PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2012 2015"

Transcrição

1 RELATÓRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL

2

3 RELATÓRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Relatório de Planejamento Estratégico da SOF produzido para o quadriênio extraído do Workshop de Planejamento Estratégico realizados em 8 e 9 de novembro de 2011 e Oficinas Táticas realizadas em 29 e 30 de novembro e 1 e 2 de dezembro de 2011, com a participação de praticamente todos os Servidores. BRASÍLIA - DF, FEVEREIRO/2012

4 MINISTRA DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Miriam Belchior SECRETÁRIA-EXECUTIVA Eva Maria Cella Dal Chiavon SECRETÁRIA DE ORÇAMENTO FEDERAL Célia Corrêa SECRETÁRIO-ADJUNTO DE ORÇAMENTO FEDERAL Bruno César Grossi de Souza SECRETÁRIO-ADJUNTO DE GESTÃO CORPORATIVA Eliomar Wesley Ayres da Fonseca Rios SECRETÁRIO-ADJUNTO DE GESTÃO FISCAL George Alberto Aguiar Soares DIRETORES Marcos de Oliveira Ferreira DECON Felipe Daruich Neto DEPES José Geraldo França Diniz DESOC José Roberto Paiva Fernandes Júnior DEINF EQUIPE TÉCNICA Welles Matias de Abreu CGDIN Luiz Aires M. Cerqueira COPLA Oscar Zveiter Neto COPLA Letícia Machado Linhares COPLA Informações: (61) Correio eletrônico: Site: SEPN 516 Bloco D Lote 8 Ed. SOF Brasília, DF Brasil. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Orçamento Federal. Relatório de Planejamento Estratégico da SOF Brasília, p. 1. Visão, Missão, Valores. 2. Objetivos Estratégicos. 3. Iniciativas. 4. Gestão Estratégica. Coordenação de Planejamento e Desenvolvimento Estratégico. CDU: CDD:

5 SUMÁRIO GERAL 1. INTRODUÇÃO CENÁRIOS Principais desafios da SOF SEAFI George A. de Aguiar Soares SECAD Bruno César Grossi de Sousa SEAGE Eliomar Wesley A. F. Rios COMPONENTES ESTRATÉGICOS Visão Missão Valores ANÁLISE AMBIENTAL DESAFIOS ESTRATÉGICOS Análise detalhada dos desafios apresentados pelos secretários adjuntos Ambiente externo (Governo/ Economia e Demandas externas) Ambiente interno OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Oficina Estratégica Oficinas Táticas GESTÃO ESTRATÉGICA Reuniões Acompanhamento Reuniões do Comitê de Liderança Apresentação dos Resultados OBJETIVOS E INICIATIVAS RESULTADO FINAL CONSIDERAÇÕES FINAIS Comunicação Indicadores de Desempenho Geral Conclusões ANEXO...25 FIGURAS Figura 1 Mapa Estratégico : Oficina Estratégica...14 Figura 2 Mapa Estratégico : Oficina Tática...15 Figura 3 Proposta de Agenda...17

6 1. INTRODUÇÃO A elaboração do planejamento ocorreu em dois momentos. No primeiro se discutiu a missão, a visão e os objetivos estratégicos, ou seja, o referencial estratégico da Secretaria de Orçamento Federal - SOF; e no segundo foi realizado o detalhamento dos objetivos estratégicos por meio de iniciativas estratégicas, planos de ação, indicadores e metas. Ao todo foram mobilizadas 150 pessoas, com participação efetiva da alta administração e de praticamente todos os servidores da Secretaria. Durante a primeira fase, denominada de oficina estratégica e que contou com a participação da liderança da SOF, os Secretários-Adjuntos da SOF e o Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda realizaram apresentações com o objetivo de apontar para fatores externos e internos, ameaças, oportunidades, pontos fortes e fracos, que juntamente com os insumos sobre melhorias de processo, identificadas preliminarmente junto às equipes da SOF, foram essenciais para a construção do referencial estratégico. Nesta oportunidade foram discutidas estratégicas, novas e existentes, projetos, indicadores e definidas as responsabilidades para implementação. Na segunda fase do trabalho, quando ocorreu a realização das oficinas táticas e cuja proposta era a elaboração das iniciativas, planos de ação, indicadores e metas, alguns grupos só conseguiram desenvolver até o plano de ação. Vale ressaltar que a comunicação interna e a externa foram apontadas como fatores críticos de sucesso para a gestão estratégica da SOF. 4

7 2. CENÁRIOS As percepções dos cenários foram traduzidas pelos desafios lançados pelos secretários-adjuntos da SOF, com o objetivo de levar aos participantes uma visão da alta administração sobre as perspectivas de futuro. Este item foi apresentado pelos secretários adjuntos e pelo palestrante - Márcio Rolland de Brito, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, que é reproduzida a seguir Principais desafios da SOF SEAFI George A. de Aguiar Soares Cenário de Crise externa pontos favoráveis do Brasil: Reservas internacionais vultosas; Baixo endividamento relativo; Bancos brasileiros estão sólidos (bancos públicos fortes); Inflação relativamente sob controle; Situação fiscal sólida em relação divida \PIB declinante; Pouca dependência do mercado externo (mercado interno forte e atrativo para empresas estrangeiras); e Gestores econômicos do Brasil já acostumados com crises. Riscos: Possível despreocupação com a crise e aumento dos gastos; Demandas por aumento dos gastos; Pressão por aumentos dos gastos não temos um jeito estabelecido de enfrentamento dessas pressões; DRU risco político de não conseguir aprovar; e Pré-sal; emenda 29 e PEC 300 risco de aumento dos gastos. Desafios: Rigidez orçamentária excesso de vinculações que criam barreiras cada vez mais fica difícil atender as demandas; Capacidade de investimentos está ficando estrangulada; Efetividade do gasto: longe de nossas preocupações a monitoração; Carga tributária; e Burocracia criada pelo governo (convênios, contratos). Ações: Estatísticas fiscais; Módulo da Receita (liberar força de trabalho para se voltar a outras prioridades); 5

