MBA GESTÃO EMPREENDEDORA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MBA GESTÃO EMPREENDEDORA"

Transcrição

1 COLEÇÃO MBA GESTÃO EMPREENDEDORA EDUCAÇÃO ESTRATÉGIA Autor Saulo Barroso Rocha Organização Sandra R. H. Mariano MÓDULO GESTÃO

2

3 Módulo Gestão Estratégia Autor Saulo Barroso Rocha Organização Sandra R. H. Mariano SESI/UFF Realização: Parceria técnica: Apoio:

4 Copyright 2012, SESI / Universidade Federal Fluminense R672e Rocha, Saulo Barroso Estratégia / Saulo Barroso Rocha. Organização se Sandra R. H. Mariano. Rio de Janeiro: SESI : UFF, p. - (Coleção Gestão Empreendedora Educação, 16) ISBN Estratégia. 2. Gestão empreendedora. I. Título. II. Série. CDD Nenhuma parte deste material poderá ser reproduzida, transmitida e gravada, por qualquer meio eletrônico, mecânico, por fotocópia e outros, sem a prévia autorização, por escrito, do SESI / Universidade Federal Fluminense. A 4 Mãos Comunicação e Design Ltda. Projeto Gráfico Flavia da Matta Design Capa Saulo Barroso Rocha Elaboração de conteúdo Cristine Costa Barreto Coordenação de Design Instrucional Tereza Queiroz Coordenação Editorial Tereza Queiroz Copidesque/revisão de provas Katy Araujo Diagramação Sergio Luiz Nunes de Queiroz Ilustração Marcelo Oliveira Design instrucional ii

5 Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira Presidente Diretoria Geral Augusto Cesar Franco de Alencar Diretor SESI/DR - Rio de Janeiro Maria Lucia Paulino Telles Diretora Superintendente Diretoria de Educação Andrea Marinho de Souza Franco Diretora Gerência de Educação Básica Hozana Cavalcante Meirelles Gerente Elizabete Otero Mendes Maia Coordenadora Claudia do Canto Wilkoszynski Analista SESI - Serviço Social da Indústria - Departamento Regional do Rio de Janeiro Confederação Nacional da Indústria CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria de Educação e Tecnologia Rafael Esmeraldo Lucchesi Ramacciotti Serviço Social da indústria SESI Conselho Nacional Jair Menegueli Presidente SESI Departamento Nacional Robson Braga de Andrade Diretor Renato Caporali Cordeiro Diretor Superintendente SESI - SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA DEPARTAMENTO NACIONAL UFF - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Roberto de Souza Salles Reitor Sidney Luiz de Matos Mello Vice-reitor Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e inovação ProPPi Antonio Claudio Lucas da Nóbrega Pró-reitor Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e turismo Fernando Augusto Lagoeiro de Oliveira Diretor Curso de MBA Gestão Empreendedora Sandra Regina Holanda Mariano Coordenadora Esther Hermes Lück Vice-coordenadora Vera Regina Ramos Pinto Assistente de Coordenação Fundação Euclides da Cunha de Apoio institucional à Universidade Federal Fluminense Miriam Assunção de Souza Lepsch Presidente iii

6

7 Apresentação da Coleção MBA Gestão Empreendedora Educação A Coleção MBA Gestão Empreendedora Educação é composta por 15 volumes que abordam conteúdos das áreas de empreendedorismo, gestão e educação e se constituem no material didático de apoio às disciplinas do curso MBA Gestão Empreendedora Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF). A criação desse curso foi uma proposta do Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), que reúne as redes educacionais de ensino básico e profissional do Serviço Social da Indústria (SESI) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), para a melhoria da qualidade da educação básica, que encontrou na Universidade Federal Fluminense (UFF) as condições ideais para desenvolvimento conjunto do projeto. FIRJAN e UFF compartilham a visão de que a melhoria da gestão das escolas públicas poderia contribuir de forma significativa para a elevação da qualidade da educação brasileira, resultando em uma melhor aprendizagem dos alunos contribuindo para uma sociedade com mais oportunidades, inclusiva e justa. Nos volumes desta Coleção, os professores do Programa de Pós-Graduação em Gestão e Empreendedorismo da UFF abordaram os constructos centrais das áreas de administração, empreendedorismo e educação de forma contextualizada, levando em consideração a realidade da escola brasileira. A proposta do curso buscou inovar também na metodologia utilizada, adotando um formato semipresencial, em que cada disciplina foi apoiada por este material didático, desenvolvido especialmente para os profissionais envolvidos com a gestão escolar. Para isso os professores foram treinados em uma metodologia própria, que envolveu a realização de visitas técnicas às escolas, treinamento e acompanhamento da produção dos volumes que integram esta obra por desenhistas instrucionais, revisores gramaticais, diagramadores e editores. Esperamos que, ao final do curso e da leitura dos volumes desta coleção, as ideias defendidas por Darcy Ribeiro, que apregoava a ação e a mudança na sociedade pela realização ou, como ele gostava de dizer, pelo fazimento, contribuam para transformar a escola brasileira um local de desenvolvimento da cidadania e do conhecimento, conduzido pelas mãos de líderes pedagógicos e administrativos que o MBA Gestão Empreendedora-Educação se propõe a formar. Andrea Marinho de Souza Franco Diretora de Educação Sistema FIRJAN Sandra Regina Holanda Mariano Coordenadora do MBA Gestão Empreendedora Universidade Federal Fluminense (UFF) v

