LEITURA DE PROPAGANDA IMPRESSA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LEITURA DE PROPAGANDA IMPRESSA"

Transcrição

1 417 LEITURA DE PROPAGANDA IMPRESSA Maria Aparecida Garcia LOPES-ROSSI Universidade de Taubaté Resumo Este artigo enfoca parte dos resultados de uma pesquisa cujo principal objetivo era contribuir para práticas pedagógicas que visem ao desenvolvimento de habilidades de leitura do gênero discursivo propaganda impressa e à formação do leitor crítico. Apresenta uma proposta de procedimentos de leitura de propaganda adequados a aulas de Língua Portuguesa e que consideram as características sócio-comunicativas e composicionais (verbais e não-verbais) do gênero discursivo propaganda impressa. Palavras-chave: Leitura; procedimentos; gêneros discursivos; propaganda. 1 Introdução A leitura proficiente de propaganda impressa decorre de níveis ou etapas de leitura. Uma primeira leitura rápida permite ao leitor conhecer o produto, interessar-se ou não por ele. Esse nível de leitura pode provocar o impulso da compra do produto e certamente é o desejado pelos publicitários, mas não é um nível de leitura crítica. Uma leitura detalhada é necessária para que o leitor perceba os apelos de marketing (recursos verbais e não-verbais) utilizados na propaganda; e uma leitura crítica permite julgar esses apelos (recursos) técnica e eticamente. Os procedimentos de leitura sugeridos neste artigo possibilitam um trabalho pedagógico envolvendo esses três níveis de leitura visando à ampliação do conhecimento do leitor a respeito do texto publicitário e ao desenvolvimento de sua percepção leitora. 2 A leitura da perspectiva dos gêneros discursivos Discussões sobre o trabalho pedagógico com leitura ainda são necessárias porque a transposição da teoria para a prática de ensino de língua portuguesa baseada em gêneros discursivos, conforme sugere os Parâmetros Curriculares Nacionais PCN (BRASIL, 1998), ainda é uma dificuldade para

2 418 grande parte dos professores. De maneira geral, os livros didáticos apresentam grande variedade de gêneros discursivos, porém com uma abordagem de leitura inadequada ou muito aquém do que se espera numa concepção sóciodiscursiva (ou sócio-enunciativa) de ensino, como afirma Lopes-Rossi (2007). Os principais problemas observados nesses materiais didáticos são: gêneros discursivos inseridos nos livros para atividades exclusivas de gramática; tratamento homogeneizado aos diferentes gêneros discursivos; ausência quase total de atividades que enfoquem os outros elementos constitutivos dos gêneros, além do texto verbal. Essa situação não se justifica. Como comenta Lopes-Rossi (2004), as teorias sobre leitura baseadas em pressupostos cognitivos (KLEIMAN,1989; 1993; SOLÉ, 1998), sociocognitivos (MARCUSCHI, 2008, KOCH; ELIAS, 2006) e discursivos (ORLANDI, 1988; 1999) desenvolvidas ao longo das últimas décadas contribuíram, cada qual a sua maneira, para que o processo de leitura fosse melhor compreendido e o processo pedagógico voltado à leitura pudesse ser melhor conduzido. Interessa-nos para esta proposta de leitura de propaganda a abordagem sociocognitiva de leitura, pela qual na compreensão de texto oral ou escrito, como afirma Marcuschi (2008, p. 230; p. 233): [...] exige habilidade, interação e trabalho. [...] Compreender não é uma ação apenas lingüística ou cognitiva. É muito mais uma forma de inserção no mundo e um modo de agir sobre o mundo na relação com o outro dentro de uma cultura e uma sociedade. [...] Sendo uma atividade de produção de sentidos colaborativa, a compreensão não é um simples ato de identificação de informações, mas uma construção de sentidos com base em atividades inferenciais. Koch e Elias (2006, p ), também na abordagem sociocognitiva de leitura, assumem uma concepção interacional (dialógica) da língua, pela qual [...] os sujeitos são vistos como atores/construtores sociais, sujeitos ativos que dialogicamente se constroem e são construídos no texto, considerado o próprio lugar da interação e da constituição dos interlocutores. Desse modo, há lugar, no texto, para toda uma gama de implícitos, dos mais variados tipos, somente detectáveis quando se tem, como pano de fundo, o contexto sociocognitivo dos participantes da

3 419 interação. [...] A leitura é, pois, uma atividade interativa altamente complexa de produção de sentidos, que ser realiza evidentemente com base nos elementos lingüísticos presentes na superfície textual e na sua forma de organização, mas requer a mobilização de um vasto conjunto de saberes no interior do evento comunicativo. Essa concepção está fortemente vinculada à concepção de linguagem do filósofo russo Bakhtin; e esse conceito de leitura se viabiliza a partir do conceito de gênero discursivo (BAKHTIN, 1992). Gênero discursivo (ou do discurso) é qualquer produção de linguagem oral ou escrita, reconhecida e nomeada pelos participantes da situação de comunicação, como por exemplo: carta, bilhete, reportagem, propaganda, receita, conto, contrato, piada, conselho, conversa. Cada gênero discursivo caracteriza-se por aspectos sóciocomunicativos e funcionais (condições de produção e de circulação; propósito comunicativo), conteúdo temático, construção composicional (verbal e nãoverbal), estilo. Uma produção de um gênero discursivo (um texto entendido como um enunciado concreto) é um evento comunicativo situado num contexto sócio-histórico, dialoga com outros textos (discursos) presentes e passados e, ainda, provoca uma atitude responsiva do leitor. Para compreender um gênero discursivo, é preciso mobilizar um conjunto de conhecimentos sobre todos os seus aspectos constitutivos. Rojo (2002, p. 15) ensina a metodologia de natureza bakhtiniana de análise de um gênero discursivo: [...] aqueles que adotam a perspectiva dos gêneros do discurso partirão sempre de uma análise em detalhes dos aspectos sócio-históricos da situação enunciativa, privilegiando, sobretudo, a vontade enunciativa do locutor isto é, sua finalidade, mas também e principalmente sua apreciação valorativa sobre seu(s) interlocutor(es) e tema(s) discursivos, e, a partir desta análise, buscarão as marcas lingüísticas (formas do texto/enunciado e da língua composição e estilo) que refletem, no enunciado/texto, esses aspectos da situação. Nessa perspectiva teórica, outro aspecto importante a ser considerado na leitura de um gênero discursivo é a multimodalidade de linguagem. Dionísio (2005) explica que os gêneros discursivos são multimodais porque são produzidos por no mínimo dois modos de representação, como palavras e

