Manual de BPF(GMP) GRÁFICA&BUREAU LARAMARA BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO. uma empresa com

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual de BPF(GMP) GRÁFICA&BUREAU LARAMARA BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO. uma empresa com"

Transcrição

1 Manual de BPF(GMP) GRÁFICA&BUREAU LARAMARA uma empresa com BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO

2 Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação - 1 Olá! eu sou o Clarinho! Convido você a conhecer como é a Gráfica LARAMARA. Aplicando as Boas Práticas de Fabricação (BPF), garantimos a qualidade na produção de BULAS para o mercado farmacêutico, veterinário, cosmético e alimentício. Você é parte importante neste processo, por isso consulte sempre este manual para que conheça e pratique as normas essenciais para o bom andamento do seu trabalho. Assim poderemos produzir nossos produtos garantindo a qualidade total. Boa leitura!

3 2 - Gráfica&Bureau LARAMARA Índice Introdução Edifícios e Instalações Equipamentos Limpeza, Higiene Pessoal e no Trabalho Documentação e Registros de Operações Segurança do Trabalho Produção Garantia da Qualidade Contaminação Controle de Pragas Armazenagem e Distribuição Treinamento Expediente Coordenação Geral: Sandra Freire Elaboração: Garantia da Qualidade/ Revisão: Célia Campos Pardo Projeto Gráfico: Gráfica&Bureau LARAMARA Impressão: Gráfica&Bureau LARAMARA Unidade de Negócios da LARAMARA Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual Impresso em papel 100% reciclado. LARAMARA PRESERVANDO O MEIO AMBIENTE E CUIDANDO DO NOSSO FUTURO.

4 Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação - 3 O que é BPF(GMP)? BPF (Boas Práticas de Fabricação) ou GMP (Good Manufacturing Practices). É um conjunto de normas que padronizam e definem procedimentos, métodos de Controle de Qualidade, fabricação, condições de instalações, equipamentos e sua manutenção, embalagens, armazenamento e distribuição dos produtos. Sendo a BPF a ferramenta mais importante do Sistema de Garantia da Qualidade, a Gráfica LARAMARA tem como filosofia utilizá-la com o objetivo de obter processos claros, livres de defeitos, de desvios e de contaminação de qualquer tipo, que resultem em produtos com qualidade assegurada. Vamos examinar as Boas Práticas de Fabricação em 11 pontos principais:

5 4 - Gráfica&Bureau LARAMARA 1 Edifícios e Instalações A empresa deve manter: Tetos sem bolor; Áreas sem lixo ou entulho; Instalações hidráulicas sem vazamentos; Pisos e paredes sem buracos, frestas ou rachaduras; Instalações elétricas em bom estado; Sistema adequado de tratamento de resíduos; Sanitários e vestiários adequados e limpos. (De acordo com a NR-4 da Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT) 2 Equipamentos Os equipamentos utilizados na fabricação, embalagem, armazenamento e análise das BULAS devem ser apropriados e colocados de tal forma que a limpeza e a manutenção sejam facilitadas. Assim, os equipamentos devem: Possuir superfícies lisas, laváveis e resistentes; Ser instalados de forma adequada para que peças e componentes não se desprendam;

6 Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação - 5 Ter espaços suficientes para manutenções e limpezas; Passar por manutenção preventiva, e quando necessário, corretiva; Ser retirados das áreas produtivas, se já estiverem fora de uso; Ser colocados em construções sem cantos vivos e reentrâncias. 3 Limpeza ATENÇÃO: Mantenha sempre o seu local de trabalho limpo e organizado. Pisos, paredes e equipamentos devem estar limpos o tempo todo. Isso também vale para os banheiros, vestiários, refeitório e demais áreas em comum. Pratique a coleta seletiva, cada lixo tem seu cesto correto. É preciso verificar se a limpeza foi feita adequadamente, de acordo com os procedimentos operacionais da área.

7 6 - Gráfica&Bureau LARAMARA NAS ÁREAS ADMINISTRATIVAS, PRODUTIVAS E NOS VESTIÁRIOS É PROIBIDO: Comer e beber; Fumar; Palitar os dentes; Mascar chiclete; Guardar qualquer tipo de alimento. Alimentos atraem insetos. Além do Controle de Pragas feito pela Gráfica LARAMARA, é importante que todos colaborem! Higiene Pessoal Uma das formas mais comuns de contaminação é a falta de higiene pessoal. Esta, juntamente com a higiene no trabalho, é imprescindível para garantirmos a qualidade do produto. Hábitos simples de higiene pessoal podem evitar danos à saúde e à empresa.

8 Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação TOME BANHO DIARIAMENTE! 2 USE OS CABELOS CURTOS E SEMPRE LAVADOS! 3 ESCOVE SEMPRE OS DENTES E USE FIO DENTAL! 4 LIMPE BEM AS ORELHAS! 5 MANTENHA OS PÉS E AS MEIAS SEMPRE LIMPOS! 6 CORTE AS UNHAS REGULARMENTE! 7 LAVE SEMPRE MUITO BEM AS MÃOS!

9 8 - Gráfica&Bureau LARAMARA Para uma boa higienização das mãos, siga as etapas, conforme a ilustração: Molhe as mãos e coloque a quantidade suficiente de sabonete para higienização. Lave as palmas das mãos. Lave o dorso das mãos. Lave entre os dedos. Lave os polegares. Lave as unhas e pontas dos dedos. Lave as articulações. Lave os punhos. Seque as mãos. 8 Saúde Pessoal Se você tiver algum problema de saúde, comunique imediatamente seu líder. 9 Uniforme Mantenha-o limpo e bem apresentável; Use-o somente no local de trabalho; Não sente com o uniforme em lugares impróprios (escadas, muretas, chão);

10 Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação - 9 Cuidado ao lavar o uniforme em casa - não misturar com a roupa de casa; Lembre-se de que seu uniforme é uma grande arma na luta contra a contaminação. Toucas descartáveis As toucas descartáveis devem ser utilizadas dentro da área produtiva, não podem estar rasgadas, furadas ou sujas, e sua troca deve ser diária ou sempre que necessário. 10 Higiene no trabalho O cuidado com o ambiente de trabalho é um fator importante para evitar contaminações do nosso produto. Portanto, na área produtiva, não use: maquiagem, colares, brincos, anéis, pulseiras, relógios e qualquer outro tipo de objeto que possa vir a contaminar o produto. Dessa forma, além de garantir a higiene do local, também serão evitados acidentes de trabalho. PROIBIDOS anéis pins e broches amuletos fitinhas brincos e piercings colares e correntes pulseiras relógios

11 10 - Gráfica&Bureau LARAMARA Agora é hora de falar do Processo 8S O que é o Processo 8S? Processo porque tem início mas não tem fim. É uma prática desenvolvida no Japão. Os pais ensinam a seus filhos princípios que os acompanham até a fase adulta. Depois de ocidentalizado ficou conhecido por vários nomes, de acordo com o país que o adotou, por exemplo, nos EUA é HOUSEKEEPING(Casa Limpa), no Brasil - De olho. O objetivo principal dos 8S é melhorar a qualidade de vida das pessoas, contribuindo para um ambiente saudável e acolhedor para todos. Este objetivo somente será alcançado se todos nós tivermos alguns valores básicos, como respeito ao próximo, trabalho em equipe, qualidade e excelência no trabalho, responsabilidade, organização e empenho, defesa da vida, satisfação e alegria de todos. A denominação 8S deve-se às oito palavras iniciadas pela letra S quando pronunciadas em japonês.

