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1 GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS NO MINISTÉRIO DA SAÚDE O projeto Gestão por Competências teve início no Ministério da Saúde (MS) em setembro de Esse modelo de Gestão de Pessoas foi implantado de forma participativa, com representação das diversas unidades do Ministério, de forma a buscar o alinhamento do projeto aos objetivos do órgão, expressos em seu Planejamento Estratégico vigente à época. Foi realizado por etapas: preparação, modelagem, descrição, validação e avaliação das competências e seus comportamentos de evidência, mapeamento, com identificação das lacunas de competências e identificação das prioridades de ação de educação. No entanto, a forma como tal iniciativa vinha se desenvolvendo no MS não guardava coerência com as diretrizes estabelecidas na Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, instituída pela Portaria GM/MS nº 1.996/2007, e reafirmadas pela Portaria GM/MS nº 278/2014, que instituiu diretrizes para a implementação dessa Política para os trabalhadores do Ministério da Saúde. Havia a proposta de mapeamento das lacunas de competências dos servidores do MS que deveriam ser supridas por meio da construção de Planos de Desenvolvimento Individual PDI. Os pressupostos da Educação Permanente (EP), por sua vez, apontam para um movimento ascendente na construção das principais estratégias de enfrentamento dos desafios que se apresentam a partir da análise dos processos de trabalho pelos coletivos de trabalhadores (gestores e suas equipes). A EP acontece no cotidiano das pessoas e das organizações e leva em consideração os conhecimentos e as experiências que os indivíduos trazem consigo. Além disso, atender demandas individuais em um órgão como o Ministério da Saúde torna-se inviável, tendo em vista o expressivo quantitativo de servidores ativos em âmbito nacional, cerca de 80 (oitenta) mil, com lotação em Brasília/DF e Unidades Descentralizadas nos estados. Hoje, a Coordenação de Desenvolvimento de Pessoas, enquanto unidade responsável pela gestão de processos educacionais no Ministério da Saúde, trabalha as competências já identificadas de forma coletiva, sem realizar o mapeamento, a partir de ofertas institucionais (considerando as necessidades e os objetivos estratégicos do MS) que atendam amplamente o conjunto de trabalhadores e que possam ter, de fato, impactos positivos no trabalho. Saiba mais sobre o histórico do Projeto Gestão por Competências no Ministério da Saúde. Em 2010 foi realizado o primeiro ciclo de mapeamento de Competências Gerenciais Gerais para todos os ocupantes de função de chefia, quando foram identificadas e validadas cinco competências gerenciais gerais: Gestão de Pessoas, Planejamento Participativo, Gestão de Resultados, Gestão Administrativa e Articulação.

2 Em 2011 foi realizado um piloto de mapeamento de competências técnicas para o Fundo Nacional de Saúde (FNS), com a metodologia de identificação por grupo focal e descrição validada em nível de Coordenações. Em 2012, a identificação de competências técnicas foi estendida para todo o Ministério objetivando o levantamento dos atributos e a descrição das Competências Técnicas Específicas e, em 2013, foi realizada a etapa de validação das Competências Técnicas Gerais, em que aproximadamente 1200 servidores validaram as competências propostas, como resultado da contribuição de 31 grupos focais realizados entre abril e outubro/2012. Modelo de Gestão por Competências Ministério da Saúde Planejamento Estratégico MS Competências Organizacionais do MS PLANO DE EDUCAÇÃO PERMANENTE Competências Gerenciais e técnicas do MS Competências Organizacionais e Gerenciais O processo de identificação das competências organizacionais e gerenciais do Ministério da Saúde, realizado em 2009, ocorreu por meio das seguintes atividades: oficina de capacitação com representantes de todas as unidades do MS, análise documental e entrevistas com gestores (ocupantes de DAS 4, 5 e 6). Para esta última ação, foram entrevistados um total de 84 gestores do Ministério, sendo 5 Secretários, 29 Diretores e 50 Coordenadores Gerais. Em seguida, ocorreu a etapa de descrição e validação das competências, que considera as definições das capacidades relacionadas à missão, visão e eixos estratégicos do MS. As competências organizacionais foram referendadas em primeira instância pelos Secretários e, após ajustes sugeridos, levadas à validação de todos os gestores do MS em reuniões presenciais e por meio eletrônico, com envio e recepção de formulários por . As competências organizacionais validadas constam no Anexo I. Participaram da validação das competências gerenciais 163 gestores do Ministério. A amostra inicial seria de 30% do corpo gerencial, mas chegou a 48% de participações. Os gestores contribuíram com a fase de validação, apresentando suas sugestões e escolhendo, entre 13 competências gerenciais identificadas na fase de descrição, as cinco prioritárias, conforme apresentado nos Anexo II e IV.