8 Risco grande na área de pessoal alta dependência das pessoas; não há substitutos no mesmo nível; Avaliação econômica lei das finanças crise ofusca a necessidade da Lei SECAD Bruno César Grossi de Sousa Atuação da área: Voltados para a área interna; Vinculações das despesas; Não participamos do nascedouro das negociações que criam gastos; Ações Desenvolvidas e Inovações: Vários processos de mudança na SOF ao longo da história, algumas mudanças surtiram efeito e outras não; Mando e Controle impregnados no orçamento (exemplo: Decreto 7.446); Novo modelo de PPA inovou e trouxe uma nova maneira de se enxergar o planejamento; Desafios: Enfrentar a lógica vigente de comando e controle; Construir uma proposta sobre o que vamos monitorar para orientar o processo de decisão; esse processo será feito de trás para frente e vamos fazer o que puder ser feito; Maior atenção com a parte qualitativa do orçamento; Melhor definição de responsáveis na fase quantitativa; Investimento (de tempo e de pessoas) em simplificações do processo que possam trazer grandes mudanças no comprometimento das equipes; Melhor estruturação da área de normas e assessoria parlamentar; Definição sobre o que queremos de Autonomia da SOF; e Definir melhor nossa estratégia quanto a Nova lei de finanças SEAGE Eliomar Wesley A. F. Rios Processos estratégicos da casa (SOF): TI conquistar autonomia em relação ao ministério; Estruturar uma área de TI forte; Consolidar o SIOP como ferramenta única nos setoriais para orçamento surgiram outros sistemas concorrentes; Estão sendo implantados relatórios e BI; Gestão de Pessoas área deve ser estruturada e ampliar a quantidade de APO s definir melhor e atualizar as competências rever os quantitativos e mudar perfis. Implantar sistema de gestão de competências definir os perfis das pessoas necessárias em todos os processos; APO s são alocados nos setoriais: temos que redefinir o que eles vão fazer nos setoriais; política de reocupação nos setoriais; Política de concurso para ter permanente renovação e continuidade; 6

9 Política de capacitação e formação de nossos servidores; continuar e ampliar; Em 15 anos 50% dos nossos servidores estarão aposentados, dessa forma devemos estar preocupados com a formação de novos líderes e gerentes, bem como com a transmissão de conhecimento com os futuros servidores que irão gerir a SOF; Desenvolvimento institucional: consolidar o planejamento estratégico para que tenhamos visão de futuro; consolidar a política de gestão estratégica; Autonomia da SOF: estamos buscando a criação de uma Unidade Gestora da SOF, para no futuro podermos fazer nossas aquisições de forma independente do MP; Como órgão central, temos que consolidar essa posição e liderar os órgãos setoriais, reativando o CTO Comitê Técnico de Orçamento; Inovação e relações federativas: ampliar a educação fiscal (SOFINHA); Aumentar a participação da sociedade no orçamento ministrar cursos dar treinamento (Escola Virtural SOF) parceria com Universidades levar o orçamento para a sociedade premio inovação; Intensificar o apoio aos estados diagnósticos da situação e das fragilidades dos estados alguns estados pedem o SIOP fazem orçamento e planilhas. Para melhorar o apoio aos estados estamos negociando com o BID e a SEGES a possibilidade de disponibilização de uma linha de crédito específica para modernizar as áreas de planejamento e orçamento dos estados. Nesse sentido estamos trabalhando com três cenários: 1º Quando o estado tem baixa maturidade em TI Nesse caso disponibilizaremos a nossa infra estrutura para implantação do SIOP até que o Estado tenha condições de assumir (prazo máximo 02 anos - Barriga de aluguel); 2º Quando o estado tem média maturidade em TI Para essa situação iremos disponibilizar o SIOP, bem como apoio técnico para implantá-lo na infra estrutura do Estado; 3º Quando o estado possuir alta maturidade em TI Nessa situação disponibilizaremos apenas as fontes do sistema e toda a instalação e operacionalização ficará sobre a responsabilidade do estado; e Insistir na eficiência do gasto no ministério Palestra do Sr. Márcio Rolland de Brito, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Cenário Internacional Crise européia; Oportunidade do Brasil ganhar espaço e se consolidar como uma das primeiras economias mundiais; Relevância da China para as economias emergentes; Importância de aumentar a participação no mercado chinês, expandindo do setor primário para o secundário e terciário; 7

10 O fiel da balança: a economia chinesa é mais importante para o Brasil que a européia, podendo influenciar positivamente ou negativamente a nossa economia; Apesar da crise nos EUA, os títulos americanos são mais valorizados do que os de outros países e, por isso, ainda são os melhores alvos para investimento. Gráficos e estatísticas foram apresentados dando suporte às conclusões apresentadas. 8

11 3. COMPONENTES ESTRATÉGICOS 3.1. Visão É a imagem viva de um estado futuro ambicioso e desejável, relacionado com o cliente (Sociedade e Governo), e superior, em algum aspecto importante, ao estado atual. O enunciado deve ser: claro - envolvente - fácil de memorizar - compatível com valores - ligado às necessidades dos clientes - visto como um desafio. Visão anterior: Representar a excelência na destinação dos recursos públicos com transparência e simplicidade. "Ser referência no emprego de informações e metodologias orçamentárias para a formulação e execução de políticas públicas. Visão redefinida: Ser a organização de excelência na gestão dos recursos públicos federais Missão Missão é a razão de ser, a finalidade principal da instituição, por isso, a Missão atual foi mantida, e sua redação é: Racionalizar o processo de alocação de recursos, zelando pelo equilíbrio das contas públicas com foco em resultados para a sociedade Valores São crenças, representam um construto motivacional, transcendem situações e ações específicas, guiam a seleção e avaliação de ações, políticas, pessoas e eventos. São princípios que guiam a vida da organização, tendo um papel tanto de atender aos objetivos organizacionais quanto de atender às necessidades dos indivíduos. Valores já definidos anteriormente e mantidos: RESPONSABILIDADE Fazer com que os recursos arrecadados sejam bem empregados de acordo com as demandas e necessidades da sociedade trabalhando dentro dos limites legais, de acordo com os princípios éticos e buscando a ação planejada, para prevenir riscos e coibir desvios capazes de afetar o equilíbrio intertemporal nas contas públicas; 9

