SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. Citologia Oncótica: Resultados apresentados na Clínica de Enfermagem.

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1 SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ Citologia Oncótica: Resultados apresentados na Clínica de Enfermagem. Kelly Cristina Nascimento Discente do Curso de Enfermagem Unaerp - Campus Guarujá Rachel Monteiro dos Santos Docente do Curso de Enfermagem Unaerp Campus Guarujá Este simpósio tem o apoio da Fundação Fernando Eduardo Lee Resumo: O câncer de colo de útero é considerado um grande problema de saúde pública, por apresentar alta incidência, prevalência e letalidade. Ações preventivas específicas são disponibilizadas às mulheres a fim de estabelecer detecção precoce e adoção de medidas terapêuticas específicas para preservar a qualidade de vida da mulher. A coleta de citologia oncótica é o método utilizado para promover o diagnóstico precoce de alterações celulares e inflamações na cérvice uterina. O estudo quantitativo apresenta por meio da análise laboratorial dos exames de citologia oncótica da pesquisa realizada na Clínica de Enfermagem da Universidade de Ribeirão Preto- Guarujá. A análise dos dados revelou detecção precoce de alterações citológicas em 2 (4%) casos, além de diagnosticar presença de microflora bacteriana saprófita nas amostras analisadas. Ao final, foi possível concluir a necessidade de intensificar a divulgação da importância da realização do exame de citologia oncótica e ampliação de ações educativas que estimulem principalmente o uso do preservativo às relações sexuais. Palavras Chaves: Câncer Cérvico-Uterino. Citologia Oncótica Resultados Laboratoriais. Seção 1. Curso de Enfermagem. Meio Ambiente 1-Introdução O câncer do colo do útero ou cervical epidemiologicamente representa a segunda maior causa de morbidade na mulher sendo ultrapassado apenas 1

2 pelo de mama, apesar de ser de fácil diagnóstico e de evolução lenta, os números ainda são preocupantes. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) no ano de 2010 o número de óbitos por câncer do colo do útero chegou a e há uma estimativa de novos casos para (INCA, 2012). O diagnostico inicial é realizado a partir da coleta de citologia oncótica, oferecido gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do país e viabilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os altos índices de morbidade e mortalidade justificam a implantação de estratégias de controle como ações de promoção à saúde, prevenção e detecção precoce, tratamento e cuidados paliativos, quando necessário. Portanto é fundamental que cada vez mais haja investimentos governamentais destinados à atenção integral a saúde da mulher, que garantam ações relacionadas ao controle do câncer do colo do útero e de mama. O atendimento primário a mulher, é de atribuição do Enfermeiro, que deve desenvolver ações destinadas a promover atenção integral à saúde da mulher entre elas consulta de enfermagem; coleta de citologia oncótica; exame clínico das mamas; solicitar exames complementares e prescrever medicações de acordo com o estabelecido nos protocolos do Ministério da Saúde; realizar atenção domiciliar quando necessário; supervisionar e coordenar o trabalho da equipe de Enfermagem; manter disponível materiais informativos e preservativos; realizar atividades de educação permanente com a participação dos demais profissionais da equipe etc.(brasil, 2006). O exame de citologia oncótica, conhecido popularmente como preventivo ou Papanicolau,representa a coleta de material citológico da cérvice uterina, sendo coletada uma amostra da parte externa do colo denominada ectocérvice e outra, da parte interna, a endocérvice. A coleta é realizada a partir da introdução do espéculo vaginal, seguido da raspagem na mucosa ectocervical com a espátula de Ayres em movimento rotativo de 360 graus em torno do orifício cervical e para finalizar é introduzida escova endocervical, realizando um movimento giratório de 360ºgraus, percorrendo todo o contorno do orifício cervical e obtendo a amostra da endocérvice. O material é disposto na lâmina previamente identificada e imediatamente fixado com spray de Polietilenoglicol. (BRASIL, 2006). O colo do útero é revestido por camadas de células epiteliais pavimentosas, arranjadas de forma ordenada. Quando há uma desordenação na divisão celular, pode haver alterações morfológicas 2