8

9 Apresentação da Disciplina Os autores que deram origem ao Planejamento Estratégico já demarcavam, no início dos anos de 1970, que o termo Planejamento Estratégico era um plano e não representava ação ou execução, mas, sim, uma forma de vislumbrar cenários futuros e preparar-se para incertezas trazidas por estes cenários. A etapa de planejamento definirá os objetivos a serem alcançados, como serão alcançados, com quais recursos, em quanto tempo, como serão monitorados e mensurados. Um planejamento deficiente, ou seja, um planejamento que não contemple todas essas etapas trará uma execução e consequentes resultados insatisfatórios. Entretanto, a execução é essencial para o sucesso, pois representa um processo contínuo de ações ou atividades encadeadas que determinarão o bom desempenho de uma organização. É no dia a dia que as decisões serão tomadas frente aos desafios de um gestor escolar. Por esta razão, este livro focaliza a estratégia na prática. A estratégia é encarada como algo que as pessoas fazem no seu dia a dia. Certamente, existem diversas fontes de livros que tratam do mesmo assunto. Ao final de cada aula citamos algumas que podem ser utilizadas para estudos aprofundados sobre o tema. Você observará que todas as aulas trazem algum instrumento gerencial que pode ser utilizado na sua gestão escolar, com ou sem adaptações ao contexto da sua escola. Todas as aulas deste livro seguem uma sequência que se inicia com a elaboração do propósito da sua organização até a fase de avaliação dos resultados. Além dos instrumentos normalmente utilizados para o planejamento e execução da estratégia, abordou-se a influência da cultura e da estrutura organizacional para o êxito na implantação de Planos de Ações Estratégicos. Finalizamos nossa disciplina com a aula que trata do monitoramento e avaliação de resultados da sua estratégia, apresentando os aspectos fundamentais do monitoramento que contribuem para a estratégia praticada em sua escola. Bom estudo! Saulo Barroso Rocha vii

10

11 Sumário Estratégia Aula 1: Estratégia uma aproximação ao tema 1 Aula 2: Idealizando a estratégia: a análise do ambiente externo 19 Aula 3: A análise de ambiente interno 31 Aula 4: Cultura organizacional e estratégia 45 Aula 5: Estratégia e sua formulação o que podemos oferecer? 57 Aula 6: O Plano Estratégico 71 Aula 7: A implantação da estratégia 83 Aula 8: Monitoramento e avaliação de resultados 95 ix

12

13 Aula 1 Estratégia uma aproximação ao tema Aula 1 Estratégia uma aproximação ao tema Meta Apresentar os conceitos e contextualizar a estratégia nas organizações contemporâneas. Objetivos Ao final desta aula, o aluno deverá ser capaz de: 1. Descrever diferentes abordagens para o termo estratégia; 2. Reconhecer os diferentes níveis e etapas do planejamento e execução da estratégia; 3. Descrever a missão, a visão e os valores de sua escola; 4. Conceituar estratégia. Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF,

14 2 Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF, 2012.

15 Aula 1 Estratégia uma aproximação ao tema Planejamento e Execução: a imprescindível integração O grande desafio para o gestor está na imprescindível integração entre planejamento e execução diante de metas a cumprir e de um cotidiano nem sempre favorável a mudanças. São muitas as dúvidas que podem surgir e variados os caminhos que se pode tomar. A resposta pode estar em algo mais próximo do que se imagina, mas é preciso saber identificar a melhor forma de realizar um projeto. Para iniciarmos nossa aula, vejamos uma parábola que toca diretamente em nosso assunto. Ela será nosso ponto de partida. Um granjeiro tivera o planejamento do seu negócio realizado por importantes consultores conhecedores das técnicas de planejamento estratégico. Após muitas dificuldades para alcançar as metas planejadas, ele pediu a um sábio que o ajudasse a melhorar a sua granja, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel e colocou em uma caixa, a qual fechou e entregou ao granjeiro, dizendo: - Leva esta caixa por todos os lados de sua granja, três vezes ao dia, durante um ano. Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo segurando a caixa, encontrou um empregado dormindo, quando deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos sem alimento. E, à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os gêneros. A partir daí, todos os dias, ao percorrer sua granja, de um lado para outro, com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas. Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e disse-lhe: - Deixe esta caixa comigo por mais um ano. Minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto. O sábio riu e, abrindo a caixa, disse-lhe: - Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida. No papel estava escrito a seguinte frase: Kriss Szkurlatowski Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las constantemente. Faakhir Rizvi O acompanhamento das diversas etapas do trabalho nos permite ter uma visão clara da realidade e do andamento da nossa organização, tanto no caso da granja com problemas como em qualquer organização. A caixa sugerida serviu como uma ferramenta para se chegar ao objetivo de descobrir o que estava errado e consertar. O granjeiro, assim como qualquer gestor, sentiu a necessidade de consultar um sábio (ou poderia ser um especialista na área de estratégia). Essa situação nos mostra por que nos últimos 40 anos a literatura sobre estratégia foi contemplada com uma enorme variedade de livros, com relevantes modelos e técnicas de formulação e planejamento Estratégicos. Invariavelmente, observamos a aplicação destas ferramentas de planejamento em organizações por meio da contratação de consultorias ou da utilização pelos próprios profissionais destas organizações. Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF,

16 Multimídia SAFÁRI DE ESTRATÉGIA UM ROTEIRO PELA SELVA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Diferentes pensadores da administração discutiram e escreveram sobre experiências em estratégia e, a partir do aprimoramento contínuo da ciência administrativa, consolidaram-se algumas escolas de estratégia. O livro dos autores Henry Mintzberg, Bruce Ahlstrand e Joseph Lrampel apresenta dez principais escolas de planejamento estratégico, cada uma com suas características, modelos básicos e processos para construir uma boa estratégia. Na prática do dia a dia, observam-se a utilização de técnicas oriundas de diferentes escolas de estratégia. Por esta razão, este livro será importante para a nossa disciplina, pois trará algumas técnicas e processos mais investigados e utilizados pelas organizações brasileiras. No entanto, ao longo dos anos de trabalho, se você perguntar para um gestor o que é mais difícil e requer maior esforço: planejar a estratégia ou fazer a estratégia funcionar no dia a dia,certamente ele responderá que as duas etapas são importantes, porém fazer a estratégia acontecer dentro da empresa requer do gestor um esforço maior do que planejar esta mesma estratégia. Esforço este de: gestão de pessoas, relacionamento interpessoal, negociação, comunicação, liderança, gestão de processos, gestão financeira do orçamento atrelado ao seu planejamento, dentre outras ações. Nesse sentido, devemos sempre começar com o planejamento de uma estratégia para em seguida nos preocuparmos com todas as questões relacionadas com a execução deste planejamento. Por exemplo, durante semanas, um competente diretor trabalhou com afinco no planejamento estratégico da sua organização. O planejamento Planejar tinha sido muito bem idealizado, tendo como resultado um documento contendo projetos e atividades a serem realizadas nos 24 meses seguintes. Porém, durante a execução das atividades planejadas, poucos resultados eram atingidos conforme previsto no planejamento estratégico. Ao realizar um diagnóstico inicial, este diretor identificou uma série de dificuldades, Agir como: falta de comprometimento, resistência a mudanças, necessidade de capacitação técnica para a execução de algumas tarefas, comunicação interna e externa inadequadas e a falta de suporte da alta administração para a execução da estratégia. Dora Mitsonia 4 Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF, 2012.

