REVISTA ACADÊMICA DA FACULDADE FERNÃO DIAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REVISTA ACADÊMICA DA FACULDADE FERNÃO DIAS"

Transcrição

1 TERCEIRIZAÇAO, COMPETITIVIDADE E REDUÇÃO DE CUSTOS: UM ESTUDO DE CASO Geraldo Daré Pereira (PUC/FAFE) * Flávio Passiani de Almeida (FALC) ** Wellington Nunes de Paula (FALC) *** Resumo A competitividade empresarial e o desejo pelo poder provocaram a descentralização das atividades empresariais, o que possibilitou o surgimento de novas relações de trabalho, sendo uma delas a terceirização. Nesse contexto, o presente artigo objetiva mostrar, por meio de pesquisa bibliográfica e de campo, que com a abertura da economia globalizada, as empresas terceirizaram alguns serviços, pretendendo garantir lugar no mercado nacional e internacional, para continuarem competitivas; porém, isso tem reflexo direto sobre os empregados terceirizados, que têm salários menores e, em alguns casos, um grau de escolaridade baixa, em comparação ao trabalhador que tem contrato direto. Palavras-chave: Terceirização. Competitividade. Redução de custos. Globalização. Empresa. Abstract Business competitiveness and the desire for power led to the decentralization of business activities, which enabled the emergence of new working relationships, one of which is outsourcing. In this context, this article aims to show, through literature and field research, that with the opening of the globalized economy, companies have outsourced some services, intending to secure a place in the national and international market to remain competitive; however, this has a direct influence over outsourced employees who have lower wages and, in some cases, a low degree of schooling, compared to workers who have, compared to workers who have direct contract. Keywords: Outsourcing. Competitiveness. Cost reduction. Globalization. Company. * Mestre em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Especialista em Administração Econômico-financeira e em Gerência Empresarial Administrativa. Bacharel em Economia. Professor da Faculdade Fernão Dias FAFE e da Faculdade da Aldeia de Carapicuíba FALC. ** Acadêmico do Curso de Administração Geral da Faculdade da Aldeia de Carapicuíba FALC. Contato: *** Acadêmico do Curso de Administração Geral da Faculdade da Aldeia de Carapicuíba FALC. Contato: 1

2 Introdução A terceirização vem evoluindo no decorrer do tempo, principalmente nas últimas décadas, em função da intensificação da globalização, o que obrigou as empresas a reduzirem custos para melhorar a competitividade no mercado. O mundo atual passa por um constante processo de transformação e essas mudanças fazem com que as organizações precisem, também, serem mais flexíveis e rápidas, no que diz respeito aos seus modelos de gestão de pessoas, que são definidos como modelos de gerenciar e orientar o comportamento humano no trabalho (FISCHER, 2002, p. 12), uma vez que é do capital humano que as empresas dependem, para o seu sucesso. Fischer (2002) enfatiza a importância do modelo de gestão de pessoas ao afirmar que o comportamento organizacional não é produto direto de um processo de gestão, mas os resultados das relações pessoais, interpessoais e sociais que ocorrem na empresa. Gestão de pessoas significa, portanto, orientação e direcionamento desse agregado de interações humanas. Com base nesta ideia, surge a proposta de uma gestão estratégica de pessoas, no contexto das organizações. Apesar dos avanços da terceirização, as empresas que terceirizam estão cada vez mais preocupadas com a falta de comprometimento dos funcionários em relação às regras estabelecidas pela empresa terceirizada. Isso acontece devido a esses funcionários acreditarem que ganham menos do que os funcionários da empresa que terceiriza. Sabemos, também, que há discriminação dos funcionários terceirizados dentro das empresas, não pelas chefias de ambas as empresas, mas, muitas vezes, pelos próprios funcionários das empresas que terceirizam. Apesar disso, a terceirização é necessária, uma vez que, com esse procedimento, as empresas afirmam que reduzem os seus custos. Nesse contexto, nosso estudo pretende mostrar que a maioria dos funcionários das empresas terceirizadas sofre constante defasagem na renda, e que, muitas vezes, são discriminados. Pretendemos investigar a relação dos funcionários terceirizados e suas atribuições nos cumprimentos das regras e deveres, e identificar o grau de comprometimentos dos trabalhadores com a empresa contratada e contratante. Outro 2

3 objetivo do nosso trabalho é relacionar a prática de trabalho da empresa contratada e o comprometimento (ou não) do empregado, pesquisando também sobre o nível de escolaridade dos funcionários das empresas que mais terceirizam, bem como suas razões (ou motivos) para terceirizar. A maioria dos funcionários de empresas terceirizadas, em geral, tem grau de escolaridade mais baixo do que os funcionários da empresa que terceirizou, visto que os tipos de serviços terceirizados não requerem muita especialização. Observamos, também, que há discriminação de funcionários terceirizados dentro das empresas, pois os funcionários das empresas terceirizadas perdem benefícios devido, na maioria das vezes, ao fato de que as empresas que terceirizam não dispor de todos os benefícios que a empresa que terceirizou oferece a seus funcionários efetivos. 1 Origem da Terceirização Há diferentes versões para a origem da terceirização. Para Sekido (2010), a terceirização teve início com o surgimento da indústria automobilística, quando as montadoras começaram a comprar peças fabricadas por terceiros e, assim, ocorre a montagem, propriamente dita. Já para Fernandes (2010), a terceirização teve origem nos Estados Unidos da América, após a Segunda Guerra Mundial, quando as indústrias de armamento passaram a buscar parceiros externos para aumentar sua capacidade de produção. A competitividade empresarial e o desejo pelo poder provocaram a descentralização das atividades empresariais, o que possibilitou o surgimento de novas relações de trabalho, sendo uma delas a terceirização (FERNANDES, 2010). No entanto, seja qual for a origem, a partir da última década, têm ocorrido mudanças radicais no mercado mundial, onde, além do lucro, há também a preocupação com a qualidade e com o cliente. Nessa perspectiva, existe a necessidade de baixar os custos de produção e a terceirização entra como técnica administrativa para esse fim (SEKIDO, 2010). Uma boa parte das empresas de terceirizações, no Brasil, foi fundada por antigos trabalhadores das empresas principais, em processos individuais ou coletivos. A 3

4 terceirização não é encarada como um modismo, mas sim como uma opção de sobrevivência para as empresas, e exatamente nesse âmbito, que se enfoca a terceirização por se tratar de um projeto moderno e arrojado de administração que busca, claramente, eficiência ligada a uma redução de custos aparentes e concentrando seus esforços e energia na atividade principal da empresa (GIOSA, 1997). Para a empresa contratante é positivo o fato de proporcionar a concentração dos recursos liberados para a área produtiva, melhorando a qualidade e competitividade do produto, incrementando a produtividade, reduzindo os controles, liberando a supervisão para outras áreas produtivas. Além disso, esse processo reduz as perdas, evitando o sucateamento dos equipamentos, libera recursos para a aplicação em outras tecnologias, concentrando esforços na criação de novos produtos. Também reduz os custos administrativos e de pessoal, gerando ganho de competitividade, além de pulverizar a ação sindical e aperfeiçoar o uso de espaços colocados em disponibilidade, aumentando a especialização, agilizando as decisões e simplificando a estrutura empresarial. Assim, proporciona o aumento do lucro, gera melhoria, diminui o nível hierárquico e gera mais empregos, para novas empresas (GIOSA, 1997). Por outro lado, existe um aspecto negativo para a empresa contratante, no que diz respeito ao desconhecimento da administração e da filosofia da empresa pelo terceirizado, podendo, atrapalhar os anseios dela. Isso cria dificuldades para encontrar uma parceria ideal. Embora o uso da terceirização tenha como objetivo focar a empresa em sua atividade-fim 1, na verdade, o mercado, em geral, busca a redução de custos em curto prazo e o que realmente ocorre, em longo prazo, é que o próprio futuro da empresa é ameaçado, em função de queda de qualidade relatada por clientes da empresa. Isso pode se dar inclusive devido à alta rotatividade de funcionários nas empresas terceirizadas, o que implica na perda de bons funcionários (GIOSA, 1997). 1 Bonfliglioli (2014) escreve que, tanto a doutrina quanto a jurisprudência definem como atividade-fim aquela que caracteriza o objetivo principal da empresa, a sua destinação, o seu empreendimento, normalmente expresso no contrato social, e como atividade-meio aquela que não é inerente ao objetivo principal da empresa, trata-se de serviço necessário, mas que não tem relação direta com a atividade principal da empresa, ou seja, é um serviço não essencial. 4