12 RESPEITO Agir com cordialidade e tolerância, considerando as diferenças e valorizando as pessoas; COMUNICAÇÃO Disseminar informações relativas à Organização, seus trabalhos e produtos, de forma acessível e compreensível a todos; COMPROMETIMENTO Agir com empenho e envolvimento buscando a qualidade dos trabalhos, o respeito aos prazos e as leis e o alcance dos resultados das políticas públicas; TRANSPARÊNCIA Adotar procedimentos claros e linguagem acessível acerca do processo orçamentário e comunicar as decisões tomadas pela SOF; ARTICULAÇÃO Interagir com órgãos e entidades dos três poderes, da sociedade civil e de organismos internacionais, a fim de compartilhar conhecimentos e divulgar os trabalhos da SOF, em uma relação de confiança; PROATIVIDADE Demonstrar iniciativa pessoal ou em grupo buscando a solução de problemas de forma criativa, participativa e observando o critério de urgência; COMPETÊNCIA Ser capaz de analisar, aperfeiçoar e utilizar efetivamente o conhecimento técnico e desenvolver habilidades na análise e solução de problemas, na relação com atores internos e externos, com vistas à melhor alocação dos recursos e atendimento às políticas públicas; HONESTIDADE Pautar a conduta seguindo os princípios de moralidade, imparcialidade e probidade administrativa, tendo como objetivo a consecução dos fins pretendidos pelo poder público (bem comum); ESPÍRITO DE EQUIPE Realizar os trabalhos da secretaria em regime de harmonia, conjugando com os interesses e potencialidades individuais para alcançar os objetivos comuns, em um ambiente de colaboração e cooperação; CONFIABILIDADE Agir com excelência, segurança e responsabilidade, por meio de processos estáveis, com foco na melhoria da qualidade do gasto público; e RECONHECIMENTO Valorizar o servidor em decorrência do seu desempenho nos processos da SOF, inserindo-o em um ambiente que promova a qualidade de vida. 10

13 4. ANÁLISE AMBIENTAL DESAFIOS ESTRATÉGICOS 4.1. Análise detalhada dos desafios apresentados pelos secretários adjuntos A análise dos desafios a serem enfrentados (ameaças, oportunidades, pontos fortes e pontos fracos) verifica os aspectos externos e internos à organização que afetam seu desempenho estratégico. Ela possibilita a adequação dos recursos e capacidades da organização com o ambiente, permitindo focar suas ações em áreas em que há maior risco ou onde estão as melhores oportunidades. Os grupos analisaram os desafios apresentados pelos secretários e, embora não houvesse unanimidade, os classificaram da seguinte forma: 4.2. Ambiente externo (Governo/ Economia e Demandas externas) Oportunidades Aumento dos investimentos no Brasil devido à crise européia e americana, mas os EUA ainda são os mais valorizados mesmo em crise; Mercado em crescimento (expansão); O Brasil terminará o ano de 2011 como a 6ª maior economia do Mundo, ultrapassando a Inglaterra; Profissionalização dos setores público, privado e organizações sociais; Aumento da procura por eficiência/ eficácia / lucratividade / sustentabilidade / responsabilidade ambiental e social de maneira equânime; Busca da qualidade, produtividade, inovação e eficiência nas organizações; Crescimento da economia nacional; Globalização; Maior participação da sociedade no desenvolvimento do país; Crescimento econômico; Bancos brasileiros estão sólidos (bancos públicos fortes); Inflação relativamente sob controle; Situação fiscal sólida em relação dívida \PIB declinante; Pouca dependência do mercado externo (mercado interno forte e atrativo para empresas estrangeiras); Gestores econômicos do Brasil já acostumados com crises; TI conquistar autonomia em relação ao ministério; Aumentar a participação da sociedade no orçamento ministrar cursos dar treinamento parceria com Universidades levar o orçamento para a sociedade premio inovação; e Intensificar o apoio aos estados diagnósticos da situação e das fragilidades dos estados alguns estados pedem o SIOP (sistema de TI) fazem orçamento e planilhas. 11

14 Ameaças A imagem da política no Brasil; Legislação desatualizada e a falta de dispositivo legal que dê amparo e autonomia a SOF; Descrédito da sociedade em relação à transparência e equidade. Crença limitante: Se sempre foi assim, não mudará ; Subjetividade da lei; Concorrência de opiniões divergentes e sem consenso dento da organização; Pouca participação na elaboração das políticas públicas e prioridades orçamentárias; Falta de acompanhamento e continuidade dos projetos; Decisões judiciais de tribunais contrárias as demandas da sociedade; Possível despreocupação com a crise e aumento dos gastos; Demandas por aumento dos gastos gerais, incentivar a eficiência dos gastos no ministério; Pressão por aumentos dos gastos não temos um jeito estabelecido de enfrentamento dessas pressões; DRU risco político de não conseguir aprovar; Pré-sal; emenda 29 e PEC 300 risco de aumento dos gastos/investimentos; Capacidade de investimentos está ficando estrangulada; Carga tributária; Consolidar o SIOP como ferramenta única nos setoriais para orçamento surgiram outros sistemas concorrentes Ambiente interno Pontos Fortes Legitimidade da instituição; Presença em todo o território nacional; Representação institucional em amplitude nacional; Estrutura de apoio estratégico orçamentário; Visão sistêmica dos investimentos nacionais; Reservas internacionais vultuosas (reserva do Brasil, também é em dólar); Baixo endividamento relativo; Desenvolvimento institucional: iniciativa em consolidar o planejamento estratégico para que tenhamos visão de futuro; tem que consolidar a política de gestão estratégica; e Sistema de TI SIOP Pontos Fracos Não há gestão profissional e convergência de objetivos e necessidades; Comunicação deficiente; 12

15 Falta controle e processos definidos de acompanhamento; Ausência de um sistema de TI integrado e participativo; Controle precário das informações, muitas vezes apresentadas em planilhas de Excel apesar de já ter um sistema: o SIOP; Inexistência de um sistema de gestão integrado; Descrédito dos colaboradores / equipe de trabalho da SOF em relação a mudanças. Crença limitante: Se sempre foi assim, não mudará ; Falta de continuidade e controle de informações; Falta de modelo de competências específicas e objetivos definidos; Gestão de Pessoas área deve ser estruturada e ampliar a quantidade de APO s definir melhor e atualizar as competências rever os quantitativos e mudar perfis. Implantar sistema de gestão de competências definir os perfis das pessoas necessárias em todos os processos; Em 15 anos 50% dos colaboradores estarão aposentados; Existência de cultura e processo fiscalizatório; Desarmonização política; Inexistência de um portal de transparência; Baixo comprometimento e alinhamento de objetivos; Burocracia criada pelo governo (convênios, contratos); Estão sendo implantados relatórios e BI, mas ainda não está estruturado; APO s são alocados nos setoriais: temos que redefinir o que eles vão fazer nos setoriais; política de reocupação nos setoriais; Política de concurso precisa ser formatada para formar novos lideres e novos gestores para garantir a permanente continuidade renovação do conhecimento; Falta de Autonomia da SOF: é necessário criar uma Unidade Gestora da SOF que permita que no futuro a instituição possa fazer aquisições de forma independente do MP; Como órgão central, temos que consolidar essa posição e liderar os órgãos setoriais, o que não ocorre; e Inovação e relações federativas: ampliar a educação fiscal (SOFINHA). 13