17 Aula 1 Estratégia uma aproximação ao tema Este exemplo nos mostra a diferença entre planejamento estratégico e execução da estratégia, ambos conceitos importantes em todas as organizações. A etapa de planejamento definirá os objetivos a serem alcançados, como serão alcançados, com quais recursos, em quanto tempo, como serão monitorados e mensurados. Um planejamento deficiente, ou seja, um planejamento que não contemple todas essas etapas, trará uma execução e consequentes resultados insatisfatórios. Entretanto, a execução é essencial para o sucesso, pois representa um processo contínuo de ações ou atividades encadeadas que determinarão o bom desempenho de uma organização. É no dia a dia que as decisões serão tomadas frente aos desafios de um gestor escolar. Atenção MATEMATICAMENTE FALANDO Matematicamente falando podemos dizer que: Estratégia = Planejamento Estratégico + Execução. Embora muitos ainda acreditem que o Planejamento Estratégico é a Estratégia propriamente dita, o que devemos ter em mente aqui é que o termo Planejamento Estratégico é subconjunto de Estratégia, ou seja, ele está contido nesta. O que este livro traz é uma visão moderna e mais ampla da estratégia. Esta visão que tem sido discutida e aplicada em organizações nos últimos 20 anos. Os autores que deram origem ao Planejamento Estratégico já demarcavam no início dos anos de 1970 que o termo Planejamento Estratégico era um plano e não representava ação ou execução, mas sim uma forma de vislumbrar cenários futuros e tornar-se preparado para incertezas trazidas por estes cenários. A estratégia nas organizações Tradicionalmente, a estratégia tem sido tratada apenas como uma propriedade das organizações: uma organização tem uma estratégia de algum tipo para atender a determinada demanda. Cada vez mais, no entanto, a estratégia é encarada também como uma prática: a estratégia é algo que as pessoas fazem 1. Este reconhecimento da estratégia como uma prática aponta em duas direções. Por um lado, somos convidados a imergir nas organizações e nos envolvermos com a atividade das pessoas (gestores, supervisores, coordenadores, especialistas etc.) responsáveis pela execução da estratégia em todos os seus detalhes 2. Nesta situação, tipicamente, a estratégia é uma forma exigente de trabalho que os gestores devem dominar no seu dia a dia. Por outro lado, somos confrontados com a agregação de toda esta atividade em um fenômeno maior que tem um efeito importante e intenso sobre a sociedade em geral 3. Figura 1.1: Ao elaborar o planejamento estratégico, reflita a respeito da execução do que foi planejado em todos os seus aspectos. 1 (P. ex., Hambrick, 2004; Jarzabkowski, 2004.) 2 (Johnson et al, 2003; Samra-Fredericks, 2003.). 3 (Ghemawat, 2002; Clark, 2004.) Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF,

18 Figura 1.2: O planejamento foi excelente, mas imagine se um destes pilotos não dominasse a execução do plano! Aqui, a estratégia é no sentido de uma indústria ou de um setor da sociedade, como, por exemplo, a estratégia do setor automobilístico, a estratégia das indústrias farmacêuticas ou a estratégia de um sindicato, cujos membros em negócios, consultorias e demais atores externos produzem coletivamente estratégias e práticas que ajudam a moldar as organizações privadas ou públicas de determinado setor. A nova direção oferecida pela perspectiva prática da estratégia é uma preocupação para a eficácia dos gestores e, consequentemente, para as organizações. Certamente, estes profissionais precisam saber as técnicas de formulação e análise de planejamento, mas os estrategistas deste nível atuam em outro domínio de habilidades e conhecimentos: o domínio da prática 4. Por esta razão, este livro focaliza a estratégia na prática, ou seja, os elementos comuns entre Paul Fiddian três temas fundamentais da estratégia: práticas estratégicas, práxis e praticantes (Figura 1.3), onde a primeira trata dos aspectos cognitivos, procedurais e motivacionais, dentre outros, relacionados com a cultura organizacional; a práxis cuida do planejamento tradicionalmente observado e os praticantes são os responsáveis pela execução da estratégia. Portanto, você encontrará, neste curso, uma visão integrada da estratégia, observando aspectos do planejamento e dos desafios para executá-lo na sua escola, do ponto de vista de uma ciência social aplicada: a administração. Fonte: Adaptado de Jarzabkowski et al. (2007) Figura 1.3: Diferentes elementos no planejamento e execução de uma estratégia. 4 (Whittington, 1996, 2006.) 6 Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF, 2012.

19 Aula 1 Estratégia uma aproximação ao tema Distintas abordagens para o conceito de estratégia O conceito de estratégia pode ser encontrado e entendido de diferentes formas. Esta variedade de formas para compreender o conceito está diretamente relacionada ao contexto e cultura organizacional da organização ou mesmo ao segmento da sociedade civil onde esta se encontra. Importante ressaltar que não há julgamento sobre as diferentes abordagens; devemos apenas compreendê-las para nos situarmos quando encontrarmos estas situações, talvez na nossa própria organização. Vejamos, a seguir, as formas mais comuns de compreensão deste conceito. Estratégia como um plano: a estratégia, aqui, é compreendida como um plano de ações com atividades construídas de maneira consciente, objetiva e intencional; normalmente, um plano para solucionar determinada situação. A estratégia pode ser como um plano e pode surgir, por exemplo, para a obtenção de recursos de um determinado edital de fomento à escola. Neste caso, você poderia tentar responder à pergunta: qual a estratégia da sua escola para concorrer a esses recursos com outras escolas? Estratégia como um padrão: a estratégia pode se tornar um comportamento fruto de fatos e eventos ocorridos no passado. O que ocorreu ontem é o que condiciona o hoje. A maior parte do fluxo de ações dentro da organização está condicionada a um modo particular de realizá-las. Os gestores destas organizações vivem seu dia a dia cultivando no presente o que obteve êxito no passado. Por exemplo, quais as estratégias que nós utilizamos no deslocamento para o trabalho? Você pode decidir pegar o metrô, trem ou ônibus? Pode pensar em alternar estes meios de transporte em dois ou três dias da semana? Na estratégia como padrão o seu comportamento hesitoso ao testar as opções possíveis e desejadas será adotado como o seu padrão de comportamento futuro até uma nova configuração surgir no seu ambiente. Por exemplo, você usará a estratégia como um padrão se a forma como o refeitório da sua escola é utilizado (como horários e cardápios, entre outros itens) segue um padrão baseado em fatos passados. Entretanto, você já deve ter observado, no seu cotidiano, que, mesmo seguindo um padrão que se mostrou eficaz, nem sempre a estratégia acontece como planejada. Os gestores e sua equipe se reúnem, definem a estratégia e suas respectivas ações e, por algum motivo, novas situações surgem e forçam a adaptação das estratégias deliberadas anteriormente. Os motivos para estas novas situações e consequente dificuldade de implantar a estratégia deliberada podem surgir no ambiente externo (por exemplo, uma nova legislação) ou no ambiente interno (por exemplo, a necessidade de maior prazo para ações devido à insuficiência de recursos antes previstos). Nestes casos, as organizações necessitam rever sua estratégia, adaptálas ao novo contexto ou até mesmo abandonar algumas ações e elaborar uma estratégia emergente, resultado de novas condições que afetam o seu desempenho. Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF,