5 Há estudos que indicam que trabalhadores terceirizados têm salários, benefícios e condições de trabalho inferiores, caracterizando uma precarização do trabalho. Essa é, segundo Giosa (1997), uma das principais conclusões de seu estudo sobre terceirização e diversificação, nos regimes de contratação de mão de obra. 2 Evolução histórica da terceirização Para Fernandes (2010), desde os primórdios dos tempos havia uma crença de que quanto menos dependêssemos de terceiros, melhor. Acredita-se que o motivo desse posicionamento encontra fundamento nos meios de comunicação, que eram ineficientes naquela época. Com o passar do tempo, especialmente nas empresas, a relação com terceiros a terceirização foi se tornando necessária de forma a atender os anseios da sociedade. A despeito das controvérsias sobre suas origens, a terceirização foi, segundo Fernandes (2010) largamente utilizada, em meados da década de 40, pelos países europeus que participaram da Segunda Guerra Mundial, para a produção de armamentos. Assim, por estar sobrecarregada e sem condições de atender à demanda, a indústria bélica iniciou o processo de transferência de serviços a terceiros, que seriam contratados para dar suporte ao aumento da produção de uniformes militares, armas leves e pesadas, munição, navios, aviões e tanques de guerra. 3 A terceirização no Brasil No Brasil, a ideia de terceirização começou a surgir em Naquela época, o país era assolado por uma crise econômica, ocasião em que cafeicultores investiram em indústrias que empregavam terceiros para execução de tarefas secundárias, no intuito de poupar a verba destinada a mão de obra. Apesar de já fazer parte da realidade do país, a intermediação de mão de obra não era regularizada até meados da década de 1960, quando, pelos Decretos lei n e nº nasce a possibilidade da contratação de serviços de segurança bancária (FERNANDES, 2010, p. 2). 5

6 A partir da vigência do Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967, a contratação de serviços pela Administração Pública Federal passou a ser regulamentada por norma legal. O art. 10 do citado Decreto estabelece que a execução das atividades da Administração Federal deve ser amplamente descentralizada. Esse cenário propiciou a terceirização, no Brasil que ganha força no final dos anos 80, com as montadoras, empresas ligadas a indústria automobilística. Escreve Fernandes (2010, p. 3) que em decorrência da instalação das indústrias automobilísticas, ocorre a desverticalização da linha de produção, mas sem qualquer impedimento do Direito do Trabalho porque o serviço era prestado diretamente aos fornecedores de tais indústrias, ficando o prestador de serviço vinculado apenas ao seu verdadeiro empregador, fornecedor de peças. A terceirização, dessa forma, foi a alternativa recomendada pelas empresas para restringir seus custos e investir nas suas atividades principais, garantindo-lhes maior competitividade no mercado. 4 A lei da terceirização O enunciado 331 do Tribunal Superior do Trabalho é que rege a terceirização no Brasil, ou seja, o contrato de prestação de serviços (BASILE, 2010, p. 78). A contratação de trabalhadores por empresas interpostas é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços, salvo no caso de trabalho temporário (Lei n 6019, de 03/01/74). A contratação irregular de trabalhador, por meio de empresa interposta, não gera vínculo de emprego com os órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional (Art. 37, II, da Constituição da República, 1988). Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância, de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados a atividade-meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta (Lei nº 7102, de 20/6/1983). O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica na responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços, quanto àquelas obrigações, 6

7 desde que este tenha participado da relação processual e constem também do título executivo judicial (art.71 da Lei nº 8.666, de 21/06/1993). 5 A Terceirização nos dias atuais Basile (2010) escreve que a terceirização tem sido objeto de polêmicas, principalmente no que se refere a sua limitação às chamadas atividade-meio da empresa, quanto a terceirizar atividades para cooperativas de trabalho e também quanto às implicações da terceirização para a justiça do trabalho. O Relatório DIEESE (2003) mostra que os setores em que mais ocorre a terceirização estão na área de serviços de transporte, restaurante, limpeza, segurança, assistência médica, serviços jurídicos, contábeis e outros serviços que não fazem parte do objetivo fim da empresa. No entanto, o tema terceirização de serviços, no momento atual, não pode ser mais estudado de maneira simplista, não se tratando mais da execução de certas tarefas esporádicas ou atividades que não estão incluídas no núcleo empresarial. Antes, a terceirização atingia os serviços de apoio à produção, como os serviços de limpeza, transportes, vigilância e outros. A contar dessa nova reestruturação produtiva, atingiu os trabalhos ligados às atividades-fim da empresa, vinculados aos principais setores da produção, com trabalho qualificado, oferecendo uma nova divisão do processo produtivo, aliado à manutenção do nível tecnológico (DIEESE, 2003). 5.1 A terceirização e a responsabilidade social da empresa A responsabilidade social da empresa está vinculada diretamente ao conceito de cidadania aplicada ao contexto empresarial. Em outras palavras, trata-se de articular os projetos empresariais com os da coletividade. Para a sua concretização, a empresa deve estar voltada à construção de uma realidade social mais justa, percebendo as necessidades do mundo e agindo de modo a fazer com que o seu desenvolvimento se realize de uma forma sustentada, não pautada somente em valores econômicos. Dentro 7

8 do projeto individual da empresa, deve estar contida a sua relação com o contexto coletivo, partindo de uma ética de responsabilidade, em que o seu crescimento deve estar respaldado com o crescimento da sociedade (Oliveira, 2003). 5.2 Terceirização, reorganização produtiva e empresa social A tendência das empresas modernas deve ser a de organizar o processo produtivo com base na iniciativa dos seus empregados e na capacidade para eliminar custos, ao mesmo tempo em que as empresas procuram atender a dinâmica e a necessidade do mercado, normalmente produzindo em lotes de pequena dimensão e mantendo baixos estoques. A característica central e diferenciadora do chamado método japonês, foi abolir a função de trabalhadores profissionais especializados em apenas uma função, para torná-los especialistas multifuncionais, ou seja, a organização da produção em células e não em linhas rígidas (Oliveira, 2003). Essa nova forma de gerenciamento, com a interação de empresas, em uma escala evoluída de terceirização necessita da estabilidade do seu pessoal, elemento extremamente importante para a implementação desse modelo. Nessas condições, está se consolidando um sistema de produção planejado, sob a premissa do controle relativo do mercado, pela grande empresa. Assim, o que é importante nesse modelo é a "desintegração vertical da produção" (Oliveira, 2003, p. 171), compondo um conjunto de empresas, substituindo a integração vertical de departamentos, dentro da mesma estrutura empresarial, normalmente burocratizada. 6 Razões para a terceirização no Brasil O processo de terceirização da produção e da prestação de serviços, no Brasil e em quase todos os países capitalistas, desenvolveu-se como parte do rearranjo produtivo, iniciado na década de 1970, a partir da terceira Revolução Industrial, e que se prolonga até os dias de hoje, segundo dados do DIESSE (2003), com mudanças importantes na organização da produção e do trabalho e, no caso específico da terceirização, na relação entre empresas. 8

9 O Relatório técnico do DIEESE (2003) aponta que as principais razões da terceirização no Brasil são: Abertura da economia (globalização), o que obrigou as empresas a garantir lugar no mercado nacional e internacional; A crise, na década de 1980, que obrigou as empresas a reduzirem custos, e grande parte delas optou pelo enxugamento dos quadros de funcionários; Outras optaram por focar esforços em seu produto final, terceirizando atividades chamadas meio; Diminuir gastos, redução de custos e melhor controle de desempenho e qualidade. O mesmo Relatório técnico do DIEESE (2003) cita, ainda, os resultados presentes em todos os processos de terceirização, segundo as empresas: Redução do quadro direto de empregados; Desmobilização dos trabalhadores para reivindicações; Desmobilizações para greve; Redução das ações trabalhistas; Melhor qualidade; Maior controle de qualidade; Aumento da produtividade; Melhor administração do tempo da empresa. 7 Empregados terceirizados trabalham mais e ganham menos Morais (2011), comentando dados divulgados em 2011 pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), que compilou dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE/SEADE), diz que os empregados terceirizados trabalham mais, ganham 9

