Histologia do sistema genital feminino. Células. superficiais. Células. intermediárias. Células. parabasais. Células. basais.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Histologia do sistema genital feminino. Células. superficiais. Células. intermediárias. Células. parabasais. Células. basais."

Transcrição

1 Histologia do sistema genital feminino Camada basal Células superficiais Células intermediárias Células parabasais Células basais Papila do estroma Estroma Epitélio escamoso estratificado Histologia do sistema genital feminino Células cilíndricas Membrana basal Estroma Epitélio cilíndrico simples 1

2 Elementos normais em esfregaços cérvicovaginais Células epiteliais normais Células escamosas superficiais: células poligonais com núcleo picnótico Células escamosas intermediárias: células poligonais com núcleo vesicular Células escamosas intermediárias naviculares: células poligonais com bordas dobradas e depósito de glicogênio Células escamosas parabasais e basais (setas): células redondas com núcleo vesicular 2

3 Epitélio normal Epitélio atrófico 3

4 Células endocervicais glandulares Células endocervicais glandulares : a presença de bolhas no citoplasma das células glandulares denuncia a produção de muco JEC: Junção escamocolunar Endocérvice Ectocérvice Células metaplásicas Epitélio glandular 4

5 Células endometriais glandulares (êxodus): êxodus, ou êxodo, é um fenômeno que ocorre normalmente em mulheres que ainda menstruam e ocorre até o 12º dia do ciclo menstrual Diferenças entre células glandulares endocervicais e endometriais Endocervicais Maior dimensão Volume mais variável Disposição em favo-demel Cromatina pálida Citoplasma abundante Endometriais Menor dimensão Volume menos variável Disposição em bola Cromatina escura Citoplasma escasso Lactobacillus acidophilus (Bacilos de Döderlein): a microbiota vaginal normal é constituída por um predomínio de bacilos produtores de ácido lático, que mantém o ph vaginal ácido Leucócitos Hemácias Macrófagos Escamas córneas Núcleos desnudos Muco cervical 5

6 Alterações celulares nos processos inflamatórios Inflamação é a resposta dos tecidos às agressões ocasionadas por vários agentes, tais como bactérias, vírus, fungos, parasitas, traumas, reações químicas, calor, frio ou radiação. As lesões inflamatórias cérvico-vaginais se caracterizam por: reação vascular com formação de novos capilares; migração de macrófagos, leucócitos e plasmócitos; modificação na estrutura dos epitélios (hiperplasia, metaplasia e reparação); alterações celulares degenerativas e reacionais (benignas); identificação do eventual agente causal. Inflamações inespecíficas: impossível diagnosticar o agente causal Inflamações específicas: o agente causal é citologicamente diagnosticado Esfregaço normal Esfregaço inflamatório 6

7 Modificação na estrutura dos epitélios Lesão do epitélio cérvico-vaginal Hiperplasia das células de reserva Metaplasia Reparo do tecido lesado Alterações celulares degenerativas e reacionais Queratinização em placas Edema nuclear, hipocromasia, pseudoeosinofilia e apagamento de bordas citoplasmáticas 7

8 Metacromasia e cariorrexe Carioclase Dobramento de bordas citoplasmáticas Fagocitose 8

9 Célula gigante multinucleada Halo perinuclear Mitose Pérola córnea 9

10 Infecções Condições clínicas que aumentam o risco de infecções bacterianas: Fatores hormonais Condições locais Gravidez / menopausa Redução da acidez vaginal Trauma (Diu e diafragmas) Fatores gerais Diminuição da imunidade (tal como na AIDS) Diabetes Fatores iatrogênicos Quimioterapia Radioterapia Procedimentos cirúrgicos Gardnerella vaginalis Gardnerella vaginalis são bactérias anaeróbias associadas a um quadro de anaerobiose do ambiente vaginal conhecido como vaginose bacteriana. Mobiluncus sp. Bactéria anaeróbia, caracterizada por ser móvel e curva. Ao se colocar sobre a célula forma a comma cell ou célula cabeluda. 10

11 Vaginose bacteriana Desequilíbrio da microbiota com aumento do número de bactérias anaeróbias, redução do número de Lactobacillus, ph alcalino (> 4,5) 95% dos casos = Gardnerella; 50 a 70% dos casos = Mobiluncus Sintomatologia : corrimento homogêneo com odor fétido Citologia: microbiota composta de cocos (Gardnerella) e/ou bacilos curvos (Mobiluncus) que formam uma nuvem de bactérias Tratamento: substâncias derivadas dos imidazólicos Possibilidade de recidiva: 50% Não é classificada como DST Chlamydia trachomatis A presença de Chlamydia trachomatis pode ser denunciada em esfregaços de Papanicolaou, embora com baixa sensibilidade, por inclusões citoplasmáticas eosinofílicas. Actinomyces sp. Bactérias que se apresentam em esfregaços de Papanicolaou morfologicamente semelhantes a tufos de algodão. É bastante associada ao uso de DIU (5 a 10% das usuárias). 11

12 Fungos Cândida sp. (blastoconídeos) Leveduras que aparecem como segundo mais frequente causador de quadros de corrimento vaginal. Cândida sp. (pseudomicélios) Vulvovaginite fúngica Desequilíbrio da microbiota com aumento do número de leveduras do gênero Cândida 5 a 40% de mulheres assintomáticas podem ter leveduras em exames cervicovaginais Sintomatologia: corrimento branco, acompanhado de prurido intenso e irritação vulvovaginal, disúria e dispaurenia podem ser queixas adicionais Citologia: estruturas arredondadas isoladas ou gemuladas (blastoconídeos), estruturas alongadas e septadas (pseudomicélios), presença de neutrófilos e macrófagos Tratamento: substâncias derivadas dos imidazólicos, violeta de genciana tiazólicos, poliênicos, Cândidíase crônica: mais de 3 episódios em 1 ano (condições que podem favorecer a vulvovaginite fúngica: tratamento com antibióticos, dieta rica em carboidratos, tratamento inadequado, não tratamento do parceiro, uso de contraceptivos orais, gravidez, imunossupressão, tabagismo 12