16 5. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 5.1. Oficina Estratégica O Mapa Estratégico apresentado na figura 1 contempla os objetivos estratégicos definidos na oficina estratégica realizada nos dias 8 e 9 de novembro de Figura 1 Mapa Estratégico : Oficina Estratégica MAPA ESTRATÉGICO MISSÃO: racionalizar o processo de alocação de recursos, zelando pelo equilíbrio das contas públicas, com foco em resultados para a Sociedade CLIENTES E SOCIEDADE TRANSPARÊNCIA 1. Processo orçamentário transparente e participativo 4. Integração entre os atores do processo orçamentário ampliada EFETIVIDADE 2. Orçamento indutor da efetividade de políticas públicos 5. Processo de comunicação externa aprimorado 3. Orçamento Plurianual Implementado PROCESSOS INTERNOS 7. Processo orçamentário aprimorado continuamente e processo normativo aperfeiçoado 6. Impactos do orçamento na política macroeconômica identificados e avaliados 9. Gestão estratégica implantada 8. Metodologia de programação e execução Plurianual desenvolvida APRENDIZADO E CRESCIMENTO 10. Plano de comunicação institucional desenvolvido e fortalecido 11. Processos de planejamento orçamentário apoiados por sistemas de informação - TI 12. Gestão de Pessoas 13. Capacidade de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas Fortalecidas 14

17 5.2. Oficinas Táticas A discussão dos objetivos estratégicos foi aprofundada nas oficinas táticas, que ocorreram nos dias 29 e 30 de novembro e 1 e 2 de dezembro de Como resultado foram sugeridas alterações na redação dos objetivos originalmente propostos, conforme mostrado no Mapa Estratégico da figura 2, de forma a torná-los de mais fácil entendimento Figura 2 Mapa Estratégico : Oficina Tática MAPA ESTRATÉGICO - OFICINAS TÁTICAS MISSÃO: racionalizar o processo de alocação de recursos, zelando pelo equilíbrio das contas públicas, com foco em resultados para a Sociedade TRANSPARÊNCIA EFETIVIDADE CLIENTES E SOCIEDADE 1. Processo orçamentário transparente e participativo 4. Integração entre os atores do processo orçamentário ampliada 2. Orçamento como facilitador da eficiência na alocação de recursos públicos 5. Processo de comunicação externa aprimorado 3. Metodologia de programação e execução plurianual desenvolvida PROCESSOS INTERNOS 7. Processo orçamentário aprimorado continuamente e processo normativo aperfeiçoado 6. Impactos do orçamento na política macroeconômica identificados e avaliados 8 Gestão estratégica implantada APRENDIZADO E CRESCIMENTO 9. Plano de comunicação institucional desenvolvido e fortalecido 10. Processos de planejamento orçamentário apoiados por sistemas de informação - TI 11. Gestão de Pessoas 12. Capacidade de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas Fortalecidas Conforme é possível verificar, as mudanças ocorridas entre o Mapa Estratégico da figura 1 e o da figura 2 são decorrentes dos seguintes fatos: Os objetivos 3 e 8 foram discutidos e desenvolvidos juntos pela afinidade que apresentavam. Os grupos de trabalho das oficinas táticas consideraram que seria pertinente a unificação dos objetivos em apenas um. O principal motivo, conforme documentado, seria o fato de que o objetivo 3 não estaria na governabilidade da SOF. Optou-se por priorizar a avaliação do contexto da plurianulidade orçamentária na legislação vigente, dentro das ações do objetivo 8, o que, segundo o detalhamento dos planos levaria 36 meses. Só depois seria possível iniciar ações relativas ao objetivo 3. Assim, foi recomendado que o objetivo três seja retirado do mapa estratégico, porque não será possível iniciar nenhuma ação nos próximos três anos. 15

18 O objetivo 2 recebeu uma nova redação elaborada pelos participantes, com o intuito de torná-lo mais compreensível: Orçamento como facilitador da eficiência na alocação de recursos públicos. A mudança na redação do objetivo não provoca alterações no tema estratégico de EFETIVIDADE, pois os objetivos relacionados ao tema continuam com o sentido de promover efetividade nas entregas da Secretaria. Da mesma forma, o objetivo 13 passou a ter a seguinte redação: Capacidade de Acompanhamento e Avaliação de Políticas Públicas fortalecidas. O argumento é que não existe a palavra monitorar nas atuais atribuições da SOF. 16

19 6. GESTÃO ESTRATÉGICA A gestão estratégica tem por finalidade realizar ganhos substanciais através dos projetos estratégicos. Ela se difere da gestão operacional a qual tem como objetivo produzir melhorias incrementais e contínuas. Com o objetivo de dar continuidade ao processo de Gestão Estratégica da SOF, esta Coordenação de Planejamento e Desenvolvimento Estratégico propõe a agenda apresentada na figura 3. Figura 3 Proposta de Agenda AGENDA ITEM EVENTO Informar coorporativo da COPLA para sugestões de melhoria das Iniciativas pelos servidores da Casa. Organizar treinamento para o GEPLANES (turmas para início em MAR/2012). Consolidação pela COPLA das sugestões recebidas com vistas à validação final dos Objetivos e Iniciativas. Organizar uma turma para treinamento em Indicadores para Servidores. JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 5 Revisão da Portaria n o 51 de 7/6/ Início da Utilização do Sistema GEPLANES. 7 Reunião de acompanhamento. 8 Reunião do Comitê de Liderança. 9 Apresentação dos resultados para a SOF 10 Revisão do Planejamento Estratégico. Ano de Referência: Reuniões Acompanhamento As reuniões de acompanhamento deverão ocorrer nos meses de abril, julho e outubro de Caberá a cada Secretário-Adjunto responsável por objetivos no Planejamento Estratégico promover uma reunião de acompanhamento para a gestão do andamento do processo com a equipe envolvida. Essas reuniões deverão ocorrer em dias distintos de forma a permitir a participação de representantes da área de Planejamento Estratégico da SOF. 17

