UM ESTUDO SOBRE A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DAS SRMs DO MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS

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1 1019 UM ESTUDO SOBRE A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DAS SRMs DO MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS Rafaela Souza de Barros UERJ 3 Suellen da Rocha Rodrigues UERJ e UFF 4 Nara Alexandre Costa UERJ 5 Edicléa Mascarenhas Fernandes UERJ 6 Eixo Temático: Formação de professores e processos de inclusão/exclusão em educação Categoria: Pôster INTRODUÇÃO O presente estudo é oriundo do Observatório Estadual de Educação do Rio de Janeiro (OEERJ) que tem como foco estudar o programa de implantação das Salas de Recursos Multifuncionais (SRMs) e que é ligado ao Observatório Nacional de Educação Especial (ONEESP). O objetivo do mesmo é analisar, a partir das falas dos entrevistados, a formação inicial dos professores das SRMs do município de Petrópolis. Relatando sobre a formação que os mesmos obtiveram e que acreditam que seja necessária para o real atendimento ao aluno com Necessidades Educacionais Especiais (NEE). Para dar início a nossa pesquisa iremos relatar um pouco sobre a educação especial e a educação inclusiva e de suas transformações. A Educação Especial passou por momentos distintos de conceituação, limitação, olhar e ação para com as pessoas com deficiência. A Educação Especial funcionava como sendo um sistema paralelo de educação que atendia as especificidades dos alunos com NEE. 3 Graduanda do curso de Pedagogia e Bolsista de Iniciação à Docência, pela UERJ. 4 Pós-Graduanda em Educação Especial e Inclusiva, pela UFF. Bolsista Proatec, pela UERJ. 5 Graduanda do curso de Pedagogia e Bolsista de Extensão, pela UERJ. 6 Professora Adjunta da Faculdade de Educação da UERJ. Coordenadora do NEEI/UERJ.

2 1020 Em 1994, com a elaboração da Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994) que defende uma educação para todos, apontando que aqueles com necessidades educacionais especiais devem ter acesso à escola regular. Lançam-se assim as perspectivas da Educação Inclusiva que permite que os alunos com NEE estejam num espaço capaz de proporcionar um convívio real com o outro, com as problemáticas existentes na sociedade, tendo direito a uma escolarização regular, de maneira a lhes garantir um processo contínuo de aprendizagem. A LDBEN 9394/96 (BRASIL, 1996), diz que o Atendimento Educacional Especializado (AEE) deve ocorrer preferencialmente na rede pública regular de ensino. Corroborando com tal Lei a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Inclusão (BRASIL, 2008) aponta que o atendimento educacional especializado (AEE), deve ser oferecido em salas de recursos multifuncionais. As SRMs têm como função atender as diferentes NEE e o desenvolvimento das habilidades (complementares e/ou suplementares) pertencentes ao currículo. Tal atendimento deve ocorrer no contraturno do ensino regular. Na tendência contemporânea a Política Nacional de Educação Especial determina que as salas de recursos multifuncionais sejam a única oferta de atendimento educacional especializado, pois é um espaço que visa oferecer o apoio educacional complementar necessário, organizado com materiais didáticos, pedagógicos, equipamentos e profissionais com formação para o atendimento à educação especial. Ou seja, são salas projetadas para oferecer suporte necessário que atenda a alunos com necessidades educacionais especiais que no contra turno deverão estar matriculados em classes comuns e com esse apoio consigam desempenhar e permanecer nas mesmas obtendo sucesso escolar. (RODRIGUES & FERNANDES, 2011, p ) Considerando que a Educação Inclusiva está em vigência neste momento, é necessário discutir, questionar e analisar a formação dos professores que trabalham nas SRMs. Sendo esta problemática um dos grandes desafios lançados para uma efetiva inclusão escolar, iremos abordar aqui neste trabalho a formação inicial dos professores.