13 Protozoários Trichomonas vaginalis Um agrupamento de Trichomonas ocupando todo o citoplasma de uma célula é conhecido como figura em banquete. Leptotrix sp. Bactéria transmitida por via sexual. Numerosos filamentos longos e curvilíneos como fios de cabelo. Frequentemente associada aotrichomonas vaginalis. Vírus HSV (Herpes vírus simples) A manifestação citopática por HSV é classicamente a célula multinucleada com núcleos em vidro despolido, eventualmente com inclusões intra-nucleares, e amoldados entre si. HPV ( Papilomavírus humano) A citopatia por HPV mais clássica é o coilócito. Célula escamosa com atipia nuclear (p.e. binucleação) e grande halo na região do citoplasma. 13

Elementos normais em esfregaços cérvicovaginais

Elementos normais em esfregaços cérvicovaginais Colpocitopatologia (Citologia cérvico-vaginal) Para que serve - Pesquisa a presença de células cancerígenas, lesões atípicas no colo do útero e a presença de bactérias, vírus, fungos e parasitas. Como

Leia mais

Citopatologia I Aula 3

Citopatologia I Aula 3 Ciências Biomédicas Laboratoriais Citopatologia I Aula 3 2016/17 João Furtado jfurtado@ualg.pt Gab. 2.06 na ESSUAlg Sumário Citologia Hormonal Ciclo menstrual Gravidez Menopausa Constituintes de um esfregaço

Leia mais

Citopatologia I Aula 5

Citopatologia I Aula 5 Ciências Biomédicas Laboratoriais Citopatologia I Aula 5 2016/17 João Furtado jffurtado@ualg.pt Gab. 2.06 na ESSUAlg Sumário Alterações Benignas Metaplasia Hiperplasia células reserva Degeneração Inflamação

Leia mais

Citologia Diagnóstica

Citologia Diagnóstica Citologia Diagnóstica Prof. Ms. Marco Antonio Zonta Especialista em Patologia Clínica - UNIFESP Especialista Citopatologia HSPE-FMO Mestre em Patologia Clínica/Citopatologia UNISA Doutorando em Citopatologia

Leia mais

ATLAS DE CITOLOGIA GINECOLÓGICA. José Eleutério Junior 2008

ATLAS DE CITOLOGIA GINECOLÓGICA. José Eleutério Junior 2008 ATLAS DE CITOLOGIA GINECOLÓGICA José Eleutério Junior 2008 1 ATLAS DE CITOLOGIA GINECOLÓGICA 1ª Edição Todos direitos reservados ao autor Eleutério Jr J. ATLAS DE CITOLOGIA GINECOLÓGICA Assunto: Ciências

Leia mais

Perfil das mulheres que realizaram a coleta de citologia oncótica no 1ºsem na Clínica da Unaerp.

Perfil das mulheres que realizaram a coleta de citologia oncótica no 1ºsem na Clínica da Unaerp. SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ Perfil das mulheres que realizaram a coleta de citologia oncótica no 1ºsem. 2011 na Clínica da Unaerp. Kelly Cristina do Nascimento

Leia mais

Câncer de Colo Uterino

Câncer de Colo Uterino Câncer de Colo Uterino Câncer de Colo Uterino Aspectos conceituais Câncer é o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões

Leia mais

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS 16 TÍTULO: REVISÃO DE CONCEITO CITOMORFOLÓGICO PARA DIAGNÓSTICO DE ADENOCARCINOMA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES

Leia mais

Colpites e Cervicites Diagnóstico e Tratamento

Colpites e Cervicites Diagnóstico e Tratamento Colpites e Cervicites Diagnóstico e Tratamento Residência Médica Ginecologia HUCFF Isabella Caterina Palazzo R1 Orientador: Professor Renato Ferrari A vagina normal Glândulas sebáceas, sudoríparas, de

Leia mais

Caraterização das Infeções Vaginais incidência e prevalência

Caraterização das Infeções Vaginais incidência e prevalência Caraterização das Infeções Vaginais incidência e prevalência CANDIDÍASE VULVO-VAGINAL INFEÇÕES VAGINAIS - Enquadramento Sintomatologia do trato genital inferior Modificações patológicas ou mesmo fisiológicas

Leia mais

Atualização na candidíase de repetição Existem novas propostas de tratamento? Vera Fonseca

Atualização na candidíase de repetição Existem novas propostas de tratamento? Vera Fonseca TROCANDO IDÉIAS XX 16 e 17 de junho de 2016 Windsor Flórida Hotel - Rio de Janeiro - RJ Atualização na candidíase de repetição Existem novas propostas de tratamento? Vera Fonseca Conselheira do Conselho

Leia mais

LESÃO INTRA-EPITELIAL ESCAMOSA DE BAIXO GRAU (LSIL) NIC 1 - DL

LESÃO INTRA-EPITELIAL ESCAMOSA DE BAIXO GRAU (LSIL) NIC 1 - DL LESÃO INTRA-EPITELIAL ESCAMOSA DE BAIXO GRAU (LSIL) NIC 1 - DL Predominância de alterações discarióticas em células intermediárias e superficiais Aumento nuclear, variação na forma Bi/multinucleação Rabelo,S.H./UFG

Leia mais

PREVALÊNCIA DE CITÓLISE EM PREPARADOS CERVICOVAGINAIS NO EXAME PAPANICOLAOU

PREVALÊNCIA DE CITÓLISE EM PREPARADOS CERVICOVAGINAIS NO EXAME PAPANICOLAOU 14. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido - ISSN 2238-9113 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

PRINCIPAIS PATÓGENOS OPORTUNISTAS DECORRENTES NO CLIMATÉRIO

PRINCIPAIS PATÓGENOS OPORTUNISTAS DECORRENTES NO CLIMATÉRIO PRINCIPAIS PATÓGENOS OPORTUNISTAS DECORRENTES NO CLIMATÉRIO Ericka Garcia Leite¹; Tiago Ferreira da Silva Araújo² ( 1 Graduada em Biomedicina pela Faculdade Maurício de Nassau-CG, email: erickacg7@hotmail.com;

Leia mais

Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE <> PORTARIA Nº 287, DE 24 DE ABRIL DE 2006 (*)

Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE <> PORTARIA Nº 287, DE 24 DE ABRIL DE 2006 (*) Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 287, DE 24 DE ABRIL DE 2006 (*) O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria GM/MS nº 3.040/98,

Leia mais

Citopatologia I Aula 7

Citopatologia I Aula 7 Ciências Biomédicas Laboratoriais Citopatologia I Aula 7 2016/17 João Furtado jffurtado@ualg.pt Gab. 2.06 na ESSUAlg Sumário Anomalias das células epiteliais Alteração de significado indeterminado não

Leia mais

CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho Quadros clínicos de corrimento e prurido genital ocorrem

Leia mais

Problemas na Interpretação do Esfregaço Atrófico

Problemas na Interpretação do Esfregaço Atrófico Problemas na Interpretação do Esfregaço Atrófico Simone Maia Evaristo Citotecnologista, CMIAC, SLAC Presidente ANACITO UNIRIO/ INCA Dr. Camata, PR É uma redução no volume e na função de uma célula ou órgão.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA SOCIAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA SOCIAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA SOCIAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA PRISCILA BRAGA DE ARAÚJO Controle do Câncer do colo de útero: uma

Leia mais

CRITÉRIOS CITOMORFOLÓGICOS PARA DIAGNÓSTICO DAS LESÕES PRECURSORAS DO CÂNCER DE COLO UTERINO E LESÕES MALIGNAS

CRITÉRIOS CITOMORFOLÓGICOS PARA DIAGNÓSTICO DAS LESÕES PRECURSORAS DO CÂNCER DE COLO UTERINO E LESÕES MALIGNAS CRITÉRIOS CITOMORFOLÓGICOS PARA DIAGNÓSTICO DAS LESÕES PRECURSORAS DO CÂNCER DE COLO UTERINO E LESÕES MALIGNAS Profa. Dra. Michelle Garcia Discacciati de Carvalho Prevalência de HPV no câncer do colo uterino

Leia mais

CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO. José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho

CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO. José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho Quadros clínicos de corrimento e prurido genital ocorrem

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CITOLOGIA NA DETECÇÃO DE AGENTES INFECCIOSOS EM ESFREGAÇOS DO TRATO GENITAL FEMININO INFERIOR

A IMPORTÂNCIA DA CITOLOGIA NA DETECÇÃO DE AGENTES INFECCIOSOS EM ESFREGAÇOS DO TRATO GENITAL FEMININO INFERIOR UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LABORATÓRIO CLÍNICO II A IMPORTÂNCIA DA CITOLOGIA NA DETECÇÃO DE AGENTES INFECCIOSOS EM ESFREGAÇOS DO TRATO GENITAL

Leia mais

UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO PROCESSO SELETIVO 2012 PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS NOS SERVIÇOS E RECURSOS PRÓPRIOS

UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO PROCESSO SELETIVO 2012 PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS NOS SERVIÇOS E RECURSOS PRÓPRIOS UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO PROCESSO SELETIVO 2012 PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS NOS SERVIÇOS E RECURSOS PRÓPRIOS 29-10-2011 Laboratório SÓ ABRA ESTE CADERNO QUANDO AUTORIZADO LEIA ATENTAMENTE

Leia mais

CORRIMENTO VAGINAL (VULVOVAGINITES) UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ Setor de Genitoscopia Prof André Luis F. Santos 2010

CORRIMENTO VAGINAL (VULVOVAGINITES) UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ Setor de Genitoscopia Prof André Luis F. Santos 2010 CORRIMENTO VAGINAL (VULVOVAGINITES) UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ Setor de Genitoscopia Prof André Luis F. Santos 2010 CONCEITO (VULVOVAGINITES) Qualquer acometimento infeccioso e/ou inflamatório da vulva e

Leia mais

DISCIPLINA: SAÚDE DA MULHER

DISCIPLINA: SAÚDE DA MULHER Universidade Federal do Maranhão MESTRADO: SAÚDE DO ADULTO E DA CRIANÇA DISCIPLINA: SAÚDE DA MULHER MÓDULO: MECANISMO DA CARCINOGÊNESE DO HPV NAS LESÕES CERVICO-VAGINAIS 3ª Etapa - CITOLOGIA HORMONAL Prof.

Leia mais

Patologia - orientações

Patologia - orientações Patologia - orientações Padronização para Patologistas e Ginecologistas Elaborado pelas Sociedades Brasileiras de Citopatologia, de Patologia, de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, FEBRASGO,

Leia mais

Faculdade de Medicina do ABC

Faculdade de Medicina do ABC Faculdade de Medicina do ABC Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Disciplina de Ginecologia Prof.Dr.César Eduardo Fernandes Dr. Fernando Sansone Rodrigues TEMA - VULVOVAGINITES Vaginite - conceito

Leia mais

Monitoramento microbiológico do epitélio cérvico-vaginal em atipias celulares

Monitoramento microbiológico do epitélio cérvico-vaginal em atipias celulares Artigo de Original/Original Article Monitoramento microbiológico do epitélio cérvico-vaginal em atipias celulares Microbiological monitoring of the cervicovaginal epithelium in cellular atypias Pedro Agnel

Leia mais

OCORRÊNCIA DE CANDIDÍASE NO EXAME CITOLÓGICO DE PACIENTES DO HOSPITAL GERAL DE CURITIBA

OCORRÊNCIA DE CANDIDÍASE NO EXAME CITOLÓGICO DE PACIENTES DO HOSPITAL GERAL DE CURITIBA OCORRÊNCIA DE CANDIDÍASE NO EXAME CITOLÓGICO DE PACIENTES DO HOSPITAL GERAL DE CURITIBA CANDIDIASIS WITHIN CYTOLOGICAL TESTS OF PATIENTS AT HOSPITAL GERAL DE CURITIBA Katy Millene Rodrigues Bernardo Farmacêutica

Leia mais

Transitional Metaplasia in Cervical Smears: a Case Report

Transitional Metaplasia in Cervical Smears: a Case Report Transitional Metaplasia in Cervical Smears: a Case Report Ferreira F 1 * Ɨ, Ferreira M 1 Ɨ, Fialho C 2, Amaro T 2 1 School of Allied Health Technologies - Polytechnic Institute of Porto (ESTSP-IPP), Portugal

Leia mais

Tumores Ginecológicos. Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein

Tumores Ginecológicos. Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein Tumores Ginecológicos Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein Tumores Ginecológicos Colo de útero Endométrio Ovário Sarcomas do corpo uterino Câncer de

Leia mais

Exame de Papanicolaou. para Diagnóstico da Flora. Vaginal

Exame de Papanicolaou. para Diagnóstico da Flora. Vaginal Exame de Papanicolaou para Diagnóstico da Flora Vaginal Meio Vaginal Sistema ecológico em equilíbrio ( @ 10 5-10 7 bact/g secreção) VAGINA Incubadora natural Condições de umidade, temperatura e nutrientes

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO MORENO Concurso Público 2009 Cargo: Médico Citopatologista / Nível Superior CONHECIMENTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA.