12 São estes os 8 SENSOS: Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação SEIRI - Senso de Utilização/Triagem Manter no local de trabalho apenas o que você realmente precisa usar, na quantidade certa. 2.SEITON Senso de Arrumação, Ordenação Conservar cada coisa em seu lugar. 3.SEISO Senso de Limpeza Cada pessoa deve limpar a sua própria área de trabalho, para que o ambiente fique limpo e agradável. Nunca espere sujar para depois limpar. 4.SEIKETSU Senso de Padronização Identificação de setores e materiais. 5.SHITSUKE Senso de Autodisciplina Comprometer-se, não relaxar, mas trabalhar sempre pela melhoria contínua. 6.SHIKARI YARO Senso de União/Determinação É o trabalho em equipe - motivação coletiva, liderança e comunicação atuante e atualizada. 7.SHIDO Senso de Capacitação Profissional É o aperfeiçoamento profissional e o treinamento constante, individual e coletivo. 8.SETSUYAKU Senso de Economia É o combate ao desperdício, administrando da melhor forma os recursos disponíveis e controlando adequadamente as perdas.

13 12 - Gráfica&Bureau LARAMARA 4 Documentação e Registro de Operações A documentação técnica é composta por vários documentos relacionados a todo processo para obtenção do produto. Toda atividade executada na fabricação de um produto recebe visto e data. Desta forma, indicamos nossa responsabilidade sobre os processos realizados e, juntamente com outras informações, garantimos a rastreabilidade da fabricação do produto. A documentação constitui parte essencial do Sistema de Garantia da Qualidade e deve estar relacionada com todos os aspectos da BPF. Tem como objetivo definir as especificações dos materiais e os métodos de fabricação e controle, a fim de assegurar que os colaboradores envolvidos na fabricação saibam decidir o que fazer e quando fazê-lo. Além disso, tem a finalidade de garantir que o colaborador autorizado tenha todas as informações necessárias para decidir a liberação ou não de determinado lote, além de possibilitar a rastreabilidade e a investigação de qualquer lote sob suspeita de desvio de qualidade. Todos os documentos devem estar reunidos, acessíveis, constituindo o registro do lote de fabricação.

14 1 Preenchimento Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação - 13 O preenchimento da documentação deverá estar sempre: Em caligrafia legível; No momento em que se desenvolve o processo. Obs: não se pode deixar campos em branco (sem preenchimento) - inutilize o campo em branco com um traço e coloque um visto. Técnica de Correção: Passar um traço vertical sobre o erro; Escrever ao lado a forma correta; Vistar e datar. É proibido: Usar borracha para apagar; Rasurar (escrever por cima do erro); Colar qualquer folha em cima; Refazer o documento; Passar corretivo (branquinho). 2 Procedimento Um procedimento é o passo-a-passo que devemos seguir para fazer o nosso trabalho com QUALIDADE E SEGURANÇA. Seguir suas instruções corretamente é fundamental para o sucesso das Boas Práticas de Fabricação. POP: Procedimento Operacional Padrão (documento que indica o que fazer.

15 14 - Gráfica&Bureau LARAMARA 5 Segurança do Trabalho A Segurança do Trabalho é outro fator importante e que está diretamente ligado às Boas Práticas de Fabricação. Toda atividade em uma empresa visa atingir seus objetivos, lucrativos ou não. A segurança do trabalho é um dos meios empregados pela Gráfica LARAMARA para o alcance dessas metas. Partindo deste princípio, podemos afirmar que as diretrizes específicas de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho fazem parte do dia-a-dia desta empresa. Garantir a saúde e a integridade física dos nossos colaboradores é fundamental no desenvolvimento de qualquer atividade, e você, colaborador, é o principal articulador deste feito. Sabe quem é o responsável pela sua segurança? VOCÊ! É isso mesmo! Você é o responsável pela sua segurança! A Gráfica LARAMARA visa propiciar aos seus colaboradores, prestadores de serviço, visitantes e à sociedade a garantia de uma busca contínua pelo controle total de riscos em seus ambientes de trabalho, para assegurar a integridade de seus colaboradores e a qualidade de vida de todos.

16 Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação - 15 Algumas regras básicas para a prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais: Na dúvida não execute nenhuma atividade! Assim, esclareça todas as dúvidas com seu líder antes de realizar uma nova atividade; Não opere máquinas ou equipamentos (uma empilhadeira, por exemplo) se não estiver devidamente capacitado e autorizado para tal; Siga fielmente as normas de segurança, as orientações da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e da Brigada de Incêndio; Comunique qualquer irregularidade ou situação de risco à CIPA ou ao SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho); Participe dos treinamentos, respeite as sinalizações de segurança e utilize corretamente os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) necessários à execução de suas atividades. Os equipamentos de proteção individual fornecidos a você servem para a sua proteção e são de uso obrigatório. Tipos de EPIs Óculos Os óculos nos protegem contra partículas e reagentes químicos, devem ser usados sempre que você manusear qualquer produto, máquina ou ferramenta que ofereça risco durante os processos produtivos.

17 16 - Gráfica&Bureau LARAMARA Calçados Não é permitido o uso de calçados que não tragam segurança. Os sapatos de segurança são de uso obrigatório dentro das áreas produtivas ou das áreas específicas onde se processe a movimentação de materiais. Protetor Auricular O uso de protetores auriculares é obrigatório dentro da área produtiva, inclusive corredores de circulação, e nas demais atividades que gerem ruídos em sua execução. Protetor Respiratório Máscaras de proteção respiratória são obrigatórias em toda e qualquer atividade que envolva o manuseio ou a existência de produtos químicos no ambiente (pós, solventes, etc.). 6 Produção Para uma boa produção devemos seguir as normas de BPF: Instruções de processo claras e escritas; Processos padronizados (procedimentos) e de total conhecimento dos colaboradores, sem improvisações; Limpeza constante das áreas produtivas; Codificação clara e legível, permitindo a rastreabilidade em todas as fases;

18 Fluxo de Processo Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação - 17 Produtos auxiliares e materiais de embalagem identificados e aprovados pelo controle de qualidade; Inspeção dos produtos que eventualmente retornem ao processo antes do reprocesso para evitar contaminação cruzada/mistura; Acompanhamento de variáveis como temperatura. Recebimento É preciso conferir e identificar todas as matérias-primas e materiais de embalagem recebidos, bem como checar seu aspecto (perfeito, danificado, sujo, etc.). Também devemos checar com o pedido as quantidades recebidas e a numeração dos lotes. Quarentena Após o recebimento as matérias-primas são armazenadas, aguardando liberação do Controle de Qualidade. Amostragem A amostra deverá ser representativa do lote. Devem ser amostrados todos os materiais recebidos. As matériasprimas e os materiais de embalagem são analisados pelo Controle de Qualidade, para assegurar que estão dentro dos padrões pré-estabelecidos pela BPF. Separação de Materiais A separação de materiais é feita de acordo com as quantidades estabelecidas na Ordem de Produção. As matériasprimas e os materiais de embalagem são separados pelo Almoxarifado e enviados para a Área de Produção mediante a solicitação do PCP