20 Observe esta dinâmica na Figura 1.4: Estratégia Pretendida Estratégia deliberada Estratégia realizada Estratégia não realizada Estratégia emergente Figura 1.4: Estratégia deliberada e Estratégia emergente. Fonte: Adaptado de Mintzberg (2004). Imagine um pequeno barco que precisa navegar de Santos até Salvador, margeando a costa brasileira. O comandante planeja a viagem, estuda o percurso, as condições climáticas, a direção do vento e os mapas de navegação. Tudo isso baseado em fatos e ocorrências do passado e na experiência de outros navegadores. Porém, ao longo do percurso, o serviço meteorológico informa que ventos fortes se aproximam e irão atingir o barco de frente. O comandante, ao receber esta informação (nova situação emergente), reúne-se com a equipe para traçar uma nova estratégia de navegação, pois a estratégia pretendida e deliberada no início da viagem não era mais adequada para chegar a Salvador no mesmo prazo. Ao realizar essa revisão da estratégia, a equipe chegou à conclusão de que o menor prejuízo para o objetivo pretendido seria chegar a Salvador com um dia de atraso e que, para isso, seria necessário navegar em zigue-zague. Kriss Szkurlatowski Rodolfo Belloli Essas estratégias emergentes, independentemente da forma como surgem, podem se tornar novos comportamentos da organização. Ou seja, podem gerar uma nova estratégia padrão. É como passar por um labirinto: é preciso traçar um novo caminho que, uma vez conhecido, pode servir como guia para outros passarem. Hidden 8 Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF, 2012.

21 Aula 1 Estratégia uma aproximação ao tema Diferentes níveis e etapas da elaboração da estratégia Embora a dinâmica do processo de elaboração da estratégia venha mudando em algumas organizações contemporâneas onde a elaboração e a execução da estratégia é uma atividade de toda a equipe, a maioria das organizações delimita esse processo de construção em diferentes níveis hierárquicos onde a estratégia é planejada e executada. Esses níveis variam de acordo com quem participa da elaboração e implantação da estratégia e de que aspectos estão sendo analisados na construção. As organizações podem ser divididas em três níveis: estratégico ou corporativo, tático ou negócios e operacional, de acordo com o tipo de trabalho que é desenvolvido em cada nível. Ao elaborarmos uma estratégia, precisamos pensar de que forma esses três níveis irão interagir para que a estratégia pretendida possa ser alcançada. Figura 1.5: Três níveis de organizacionais e estratégia. Fonte: Adaptado de Bateman e Snell (1998). O nível estratégico compreende os altos cargos da organização, responsáveis pela definição da missão, visão, valores e dos objetivos estratégicos da organização. Neste nível ocorrem as decisões que indicam o caminho de longo prazo da organização. O nível tático é utilizado para traduzir o propósito e os objetivos estratégicos determinados no nível estratégico em planos, objetivos e atividades mais específicas, a serem realizados pelo nível operacional da organização. No nível operacional observamos a estratégia em ação, muitas das vezes em conjunto com gestores localizados no nível tático. Na maioria das vezes, verificam-se neste nível os relacionamentos com os usuários, clientes ou consumidores daquela organização. Pode ser aqui a origem dos problemas que se transformarão em dificuldades que precisarão de estratégias emergentes para solucioná-las. Portanto, a integração entre os níveis tático e operacional é fundamental para o êxito da estratégia elaborada no nível estratégico. A partir do que foi exposto até aqui, devemos analisar as etapas gerais para elaboração da estratégia, pois compreender os diferentes níveis hierárquicos da organização e como estes se relacionam com a estratégia é importante. Estudaremos todas essas etapas dessa interação ao longo deste curso, mas vamos introduzi-la de uma forma geral para você observar o caminho que percorreremos. A Figura 1.6 nos permite visualizar estas etapas. Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF,