20 6.2. Reuniões do Comitê de Liderança O Comitê de Liderança foi instituído pela portaria n o 51 de 7 de junho de 2010, sendo integrado pelos seguintes membros: a) Secretário de Orçamento Federal, que o coordenará; b) Secretários-Adjuntos de Orçamento Federal; e c) Diretores dos Departamentos de Programa. Cabe a este Comitê nas reuniões deliberar sobre: a) aprovar o Processo de Gestão Estratégica; b) coordenar o Processo de Gestão Estratégica; c) estabelecer diretrizes, normas e resoluções para o aperfeiçoamento do PGE; d) validar as metas e os planos de ação do planejamento estratégico; e) realizar, até dezembro de cada exercício, a revisão do PGE; f) deliberar sobre o PGE; g) participar das Reuniões Trimestrais do Comitê de Liderança, a serem realizadas, preferencialmente, na primeira quinzena dos meses de maio, setembro e novembro de cada exercício, e propor diretrizes ou ações corretivas, quando julgar necessário; e h) deliberar sobre a participação de servidores da SOF em congressos, reuniões, palestras, cursos e outros eventos relacionados ao PGE da SOF. Cabe aqui registrar que essa portaria encontra-se em fase de revisão Apresentação dos Resultados A efetiva comunicação da estratégia é uma ação fundamental para garantir a mobilização de todos no alcance dos objetivos. Por isso a apresentação dos resultados é uma oportunidade de disseminação e equalização do conhecimento, caminhos e resultados alcançados no processo de gestão da SOF. Nesse sentido, é de fundamental importância que as apresentações sejam realizadas pelos Secretários-Adjuntos responsáveis pelos objetivos, apoiados pelos Diretores, em virtude do papel de importância destes no desenvolvimento das atividades desta Secretaria. 18

21 7. OBJETIVOS E INICIATIVAS RESULTADO FINAL Seguem de forma resumida os objetivos e iniciativas produzidos durantes as oficinas. As informações detalhadas encontram-se no anexo 1. OBJETIVO 1: Processo orçamentário transparente e participativo (Responsável SEAGE) Iniciativas: 1.1. Melhorar a acessibilidade das informações orçamentárias à sociedade; 1.2. Conscientizar a sociedade da sua possibilidade de participação no orçamento; 1.3. Ampliar a capacitação sobre orçamento público para a sociedade; e 1.4. Elaborar projeto de pesquisa para captar a percepção da sociedade sobre o orçamento. OBJETIVO 2: Orçamento como facilitador da eficiência na alocação de recursos públicos. (Responsável SECAD/SEAFI) Iniciativas: 2.1. Ampliar o conhecimento dos servidores da SOF sobre as políticas públicas setoriais em que atuam, para melhor fundamentar as razões de alocação dos recursos; 2.2. Fomentar a integração entre os atores do processo orçamentário e aqueles envolvidos na formulação, implementação e avaliação das políticas públicas; e 2.3. Fortalecer a discussão sobre formulação de políticas públicas e programações orçamentárias. OBJETIVO 3: Metodologia de programação e execução plurianual desenvolvida. (Responsável SECAD) Iniciativas: 3.1. Estudar modelagem para o orçamento plurianual; 3.2. Propor modelagem para plurianualidade orçamentária; e 3.3. Promover a discussão das proposições buscando a definição de um modelo no âmbito do Ministério do Planejamento. OBJETIVO 4: Integração entre os atores do processo orçamentário ampliada. (Responsável SEAGE) Iniciativas: 4.1. Viabilizar o Projeto Visitas Técnicas para as setoriais; 4.2. Contribuir na reestruturação dos processos orçamentários estaduais; e 4.3. Promover a aproximação com a CGU. 19

22 OBJETIVO 5: Processo de comunicação externa aprimorado. (Responsável SEAGE) Iniciativas: 5.1. Desenvolver e Implementar o Plano de Comunicação Externa; e 5.2. Promover a disseminação de conhecimento orçamentário à sociedade. OBJETIVO 6: Impactos do orçamento na política macroeconômica identificados e avaliados. (Responsável SEAFI) Iniciativas: 6.1. Desenvolver capacidades institucionais para avaliação macroeconômica; 6.2. Uniformizar conceitos macroeconômicos entre as instituições nacionais e internacionais; 6.3. Identificar e avaliar os impactos do orçamento nas dimensões macroeconômicas; 6.4. Disseminar o conhecimento, a metodologia de análise e os impactos do orçamento sobre as variáveis macroeconômicas; e 6.5. Ajustar os instrumentos orçamentários de modo a contemplar os resultados das avaliações. OBJETIVO 7: Processo orçamentário aprimorado continuamente e processos normativos orçamentários aperfeiçoados. (Responsável SECAD/SEAFI) Iniciativas: 7.1. Consolidar a posição da SOF sobre a nova Lei de Finanças; 7.2. Reestruturar o cadastro de ações; 7.3. Implementar um canal de comunicação para avaliação periódica dos Processos Orçamentários, identificando os pontos fortes, fracos, oportunidades e riscos; 7.4. Rever as fases de elaboração do PLOA; 7.5. Reformular a LDO com foco na sua finalidade de estabelecer diretrizes para o Processo Orçamentário; 7.6. Revisar o processo de alteração orçamentária; 7.7. Monitorar a execução das ações orçamentárias; 7.8. Instituir um processo de produção e disseminação de conhecimento orçamentário; 7.9. Elaborar e revisar os manuais técnicos, para que orientem, padronizem e facilitem a execução dos processos orçamentários; e Fortalecer e efetivar o papel da SOF como órgão central. OBJETIVO 8: Gestão estratégica implantada. (Responsável SEAGE) Iniciativas: 8.1. Realizar autoavaliação da gestão da SOF; 8.2. Desenvolver e consolidar indicadores para mensuração dos resultados finalísticos e de gestão da SOF; 20