19 18 - Gráfica&Bureau LARAMARA Fabricação As matérias-primas devem estar sempre acompanhadas da Ordem de Produção. As bulas são produzidas (impressas) conforme as instruções descritas na ordem de produção e/ou nos procedimentos operacionais. Os lotes são shrinkadas em paletes identificados e limpos. Em seguida os paletes são enviados para o Estoque Intermediário, juntamente com a OP, onde aguardará a próxima etapa. Revisão e Embalagem Após as etapas de impressão e corte/refile aprovadas, os lotes das bulas são enviados à Área de Revisão e Embalagem para que resultem no produto final. Expedição Após o lote finalizado, a Área de Produção leva a OP para o Controle de Qualidade inspecionar o lote e desenvolver o laudo. Após esta aprovação a Qualidade leva a OP para a Área de Expedição, que dá andamento no processo de faturamento. Para expedir o lote é necessário que contenha a Nota Fiscal, o Laudo e as Amostras do Cliente. 7 Garantia da Qualidade Garantia da Qualidade Coordena, monitora processos e desenvolve atividades dentro da Gráfica LARAMARA, visando assegurar a qualidade

20 Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação - 19 dos produtos com todos os atributos essenciais de qualidade, de acordo com padrões previamente estabelecidos pela BPF(GMP) e especificados pelo cliente. A Garantia da Qualidade atua no sentido de: Assegurar que as condições mínimas para se obter produtos dentro do esperado sejam cumpridas; Buscar envolvimento contínuo de todos os colaboradores direta e indiretamente envolvidos com o processo de fabricação e controle; Treinar todos os colaboradores, acompanhar as especificações dos materiais, a parceria técnica, a qualificação dos fornecedores, os prestadores de serviço e auditorias internas e externas. Assegurar que todos os processos e procedimentos foram validados e que sejam cumpridos; Assegurar que todos os fornecedores e prestadores de serviços foram aprovados e qualificados. Controle de Qualidade É responsável pelo conjunto de técnicas, análises, inspeções e laudos que tem como objetivo garantir que matérias-primas, materiais de embalagem e produtos estejam dentro dos padrões de qualidade exigidos pelos nossos clientes e pela BPF(GMP), para que possam ser utilizados com a finalidade proposta.

21 20 - Gráfica&Bureau LARAMARA 8 Contaminação Contaminação significa a presença de algo estranho nos materiais, equipamentos ou em tudo aquilo que tem contato direto com o produto. Devemos estar atentos aos 3 tipos de contaminação: Contaminação microbiana; Contaminação por partículas; Contaminação cruzada ou mistura. Contaminação microbiana Este tipo de contaminação ocorre quando se verifica a presença de microorganismos nos produtos, materiais ou equipamentos. (Ex. bolor,tosse) O que são microorganismos? São seres vivos que não podem ser vistos a olho nu, mas podem ser encontrados em qualquer lugar que não esteja limpo e sanitizado. Ex. Fungos ou bactérias. Podemos evitar a contaminação microbiana tomando os seguintes cuidados: Ter bons hábitos de higiene; Vestir uniformes limpos; Lavar as mãos sempre que usar o banheiro; Utilizar corretamente os EPIs; Lavar e sanitizar os equipamentos e utensílios empregados na produção; Manter os recipientes que contenham produtos, matériasprimas e materiais de embalagem bem fechados e limpos.

22 Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação - 21 Contaminação por partículas Este tipo de contaminação ocorre quando as partículas se misturam aos produtos ou matérias-primas. O que são partículas? São materiais sólidos e pequenos. Podem estar presentes nos uniformes, no chão, no ar e até mesmo sobre ou dentro dos equipamentos e utensílios utilizados nos processos produtivos. Ex. Fiapos de roupas, cabelo, caspa, poeira, etc. Para evitar a contaminação por partículas: Use uniformes que não soltem fiapos; Não encoste em lugares sujos e empoeirados com o uniforme de trabalho; Deixe sempre os equipamentos limpos e sanitizados bem vedados e cobertos com plástico limpo; Mantenha as portas que dão acesso às áreas produtivas sempre fechadas. Contaminação cruzada: é a mistura de diferentes produtos químicos, por ex. misturas de tintas ou equipamentos com limpeza deficiente. Misturas (Mix Up): é a troca/mistura de materiais impressos, por ex. identificação errada de um material ou uma mistura de bulas diferentes.

23 22 - Gráfica&Bureau LARAMARA A contaminação cruzada pode ocorrer quando: Deixamos barricas com produtos diferentes abertas e próximas umas das outras, pois o ar pode transportar o material de um recipiente para o outro. A mistura pode ocorrer quando: Há mistura de materiais no momento de separação (matérias-primas/materiais de embalagem); Lavamos inadequadamente um recipiente e deixamos nele resíduos do produto anteriormente fabricado. Para evitar a contaminação cruzada é preciso: Verificar a limpeza de utensílios e equipamentos antes de iniciar o processo; Nunca manusear mais de uma matéria-prima ou tipo de bula ao mesmo tempo; Manter sempre separados e vedados os recipientes que contenham matérias-primas ou produtos. Para evitar a mistura é preciso: Identificar e separar corretamente a matéria-prima; Seguir o POP de Limpeza e liberação de Área. Atenção: Reutilização de embalagens É proibido usar qualquer tipo de material de embalagem dos produtos fabricados na Gráfica LARAMARA para outros fins.

24 Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação - 23 CUIDADO! UMA PEQUENA FALHA, UM PEQUENO DESCUIDO DA NOSSA PARTE PODE CAUSAR SÉRIOS DANOS À QUALIDADE DO PRODUTO À SAÚDE DO CONSUMIDOR À IMAGEM DA EMPRESA E A TODOS NÓS! Por isso, não devemos dar chances ao fantasma da contaminação. A contaminação é extremamente séria e grave; deve ser eliminada desde o recebimento da matéria-prima até o produto final. 9 Controle de Pragas Alimentos atraem insetos. Além do Controle de Pragas feito pela Gráfica LARAMARA, é importante que todos colaborem. O controle de pragas é o conjunto de ações preventivas e corretivas que minimizam o risco de infestação e contaminação.

