é onisciente e onipresente, dirigindo sentidos e fabricando interpretações. É a voz de Deus, a voz do saber que enuncia e antecipa. Através dela, não há dúvida sobre aquilo que o cineasta fala, não 1 Na voz over, como a voz de Deus, o narrador não é visto, apenas ouvido. A voz over aparece de forma nãodiegética. O termo narração em off também pode ser usado, mas o termo off é empregado melhor, por exemplo, no caso de um entrevistador, que está presente, mas fora (off) do enquadramento da câmera. Escutamos apenas sua voz. 2

3 existindo espaço para ambigüidades nem deixando o espectador perceber o filme sozinho. A voz narradora identifica e dá o significado da imagem que vemos, ela é autoritária e onisciente. Nela, o locutor identifica como devemos entender, dando a moral da história (BERNARDET, 2003:246). No caso de Jango a narração dá coerência e sentido às imagens, que por si só são fragmentárias, não deixando a interpretação por nossa conta. O documentário Jango : breves considerações O documentário inicia com um cinejornal sobre visita de João Goulart à China, momento crucial na sua trajetória política e início dos seus percalços como presidente da República. A partir deste momento, a voz não cessa, construindo progressivamente a narrativa do documentário. Antes mesmo dos créditos de abertura, vemos imagens de Brasília e uma certa movimentação. A voz de Deus anuncia, trata-se da renúncia de Jânio Quadros. Os depoimentos corroboram a informação dada pela locução. A narração em off direciona todo o filme, denotando cada imagem de arquivo. Logo após abertura, vemos a vista aérea de uma cidade. Sabemos que é São Borja por que a voz nos diz, a mesma fala que, já nos minutos iniciais do documentário traça uma relação de proximidade entre as vidas de Vargas e Goulart, afirmação anunciada outras vezes. Goulart é associado à carta-testamento, ao legado, à herança política, etc. a vida dos presidentes são constantemente cruzadas, havendo uma espécie de eco, de continuidade na tradição política, iniciando com Vargas, passado por JK e, finalmente, Goulart. Nas cenas mostradas da morte de Vargas, conseguimos visualizar bem estas relações de proximidade: [...] Jango levava consigo a carta-testamento e a herança política de Vargas (JANGO, 1984:19). 2 Além da narração, os depoimentos se apresentam também como elementos significadores. No filme as imagens de arquivo são costuradas entre si, ressignificadas pela voz narradora, e corroboradas pelos depoimentos de pessoas relacionadas a Goulart. A maioria dos depoentes possui algum tipo de simpatia pelo governo de Goulart, estando em maior ou menor grau relacionados com o presidente deposto. A oposição é feita principalmente através dos discursos do general Muricy 3, ligado a Escola Superior de Guerra e integrante do grupo que derrubou João Goulart. O general tem o papel no filme de representar a versão oficial da história, sendo contraposto pelas versões favoráveis ao 2 Nos trechos transcritos do documentário, optamos por referenciar o roteiro publicado (JANGO..., 1984). 3 Há a presença também do ex-governador de Minas Gerais Magalhães Pinto, mas seus momentos são poucos. 3

4 governo. Sua aparição está relacionada aos momentos em que o locutor fala de conspirações. O seu primeiro depoimento serve para justificar o Manifesto dos Coronéis. Muricy aparece também nos momentos de incerteza do governo Jango, como a tentativa de impedir sua posse após a renúncia de Jânio Quadros. Mas logo suas declarações são abafadas por outros depoimentos simpáticos a Goulart. Muricy, assim como Magalhães Pinto, está no filme apenas para serem desditos. O documentarista constrói a imagem de um grande político, mesmo antes da presidência, preocupado com a justiça social e contra os interesses do imperialismo, lutando por um capitalismo menos selvagem, tudo em nome da nação. Os depoimentos apenas chancelam esta idéia, reforçando a imagem positiva do biografado. Afinal, quem poderia se identificar com os discursos de Magalhães Pinto e Muricy em 1984? Jean-Claude Bernardet (1988) afirma que a identificação com o discurso contrário ao governo de Goulart é inexistente no documentário. Por exemplo, quem avalia o Plano Trienal é Celso Furtado, seu idealizador. O filme cria uma imagem pura e sem defeitos de Jango. A versão militar não chega a constituir um problema para a memória construída por Silvio Tendler. Neste sentido, Bernardet (1988:42) identifica que filmes constituídos de material de arquivo manipulam elementos constituintes da linguagem cinematográfica e produzem significações, e no caso do filme Jango, [ao] invés de montar o debate interno à esquerda em relação às atitudes e planos polêmicos do governo Goulart [...], o filme optou por montar um debate onde a versão militar (oferecida pelo General Antonio Carlos Muricy) é contraposta às versões de políticos e sindicalistas favoráveis ao governo (Gregório Bezerra, Francisco Julião, Leonel Brizola, Aldo Arantes, etc) (BERNARDET; RAMOS, 1988:44-45). Contudo Tendler é sempre bem claro sobre suas intenções. Em entrevista à Revista VERSUS, declara: O cinema é uma realidade editada por um olhar autoral. Por mais que esse olhar autoral se confunda com a realidade, ela jamais será a realidade. Não existe uma realidade em si; existirá sempre uma realidade interpretada por alguém. A história que você conta é aquela que você viu e quer contar (ARTE..., 2009:110). Sobre essa questão da parcialidade, o jornalista Sérgio Augusto (1984:9) sintetiza: Não existe filme imparcial, exceto o virgem. A única coisa imparcial numa produção cinematográfica é a câmera, assim mesmo quando está desligada. Ligou, parcializou-se. 4