PREFEITURA MUNICIPAL DO MORENO Concurso Público 2009 Cargo: Médico Citopatologista / Nível Superior CONHECIMENTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA. CONHECIMENTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA Texto 1 Numa tirinha de Maurício de Sousa, publicada em O Estado de S. Paulo (22/11/2007, D8), a professora diz à classe: Este ano só o Chico vai ficar em recuperação.

Leia mais

VAGINOSE BACTERIANA (VB) OCASIONADA POR GARDNERELLA VAGINALIS: CARACTERÍSTICAS E POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES NA GESTAÇÃO

VAGINOSE BACTERIANA (VB) OCASIONADA POR GARDNERELLA VAGINALIS: CARACTERÍSTICAS E POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES NA GESTAÇÃO VAGINOSE BACTERIANA (VB) OCASIONADA POR GARDNERELLA VAGINALIS: CARACTERÍSTICAS E POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES NA GESTAÇÃO Ana Catarina Guimarães Gomes¹*, Kilma Gabrielle Barbosa Pimentel¹, Tamires Lima da Silva¹,

Leia mais

015. Prova Objetiva. Biologista. (Anatomia Patológica HSPE) Aguarde a ordem do fiscal para abrir este caderno de questões

015. Prova Objetiva. Biologista. (Anatomia Patológica HSPE) Aguarde a ordem do fiscal para abrir este caderno de questões Concurso Público 015. Prova Objetiva Biologista (Anatomia Patológica HSPE) Você recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 60 questões objetivas. Confira seu nome e número de inscrição impressos

Leia mais

Introdução. Sangue. Tecido líquido Elementos figurados. Plasma. Glóbulos Sanguíneos. Matriz Extracelular. Glóbulos Vermelhos. Plasma.

Introdução. Sangue. Tecido líquido Elementos figurados. Plasma. Glóbulos Sanguíneos. Matriz Extracelular. Glóbulos Vermelhos. Plasma. Introdução Sangue Tecido líquido Elementos figurados Glóbulos Sanguíneos Plasma Matriz Extracelular Plasma Glóbulos Vermelhos Capilar Plaquetas Glóbulos Brancos http://www.sobiologia.com.br/conteudos/histologia/epitelio16.php

Leia mais

Correlação entre a presença de patógenos e alterações reativas benignas em esfregaços cérvico-vaginais.

Correlação entre a presença de patógenos e alterações reativas benignas em esfregaços cérvico-vaginais. Gomes MSG, Júnior GBC, Silva DCP et al Artigo de Pesquisa Correlação entre a presença de patógenos e alterações reativas benignas em esfregaços cérvico-vaginais. Correlation between the presence of pathogens

Leia mais

- Tecidos e órgãos linfoides - Inflamação aguda

- Tecidos e órgãos linfoides - Inflamação aguda - Tecidos e órgãos linfoides - Inflamação aguda ÓRGÃOS LINFÓIDES ÓRGÃOS LINFÓIDES PRIMÁRIOS: - Medula óssea - Timo ÓRGÃOS LINFÓIDES SECUNDÁRIOS: - Linfonodos - Placas de Peyer - Tonsilas - Baço ÓRGÃO LINFÓIDE

Leia mais

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. Citologia Oncótica: Resultados apresentados na Clínica de Enfermagem.

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. Citologia Oncótica: Resultados apresentados na Clínica de Enfermagem. SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ Citologia Oncótica: Resultados apresentados na Clínica de Enfermagem. Kelly Cristina Nascimento Discente do Curso de Enfermagem Unaerp

Leia mais

Palavras-chave: Corrimento vaginal. manejo clínico. diagnóstico.

Palavras-chave: Corrimento vaginal. manejo clínico. diagnóstico. AVALIAÇÃO DA ACURÁCIA ENTRE O DIAGNÓSTICO POR ABORDAGEM SINDRÔMICA E O DIAGNÓSTICO MICROBIOLÓGICO DE CORRIMENTO VAGINAL. Brena Kelly Sousa Lopes Cavalcante 1, Leilane Barbosa de Sousa 2, Rapahelly Patrícia

Leia mais

Processo Inflamatório e Lesão Celular. Professor: Vinicius Coca

Processo Inflamatório e Lesão Celular. Professor: Vinicius Coca Processo Inflamatório e Lesão Celular Professor: Vinicius Coca www.facebook.com/profviniciuscoca www.viniciuscoca.com O que é inflamação? INFLAMAÇÃO - Inflamare (latim) ação de acender, chama FLOGOSE phlogos

Leia mais

ANÁLISE RETROSPECTIVA DE INFLAMAÇÕES CERVICOVAGINAIS CAUSADAS POR AGENTES MICROBIOLÓGICOS NO SUL DO BRASIL

ANÁLISE RETROSPECTIVA DE INFLAMAÇÕES CERVICOVAGINAIS CAUSADAS POR AGENTES MICROBIOLÓGICOS NO SUL DO BRASIL ANÁLISE RETROSPECTIVA DE INFLAMAÇÕES CERVICOVAGINAIS CAUSADAS POR AGENTES MICROBIOLÓGICOS NO SUL DO BRASIL Angelo Viana Weber Acadêmico do curso de Biomedicina e do curso Técnico em Citopatologia CNEC/IESA.