3 Em agosto de 2010 foi realizado o primeiro ciclo de mapeamento dos ocupantes de função de chefia do Ministério da Saúde. Participaram do primeiro ciclo 218 ocupantes de função de chefia do MS, excluindo-se os Secretários e Subsecretários, e 48 lideranças potenciais. Competências Técnicas Gerais O modelo de Competências Técnicas Gerais do Ministério é decorrente do modelo geral definido para a instituição, e tem por base as competências organizacionais e o Planejamento Estratégico do MS. São categorizadas como gerais, ou seja, aquelas que todos os servidores do MS devem apresentar no exercício de suas atividades. A princípio, o MS optou por descrever as competências por cargo. O primeiro cargo a ter suas competências gerais identificadas, descritas e mapeadas foi o de Agente Administrativo. A descrição das mesmas foi iniciada com a análise documental do resultado das entrevistas realizadas pela equipe da CODEP/CGESP. Esse processo também teve o objetivo de subsidiar a avaliação de desempenho do estágio probatório dos Agentes Administrativos, bem como analisar as informações contidas no edital elaborado para o último concurso público desse quadro profissional. Após a descrição, realizou-se um grupo focal com Agentes Administrativos, indicados como representantes das Secretarias do Ministério, para a realização da validação semântica e metodológica. Uma das características principais do grupo focal é a diversidade de opiniões sobre o mesmo fato, o que permite traçar um panorama geral do objeto pesquisado, conforme afirmam Iervolino e Pelicioni: A coleta de dados através do grupo focal tem como uma de suas maiores riquezas basear-se na tendência humana de formar opiniões e atitudes na interação com outros indivíduos. Ele contrasta, nesse sentido, com dados colhidos em questionários fechados ou entrevistas individuais, onde o indivíduo é convocado a emitir opiniões sobre assuntos que talvez nunca tenha pensado anteriormente. As pessoas, em geral, precisam ouvir as opiniões dos outros antes de formar as suas próprias, e constantemente mudam de posição (ou fundamentam melhor sua posição inicial) quando expostas à discussão em grupo. É exatamente este processo que o grupo focal tenta captar. (IERVOLINO e PELICIONI, 2001). As competências tiveram sua descrição ajustada e definida. No decorrer do processo foi constatado que a lógica de mapeamento de competências por cargo não é adequada à realidade do Ministério e, assim sendo, não retrataria o que realmente é necessário para executar as atividades referentes às unidades que compõem a estrutura do órgão. Competências Técnicas do Fundo Nacional de Saúde Alterada a lógica de mapeamento de competências técnicas, de cargo para área, definiu-se como piloto para o mapeamento de competências técnicas o FNS Fundo Nacional de Saúde. O mapeamento de competências técnicas do FNS, bem como da Hemorrede Nacional, foi realizado por processos de trabalho, com a metodologia de identificação por entrevistas e grupos focais e descrição validada em nível de Coordenação.

4 Competências Técnicas Gerais do Ministério da Saúde Em 2012 o Mapeamento das Competências Gerenciais Gerais foi retomado com o segundo ciclo, no qual tais competências foram desdobradas em comportamentos de evidências e foi inserida, no modelo, a avaliação do gestor pela equipe subordinada (piloto realizado no FNS). Foram obtidos 249 perfis completos, correspondentes a 67,8% do total de gestores do Ministério da Saúde. Entende-se por perfis completos aqueles que possuem avaliação da chefia e autoavaliação. No FNS o perfil completo incluiu a avaliação da equipe diretamente subordinada, na competência Gestão de Pessoas, em realização de procedimento piloto que seria estendido a todas as unidades em Em 2012 também foram identificadas, descritas e validadas as Competências Técnicas Gerais. A metodologia utilizada foi a de Grupo Focal. Foram realizados 30 grupos focais com servidores de todas as áreas do Ministério da Saúde e descritas as competências técnicas gerais. As competências descritas foram validadas por servidores, um total de 45% do efetivo de servidores do MS, em Brasília. As Competências Técnicas Gerais estão apresentadas no Anexo III.