5 Outro elemento importante na construção de significados é a música, intensificando ainda mais a simpatia por João Goulart. Os temas musicais compostos por Milton Nascimento e Wagner Tiso significam as imagens de arquivo: o enterro de Vargas, o comício da Central do Brasil, a morte de Édson Luís, o exílio de Goulart e sua posterior morte, são todos marcados pela trilha sonora, assim como, nos momentos finais, o poema de Fernando Brant, que segundo Bernardet (1988:46), serve como epitáfio e síntese do propósito do filme. A música Coração de estudante, que dá o tom emotivo do documentário, tornou-se um hino da esperança a canção esteve relacionada também à campanha pelas Diretas. Outro momento importante do filme onde não há locução, mas a significação das imagens se mantém é a ocasião da Revolta dos Marinheiros. A locução se cala, e as imagens de arquivo são conduzidas e ressignificadas por outra fonte informacional. As cenas dos marinheiros amotinados no Clube Naval são mescladas com cenas do filme O Encouraçado Potemkin (1925). A locução, quando reaparece, reafirma as semelhanças das revoltas: No final de março, após assistirem ao filme sobre o Encouraçado Potemkin, os sonhos povoaram a cabeça da marujada brasileira (JANGO, 1984:66). Uma rememoração possível Foram vinte anos até que fosse possível rememorar uma trajetória, talvez não totalmente esquecida, mas silenciada. Uma questão fundamental para entender o impacto do filme é seu contexto de lançamento. A década de 1980 representou o ocaso da ditadura no Brasil. O contexto era de grande mobilização na sociedade, que nas principais cidades exigiam eleições diretas para presidente, acelerando desta forma a abertura controlada. Era necessária a aprovação da Emenda Dante de Oliveira, rejeitada em abril de O documentário foi lançado nos cinemas semanas antes. É um filme feito em celebração à democracia, nas palavras do próprio diretor. E porque do seu lançamento em 1984, exatos vinte anos do golpe? Realizar um filme simpático a figura de João Goulart antes disso seria impossível: [se] Tendler exumou primeiro a trajetória de Juscelino foi porque relembrar a de Jango parecia impossível, naquela época [1980]. Valeu a pena esperar pelo fim do AI-5 (AUGUSTO, 1984:9). O filme de Tendler surge reivindicando a memória e recodificando esta trajetória silenciada. Há com o filme um passado levado para o presente e um expectativa de futuro, os projetos políticos e sociais de Goulart e o otimismo passado pelo filme são apropriados pelo 5

6 movimento de 1984, funcionando como uma metáfora da liberdade e de lutas sociais. Goulart passa a ser visto como parte integrante da luta pelas eleições diretas, afirma o próprio Tendler (JANGO...,1984:103). O documentário teve grande repercussão, pois falava de algo que naquele momento poderia ser dito. O sucesso de Jango faz sentido se entendermos seu contexto de lançamento. A década de 1980 representou o processo de democratização, trazendo para a superfície novos debates, principalmente sobre a memória do período que antecede a este. É importante nestes momentos o fazer lembrar. Desta forma, o documentário, através de uma trajetória individual, reconstrói um contexto histórico, levando o debate para a conjuntura de Tendler cria um lugar de memória. Cabe a história então problematizar esta memória. Considerações parciais Devemos verificar que toda memória é mais uma construção do que uma lembrança. Tendler aposta na emoção ao resgatar a trajetória de Goulart, construindo um filme simpático a sua figura. Assim, através do documentário, uma nova memória é fabricada através das imagens de arquivo, dos depoimentos e demais elementos constitutivos da narrativa fílmica. O estatuto de verdade do documentário deve ser relativizado. O historiador deve observar que o diretor molda a experiência, embora, em alguns casos, permaneça invisível (BURKE, 2004:200). Jango é a interpretação que Silvio Tendler dá ao contexto. A ilusão do real deve ser desconstruída e o filme entendido no contexto de sua produção. O filme de Tendler não fala apenas de João Goulart, mas do ocaso da ditadura e das manifestações pela redemocratização e eleições diretas, e de todas as expectativas daquele momento. O filme se apresenta como uma projeção de memória do próprio cineasta. Como vestígio, deve ser olhado com distanciamento e analisado à luz de sua época. Devemos perguntar: o que significa falar de Jango no início da década de 1980? A crítica aos generais realizada pelo filme já fazia parte do discurso da época em que foi lançado. Além disso, as expectativas do filme tornam-se também expectativas da sociedade. Jango desta forma trabalha com uma memória silenciada. Para o documentarista, sua reconstrução foi necessária naquele contexto de debate político. A questão está na forma que essa memória foi construída. O mais importante aqui é problematizar o porque das escolhas, omissões, falsificações e/ou fabricações. Devemos refletir não apenas naquilo que é dito, mas também no não dito. O historiador, ao analisar o filme, deve observar os códigos e categorias da escrita cinematográfica, assim como não apenas estudar o filme, mas também seu diretor. A imagem 6

7 não deve ser vista como uma fonte subordinada à textual, nem ignorada. Ela possui igualmente um valor testemunhal. O historiador Hayden White (1988) trabalha bem esta idéia, ao criar a categoria historiophoty, que é a representação da história e nosso pensamento sobre ela em imagens visuais e discurso filmado. Sobre o uso de imagens, devemos verificar que o cinema deve ser pensado junto com o alargamento de fontes históricas e do aumento de materiais utilizados para o ensino da disciplina. Devemos entendê-lo como um vestígio construído por indivíduos ou instituições. Não devemos apenas utilizar o cinema como um complemento ou uma ilustração. Sobre o uso de imagem, Mauad comenta (2009:252): [...] para se fazer uma história com imagens é preciso superar o uso tradicional dos documentos como prova de um passado que realmente aconteceu. As imagens não são evidências, mas representações sociais. Assim, deve o historiador entendê-las no seu contexto de produção, observando seu circuito de produção, circulação e uso. Referências AUGUSTO, Sérgio. Os relâmpagos da emoção. In.: JANGO: como quando e porque se depõe um presidente. Porto Alegre: L&PM Editores, OS ANOS JK: uma trajetória política. Direção de Silvio Tendler. Rio de Janeiro: Caliban, DVD. ARTE ENGANJADA. Versus, Rio de Janeiro: UFRJ/CCJE, ano 1, n. 3, nov BERNARDET, Jean-Claude; RAMOS, Alcides Freire. Cinema e História do Brasil. São Paulo: Contexto, BERNARDET, Jean-Claude. Cineastas e imagens do povo. São Paulo: Companhia das Letras, BURKE, Peter. Testemunha ocular: história e imagem. Bauru: EDUSC, O ENCOURAÇADO POTEMKIN. Direção de Serguei Eisenstein. São Paulo: Continental Home Vídeo, DVD. JANGO: como, quando e porque se depõe um presidente da República. Direção: Silvio Tendler. Rio de Janeiro: Caliban, DVD. JANGO: como quando e porque se depõe um presidente. Porto Alegre: L&PM Editores,