25 24 - Gráfica&Bureau LARAMARA Responsabilidade da Empresa: Contratar um fornecedor especializado em Controle de Pragas ; Fornecer e proporcionar as condições ideais para desenvolver os trabalhos; Treinar e orientar os colaboradores. Responsabilidade do Colaborador: Comparecer aos treinamentos oferecidos pela empresa; Não guardar alimentos nos armários do vestiário; Colocar em prática todas as orientações recebidas; Cuidar da higiene pessoal, coletiva e das dependências da fábrica; Estar atento a todo e qualquer indício de aparecimento de insetos e comunicar seus responsáveis. 10 Armazenagem e Distribuição São cuidados indispensáveis: Não colocar o produto diretamente sobre o piso, somente sobre pallets ou prateleiras; Não estocá-lo junto com produtos tóxicos ou de odor forte; Adotar mapeamento e/ou codificação dos produtos, procurando escoar primeiramente os mais antigos, seguindo o Sistema FIFO/PEPSAI (Primeiro que entra/primeiro que sai); Manter programa de Controle de Qualidade integrado ao programa de Controle de Pragas, ambos monitorados e associados com trabalhos de higiene e análise de riscos;

26 Guardar distância mínima entre a pilha de produto e a parede; Manter portas e janelas fechadas, evitando a circulação de ar e entrada de pragas. Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação Treinamento Normas básicas de treinamento: Treinamento periódico dos colaboradores, iniciando-se na integração à empresa, BPF, Segurança, POP da área específica e Fluxo de Pessoas na Área Produtiva; Reciclagem em higiene, qualidade, 8S e organização; Orientação e supervisão constante dos líderes da área; Motivação e integração das áreas de Recursos Humanos, Qualidade, Segurança e Saúde. Todo cuidado é pouco pois estamos falando de saúde e da vida de seres humanos! OS BENEFÍCIOS COMPENSAM!

27 26 - Gráfica&Bureau LARAMARA PRINCÍPIOS E VALORES GRÁFICA LARAMARA 1. BPF(GMP) Boas Práticas de Fabricação/Good Manufacturing Practice Realizar o trabalho de acordo com as Normas Técnicas estabecidas pelos nossos clientes (Indústria Farmacêutica) através da Anvisa, com Treinamentos dos Procedimentos de cada Área feitos previamente, para obter de forma eficaz, um resultado com qualidade. 2. QUALIDADE Realizar o trabalho proposto de forma eficaz e organizada, obtendo um resultado com Qualidade. Qualidade é satisfazer os seus clientes interno e externo, com o melhor serviço e no menor prazo possível, respeitando sempre os procedimentos da Área. 3. COMPROMETIMENTO Ser compromissado e responsável, apoiando-se na identificação dos valores estabelecidos. Ter orgulho do trabalho desempenhado e da Empresa que faz parte como Colaborador; ser comprometido com três focos: Organização, Trabalho e Qualidade, visando sempre o crescimento pessoal da Equipe e da Empresa. 4. HUMILDADE A humildade é o maior princípio do Ser Humano, sem ela em nossas ações, não conseguimos obter uma atitude plena e sódida. 5. COMUNICAÇÃO Transmitir as informações de forma clara e precisa ao receptor. Tornar comum a transmissão e a emissão da mensagem/informação. Partilhar com outras pessoas, de forma que fiquem instruídas e informadas. É o mecanismo através do qual existem e se desenvolvem as relações humanas.

28 Uma empresa com Boas Práticas de Fabricação PROATIVIDADE Proatividade é sinônimo de iniciativa, de superar as suas próprias expectativas. É antecipar às situações, principalmente as mais vulneráveis. Ter conhecimentos sobre a área de atuação, saber como os colegas trabalham e aproveitar para adquirir experiências com eles. Tentar, em todas as situações, adquirir o máximo de conhecimentos, o que lhe permite antecipar-se aos fatos. 7. DINAMISMO É a ação de estar sempre em atividade, preocupando-se em desenvolver o trabalho proposto. 8. FLEXIBILIDADE É a maleabilidade para se adequar a qualquer situação ou trabalho proposto; é a aptidão para variadas coisas ou aplicações e estar disposto à aceitar situações novas sem resistências. 9. ORGANIZAÇÃO É a ação de dispor devidamente para realizar certo fim ou função. A organização é o princípio de tudo para se obter um bom êxito em cada função exercida. 10. COLABORAÇÃO Trabalhar em comum com uma ou mais pessoas; cooperar para a realização dos trabalhos, auxiliar para o bom desempenho do trabalho. 11. RELACIONAMENTO É a capacidade de relacionar-se ou conviver bem com os outros (comportamento pessoal e social), tem como princípio o respeito mútuo. Reaja às idéias e não às pessoas. Evite julgamentos precipitados. 12. PONTUALIDADE É a ação de chegar no horário estipulado pela Empresa, sendo eficaz no cumprimento dos seus deveres dentro dos prazos pré-estabelecidos.

29 28 - Gráfica&Bureau LARAMARA Assim, fica mais fácil trabalhar motivado! ENTÃO... Pratique você também! O SUCESSO DA EMPRESA SÓ DEPENDE DE VOCÊ! EQUIPE É O CONJUNTO DE PESSOAS QUE SE ORGANIZAM PARA ATINGIR OBJETIVOS COMUNS. PORTANTO A QUALIDADE E COMPROMETIMENTO DA EQUIPE DEPENDEM DE TODOS NÓS, OU SEJA, UM GRUPO TORNA-SE EQUIPE QUANDO TODOS SÃO INDEPENDENTES, USAM AS HABILIDADES, AS COMPETÊNCIAS E OS RECURSOS PARA PLANEJAR SUAS ATIVIDADES E EMPENHAR-SE PARA OBTER OS MELHORES RESULTADOS! Gente apaixonada pelo que faz!

30 Garantia da Qualidade GL 02/09.09

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF)

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF) MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF) PVP SOCIEDADE ANÔNIMA Fundada em 1962 Outubro de 2013 1 A aplicação das Boas Práticas de Fabricação (BPF) é a maneira de garantirmos a qualidade na produção

Leia mais

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve?

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve? HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S Introdução Basicamente consiste na determinação de organizar o local de trabalho, mantêlo arrumado e em ordem, limpo, mantendo as condições padronizadas e a disciplina necessárias

Leia mais

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 001 / REV. 00

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 001 / REV. 00 Procedimento Operacional Padrão Sistema de Gestão Higiene e Saúde do Pessoal POP - PRIMATO 001 / REV. 00 HIGIENE E SAÚDE DO PESSOAL Toda e qualquer forma de manipulação de ingredientes que na sua junção

Leia mais

Programa 5 S. A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho.

Programa 5 S. A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho. Programa 5 S A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho. Com este programa, a qualidade e a segurança será colocada em prática e seu ambiente vai ficar mais alegre

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Boas Práticas de Fabricação de Saneantes e Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes Coordenação de Insumos Farmacêuticos, Saneantes e Cosméticos Gerência

Leia mais

Analista de Sistemas S. J. Rio Preto SP 2009

Analista de Sistemas S. J. Rio Preto SP 2009 O que é o Programa 5Ss? O Programa 5Ss é uma filosofia de trabalho que busca promover a disciplina na empresa através de consciência e responsabilidade de todos, de forma a tornar o ambiente de trabalho

Leia mais

RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO RDC-48

RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO RDC-48 RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO RDC-48 O Que Muda na Área Operacional Logística com a RDC-48??? NADA A não ser Maior Fiscalização por parte da Anvisa Maior Organização por parte das Empresas A ÁREA LOGÍSTICA

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR 2013

HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR 2013 HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR 2013 O Hospital realiza uma combinação complexa de atividades especializadas, onde o serviço de Higienização e Limpeza ocupam um lugar de grande importância. Ao se entrar em um

Leia mais

A Base para a Qualidade Total

A Base para a Qualidade Total A Base para a Qualidade Total 1 HISTÓRIA Foi concebido por Kaoru Ishikawa em 1950, no Japão pós-guerra; Surgiu com a necessidade de por ordem na grande confusão a que ficou reduzido o país após a derrota

Leia mais

Origem do nome do programa 5S

Origem do nome do programa 5S Os Cinco Sensos PPGEP / UFRGS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Origem do nome do programa 5S 5S s vem de cinco palavras japonesas que começam por S : SEIRI senso de utilização, seleção, descarte. SEITON senso de

Leia mais

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação 5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação Introdução Década de 50 Japão tenta se reerguer da derrota sofrida na Segunda Grande. Profissionais dos Estados Unidos vão ao Japão a ensinar como

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 10 Checklist 1. 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. Existe uma política da qualidade na empresa? 3.