5 ANEXO I COMPETÊNCIAS ORGANIZACIONAIS COMPETÊNCIAS ORGANIZACIONAIS DESCRIÇÃO PROMOÇÃO DA SAÚDE Coordenar o Estado e a Sociedade para uma ação convergente de adoção de práticas e comportamentos saudáveis. ATENÇÃO À SAÚDE QUALIFICAÇÃO DA GESTÃO PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL Articular a organização das redes de Atenção à Saúde, com a perspectiva de um modelo de desenvolvimento voltado para a equidade em sua dimensão pessoal e territorial. Promover a inovação contínua nos processos e instrumentos de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS). Fortalecer a gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), pela promoção da relação articulada entre os atores sociais e políticos da área de Saúde, com ênfase na consolidação dos Conselhos de Saúde estaduais e municipais. COMPLEXO INDUSTRIAL/ PRODUTIVO DA SAÚDE FORÇA DE TRABALHO EM SAÚDE Garantir ao país a produção e aquisição de insumos críticos e tecnológicos relacionados à Saúde, por meio do fortalecimento do Complexo Industrial e de Inovação em Saúde. Definir diretrizes para a formação de recursos humanos na área de saúde, caracterizando-a como um investimento essencial para a perspectiva de evolução do Sistema Único de Saúde (SUS). COOPERAÇÃO INTERNACIONAL Representar o Brasil no cenário internacional de Saúde, cooperando com o desenvolvimento dos sistemas de saúde dos países da América do Sul e Central, da CPLP e da África. COMPETÊNCIA ESSENCIAL Formular, promover e controlar a execução da Política Nacional de Saúde.

6 Anexo II COMPETÊNCIAS GERENCIAIS COMPETÊNCIA DESCRIÇÃO GESTÃO DE PESSOAS Gerenciar sua equipe, integrando as pessoas e administrando conflitos, de forma participativa, ética e respeitosa. PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO Capacidade de planejar e monitorar, em conjunto com sua equipe, as ações da Unidade, alinhando-as às estratégias do Ministério da Saúde. GESTÃO DE RESULTADOS Capacidade de monitorar e avaliar continuamente os resultados alcançados pela equipe, a fim de propor redirecionamentos, considerando os objetivos da Unidade e as estratégias do Ministério da Saúde. GESTÃO ADMINISTRATIVA Capacidade de delegar tarefas à equipe, estruturando o trabalho otimizando o tempo e recursos disponíveis. ARTICULAÇÃO Capacidade de estabelecer redes de parcerias internas e externas ao MS, para melhorar o desempenho dos processos de trabalho sob sua responsabilidade.

7 ANEXO III COMPETÊNCIAS TÉCNICAS GERAIS Competência Descrição Conhecimentos Habilidades Atitudes AUTODESENVOLVIMENTO Manter-se atualizado quanto aos aspectos técnicos da área em que atua, buscando continuamente as oportunidades de capacitação e autodesenvolvimento. Perfil de competências técnicas relacionado à sua área de atuação Plano de Educação Permanente do MS Critérios para participação em ações de educação no MS. Buscar, interna e externamente ao MS, as informações necessárias à execução de suas atividades. Proativo na busca de oportunidades de desenvolvimento. COMPROMETIMENTO COMPETÊNCIA TÉCNICA Demonstrar comprometimento com a execução de sua atividade, em prazo e qualidade, tendo como foco o cidadão e a saúde da população. Demonstrar conhecimento técnico sobre as políticas e programas de sua Unidade, e segurança nos argumentos apresentados ao responder às demandas e ao representar tecnicamente o Ministério. Plano Nacional de Saúde (PNS). Lei 8080/90 - Lei Orgânica da Saúde e suas aplicações em sua área de atuação Lei 8142/90 - SUS e suas aplicações em sua área de atuação Regimento interno do MS, item relacionado à sua Unidade. Procedimentos operacionais relacionados à sua Unidade. Sistemas informatizados afetos à sua área de atuação. Políticas afetas à sua Unidade. Compartilhar informações e conhecimentos com a equipe em que atua. Realizar suas atividades com foco na definição de prioridades Executar suas atividades, com base na legislação e nas diretrizes do MS. Apresentar argumentos técnicos e objetivos em discussões internas e externas ao MS. Demonstrar capacidade analítica na resolução de problemas em sua área de atuação Encaminhar corretamente as demandas às Unidades pertinentes. Comprometido com a execução e resultados de sua atividade Colaborativo no âmbito de sua equipe. Atento ao atendimento dos prazos requeridos em sua atividade Disposto a apropriar-se de novos conhecimentos técnicos. Programas afetos à sua Unidade. ATENDIMENTO Atender às demandas dos públicos interno e externo, demonstrando interesse na resolução da solicitação, atenção aos prazos de resposta e encaminhamento correto da demanda, se não Atribuições das áreas que fazem interface com sua área de atuação. Fluxo dos processos de trabalho de sua área de atuação. Fornecer orientações corretas às demandas do publico interno e externo. Demonstrar interesse na resolução do atendimento. Respeitoso no trato com o público interno e externo. Ágil na resposta às demandas