8 LAGNY, Michele Lagny. O cinema como fonte da história IN NÓVOA, Jorge; FRESSATO, Soleni B. e FEIGELSON, Kristian. Cinematógrafo, um olhar sobre a história. Salvador, São Paulo; UFBA/UNESP, LINS, Consuelo L.. O ensaio no documentário e a questão da narração em off. In: ADES, E.; BRAGANÇA, G; CARDOSO, J; BOUILLET, R.. (Org.). O Som no cinema. Rio de Janeiro: Tela Brasilis/Caixa Cultural, MAUAD, Ana Maria. Ver e conhecer: o uso de imagens na produção do saber histórico. In.: A escrita da história escola: memória e historiografia. Rio de Janeiro: Editora FGV, NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus, NORA, Pierre. Entre a memória e a história: a problemática dos lugares. Projeto História. São Paulo, 10, WHITE, Hayden. Historiography and Historiophoty. The American Historical Review, vol. 93, n. 5, dez Disponível em: <http://www.latrobe.edu.au/screeningthepast/reruns/rr0499/hwrr6c.htm>. Acesso em: 5 jun

O Filme Jango: memória e história. Memória, História e construção do esquecimento

O Filme Jango: memória e história. Memória, História e construção do esquecimento O Filme Jango: memória e história LUCILIA DE ALMEIDA NEVES DELGADO * Memória, História e construção do esquecimento O conhecimento e análise da trajetória humana em múltiplas temporalidades é objeto peculiar

Leia mais

De Jango, de Sílvio Tendler, a Salvador Allende, de Patricio Guzmán, o documentário como ferramenta para a construção de memórias adormecidas

De Jango, de Sílvio Tendler, a Salvador Allende, de Patricio Guzmán, o documentário como ferramenta para a construção de memórias adormecidas 1 De Jango, de Sílvio Tendler, a Salvador Allende, de Patricio Guzmán, o documentário como ferramenta para a construção de memórias adormecidas Alfredo Dias D Almeida Universidade Metodita de São Paulo,

Leia mais

Guerra dos Mundos em São Luís 1

Guerra dos Mundos em São Luís 1 Guerra dos Mundos em São Luís 1 Ana Paula Silva de SOUSA 2 Dara de Sousa SANTOS 3 Silvanir Fernandes da SIVA 4 Polyana AMORIM 5 Universidade Federal do Maranhão, MA RESUMO O documentário Guerra dos Mundos

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

CINEMA DOCUMENTÁRIO E HISTÓRIA DO BRASIL: O FIM DA DITADURA MILITAR BRASILEIRA NO FILME CÉU ABERTO (1985), DE JOÃO BATISTA DE ANDRADE

CINEMA DOCUMENTÁRIO E HISTÓRIA DO BRASIL: O FIM DA DITADURA MILITAR BRASILEIRA NO FILME CÉU ABERTO (1985), DE JOÃO BATISTA DE ANDRADE CINEMA DOCUMENTÁRIO E HISTÓRIA DO BRASIL: O FIM DA DITADURA MILITAR BRASILEIRA NO FILME CÉU ABERTO (1985), DE JOÃO BATISTA DE ANDRADE Rodrigo Francisco Dias O cineasta brasileiro João Batista de Andrade

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

Temas Governo de Vargas 1930-1945), Populismo (1945-1964) Ditadura Militar (1964-1985) e República Nova (Redemocratização do Brasil) (1985-2010)

Temas Governo de Vargas 1930-1945), Populismo (1945-1964) Ditadura Militar (1964-1985) e República Nova (Redemocratização do Brasil) (1985-2010) Trabalho de História Recuperação _3ºAno Professor: Nara Núbia de Morais Data / /2014 Aluno: nº Ens. Médio Valor: 40 Nota: Temas Governo de Vargas 1930-1945), Populismo (1945-1964) Ditadura Militar (1964-1985)

Leia mais

O João Goulart de Silvio Tendler: uma análise do acontecimento jornalístico golpe militar no filme Jango 1

O João Goulart de Silvio Tendler: uma análise do acontecimento jornalístico golpe militar no filme Jango 1 O João Goulart de Silvio Tendler: uma análise do acontecimento jornalístico golpe militar no filme Jango 1 Maria Joana Chiodelli Chaise 2 Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) Resumo O presente

Leia mais

Audiovisual de não-ficção: pesquisas e análises sobre métodos de produção 1

Audiovisual de não-ficção: pesquisas e análises sobre métodos de produção 1 Audiovisual de não-ficção: pesquisas e análises sobre métodos de produção 1 Marília Franco (coord. ECA-USP) 2 ; Alfredo Dias D Almeida 3 Marcos Corrêa 4 (IA-Unicamp); Maria Isabel Blanco 5 (ECA/USP) (Umesp/Prolam-USP);

Leia mais

50 ANOS DO GOLPE MILITAR

50 ANOS DO GOLPE MILITAR 50 ANOS DO GOLPE MILITAR (1964-1985) Prof. Dr. Rogério de Souza CAUSAS Guerra Fria Contexto Internacional: Construção do Muro de Berlim (1961) Cuba torna-se Socialista (1961) Crise dos Mísseis (1962) CAUSAS

Leia mais

Resumo expandido CONPEEX 2011. A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker.

Resumo expandido CONPEEX 2011. A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker. Resumo expandido CONPEEX 2011 TÍTULO A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker. NOMES DOS AUTORES, UNIDADE ACADÊMICA E ENDEREÇO ELETRÔNICO Luciana Miranda

Leia mais

Cabra Marcado para Morrer: a ficção retomada pelo documentário 1. Camila Maria Torres MEDEIROS 2 Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE

Cabra Marcado para Morrer: a ficção retomada pelo documentário 1. Camila Maria Torres MEDEIROS 2 Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE Resumo Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação Cabra Marcado para Morrer: a ficção retomada pelo documentário 1 Camila Maria Torres MEDEIROS 2 Universidade Federal do

Leia mais

Período Democrático e o Golpe de 64

Período Democrático e o Golpe de 64 Período Democrático e o Golpe de 64 GUERRA FRIA (1945 1990) Estados Unidos X União Soviética Capitalismo X Socialismo Governo de Eurico Gaspar Dutra (1946 1950) Período do início da Guerra Fria Rompimento

Leia mais

A pesquisa histórica e a elaboração de roteiros cinematográficos 1. Dentro da crescente presença e demanda pelo filme histórico como fonte de

A pesquisa histórica e a elaboração de roteiros cinematográficos 1. Dentro da crescente presença e demanda pelo filme histórico como fonte de A pesquisa histórica e a elaboração de roteiros cinematográficos 1 Vitória Azevedo da Fonseca 2 - PPG-UFF Dentro da crescente presença e demanda pelo filme histórico como fonte de informações históricas,