22 Figura 1.6: Etapas de uma estratégia de uma organização. A primeira etapa da elaboração da estratégia é identificar as condições atuais, externas e internas da organização. A análise do ambiente externo e interno tem como objetivo avaliar os recursos disponíveis dentro da organização. Na análise do ambiente externo, podemos identificar fatores sociais, culturais ou tecnológicos que afetam a organização, por exemplo. Na análise de ambiente interno respondemos a perguntas como: que tipo de habilidades e conhecimentos minha equipe possui? De quais recursos de infraestrutura a escola pode dispor? A equipe está motivada para os desafios adiante? Os processos de gestão escolar necessitam ser remodelados? Qual o orçamento anual disponível para a escola? Na etapa seguinte, formulação estratégica, é onde ocorre a definição do propósito da organização e dos objetivos estratégicos a serem alcançados no longo prazo. De uma forma geral, a definição dos objetivos estratégicos será consequência da análise do ambiente externo. Mas você também pode encontrar organizações que definem primeiro seu propósito e objetivos para então realizarem a etapa de análise. Esta inversão de etapas dependerá da natureza e do tipo de organização. Um objetivo estratégico dentro de uma escola pode ser, por exemplo, reduzir a taxa de distorção idade-série. Já a implantação da estratégia decorre da definição dos objetivos estratégicos pretendidos e deliberados e seus respectivos planos de ação, planos que podem ser traduzidos em projetos e atividades a serem executados no nível tático e operacional. Por fim, monitoramento e avaliação, que constituem o acompanhamento mensal, semestral e anual normalmente realizado pelas organizações para avaliar o grau de atingimento dos objetivos estratégicos pretendidos. O monitoramento é realizado levando-se em consideração indicadores definidos durante a fase de planejamento da estratégia. Estes indicadores podem ser mensurados mensalmente, semestralmente e/ou anualmente, dependendo do objetivo estratégico definido. O indicador de taxa de distorção idade-série seria verificado anualmente, por exemplo. Agora que já vimos alguns aspectos relevantes e as etapas para o entendimento da estratégia, vamos adotar um conceito de estratégia para a disciplina e estudar como construir o propósito da sua organização (missão, visão e valores). Este propósito acompanhará sua organização ao longo do planejamento e execução da estratégia. 10 Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF, 2012.

23 Aula 1 Estratégia uma aproximação ao tema Estratégia: conceitos essenciais Tente pesquisar, por meio de alguma ferramenta de busca na internet (por exemplo, Google e Yahoo), as palavras-chave: estratégia, definição. É muito provável que você receba como resultado um número superior a 8 milhões de páginas que fazem referência a estes dois termos. Certamente, deste total, milhares tratam da mesma definição. Mas, se pudéssemos olhar cada uma destas páginas, observaríamos pequenas diferenças em alguns conceitos e definições para estratégia. No entanto, todas apontam como sendo algo de longo prazo da organização, com metas a serem alcançadas de acordo com determinado curso de ação planejado para a organização. Stephen Henderson Atenção O QUE É ESTRATÉGIA? Svilen Milev Estratégia é a direção de longo prazo de uma organização 5. Neste curso, abordamos a definição de Estratégia como a direção de longo prazo de uma organização pelo enfoque nos aspectos importantes para a integração entre o planejamento e a execução da estratégia. Vejamos: Direção: toda organização precisa planejar um caminho a ser percorrido, saber onde deseja chegar e qual direção seguir para atingir seus objetivos. Longo prazo: a estratégia deve ser por um período amplo no tempo (5 ou 10 anos) ou ainda por encerramentos de fases importantes para a sua organização. Por exemplo, no caso de uma escola, uma estratégia que incorpore o tempo necessário para o encerramento do primeiro ciclo do ensino fundamental. Organização: a estratégia incorpora pessoas que compõem a organização e que serão as responsáveis pela direção desta organização no longo prazo, ou seja, pessoas com pensamentos diversos que precisarão de orientação e acompanhamento para guiá-las na execução do plano estratégico. Ademais, existem as pessoas externas à organização que também podem influenciar a execução de seu plano estratégico, normalmente instâncias superiores de decisão, patrocinadores de ações planejadas e/ ou parte da sociedade civil diretamente interessada nos resultados da sua organização. Atenção PROPÓSITO DA ORGANIZAÇÃO O propósito de uma organização é composto por sua visão, missão e valores; pode ser descrito como a união dos elementos que apontam aquilo que a organização deseja alcançar no longo prazo. Raphael Pinto 5 Johnson, G., Whittington, R., Scholes, K. Exploring Strategy Text & Cases. Ninth Edition. Prentice Hall, Rocha,S. Estratégia. Rio de Janeiro: SESI/UFF,

Aula 12 Tecnologia da Informação e a Gestão de Pessoas

Aula 12 Tecnologia da Informação e a Gestão de Pessoas Aula 12 Tecnologia da Informação e a Gestão de Pessoas Objetivos da aula: Os objetivos desta aula visam permitir com que você compreenda melhor a relação da área de recursos humanos com a tecnologia da

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

Aula 07 Planejamento Estratégico de RH

Aula 07 Planejamento Estratégico de RH Aula 07 Planejamento Estratégico de RH Objetivos da aula: Nesta aula o objetivo será Apresentar uma visão diferenciada sobre como as ações integradas de planejamento estratégico de Recursos Humanos (RH)

Leia mais

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO #11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ÍNDICE 1. 2. 3. 4. 5. 6. Apresentação Níveis de planejamento Conceito geral Planejamento estratégico e o MEG Dicas para elaborar um planejamento estratégico eficaz Sobre a

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Gestão e negócios Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: ADMINISTRAÇÃO FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( x ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE:

Leia mais

Evento técnico mensal

Evento técnico mensal Evento técnico mensal GERENCIAMENTO DE CARREIRA PARA O SUCESSO DO GESTOR DE PROJETOS Fernanda Schröder Gonçalves Organização Apoio 1 de xx APRESENTAÇÃO Fernanda Schröder Gonçalves Coordenadora do Ibmec

Leia mais

Palestras Gerenciais EMPREENDEDORISMO O CAMINHO PARA O PRÓPRIO NEGÓCIO. Manual do participante

Palestras Gerenciais EMPREENDEDORISMO O CAMINHO PARA O PRÓPRIO NEGÓCIO. Manual do participante Palestras Gerenciais EMPREENDEDORISMO O CAMINHO PARA O PRÓPRIO NEGÓCIO Manual do participante Autoria: Renato Fonseca de Andrade Responsáveis pela atualização: Consultores da Unidade de Orientação Empresarial

Leia mais

Conceito e Processo do Planejamento Estratégico

Conceito e Processo do Planejamento Estratégico ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Estratégia de Negócios em TI (Parte 1) Conceito e Processo do Planejamento Estratégico Prof. Me. Walteno Martins Parreira Jr Origem da Estratégia: Originalmente

Leia mais

MBA EXECUTIVO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

MBA EXECUTIVO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA MBA EXECUTIVO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA 2012.1 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS É uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 20 de dezembro de 1944, com o objetivo de ser um centro voltado

Leia mais

Oficina de planejamento estratégico

Oficina de planejamento estratégico Oficina de planejamento estratégico Objetivo Avaliar o momento atual do planejamento estratégico no tce. Levantar elementos de continuidade do processo. Metodologia O Planejamento Estratégico Situacional,

Leia mais

Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa

Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa Objetivos da aula: Nesta aula o principal objetivo será conceituar itens que irão embasar o conteúdo das aulas seguintes. Serão conceituados

Leia mais

Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS. COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor

Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS. COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor OBJETIVO: A Gestão de Pessoas vem passando por inúmeras transformações nestes últimos anos.