Leia mais

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E S Ã O L U Í S / M A TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO ANÁLISES CLÍNICAS COM CONHECIMENTO ESPECÍFICO EM CITOLOGIA

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E S Ã O L U Í S / M A TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO ANÁLISES CLÍNICAS COM CONHECIMENTO ESPECÍFICO EM CITOLOGIA P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E S Ã O L U Í S / M A C O N C U R S O P Ú B L I C O CARGO 95 TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO ANÁLISES CLÍNICAS COM CONHECIMENTO ESPECÍFICO EM CITOLOGIA TIPO A INSTRUÇÕES

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO MORENO

PREFEITURA MUNICIPAL DO MORENO CONHECIMENTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DO MORENO Texto 1: Mamma mia Nelly Carvalho No dia 8 de março, foi comemorado o Dia Internacional da Mulher, com todas as solenidades como também

Leia mais

PATOGENIA E SINTOMATOLOGIA

PATOGENIA E SINTOMATOLOGIA PATOGENIA E SINTOMATOLOGIA Geralmente a sintomatologia ocorre em crianças e raramente em adultos, provavelmente porque o parasito estimula certo grau de resistência. Multiplicandose intensamente, e é capaz

Leia mais

Avaliação Urinálise Sedimento

Avaliação Urinálise Sedimento Avaliação Urinálise Sedimento Rodada Agosto/2015 DR. JOSÉ ANTONIO TESSER POLONI Na rodada de Agosto/2015 tivemos baixo consenso ou questionamentos por parte dos participantes relativos aos seguintes itens:

Leia mais

CAPÍTULO 11 INTERPRETAÇÃO DO LAUDO CITOLOGICO CERVICO VAGINAL. José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho

CAPÍTULO 11 INTERPRETAÇÃO DO LAUDO CITOLOGICO CERVICO VAGINAL. José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho CAPÍTULO 11 INTERPRETAÇÃO DO LAUDO CITOLOGICO CERVICO VAGINAL José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho É através do laudo citológico que se sabe se vai haver necessidade

Leia mais

LIGIA MAIA CARNEIRO(UNINGÁ)¹ FÁBIO BRANCHES XAVIER(UNINGÁ)¹ MARIA ELOÍSA PARRA(G-UNINGÁ) 2

LIGIA MAIA CARNEIRO(UNINGÁ)¹ FÁBIO BRANCHES XAVIER(UNINGÁ)¹ MARIA ELOÍSA PARRA(G-UNINGÁ) 2 Incidência da infecção causada por Cândida sp, G.vaginalis e outros microorganismos patogênicos no trato genial feminino em um grupo de mulheres da Amazônia brasileira LIGIA MAIA CARNEIRO(UNINGÁ)¹ FÁBIO

Leia mais

Papilomavirus humanos (HPV)

Papilomavirus humanos (HPV) Papilomavirus humanos (HPV) - Capsídio icosaédrico de 55-60 nm, sem envoltório - 72 capsômeros pentaméricos formados por 2 proteínas (cinco cópias de L1 fora, 1 L2 dentro) - Família Papillomaviridae, gênero

Leia mais

EXAMES LABORATORIAIS NA GINECOLOGIA DA CRIANÇA E DARCI BONETTO

EXAMES LABORATORIAIS NA GINECOLOGIA DA CRIANÇA E DARCI BONETTO EXAMES LABORATORIAIS NA GINECOLOGIA DA CRIANÇA E ADOLESCENTES DARCI BONETTO Flora vaginal Lactobacilos, Difteróides, Gardnerella vaginalis, estafilococos coagulase-negativos, Staphylococcus aureus, Steptococcus

Leia mais

TECIDO EPITELIAL SEGUNDA PARTE

TECIDO EPITELIAL SEGUNDA PARTE TECIDO EPITELIAL SEGUNDA PARTE Prof : Cristiano Ricardo Jesse TIPOS DE EPITÉLIO - REVESTIMENTO CLASSIFICAÇÃO: Quanto a forma das células o epitélio estratificado (camada mais superficial) pode ser: - Pavimentoso

Leia mais

Adaptações Celulares. Processos Patológicos Gerais Profa. Adriana Azevedo Prof. Archangelo P. Fernandes Enf./2 o sem

Adaptações Celulares. Processos Patológicos Gerais Profa. Adriana Azevedo Prof. Archangelo P. Fernandes Enf./2 o sem Adaptações Celulares Processos Patológicos Gerais Profa. Adriana Azevedo Prof. Archangelo P. Fernandes Enf./2 o sem Estímulo Lesivo Célula Normal Estresse Fisiológico/ Patógeno Lesão Celular Incapacidade

Leia mais

VULVOVAGINITES XXIII CONGRESSO MÉDICO ESTADUAL DA PARAÍBA MT/CCS/DMI/HULW

VULVOVAGINITES XXIII CONGRESSO MÉDICO ESTADUAL DA PARAÍBA MT/CCS/DMI/HULW VULVOVAGINITES XXIII CONGRESSO MÉDICO ESTADUAL DA PARAÍBA VULVOVAGINITES Todas as manifestações inflamatórias e/ou infecciosas do trato genital feminino inferior Causas: Agentes infecciosos Agentes alérgicos

Leia mais

Infecções ginecológicas. - Vulvovaginites e DIP -

Infecções ginecológicas. - Vulvovaginites e DIP - Cadeira de Clínica Obstétrica e Ginecológica Infecções ginecológicas. - Vulvovaginites e DIP - C. Calhaz Jorge Ano lectivo de 2009/ 2010 Infecções ginecológicas. Vulvovaginites e DIP Sistemas de defesa

Leia mais

Nomenclatura Brasileira. Norma Imperio DIPAT

Nomenclatura Brasileira. Norma Imperio DIPAT Nomenclatura Brasileira Norma Imperio DIPAT O momento mais eletrizante de minha carreira foi quando descobri que era capaz de observar células cancerosas num colo do útero através do esfregaço George Nicholas

Leia mais

Sangue: funções gerais

Sangue: funções gerais Sangue Sangue: funções gerais Transporte de nutrientes para órgãos e tecidos; Regulação térmica e hídrica; Transporte de gases para órgãos e tecidos; Defesa do organismo; Coagulação. Componentes do Sangue

Leia mais

Interpretação do Laudo Citologico Cervico Vaginal. InTERPRETAÇÃO DO LAUDO CITOLOGICO CERVICO VAGInAL