3 originando hiperpigmentação celular ou figuras atípicas decorrentes da divisão. Segundo o Ministério da Saúde (2006), as lesões das células cervicais são classificadas em: NIC I (Neoplasia Intraepitelial Cervical Grau I) É uma lesão de baixo grau encontrada no 1/3 proximal da membrana. NIC II (Neoplasia Intraepitelial Cervical Grau II) É uma lesão de alto grau encontrada no 2/3 proximal da membrana. NIC III (Neoplasia Intraepitelial Cervical Grau III) Também é uma lesão de alto grau com o desarranjo em todas as camadas, sem romper a membrana basal. (BRASIL, 2006) As principais etiologias do câncer cérvico uterino estão representadas pela atividade sexual precoce, múltiplos parceiros, tabagismo, multiparidade, gravidez prematura (antes dos 18 anos de idade), uso de contraceptivo oral, má higiene íntima, antecedente de infecção por vírus sexualmente transmissíveis como vírus do herpes simples (HSV-2) e o Papilomavirus humano (especificamente os tipos HPV- 16 e HPV- 18). Entre as causas anteriormente mencionadas, convém ressaltar o HPV presente em 95% dos casos de câncer cérvico uterino. (OTTO, 2002). As principais etiologias que acometem o trato genital inferior feminino caracterizada por úlcera genital são: Sífilis (Treponema pallidum), Cancro mole (Haemophilusducreyi), Herpes (Herpes simplex vírus-hsv-2), Donovasenose (Klebsiellagranulomatis) e Linfogranuloma venéreo (Chlamydiatrachomatis). Caracterizadas por corrimento vaginal são: Vaginose bacterina (causada por múltiplos microrganismos), candidíase (Cândida albicans), Gonorréia (Neisseriagonorrhoeae), Clamídia (Chlamydiatrachomatis) e Tricomoníase (Trihonomasvaginalis), e ainda encontramos dois tipos com características mais distintas que são as verrugas genitais, causada pelo Papilomavírus humano (HPV) dor pélvica, ocasionada por associação de gonococo e clamídia. Todas as etiologias citadastem a profilaxia de acordo com sintomas e intensidade, é necessário uma melhor investigação para adotar o tratamento correto. A cavidade vaginal é fisiologicamente úmida, pois contém secreção das glândulas e mucosa vaginal. Esse conteúdo vaginal modifica-se em decorrência de influências hormonais, estímulo sexual, vestuário, alimentação e fatores psicoemocionais. Com essas situações favoráveis há um aumento da flora natural causando corrimentos que não são de transmissão sexual (Vaginose bacterina e Cândidíase). (SPICER, 2002). 3

4 Durante o processo da anamnese esses fatores são investigados e é dada orientação de acordo com as queixas relatadas ou apenas como orientação. Nos casos mais graves encaminhamos para avaliação ginecológica e mais detalhada. Os resultados laboratoriais advindos da coleta cérvico uterina são variados na tipologia e pode caracterizar desde uma infecção assintomática até uma lesão celular com gravidade acentuada. 2- Objetivos 2.1- Objetivo Geral Apresentar os resultados laboratoriais dos exames de citologia oncótica realizados na clínica escola da Universidade de Ribeirão Preto, campus Guarujá Objetivo Específico I. Identificar as principais alterações presentes nos resultados; II. Realizar perfil epidemiológico das clientes integrantes da pesquisa; III. Intensificar ações de promoção e prevenção de intercorrências decorrentes do resultado. 3- Metodologia Trata-se de uma pesquisa descritiva e quantitativa, realizada na Clínica de Enfermagem da Universidade de Ribeirão Preto Campus Guarujá, do 2º semestre de 2011 até o 1º semestre de Nesse período foram coletadas 72 citologias cérvico uterinas, porém a pesquisadora selecionou para o estudo, 49 (68%) amostras, que apresentaram alterações laboratoriais. A coleta de citologia oncótica é voltada para a comunidade em geral, e amplia o acesso da mulher aos serviços de saúde, além de favorecer o aprendizado dos alunos e possibilitar maior integração com o cliente. As participantes da pesquisa assinaram voluntariamente, o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e os instrumentos para coleta de dados composto de duas partes, a primeira apresenta a caracterização da amostra e a segunda, contém questionamentos direcionados ao cliente referentes ao tema específico. As anotações específicas de enfermagem são realizadas em 4