Leia mais

Edição 01/08. Apresentações: Nome Atividade desenvolvida Tempo de experiência profissional Nome do Hospital Cidade

Edição 01/08. Apresentações: Nome Atividade desenvolvida Tempo de experiência profissional Nome do Hospital Cidade Edição 01/08 MÓDULO 5S`s Apresentações: Nome Atividade desenvolvida Tempo de experiência profissional Nome do Hospital Cidade 1 Conteúdo Programático do Módulo 5S Conteúdo Origem do 5S Objetivos do 5S

Leia mais

CENTREIND CENTRO DE TREINAMENTO INDUSTRIAL

CENTREIND CENTRO DE TREINAMENTO INDUSTRIAL Programa 5S Base da implantação da qualidade total nas organizações. Introdução: É possível eliminar o desperdício (tudo que gera custo extra), em cinco fases, com base no programa 5S, surgido no Japão

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE

REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE AS CONDIÇÕES HIGIÊNICO- SANITÁRIAS E DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO PARA ESTABELECIMENTOS FABRICANTES DE PRODUTOS DESTINADOS À ALIMENTAÇÃO ANIMAL 1. OBJETIVO Definir os

Leia mais

SISTEMA 5S PRATICANDO OS 5S NO SEU LOCAL DE TRABALHO

SISTEMA 5S PRATICANDO OS 5S NO SEU LOCAL DE TRABALHO PRATICANDO OS 5S NO SEU LOCAL DE TRABALHO APRESENTANDO OS 5S s VOCÊ ESTÁ ENTRANDO EM CONTATO COM UM SISTEMA DE EDUCAÇÃO E TREINAMENTO, CRIADO NO JAPÃO POR TAKASHI OSDA, QUE BUSCA A QUALIDADE TOTAL DE UMA

Leia mais

Gestão Aplicada I. Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com

Gestão Aplicada I. Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com Gestão Aplicada I Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com Formação e ficha profissional: Graduado em Analises e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL 5 SENSOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL 5 SENSOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL 5 SENSOS MANUAL 5 SENSOS Ref.: MSGQ-001/09-0 Revisão: 00 Emissão: Setembro Qtde. Pág.: 09 1. INTRODUÇÃO O programa 5S tem como principais objetivos mudar comportamentos,

Leia mais

Competências Técnicas

Competências Técnicas Missão Atender bem os clientes, com bons produtos, da maneira mais rápida possível, sempre com muita atenção, com os menores preços possíveis, em um local agradável e limpo. Competências Técnicas Formar

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

5S - 5 sensos da qualidade

5S - 5 sensos da qualidade 5S - 5 sensos da qualidade É um processo com cinco grandes passos que ajudam a organizar melhor trabalho. É um programa que busca tornar o dia a dia na empresa mais tranqüilo, através de : cuidados com

Leia mais

1.Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. - Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão;

1.Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. - Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão; Sistema 5 S's Conceito: O Método "5S" foi a base da implantação do Sistema de Qualidade Total nas empresas. Surgiu no Japão, nas décadas de 50 e 60, após a Segunda Guerra Mundial, quando o país vivia a

Leia mais

SGT Nº 11 SALUD / Comisión de Productos para la Salud / Grupo Ad Hoc Domisanitarios/ Acta Nº 01/09. UNIDO IV Documentos de Trabajo

SGT Nº 11 SALUD / Comisión de Productos para la Salud / Grupo Ad Hoc Domisanitarios/ Acta Nº 01/09. UNIDO IV Documentos de Trabajo SGT Nº 11 SALUD / Comisión de Productos para la Salud / Grupo Ad Hoc Domisanitarios/ Acta Nº 01/09 UNIDO IV Documentos de Trabajo Montevideo, 5 al 7 de octubre de 2009 ATUALIZAÇÃO DE BPF (RES. GMC Nº 56/96)

Leia mais

GUIA PRÁTICO DO PROGRAMA 5S

GUIA PRÁTICO DO PROGRAMA 5S Avalie o Nível da Gestão 5S em sua Área de Trabalho Itens Avaliados 01. Existem objetos e recursos sem serventia na sua área de trabalho? 02. Existe desperdício observável, de qualquer espécie, em sua

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE. Prof. Dr. Renato Montini FATEC MC

FERRAMENTAS DA QUALIDADE. Prof. Dr. Renato Montini FATEC MC FERRAMENTAS DA QUALIDADE Prof. Dr. Renato Montini FATEC MC As ferramentas da qualidade têm os seguintes objetivos: Facilitar a visualização e o entendimento dos problemas; Sintetizar o conhecimento e as

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO ANEXO II LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO A - IDENTIFICAÇÃO DA OM 1-NOME 2- TELEFONE: 3- ENDEREÇO : 4- E- MAIL: 5- BAIRRO : 6- CIDADE

Leia mais

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 *RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e CONSIDERANDO o Decreto Municipal

Leia mais

Sensibilizando para Organização e Limpeza

Sensibilizando para Organização e Limpeza Sensibilizando para Organização e Limpeza Engº JULIO TADEU ALENCAR e-mail: jtalencar@sebraesp.com. @sebraesp.com.br Ver-03/04 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo O QUE PODEMOS FAZER

Leia mais

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 249, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005.

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 249, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005. RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 249, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11, inciso IV,

Leia mais

Equipamento de Proteção Individual

Equipamento de Proteção Individual Equipamento de Proteção Individual NR 6 Equipamento de Proteção Individual De acordo com a NR-6 da Portaria nº 3214 de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, considera-se Equipamento

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Equipe UNAFIN

APRESENTAÇÃO. Equipe UNAFIN APRESENTAÇÃO O Programa 8 S, Mudança e Qualidade de Vida, está sendo implantado na Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí, pela UNAFIN (Unidade Administrativa Financeira) para aumentar a qualidade e

Leia mais

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação Benefícios! Quais são? Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação de condições e atos inseguros

Leia mais

ARMAZENAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS

ARMAZENAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS ARMAZENAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS 2011 Índice 1. Sinalização... 3 2. Organização do Armazém... 3 3. Estabelecer um esquema de armazenamento para:... 4 4. Manter em local visível... 6 5. Deveres do Responsável

Leia mais

5S s Introdução a Engenharia de Produção Prof. Evandro Bittencourt

5S s Introdução a Engenharia de Produção Prof. Evandro Bittencourt 5S s Introdução a Engenharia de Produção Prof. Evandro Bittencourt Usado para solucionar os problemas comportamentais nas empresas, principalmente para formar uma cultura de combate ao desperdício, à desordem,