Interpretação do Laudo Citologico Cervico Vaginal. InTERPRETAÇÃO DO LAUDO CITOLOGICO CERVICO VAGInAL Unidade 3 - Ginecologia Interpretação do Laudo Citologico Cervico Vaginal CAPÍTULO 15 InTERPRETAÇÃO DO LAUDO CITOLOGICO CERVICO VAGInAL É através do laudo citológico que se sabe se vai haver necessidade

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO TECIDO CONJUNTIVO TECIDO CONJUNTIVO 25/10/2016. Origem: mesoderma Constituição: Funções:

TECIDO CONJUNTIVO TECIDO CONJUNTIVO TECIDO CONJUNTIVO 25/10/2016. Origem: mesoderma Constituição: Funções: TECIDO CONJUNTIVO TECIDO CONJUNTIVO Origem: mesoderma Constituição: Diversos tipos de células Matriz extracelular: substância fundamental e fibras TECIDO CONJUNTIVO Funções: Sustentação estrutural Preenchimento

Leia mais

FACULDADE DE EXCELÊNCIA EDUCACIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE CURSO: FISIOTERAPIA INTRODUÇÃO A HISTOLOGIA

FACULDADE DE EXCELÊNCIA EDUCACIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE CURSO: FISIOTERAPIA INTRODUÇÃO A HISTOLOGIA FACULDADE DE EXCELÊNCIA EDUCACIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE CURSO: FISIOTERAPIA INTRODUÇÃO A HISTOLOGIA Histologia Estuda os tecidos do corpo e como estes tecidos se organizam para constituir órgãos. Introdução

Leia mais

Citologia Genital Normal. Prof. Dr. Fernando Ananias

Citologia Genital Normal. Prof. Dr. Fernando Ananias Citologia Genital Normal Prof. Dr. Fernando Ananias 1 CÉLULAS ESCAMOSAS A: células superficiais (seta) = 40-60um Núcleos picnóticos;cromatina densa;citoplasma amplo cianofílico ou eosinofílico;granulação

Leia mais

PERFIL DOS EXAMES DE PAPANICOLAU REALIZADOS EM UNIDADE DE SAÚDE EM FORTALEZA, CEARÁ

PERFIL DOS EXAMES DE PAPANICOLAU REALIZADOS EM UNIDADE DE SAÚDE EM FORTALEZA, CEARÁ 1 PERFIL DOS EXAMES DE PAPANICOLAU REALIZADOS EM UNIDADE DE SAÚDE EM FORTALEZA, CEARÁ Hilania Valéria Dodou 1 Luan Costa Ferreira 2 Hilana Dayana Dodou 3 Márcia Luiza Pinheiro Silva de Souza 4 RESUMO O

Leia mais

INFLAMAÇÃO & REPARO TECIDUAL

INFLAMAÇÃO & REPARO TECIDUAL UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA UnB PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA MOLECULAR INFLAMAÇÃO & REPARO TECIDUAL Mestranda: Diane Oliveira Sumário 1) Inflamação 1.1- Visão geral 1.2- Inflamação Aguda Estímulos

Leia mais

VULVOVAGINITES NO PERÍODO GESTACIONAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

VULVOVAGINITES NO PERÍODO GESTACIONAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA VULVOVAGINITES NO PERÍODO GESTACIONAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Renata Dantas Jales 1 ; Carla Emanuelle Medeiros Nunes 2 ; Ellen Cristina Porto de Lima 3 ; Janeuma Kelli de Araújo Ferreira 4 ; Maria Benegelania

Leia mais

CIÊNCIAS EJA 5ª FASE PROF.ª SARAH DOS SANTOS PROF. SILONE GUIMARÃES

CIÊNCIAS EJA 5ª FASE PROF.ª SARAH DOS SANTOS PROF. SILONE GUIMARÃES CIÊNCIAS EJA 5ª FASE PROF.ª SARAH DOS SANTOS PROF. SILONE GUIMARÃES CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade II Ser Humano e Saúde 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 11.2 Conteúdo Doenças Sexualmente Transmissíveis

Leia mais

BETHESDA 2001 Versão portuguesa

BETHESDA 2001 Versão portuguesa Citologia ginecológica em meio líquido BETHESDA 2001 Versão portuguesa Exemplos de Relatório Satisfatória, com representação da zona de transformação Anomalias de células epiteliais pavimentosas Interpretação

Leia mais

Prevalência de Vaginoses Bacterianas em pacientes ambulatoriais atendidas no Hospital Divina Providência, Porto Alegre, RS

Prevalência de Vaginoses Bacterianas em pacientes ambulatoriais atendidas no Hospital Divina Providência, Porto Alegre, RS Artigo Prevalência de Vaginoses Bacterianas em pacientes ambulatoriais atendidas no Hospital Divina Providência, Porto Alegre, RS Roberto Christ Vianna Santos 1,2, Rafael Silvio Remus Pulcinelli 2, Bruno

Leia mais

Trivagel - N fosfato dissódico de dexametasona + ASSOCIAÇÃO Sistema Genito-urinário

Trivagel - N fosfato dissódico de dexametasona + ASSOCIAÇÃO Sistema Genito-urinário Trivagel - N fosfato dissódico de dexametasona + ASSOCIAÇÃO Sistema Genito-urinário Forma farmacêutica e apresentação Creme vaginal - bisnaga de 60g acompanhada de 10 aplicadores descartáveis de 5g. USO

Leia mais

Vulvovaginites Recorrentes. Maristela Vargas Peixoto

Vulvovaginites Recorrentes. Maristela Vargas Peixoto Vulvovaginites Recorrentes Maristela Vargas Peixoto VULVOVAGINITES Frequência elevada Manifestações clínicas desconfortáveis Atividades cotidianas Desempenho sexual Alterações na pele e mucosas favorecem

Leia mais

DISCIPLINA DE PATOLOGIA GERAL

DISCIPLINA DE PATOLOGIA GERAL DISCIPLINA DE PATOLOGIA GERAL INFLAMAÇÃO CRÔNICA PARTE 4 http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2013 INFLAMAÇÃO CRÔNICA Inflamação de duração prolongada na qual a inflamação

Leia mais

Processos Inflamatórios Agudo e Crônico

Processos Inflamatórios Agudo e Crônico Processos Inflamatórios Agudo e Crônico PhD Letícia Coutinho Lopes Moura Tópicos da aula Inflamação Resposta inflamatória aguda Resposta inflamatória crônica Resposta inflamatória inespecífica Resposta

Leia mais

Fatores de Risco Associados à Candidíase Vulvovaginal RESUMO

Fatores de Risco Associados à Candidíase Vulvovaginal RESUMO Fatores de Risco Associados à Candidíase Vulvovaginal Risk Factors Associated With Vulvovaginal Candidiasis Bruna de Freitas ¹, Daniela Vasconcellos Dini da Cruz Pires Pires² 1- Aluna do 8º semestre do

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Exame Ginecológico. Teste de Papanicolaou. Leucorréia.