4 420 gestos, palavras e entonações, palavras e imagens, entre outras combinações possíveis. Nos gêneros discursivos escritos, as palavras se associam à tipografia, no mínimo, além de se associarem a vários outros elementos como cores, fotos, imagens, padrões de diagramação, texturas no papel, apliques que se desdobram e tudo o mais que puder ser incorporado ao papel pelas modernas tecnologias. Cada vez mais os gêneros discursivos impressos se utilizam de elementos multimodais em sua composição, e isso não pode ser ignorado na leitura, como comenta Mozdzenski (2008). Os procedimentos de leitura apresentados a seguir partem desses pressupostos teóricos, aplicados às especificidades do gênero discursivo propaganda impressa. 3 O propósito comunicativo da propaganda e algumas de suas características básicas Gêneros discursivos, de acordo com Bakhtin (1992), são fruto da interação social dos participantes de uma situação de comunicação. Caracterizam-se fundamentalmente por aspectos sócio-comunicativos e funcionais, além de apresentarem conteúdo temático, estilo e construção composicional com certas características relativamente estáveis, como explica Marcuschi (2002). Como explica Maingueneau (2001, p ), um gênero do discurso submete-se a certas condições de êxito, como: uma finalidade reconhecida pelo co-enunciador; o estatuto de parceiros legítimos enunciador e co-enunciador(es); o lugar e o momento legítimos; uma organização textual típica. Essas três primeiras condições enquadram-se no que podemos chamar de características sócio-comunicativas dos gêneros (condições de produção e de circulação) e são reveladas com respostas a perguntas do tipo: Quem escreve (em geral) esse gênero discursivo? Com que propósito? Onde? Quando? Como? Com base em que informações? Como o redator obtém as informações? Qual é a temática desse gênero discursivo? Quem escreveu este texto que estou lendo? Quem lê esse gênero? Por que o faz? Onde o encontra? Que tipo de resposta pode dar ao texto? Que influência pode sofrer

5 421 devido a essa leitura? Em que condições esse gênero pode ser produzido e pode circular na nossa sociedade?, como já comentado em Lopes-Rossi (2002). Esse nível de conhecimento sobre o gênero discursivo permite uma série de inferências, por parte do leitor, para a escolha vocabular, o uso de recursos lingüísticos e não-lingüísticos, a seleção de informações presentes no texto, a omissão de informações no texto, o tom e o estilo, entre outros. Sant Anna (1998) explica que a propaganda divulga crenças e idéias destinadas a influenciar as opiniões, os sentimentos e as atitudes do público receptor. Alguns subtipos de propaganda, de acordo com Pinho (1990), são: de produto, de serviços, de empresas de varejo, ideológica, política, eleitoral, governamental, institucional, social. O propósito comunicativo da propaganda de produtos é levar seu público-alvo ao consumo de um produto; e os recursos persuasivos (apelos) verbais e não-verbais procuram: 1) criar um desejo ou excitar um desejo já manifesto no consciente do leitor que ele entende como uma necessidade ; 2) salientar a capacidade do objeto em satisfazer aquela necessidade demonstrando que o sacrifício da compra vale a pena e 3) levar o público-alvo à compra do produto. Esses apelos remetem o públicoalvo, de maneira geral, a emoções, sensações, lembranças, desejos, idéias que correspondem a valores sociais e a seus ideais de felicidade, independentemente do produto anunciado. A rigor, as necessidades humanas vitais são de ordem fisiológica; os desejos são de ordem psicológica. Os consumidores-alvos das propagandas divulgadas atualmente, no entanto, são sujeitos inseridos num contexto sóciohistórico-cultural-ideológico que já criou e reforça tantos desejos, de forma que já se tornaram necessidades indispensáveis à felicidade, como relaciona Sant Anna (1998, p. 90): de progredir (ser alguém), ter o amor da família, ter boa aparência pessoal, apreciar boa mesa, conseguir aprovação social, participar de atividades esportivas, provocar atração sexual, ter beleza, viver com conforto, adquirir cultura, obter informação (atualização), ter dinheiro (lucros, poupança), desfrutar momentos de evasão psicológica (fuga da realidade, distração), conquistar afirmação pessoal, ter segurança (para o

6 422 momento e para o futuro, manter a saúde (higiene, tratamento, prevenção), entre as principais. Martins (2003) defende a tese de que a propaganda não cria necessidades, apenas procura atingir necessidades inerentes aos seres humanos. Para fundamentar sua argumentação, recorre a dois ramos do estudo da psicologia a humanista e a social, respectivamente nos trabalhos de Abraham Maslow e Gustave Le Bom. Maslow, como explica Martins (2003), defende a idéia de que as necessidades dos seres humanos estão numa hierarquia; o ser humano desenvolverá todos os esforços para evitar a dor e a fome, a solidão, o desprezo, o abandono, o esquecimento. Partindo da necessidade mais básica para a sobrevivência, à medida que o ser humano satisfaz uma necessidade, ele almeja satisfazer a próxima, na seguinte ordem: Fisiológicas: relacionadas à mecânica do corpo e essenciais à sobrevivência De segurança: relacionadas à proteção e abrigo, também necessários à sobrevivência De relacionamento: desejo de cada um de ser aceito pelo grupo de que participa e com o qual convive, dando maior sentido de importância a sua vida De estima: desejo de prestígio, reconhecimento social De auto-realização: busca de conhecimento, compreensão do mundo, desenvolvimento de uma escala própria de valores, apreciação da arte, realizações que possam ficar como legado para as próximas gerações. É possível analisar uma propaganda partindo da percepção de que ela tenta seduzir seu público-alvo em uma das necessidades citadas especialmente nas de relacionamento e de estima. A satisfação da necessidade de relacionamento é explorada pela propaganda que oferece produtos da moda ou modernos, que fazem com que a pessoa se sinta moderna, bonita, atualizada, parecida com as pessoas do grupo ao qual ela deseja participar. Esse tipo de propaganda, explícita ou implicitamente, diz coisas como: Venha garantir seu lugar nesse grande sucesso! ; Seja um dos

7 423 primeiros a chegar! ; Produto X, só a marca Y tem. ; dando a sensação ao leitor de que se ele não tiver aquele produto não fará parte do seleto grupo dos felizes proprietários daquele produto. A necessidade de relacionamento também é explorada na propaganda de produtos com os quais o consumidor fará um agrado ou um presente a outras pessoas (à família, ao namorado, ao amigo), dessa forma demonstrando carinho e recebendo carinho de volta, o que reforça os laços de relacionamento. A necessidade de estima e prestígio social é ativada pela propaganda que sugere ao seu público-alvo que a posse do produto não apenas permitirá ao consumidor participar de um grupo seleto, mas também possibilitará ser admirado por esse grupo como alguém especial. Le Bom, como explica Martins (2003), parte da idéia fundamental de que a todo ser vivo interessa procurar o prazer e evitar a dor (ambos em sentido amplo), e para isso cinco tipos de lógica são acionadas. O autor entende lógica como um conjunto de padrões que regem as várias manifestações do comportamento humano, do biológico ao psicológico, do individual ao social, assim relacionadas: Lógica biológica: Rege a vida. Envolve instintos e interfere diretamente nos nossos hábitos intelectuais e afetivos. Lógica afetiva: rege o inconsciente; controla nossa percepção de mundo; é a base de nossa moral política, religiosa e social. A propaganda apela para essa lógica quando oferece um produto que promete trazer satisfação, ou que vai permitir que, com ele, o consumidor demonstre afeto e receba afeto de volta. Lógica coletiva: Manifesta-se quando estamos envolvidos em grupos ou multidões; nosso comportamento muda, sentimo-nos mais fortes, protegidos, aceitos. Queremos participar de grupos sociais Lógica racional: Compreende vontade, atenção e reflexão Lógica mística: Relaciona-se a todo tipo de crença (entidades religiosas, mágicas, sorte, destino...) e superstição.