5 impresso padronizado pela clínica, que contempla integralmente a Sistematização da Assistência de Enfermagem. 4 Resultados e Discussões Caracterização do estudo de acordo com resultados da citologia oncótica realizada na Clinica de Enfermagem. Gráfico 1: Epitélios Representados Nas Amostras: Fonte: Autores, pesquisa de campo, Os dados acima apresentados expressam que, dos 49 (100%) resultados selecionados, 22 (43%) apresentaram células escamosas e glandulares, segundo o Caderno de Atenção Básica (2006,nº.13); 18 ( 35%) apresentaram apenas células escamosas e 09 (22%) apresentaram juntamente as células escamosas, glândulares e metaplásicas. De acordo com o Caderno de Atenção Básica (2006, nº.13), esses achados são tidos esperados, não caracterizando patologias. Gráfico 2: Microbiologia Evidenciada Nas Amostras: 5

6 Fonte: Autores, pesquisa de campo, O gráfico acima revela que dos 49 (100%) dos resultados das amostras coletadas, as microbiologias prevalentes são representadas 19 casos, ( 9%) por Cocos e por Bacilos 18 casos ( 9%). Em menor representatividade, estão os Bacilos asociados a Cândida sp. e Cândida sp. + Lactobacilos sp representados individualmente pela ocorrência de 01 caso (0,5%). A microbiologia descrita no caderno de atenção básica já mencionado, revela que esses achados são considerados normais por integrarem saprofitamente a flora vaginal, não necessitando de intervenções clínicas. A pesquisa compartiva revela que a presença de lactobacilos na microflora vaginal ajuda a restringir o crescimento de patógenos por competirem por espaço e nutrientes, produzirem substancias antimocrobianas como ácidos orgânicos, peróxido de hidrogenio (H2O2) e bacteriocinas. Essa atividade antagonista é importante na proteção contra várias infecçoes, principalmente vaginose bacteriana (VB). (BROLAZO, 2009). Gráfico 3: Alterações Celulares Benignas Reativas ou Reparativas Evidenciadas nas Amostras: 6

7 Fonte: Autores, pesquisa de campo, O gráfico acima apresenta como alterações celulares benignas de maior incidência, a inflamação, que foi diagnosticada em 42 (86% ), dos resultados e em menor incidência, a atipia em células escamosas, dignosticada em apenas 01( 2% )dos resultados.essas alterações encontramse dentro dos parâmetros de normalidade, estabelecidos pelo Ministerio da Saúde (2006). A conduta a ser tomada diante de um resultado com inflamação sem identificaçao do agente, é primariamente a investigação da presença de secreção anormal,se presente,a mulher deverá ser encaminhada para avaliaçao mais criteriosa. As alterações celulares mais comuns são ectopias, vaginites, vaginoses, e cervicite. Na presença de atrofia com inflamação a conduta clínica baseia-se na administração de cremes vaginais contendo estrogênios e seguir a rotina de rastreamento citológico. Gráfico 4: Conclusão dos resultados: 7

8 Fonte: Autores, pesquisa de campo, (100%) dos resultados obtidos pela pesquisa, possibilitaram concluir que: 47 amostras ( 96%) são negativos para neoplasia cérvico uterina e 02 ( 4%), apresentaram lesões intra epiteliais, sendo uma de baixo grau, causada pelo vírus HPV e outra diagnosticada como neoplasia intra epitelial grau 1 (NIC 1). Convém ressaltar que mesmo sendo pequena (4%) a representatividade da ocorrência de Neoplasia Intraepitelial Cervical Grau I (NIC 1),, o achado é importante por representar fator pré- disponente para o desenvolvimento do câncer de colo de útero. Nesse caso, se a citologia de repetição for positiva, independente da atipia celular, o cliente deverá ser encaminhado à Unidade de Referência de Média Complexibilidade, para agendamento de colposcopia. (BRASIL, 2006). Júnior et al..(2008), apresenta um estudo realizado no municipio de Butantâ,S.P onde foi evidenciado que de 115 pacientes, 77 (66,9%), tiveram constatado diagnostico de NIC 1,já no nosso estudo revela ocorrência menor ou seja 2 (4%). 8