PALAVRAS-CHAVE Exame Ginecológico. Teste de Papanicolaou. Leucorréia. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA QUEIXA DE LEUCORRÉIA

Leia mais

O PARTO PREMATURO COMO POSSÍVEL CONSEQUÊNCIA DA VAGINOSE BACTERIANA

O PARTO PREMATURO COMO POSSÍVEL CONSEQUÊNCIA DA VAGINOSE BACTERIANA O PARTO PREMATURO COMO POSSÍVEL CONSEQUÊNCIA DA VAGINOSE BACTERIANA PARIZZI, Leandro* FRIGHETTO, Mônica** SANTIN, Nei Carlos*** Resumo A vaginose bacteriana é a causa mais comum de infecções em mulheres

Leia mais

PULPOPATIAS 30/08/2011

PULPOPATIAS 30/08/2011 Funções da polpa PULPOPATIAS Produtora Nutrição Sensorial Protetora Biologicamente, é a dentina que forma a maior parte do dente e mantém íntima relação com a polpa dental, da qual depende para sua formação

Leia mais

Souza Marques - FTESM, Centro Universitário UNIABEU/PROBIN, Faculdade de Ciências Gerenciais de Manhuaçu FACIG,

Souza Marques - FTESM, Centro Universitário UNIABEU/PROBIN, Faculdade de Ciências Gerenciais de Manhuaçu FACIG, INDICADORES DE INFECÇÃO GENITAL POR GARDNERELLA VAGINALIS E CANDIDA SPP EM MULHERES DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇU, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, BRASIL. Pedro Henrique Siqueira Lopes 1, Victoria Luiza Pacini

Leia mais

Tecido Conjuntivo. Prof a. Marta G. Amaral, Dra. Histofisiologia

Tecido Conjuntivo. Prof a. Marta G. Amaral, Dra. Histofisiologia Tecido Conjuntivo Prof a. Marta G. Amaral, Dra. Histofisiologia Origem: mesênquima Características: Células + material intercelular (SFA e fibras) Funções 1. Sustentação e preenchimento: osso, estroma

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA E MEDICINA LEGAL MESTRADO EM PATOLOGIA LEONARDO ARRUDA MARTINS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA E MEDICINA LEGAL MESTRADO EM PATOLOGIA LEONARDO ARRUDA MARTINS UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA E MEDICINA LEGAL MESTRADO EM PATOLOGIA LEONARDO ARRUDA MARTINS O SIGNIFICADO DO INFILTRADO INFLAMATÓRIO EM PACIENTES COM DIAGNÓSTICO

Leia mais

14/02/2012 HIPÓXIA ANÓXIA. Ambas são causas muito comuns de lesões e doenças. Didaticamente,as causas das lesões dividem-se em:

14/02/2012 HIPÓXIA ANÓXIA. Ambas são causas muito comuns de lesões e doenças. Didaticamente,as causas das lesões dividem-se em: Didaticamente,as causas das lesões dividem-se em: É frequente à associação das duas,porém,nem sempre é possível identificar como a lesão ocorreu.neste caso, dizemos que a doença ou lesão é EXÓGENAS Agentes

Leia mais

Conheça algumas doenças tipicamente femininas

Conheça algumas doenças tipicamente femininas Uol - SP 03/12/2014-11:51 Conheça algumas doenças tipicamente femininas Da Redação ANSIEDADE: este transtorno mental é caracterizado por preocupações, tensões ou medos exagerados, sensação contínua de

Leia mais

CITOPATOLOGIA ONCÓTICA CERVICO-VAGINAL

CITOPATOLOGIA ONCÓTICA CERVICO-VAGINAL Idade: 19ano(s) Sexo: F CITOPATOLOGIA ONCÓTICA CERVICO-VAGINAL Material: Esfregaço cérvico-vaginal. Método: Citopatologia convencional - Coloração de Papanicolaou. ADEQUALIDADE DA AMOSTRA: - Satisfatória

Leia mais

CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de PLANO DE CURSO

CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de PLANO DE CURSO CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de 01.11.12, DOU de 06.11.12 Componente Curricular: Citologia Clínica Código: FAR 120 Pré-requisito: -- Período Letivo: 2015.1 Professor: Rodrigo

Leia mais

Cervicites: facilitando o diagnóstico

Cervicites: facilitando o diagnóstico TROCANDO IDÉIAS XIV DESAFIOS EM PATOLOGIA DO TRATO GENITAL INFERIOR Cervicites: facilitando o diagnóstico PROF. RENATO DE SOUZA BRAVO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO São responsáveis pelo estabelecimento e

TECIDO CONJUNTIVO São responsáveis pelo estabelecimento e Prof. Bruno Pires TECIDO CONJUNTIVO São responsáveis pelo estabelecimento e do corpo. Isso ocorre pela presença de um conjunto de moléculas que conectam esse tecido aos outros, por meio da sua. Estruturalmente

Leia mais

10/02/2011 VACINAS IMUNIZAÇÃO. Referências Bibliográficas:

10/02/2011 VACINAS IMUNIZAÇÃO. Referências Bibliográficas: INTRODUÇÃO À IMUNOLOGIA: PROPRIEDADES GERAIS Prof. MSc. Weverson Pires wlp_cell@yahoo.com.br pirescell@gmail.com Referências Bibliográficas: ANTUNES, L. Imunologia Geral. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.