8 424 É possível analisar uma propaganda partindo da percepção de que ela tenta seduzir seu público-alvo especialmente pelas lógicas afetiva, coletiva e mística. A lógica afetiva se parece muito com a necessidade de estima citada anteriormente; e a lógica coletiva, com a necessidade de relacionamento. A lógica mística, na propaganda, apela principalmente para a crença do consumidor na sua sorte, com sugestões do tipo: Você pode ser mais um ganhador... ; Mais de 10 mil prêmios esperando por você! ; Compre e envie a embalagem, ou o código de barras para... ; Concorra a milhares de prêmios! ; A sorte está a seu lado!. Mas como exatamente a propaganda atinge os consumidores nessas necessidades ou por essas lógicas? Por meio de recursos (apelos de marketing) não-verbais (cores, fotos, imagens, elementos de diagramação e tudo o mais que a tecnologia permite agregar ao elemento impresso) e verbais (palavras, frases). Perceber todos esses recursos e avaliá-los num contexto maior é requisito para uma leitura proficiente do gênero. Dada a complexidade desse processo, proponho quatro procedimentos de leitura que podem orientar o trabalho de leitura em sala de aula. 4 Primeiro procedimento de leitura: leitura global As teorias mais modernas de leitura assumem a importância do conhecimento prévio e da contextualização da leitura numa determinada situação, cultura, momento histórico, campo ideológico, crença. Por isso, a leitura detalhada do texto pode ficar comprometida se o conhecimento prévio do leitor não estiver ativado. O que nos interessa evidenciar é que o conhecimento do gênero discursivo permite ao leitor uma visão mais ampla sobre o texto já numa leitura global e também o capacita a estabelecer objetivos de leitura pertinentes ao gênero, o que se constitui numa outra estratégia de leitura que deve ser explorada no procedimento seguinte à leitura global.

9 425 Muitas vezes, a propaganda tem tão pouco texto que parece difícil separar a leitura global da leitura detalhada. Estamos considerando uma leitura global de propaganda impressa aquilo que um leitor proficiente desse gênero percebe num primeiro contato com o texto, por meio de uma leitura rápida. As perguntas a seguir podem orientar a leitura global de propagandas de produto e de serviços, em geral. 1. Que produto ou serviço está sendo oferecido (vendido)? 2. Qual é o público-alvo da propaganda? 3. Considerando a propaganda no todo, que palavras referentes a idéias, emoções, sensações, lembranças poderíamos associar a essa propaganda? 5 Segundo procedimento de leitura: estabelecimento de objetivos para a leitura detalhada Pensando em gêneros discursivos, podemos afirmar que cada um, de acordo com seu propósito comunicativo, permite o estabelecimento de alguns objetivos de leitura que independem do assunto específico do texto porque um leitor proficiente de um gênero busca determinadas informações inerentes à atividade comunicativa que aquele gênero realiza. Se o propósito comunicativo da propaganda é levar o leitor por causa de suas necessidades ou lógicas a aceitar aquela oferta de produto por meio de recursos, de apelos de marketing, três objetivos de leitura detalhada se aplicam a todas as propagandas: 1. Leia atentamente a propaganda com o objetivo de verificar se há aspectos gráficos cores, formas, aspecto gráfico das letras, imagens ou qualquer outro recurso usados como apelo para sensibilizar o público-alvo em relação às necessidades que a propaganda se propõe a satisfazer. 2. Leia o texto verbal com o objetivo de verificar se ele também está sendo usado como recurso (apelo) para sensibilizar o público-alvo em relação às necessidades que a propaganda se propõe a satisfazer.

10 Que necessidade de seu público-alvo ou lógica essa propaganda se propõe a satisfazer? 6 Terceiro procedimento de leitura: leitura detalhada a partir dos objetivos estabelecidos Estabelecidos os objetivos citados na seção anterior, o leitor deve passar à leitura detalhada do texto, buscando as respostas às perguntas dos objetivos. No caso da propaganda impressa, tão rica em elementos não-verbais e organizada de maneira muito diferente de um texto tradicional de vários parágrafos, é importante orientar o leitor para a observação de alguns elementos constitutivos da propaganda. Entre os inúmeros elementos não-verbais que podem compor uma propaganda impressa, pode-se sugerir ao leitor que fique atento aos seguintes elementos, bastante usados: Cores. Se bem usadas, formam uma atmosfera agradável e apropriada ao espírito da mensagem ou ao próprio produto, pois [...] elas têm o poder de evocar sentimentos e sensações, de acordo com Sant Anna (1998, p ). O vermelho é quente e impulsivo; traduz paixão e entusiasmo ou simboliza guerra ou perigo. O verde dá sensação de frescor e água corrente e simboliza esperança. O azul é frio e calmante; dá a impressão de céu e espaço aberto. O amarelo e o laranja sugerem luminosidade e alegria. Esses são apenas alguns exemplos de como culturalmente associamos cores a idéias e estados de espírito. Tipos de letras. Tamanhos diferentes indicam a importância da informação da perspectiva do anunciante; fontes diferentes do padrão de imprensa são usadas para evocar sentimentos e sensações de acordo como a atmosfera que o anúncio quer criar: letras gordas, magras, clássicas, medievais, infantis, descontraídas... Disposição das informações na página. O texto verbal que se pretende que cause maior impacto é colocado na metade superior da

11 427 página; sendo nesta, a parte esquerda provavelmente a primeira a ser lida. Fotos e ilustrações. Reforçam os sentimentos e sensações pretendidos pelo anúncio. Remetem a valores e desejos do público-alvo. Recortes, apliques, formas do contorno do papel, dobras, perfumes, sons. A tecnologia atual permite inúmeros recursos que reforçam os sentimentos e sensações pretendidos pelo anúncio. Remetem a valores e desejos do público-alvo. Quanto mais a propaganda destina-se a um público de melhor poder aquisitivo e o produto concorre com outros no mercado, mais verba é investida nesses recursos. Também inúmeros são os recursos verbais que podem compor o texto de uma propaganda impressa, dentre eles: Texto racional. De acordo com Sant Anna (1998, p. 162), dirige-se à inteligência; age pela persuasão, pela lógica dos fatos. Informa, descreve o produto, enumera as vantagens, justifica as razões por que deve ser comprado. Pode ser associado ao texto emotivo. Texto emotivo. De acordo com Sant Anna (1998, p. 162), dirige-se ao afetivo, emocional. Atua principalmente por sugestão. Fala a linguagem dos sentimentos, das emoções. Em vez de falar objetivamente da mercadoria, salienta seus efeitos. Pode ser associado ao texto racional. Marcadores de pressuposição. De acordo com Ilari e Geraldi (1995) e Koch (1984), deixam implícita uma condição de verdade associada ao texto explícito. Muitos são os marcadores pressuposição, mas alguns são bem comuns: até, só, nem, agora, ainda, desta vez, novo, também, seu, antes que, depois que, é que, apesar de; verbos como ajudar, continuar, permanecer, reduzir, diminuir, aumenta, perde, manter; verbos no imperativo, que pressupõem que quem dá a ordem tem condições de fazê-lo por autoridade e conhecimento e quem recebe a ordem tem obrigação ou necessidade de cumpri-la.