3 1021 METODOLOGIA Para fundamentar o presente trabalho, utilizamos a seguinte pergunta disparadora: Como você pensa que deve ser a formação inicial de professores de SRMs?. E contamos com a participação de três professoras, concursadas, do município de Petrópolis. Para atender a esta pesquisa, a técnica escolhida foi à utilização do grupo focal, uma vez que possibilita um processo interacional. Tal metodologia foi escolhida por caracterizar as intensões e objetivos da pesquisa, tendo como base Gatti (2005). Com esses procedimentos, é possível reunir informações e opiniões sobre um tópico em particular, com certo detalhamento e profundidade, não havendo necessidade de preparação prévia dos participantes quanto ao assunto. (GATTI, 2005, p.13) Este artifício engloba especificidades que satisfazem e identificam esse trabalho. Tal procedimento foi orientado por uma entrevista coletiva que se apresenta de maneira estruturada, mas não limitada e sim flexível, aprofundado, pois permite que o entrevistado exponha suas ideias de caráter livre enfatizando e contribuindo com suas vivências e, o que mais caracteriza essa técnica é que a pesquisa explora as trocas constantes e efetivas em que toda a discussão é oriunda e sustentada pelos próprios participantes. DESENVOLVIMENTO Sendo a formação mínima para atuação nas SRMs a formação básica (o antigo Normal), ou o curso superior em Pedagogia, percebemos que é essencial analisarmos se essa formação satisfaz ao que é necessário para o trabalho exercido pelos professores que atuam nas mesmas. Segundo Mendes (2009) e Garcia (2009) a qualificação deficitária dos profissionais que trabalham com esse modelo de educação, tem sido um empecilho para o processo de inclusão de alunos NEE nas classes regulares. Há uma contradição quando analisamos a formação privilegiada pelo ensino normal e pelo curso de pedagogia. Percebemos que o normal constrói seu entendimento dando ênfase à

4 1022 prática, enquanto a pedagogia enfatiza a teoria, logo são formações distintas. Sendo assim, uma das professoras entrevistada nos diz:... acredito também na necessidade de uma junção entre teoria e pratica (...) uma vivencia dessas pessoas que estão em formação na educação, eu percebo que, às vezes, a teoria esta distante da pratica. Talvez se as duas estivessem mais próximas isso com certeza resolveria muitas questões na formação das pessoas tanto nos cursos de especialização, na graduação ou formação inicial... Porém essas qualificações são equiparadas quando são consideradas mínimas para o atendimento a diversidade, como nos apresenta as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de pedagogia pela resolução CNE nº 1 de 2006 (BRASIL, 2006). Como já citado aqui, este profissional atuará, cotidianamente, com um grupo de alunos com demandas distintas. Mas será que este profissional esta capacitado para atendê-lo fazendo uso dos recursos, serviços e materiais específicos às situações singulares? O professor entende que é fundamental ter uma formação que o repare teoricamente e praticamente ao atendimento a esse grupo. Assim nos diz outra professora:...cada indivíduo é impar, independente da deficiência, do transtorno, da síndrome. Cada um tem uma necessidade, então, para buscar atender efetivamente essa necessidade é necessário conhecimento, ter técnica, e aí vem a formação. É consenso entre as entrevistadas de que o desejo de se trabalhar com os alunos com NEE é o que impulsiona esse trabalho. Fala de uma professora: tem que ter vontade, desejo, sensibilidade pra pensar educação especial. O sentimento de busca e de pesquisa em prol do conhecimento é essencial para o trabalho com alunos com NEE e características particulares. A experiência adquirida com o tempo de trabalho com esses alunos possibilita maior desenvoltura e prática com as situações.

5 1023 CONCLUSÃO Considerando os resultados obtidos na realização deste estudo, por parte do grupo focal, verifica-se que, os professores entrevistados acreditam que a formação do profissional em educação se dê a partir de uma junção entre a teoria e prática de ensino, afim de um melhor AEE. Formação essa, que deve ter o intuito de atender simultaneamente as diferentes NEE e o desenvolvimento das habilidades (complementares e\ou suplementares) pertencentes ao currículo nas SRMs. Sendo nesse contexto, fundamental a formação especializada do professorado envolvendo conhecimentos distintos sobre os diferentes tipos de deficiência. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDBEN 9394/96, Resolução CNE/CP Nº 1, de 15 de maio de Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. Disponível em: Acesso em: 10/04/13.. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusão. Brasília, Disponível em: Acesso em 10/04/13. GARCIA, R. M. C. Política Nacional de Educação Especial nos anos 2000: a formação de professores e hegemonia do modelo especializado. V Seminário Nacional de Pesquisa em Educação Especial: formação de professores em foco. São Paulo, GATTI, B. A. Grupo focal na pesquisa em ciências sociais e humanas. Brasília: Líber Livro. Editora, MENDES, E. G. A formação de professor e a Política Nacional de Educação Especial. V Seminário Nacional de Pesquisa em Educação Especial: formação de professores em foco. São Paulo, RODRIGUES R. V. da & FERNANDES, E. M. Suportes Educacionais para alunos com Necessidades Especiais: contextualizando o espaço da sala de recursos. VII Encontro da Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial. Londrina, UNESCO. Declaração de Salamanca e linhas de ação sobre necessidades educacionais especiais. Brasília: CORDE, 1994.

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