Leia mais

Competitividade e Resultados: conseqüência do alinhamento de estratégia, cultura e competências.

Competitividade e Resultados: conseqüência do alinhamento de estratégia, cultura e competências. 1 Programa Liderar O Grupo Solvi é um conglomerado de 30 empresas que atua nas áreas de saneamento, valorização energética e resíduos. Como alicerce primordial de seu crescimento encontrase o desenvolvimento

Leia mais

PLANEJAMENTO DE MARKETING

PLANEJAMENTO DE MARKETING PLANEJAMENTO DE MARKETING A análise ambiental e o planejamento beneficiam os profissionais de marketing e a empresa como um todo, ajudando os gerentes e funcionários de todos os níveis a estabelecer prioridades

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações ENAP Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Projetos na área de TI. Prof. Hélio Engholm Jr

Projetos na área de TI. Prof. Hélio Engholm Jr Projetos na área de TI Prof. Hélio Engholm Jr Projetos de Software Ciclo de Vida do Projeto Concepção Iniciação Encerramento Planejamento Execução e Controle Revisão Ciclo de Vida do Produto Processos

Leia mais

MBA Executivo em Gestão de Pessoas

MBA Executivo em Gestão de Pessoas ISCTE BUSINESS SCHOOL INDEG_GRADUATE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Gestão de Pessoas www.strong.com.br/alphaville - www.strong.com.br/osasco - PABX: (11) 3711-1000 MBA

Leia mais

2. Gerenciamento de projetos

2. Gerenciamento de projetos 2. Gerenciamento de projetos Este capítulo contém conceitos e definições gerais sobre gerenciamento de projetos, assim como as principais características e funções relevantes reconhecidas como úteis em

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMAÇÃO PROGRAMA GERAL. Módulo I Sociedade da informação 30 h. Módulo II Teoria das organizações 30 h

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMAÇÃO PROGRAMA GERAL. Módulo I Sociedade da informação 30 h. Módulo II Teoria das organizações 30 h CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMAÇÃO PROGRAMA GERAL Módulos Disciplinas Carga Horária Módulo I Sociedade da informação 30 h Módulo II Teoria das organizações 30 h Módulo III Redes sociais

Leia mais

Análise do Ambiente estudo aprofundado

Análise do Ambiente estudo aprofundado Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Análise do Ambiente estudo aprofundado Agenda: ANÁLISE DO AMBIENTE Fundamentos Ambientes

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

TREINAMENTO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA O CRESCIMENTO ORGANIZACIONAL.

TREINAMENTO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA O CRESCIMENTO ORGANIZACIONAL. TREINAMENTO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA O CRESCIMENTO ORGANIZACIONAL. André Murilo de Souza Cavalcante Resumo: Este artigo estuda as etapas do treinamento e suas características, Desta maneira, o

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO 2013/1. Disciplina: Estratégia Empresarial 6º. Período Professor: FREDERICO VIDIGAL

ADMINISTRAÇÃO 2013/1. Disciplina: Estratégia Empresarial 6º. Período Professor: FREDERICO VIDIGAL ADMINISTRAÇÃO 2013/1 Disciplina: Estratégia Empresarial 6º. Período Professor: FREDERICO VIDIGAL Período: 1º. Semestre / 2013 Objetivos da disciplina: Desenvolver a capacidade dos alunos no sentido da

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL MANUAL 2012 AV. Dr. Arnaldo, 351 3º andar - Pacaembu Cep: 01246-000 São Paulo - SP 1 Secretaria de Estado da Saúde São Paulo Grupo de Apoio ao Desenvolvimento Institucional

Leia mais

Gestão por Competências

Gestão por Competências Gestão por Competências 2 Professora: Zeila Susan Keli Silva 2º semestre 2012 1 Contexto Economia globalizada; Mudanças contextuais; Alto nível de complexidade do ambiente; Descoberta da ineficiência dos

Leia mais

Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores

Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores O Planejamento Estratégico deve ser visto como um meio empreendedor de gestão, onde são moldadas e inseridas decisões antecipadas no processo

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento 1 2 Planejamento Estratégico: conceitos e evolução; administração e pensamento estratégico Profª Ms Simone Carvalho simonecarvalho@usp.br Profa. Ms. Simone Carvalho Conteúdo 3 1. Origens e Surgimento 4

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02 Sumário Pág. I) OBJETIVO 02 II) ESTRUTURA DO CURSO 1) Público alvo 02 2) Metodologia 02 3) Monografia / Trabalho final 02 4) Avaliação da aprendizagem 03 5) Dias e horários de aula 03 6) Distribuição de

Leia mais

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Carlos Alberto Rovedder, Gustavo Zanini Kantorski Curso de Sistemas de Informação Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) Campus

Leia mais

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Comunicação empresarial eficiente: Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Sumário 01 Introdução 02 02 03 A comunicação dentro das empresas nos dias de hoje Como garantir uma comunicação

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

Observação: Aqui não esta sendo exposto a questão da estratégia competitiva e os fatores internos e externos à companhia.