12 428 Jogos de palavras, rimas, metáforas, recursos de linguagem que chamam atenção do leitor. 7 Quarto procedimento de leitura: posicionamento crítico A etapa final da leitura proficiente de uma propaganda impressa é sua avaliação a partir de critérios apropriados à apreciação do gênero. Tendo um pouco mais de conhecimento sobre o universo da propaganda de produto e de seus elementos composicionais, duas perguntas orientaram essa avaliação, embora não esgotem todas as possibilidades de comentários: 1. Você acha que os aspectos lingüísticos e gráficos utilizados podem seduzir o público-alvo? 2. Considerando aspectos éticos, você acha que essa é uma boa propaganda? Observa-se que uma propaganda pode ser muito bem produzida, mas ser eticamente reprovável por, por exemplo: explorar a figura da mulher como apelo sexual sem que isso tenha uma relação estrita com o produto; reforçar estereótipos racistas; reforçar estereótipos de beleza como adolescentes magras, altas, brancas, bonitas de acordo com o padrão europeu, de cabelos longos e lisos; usar apelo muito sensual para um público adolescente, estimular a inveja, entre outras posibilidades. 8 Considerações finais A adoção desses procedimentos de leitura, sistematicamente ao longo de um projeto de leitura, contribui significativamente para: 1) a ampliação do conhecimento de mundo dos alunos sobre as condições de produção e de circulação da propaganda; 2) a percepção dos recursos de linguagem verbal e não-verbal mais comuns nas propagandas de produto; 3) o aumento da percepção do aluno de que, no uso social da língua, os significados que se podem construir para uma propaganda impressa são decorrentes de uma

13 429 complexa inter-relação entre o conhecimento prévio do leitor a respeito de assuntos gerais e o conhecimento específico desse gênero discursivo, considerado como um fenômeno sócio-histórico, composto por texto verbal (não obrigatoriamente) e texto não-verbal; 4) a adoção pelo leitor de uma postura mais crítica em relação às maravilhas que a propaganda sugere a ele em termos de satisfação de suas necessidades psicológicas simplesmente pela aquisição de um produto que, daqui a alguns meses, já terá sido substituído por um mais moderno, na próxima campanha publicitária da marca. Referências BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental : língua portuguesa. Brasília : MEC/SEF, CARVALHO, Nelly de. Publicidade: a linguagem da sedução. São Paulo: Ática, DIONÍSIO, Ângela P. Gêneros multimodais e multiletramento. In: KARWOSKI, Acir M.; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim S. (Org.). Gêneros textuais: reflexões e ensino. Palmas-PR: Kaygangue, p ILARI, Rodolfo; GERALDI, João W. Semântica. São Paulo: Ática, KLEIMAN, Angela. Texto e Leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, Oficina de Leitura: teoria e prática. Campinas: Pontes/UNICAMP, KOCH, Ingedore V. Argumentação e Linguagem. São Paulo: Cortez, KOCH, Ingedore V.; ELIAS, Vanda M. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, LOPES-ROSSI, Maria A. G. A formação do leitor proficiente e crítico a partir de características específicas dos gêneros discursivos. Comunicação apresentada no 14 o InPLA. São Paulo: PUC-SP, Leitura de gêneros discursivos em livros didáticos: limitações e dificuldades. In: DAMIANOVIC, Maria Cristina. (Org.). Material Didático: elaboração e avaliação. Taubaté: Cabral, 2007.

14 430 MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez, MARCUSCHI, Luiz A. Produção textual, análise de gênero e compreensão. São Paulo: Parábola, MARTINS, Zeca. Propaganda é isso aí! Vol. 2. São Paulo: Futura, MOITA-LOPES, L. P. Oficina de Lingüística Aplicada. Campinas: Mercado de Letras, MOZDZENSKI, Leonardo. Introdução. O que é e por que estudar a multimodalidade? In:. Multimodalidade e gênero textual: analisando criticamente as cartilhas jurídicas. Recife: Ed. Universitária da UFPE, p ORLANDI, Eni P. Discurso e leitura. São Paulo: Cortez, Análise de Discurso. Campinas: Pontes, PINHO, J. B. Propaganda institucional, usos e funções da propaganda em relações públicas. São Paulo: Summus, ROJO, Roxane. Gêneros do discurso e gêneros textuais: questões teóricas e aplicadas. In: MEURER, J. L. (Org.). Gêneros textuais sob perspectivas diversas. Florianópolis: UFSC, SANT ANNA, Armando. Propaganda: teoria, técnica e prática. São Paulo: Pioneira, SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Trad. Cláudia Schilling. 6. ed. ArtMed: Porto Alegre, 1998.

Objetivo Geral: Levar o aluno a se apropriar das características sócio-discursivas do gênero anúncio publicitário social.

Objetivo Geral: Levar o aluno a se apropriar das características sócio-discursivas do gênero anúncio publicitário social. IDENTIFICAÇÃO Área: Língua Portuguesa. Professora PDE: Marli Gorla. Professora Orientadora: Lílian Cristina Buzato Riter. Material Didático Seqüência Didática. Plano de Aula = Módulo I = Leitura e Análise

Leia mais

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente BARCELOS-COELHO, Lenir de Jesus 155* BUENO, Ivonete 156** RESUMO: No contexto atual são patentes as dificuldades relacionadas

Leia mais

Projeto O COLUNIsta. PROJETO DE PESQUISA PIBIC/CNPq. Orientador: Vanessa Lacerda da Silva Rangel

Projeto O COLUNIsta. PROJETO DE PESQUISA PIBIC/CNPq. Orientador: Vanessa Lacerda da Silva Rangel PROJETO DE PESQUISA PIBIC/CNPq Projeto O COLUNIsta Orientador: Vanessa Lacerda da Silva Rangel Bolsista: Cleiton Paulo Venâncio Ferreira Matrícula: 002205/06 Bolsista: Camila Rodrigues dos Santos Matrícula:

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MCH0181 HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA BAKHTINIANA

Leia mais

Projeto Integrado de Comunicação Do Bem Sucos Integrais: Peça de Mídia Impressa Recado do Bem 1

Projeto Integrado de Comunicação Do Bem Sucos Integrais: Peça de Mídia Impressa Recado do Bem 1 Projeto Integrado de Comunicação Do Bem Sucos Integrais: Peça de Mídia Impressa Recado do Bem 1 Amanda DIAS 2 Ana Carolina SACCOMANN 3 Beatriz REBELO 4 Bruna CLARA 5 Isabela SANTOS 6 Nathalia COBRA 7 Antonio

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

Propaganda institucional e formação cidadã no Colégio Pedro II: diálogo relevante nas aulas de E/LE

Propaganda institucional e formação cidadã no Colégio Pedro II: diálogo relevante nas aulas de E/LE Propaganda institucional e formação cidadã no Colégio Pedro II: diálogo relevante nas aulas de E/LE Viviane C. A. Lima (CPII/ UGF/ PG-UFRJ) 1. Considerações preliminares Há algumas décadas, o ensino da

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

ANAIS 2010 ISSN 1808-3579 CARACTERÍSTICAS DO GÊNERO ANÚNCIO PUBLICITÁRIO SOB AS ÓTICAS DE BAKHTIN E BRONCKART RESUMO

ANAIS 2010 ISSN 1808-3579 CARACTERÍSTICAS DO GÊNERO ANÚNCIO PUBLICITÁRIO SOB AS ÓTICAS DE BAKHTIN E BRONCKART RESUMO CARACTERÍSTICAS DO GÊNERO ANÚNCIO PUBLICITÁRIO SOB AS ÓTICAS DE BAKHTIN E BRONCKART Tatiele J. Faria (GP - Leitura e Ensino CLCA-UENP/ CJ) Vera Maria Ramos Pinto (Orientadora - GP Leitura e Ensino CLCA

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru Curso: Licenciatura em Pedagogia Departamento: Educação-FC IDENTIFICAÇÃO Código: 4419 Disciplina: CONTEÚDOS E METODOLOGIA DO