CATÁLOGO DE SERVIÇOS

CATÁLOGO DE SERVIÇOS 2012 CATÁLOGO DE S Tecnologia da Informação MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO MINISTRA DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Miriam Belchior SECRETÁRIA-EXECUTIVA Eva Maria Cella Dal Chiavon

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC

Planejamento Estratégico de TIC Planejamento Estratégico de TIC Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe 2010 a 2014 Versão 1.1 Sumário 2 Mapa Estratégico O mapa estratégico tem como premissa de mostrar a representação visual o Plano

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO SISTEMATIZAÇÃO DOS RESULTADOS Atendendo a solicitação do CNMP, o presente documento organiza os resultados

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 1 Missão 2 Exercer o controle externo da administração pública municipal, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional CASO PRÁTICO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTÃO DE TALENTOS: COMO A GESTÃO DA CULTURA, DO CLIMA E DAS COMPETÊNCIAS CONTRIBUI PARA UM AMBIENTE PROPÍCIO À RETENÇÃO DE TALENTOS CASO PRÁTICO: COMPORTAMENTO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:dtic.governanca@trt3.jus.br Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

Breve histórico. 2 Análise de documentos e estudos relevantes. Painéis Temáticos com especialistas. 2* Diagnóstico Interno.

Breve histórico. 2 Análise de documentos e estudos relevantes. Painéis Temáticos com especialistas. 2* Diagnóstico Interno. 2 Análise de documentos e estudos relevantes Painéis Temáticos com especialistas Breve histórico 1 Reunião de partida e agenda de trabalho 2* Diagnóstico Interno 3 Mapeamento de tendências (mundo e Brasil)

Leia mais

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Pablo Sandin Amaral Renato Machado Albert

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

A Estratégia do Conselho da Justiça Federal 2015/2020 CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015

A Estratégia do Conselho da Justiça Federal 2015/2020 CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015 A Estratégia do Conselho da Justiça Federal CJF-POR-2015/00359, de 26 de agosto de 2015 SUEST/SEG 2015 A estratégia do CJF 3 APRESENTAÇÃO O Plano Estratégico do Conselho da Justiça Federal - CJF resume

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

PAINEL DE INDICADORES ESTRATÉGICOS DO TRE-RS 2010-2014

PAINEL DE INDICADORES ESTRATÉGICOS DO TRE-RS 2010-2014 PAINEL DE ES ESTRATÉGICOS DO TRE-RS 2010-2014 SOCIEDADE: 1. Garantir a legitimidade do processo eleitoral 01 CONFIANÇA NO PROCESSO ELEITORAL Mede o grau de confiança da população gaúcha em relação ao processo

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SINTÉTICO 2013 2016 - REVISÃO 2014

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SINTÉTICO 2013 2016 - REVISÃO 2014 Anexo à Resolução CGM 1.143 DE 08/07/2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SINTÉTICO 2013 2016 - REVISÃO 2014 INTRODUÇÃO Este trabalho é o produto de discussões finalizados em fevereiro de 2014, junto à Comissão

Leia mais

ENCONTRO DA FRENTE DE INOVAÇÃO

ENCONTRO DA FRENTE DE INOVAÇÃO ENCONTRO DA FRENTE DE INOVAÇÃO Outubro 2015 AGENDA PMIMF Frente de Inovação Frente de Projetos - Plano de Comunicação - Painel Patrocinador - Case da SPE (Implantação do Escritório de Projetos) -Nova Versão

Leia mais

Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação. Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região

Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação. Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região Dezembro/2010 2 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Missão: Prover soluções efetivas de tecnologia

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL

RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL RELATÓRIO DE QUE? AVALIAÇÃO: Avaliação anual avaliamos a execução durante o ano, a entrega dos produtos e os seus impactos. AVALIAÇÃO PARA QUE? OBJETIVOS: Prestar

Leia mais

12.1 AÇÕES E INDICAÇÕES DE PROJETOS

12.1 AÇÕES E INDICAÇÕES DE PROJETOS 43 Considerando os Objetivos Estratégicos, Indicadores e Metas, foram elaboradas para cada Objetivo, as Ações e indicados Projetos com uma concepção corporativa. O Plano Operacional possui um caráter sistêmico,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO PLANO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TRIÊNIO /2015 DSI/CGU-PR Publicação - Internet 1 Sumário 1. RESULTADOS

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA

A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA Fabiana Alves de Souza dos Santos Diretora de Gestão Estratégica do TRT 10 1/29 O TRT da 10ª Região Criado em 1982 32 Varas do Trabalho

Leia mais

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional.

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Tema 1: Eficiência Operacional Buscar a excelência na gestão de custos operacionais. Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Agilizar

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA

ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA Boletim Informativo Edição 01 19 de Março de 2012 ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA Controladoria-Geral da União Implementação da Lei de Acesso a Informação A Lei de Acesso à Informação (LAI) representa mais

Leia mais

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

IV Fórum Governamental de Gestão Ambiental na Administração Pública. Painel 4 Sustentabilidade no Setor Público. Brasília, 01º de dezembro de 2009

IV Fórum Governamental de Gestão Ambiental na Administração Pública. Painel 4 Sustentabilidade no Setor Público. Brasília, 01º de dezembro de 2009 IV Fórum Governamental de Gestão Ambiental na Administração Pública Painel 4 Sustentabilidade no Setor Público Brasília, 01º de dezembro de 2009 Márcio Luiz de Albuquerque Oliveira Coordenador-Geral de

Leia mais

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC Incentivar a inovação em processos funcionais Aprendizagem e conhecimento Adotar práticas de gestão participativa para garantir maior envolvimento e adoção de soluções de TI e processos funcionais. Promover

Leia mais

GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2 JUSTIFICATIVA

GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2 JUSTIFICATIVA GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Promover eficiência na gestão de recursos para assegurar a realização da Estratégia, a partir de uma política organizacional de planejamento e execução

Leia mais

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual 20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual Paulista da CONSOCIAL Prioridades Texto Diretriz Eixo Pontos 1 2 Regulamentação e padronização de normas técnicas para a elaboração dos Planos de Governo apresentados

Leia mais

Governança de TI: O desafio atual da Administração Pública. André Luiz Furtado Pacheco, CISA SECOP 2011 Porto de Galinhas, setembro de 2011

Governança de TI: O desafio atual da Administração Pública. André Luiz Furtado Pacheco, CISA SECOP 2011 Porto de Galinhas, setembro de 2011 Governança de TI: O desafio atual da Administração Pública André Luiz Furtado Pacheco, CISA SECOP 2011 Porto de Galinhas, setembro de 2011 André Luiz Furtado Pacheco, CISA Graduado em Processamento de

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR!