Leia mais

Quando o historiador deixa de assistir e começa a analisar: Reflexões sobre a relação história e cinema

Quando o historiador deixa de assistir e começa a analisar: Reflexões sobre a relação história e cinema 1 Quando o historiador deixa de assistir e começa a analisar: Reflexões sobre a relação história e cinema Carlos Adriano F. de Lima Quando os irmãos Augusthe e Lois Lumiere apresentaram seu cinematógrafo

Leia mais

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul 1919 X Salão de Iniciação Científica PUCRS Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul Pâmela de Freitas Machado 1, Helena B.K.Scarparo 1 (orientadora) 1 Faculdade Psicologia,

Leia mais

O formato e a linguagem dos documentários produzidos sobre a cidade de São Paulo 1

O formato e a linguagem dos documentários produzidos sobre a cidade de São Paulo 1 Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação Santos 29 de agosto a 2 de setembro de 2007 O formato e a linguagem dos documentários produzidos sobre a cidade de São Paulo 1 Silvia Seles Peres 2 CCL Centro

Leia mais

Fontes de memória e o conceito de escrita videográfica: a propósito da fatura do texto videográfico Milton Guran em três tempos (LABHOI, 2010)*

Fontes de memória e o conceito de escrita videográfica: a propósito da fatura do texto videográfico Milton Guran em três tempos (LABHOI, 2010)* MULTIMÍDIA Fontes de memória e o conceito de escrita videográfica: a propósito da fatura do texto videográfico Milton Guran em três tempos (LABHOI, 2010)* Ana Maria Mauad** O trabalho histórico com fontes

Leia mais

A Identidade do Anjo 1. Raquel MÜTZENBERG 2 Isadora SPADONI 3 Mariana MARIMON 4 Marluce SCALOPPE 5 Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT

A Identidade do Anjo 1. Raquel MÜTZENBERG 2 Isadora SPADONI 3 Mariana MARIMON 4 Marluce SCALOPPE 5 Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT A Identidade do Anjo 1 Raquel MÜTZENBERG 2 Isadora SPADONI 3 Mariana MARIMON 4 Marluce SCALOPPE 5 Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT RESUMO Documentário expositivo de 10 minutos que aborda

Leia mais

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios...

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... Sumário APRESENTAÇÃO DA EDIÇÃO BRASILEIRA... 13 PREFÁCIO... 19 PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... 29 Decisões

Leia mais

Velhos sonhos 1. Laís RAWSKI 2 Amanda FURMAN 3 Jéssica SENNA 4 Luiza ROMAGNOLI 5 Felipe HARMATA 6 Universidade Positivo, Curitiba, PR

Velhos sonhos 1. Laís RAWSKI 2 Amanda FURMAN 3 Jéssica SENNA 4 Luiza ROMAGNOLI 5 Felipe HARMATA 6 Universidade Positivo, Curitiba, PR Velhos sonhos 1 Laís RAWSKI 2 Amanda FURMAN 3 Jéssica SENNA 4 Luiza ROMAGNOLI 5 Felipe HARMATA 6 Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO O documentário Velhos Sonhos busca mostrar algumas experiências

Leia mais

Douglas Soares. Caví Borges (Carlos Vinícius Borges)

Douglas Soares. Caví Borges (Carlos Vinícius Borges) EDITAL 022/2015 - SELEÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS PARA CONCESSÃO DE PRÊMIO PARA FORMAÇÃO AUDIOVISUAL, FINALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E DIFUSÃO DE OBRAS CINEMATOGRÁFICAS, INTEGRALMENTE FILMADAS E PRODUZIDAS

Leia mais

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça!

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Tânia Miranda * A memória histórica constitui uma das mais fortes e sutis formas de dominação. A institucionalização da memória oficial

Leia mais

Interação Música-Imagem 1

Interação Música-Imagem 1 Interação Música-Imagem 1 Sérgio Basbaum Quase todo o material disponível em português sobre a questão do uso do som no cinema é bastante ingênuo. Esta aula visa mapear o território a partir dos livros

Leia mais

Estudo de caso do filme Ilha das Flores de Jorge Furtado: A relação entre a narrativa e o tema 1

Estudo de caso do filme Ilha das Flores de Jorge Furtado: A relação entre a narrativa e o tema 1 Estudo de caso do filme Ilha das Flores de Jorge Furtado: A relação entre a narrativa e o tema 1 Resumo Cecília Pinto Santos 2 Luciene Tófoli 3 Universidade Federal de São João del-rei, São João del-rei,

Leia mais

ENTRE O PRIVADO E O PÚBLICO CONFLITOS DA MEMÓRIA NO DOCUMENTÁRIO CHILENO CALLE SANTA FÉ. Valeria Valenzuela

ENTRE O PRIVADO E O PÚBLICO CONFLITOS DA MEMÓRIA NO DOCUMENTÁRIO CHILENO CALLE SANTA FÉ. Valeria Valenzuela ENTRE O PRIVADO E O PÚBLICO CONFLITOS DA MEMÓRIA NO DOCUMENTÁRIO CHILENO CALLE SANTA FÉ Valeria Valenzuela Calle Santa Fé (Chile/França, 2007. 167 min.) Direção e Roteiro: Carmen Castillo Echeverría Produção:

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

O cinema como testemunha da história: memória do Brasil

O cinema como testemunha da história: memória do Brasil O cinema como testemunha da história: Gustavo Coura Guimarães Doutorando em Cinema e Audiovisual pela Universidade Sorbonne Nouvelle Ŕ Paris 3 gcouraguimaraes@gmail.com RESUMO: O presente artigo trata

Leia mais

Prof. Thiago Oliveira

Prof. Thiago Oliveira Prof. Thiago Oliveira Depois da 2ª Guerra Mundial o Brasil passou por um período de grandes transformações no campo da política, economia e sociedade, superando o Estado Novo de Getúlio e experimentando

Leia mais

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação Beatrice Rossotti rossottibeatrice@gmail.com Instituto de História, 9º período

Leia mais

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO Mestres 1 Tiago Fernandes 2 Marcelo de Miranda Noms 3 Mariane Freitas 4 Tatiane Moura 5 Felipe Valli 6 Bruno Moura 7 Roberto Salatino 8 Conrado Langer 9 Prof. Msc. Luciana Kraemer 10 Centro Universitário