Leia mais

A PRÁTICA DA LEITURA DA PROPAGANDA IMPRESSA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA 1

A PRÁTICA DA LEITURA DA PROPAGANDA IMPRESSA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA 1 A PRÁTICA DA LEITURA DA PROPAGANDA IMPRESSA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA 1 Alba Helena Fernandes CALDAS 2 EE Prof. Arcádio do Nascimento Moura; Centro Universitário de Itajubá

Leia mais

Profa. Ma. Adriana Rosa

Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade III ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Aula anterior O fim das cartilhas em sala de aula; Comunicação e linguagem; Sondagem da escrita infantil; Ao desenhar, a criança escreve;

Leia mais

A INTERVENÇÃO DA LEITURA NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE PORTUGUÊS COMO SEGUNDA LÍNGUA

A INTERVENÇÃO DA LEITURA NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE PORTUGUÊS COMO SEGUNDA LÍNGUA A INTERVENÇÃO DA LEITURA NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE PORTUGUÊS COMO SEGUNDA LÍNGUA Aline Fabiana Amorim Santos 1 (Graduanda/UFS) Evellin Heide Souza Aragão (graduanda/ufs) Laura Camila Braz de Almeida

Leia mais

INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE

INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE LILIAN DE PINHO BOTELHO (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PUCSP). Resumo INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE Lilian de Pinho BOTELHO

Leia mais

RESENHA/REVIEW. ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p.

RESENHA/REVIEW. ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p. RESENHA/REVIEW ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p. Resenhado por/by: Acir Mario KARWOSKI (Universidade Federal do Triângulo Mineiro)

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL COM OS LETRAMENTOS DIGITAIS 1

O ENVOLVIMENTO DOS DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL COM OS LETRAMENTOS DIGITAIS 1 O ENVOLVIMENTO DOS DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL COM OS LETRAMENTOS DIGITAIS 1 Bruno Ciavolella Universidade Estadual de Maringá RESUMO: Fundamentado na concepção dialógica de linguagem proposta pelo

Leia mais

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA).

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). Alinne da Silva Rios Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: alinnerios@hotmail.com Profa. Ms. Leila

Leia mais

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental - SEPesq Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental Renata Faria A. Silva da Rosa Mestranda Letras/Linguística PPGL PUCRS renata.faria@acad.pucrs.br

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL APRESENTAÇÃO Segundo as Diretrizes Curricular o ensino da Língua Estrangeira na Educação Básica esta pautado

Leia mais

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007)

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) Disciplina: Seminário de Leituras Orientadas em Linguística Aplicada Professoras: Graciela Hendges e Désirée Motta-Roth

Leia mais

ANÁLISE SEMIÓTICO-DISCURSIVA DE UM ANÚNCIO DA NESTLÉ 1

ANÁLISE SEMIÓTICO-DISCURSIVA DE UM ANÚNCIO DA NESTLÉ 1 ANÁLISE SEMIÓTICO-DISCURSIVA DE UM ANÚNCIO DA NESTLÉ 1 MELO, Edsônia de Souza Oliveira(CEFET-MT) 2 RESUMO: Neste trabalho, pretende-se, sob a perspectiva da semiótica e discursiva de gêneros segundo Bakhtin,

Leia mais

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES RESUMO Cleuma Regina Ribeiro da Rocha Lins (UEPB) cleumaribeiro@yahoo.com.br Orientador: Prof. Dr. Juarez Nogueira

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Tatiane Henrique Sousa Machado 1 RESUMO: O presente estudo de dedica-se

Leia mais

O PATINHO FEIO E O ROUXINOL E O IMPERADOR DA CHINA DE HANS CHRISTIAN ANDERSEN: A LITERATURA INFANTIL NAS 4ª SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL.

O PATINHO FEIO E O ROUXINOL E O IMPERADOR DA CHINA DE HANS CHRISTIAN ANDERSEN: A LITERATURA INFANTIL NAS 4ª SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 949 O PATINHO FEIO E O ROUXINOL E O IMPERADOR DA CHINA DE HANS CHRISTIAN ANDERSEN: A LITERATURA INFANTIL NAS 4ª SÉRIES

Leia mais

RESUMO. Palavras-chaves: leitura; produção textual, conto. 1 INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras-chaves: leitura; produção textual, conto. 1 INTRODUÇÃO DE CONTO EM CONTO: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE Maria Helena Cunha de Andrade SILVA RESUMO Esse trabalho relata uma experiência de leitura e produção textual realizada no decorrer do ano letivo de

Leia mais

Palavras-chave: Representação. Homem. Publicidade. Semântica Argumentativa.

Palavras-chave: Representação. Homem. Publicidade. Semântica Argumentativa. REPRESENTAÇÃO MASCULINA NA PUBLICIDADE BRASILEIRA: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ARGUMENTATIVO Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: A publicidade, assim como

Leia mais

OFICINA: SEXUALIDADE

OFICINA: SEXUALIDADE OFICINA: SEXUALIDADE Daniele Costa Tatiane Fontoura Garcez APRESENTAÇÃO A oficina tem como tema a Sexualidade, será realizado no Instituto Estadual de Educação Bernardino Ângelo, no dia 25/08/2014, segunda-feira,

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: A CONFIGURAÇÃO DA COMPETÊNCIA CRÍTICA NA PRODUÇÃO DA RESENHA ESCOLAR

UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: A CONFIGURAÇÃO DA COMPETÊNCIA CRÍTICA NA PRODUÇÃO DA RESENHA ESCOLAR UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: A CONFIGURAÇÃO DA COMPETÊNCIA CRÍTICA NA PRODUÇÃO DA RESENHA ESCOLAR Hermano Aroldo Gois Oliveira (UFCG/PIBID/LETRAS); Jackson Cícero França

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística)

GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística) GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística) Luana Gerçossimo Oliveira 1 Universidade Federal de Viçosa (UFV) Este artigo traz uma breve discussão teórica

Leia mais

LEITURA E CONTEXTOS SIGNIFICATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM

LEITURA E CONTEXTOS SIGNIFICATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM LEITURA E CONTEXTOS SIGNIFICATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM Elza Kissilevitc cirandainfantil@ig.com.br Mestranda em Educação: Psicologia da Educação Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP

Leia mais

PROVA DE REDAÇÃO NO VESTIBULAR DA UFSM 2014

PROVA DE REDAÇÃO NO VESTIBULAR DA UFSM 2014 1 PROVA DE REDAÇÃO NO VESTIBULAR DA UFSM 2014 Prova de redação na perspectiva de gênero textual Com o propósito de avaliar a proficiência dos candidatos na leitura e na escrita pelo uso da língua portuguesa

Leia mais

Cantos distantes. 1. Justificativa. Maria Verúcia de Souza

Cantos distantes. 1. Justificativa. Maria Verúcia de Souza Cantos distantes Maria Verúcia de Souza 1. Justificativa A formação de cidadãos e cidadãs críticos(as), responsáveis e conscientes do seu papel no mundo, perpassa o currículo escolar e surge como um dos

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS Driely Xavier de Holanda Kátia Fabiana Lopes de Goes Valmira Cavalcante Marques Regina Celi Mendes Pereira Universidade Federal da Paraíba

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Leitura, reportagem, proficiência. LEITURA DE REPORTAGEM: SUBSÍDIOS PARA ATIVIDA- DES NO ENSINO FUNDA- MENTAL RESUMO

PALAVRAS-CHAVE: Leitura, reportagem, proficiência. LEITURA DE REPORTAGEM: SUBSÍDIOS PARA ATIVIDA- DES NO ENSINO FUNDA- MENTAL RESUMO Ângela Maria Pereira Universidade de Taubaté (UNITAU) Angela.estiva@yahoo.com.br aplicação de procedimentos de leitura do gênero discursivo reportagem, utilizando esse texto. O trabalho fundamenta-se,

Leia mais

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR.