Leia mais

Disciplina: Gestão da Qualidade Prof. Patricio Vasconcelos. Curso de Administração 5º periodo - Turmas A e B 2º Bimestre

Disciplina: Gestão da Qualidade Prof. Patricio Vasconcelos. Curso de Administração 5º periodo - Turmas A e B 2º Bimestre Disciplina: Gestão da Qualidade Prof. Patricio Vasconcelos Curso de Administração 5º periodo - Turmas A e B 2º Bimestre Pode-se criar um ambiente de qualidade em torno de si, usando as mãos para agir,

Leia mais

BIOSSEGURANÇA. Maria Emilia Aracema aracema@terra.com.br Farmacêutica-Bioquímica

BIOSSEGURANÇA. Maria Emilia Aracema aracema@terra.com.br Farmacêutica-Bioquímica BIOSSEGURANÇA Maria Emilia Aracema aracema@terra.com.br Farmacêutica-Bioquímica BIOSSEGURANÇA Biossegurança GERENCIAMENTO PONTO DE PARTIDA Risco O que entendemos por RISCO? CONCEITOS BÁSICOS RISCO (2000)

Leia mais

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Interpretação

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Interpretação Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Interpretação 1. Objetivos Interpretar os requisitos das normas ISO 22000:2005; ISO TS 22002-1:2012 e requisitos adicionais da FSSC 22000. Desenvolver habilidades para

Leia mais

Trabalho com a energia da vida. Tenho orgulho disso. Sou Boa Cozinha.

Trabalho com a energia da vida. Tenho orgulho disso. Sou Boa Cozinha. Trabalho com a energia da vida. Tenho orgulho disso. Sou Boa Cozinha. Sou consciente, escolhido por Deus. Sei o que faço. Amo o meu trabalho, amo a vida. Faço o certo. Aqui tem segurança. Sou comprometido

Leia mais

PROPOSTA DE TEXTO DE PORTARIA DEFINITIVA

PROPOSTA DE TEXTO DE PORTARIA DEFINITIVA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO PROPOSTA DE TEXTO DE PORTARIA DEFINITIVA O PRESIDENTE

Leia mais

PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com

PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com Programa 8S Promovendo a Qualidade de Vida O R I G E N S 1 9 5 0 JAPÃO DO PÓS GUERRA KAORU ISHIKAWA O B J E T I V O S melhorar a qualidade de vida dos funcionários, transformando o ambiente da empresa,

Leia mais

CARTILHA 5 S DELFIN IMAGEM

CARTILHA 5 S DELFIN IMAGEM CARTILHA 5 S DELFIN IMAGEM Realização: NGQ - Núcleo de Gestão da Qualidade dezembro 2014 SUMÁRIO Sumário Apresentação 1 Objetivos 1 O programa 5S 2 Os 5 sensos 2 Conclusões 8 Anotações 9 Anexo 10 Apresentaça

Leia mais

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Universidade de Passo Fundo Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Curso de Medicina Veterinária 6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Médico Veterinário Profº Dr. Elci Lotar

Leia mais

A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ANEXO II REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS PECUÁRIOS ROTEIRO DE INSPEÇÃO DAS BOAS

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAIXIAS DO SUL RS LANÇA MANUAL DO GESTOR PARA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR EM CAPACITAÇÃO ESPECÍFICA.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAIXIAS DO SUL RS LANÇA MANUAL DO GESTOR PARA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR EM CAPACITAÇÃO ESPECÍFICA. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAIXIAS DO SUL RS LANÇA MANUAL DO GESTOR PARA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR EM CAPACITAÇÃO ESPECÍFICA. PREFEITURA DE CAXIAS DO SUL Secretaria Municipal da Educação Setor de Alimentação Escolar

Leia mais

- PPRA - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS. Portaria MTE nº 3214/78 Portaria SSST nº 25, de 29/12/94 Norma Regulamentadora NR 09

- PPRA - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS. Portaria MTE nº 3214/78 Portaria SSST nº 25, de 29/12/94 Norma Regulamentadora NR 09 - PPRA - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Portaria MTE nº 3214/78 Portaria SSST nº 25, de 29/12/94 Norma Regulamentadora NR 09 - ANÁLISE GLOBAL - DESTAQUE AVIAÇÃO AGRÍCOLA LTDA. - SÃO PEDRO DO

Leia mais

Programa de qualidade 5s 5 Sensos

Programa de qualidade 5s 5 Sensos Programa de qualidade 5s 5 Sensos 5s no Brasil No Brasil foi lançado em1991.o Brasil é o país campeão mundial de desperdícios,estatísticas comprovam que o desperdício está incorporado na cultura nacional.

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO FÁBRICA DE PALMITO EM CONSERVA Resolução RDC 18/99, RDCn 81/03, Res. 07/00. Port.n 04/99 Res. 326/99

ROTEIRO DE INSPEÇÃO FÁBRICA DE PALMITO EM CONSERVA Resolução RDC 18/99, RDCn 81/03, Res. 07/00. Port.n 04/99 Res. 326/99 SECETAA MUCPAL SAUDE Coordenação de Vigilância em Saúde Gerência de Produtos e Serviços de nteresse da Saúde Subgerência de Alimentos OTEO DE SPEÇÃO FÁBCA DE PALMTO EM COSEVA esolução DC 18/99, DCn 81/03,

Leia mais

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos 1. Interpretar os requisitos das normas ISO 22000:2005; ISO TS 22002-1:2012 e requisitos adicionais da FSSC 22000. Fornecer diretrizes

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO

HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO Bem Vindos! HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO Quem sou? Farmacêutica Bioquímica e Homeopata. Especialista em Análises Clínicas, Micologia, Microbiologia e Homeopatia. 14 anos no varejo farmacêutico

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997 DOU de 21/01/1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

Princípios de Higiene Pessoal para Manipuladores da Indústria de Latícinios

Princípios de Higiene Pessoal para Manipuladores da Indústria de Latícinios MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO 55 ISSN 0103-6068 Dezembro, 2003 Princípios de Higiene Pessoal para Manipuladores da Indústria de Latícinios Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

T-SIG TAKASAGO Sistema Integrado de Gestão

T-SIG TAKASAGO Sistema Integrado de Gestão QUALIDADE T-SIG TAKASAGO Sistema Integrado de Gestão MISSÃO T-SIG TAKASAGO- SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Tem por missão criar a cultura integrada de gestão da qualidade POLITICA DA QUALIDADE, AMBIENTAL

Leia mais

TPM. Manutenção Produtiva Total ou Total Productive Maintenance

TPM. Manutenção Produtiva Total ou Total Productive Maintenance TPM Manutenção Produtiva Total ou Total Productive Maintenance ORIGEM DA TPM Durante muito tempo as indústrias funcionaram com o sistema de manutenção corretiva. Com isso, ocorriam: Desperdícios; Retrabalhos;

Leia mais

Anvisa - Legislação - Portarias

Anvisa - Legislação - Portarias Page 1 of 18 Legislação Para verificar a atualização desta norma, como revogações ou alterações, acesse o Visalegis. Portaria nº 327/SNVS/MS, de 30 de julho de 1997 (DOU de 07/08/97) A Secretária de Vigilância