Leia mais

UMA ANÁLISE DA CONSTRUÇÃO DO TESTEMUNHO EM JK E A DITADURA

UMA ANÁLISE DA CONSTRUÇÃO DO TESTEMUNHO EM JK E A DITADURA UMA ANÁLISE DA CONSTRUÇÃO DO TESTEMUNHO EM JK E A DITADURA TIAGO CONTE Universidade do Vale do Rio dos Sinos tconteste@gmail.com Este trabalho tem por objetivo problematizar o status do livro JK e a ditadura,

Leia mais

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo Produzindo e divulgando fotos e vídeos Aula 1 Criando um vídeo Objetivos 1 Conhecer um pouco da história dos filmes. 2 Identificar a importância de um planejamento. 3 Entender como criar um roteiro. 4

Leia mais

UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL

UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Existem infinitas maneiras de organizar, produzir e finalizar uma obra audiovisual. Cada pessoa ou produtora trabalha da sua maneira a partir de diversos fatores:

Leia mais

DE MÃOS DADAS COM MNEMOSINE E CLIO 1 Narradores de memórias e sujeitos históricos no filme Narradores de Javé

DE MÃOS DADAS COM MNEMOSINE E CLIO 1 Narradores de memórias e sujeitos históricos no filme Narradores de Javé 1 DE MÃOS DADAS COM MNEMOSINE E CLIO 1 Narradores de memórias e sujeitos históricos no filme Narradores de Javé Sol Fressato é graduada e mestre em História pela Universidade Federal do Paraná, pesquisadora

Leia mais

Radionovela para e com deficientes visuais 1

Radionovela para e com deficientes visuais 1 Radionovela para e com deficientes visuais 1 Gabriela Rodrigues Pereira CAPPELLINI 2 Raquel PELLEGRINI 3 Christian GODOI 4 Centro Universitário do Monte Serrat, Santos, SP RESUMO Narrar histórias a deficientes

Leia mais

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

Aula12 A CRISE DO POPULISMO (1961-64) Antônio Fernando de Araújo Sá

Aula12 A CRISE DO POPULISMO (1961-64) Antônio Fernando de Araújo Sá Aula12 A CRISE DO POPULISMO (1961-64) META Recuperar do esquecimento a fi gura controvertida do presidente João Goulart, por meio do fi lme Jango (1984) de Silvio Tendler, oferecendo ao estudante versões

Leia mais

HISTÓRIA DO LEGISLATIVO

HISTÓRIA DO LEGISLATIVO HISTÓRIA DO LEGISLATIVO Maurício Barbosa Paranaguá Seção de Projetos Especiais Goiânia - 2015 Origem do Poder Legislativo Assinatura da Magna Carta inglesa em 1215 Considerada a primeira Constituição dos

Leia mais

HISTÓRIA DO BRASIL CONTEMPORÂNEO II

HISTÓRIA DO BRASIL CONTEMPORÂNEO II Pág. 1 Caracterização Curso: LICENCIATURA EM HISTÓRIA Ano/Semestre letivo: 01/1 Período/Série: 6 Turno: ( ) Matutino ( X ) Vespertino ( ) Noturno Carga horária semanal: 3h (4 aulas) Carga horária total:

Leia mais

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA Wanda Patrícia de Sousa Gaudêncio (UFPB/PROFLETRAS) wandapatricia@evl.com.br Sandra Regina Pereira

Leia mais

Dossiê Cinema e Audiovisual: entre o sensível e o reflexivo

Dossiê Cinema e Audiovisual: entre o sensível e o reflexivo Apresentação Milene de Cássia Silveira Gusmão* ** *** *Doutora em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Docente do Bacharelado em Cinema e Audiovisual e do Programa de Pós-Graduação

Leia mais

ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela *

ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela * ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela * Este artigo traz indagações referentes a uma pesquisa mais

Leia mais

Período Populista (1945/64)

Período Populista (1945/64) Período Populista (1945/64) INTRODUÇÃO Período de Democracia, sem censura e eleições direta (o( o povo vota) para presidente. O mundo encontrava-se no Período de Guerra Fria : Capitalistas (EUA) X Socialistas

Leia mais

Palavras-chave: PIBID; Ditadura civil-militar; História Oral; memória; entrevistas.

Palavras-chave: PIBID; Ditadura civil-militar; História Oral; memória; entrevistas. A DITADURA LÁ EM CASA : APRENDENDO HISTÓRIA A PARTIR DE ENTREVISTAS Heloisa Pires Fazion Rebecca Carolline Moraes da Silva (PIBID/História/UEL) Resumo: A ditadura militar tornou-se um fato marcante na

Leia mais

O CINEMA COMO NARRATIVA HISTÓRICA: ROBERT A. ROSENSTONE E A LINGUAGEM HISTÓRICA FÍLMICA

O CINEMA COMO NARRATIVA HISTÓRICA: ROBERT A. ROSENSTONE E A LINGUAGEM HISTÓRICA FÍLMICA O CINEMA COMO NARRATIVA HISTÓRICA: ROBERT A. ROSENSTONE E A LINGUAGEM HISTÓRICA FÍLMICA Grace Campos Costa Universidade Federal de Uberlândia UFU grace_c_costa@yahoo.com.br Rodrigo Francisco Dias Universidade

Leia mais

À distância: a ação, a lente, o observador um estudo sobre o documentário A ponte (The bridge, EUA, 2006)

À distância: a ação, a lente, o observador um estudo sobre o documentário A ponte (The bridge, EUA, 2006) À distância: a ação, a lente, o observador um estudo sobre o documentário A ponte (The bridge, EUA, 2006) BÁRBARA MARCELA REIS MARQUES DE VELASCO * 1. História e imagem Nas últimas décadas do século XX

Leia mais

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PROGRAMA DE DISCIPLINA

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PROGRAMA DE DISCIPLINA 1 Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PROGRAMA DE DISCIPLINA No equilíbrio entre as várias partes do livro, dei maior peso à fase que se inicia nos fins do século XIX e vai até

Leia mais

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA Juliany Teixeira Reis 1 Judite Gonçalves Albuquerque 2 Esta pesquisa foi inicialmente objeto de uma monografia de graduação

Leia mais

Alzheimer: de Volta ao Começo 1

Alzheimer: de Volta ao Começo 1 Alzheimer: de Volta ao Começo 1 Marcelo de Paula LEMOS 2 Marcela Terra Cunha MATARIM 3 Mariana Alves MENDES 4 Celi CAMARGO 5 Universidade de Uberaba, Uberaba, MG RESUMO Alzheimer: de Volta ao Começo é

Leia mais

presidente declarou que a UNE é feita por pessoas que acreditam em um mundo melhor construindo uma nova página da história.