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. Autor: Wagner de Araújo Baldêz 1 - UFOP. Orientador: William Augusto Menezes 2 - UFOP. O objetivo desse artigo é relatar

Leia mais

Campanha ONG Animais 1

Campanha ONG Animais 1 Campanha ONG Animais 1 Bruna CARVALHO 2 Carlos VALÉRIO 3 Mayara BARBOSA 4 Rafaela ALVES 5 Renan MADEIRA 6 Romulo SOUZA 7 Marcelo PRADA 8 Paulo César D ELBOUX 9 Faculdade Anhanguera Santa Bárbara, Santa

Leia mais

O USO DE GÊNEROS DO DISCURSO EM LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA (LDP) PALAVRAS-CHAVE: livro didático; produção textual; gêneros do discurso

O USO DE GÊNEROS DO DISCURSO EM LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA (LDP) PALAVRAS-CHAVE: livro didático; produção textual; gêneros do discurso O USO DE GÊNEROS DO DISCURSO EM LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA (LDP) BERNARDES, Janima 1 FABIANO, Sulemi 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo verificar a abordagem feita a cerca da produção

Leia mais

PROJETO SALA DE REDAÇÃO

PROJETO SALA DE REDAÇÃO PROJETO SALA DE REDAÇÃO Eliane Teresinha da Silva Acadêmica do Curso de Letras Português e Literaturas UAB Restinga Seca/UFSM Gláucia Josiele Cardoso Acadêmica do Curso de Letras Português e Literaturas

Leia mais

Anais do X Seminário de Iniciação Científica SóLetras CLCA UENP/CJ - ISSN 18089216 UM MODELO DIDÁTICO/TEÓRICO DO GÊNERO REDAÇÃO DE VESTIBULAR

Anais do X Seminário de Iniciação Científica SóLetras CLCA UENP/CJ - ISSN 18089216 UM MODELO DIDÁTICO/TEÓRICO DO GÊNERO REDAÇÃO DE VESTIBULAR UM MODELO DIDÁTICO/TEÓRICO DO GÊNERO REDAÇÃO DE VESTIBULAR Marta Aline Buckta (G-CLCA-UENP/CJ) Marilúcia dos Santos Domingos Striquer (Orientadora CLCA-UENP/CJ) Introdução Motivada pelo desejo e pela necessidade,

Leia mais

A ESCRITA CRIATIVA: ESCREVENDO EM SALA DE AULA E PUBLICANDO NA WEB Solimar Patriota Silva (UNIGRANRIO) solimar.silva@unigranrio.edu.

A ESCRITA CRIATIVA: ESCREVENDO EM SALA DE AULA E PUBLICANDO NA WEB Solimar Patriota Silva (UNIGRANRIO) solimar.silva@unigranrio.edu. A ESCRITA CRIATIVA: ESCREVENDO EM SALA DE AULA E PUBLICANDO NA WEB Solimar Patriota Silva (UNIGRANRIO) solimar.silva@unigranrio.edu.br RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar algumas sugestões de

Leia mais

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Renata de Souza Ribeiro (UERJ/FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/FFP) Eixo: Fazendo escola com múltiplas linguagens Resumo Este texto relata

Leia mais

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Revista Eletrônica de Educação de Alagoas - REDUC ISSN 2317-1170 V. 01, N. 02 (2013) A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Patrícia

Leia mais

Língua Portuguesa 1ºEM

Língua Portuguesa 1ºEM ASSESSORIA DE EDUCAÇÃO PROVÍNCIA DO PARANÁ Colégio Social Madre Clélia Língua Portuguesa 1ºEM Prof. Eliana Martens A prova de redação é extremamente importante em vestibulares e em concursos Avalia diferentes

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos O PAPEL DA HIBRIDIZAÇÃO DE GÊNEROS NA PUBLICIDADE Juliely Veiga Gomes (UFV) julielyveiga@gmail.com Dayane Sávia Monteiro (UFV) dayanesavia@yahoo.com.br RESUMO Este trabalho visa investigar a manifestação

Leia mais

Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade

Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade Helena C. Buescu, Luís C. Maia, Maria Graciete Silva, Maria Regina Rocha 10.º Ano: Oralidade Compreensão do Oral Objetivo Compreender

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES AUDIOVISUAIS NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR

CONTRIBUIÇÕES AUDIOVISUAIS NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR 1 CONTRIBUIÇÕES AUDIOVISUAIS NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR Loraine Vidigal LISBOA Universidade Gama Filho loraine_vidigal@yahoo.com.br Resumo: O artigo apresenta

Leia mais

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades.

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades. ANEXO I - PROGRAMA DAS PROVAS DE CONHECIMENTOS GERAIS E DE REDAÇÃO Prova (Todos os Cursos) Trabalhando em consonância com as diretrizes curriculares nacionais, o UNIFEMM entende que as avaliações do processo

Leia mais

OS MECANISMOS DE COESÃO EM CAMPANHAS DE SAÚDE

OS MECANISMOS DE COESÃO EM CAMPANHAS DE SAÚDE OS MECANISMOS DE COESÃO EM CAMPANHAS DE SAÚDE Kleiton Cassemiro do Nascimento¹ DLLEM / UFRN Kleitoncass@gmail.com RESUMO Este trabalho tem como objetivo fazer uma análise dos mecanismos de coesão adotados

Leia mais

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Prof. Juliana Pinto Viecheneski

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Prof. Juliana Pinto Viecheneski Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Prof. Juliana Pinto Viecheneski LIVRO DIDÁTICO ONTEM E HOJE A escola tem um papel fundamental para garantir o contato com livros desde a primeira infância:

Leia mais

GÊNEROS TEXTUAIS EM MATERIAIS DIDÁTICOS PARA ENSINO FUNDAMENTAL II

GÊNEROS TEXTUAIS EM MATERIAIS DIDÁTICOS PARA ENSINO FUNDAMENTAL II GÊNEROS TEXTUAIS EM MATERIAIS DIDÁTICOS PARA ENSINO FUNDAMENTAL II ANGELO, Débora M.P - Universidade Anhembi Morumbi AGUIAR, Eliane - FEUSP Escrever é necessário para aprender a escrever, mas não é suficiente.