10 menos e perdem o emprego mais rapidamente do que os contratados diretamente pelas empresas. Segundo esses dados (MORAIS, 2011), os empregados terceirizados trabalham, em média, três horas a mais por semana que os contratados diretos, sem considerar as horas extras. Sem essas horas a mais, diz o estudo, vagas poderiam ter sido criadas no ano passado. Mas, segundo o autor, os números deixam um grande desafio, que é melhorar a qualidade do mercado de trabalho para o país crescer de forma sustentável. De milhões de trabalhadores com emprego formal no país, os empregados terceirizados representam 25,5% (10,865 milhões). São Paulo é o estado campeão em terceirizados (3,675 milhões), seguido por Minais Gerais (1,138 milhão) e Rio de Janeiro (1,085 milhão). Além de trabalhar mais, o levantamento constatou ainda que os salários dos terceirizados é menor: com base na remuneração de dezembro de 2010, estes ganhavam em média R$1.329,40, cerca de 27,1% a menos que os contratados diretos, com salário médio de R$1.824,20, que realizavam a mesma função. O salário só não é menor porque os terceirizados trabalham em empresas pequenas ou porque têm baixa escolaridade. Pelo estudo, 53,4% dos terceirizados estão em empresas com mais de cem funcionários. Além disso, 61% dos trabalhadores em setores tipicamente terceirizados têm ensino médio e superior. Este percentual para os contratados diretamente é de 75% (MORAIS, 2011). A pesquisa diz também que a terceirização acelera a rotatividade da mão de obra no mercado de trabalho. Enquanto a permanência no trabalho direto é, em média, de 5,8 anos numa mesma empresa empregadora, o trabalho terceirizado é de 2,6 anos. Os dados ajudam a explicar porque 44,9% de todos os terceirizados saíram do emprego entre janeiro e agosto de 2010, enquanto apenas 22% dos que foram diretamente contratados, passaram pela mesma situação (MORAIS, 2011). Além disso, é comum empresas terceirizadas interromperem suas atividades, sem indenizar os funcionários. Os calotes são constantes em empresas de vigilância e de asseio e conservação. Segundo Morais (2011), a empresa desaparece e os trabalhadores não recebem as verbas indenizatórias às quais têm direito com o fim do contrato. De 10

11 acordo com a CUT (apud MORAIS, 2011), dados do Sindicato dos Rodoviários do DF mostram que, só no Tribunal Superior do Trabalho (TST), mais de 40 motoristas aguardavam a restituição de salários, férias e rescisão do contrato com a extinta empresa Serviter, que fechou as portas e desapareceu. 8 Comparação de dados tabela. Para melhor entendimento, a seguir apresentaremos alguns dados em forma de Tabela 1: Números da terceirização Distribuição dos trabalhadores Número de trabalhadores % Setores tipicamente terceirizados Setores tipicamente contratantes Total % Fontes: RAIS, 2010; DIEESE/CUT NACIONAL, Tabela 2: Condições de trabalho, remuneração Condições de trabalho Remuneração de dezembro 2011 Tempo de emprego anos Jornada semanal contratada horas Setores tipicamente contratantes Setores tipicamente terceirizados Diferença terceirizados/ contratantes R$: 1.824,20 R$: 1.329,40 R$: 494,80 5,8 anos 2,6 anos 3,2 anos 40 h 43 h 3 h Fonte: DIEESE/CUT NACIONAL, Tabela 3: Faixa salarial de operários terceirizados Distribuição por faixa salarial Terceirizados De 1 a 2 salários mínimos 48% 11

12 De 2 a 3 salários mínimos 36% De 3a 4 salários mínimos 12% De 4 a 6 salários mínimos 04% De 6 a 8 salários mínimos 00% Acima de 8 salários mínimos 00% Total 100% Fonte: CUT, 2010/2011. Tabela 4: Distribuição de trabalhadores por região Distribuição dos trabalhadores Nº trabalhadores terceirizados % Nº trabalhadores contratantes % Total de trabalhadores Região norte , , Região nordeste Região sudeste Região sul , Centro oeste Total Fontes: RAIS, 2010; DIEESE/CUT NACIONAL, Tabela 5: Distribuição por grau de escolaridade Distribuição dos trabalhadores Setores tipicamente terceirizados Setores tipicamente contratantes Nº trabalhadores % Nº trabalhadores % Total Fundamental , incompleto Fundamental completo Médio incompleto Médio completo

13 Total Fonte: DIEESE/CUT NACIONAL, Observando-se os dados acima, percebe-se que ainda há diferenças relacionadas ao salário, que é menor entre os trabalhadores terceirizados em comparação ao trabalhador que tem seu contrato direto, o mesmo ocorre com o grau de escolaridade, que é baixo, entre os funcionários terceirizados. O tempo de emprego demonstra uma grande diferença entre trabalhadores diretos e terceirizados: enquanto a permanência no trabalho é de 5,8 anos para os trabalhadores diretos, em média, para os terceirizados é de 2,6 anos. Desse fato, decorre a alta rotatividade dos terceirizados 44,9% contra 22% dos diretamente contratados. Isso tem uma série de consequências para o trabalhador, que alterna períodos de trabalho e períodos de desemprego, resultando na falta de condições para organizar e planejar sua vida pessoal e profissional; esses dados têm também um rebatimento sobre o FAT (Fundo de Amparo do Trabalhador), pois a alta rotatividade pressiona para cima os custos com o seguro desemprego. A seguir, iremos apresentar alguns gráficos relacionados à pesquisa de campo, realizada em duas empresas (uma empresa tomadora de serviços e uma empresa prestadora de serviços). 9 Pesquisa de campo Para esta pesquisa, elaborou-se um questionário com doze (12) questões fechadas, referentes ao tema abordado. O questionário foi aplicado a 23 pessoas com idades entre 22 e 55 anos de ambos os sexos, integrantes do quadro de chefia de uma empresa tomadora de serviços e de uma empresa prestadora de serviços. Os dados obtidos são reproduzidos, a seguir, sob a forma de gráficos, cujas informações, serão analisadas, mais adiante. 13

14 14

15 15

16 16

17 17

18 Percebemos que, dentre os funcionários da chefia, a maioria (74%) considera que, com a terceirização, a empresa reduz custos; 65% dos chefes identificaram que os funcionários terceirizados sofrem preconceito na empresa; 78% acham que o funcionário terceirizado tem baixo nível de escolaridade e que é mal remunerado (56%), em consequência disso. Para 48%, a terceirização trouxe vantagem ao trabalhador, mas 30% disseram discordar dessa afirmação. 82% consideram que existem vantagens competitivas quando se terceiriza algum serviço. 57% dos chefes acham que a rotatividade dos funcionários terceirizados prejudica quem contrata e 43% acham que essa rotatividade em nada prejudica a contratante. 44% dos chefes que responderam o questionário concordam que os funcionários terceirizados estão preparados para a função que exercem, e 30% acham que não. A grande maioria (78%) diz que existe falta de comprometimento dos funcionários terceirizados em relação às regras estabelecidas nas empresas terceirizadas. 74% dos chefes consideram que os funcionários terceirizados não trabalham em harmonia com os colegas não terceirizados. E, finalmente, 65% concordam que a terceirização é uma forma de se atingir melhores resultados na empresa, concentrando esforços e energia para a sua atividade principal. Esses dados, obtidos com a aplicação do questionário aos chefes das empresas contratantes e contratadas, confirmam as informações obtidas na pesquisa bibliográfica, especialmente quando Fischer (2002) e Giosa (1997) afirmam que a terceirização é procedimento necessário, atualmente, e que, com ela, as empresas reduzem custos e melhoram a competitividade (FERNANDES, 2010), porque se torna possível à empresa concentrar esforços na atividade final (ou atividade-fim), como afirma Bonfiglioli (2014). Os dados do DIEESE (2003) também se refletiram em nossa pesquisa de campo, quando os chefes afirmaram que os funcionários terceirizados têm baixo nível de escolaridade (quando comparados aos não terceirizados), que são mal remunerados e sofrem preconceito. 18