presidente declarou que a UNE é feita por pessoas que acreditam em um mundo melhor construindo uma nova página da história. Com uma festa de muitas cores, música e emoção foi dada a largada para a 6ª Bienal de Cultura da UNE, na terça-feira, 20, no Teatro Castro Alves (TCA). Com recepção de coloridas baianas e do grupo teatral

Leia mais

Caminho das Águas: Um documentário sobre o Taquari-Antas 1

Caminho das Águas: Um documentário sobre o Taquari-Antas 1 Caminho das Águas: Um documentário sobre o Taquari-Antas 1 Cláudia ALESSI 2 Renata ZANATTA 3 Júlio César SOUZA 4 Camila de BRAGA 5 Maikely ALVES 6 Vagner ESPEIORIN 7 Roberta MÂNICA 8 Universidade de Caxias

Leia mais

Idade recomendada: 16 anos - retirada de ingressos: uma hora antes de cada sessão - Sala Lima Barreto - entrada franca

Idade recomendada: 16 anos - retirada de ingressos: uma hora antes de cada sessão - Sala Lima Barreto - entrada franca Os anos de chumbo pelos olhos do documentário de 2 a 7/12 apoio: Fundação Padre Anchieta Centro Paulista de Rádio e TV Educativas - Centro de Documentação, TV Câmara, Cinemateca Brasileira e Tatu Filmes

Leia mais

Profª: Sabrine Viviane Welzel

Profª: Sabrine Viviane Welzel História 9 ano Ditadura Militar 1 Leia com a tençao, o depoimento do general bandeira a respeito da participaçao dos militares na politica brasileira: no movimento de 1964, a ideologia politica foi puramente

Leia mais

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR Fundação Universidade Federal do Tocantins Maria Jose de Pinho mjpgon@mail.uft.edu.br Professora orientadora do PIBIC pedagogia Edieide Rodrigues Araújo Acadêmica

Leia mais

GODARD E O CINEMA NOVO: BREVES APONTAMENTOS ACERCA

GODARD E O CINEMA NOVO: BREVES APONTAMENTOS ACERCA GODARD E O CINEMA NOVO: BREVES APONTAMENTOS ACERCA DA APROXIMAÇÃO CINEMANOVISTA DA OBRA GODARDIANA Jailson Dias Carvalho Ao longo da década de 1960, Jean-Luc Godard assumiu um papel cada vez mais preponderante

Leia mais

Análise Cinematográfica do Curta Metragem Ilha das Flores¹ Jaderlano de Lima JARDIM² Shirley Monica Silva MARTINS³

Análise Cinematográfica do Curta Metragem Ilha das Flores¹ Jaderlano de Lima JARDIM² Shirley Monica Silva MARTINS³ Análise Cinematográfica do Curta Metragem Ilha das Flores¹ Jaderlano de Lima JARDIM² Shirley Monica Silva MARTINS³ RESUMO O premiado Ilha das Flores exibe o percurso de um tomate até chegar a um lixão

Leia mais

Memórias e trajetórias do golpe militar pelo Brasil

Memórias e trajetórias do golpe militar pelo Brasil Arquivo Público do Estado de São Paulo APESP Núcleo de Ação Educativa NAE Luciana Oliveira Correia Sequencia Didática: Memórias e trajetórias do golpe militar pelo Brasil São Paulo SP 2013 1 Apresentação

Leia mais

A Vida é Luta: Refugiados Africanos na Cidade de São Paulo 1. Leticia DIAS 2 Lorrane SANTOS 3 Silvio ESTEVAM 4 Tatiane GONSALES 5 Deise OLIVEIRA 6

A Vida é Luta: Refugiados Africanos na Cidade de São Paulo 1. Leticia DIAS 2 Lorrane SANTOS 3 Silvio ESTEVAM 4 Tatiane GONSALES 5 Deise OLIVEIRA 6 A Vida é Luta: Refugiados Africanos na Cidade de São Paulo 1 Leticia DIAS 2 Lorrane SANTOS 3 Silvio ESTEVAM 4 Tatiane GONSALES 5 Deise OLIVEIRA 6 Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, São Paulo,

Leia mais

Raízes Manauaras 1. Nicolas Tien-Yun da Silva THAINER 2 Synde Libório dos SANTOS 3 Andriella Paluzza Evelyn dos SANTOS 4 Joana Frota REBOUÇAS 5

Raízes Manauaras 1. Nicolas Tien-Yun da Silva THAINER 2 Synde Libório dos SANTOS 3 Andriella Paluzza Evelyn dos SANTOS 4 Joana Frota REBOUÇAS 5 Raízes Manauaras 1 Nicolas Tien-Yun da Silva THAINER 2 Synde Libório dos SANTOS 3 Andriella Paluzza Evelyn dos SANTOS 4 Joana Frota REBOUÇAS 5 Marcela Medeiros de LEIROS 6 Allan Soljenítisin Barreto RODRIGUES

Leia mais

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO 1. Oficina de Produção CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO Duração: 03 dias Público ideal: grupos de até 15 pessoas Objetivo: Capacitar indivíduos ou grupos a produzirem pequenas peças

Leia mais

O Projeto. Polo Rio de Cine e Video Rua Carlos Machado, 155, 2º andar 21. 2439 3667 www.cineticafilmes.com.br

O Projeto. Polo Rio de Cine e Video Rua Carlos Machado, 155, 2º andar 21. 2439 3667 www.cineticafilmes.com.br O Projeto O Homem e a Bolsa é uma investigação documental a partir das principais bolsas de valores mundiais, incluindo-se aí a do Brasil. Em nossos levantamentos preliminares, buscamos as Bolsas de Nova

Leia mais

Ditadura e democracia: entre memórias e história

Ditadura e democracia: entre memórias e história e-issn 2175-1803 Ditadura e democracia: entre memórias e história REIS FILHO, Daniel Aarão. Ditadura e democracia no Brasil: do golpe de 1964 à Constituição de 1988. Rio de Janeiro: Zahar, 2014. Autores:

Leia mais

Herlam Pechar GLÓRIA 2 Leonardo de QUEIROZ 3 Leila Ronize Moraes de SOUZA 4 Centro Universitário do Norte Uninorte/Laureate, Manaus, AM

Herlam Pechar GLÓRIA 2 Leonardo de QUEIROZ 3 Leila Ronize Moraes de SOUZA 4 Centro Universitário do Norte Uninorte/Laureate, Manaus, AM Haitianos: documentário sobre a imigração dos Haitianos para o Amazonas 1 Herlam Pechar GLÓRIA 2 Leonardo de QUEIROZ 3 Leila Ronize Moraes de SOUZA 4 Centro Universitário do Norte Uninorte/Laureate, Manaus,

Leia mais

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte A Bandeira Brasileira e Augusto Comte Resumo Este documentário tem como ponto de partida um problema curioso: por que a frase Ordem e Progresso, de autoria de um filósofo francês, foi escolhida para constar

Leia mais

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA Juliana de Oliveira Meirelles Camargo Universidade Candido Mendes/ Instituto Prominas e-mail: Ju_meirelles@yahoo.com.br Léa Mattosinho

Leia mais

A hibridização do gênero documentário através do filme Esta não é a sua vida de Jorge Furtado.