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA LOGOTIPO MACMILLAN BRASIL Utilização colorido; preto/branco e negativo Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que

Leia mais

A REDAÇÃO DO VESTIBULAR E A CONSTRUÇÃO DE UM ETHOS DISCURSIVO APOIADO NO HIPERENUNCIADOR JORNALISTA

A REDAÇÃO DO VESTIBULAR E A CONSTRUÇÃO DE UM ETHOS DISCURSIVO APOIADO NO HIPERENUNCIADOR JORNALISTA A REDAÇÃO DO VESTIBULAR E A CONSTRUÇÃO DE UM ETHOS DISCURSIVO APOIADO NO HIPERENUNCIADOR JORNALISTA Gislane Kátia TESSAROLO AUTORA - MESTRANDA DO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM LETRAS E LINGUÍSTICA UFG

Leia mais

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE André William Alves de Assis 1 RESUMO: Como participantes do processo comunicativo,

Leia mais

MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL APROVO Em conformidade com as Port. 38-DECEx, 12ABR11 e Port 137- Cmdo Ex, 28FEV12 MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

Leia mais

Anais do IX Seminário de Iniciação Científica SóLetras CLCA UENP/CJ - ISSN 18089216

Anais do IX Seminário de Iniciação Científica SóLetras CLCA UENP/CJ - ISSN 18089216 A REPRESENTAÇÃO DA MULHER NAS CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS DE CERVEJA. VALORIZAÇÃO DA FEMINILIDADE OU ESTEREÓTIPO DE MULHER OBJETO? Marco Antônio Rosim Vivian Fernandes Silva (G CLCA-UENP/CJ) Luiz Antonio Xavier

Leia mais

A TENDÊNCIA DE SUBVERTER UM GÊNERO EM OUTRO: O BOOM CRIATIVO NA PUBLICIDADE

A TENDÊNCIA DE SUBVERTER UM GÊNERO EM OUTRO: O BOOM CRIATIVO NA PUBLICIDADE A TENDÊNCIA DE SUBVERTER UM GÊNERO EM OUTRO: O BOOM CRIATIVO NA PUBLICIDADE Thiago Leonardo Ribeiro (Bolsista PIBIC UENP/Fundação Araucária) Vera Maria Ramos Pinto (GP Leitura e Ensino CLCA - UENP/CJ)

Leia mais

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1 PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO INTRODUÇÃO Solange dos Santos (UFS) A leitura tem sido por muito tempo um tema muito debatido

Leia mais

MARIA CRISTINA GIORGI (CEFET-RJ)

MARIA CRISTINA GIORGI (CEFET-RJ) LEITURA E TRABALHO DOCENTE: UMA REFLEXÃO SOBRE A ESCOLHA DOS TEXTOS E A LEITURA NO ENSINO MÉDIO MARIA CRISTINA GIORGI (CEFET-RJ) O professor de E/LE no ensino médio Considerando artigos sobre leitura e

Leia mais

ENSINANDO A ESCREVER: O GÊNERO CARTA DO LEITOR EM QUESTÃO

ENSINANDO A ESCREVER: O GÊNERO CARTA DO LEITOR EM QUESTÃO ENSINANDO A ESCREVER: O GÊNERO CARTA DO LEITOR EM QUESTÃO Mônica Farias de Vasconcelos OLIVEIRA (UEPB) E-mail: monica06farias@gmail.com. Clara Regina Rodrigues de SOUZA (UFCG/ POSLE/ UEPB) E-mail: clararegina.r.s@gmail.com.

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa.

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa. LEITURA E ESCRITA COMO PROCESSO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA PERSPECTIVA SÓCIO-COGNITIVA E INTERATIVA Marta Oliveira Barros¹ Josias Silvano Barros² ORIENTADORA: Dra. Maria de Lourdes da Silva Leandro³ RESUMO

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS Resumo DO ENSINO FUNDAMENTAL MARTINS, Esilda Cruz UEPG maria.esilda@hotmail.com Eixo Temático: Práticas e Estágios nas Licenciaturas. Agência Financiadora:

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA SANTOS, Lilian 1 NUNES, Célia 2 O presente trabalho tem como objetivo apresentar algumas considerações

Leia mais

ALUNOS LEITORES E REDATORES: O JORNAL MURAL EM SALA DE AULA PIBID/LETRAS 1

ALUNOS LEITORES E REDATORES: O JORNAL MURAL EM SALA DE AULA PIBID/LETRAS 1 ALUNOS LEITORES E REDATORES: O JORNAL MURAL EM SALA DE AULA PIBID/LETRAS 1 COSTA, Juliana Melo da; GONÇALVES, Luana Iensen 2 ; RANGEL, Eliane de Fátima Manenti 3 1 Trabalho financiado pela CAPES via o

Leia mais

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Eveline Mattos Tápias-Oliveira Vera Lúcia Batalha de Siqueira Renda Maria do Carmo Souza de Almeida Maria de

Leia mais

Novas Perspectivas no Ensino de Língua Portuguesa: o trabalho com gêneros textuais

Novas Perspectivas no Ensino de Língua Portuguesa: o trabalho com gêneros textuais Novas Perspectivas no Ensino de Língua Portuguesa: o trabalho com gêneros textuais Cristian Wagner de Souza* RESUMO: Neste artigo, busca-se uma reflexão sobre as novas perspectivas ao ensino/aprendizagem

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos UMA ANÁLISE DOS GÊNEROS DIGITAIS PRESENTES NOS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO MÉDIO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo elainevasquez@ig.com.br RESUMO Este artigo discute os gêneros digitais que são abordados

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117

XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117 XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117 PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS DOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS Marcos Luiz Wiedemer (UERJ/UNESP) mlwiedemer@gmail.com 1. Introdução Os Parâmetros

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Características da publicidade

Características da publicidade Nível B1 B2 B3 X Secundário Área de competência chave Cultura, Língua e Comunicação UFCD CLC-5 Cultura, Comunicação e Média Conteúdo O texto publicitário Tema A publicidade Breve história da publicidade

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

BRITO, Jéssika Pereira Universidade Estadual da Paraíba (jessikagba@hotmail.com)

BRITO, Jéssika Pereira Universidade Estadual da Paraíba (jessikagba@hotmail.com) ATUAÇÃO PIBID: REFLEXÕES SOBRE A APLICAÇÃO DO PROJETO LEITURA E PRODUÇÃO DO TEXTO OPINATIVO: DIALOGANDO COM A TIPOLOGIA TEXTUAL DISSERTATIVA/ARGUMENTATIVA BRITO, Jéssika Pereira (jessikagba@hotmail.com)

Leia mais

Agrupamento de Escolas do Búzio Escola Básica 2,3/S de Vale de Cambra. Português 11ºano Ficha Informativa sobre PUBLICIDADE

Agrupamento de Escolas do Búzio Escola Básica 2,3/S de Vale de Cambra. Português 11ºano Ficha Informativa sobre PUBLICIDADE Agrupamento de Escolas do Búzio Escola Básica 2,3/S de Vale de Cambra Português 11ºano Ficha Informativa sobre PUBLICIDADE A. PUBLICIDADE A publicidade é o ato de divulgar um produto ou uma ideia com o

Leia mais

BLOG: GÊNERO TEXTUAL OU SUPORTE PARA GÊNEROS?