19 Considerações Finais Com base na iniciativa dos seus empregados e na capacidade para eliminar custos, ao mesmo tempo em que procuram atender a dinâmica e a necessidade do mercado, podemos dizer que a terceirização não tende a retroceder, muito pelo contrário, está crescendo e absorvendo serviços de vários seguimentos e buscando fazer com que o empregado incorpore-se efetivamente à empresa, de forma a sociabilizá-la. Deste processo, existe a possibilidade de compatibilizar a falta de comprometimento do funcionário, assim como a discriminação existente, dentro das empresas à reorganização produtiva. Percebemos que ainda há diferenças relacionadas ao salário, pois é menor em função do grau de escolaridade baixa dos funcionários terceirizados, em comparação ao trabalhador que tem seu contrato direto. A pesquisa comprovou que os funcionários terceirizados ganham menos que os funcionários de empresas de grande porte; nas áreas que mais se terceiriza, não se exige um alto grau de escolaridade, pois essas áreas geralmente são relacionadas à limpeza, vigilância, transporte e restaurante. A nossa pesquisa, também, mostra que a rotatividade nas empresas terceirizadas é mais alta que nas empresas que terceirizam. Para finalizar, vemos que a terceirização, apesar de apresentar vários problemas, conforme citamos em nosso artigo, torna-se necessária para o mundo econômico moderno; porém, há necessidade de melhorar o atendimento social e a qualidade de vida dos funcionários das empresas terceirizadas. Referências Bibliográficas BASILE, Cesar Reinaldo Offa. Direito do trabalho teoria geral a segurança e saúde. São Paulo: Saraiva, BONFIGLIOLI, José Carlos. Trabalho temporário e prestação de serviços à terceiros: aspectos legais e sociais. Disponível em acessado em junho de

20 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE Disponível em Compilado.htm. Acessado em junho de CUT Central Única dos Trabalhadores. Pesquisa de Percepção dos Trabalhadores em Setores e empresas selecionados Disponível em Acessado em junho de DIEESE Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. Relatório Técnico: O Processo de Terceirização e seus Efeitos sobre os Trabalhadores no Brasil Disponível em: < Acesso em 16 Out DIEESE/CUT NACIONAL. Terceirização e Desenvolvimento: Uma conta que não fecha. Dossiê sobre o impacto da terceirização sobre os trabalhadores e propostas para garantir a igualdade de direitos. Setembro, Disponível em Acessado em junho de DIEESE/SEADE. Microdados da PED Pesquisa de Emprego e Desemprego Disponível em Acessado em junho de FERNANDES, Jorge Ulisses Jacoby. Terceirização no serviço público Disponível em /legis/terceirizacao/tsp.pdf Acesso em: 20 nov FISCHER, André Luiz. Um resgate conceitual e histórico dos modelos de gestão de pessoas. In: As pessoas na organização. São Paulo: Editora Gente, GIOSA, Lívio Antônio. Terceirização: uma abordagem estratégica. São Paulo: Pioneira, LEI 6019/1974. Dispõe sobre o Trabalho Temporário nas Empresas Urbanas. Disponível em Acessado em junho de LEI 7102/1983. Dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que 20

Terceirização: o que é? terceirização

Terceirização: o que é? terceirização Terceirização: o que é? A terceirização é o processo pelo qual uma empresa deixa de executar uma ou mais atividades realizadas por trabalhadores diretamente contratados por ela, e as transfere para outra

Leia mais

8º.Seminário de Qualificação do Servidor Público Municipal

8º.Seminário de Qualificação do Servidor Público Municipal 8º.Seminário de Qualificação do Servidor Público Municipal FUP Federação Única dos Petroleiros Secretaria de Relações Internacionais e Setor Privado Anselmo Ernesto Ruoso Jr. Porto Alegre, 10 de maio de

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO. Autor: Ivaldo Kuczkowski, Advogado Especialista em Direito Administrativo e Conselheiro de Tributos da Empresa AUDICONT Multisoluções.

TERCEIRIZAÇÃO. Autor: Ivaldo Kuczkowski, Advogado Especialista em Direito Administrativo e Conselheiro de Tributos da Empresa AUDICONT Multisoluções. TERCEIRIZAÇÃO Autor: Ivaldo Kuczkowski, Advogado Especialista em Direito Administrativo e Conselheiro de Tributos da Empresa AUDICONT Multisoluções. INTRODUÇÃO Para que haja uma perfeita compreensão sobre

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO TERCEIRIZAÇÃO

ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO TERCEIRIZAÇÃO ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO TERCEIRIZAÇÃO Estudamos até o momento os casos em que há vínculo empregatício (relação bilateral, nas figuras de empregado e empregador) e, também, casos em que existe

Leia mais

Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização

Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização São Paulo, 28 de Abril de 2015 Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização Objetivos da Terceirização Aumentar a produtividade e reduzir custos. Aumento de qualidade em razão da especialização das empresas

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

TERCEIRIZAÇÃO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS TERCEIRIZAÇÃO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto de Lei 4330 de 2004 (Autor Dep. Sandro Mabel) Aprovado na CDEIC e CTASP COMISSÃO ESPECIAL Relator Dep. Roberto Santiago CCJC Relator Dep. Arthur Maia Comissão

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO - TST -

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO - TST - AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO - TST - (4 e 5 de outubro de 2011) PROF. LÍVIO GIOSA PROF. LÍVIO GIOSA Administrador de Empresas com Pós Graduação em Business Administration pela New York University

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Controle de Ponto do Trabalhador terceirizado

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Controle de Ponto do Trabalhador terceirizado Controle de Ponto do Trabalhador terceirizado 13/11/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 5 5. Informações

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO - TST -

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO - TST - AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO - TST - (4 e 5 de outubro de 2011) PROF. LÍVIO GIOSA PROF. LÍVIO GIOSA Administrador de Empresas com Pós Graduação em Business Administration pela New York University

Leia mais

PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA

PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA O texto que se segue foi elaborado pela CUT, por meio do GT Terceirização, coordenado pela Secretaria

Leia mais

Jorge Ulisses Jacoby Fernandes Diva Belo Lara

Jorge Ulisses Jacoby Fernandes Diva Belo Lara TERCEIRIZAÇÃO NO SERVIÇO PÚBLICO Sumário: 1. Conceito 2. Evolução histórica 3. Terceirização no Brasil 4. Terceirização lícita e ilícita 5. Contratação Direta 6. Terceirização e Lei de Responsabilidade

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO, VANTAGENS E DESVANTAGENS PARA AS EMPRESAS.

TERCEIRIZAÇÃO, VANTAGENS E DESVANTAGENS PARA AS EMPRESAS. TERCEIRIZAÇÃO, VANTAGENS E DESVANTAGENS PARA AS EMPRESAS. Márcia Moraes Imhoff 1 Aline Perico Mortari 2 RESUMO A realização das atividades organizacionais por pessoas jurídicas distintas da organização

Leia mais

Os males da terceirização

Os males da terceirização Boletim Econômico Edição nº 02 setembro de 2013 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Os males da terceirização 1 Introdução A terceirização instaurou uma nova dinâmica nas relações

Leia mais

Ciclo de Palestras para Síndicos e Administradoras de Condomínios do Grande ABC.

Ciclo de Palestras para Síndicos e Administradoras de Condomínios do Grande ABC. Ciclo de Palestras para Síndicos e Administradoras de Condomínios do Grande ABC. QUESTÕES TRABALHISTAS EM CONDOMÍNIOS Palestrante: Carlos Alexandre Cabral 2/30 1 -ESCALA 6 POR 1 Antonio (auxiliar ou servente)

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO ASPECTOS JURÍDIC FUNDAMENTAIS

TERCEIRIZAÇÃO ASPECTOS JURÍDIC FUNDAMENTAIS 39 TERCEIRIZAÇÃO OS ASPECTOS JURÍDIC FUNDAMENTAIS 1 A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE nas mais diversas áreas: organização empresarial, finanças,

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO NO BRASIL:

TERCEIRIZAÇÃO NO BRASIL: TERCEIRIZAÇÃO NO BRASIL: Qual trabalho para o desenvolvimento sustentável Painel: A Evolução da Terceirização no Brasil e no Mundo Seminário Terceirização, Evolução e Marco Legal Valor Econômico Artur

Leia mais

Terceirização é precarização do trabalho

Terceirização é precarização do trabalho CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO RECONHECIDA NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE EM 16 DE SETEMBRO DE 2010 Estudo técnico Edição nº 25 abril de 2015 Organização

Leia mais

A DESVIRTUALIZAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO

A DESVIRTUALIZAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO A DESVIRTUALIZAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO A essência da terceirização visa trazer às empresas contratantes desenvolvimento econômico, especialização dos serviços, competitividade, busca de qualidade, controles

Leia mais

1 Informações diversas Projeto de Terceirização A Câmara dos Deputados concluiu dia 22/04 a votação do projeto de lei que regulamenta contratos de terceirização. O texto principal foi aprovado no último

Leia mais

Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9

Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9 Arquivo Título: Flexibilidade: Um Novo Formato das Organizações Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9 RESUMO

Leia mais

Resumo Aula-tema 03: Relações de Trabalho: empregado x empregador. Terceirização.