Observação: Aqui não esta sendo exposto a questão da estratégia competitiva e os fatores internos e externos à companhia. Avaliação de Desempenho- Professor: Robson Soares Capítulo 2 Alinhamento do desempenho humano ao organizacional Veremos agora o alinhamento do desempenho humano ao organizacional. Segundo Souza (2005),

Leia mais

SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ESTRATÉGIA CORPORATIVA PARA AS ORGANIZAÇÕES. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ESTRATÉGIA CORPORATIVA PARA AS ORGANIZAÇÕES. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE ADMINISTRAÇÃO ISSN: 1676-6822 Ano IX Número 16 Junho de 2009 Periódicos Semestral SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ESTRATÉGIA CORPORATIVA PARA AS ORGANIZAÇÕES LIMA, Sílvia Aparecida

Leia mais

CONTROLADORIA: TOMANDO DECISÕES EM BUSCA DA EFICÁCIA

CONTROLADORIA: TOMANDO DECISÕES EM BUSCA DA EFICÁCIA CONTROLADORIA: TOMANDO DECISÕES EM BUSCA DA EFICÁCIA NETO, Antonio Rodrigues¹ PORFÍRIO, Anderson Cassiano¹ SILVA, Carlos Eduardo Candido da¹ OLIVEIRA, Dirce Benedita de¹ SARAIVA, Antonio W. Pereira² RESUMO

Leia mais

Como implantar uma área de Planejamento Controladoria e Finanças

Como implantar uma área de Planejamento Controladoria e Finanças Guia prático com os passos necessários para estruturação e implantação de uma área de Planejamento, Controladoria e Finanças em uma empresa de pequeno ou médio porte. Como implantar uma área de Planejamento

Leia mais

CONSTRUINDO A IDENTIDADE DE UMA EQUIPE Por: Veronica Ahrens

CONSTRUINDO A IDENTIDADE DE UMA EQUIPE Por: Veronica Ahrens CONSTRUINDO A IDENTIDADE DE UMA EQUIPE Por: Veronica Ahrens Uma das definições mais simples e de fácil compreensão sobre equipes é: um conjunto de pessoas com um objetivo em comum. Esse objetivo também

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br Prezado(a) Sr.(a.) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso de

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO MÓDULO 12

GESTÃO DO CONHECIMENTO MÓDULO 12 GESTÃO DO CONHECIMENTO MÓDULO 12 Índice 1. Processo de gestão do conhecimento...3 2. Gestão do capital intelectual...3 3. Sistema de inteligência competitiva...4 2 1. PROCESSO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 7 Planejamento Estratégico Planejamento de TI Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a

Leia mais

Gestores da Rede Pública Estadual de Ensino do RJ

Gestores da Rede Pública Estadual de Ensino do RJ Gestores da Rede Pública Estadual de Ensino do RJ Apresentação realizada para a Secretaria Estadual de Educação do estado do Rio de Janeiro (SEE-RJ) Hozana Cavalcante Meirelles, Gerente Educação Básica

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

WEBINAR INFORMAÇÃO NA ESTRATÉGIA COMO PRÁTICA. Palestrante: Profa. Esp. Vanessa Medeiros de Carvalho

WEBINAR INFORMAÇÃO NA ESTRATÉGIA COMO PRÁTICA. Palestrante: Profa. Esp. Vanessa Medeiros de Carvalho WEBINAR INFORMAÇÃO NA ESTRATÉGIA COMO PRÁTICA Palestrante: Profa. Esp. Vanessa Medeiros de Carvalho SUMÁRIO 1. Contextualização 2. Estratégia 3. Estratégia como Prática 4. Informação como ferramenta para

Leia mais

desenvolvimento dos profissionais e atingimento dos resultados.

desenvolvimento dos profissionais e atingimento dos resultados. 1- OFICINAS DE FEEDBACK Aprofundar a reflexão e abordagem de Feedback como processo, fluxo e ferramenta indispensável no desenvolvimento dos profissionais, bem como elementos fundamentais de comunicação

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

Pós-graduação lato sensu.

Pós-graduação lato sensu. MBA Desenvolvimento e Gestão de Pessoas Pós-graduação lato sensu 1 MBA Desenvolvimento e Gestão de Pessoas Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

Comportamento organizacional

Comportamento organizacional Comportamento organizacional Profª Carla Queiroz Psicóloga Esp. Gestão de pessoas nas organizações Consultora Organizacional Professora Universitária Gerente de RH O girassol é flor raçuda que enfrenta

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

Clima Organizacional. Como mensurar e melhorar

Clima Organizacional. Como mensurar e melhorar Clima Organizacional Como mensurar e melhorar Índice Clique para navegar pelo material Capítulo 1 O que é o Clima Organizacional Capítulo 2 Clima Organizacional x Cultura Organizacional Capítulo 3 O impacto

Leia mais

Convênio... 3. Apresentação... 3 ISCTE / INDEG... 3. Coordenador... 5. Docentes... 5. Valores... 6

Convênio... 3. Apresentação... 3 ISCTE / INDEG... 3. Coordenador... 5. Docentes... 5. Valores... 6 MBA Executivo Internacional MBA EXECUTIVO MÓDULO INTERNACIONAL 06 a 13 de Outubro de 2012 Coordenação Acadêmica: Prof. Dr. Marcus Vinícius Rodrigues Convênio..................... 3 Apresentação....................

Leia mais

TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS

TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO

Leia mais

AUTORAS ROSANGELA SOUZA

AUTORAS ROSANGELA SOUZA AUTORAS ROSANGELA SOUZA Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e Professora de Estratégia na Pós-Graduação da FGV. Desenvolveu projetos acadêmicos sobre segmento de idiomas, planejamento estratégico

Leia mais

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS O gerenciamento do sistem,a COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS Dandare Manuelle Pereira (1) Historiadora formada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Trabalha desde 2012 na SANASA no cargo

Leia mais

CASO HONDA. Em 1975, a situação:

CASO HONDA. Em 1975, a situação: CASO HONDA Em 1975, a situação: O governo britânico contratou o Boston Consulting Group para ajudar a explicar por que as empresas japonesas, em especial a Honda, superavam de forma tão acentuada as britânicas

Leia mais

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CIÊNCIAS CONTÁBEIS e ADMINISTRAÇÃO Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT maio/2014 APRESENTAÇÃO Em um ambiente onde a mudança é a única certeza e o número de informações geradas é desmedido,

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

Curso de MBA. Especialização em GESTÃO SUSTENTÁVEL DO AGRONEGÓCIO (COM ÊNFASE NO NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO)

Curso de MBA. Especialização em GESTÃO SUSTENTÁVEL DO AGRONEGÓCIO (COM ÊNFASE NO NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO) Curso de MBA Especialização em GESTÃO SUSTENTÁVEL DO AGRONEGÓCIO (COM ÊNFASE NO NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO) 1 2 SUMÁRIO 4. FORMATO. 5. CONCEPÇÃO. 7. OBJETIVO. 7. PÚBLICO ALVO. 8. DIFERENCIAIS INOVADORES

Leia mais

Inscrições Abertas. Dia e horário das aula: Sexta-Feira 18h30 às 22h30 Quinzenal Sábado 08h30 às 17h30 Quinzenal

Inscrições Abertas. Dia e horário das aula: Sexta-Feira 18h30 às 22h30 Quinzenal Sábado 08h30 às 17h30 Quinzenal MBA Recursos Humanos Inscrições Abertas Dia e horário das aula: Sexta-Feira 18h30 às 22h30 Quinzenal Sábado 08h30 às 17h30 Quinzenal Carga horária: 600 Horas Duração: 24 meses *As informações podem sofrer

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS. "Quando o mar está calmo, qualquer barco navega bem." O que é um projeto? Prof. Me. Francisco César Vendrame. W.