BLOG: GÊNERO TEXTUAL OU SUPORTE PARA GÊNEROS? BLOG: GÊNERO TEXTUAL OU SUPORTE PARA GÊNEROS? Daiane Eloísa dos Santos (G-CLCA-UENP/CJ) Geovana Lourenço de Carvalho (G-CLCA-UENP/CJ) Vera Maria Ramos Pinto (Orientadora-CLCA-UENP/CJ) Resumo: Com base

Leia mais

A INTERTEXTUALIDADE EM ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS: UMA ANÁLISE DE DENTRO DA SALA DE AULA

A INTERTEXTUALIDADE EM ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS: UMA ANÁLISE DE DENTRO DA SALA DE AULA A INTERTEXTUALIDADE EM ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS: UMA ANÁLISE DE DENTRO DA SALA DE AULA RESUMO Aline Giseli da Silva Lima* Toda comunicação se dá através de gêneros e é através das diversas atividades humanas

Leia mais

V PROGRAMA DA DISCIPLINA

V PROGRAMA DA DISCIPLINA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CEAD PLANO DE ENSINO I IDENTIFICAÇÃO Curso: Pedagogia a Distância Departamento: Departamento de Pedagogia a Distância Disciplina:

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E OS GÊNEROS TEXTUAIS

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E OS GÊNEROS TEXTUAIS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA COM ÊNFASE EM MULTILETRAMENTOS O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E OS GÊNEROS TEXTUAIS Monissa Mattos - 2 Ten CMPA LETRAMENTO letrar é mais do que alfabetizar,

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS CHOCANTES : QUANDO O DESVIO LEXICAL CAUSA O EFEITO CONTRÁRIO

ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS CHOCANTES : QUANDO O DESVIO LEXICAL CAUSA O EFEITO CONTRÁRIO ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS CHOCANTES : QUANDO O DESVIO LEXICAL CAUSA O EFEITO CONTRÁRIO 1 INTRODUÇÃO Dulcinéia de Castro Viana Fernando da Silva Negreiros Lays Cristina Fragate Natalia Lamino Camilo Ulisses

Leia mais

O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS

O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS Roberta da Silva Freitas roberta_sfreitas@hotmail.com Universidade Federal de Alagoas (UFAL-PPGE/ET&C-CAPES)

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO ANÁLISE DO DISCURSO DA PROPAGANDA MARLBORO SOROCABA 2014 1 Introdução O presente trabalho

Leia mais

O diálogo entre a notícia de jornal e o editorial no espaço biblioteca: a apropriação do conhecimento Sandro Luís da Silva (PUC/SP-FATEC-Americana)

O diálogo entre a notícia de jornal e o editorial no espaço biblioteca: a apropriação do conhecimento Sandro Luís da Silva (PUC/SP-FATEC-Americana) 1 O diálogo entre a notícia de jornal e o editorial no espaço biblioteca: a apropriação do conhecimento Sandro Luís da Silva (PUC/SP-FATEC-Americana) Resumo: Esta comunicação compartilha um relato de experiência

Leia mais

4 EIXOS ORGANIZADORES DOS CONTEÚDOS HISTÓRIA GEOGRAFIA ENSINO RELIGIOSO. Informações, Comunicação e Interação

4 EIXOS ORGANIZADORES DOS CONTEÚDOS HISTÓRIA GEOGRAFIA ENSINO RELIGIOSO. Informações, Comunicação e Interação 1 TÍTULO DO PROJETO Bíblia Sagrada Livro de Provérbios. 2 SÉRIE/CICLO 3ª Série 1ª Etapa do 2º Ciclo 3 AUTORA Rosângela Cristina Novaes Balthazar Curso: Pedagogia 6º Período Noite E-mail: rocryss@yahoo.com.br

Leia mais

NÍVEIS DE CONHECIMENTO NECESSÁRIOS AO DOMÍNIO DA ESCRITA FORMAL

NÍVEIS DE CONHECIMENTO NECESSÁRIOS AO DOMÍNIO DA ESCRITA FORMAL NÍVEIS DE CONHECIMENTO NECESSÁRIOS AO DOMÍNIO DA ESCRITA FORMAL MARIA APARECIDA GARCIA LOPES-ROSSI Departamento de Ciências Sociais e Letras Universidade de Taubaté RESUMO Este artigo comenta os níveis

Leia mais

SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS: UMA PROPOSTA DE LEITURA E PRODUÇÃO DO GÊNERO PUBLICITÁRIO

SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS: UMA PROPOSTA DE LEITURA E PRODUÇÃO DO GÊNERO PUBLICITÁRIO 1 SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS: UMA PROPOSTA DE LEITURA E PRODUÇÃO DO GÊNERO PUBLICITÁRIO Edsônia de Souza Oliveira Melo (IFMT) 1 sonia.baiana@hotmail.com Este artigo apresenta os resultados de um projeto de atividades

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013.

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013. 122 Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos LER, ESCREVER E REESCREVER NO ENSINO MÉDIO POR MEIO DOS CLÁSSICOS DA LITERATURA BRASILEIRA José Enildo Elias Bezerra (IFAP) enildoelias@yahoo.com.br

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Comunicação e Linguagem

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Comunicação e Linguagem 1 IDENTIFICAÇÃO Curso: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Licenciatura em Química Componente Curricular: Comunicação e Linguagem PLANO DE ENSINO Modalidade de Ensino: Superior

Leia mais

ALFABETIZAR LETRANDO: DESAFIOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA ALFABETIZADORA

ALFABETIZAR LETRANDO: DESAFIOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA ALFABETIZADORA ALFABETIZAR LETRANDO: DESAFIOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA ALFABETIZADORA Georgyanna Andréa Silva Morais ¹ RESUMO O presente artigo é parte integrante das discussões empreendidas na pesquisa do Mestrado em Educação

Leia mais

Ao pé da letra,7:73-80, 2005 DESENHO ANATÔMICO: UMA ANÁLISE MULTIMODAL. Larissa Rossiter Gonzaga 1 Universidade Federal de Pernambuco UFPE

Ao pé da letra,7:73-80, 2005 DESENHO ANATÔMICO: UMA ANÁLISE MULTIMODAL. Larissa Rossiter Gonzaga 1 Universidade Federal de Pernambuco UFPE Desenho anatômico: uma análise multimodal DESENHO ANATÔMICO: UMA ANÁLISE MULTIMODAL Larissa Rossiter Gonzaga 1 Universidade Federal de Pernambuco UFPE Resumo: Este trabalho tem por finalidade analisar

Leia mais

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa 7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa As críticas ao ensino tradicional de língua portuguesa não são recentes. Nos anos trinta, Olavo Bilac já se posicionava contra o

Leia mais

A ABORDAGEM DO TEXTO VERBO-VISUAL EM LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO: O QUE SE ESCONDE POR TRÁS DAS LETRAS

A ABORDAGEM DO TEXTO VERBO-VISUAL EM LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO: O QUE SE ESCONDE POR TRÁS DAS LETRAS A ABORDAGEM DO TEXTO VERBO-VISUAL EM LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO: O QUE SE ESCONDE POR TRÁS DAS LETRAS Erica Poliana Nunes de Souza Cunha (UFRN) 1 ericapolianan.s.c@hotmail.com Rodrigo Luiz Silva

Leia mais

Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa

Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa Silvio Profirio da Silva¹ Durante décadas, o ensino de Língua Portuguesa desenvolvido em nossas escolas limitou - se à análise e à classificação

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA INTERNET: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO LIVRO DIDÁTICO DO ENSINO MÉDIO

PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA INTERNET: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO LIVRO DIDÁTICO DO ENSINO MÉDIO PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA INTERNET: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO LIVRO DIDÁTICO DO ENSINO MÉDIO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo (UNIGRANRIO) elainevasquez@ig.com.br RESUMO Este artigo discute

Leia mais

PROJETO LER E ESCREVER É DA HORA! : LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL SOB A PERSPECTIVA INTERACIONISTA

PROJETO LER E ESCREVER É DA HORA! : LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL SOB A PERSPECTIVA INTERACIONISTA PROJETO LER E ESCREVER É DA HORA! : LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL SOB A PERSPECTIVA INTERACIONISTA Patrícia Cristina de Oliveira (UEM UENP/Jacarezinho) Vera Maria Ramos Pinto (UEL UENP/Jacarezinho) Introdução

Leia mais