Resumo Aula-tema 03: Relações de Trabalho: empregado x empregador. Terceirização. Resumo Aula-tema 03: Relações de Trabalho: empregado x empregador. Terceirização. O Direito do Trabalho não se preocupa apenas e tão somente com as relações entre empregado e empregador. Sua abrangência

Leia mais

Contratos de prestação de serviços - Terceirização

Contratos de prestação de serviços - Terceirização Contratos de prestação de serviços - Terceirização Inicialmente há que se esclarecer quais os pontos básicos que podem definir a licitude ou ilicitude da terceirização de serviços, tendo como base as permissões

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, DE 1º DE SETEMBRO DE 1997. Art. 1º Baixar as seguintes instruções a serem observadas pela Fiscalização do Trabalho.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, DE 1º DE SETEMBRO DE 1997. Art. 1º Baixar as seguintes instruções a serem observadas pela Fiscalização do Trabalho. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, DE 1º DE SETEMBRO DE 1997 Dispõe sobre a fiscalização do trabalho nas empresas de prestação de serviços a terceiros e empresas de trabalho temporário. O MINISTRO DE ESTADO DE

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

Prof. Ms. Jouberto de Quadros Pessoa Cavalcante

Prof. Ms. Jouberto de Quadros Pessoa Cavalcante Tema: Relações Trilaterais. Trabalho temporário. privada. Cooperativas de trabalho. Terceirização na iniciativa Prof. Ms. Jouberto de Quadros Pessoa Cavalcante Advogado. Professor da Faculdade de Direito

Leia mais

O PROCESSO DE TERCEIRIZAÇÃO E A CARACTERIZAÇÃO DA REDE DE PRESTADORES DE SERVIÇO DE UMA EMPRESA DE CALÇADOS DE SEGURANÇA

O PROCESSO DE TERCEIRIZAÇÃO E A CARACTERIZAÇÃO DA REDE DE PRESTADORES DE SERVIÇO DE UMA EMPRESA DE CALÇADOS DE SEGURANÇA Bambuí/MG - 2008 O PROCESSO DE TERCEIRIZAÇÃO E A CARACTERIZAÇÃO DA REDE DE PRESTADORES DE SERVIÇO DE UMA EMPRESA DE CALÇADOS DE SEGURANÇA Júlio César Benfenatti FERREIRA (1); Antônio Carlos SANTOS(2)*

Leia mais

www.bicharalaw.com.br 2015 Bichara, Barata & Costa Advogados. É proibida duplicação ou reprodução sem a permissão expressa do Escritório.

www.bicharalaw.com.br 2015 Bichara, Barata & Costa Advogados. É proibida duplicação ou reprodução sem a permissão expressa do Escritório. www.bicharalaw.com.br 2015 Bichara, Barata & Costa Advogados. É proibida duplicação ou reprodução sem a permissão expressa do Escritório. APRESENTAÇÃO Fundado em 2001 Mais de 130 advogados e 360 colaboradores

Leia mais

Dispõe sobre o contrato de prestação de serviços e as relações de trabalho dele decorrentes.

Dispõe sobre o contrato de prestação de serviços e as relações de trabalho dele decorrentes. COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A PROMOVER ESTUDOS E PROPOSIÇÕES VOLTADAS À REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO TERCEIRIZADO NO BRASIL SUGESTÃO DE SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 4.330, DE 2004 Dispõe sobre o contrato

Leia mais

IMPLICAÇÕES JURÍDICAS DA TERCEIRIZAÇÃO NO B R A S I L S I T U A Ç Ã O ATUAL E PERSPECTIVAS PARA O FUTURO. São Paulo, 14 de abril de 2015.

IMPLICAÇÕES JURÍDICAS DA TERCEIRIZAÇÃO NO B R A S I L S I T U A Ç Ã O ATUAL E PERSPECTIVAS PARA O FUTURO. São Paulo, 14 de abril de 2015. IMPLICAÇÕES JURÍDICAS DA TERCEIRIZAÇÃO NO B R A S I L S I T U A Ç Ã O ATUAL E PERSPECTIVAS PARA O FUTURO São Paulo, 14 de abril de 2015. ÍNDICE Cenário Por que as empresas terceirizam? Regramento legal

Leia mais

Trabalhador Rural: Lei 5.888/93 + Decreto 73.626/74 + art. 7 CRFB

Trabalhador Rural: Lei 5.888/93 + Decreto 73.626/74 + art. 7 CRFB Trabalhador Rural: Lei 5.888/93 + Decreto 73.626/74 + art. 7 CRFB art. 7 CRFB São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: art. 7 CLT Os

Leia mais

Terceirização no Mercado de Trabalho

Terceirização no Mercado de Trabalho Terceirização no Mercado de Trabalho CENÁRIO Nos anos 90, o Brasil passa por uma série de transformações institucionais e estruturais, em um contexto de baixo crescimento e recessão. Antes da década de

Leia mais

Terceirização. A precarização das relações trabalhistas No Brasil

Terceirização. A precarização das relações trabalhistas No Brasil Terceirização A precarização das relações trabalhistas No Brasil RELAÇÃO DE EMPREGO (ARTIGO 3º DA CLT) Pessoalidade Subordinação Trabalho não eventual remuneração O QUE É TERCEIRIZAÇÃO? É uma prática administrativa

Leia mais

PROF. LÍVIO GIOSA PRESIDENTE DO CENAM CENTRO NACIONAL DE MODERNIZAÇÃO EMPRESARIAL (OUTUBRO/ 2010)

PROF. LÍVIO GIOSA PRESIDENTE DO CENAM CENTRO NACIONAL DE MODERNIZAÇÃO EMPRESARIAL (OUTUBRO/ 2010) PROF. LÍVIO GIOSA PRESIDENTE DO CENAM CENTRO NACIONAL DE MODERNIZAÇÃO EMPRESARIAL (OUTUBRO/ 2010) METODOLOGIA DA PESQUISA PESQUISA QUANTITATIVA POR AMOSTRAGEM. PROTEÇÃO E PRESERVAÇÃO DO SIGILO Dados para

Leia mais

Auditoria em Finanças. Rosilene Berton Paschoalin Marcia Cristina Feltes

Auditoria em Finanças. Rosilene Berton Paschoalin Marcia Cristina Feltes Auditoria em Finanças Rosilene Berton Paschoalin Marcia Cristina Feltes Atribuições (Lei Municipal nº 10.130/2000) Art. 8º -Ficam acrescidas às competências da Secretaria Municipal de Finanças, descritas

Leia mais

C Â MARA DOS DEPUTADOS Deputado Federal MIGUEL CORRÊA PT/MG

C Â MARA DOS DEPUTADOS Deputado Federal MIGUEL CORRÊA PT/MG COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO. PROJETO DE LEI N o 1.621, DE 2007 (Apenso o PL nº 6.832, de 2010) Dispõe sobre as relações de trabalho em atos de terceirização e na prestação

Leia mais

Terceirização. Ivan Luís Bertevello

Terceirização. Ivan Luís Bertevello Terceirização Ivan Luís Bertevello INTRODUÇÃO Terceirizar os serviços é delegar para outras empresas serviços e atividades não essenciais (atividades-meio) da sua empresa, a fim de que possa se concentrar

Leia mais

Terceirização e Desenvolvimento

Terceirização e Desenvolvimento Terceirização e Desenvolvimento Uma conta que não fecha Dossiê sobre o impacto da terceirização sobre os e propostas para garantir a igualdade de direitos Setembro, 2011 1 SUMÁRIO Introdução 03 Números

Leia mais

A TERCEIRIZAÇÃO E SEUS EFEITOS NA RELAÇÃO TRABALHISTA

A TERCEIRIZAÇÃO E SEUS EFEITOS NA RELAÇÃO TRABALHISTA A TERCEIRIZAÇÃO E SEUS EFEITOS NA RELAÇÃO TRABALHISTA Luciano Rocha Mariano 1 Limita-se o presente tema acerca da terceirização perante o Direito do Trabalho, focado no âmbito empresarial privado. De plano,

Leia mais

ARTIGO: DA IMPOSSIBILIDADE DA APLICAÇÃO DO ENUNCIADO 331 DO TST EM CONTRATO DE CONVÊNIO COM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