A hibridização do gênero documentário através do filme Esta não é a sua vida de Jorge Furtado. UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ UTP PROPPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO PESQUISA E EXTENSÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS PÓS-GRADUAÇÃO EM CINEMA A hibridização do gênero documentário através

Leia mais

DIÁLOGOS Comparação Semiótica entre o Cinema e a Literatura Luciana Lima Alves da Silva Garrit

DIÁLOGOS Comparação Semiótica entre o Cinema e a Literatura Luciana Lima Alves da Silva Garrit COMPARAÇÃO SEMIÓTICA ENTRE O CINEMA E A LITERATURA Luciana Lima Alves da Silva Garrit 1 UERJ INTRODUÇÃO Este trabalho monográfico é uma análise comparativa entre dois tipos de linguagem: O livro Memórias

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA PROGRAMA DA DSCPLNA Disciplina: Prática Código da Disciplina: Carga Horária Semestral: 45 Obrigatória: sim Eletiva: não Número de Créditos: 03 Pré-Requisitos: não EMENTA Refletir sobre a produção da prática

Leia mais

A educação geográfica na escola: elementos para exercício desafiante da cidadania

A educação geográfica na escola: elementos para exercício desafiante da cidadania A educação geográfica na escola: elementos para exercício desafiante da cidadania Prof. Manoel Martins de Santana Filho[1] Nosso objetivo e desejo face às mediações do trabalho docente A proposta e necessidade

Leia mais

Antes que me esqueçam, meu nome é Edy Star

Antes que me esqueçam, meu nome é Edy Star Antes que me esqueçam, meu nome é Edy Star O documentário aborda a trajetória artística de Edvaldo Souza, o Edy Star, cantor, ator, dançarino, produtor teatral e artista plástico baiano. Edy iniciou a

Leia mais

RESUMO RESENHA DO LIVRO OS BESTIALIZADOS: O RIO DE JANEIRO E A REPÚBLICA QUE NÃO FOI, DE JOSÉ MURILO DE CARVALHO

RESUMO RESENHA DO LIVRO OS BESTIALIZADOS: O RIO DE JANEIRO E A REPÚBLICA QUE NÃO FOI, DE JOSÉ MURILO DE CARVALHO RESUMO RESENHA DO LIVRO OS BESTIALIZADOS: O RIO DE JANEIRO E A REPÚBLICA QUE NÃO FOI, DE JOSÉ MURILO DE CARVALHO Resenha do livro de José Murilo de Carvalho, Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República

Leia mais

A DIVERSIDADE CULTURAL A PARTIR DO FILME URGA UMA PAIXÃO NO FIM DO MUNDO : UMA (RE)LEITURA DE ATITUDES, VALORES E CULTURA

A DIVERSIDADE CULTURAL A PARTIR DO FILME URGA UMA PAIXÃO NO FIM DO MUNDO : UMA (RE)LEITURA DE ATITUDES, VALORES E CULTURA A DIVERSIDADE CULTURAL A PARTIR DO FILME URGA UMA PAIXÃO NO FIM DO MUNDO : UMA (RE)LEITURA DE ATITUDES, VALORES E CULTURA 1 Maria Lindaci Gomes de Souza Universidade Estadual da Paraíba lindaci26@hotmail.com

Leia mais

Características do documentário empregadas no filme etnográfico Rituais e Festas Bororo

Características do documentário empregadas no filme etnográfico Rituais e Festas Bororo Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Instituto de Artes (IA) Campinas, 2014 Características do documentário empregadas no filme etnográfico Rituais e Festas Bororo CS304 História do Cinema I Docente:

Leia mais

Considerações sobre sonho e lembrança em A dança da realidade

Considerações sobre sonho e lembrança em A dança da realidade Considerações sobre sonho e lembrança em A dança da realidade Ana Carolina Ribeiro 1 RESUMO Com base nos conceitos imagem-sonho e imagem-lembrança apresentados na teoria de Gilles Deleuze sobre o cinema,

Leia mais

Concepção, Pesquisa e Processo de Criação no Documentário Love Songs 1

Concepção, Pesquisa e Processo de Criação no Documentário Love Songs 1 RESUMO Concepção, Pesquisa e Processo de Criação no Documentário Love Songs 1 João Roberto CINTRA 2 Ana Lúcia Diniz da Costa 3 Gibran Khalil de Espindola Brandão 4 Luiz Carlos Cavalcante Monteiro Ferreira

Leia mais

ANIMAÇÕES WEB AULA 3. princípios da animação. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com

ANIMAÇÕES WEB AULA 3. princípios da animação. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com ANIMAÇÕES WEB AULA 3 princípios da animação professor Luciano Roberto Rocha www.lrocha.com Animação - conceito É a técnica que cria a ilusão de movimento a partir de uma sequência de desenhos ou imagens.