9 Conclusão: A elaboração do trabalho permitiu concluir que é necessário intensificar a divulgação e orientação às mulheres em relação a importância da coleta de citologia oncótica anualmente e com dois resultados normais passar a ser realizada a cada 2 anos, se houver alteração no resultado realiza-la a cada 6 meses ou de acordo com orientação médica. O câncer do colo do útero tem evolução lenta e a realização periódica diminui o risco de desenvolver o câncer. Por ter evolução lenta e na maioria das vezes ser assintomático, o câncer do colo do útero e as doenças sexualmente transmissíveis necessitam de mais atenção e maior divulgação por parte dos gestores e profissionais da saúde que tem um contato direto com a população para que a mesma se conscientize da sua importância e seus riscos. O uso do preservativo tem que ser reforçado, pois constatamos que a maior parte da população relaciona o seu uso apenas com a gravidez, sendo que a maioria das doenças citadas podem ser evitadas com o uso correto do preservativo, inclusive o HPV que está relacionado diretamente com o câncer do colo do útero e presente nos casos de NIC 1 diagnosticados na Clínica de Enfermagem Unaerp. A presença de leucorréia associada com a microbiologia e o alto índice de inflamação revela a necessidade de orientações em relação aos aspectos higiênicos pessoais, uso de roupas justas e uso de sabonete intimo e absorventes protetores diários. É importante que o profissional de saúde oriente e incentive a mulher a se olhar, conhecer o próprio corpo, atentandose para presença de feridas, manchas, nódulos, secreções e perda da sensibilidade, observando todo órgão genital e as mamas. Para finalizar, colocamos que o município deve facilitar o acesso e garantir a assistência integral à mulher os serviços públicos de saúde, atendendo suas necessidades e provendo-lhe qualidade de vida. Bibliografias. BRASIL, Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica: nº13 Controle dos Cânceres do colo do útero e da mama. Brasília, Disponível em: Acesso em 05 ago BROLAZO, E.M. Prevalência e caracterização de espécies de lactobacilos vaginais em mulheres saudáveis em idade reprodutiva. Campinas, Disponível m: 9

10 Acesso em 15 ago FISCHBACH, Frances T. Manual de Enfermagem: exames e diagnósticos. 7º edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, INCA- Instituto Nacional do Câncer. Tipos de Câncer- Colo do Útero. Brasil,2012. Disponível em: _utero. Acesso em: 19 ago JUNIOR L.C.M, DALMASO A.S.W. Neoplasia intraepitelialcervical:diagnostico, tratamento e seguimento em uma Unidade Básica de Saúde. Butantã S.P, Disponível em: Acesso em 10 ago LEAL,E.A.S, LEAL, JUNIOR O.S, GUIMARÃES,M.H, VITORIANO et al. Lesões precursoras do câncer de colo em mulheres adolescentes e adultas jovens do município de Rio Branco. Rio Branco, Disponível em: Acesso em 15 ago OTTO, Shirley E. Oncologia Enfermagem Prática. Rio de Janeiro: Reichmann& Affonso Editores, PELCZAR, Michael J, CHAN E.C.S, KRIEG N.R. Microbiologia: Conceitos e aplicações. 2º edição. São Paulo: Akron Books do Brasil, SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS Unaerp Guarujá, Normas, disponível em: Acesso em 15 ago SOARES, M.B.O, SILVA, S.R. Resultados de citologia oncótica em uma regional de saúde no período de São Paulo, Disponível em: Acesso em 10 ago SPICER, W.J. Bacteriologia, Micologia e parasitologia clínicas. Rio de Janeiro: Guanabara e Koogan,

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