ARTIGO: DA IMPOSSIBILIDADE DA APLICAÇÃO DO ENUNCIADO 331 DO TST EM CONTRATO DE CONVÊNIO COM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. ARTIGO: DA IMPOSSIBILIDADE DA APLICAÇÃO DO ENUNCIADO 331 DO TST EM CONTRATO DE CONVÊNIO COM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Autores: SANDRA CRISTINA FLORIANO PEREIRA DE OLIVEIRA SANCHES, bacharel em direito pela

Leia mais

INFORME DO ACOMPANHAMENTO LEGISLATIVO

INFORME DO ACOMPANHAMENTO LEGISLATIVO INFORME DO ACOMPANHAMENTO LEGISLATIVO 1. MONITOR DA REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇAO DO TRABALHO Proposição Ementa Resumo Tramitação PL 4330/2004, de autoria do deputado Sandro Mabel (PMDB GO), apresentada

Leia mais

DIREITO TRABALHO. Análise da Súmula 331 do TST (texto atualizado cf. Res. 174/2011 TST) PROFESSORA EVELIN POYARES

DIREITO TRABALHO. Análise da Súmula 331 do TST (texto atualizado cf. Res. 174/2011 TST) PROFESSORA EVELIN POYARES DIREITO TRABALHO Análise da Súmula 331 do TST (texto atualizado cf. Res. 174/2011 TST) PROFESSORA EVELIN POYARES Análise da Súmula 331 do TST (texto atualizado cf. Res. 174/2011 TST) O artigo de hoje é

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO - Esclarecimentos Necessários

TERCEIRIZAÇÃO - Esclarecimentos Necessários TERCEIRIZAÇÃO - Esclarecimentos Necessários CONTEXTUALIZAÇÃO O cenário produtivo e de negócios vem sofrendo contínuas transformações que ampliam o grau de competição entre as organizações, especialmente

Leia mais

A REFORMA DA LEI DAS SOCIEDADES ANÔNIMAS

A REFORMA DA LEI DAS SOCIEDADES ANÔNIMAS A REFORMA DA LEI DAS SOCIEDADES ANÔNIMAS Tocantins Advogados TERCEIRIZAÇÃO * * * * PROJETO DE LEI - 4.330/04 CENÁRIO ATUAL Não existe lei de terceirização, mas sim, lei de trabalho temporário (Lei 6.019/74)

Leia mais

Parceria de sucesso para sua empresa

Parceria de sucesso para sua empresa Parceria de sucesso para sua empresa A Empresa O Grupo Espaço Solução atua no mercado de assessoria e consultoria empresarial há 14 anos, sempre realizando trabalhos extremamente profissionais, pautados

Leia mais

Julio Nascif Xavier 31-3227-2705 nascif@tecem.com.br

Julio Nascif Xavier 31-3227-2705 nascif@tecem.com.br abraman Congresso de Manutenção - 2001 EFEITOS DA TERCEIRIZAÇÃO SOBRE A MANUTENÇÃO Julio Nascif Xavier 31-3227-2705 nascif@tecem.com.br Terceirização é a transferência para terceiros de atividades que

Leia mais

PONTO 1: Contrato Individual 1. CONTRATO INDIVIDUAL. 1.1 PRINCÍPIOS, RELAÇÃO DE EMPREGO e DEFINIÇÃO

PONTO 1: Contrato Individual 1. CONTRATO INDIVIDUAL. 1.1 PRINCÍPIOS, RELAÇÃO DE EMPREGO e DEFINIÇÃO 1 DIREITO DO TRABALHO PONTO 1: Contrato Individual 1. CONTRATO INDIVIDUAL 1.1 PRINCÍPIOS, RELAÇÃO DE EMPREGO e DEFINIÇÃO Relação de emprego, conforme a CLT, é apenas para trabalhadores urbanos. Art. 7º

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS: A MODERNA ESTRATÉGIA EMPRESARIAL NA GESTÃO ORGANIZACIONAL

TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS: A MODERNA ESTRATÉGIA EMPRESARIAL NA GESTÃO ORGANIZACIONAL TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS: A MODERNA ESTRATÉGIA EMPRESARIAL NA GESTÃO ORGANIZACIONAL Aline Aparecida de Oliveira, Ana Carolina da Silva, Christian Roberto de Godoy, Natália Sayuri Suzuki, Thais Rubia Ferreira

Leia mais

MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS

MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS 45º SEMINÁRIO DE ACIARIA -ABM PRIMARIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS Cléverson Stocco Moreira PORTO ALEGRE - MAIO/2014 CONCEITO DE MANUTENÇÃO: INTRODUÇÃO Garantir a confiabilidade e a disponibilidade

Leia mais

Companheiros e companheiras,

Companheiros e companheiras, Companheiros e companheiras, Utilizada sob o falso argumento de modernizar as relações de trabalho e garantir a especialização no serviço, a terceirização representa na realidade uma forma de reduzir o

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Sindical A TERCEIRIZAÇÃO NO DIREITO DO TRABALHO. Guilherme Brandão Advogado

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Sindical A TERCEIRIZAÇÃO NO DIREITO DO TRABALHO. Guilherme Brandão Advogado TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Sindical A TERCEIRIZAÇÃO NO DIREITO DO TRABALHO Guilherme Brandão Advogado As principais referências legais sobre a terceirização tiveram início na década de 60, no âmbito das

Leia mais

Quadro comparativo sobre propostas de regulamentação da terceirização do trabalho

Quadro comparativo sobre propostas de regulamentação da terceirização do trabalho Quadro comparativo sobre propostas de regulamentação da terceirização do trabalho PL do deputado Sandro Mabel (PL 4.330/2004) Dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

Visão Estratégica Pontos de Atenção Projeto de Lei Motivos da Regulamentação Os mitos, as suposições e os preconceitos Ações de governo Conclusão

Visão Estratégica Pontos de Atenção Projeto de Lei Motivos da Regulamentação Os mitos, as suposições e os preconceitos Ações de governo Conclusão TERCEIRIZAÇÃO Conceituação Visão Estratégica Pontos de Atenção Projeto de Lei Motivos da Regulamentação Os mitos, as suposições e os preconceitos Ações de governo Conclusão CONCEITO É o ato pelo qual a

Leia mais

COMO EVITAR CONTINGÊNCIAS TRABALHISTAS EM PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO

COMO EVITAR CONTINGÊNCIAS TRABALHISTAS EM PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO COMO EVITAR CONTINGÊNCIAS TRABALHISTAS EM PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO Adriana Calvo Professora acadêmica. Mestre em Direito do Trabalho pela PUC/SP. Advogada trabalhista da Belline e Calvo Advogados. ROTEIRO

Leia mais

% terceiros x empregados

% terceiros x empregados Cenário: crescimento da terceirização em três aspectos Volume de contratos e recursos terceirizados Volume de atividades terceirizadas Importância estratégica das áreas terceirizadas Fonte: CNI % terceiros

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Controle de Ponto do Trabalhador Terceirizado

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Controle de Ponto do Trabalhador Terceirizado Segmentos 27/02/2014 Título do documento Sumário 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Portaria 1.510 De 2009... 5 3.2 Portaria 373 De 2011... 8 3.3

Leia mais

TERCERIZAÇÃO OU PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO: A SITUAÇÃO DO HIPOSSUFICIENTE

TERCERIZAÇÃO OU PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO: A SITUAÇÃO DO HIPOSSUFICIENTE TERCERIZAÇÃO OU PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO: A SITUAÇÃO DO HIPOSSUFICIENTE Poliana Beordo 1 1. INTRODUÇÃO: Para Plácido e Silva (2002) Súmula: é o que explica o teor, ou o conteúdo integral de alguma coisa,

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO TRT 2ª REGIÃO 2008 ANALISTA JUDICIÁRIO ÁREA JUDICIÁRIA PARTE I

CONCURSO PÚBLICO TRT 2ª REGIÃO 2008 ANALISTA JUDICIÁRIO ÁREA JUDICIÁRIA PARTE I CONCURSO PÚBLICO TRT 2ª REGIÃO 2008 ANALISTA JUDICIÁRIO ÁREA JUDICIÁRIA PARTE I No dia 16 de novembro de 2008, 94.808 candidatos prestaram o concorrido concurso público para os cargos de analista judiciário

Leia mais

Consultoria TRABALHISTA SINDICAL

Consultoria TRABALHISTA SINDICAL Café com Ideias Sindilojas Caxias do Sul Flávio Obino Filho -Maio 2015 Consultoria TRABALHISTA SINDICAL Regulamentação da Terceirização e as consequências nas relações empresariais e de trabalho Consultoria