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! Eleições 2014 Faculdade de Odontologia UFRJ VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! PLANO DE TRABALHO EQUIPE - CHAPA 1: Diretor - Maria Cynésia Medeiros de Barros Substituto Eventual do Diretor - Ednilson

Leia mais

Implantação da Governança a de TI na CGU

Implantação da Governança a de TI na CGU Implantação da Governança a de TI na CGU José Geraldo Loureiro Rodrigues Diretor de Sistemas e Informação Controladoria-Geral da União I Workshop de Governança de TI da Embrapa Estratégia utilizada para

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI Plano de Trabalho Elaboração do Plano Diretor de Tecnologia da Informação

Leia mais

INDICADORES ESTRATÉGICOS EVOLUÇÃO E STATUS. Indicadores com monitoramento implementado e com resultado satisfatório de acordo com a meta.

INDICADORES ESTRATÉGICOS EVOLUÇÃO E STATUS. Indicadores com monitoramento implementado e com resultado satisfatório de acordo com a meta. Implantação do Planejamento Estratégico AMGE 100% até 2016 O Projeto Desdobramento do Planejamento Estratégico Institucional foi instituído por meio da Portaria PGR nº 725/2011 e finalizado em dezembro

Leia mais

VISÃO PROGRAMÁTICA DO ORÇAMENTO

VISÃO PROGRAMÁTICA DO ORÇAMENTO PAINEL II VISÃO PROGRAMÁTICA DO ORÇAMENTO Inovações da União para 2013 Bruno César Grossi de Souza Secretário-Adjunto Assuntos Orçamentários SECAD Secretaria de Orçamento Federal SOF/MP Objetivo desta

Leia mais

Núcleo Estadual GesPública RS

Núcleo Estadual GesPública RS Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA Núcleo Estadual GesPública RS Contexto do GESPÚBLICA no MINISTÉRIO Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão G E S P Ú B L I C A Conselho

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF

Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF PLANEJAMENTO FISCAL 2015 CAPITULO I APRESENTAÇÃO O Planejamento Fiscal do DM/SMF - Departamento de Impostos Mobiliários da Secretaria Municipal de Fazenda materializa-se

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE. www.ucp.fazenda.gov.br

PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE. www.ucp.fazenda.gov.br COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE www.ucp.fazenda.gov.br PROGRAMAS EM ANDAMENTO Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros - PNAFM

Leia mais

INDICADORES E METAS DO TRT7 OBJETIVO ESTRATÉGICO TRT 7ª REGIÃO Nº.1.

INDICADORES E METAS DO TRT7 OBJETIVO ESTRATÉGICO TRT 7ª REGIÃO Nº.1. 34 Os indicadores são índices utilizados para aferir resultados. O TRT da 7ª Região adotou indicadores aferidos pelo CNJ e criou outros considerados relevantes para o processo decisório da gestão institucional,

Leia mais

Planejamento Estratégico ABNT/CEE-78 Informática em Saúde 21.02.14 1

Planejamento Estratégico ABNT/CEE-78 Informática em Saúde 21.02.14 1 Planejamento Estratégico ABNT/CEE-78 Informática em Saúde 2013 2018 21.02.14 1 Objetivo do Planejamento Estratégico Definir onde queremos chegar em 5 anos. Definir como vamos chegar lá Definir como saber

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI (2013-2015) - UFPel

Planejamento Estratégico de TI (2013-2015) - UFPel Planejamento Estratégico de TI (2013-2015) - UFPel 1 Missão Prover soluções de TI, com qualidade, à comunidade da UFPel. 2 Visão Ser referência em governança de TI para a comunidade da UFPel até 2015.

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica INTRODUÇÃO O Grupo Telefônica, consciente de seu importante papel na construção de sociedades mais justas e igualitárias, possui um Programa de

Leia mais

Implantação do Sistema de Divulgação de Melhores Práticas de Gestão na Administração Pública

Implantação do Sistema de Divulgação de Melhores Práticas de Gestão na Administração Pública Ministério do Planejamento, Orçamento e Programa 0792 GESTÃO PÚBLICA EMPREENDEDORA Objetivo Promover a transformação da gestão pública para ampliar os resultados para o cidadão e reduzir custos. Indicador(es)

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos.

A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos. Q A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos. É uma alusão à essência e ao compromisso da Secretaria

Leia mais

ABCE REVITALIZADA PLANEJAMENTO 2011-2015

ABCE REVITALIZADA PLANEJAMENTO 2011-2015 ABCE REVITALIZADA PLANEJAMENTO 2011-2015 1 Destaques do levantamento de referências de associações internacionais Além dos membros associados, cujos interesses são defendidos pelas associações, há outras

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

PROCESSO ORÇAMENTÁRIO CONCEITOS E PROCEDIMENTOS

PROCESSO ORÇAMENTÁRIO CONCEITOS E PROCEDIMENTOS PROCESSO ORÇAMENTÁRIO CONCEITOS E PROCEDIMENTOS Novembro/2009 Secretaria de Orçamento Federal Novembro/2009 Instituição Ministério do Planejamento, Secretaria de Orçamento Federal DEPT. PROGR. INFRAESTRUT.