Leia mais

INCIDÊNCIA DE GARDNERELLA VAGINALIS NAS AMOSTRAS DE SECREÇÃO VAGINAL EM MULHERES ATENDIDAS PELO LABORATÓRIO MUNICIPAL DE FRAIBURGO - SC

INCIDÊNCIA DE GARDNERELLA VAGINALIS NAS AMOSTRAS DE SECREÇÃO VAGINAL EM MULHERES ATENDIDAS PELO LABORATÓRIO MUNICIPAL DE FRAIBURGO - SC INCIDÊNCIA DE GARDNERELLA VAGINALIS NAS AMOSTRAS DE SECREÇÃO VAGINAL EM MULHERES ATENDIDAS PELO LABORATÓRIO MUNICIPAL DE FRAIBURGO - SC Ângela Domingos do Amaral * Mônica Frighetto** Nei Carlos Santin***

Leia mais

Resposta imune inata (natural ou nativa)

Resposta imune inata (natural ou nativa) Universidade Federal do Pampa Campus Itaqui Curso de Nutrição Imunologia Resposta imune inata (natural ou nativa) Profa. Dra. Silvana Boeira Acreditou-se por muitos anos que a imunidade inata fosse inespecífica

Leia mais

CA Colo uterino PROGRAMA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE CÂNCER DE COLO DE ÚTERO. Enfa Dayse Amarílio. 3º Tipo de CA mais comum nas Mulheres

CA Colo uterino PROGRAMA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE CÂNCER DE COLO DE ÚTERO. Enfa Dayse Amarílio. 3º Tipo de CA mais comum nas Mulheres PROGRAMA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE CÂNCER DE COLO DE ÚTERO Enfa Dayse Amarílio CA Colo uterino 3º Tipo de CA mais comum nas Mulheres Tem início com displasias de leve a acentuada. É classificado como

Leia mais

PROTOCOLO DA SAÚDE DA MULHER

PROTOCOLO DA SAÚDE DA MULHER PROTOCOLO DA SAÚDE DA MULHER SUMÁRIO 1. Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero... 4 2. Atenção Primária à Saúde... 6 2.1. Periodicidade... 7 3. Adolescentes e Mulheres Jovens...

Leia mais

CIÊNCIAS EJA 5ª FASE PROF.ª SARAH DOS SANTOS PROF. SILONE GUIMARÃES

CIÊNCIAS EJA 5ª FASE PROF.ª SARAH DOS SANTOS PROF. SILONE GUIMARÃES CIÊNCIAS EJA 5ª FASE PROF.ª SARAH DOS SANTOS PROF. SILONE GUIMARÃES REVISÃO DOS CONTEÚDOS Unidade II Ser Humano e Saúde 2 REVISÃO DOS CONTEÚDOS Aula 13 Revisão e Avaliação 3 REVISÃO 1 O sistema reprodutor

Leia mais

Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira. Exames laboratoriais: definição, tipos, indicação, cuidados pré e pós exame. Urinálise

Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira. Exames laboratoriais: definição, tipos, indicação, cuidados pré e pós exame. Urinálise Exames laboratoriais: definição, tipos, indicação, cuidados pré e pós exame. Urinálise Objetivos Saber a definição, tipos, indicações e principais cuidados pré e pós exame de urinálise e parasitológico.

Leia mais

ROTINAS DE PATOLOGIA CERVICAL

ROTINAS DE PATOLOGIA CERVICAL ROTINAS DE PATOLOGIA CERVICAL INTRODUÇÃO O câncer de colo uterino é o 2º mais incidente entre as mulheres no mundo e no Brasil, tornandose um grave problema de saúde pública. Os fatores de risco incluem

Leia mais

HISTOLOGIA DO TECIDO EPITELIAL - 3

HISTOLOGIA DO TECIDO EPITELIAL - 3 Junções intercelulares HISTOLOGIA DO TECIDO EPITELIAL - 3 Vera Regina Andrade, 2015 São estruturas da membrana plasmática que contribuem para a adesão e comunicação entre as células Também podem ser vedantes,

Leia mais

DETERMINANTES DO PROCESSO DE DETECÇÃO DE ATIPIAS CELULARES NO PROGRAMA DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO NO RIO DE JANEIRO

DETERMINANTES DO PROCESSO DE DETECÇÃO DE ATIPIAS CELULARES NO PROGRAMA DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO NO RIO DE JANEIRO DETERMINANTES DO PROCESSO DE DETECÇÃO DE ATIPIAS CELULARES NO PROGRAMA DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO NO RIO DE JANEIRO Mariá Gonçalves Pereira da Silva Dissertação de Mestrado apresentada

Leia mais

Defesa não Especifica. Realizado por: Ricardo Neves

Defesa não Especifica. Realizado por: Ricardo Neves Defesa não Especifica Realizado por: Ricardo Neves Como se defende o nosso corpo das doenças? Vacinas? Como são feitas? Como funcionam? http://www.theimmunology.com/animations/vaccine.htm Constituição

Leia mais

DOS TECIDOS BUCAIS. Periodontopatias. Pulpopatias. Periapicopatias TIPOS: -INCIPIENTE -CRÔNICA -HIPERPLÁSICA. Causada pelo biofilme bacteriano

DOS TECIDOS BUCAIS. Periodontopatias. Pulpopatias. Periapicopatias TIPOS: -INCIPIENTE -CRÔNICA -HIPERPLÁSICA. Causada pelo biofilme bacteriano LESÕES INFLAMATÓRIAS DOS TECIDOS BUCAIS PERIODONTOPATIAS PERIODONTOPATIAS DOENÇAS DO PERIODONTO Periodontopatias Pulpopatias Periapicopatias Inflamação limitada aos tecidos moles que circundam os dentes(tec.peridentais).

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO. Constituintes? - Matriz extracelular. - Substância Fundamental. - Células Residentes e Transitórias

TECIDO CONJUNTIVO. Constituintes? - Matriz extracelular. - Substância Fundamental. - Células Residentes e Transitórias TECIDO CONJUNTIVO TECIDO CONJUNTIVO Constituintes? - Matriz extracelular - Substância Fundamental - Células Residentes e Transitórias Células do Tecido Conjuntivo 1. Residentes: estáveis, permanentes -

Leia mais