Leia mais

Sociedade e Tecnologia

Sociedade e Tecnologia Unidade de Aprendizagem 15 Empresas em Rede Ao final desta aula você será capaz de inovações influenciam na competitividade das organizações, assim como compreender o papel da Inteligência Competitiva

Leia mais

O PROCESSO DE TERCEIRIZAÇÃO

O PROCESSO DE TERCEIRIZAÇÃO O PROCESSO DE TERCEIRIZAÇÃO E SUAS DIFICULDADES Jeferson Alves dos Santos Auditor Chefe da UNIFAL-MG OBJETIVO * Abordar as principais dificuldades inerentes à execução dos processos de terceirização. *

Leia mais

DIEESE - DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SÓCIO-ECONÔMICOS SUBSEÇÃO CNM/CUT

DIEESE - DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SÓCIO-ECONÔMICOS SUBSEÇÃO CNM/CUT CNM/CUT - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS METALÚRGICOS DA CUT DIEESE - DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SÓCIO-ECONÔMICOS SUBSEÇÃO CNM/CUT ALCAN NO BRASIL 1 ALCAN NO MUNDO Resultados financeiros:

Leia mais

PARA ENTENDER O PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO EMPREGO

PARA ENTENDER O PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO EMPREGO PARA ENTENDER O PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO EMPREGO 2 CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros CUT - Central Única dos Trabalhadores Força Sindical NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores UGT - União

Leia mais

Lopes Contabilidade. Rua: Santana, 176 Centro Mogi das Cruzes-SP. Telefones: (11) 4796-9798 / (11) 2378-5434. Site: www.lopescontabilidade.com.

Lopes Contabilidade. Rua: Santana, 176 Centro Mogi das Cruzes-SP. Telefones: (11) 4796-9798 / (11) 2378-5434. Site: www.lopescontabilidade.com. Rua: Santana, 176 Centro Mogi das Cruzes-SP Telefones: (11) 4796-9798 / (11) 2378-5434 Site: www.lopescontabilidade.com.br E-mail: contato@lopescontabilidade.com.br Engana-se quem julga que contabilidade

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS E IMPACTO NA DESPESA COM PESSOAL

TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS E IMPACTO NA DESPESA COM PESSOAL TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS E IMPACTO NA DESPESA COM PESSOAL Bruno Anselmo Bandeira Auditor Público Externo Secretário Chefe da INTRODUÇÃO 2 OBJETIVO Apresentar os principais aspectos concernentes

Leia mais

ESTRUTURA E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO

ESTRUTURA E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO ESTRUTURA E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO Colombo, 06 de abril de 2010. Instrutora: Amanda G. Gagliastri Formação: Administradora de Empresas O momento em que vivemos Processo acelerado de mudanças

Leia mais

Parecer nº 001/2015 SINFITO RJ Rio de Janeiro, 18 de Junho de 2015

Parecer nº 001/2015 SINFITO RJ Rio de Janeiro, 18 de Junho de 2015 Reconhecido em 10/08/1988 Código: 012.350.49525-9 Parecer nº 001/2015 SINFITO RJ Rio de Janeiro, 18 de Junho de 2015 Consultoria Jurídica Consulente: Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais

Leia mais

S I N O P S E S I N D I C A L J U N H O D E 2 0 0 8

S I N O P S E S I N D I C A L J U N H O D E 2 0 0 8 S I N O P S E S I N D I C A L J U N H O D E 2 0 0 8 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. MUDANÇA DA BASE DE CÁLCULO. Doravante as empresas deverão estar atentas à questão envolvendo o pagamento do adicional de

Leia mais

Terceirização de serviços na construção civil em Goiânia

Terceirização de serviços na construção civil em Goiânia 1 Roberto Éder Machado robertoeder@gmail.com MBA em Gestão de Projetos para Engenharias e Arquitetura Instituto de Pós-Graduação - IPOG Goiânia, GO, 08 de janeiro de 2014. Resumo Com o propósito de ressaltar

Leia mais

CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO

CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO Mais segurança e benefícios para 40 milhões de brasileiros Chegou a vez do trabalhador terceirizado. Depois de nove anos de debates, negociações

Leia mais

CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO

CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO Mais segurança e benefícios para 40 milhões de brasileiros Chegou a vez do trabalhador terceirizado. Depois de nove anos de debates, negociações

Leia mais

EVENTOS E TERCEIRIZAÇÃO: CONFRONTANDO REALIDADES PARA ENTENDER OS PROBLEMAS NO RELACIONAMENTO COMUNICATIVO

EVENTOS E TERCEIRIZAÇÃO: CONFRONTANDO REALIDADES PARA ENTENDER OS PROBLEMAS NO RELACIONAMENTO COMUNICATIVO EVENTOS E TERCEIRIZAÇÃO: CONFRONTANDO REALIDADES PARA ENTENDER OS PROBLEMAS NO RELACIONAMENTO COMUNICATIVO Introdução Autor(a): Adrijane Alves de Amorim Coautor(es): Betânia Cunha de Cerpa Brandão Email:

Leia mais

Pesquisa TERCEIRIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO NO BRASIL

Pesquisa TERCEIRIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO NO BRASIL Pesquisa TERCEIRIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO NO BRASIL Data da Pesquisa: Junho 2009 Realização: Pesquisa realizada através do Site www.indicadoresdemanutencao.com.br Divulgação e Colaboração: Divulgação e colaboração

Leia mais

Contratação de serviços de Limpeza

Contratação de serviços de Limpeza 19º Jornada de Controle de Infecção Hospitalar de Ribeirão Preto 1º Jornada de Inovação da Prática em Enfermagem Contratação de serviços de Limpeza próprio terceirizado Vantagens e desvantagens e como

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE REDUÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO (RJT) SEM REDUÇÃO SALARIAL

CONSIDERAÇÕES SOBRE REDUÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO (RJT) SEM REDUÇÃO SALARIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE REDUÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO (RJT) SEM REDUÇÃO SALARIAL 1. Introdução: Atualmente, há três PEC(s) visando alterar Incisos do art.7º, da Constituição Federal que estabelecem: - XIII:

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO: PROCESSOS DE TRABALHOS

TERCEIRIZAÇÃO: PROCESSOS DE TRABALHOS TERCEIRIZAÇÃO: PROCESSOS DE TRABALHOS Aline Cachadare BROGGIO 1 - RGM 072128 Gabriela de Cassia BRAGA¹ - RGM 073270 Jaqueline Macedo PERIN¹ - RGM 073967 Natali de Fatima SILVA¹ - RGM 069900 Renato Francisco

Leia mais

RECURSOS HUMANOS MÓDULO PRÁTICA TRABALHISTA I

RECURSOS HUMANOS MÓDULO PRÁTICA TRABALHISTA I MÓDULO I ÍNDICE OBJETIVO METODOLOGIA BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA CURRICULUM RESUNIDO DO PROFESSOR CAPÍTULO 1 DIREITO DO TRABALHO Conceitos, Fontes e Convenções...4 Jornada de Trabalho...8 CAPÍTULO 2 REMUNERAÇÃO

Leia mais

A VISÃO DA JUSTIÇA DO TRABALHO SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO E O TRATAMENTO DO TRABALHADOR TERCEIRIZADO

A VISÃO DA JUSTIÇA DO TRABALHO SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO E O TRATAMENTO DO TRABALHADOR TERCEIRIZADO A VISÃO DA JUSTIÇA DO TRABALHO SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO E O TRATAMENTO DO TRABALHADOR TERCEIRIZADO Dra. Adriana Calvo Mestre em Direito do Trabalho, Professora Acadêmica e Consultora Trabalhista INTRODUÇÃO

Leia mais

FRANQUEADO. Cartilha do. Av. Rio Branco, 50-20 andar - Centro, RJ (21) 3806-3700 / 2516-0368

FRANQUEADO. Cartilha do. Av. Rio Branco, 50-20 andar - Centro, RJ (21) 3806-3700 / 2516-0368 Av. Rio Branco, 50-20 andar - Centro, RJ (21) 3806-3700 / 2516-0368 Av. das Américas, 4.200 - Bl. 08-B, Sala 104 Centro Empresarial Barra Shopping Barra da Tijuca, RJ (21) 2480-1911 Av. Paulista, 807 -

Leia mais

PLANILHAS DE CUSTOS E PREÇOS DA IN 02/08 - MPOG E SUAS ALTERAÇÕES FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS TERCEIRIZADOS