Leia mais

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS 1º MÓDULO: SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS Economia e Sociedade do Conhecimento: Conceitos básicos: economia da informação e conhecimento. Investimentos tangíveis e intangíveis. Gestão do Conhecimento e

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Controle Externo

Tribunal de Contas da União. Controle Externo Tribunal de Contas da União Controle Externo 1224 Controle Externo Objetivo Assegurar a efetiva e regular gestão dos recursos públicos federais em benefício da sociedade e auxiliar o Congresso Nacional

Leia mais

Gestão de Programas Estruturadores

Gestão de Programas Estruturadores Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais

Leia mais

Processo nº 7.675-9/2013

Processo nº 7.675-9/2013 Processo nº 7.675-9/2013 Interessado TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MATO GROSSO Assunto Institui e regulamenta o Comitê Gestor Interno do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização - Gespública

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012. Institui o Programa de Fortalecimento Institucional da ANAC. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício das competências

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO COM FOCO EM COMPETÊNCIAS:

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO COM FOCO EM COMPETÊNCIAS: AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO COM FOCO EM COMPETÊNCIAS: Implantação do sistema de Avaliação de Desempenho com Foco em Competências no Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região Belém PA 2013 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Leia mais

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação s Possíveis Achados 1 As características da unidade de controle interno atendem aos preceitos normativos e jurisprudenciais? Ato que criou

Leia mais

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas (Produto 1) TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011 Workshop 2011 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011 Agência Nacional de Transportes Aquaviários O MAPA ESTRATÉGICO ANTAQ 2 Missão Assegurar à sociedade

Leia mais

Oficina 1 Análise sobre os PDTI s e alinhamento com Governança de TI (GRG e ATHIVA)

Oficina 1 Análise sobre os PDTI s e alinhamento com Governança de TI (GRG e ATHIVA) Projeto 1: Elaboração dos Planos Diretores de TI da Administração Pública de Pernambuco Projeto 2: Elaboração do Plano de Governo em TI Oficina 1 Análise sobre os PDTI s e alinhamento com Governança de

Leia mais

GELISE BARROS TEIXEIRA HENRIQUE CISNE TOMAZ

GELISE BARROS TEIXEIRA HENRIQUE CISNE TOMAZ CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde IMPLANTAÇÃO DO SUBSISTEMA INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO SERVIDOR NO MINISTÉRIO DA SAÚDE, TERESINA/PÍ GELISE BARROS

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA - IICA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E

Leia mais

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Uma estrutura de apoio à Inovação Eliza Coral, Dr. Eng., PMP Outubro, 2010 Diretrizes Organizacionais Missão Contribuir para o desenvolvimento sustentável

Leia mais

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte!

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte! Câmara Municipal de Barueri Conheça a Norma SA8000 Você faz parte! O que é a Norma SA 8000? A SA 8000 é uma norma internacional que visa aprimorar as condições do ambiente de trabalho e das relações da

Leia mais

CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO. Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA

CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO. Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA APRESENTAÇÃO A CARTA DE SERVIÇOS atende a uma indicação do Programa Nacional de Gestão Pública, aderido pela Prefeitura do Município de Porto Velho, cujo programa é coordenado pela Secretaria Municipal

Leia mais

Arranjo Produtivo Local APL Associação Terra Cozida do Pantanal

Arranjo Produtivo Local APL Associação Terra Cozida do Pantanal Arranjo Produtivo Local APL Associação Terra Cozida do Pantanal Rio Verde de MT MS Novembro/ 2010 1 PRESIDENTE DA ATCPAN Natel Henrique Farias de Moraes VICE PRESIDENTE DA ATCPAN Luiz Claudio Sabedotti

Leia mais

Como o TCU vem implantando a governança de TI

Como o TCU vem implantando a governança de TI Como o TCU vem implantando a governança de TI Assessoria de Segurança da Informação e Governança de TI - Assig - Marisa Alho Chefe de Assessoria Assessoria de Segurança da Informação e Governança de TI

Leia mais

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU O Papel dos Tributos Imobiliários para o Fortalecimento dos Municípios Eduardo de Lima Caldas Instituto Pólis Marco

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO 05/IN01/DSIC/GSIPR 00 14/AGO/09 1/7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações CRIAÇÃO DE EQUIPES DE TRATAMENTO E RESPOSTA A INCIDENTES

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA Em 22 e 23 de outubro de 2015, organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano SEDU, por meio da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba COMEC,

Leia mais

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Reunião de Abertura do Monitoramento 2015 Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Roteiro da Apresentação 1. Contextualização; 2. Monitoramento; 3. Processo de monitoramento;

Leia mais

Planejamento Estratégico Sistema OCB/MS 2 0 1 5-2 0 2 0

Planejamento Estratégico Sistema OCB/MS 2 0 1 5-2 0 2 0 Planejamento Estratégico Sistema OCB/MS 2 0 1 5-2 0 2 0 Planejamento Estratégico Sistema OCB/MS 2 0 1 5-2 0 2 0 Índice Mapa Estratégico OCB/MS 2015-2020 Visão do Cooperativismo Missão da OCB/MS Valores

Leia mais

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são:

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são: 24/2010 1. Identificação do Contratante Nº termo de referência: TdR nº 24/2010 Plano de aquisições: Linha 173 Título: consultor para desenvolvimento e venda de produtos e serviços Convênio: ATN/ME-10541-BR

Leia mais

Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados

Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados E77p Espírito Santo. Tribunal de Contas do Estado. Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados / Tribunal de Contas do Estado. Vitória/ES: TCEES, 2015. 13p. 1.Tribunal

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Institui o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação no âmbito do Poder Judiciário. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

Implantação da Governança a de TI na CGU

Implantação da Governança a de TI na CGU Implantação da Governança a de TI na CGU José Geraldo Loureiro Rodrigues Diretor de Sistemas e Informação Controladoria-Geral da União Palestra UNICEUB Estratégia utilizada para implantação da Governança

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA GESTÃO DE PORTFÓLIOS DE PROJETOS. RELATOR Ana Cristina Wollmann Zornig Jayme

APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA GESTÃO DE PORTFÓLIOS DE PROJETOS. RELATOR Ana Cristina Wollmann Zornig Jayme APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA GESTÃO DE PORTFÓLIOS DE PROJETOS RELATOR Ana Cristina Wollmann Zornig Jayme RESPONSÁVEIS Ana Cristina Wollmann Zornig Jayme - 3350-8628 - ajayme@pmc.curitiba.pr.gov.br - SEPLAN

Leia mais

GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores. Apresentação SERVIÇO PÚBLICO RELEVANTE

GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores. Apresentação SERVIÇO PÚBLICO RELEVANTE GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores Apresentação A Rede de Nacional de Consultores "ad hoc" do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GesPública se constitui elemento de suma importância

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina. Cora Coralina

Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina. Cora Coralina Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina Instituto Serzedello Corrêa - ISC É uma unidade de apoio estratégico ligada à Presidência do TCU. Criado pela Lei Orgânica do

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018 (Síntese da Matriz estratégica) Texto aprovado na 19ª Reunião Extraordinária do CONSUNI, em 04 de novembro de 2013. MISSÃO Ser uma Universidade que valoriza

Leia mais