Leia mais

O CINEMA COMO INOVAÇÃO NA APRENDIZAGEM DE HISTÓRIA

O CINEMA COMO INOVAÇÃO NA APRENDIZAGEM DE HISTÓRIA O CINEMA COMO INOVAÇÃO NA APRENDIZAGEM DE HISTÓRIA *José Eugenberg de Oliveira Silva Universidade Estadual da Paraíba. Neste artigo estudaremos a relação entre cinema e historia, através da analise de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 15 Discurso na cerimónia de sanção

Leia mais

DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA

DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA A MÚSICA POSITIVISMO DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA Josegleide Elioterio dos Santos gleideelioterio@hotmail.com

Leia mais

[8] LUIZ CARLOS LUCENA

[8] LUIZ CARLOS LUCENA Sumário Introdução, 7 1. O que é documentário: conceitos e definição, 9 2. A linguagem do documentário, 19 3. Trabalhando ideias, 31 4. Sinopse e argumento, 35 5. O roteiro, 39 6. A entrevista no documentário,

Leia mais

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema Luciana Ferreira Pinto 1 1.Introdução Desde o início da Escola dos Anais, na França, os objetos de estudo da História vêm se modificando, exigindo

Leia mais

A REPÚBLICA DEMOCRÁTICA POPULISTA (1945 1964):

A REPÚBLICA DEMOCRÁTICA POPULISTA (1945 1964): A REPÚBLICA DEMOCRÁTICA POPULISTA (1945 1964): 1. - PRINCIPAIS PARTIDOS: PSD (Partido Social Democrático): Principal partido. Criado por Getúlio Vargas. Base rural. Industriais, banqueiros e latifundiários

Leia mais

Dentre as instituições prisionais que receberam esses prisioneiros no Rio de Janeiro, podemos citar a Fortaleza de Santa Cruz, o Instituto Penal

Dentre as instituições prisionais que receberam esses prisioneiros no Rio de Janeiro, podemos citar a Fortaleza de Santa Cruz, o Instituto Penal Memória e Espaço: A inserção dos presos políticos nos presídios do Estado do Rio de Janeiro. Bárbara Nunes Alves Loureiro * Bianca Izumi Maeda * Fabio Villani Simini * Resumo Em abril de 1964, a deposição

Leia mais

Trabalhadoras Metalúrgicas, 1978: um documentário em que vozes e imagens dizem mais do que se pretendia 1

Trabalhadoras Metalúrgicas, 1978: um documentário em que vozes e imagens dizem mais do que se pretendia 1 Trabalhadoras Metalúrgicas, 1978: um documentário em que vozes e imagens dizem mais do que se pretendia 1 Marcos CORRÊA 2 Faculdade do Povo (FAPSP) Alfredo Dias D ALMEIDA 3 Lar Fabiano de Cristo (LFC)

Leia mais

CONCEITOS. Artes História do retrato-pintura. História do retrato-fotografia. Arte e tecnologia. Matemática Transformações.

CONCEITOS. Artes História do retrato-pintura. História do retrato-fotografia. Arte e tecnologia. Matemática Transformações. Sala de Professor MESTRE JÚLIO: RETRATO PINTADO CONCEITOS Artes História do retrato-pintura. História do retrato-fotografia. Arte e tecnologia. Matemática Transformações. Sociologia Indústria cultural.

Leia mais

"Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião, o tempo rodou num instante, nas voltas do meu coração"

Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião, o tempo rodou num instante, nas voltas do meu coração "Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião, o tempo rodou num instante, nas voltas do meu coração" 2 Meta da aula AULA Apresentar os processos de mudança dos valores, dos padrões sociais e das ciências,

Leia mais

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Diálogos - Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História ISSN: 1415-9945 rev-dialogos@uem.br Universidade Estadual de Maringá Brasil de Melo Salgueiro, Eduardo "O MAIOR

Leia mais

Filme: A Pessoa é Para o que Nasce

Filme: A Pessoa é Para o que Nasce Filme: A Pessoa é Para o que Nasce Gênero Documentário Diretor Roberto Berliner Elenco Conceição, Maria, Regina Ano 1998 Duração 6 min Cor Colorido Bitola 35mm País Brasil Disponível em: http://www.portacurtas.com.br/filme.asp?cod=1010

Leia mais

WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL

WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL PROGRAMA Tronco Comum SESSÃO 1 Apresentação do Workshop e Introdução à Linguagem Audiovisual 3 horas Apresentação dos intervenientes (formador e formandos). Apresentação

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: EM DEFESA DE UMA AÇÃO INTERDISCIPLINAR

ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: EM DEFESA DE UMA AÇÃO INTERDISCIPLINAR 1 ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: EM DEFESA DE UMA AÇÃO INTERDISCIPLINAR Maurina Passos Goulart Oliveira da Silva 1 mauripassos@uol.com.br Na formação profissional, muitas pessoas me inspiraram: pensadores,

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

Sons e Imagens da Rememoração - Texto para divulgação. Ana Maria Mauad Coordenadora do Projeto

Sons e Imagens da Rememoração - Texto para divulgação. Ana Maria Mauad Coordenadora do Projeto Sons e Imagens da Rememoração - Texto para divulgação Ana Maria Mauad Coordenadora do Projeto Sons e imagens da rememoração: narrativas e registros das identidades e alteridades afrobrasileira nos séculos

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

ATIVIDADES ON LINE 9º ANO DITADURA MILITAR

ATIVIDADES ON LINE 9º ANO DITADURA MILITAR ATIVIDADES ON LINE 9º ANO DITADURA MILITAR 1-"O movimento de 31 de março de 1964 tinha sido lançado aparentemente para livrar o país da corrupção e do comunismo e para restaurar a democracia, mas o novo

Leia mais

PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA. CRÉDITOS: 04 (T-04 P-0 ) Cada Crédito corresponde a 15h/ aula

PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA. CRÉDITOS: 04 (T-04 P-0 ) Cada Crédito corresponde a 15h/ aula UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO DECANATO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS E REGISTRO GERAL DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA CÓDIGO: IH

Leia mais

Seo Tuta, Um homem de som e imagem 1

Seo Tuta, Um homem de som e imagem 1 Seo Tuta, Um homem de som e imagem 1 Paulo Harison Lima Maia 2 Carlos Fernanda Guiraldo 3 Gilmar Aparecido Fernandes 4 Beatris Felício Paschoalini 5 Vitor Bergamo Nunes 6 Renata Boutin Becate 7 Centro

Leia mais

UM ALMANAQUE COMO CONTEXTO ALFABETIZADOR: UMA EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

UM ALMANAQUE COMO CONTEXTO ALFABETIZADOR: UMA EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES UM ALMANAQUE COMO CONTEXTO ALFABETIZADOR: UMA EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Autoras: Elaine Cristina Borba Rusenhack e Renata Corrêa Rodrigues Cidade: Niterói. País: Brasil Email: elainerusenhack@gmail.com

Leia mais

NADJA VLADI - Editora da revista Muito.

NADJA VLADI - Editora da revista Muito. NADJA VLADI - Editora da revista Muito. Jornalista, doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Faculdade de Comunicação da UFBA. Atualmente atua como editora-coordenadora da revista Muito do

Leia mais

Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki

Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki Jamer Guterres de Mello 1 Resumo Este trabalho pretende demonstrar de que forma as imagens digitais produzem

Leia mais