Leia mais

NORMAS DE HIGIENE E SEGURANÇA - TASQUINHAS DAS FESTAS DO BARREIRO 2015 -

NORMAS DE HIGIENE E SEGURANÇA - TASQUINHAS DAS FESTAS DO BARREIRO 2015 - NORMAS DE HIGIENE E SEGURANÇA - TASQUINHAS DAS FESTAS DO BARREIRO 2015 - O presente documento destaca as principais medidas de segurança e higiene no trabalho que deverão ser implementadas e cumpridas

Leia mais

FAZER O CERTO DA PRIMEIRA VEZ

FAZER O CERTO DA PRIMEIRA VEZ FAZER O CERTO DA PRIMEIRA VEZ Boas Práticas de Fabricação APLICAÇÃO NA PRÁTICA Linha do Tempo nas BoasPráticas Criação Pela pelo constatação FDA do primeiro de problemas guia referentes de GMP; OMS à contaminações

Leia mais

MANUAL MEIO AMBIENTE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO

MANUAL MEIO AMBIENTE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO MANUAL MEIO AMBIENTE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO PVP SOCIEDADE ANÔNIMA Fundada em 1962 1 Índice Introdução...... 04 Política de Saúde e Segurança do Trabalho... 06 1. Prevenção e Controle de Riscos...

Leia mais

Importância da Higiene

Importância da Higiene Importância da Higiene Anexo 1 1 Semana Pedagógica 1º semestre - 2016 Anexo I Importância da Higiene Você sabe o que é higiene? Higiene é o conjunto de medidas que tomamos para eliminar a sujeira, que

Leia mais

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Sistema de Gestão do AR 2012 - ABIQUIM Responsible Care Management

Leia mais

PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997

PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997 PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação DOU de 21/01/1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da

Leia mais

QUALIDADE TOTAL O Programa que mexe com todos dentro do seu cubículo! Rogério de Lima Marinheiro Consultor

QUALIDADE TOTAL O Programa que mexe com todos dentro do seu cubículo! Rogério de Lima Marinheiro Consultor QUALIDADE TOTAL O Programa que mexe com todos dentro do seu cubículo! Rogério de Lima Marinheiro Consultor 1 Melhorar o ambiente de trabalho Aproveitar adequadamente os recursos. Eliminar os desperdícios.

Leia mais

Implantação do Serviço de Limpeza

Implantação do Serviço de Limpeza Implantação do Serviço de Limpeza Treinamento para Facilitadores 23 e 25 de agosto de 2010 Contrato 60/10 Cor Line Sistemas de Serviços Ltda. Inicio 30/08/2010 12 meses UNIDADES DO QUADRILATERO SAÚDE/DIREITO

Leia mais

Apresentação do programa 5S

Apresentação do programa 5S Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência PIBID 2011 Ciências da Natureza Apresentação do programa 5S Dia 04 de janeiro de 2012 Local: Escola Elisa Ferrari Valls Horário: 09h O "Programa

Leia mais

Manual de Segurança e Saúde do Trabalho

Manual de Segurança e Saúde do Trabalho Manual de Segurança e Saúde do Trabalho 1 INTRODUÇÃO A política de recursos humanos da Toledo do Brasil abrange as áreas de recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento de pessoal; administração

Leia mais

30/8/2010 BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO. BPF_ BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Parte 1

30/8/2010 BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO. BPF_ BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Parte 1 São conjunto de princípios e regras que ajudam a reduzir, prevenir e evitar os perigos dos alimentos. BPF_ BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Parte 1 Condutas para o Controle Higiênico-Sanitário de Alimentos

Leia mais

Programa 5S s UDESC/CCT/GQL

Programa 5S s UDESC/CCT/GQL Programa 5S s UDESC/CCT/GQL Prof. Alan Schmitt 1 Estágios de LIMPEZA Limpeza pode ser entendida como inspeção, para encontrar e eliminar problemas que possam se apresentar Limpeza Geral Limpar tudo Varrer

Leia mais

PAC 09. Higiene, Hábitos higiênicos e Saúde dos Colaboradores

PAC 09. Higiene, Hábitos higiênicos e Saúde dos Colaboradores Página 1 de 11 Higiene, Hábitos higiênicos e Saúde dos Colaboradores Página 2 de 11 1. Objetivo----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO DOS PISOS VINÍLICOS EM MANTAS FORTHFLEX, FORTHPISO, FORTHVINYL, CARAVAN E PASTILLE FLOOR

MANUAL DE INSTALAÇÃO DOS PISOS VINÍLICOS EM MANTAS FORTHFLEX, FORTHPISO, FORTHVINYL, CARAVAN E PASTILLE FLOOR MANUAL DE INSTALAÇÃO DOS PISOS VINÍLICOS EM MANTAS FORTHFLEX, FORTHPISO, FORTHVINYL, CARAVAN E PASTILLE FLOOR ANTES DA INSTALAÇÃO: Para podermos ter uma excelente apresentação da instalação não dependemos

Leia mais

RESOLUÇÃO-RDC Nº 32, DE 5 DE JULHO DE 2011

RESOLUÇÃO-RDC Nº 32, DE 5 DE JULHO DE 2011 RESOLUÇÃO-RDC Nº 32, DE 5 DE JULHO DE 2011 Legislações - ANVISA Qui, 07 de Julho de 2011 00:00 RESOLUÇÃO-RDC Nº 32, DE 5 DE JULHO DE 2011 Dispõe sobre os critérios técnicos para a concessão de Autorização

Leia mais

WebSite da Vigilância Sanitária

WebSite da Vigilância Sanitária Página 1 de 5 SERVIÇOS MAIS ACESSADOS: Selecione um Serviço Página Principal Quem somos Regularize sua Empresa Roteiros Denúncias e Reclamações Vigilância e Fiscalização Sanitária em Indústrias de Alimentos

Leia mais

MANUAL DO PROPRIETÁRIO E CERTIFICADO DE GARANTIA

MANUAL DO PROPRIETÁRIO E CERTIFICADO DE GARANTIA MANUAL DO PROPRIETÁRIO E CERTIFICADO DE GARANTIA sca.com.br Parabéns! Agora, a mudança faz parte da sua vida. Neste manual, você encontrará as principais informações para garantir que seu mobiliário S.C.A.