8 puder soluciona-la. Manual de Redação Oficial da Presidência da República. Expressar-se com clareza, na forma escrita e verbal, apresentando argumentos técnicos em pareceres, notas técnicas e discussões institucionais. Objetivo no repasse de informações. Operar os sistemas informatizados de sua área, com domínio dos procedimentos. VISÃO SISTÊMICA Executar suas atividades considerando a interdependência das tarefas de sua Unidade e o impacto de sua atuação nas atividades dos demais membros da equipe, ou de outras áreas do MS e instituições parceiras. Planejamento Estratégico do MS Objetivos estratégicos relacionados à sua área de atuação Resultados estratégicos do MS (REM) afetos à sua área de atuação. Interrelação entre os processos de sua área de atuação e outras áreas do MS Analisar o contexto para a tomada de decisões acertadas. Identificar a relação entre os resultados de sua atividade e os resultados do SUS Receptivo à cooperação técnica interna e externa. Articulador nos interesses do MS.

9 ANEXO IV COMPETÊNCIAS GERENCIAIS REVISADAS E DESCRIÇÃO DOS CONHECIMENTOS, HABILIDADE E ATITUDES Competência Descrição Conhecimentos Habilidades Atitudes GESTÃO DE PESSOAS Capacidade de gerenciar sua equipe, integrando as pessoas e administrando conflitos, de forma participativa, ética e respeitosa. Lei Direitos e Deveres do servidor Plano de Educação Permanente do MS ( ) Decreto 5.707/06 Promover um clima de respeito e conduta ética no ambiente de trabalho. Administrar conflitos com foco na integração das pessoas Respeitoso no trato com sua equipe Imparcial na administração de conflitos da equipe PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO Capacidade de planejar e monitorar, em conjunto com sua equipe, as ações da Unidade, alinhando-as às estratégias do Ministério da Saúde. Plano Nacional de Saúde - PNS ( ) Planejamento Estratégico do Ministério da Saúde ( ) com foco nos objetivos estratégicos de sua área de atuação Planejar as ações da Unidade em conjunto com sua equipe Integrar a equipe na discussão das decisões estratégicas Receptivo às proposições da equipe GESTÃO DE RESULTADOS GESTÃO ADMINISTRATIVA Capacidade de monitorar e avaliar continuamente os resultados alcançados pela equipe, a fim de propor redirecionamentos, considerando os objetivos da Unidade e as estratégias do Ministério da Saúde. Capacidade de delegar tarefas à equipe, estruturando o trabalho, Metodologia de avaliação de resultados do MS (E- Car) Indicadores e metas de sua área de atuação Fluxo dos processos de trabalho de sua área de atuação Avaliar continuamente os resultados alcançados pela equipe Propor redirecionamento para resultados em conjunto com a equipe Delegar tarefas à equipe de acordo com as capacidades individuais do trabalho Assertivo na tomada de decisões Comprometido com os resultados da Unidade Proativo na coordenação dos processos de trabalho

10 otimizando o tempo e recursos disponíveis. Competências técnicas necessárias aos membros de sua equipe Administrar os recursos disponíveis às necessidades da área, com economicidade e eficiência. Ágil nas decisões administrativas ARTICULAÇÃO Capacidade de estabelecer redes de parcerias internas e externas ao MS, para melhorar o desempenho dos processos de trabalho sob sua responsabilidade. Interrelação entre os processos de trabalho de sua unidade e as demais unidades do MS, e órgãos vinculados Estabelecer redes de parcerias internas e externas ao MS, visando atender às necessidades da área Comunicar-se com clareza e objetividade Disposto ao diálogo

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