PLANILHAS DE CUSTOS E PREÇOS DA IN 02/08 - MPOG E SUAS ALTERAÇÕES FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS TERCEIRIZADOS PLANILHAS DE CUSTOS E PREÇOS DA IN 02/08 - MPOG E SUAS ALTERAÇÕES FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS TERCEIRIZADOS Alterações Conforme Novas Disposições da IN 06/13 MPOG de 23/12/2013 31/Mar e 01/Abr de 2014 -

Leia mais

Modelos de Gestão no setor público e intervenção política

Modelos de Gestão no setor público e intervenção política Modelos de Gestão no setor público e intervenção política Agnaldo dos Santos Observatório dos Direitos do Cidadão Participação Cidadã (Instituto Pólis) Apresentação O Observatório dos Direitos do Cidadão,

Leia mais

NOTA TÉCNICA TERCEIRIZAÇÃO

NOTA TÉCNICA TERCEIRIZAÇÃO NOTA TÉCNICA TERCEIRIZAÇÃO Abril de 2015 1 Sumário Executivo O trabalho utiliza a mesma base de dados e metodologia que o elaborado pela CUT/DIEESE, ou seja, agregações de setores terceirizados e contratantes

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS Disciplina: Direito do Trabalho II Professora: Cláudia Glênia JUR: MATERIAL APENAS PARA ROTEIRO DISCIPLINAR, NÃO DEVE SER USADO

Leia mais

III Reunión, Lima, octubre 2010 A AUTOREFORMA SINDICAL E A HISTÓRIA DOS BANCÁRIOS DA CUT BRASIL. William Mendes,

III Reunión, Lima, octubre 2010 A AUTOREFORMA SINDICAL E A HISTÓRIA DOS BANCÁRIOS DA CUT BRASIL. William Mendes, III Reunión, Lima, octubre 2010 A AUTOREFORMA SINDICAL E A HISTÓRIA DOS BANCÁRIOS DA CUT BRASIL William Mendes, Secretário de Formação da CONTRAFCUT-CUT 1. INTRODUÇÃO No final dos anos setenta e início

Leia mais

SUMÁRIO. Apresentação... IX Prefácio... XI

SUMÁRIO. Apresentação... IX Prefácio... XI SUMÁRIO Apresentação... IX Prefácio... XI 1. INTRODUÇÃO À GESTÃO DE FROTAS... 1 1.1. Introdução... 1 1.2. Considerações sobre a Estrutura do Transporte Rodoviário no Brasil... 2 1.3. A Estrutura Organizacional

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias FACULDADE GOVERNADOR OZANAM COELHO PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PESSOAS INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias ALINE GUIDUCCI UBÁ MINAS GERAIS 2009 ALINE GUIDUCCI INTRODUÇÃO À GESTÃO DE

Leia mais

MOVIMENTO PELA PROTEÇÃO DOS TRABALHADORES TERCEIRIZADOS PROTEÇÃO JÁ AOS TERCEIRIZADOS CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AOS TRABALHADORES TERCERIZADOS

MOVIMENTO PELA PROTEÇÃO DOS TRABALHADORES TERCEIRIZADOS PROTEÇÃO JÁ AOS TERCEIRIZADOS CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AOS TRABALHADORES TERCERIZADOS MPTT MOVIMENTO PELA PROTEÇÃO DOS TRABALHADORES TERCEIRIZADOS PROTEÇÃO JÁ AOS TERCEIRIZADOS CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AOS TRABALHADORES TERCERIZADOS Índice Entenda a lei de proteção ao trabalhador terceirizado

Leia mais

Unidade II. Unidade II

Unidade II. Unidade II Unidade II 3 DIREITO DO TRABALHO 3.1 Conceito de empregador e empregado De acordo com o que estabelece a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), considera-se empregador a empresa, individual ou coletiva

Leia mais

Tutela do Trabalho dos Bancários

Tutela do Trabalho dos Bancários Tutela do Trabalho dos Bancários Éder Crestanello de Oliveira 1 Maria Bernadete Miranda 2 Resumo As relações de trabalho surgiu e ganhou projeções por volta da I Guerra Mundial na Alemanha nazista, através

Leia mais

INTRODUÇÃO O PROGRAMA DO SEGURO-DESEMPREGO

INTRODUÇÃO O PROGRAMA DO SEGURO-DESEMPREGO SEGURO-DESEMPREGO NO MUNICÍPIO DE CURITIBA 2008 E 1º BIMESTRE DE 2009 INTRODUÇÃO Este texto tem como objetivo apresentar um perfil do programa de Seguro-Desemprego no município de Curitiba no ano de 2008

Leia mais

Assim, caso a União não decretar feriado, existem as seguintes possibilidades:

Assim, caso a União não decretar feriado, existem as seguintes possibilidades: INFORMATIVO SOBRE A COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO JOGOS DA COPA DO MUNDO 2014 BRASIL ESTATÍSTICAS Levantamento realizado pela Robert Half com 100 diretores de Recursos Humanos no Brasil revela que:

Leia mais

OAB/SP 136.º EXAME DE ORDEM/2008 PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL. Direito do Trabalho PEÇA PROFISSIONAL PONTO 1

OAB/SP 136.º EXAME DE ORDEM/2008 PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL. Direito do Trabalho PEÇA PROFISSIONAL PONTO 1 OAB/SP 136.º EXAME DE ORDEM/2008 PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL Direito do Trabalho PEÇA PROFISSIONAL PONTO 1 O secretário de relações do trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, com atuação em Brasília

Leia mais

Comércio eletrônico: os desafios dos sistemas logísticos para gerenciar a relação custo/beneficio

Comércio eletrônico: os desafios dos sistemas logísticos para gerenciar a relação custo/beneficio Comércio eletrônico: os desafios dos sistemas logísticos para gerenciar a relação custo/beneficio RESUMO O presente trabalho é um estudo sobre o comércio eletrônico e suas relações com a moderna utilização

Leia mais

2.2 Natureza jurídica do contrato de trabalho 2.2.1 Teoria acontratualista 2.2.2 Teoria institucionalista 2.2.3 Teoria neocontratualista 2.

2.2 Natureza jurídica do contrato de trabalho 2.2.1 Teoria acontratualista 2.2.2 Teoria institucionalista 2.2.3 Teoria neocontratualista 2. Sumário 1. Direito individual do trabalho - introdução 1.1 Conceito e denominação do direito individual do trabalho 1.2 Divisão do direito do trabalho 1.3 Características 1.4 Natureza jurídica 1.5 Autonomia

Leia mais

A TERCEIRIZAÇÃO ILÍCITA NO AMBIENTE BANCÁRIO

A TERCEIRIZAÇÃO ILÍCITA NO AMBIENTE BANCÁRIO A TERCEIRIZAÇÃO ILÍCITA NO AMBIENTE BANCÁRIO Veruska Rodrigues CARDOSO 1 RESUMO: O presente artigo trata da terceirização ilícita no ambiente bancário que ocorre desvirtuando tal pratica, bem como, das

Leia mais

IMPUGNAÇÃO - EDITAL PREGÃO ELETRÔNICO Nº 03/2014/TCE-RO

IMPUGNAÇÃO - EDITAL PREGÃO ELETRÔNICO Nº 03/2014/TCE-RO Zimbra pregoeiro@tce.ro.gov.br IMPUGNAÇÃO - EDITAL PREGÃO ELETRÔNICO Nº 03/2014/TCE-RO De : Contato Aviagem Assunto : IMPUGNAÇÃO - EDITAL PREGÃO ELETRÔNICO Nº 03/2014/TCE-RO

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU TERCEIRIZAÇÃO DO TRABALHO

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU TERCEIRIZAÇÃO DO TRABALHO UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 1 TERCEIRIZAÇÃO DO TRABALHO AUTOR ALESSANDRA CÔRTES MARINS ORIENTADOR PROF. CARLOS AFONSO LEITE LEOCADIO RIO DE JANEIRO 2011

Leia mais

Administração de Recursos Humanos

Administração de Recursos Humanos Administração de Recursos Humanos Profª Ma. Máris de Cássia Ribeiro Vendrame O que é a Administração de Recursos Humanos? Refere-se às práticas e às políticas necessárias para conduzir os aspectos relacionados

Leia mais

Qual a melhor forma de fazer um determinado trabalho?

Qual a melhor forma de fazer um determinado trabalho? A abordagem típica da Escola da Administração Científica é a ênfase nas tarefas; Objetivava a eliminação dos desperdícios e elevar os níveis de produtividade Frederick W. Taylor (1856-1915): Primeiro período

Leia mais