Leia mais

Normas de Segurança para o Instituto de Química da UFF

Normas de Segurança para o Instituto de Química da UFF Normas de Segurança para o Instituto de Química da UFF A Comissão de segurança do Instituto de Química da UFF(COSEIQ) ao elaborar essa proposta entende que sua função é vistoriar, fiscalizar as condições

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: MASSITA ALIMENTOS

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: MASSITA ALIMENTOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO ENGENHARIA QUÍMICA E ALIMENTOS EQA 5611: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS PROFESSOR ORIENTADOR: BRUNO MATTAR CARCIOFI

Leia mais

1. Procedimentos para seleção dos respiradores. 4. Procedimentos para uso adequado de respiradores.

1. Procedimentos para seleção dos respiradores. 4. Procedimentos para uso adequado de respiradores. protrespsimples.doc Um guia para os usuários de respiradores, escrito de forma simples e de fácil entendimento. Mantenha este guia sempre à mão, releia-o periodicamente e conte sempre com a ajuda do seu

Leia mais

ROTEIRO PARA AUTO INSPEÇÃO

ROTEIRO PARA AUTO INSPEÇÃO Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Vigilância em Saúde Gerência de Produtos e Serviços de Interesse da Saúde Subgerência de Produtos Para a Saúde, Saneantes Domissanitários e Cosméticos Roteiro

Leia mais

Na área de trabalho de uma unidade de processamento de pescado

Na área de trabalho de uma unidade de processamento de pescado Na área de trabalho de uma unidade de processamento de pescado 46 C-52 C 115 F-125 F 00:00:20 Todas as pessoas que entram na área de trabalho de uma unidade de processamento de pescado devem vestir roupas

Leia mais

CARTILHA DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS

CARTILHA DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS CARTILHA DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS Departamento de Vigilância Sanitária Setor de Fiscalização de Alimentos Introdução De acordo com a publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 60% dos

Leia mais

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS 1. Identificação do Estabelecimento Razão Social: Nome Fantasia: CNPJ: Endereço: Bairro: Município: CEP: Fone: Fax: E-mail: Responsável Legal: CPF: Responsável Técnico: CPF: CR : 2. Inspeção Data: Objetivo:

Leia mais

NORMAS GERAIS DE FABRICAÇÃO DE FERTILIZANTES

NORMAS GERAIS DE FABRICAÇÃO DE FERTILIZANTES Pág.: 1/10 1. OBJETIVO Definir os procedimentos operacionais relativos às normas gerais de produção e envase de produtos formulados na TERRA NOSSA, desde a emissão da ordem de produção até a entrega do

Leia mais

International Paper do Brasil Ltda

International Paper do Brasil Ltda International Paper do Brasil Ltda Autor do Doc.: Editores: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Título: Tipo do Documento: SubTipo: Serviços de Limpeza e Disposição

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO - Itens 1. IDENTIFICAÇÃO

LISTA DE VERIFICAÇÃO - Itens 1. IDENTIFICAÇÃO REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANEXO XIII LISTA DE VERIFICAÇÃO DE AUTO-INSPEÇÃO 1.1. Nome da embarcação: 1.2. IMO: 1.3. Nome e assinatura do

Leia mais

Produção Enxuta. Lean Manufacturing

Produção Enxuta. Lean Manufacturing Produção Enxuta Lean Manufacturing Produção Enxuta Principais ferramentas Ferramentas do STP 5S; SMED ; Gestão Visual; Poka-Yoke; TPM Kanban; Kaizen; VSM Casa do STP 5 Sensos Filosofia cujo objetivo é

Leia mais

FORMULÁRIO DE AUTO-INSPEÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO

FORMULÁRIO DE AUTO-INSPEÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO FORMULÁRIO DE AUTO-INSPEÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO Neste formulário estão as exigências mínimas para a instalação e funcionamento de uma Cozinha Industrial. Devem ser observados demais critérios

Leia mais

Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos

Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos Manual Elaborado por PEDRO PAULO TRIGO VALERY Considerações Gerais Estocar e administrar um almoxarifado de medicamentos não é como estocar alimentos apesar

Leia mais

ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS

ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS ROTEIRO DE INSPEÇÃO PRESTADORA DE SERVIÇOS / DEDETIZADORAS Data: A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA: 1-Razão Social: 2-Nome de Fantasia: 3-Alvará/Licença Sanitária:

Leia mais

Boas práticas na cadeia produtiva de bebidas não alcoólicas

Boas práticas na cadeia produtiva de bebidas não alcoólicas Boas práticas na cadeia produtiva de bebidas não alcoólicas Agosto de 2010 Curso Teórico-Prático de Análises Microbiológicas de Àgua e Bebidas não Alcoólicas Palestrante Juliane Dias Gonçalves Eng de Alimentos,

Leia mais

Portaria n.º 1131/GM Em 18 de junho de 2002.

Portaria n.º 1131/GM Em 18 de junho de 2002. 1 de 9 24/11/2008 14:22 Portaria n.º 1131/GM Em 18 de junho de 2002. O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições, e Considerando a necessidade de constante aperfeiçoamento das ações de controle

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos)

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) Página 1 de 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código interno: 7500 (12 X 500 ml) Empresa: BOMBRIL S/A TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 014 8110 Aplicação: detergente para pré-lavagens.

Leia mais

Programa. 5S Housekeeping

Programa. 5S Housekeeping Programa 5S Housekeeping Verdadeiro sentido do 5S É a porta de entrada para qualquer Programa da Qualidade; É o ambiente da qualidade; A maior virtude do programa não é alcançada pela maioria das pessoas;

Leia mais

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Estas exigências definem os deveres e as responsabilidades da CONTRATADA e estabelecem as orientações, requisitos

Leia mais

Política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente

Política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente Política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente Política Global Novartis 1 de março de 2014 Versão HSE 001.V1.PT 1. Introdução Na Novartis, nossa meta é ser líder em Saúde, Segurança e Meio Ambiente (HSE).

Leia mais

INOVAR e AGIR. O 5s na Seção de Comunicações

INOVAR e AGIR. O 5s na Seção de Comunicações INOVAR e AGIR O 5s na Seção de Comunicações Karina Ferreira Rocha Castilho maio /2010 De tudo, ficaram três coisas: A certeza de que estamos sempre começando... A certeza de que precisamos continuar...

Leia mais

PROCESSO SELETIVO EDITAL 01/2014

PROCESSO SELETIVO EDITAL 01/2014 PROCESSO SELETIVO EDITAL 01/2014 CARGO E UNIDADES: Auxiliar de Serviços Gerais (Macaíba) Atenção: NÃO ABRA este caderno antes do início da prova. Tempo total para resolução desta prova: 2 (duas) horas.

Leia mais

VIGILÂNCIA SANITÁRIA AS EXIGÊNCIAS PARA ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS

VIGILÂNCIA SANITÁRIA AS EXIGÊNCIAS PARA ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS 1 VIGILÂNCIA SANITÁRIA AS EXIGÊNCIAS PARA ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS O sr. Generoso é proprietário de um estabelecimento há mais de 15 anos que dentre outras atividades também manipula alimentos.

Leia mais

Controle da Qualidade do Almoxarifado 1/15

Controle da Qualidade do Almoxarifado 1/15 Controle da Qualidade do Almoxarifado 1/15 Indicadores de desempenho na Gestão de Materiais Estabelecimento de padrões: Para avaliar indicadores, é necessário ter padrões. Na fase de implantação pode haver

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) SAPÓLIO RADIUM PÓ (Limão, Pinho, Clássico, Lavanda, Bouquet e Laranja)

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) SAPÓLIO RADIUM PÓ (Limão, Pinho, Clássico, Lavanda, Bouquet e Laranja) Página 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Sapólio Radium Pó Códigos Internos: Limão: 14001 / 14017 Pinho: 14005 / 14018 Clássico: 14033 Lavanda: 14031 Bouquet: 14030 Laranja: 14032

Leia mais

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA REVISÃO DOS DADOS 04 RELAÇÃO DE CARGOS Auxiliar de Montagem Montador Supervisor de Produção Técnico de Programação da Produção Coordenador de Produção IDENTIFICAÇÃO

Leia mais