GESTÃO DE PROJETOS. Quando o mar está calmo, qualquer barco navega bem. O que é um projeto? Prof. Me. Francisco César Vendrame. W. GESTÃO DE PROJETOS Prof. Me. Francisco César Vendrame "Quando o mar está calmo, qualquer barco navega bem." W. Shakespeare O que é um projeto? Projeto é um empreendimento não repetitivo (único), caracterizado

Leia mais

PEMPEC - Planejamento Estratégico para Micro e Pequenas Empresas

PEMPEC - Planejamento Estratégico para Micro e Pequenas Empresas PEMPEC - Planejamento Estratégico para Micro e Pequenas Empresas Resumo. PEMPEC é um software de distribuição gratuita que visa auxiliar o gestor das micro e pequenas empresas na tomada de decisão, utilizando

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

Quando quiser sair da apresentação, basta clicar neste ícone ( x ) no canto superior direito da tela.

Quando quiser sair da apresentação, basta clicar neste ícone ( x ) no canto superior direito da tela. Esta é uma apresentação navegável. Uma maneira prática de conhecer a Academia da Estratégia. Para navegar siga as instruções abaixo. Esperamos que a sua viagem seja UAU! Quando quiser sair da apresentação,

Leia mais

NOVO E EXCLUSIVO MBA

NOVO E EXCLUSIVO MBA NOVO E EXCLUSIVO Inovação Otimização Projeto MBA Gestão Modelagem Por que a sua carreira pede uma Pós-graduação? Manutenção da competitividade profissional Mudanças de área Desenvolvimento Preparação para

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS Atualizado em 31/12/2015 GESTÃO DE PROJETOS PROJETO Para o PMBOK, projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo.

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

A estratégia por 10 caminhos por Lauro Jorge Prado

A estratégia por 10 caminhos por Lauro Jorge Prado A estratégia por 10 caminhos por Lauro Jorge Prado Qual é a fundamentação teórica que sua empresa usa na hora de estabelecer o planejamento estratégico? Você sabe? Eis aqui um boa pergunta para ver a estratégia

Leia mais

www.marcelodeelias.com.br Palestras Inteligentes

www.marcelodeelias.com.br Palestras Inteligentes www.marcelodeelias.com.br Palestras Inteligentes Sólidos conteúdos com alegria - essas são algumas características das palestras de Marcelo de Elias. Outra característica marcante: Cada palestra é um projeto

Leia mais

TURMAS ABERTAS BELO HORIZONTE

TURMAS ABERTAS BELO HORIZONTE TURMAS ABERTAS BELO HORIZONTE Apresentação A Academia de Lideranças tem foco prático no desenvolvimento das competências essenciais dos líderes de pessoas, processos e metas. As competências técnicas e

Leia mais

Relatório Gestão do Projeto 2013

Relatório Gestão do Projeto 2013 Relatório Gestão do Projeto 2013 Fundação Aperam Acesita e Junior Achievement Minas Gerais: UMA PARCERIA DE SUCESSO SUMÁRIO Resultados 2013... 6 Resultados dos Programas... 7 Programa Vamos Falar de Ética...

Leia mais

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ INTRODUÇÃO Estratégia é hoje uma das palavras mais utilizadas

Leia mais

Práticas institucionais e seus impactos em estruturas e processos organizacionais

Práticas institucionais e seus impactos em estruturas e processos organizacionais Práticas institucionais e seus impactos em estruturas e processos organizacionais INTRODOUÇÃO Aluna: Marcela Pestana Molinaro Orientadora: Sandra Regina da Rocha Pinto Observa-se que a área de gestão estratégica

Leia mais

Negociação Estratégica e Gestão de Conflitos Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva

Negociação Estratégica e Gestão de Conflitos Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

BALANCED SCORECARD. Balanced Scorecard

BALANCED SCORECARD. Balanced Scorecard Olá, pessoal! Hoje trago para vocês uma aula sobre um dos tópicos que será cobrado na prova de Analista do TCU 2008: o Balanced Scorecard BSC. Trata-se de um assunto afeto à área da Contabilidade Gerencial,

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 PARTE II

Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 PARTE II Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 PARTE II 10/08/2007 SUMÁRIO Conceitos... 2 1. Missão... 2 2. Negócio... 3 3. Visão... 3 4. Valores... 5 5. Cenários...

Leia mais

1. Introdução. Saiba mais

1. Introdução. Saiba mais 1. Introdução Gestão de Sistemas de Informação Aula 3 -Planejamento e desenvolvimento de sistemas de informação Prof: Cleber A. de Oliveira Para a adequada compreensão deste conteúdo, é preciso que estejam

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: CST em Gestão em Recursos Humanos MISSÃO DO CURSO A missão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da ESTÁCIO EUROPAN consiste em formar

Leia mais

A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações

A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações Carlos Campello Introdução Nos dias atuais existe a necessidade de constantes modificações das estratégias

Leia mais

LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira

LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira Manual de Sobrevivência dos Gestores, Supervisores, Coordenadores e Encarregados que atuam nas Organizações Brasileiras Capítulo 2 O Gestor Intermediário

Leia mais

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Graduanda em Pedagogia - UFPI Patrícia Sara Lopes Melo Mestre em Educação

Leia mais

20 de junho de 2013.)

20 de junho de 2013.) 20 de junho de 2013.) Tecnologias Educacionais (G.E.N.T.E.) _ 2 _ > Rio de Janeiro 20 de junho de 2013 Proposta elaborada pelo IETS _Contextualização O projeto Ginásio Experimental de Novas Tecnologias

Leia mais

ESTRATÉGIA EMPRESARIAL

ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Mestrado em Contábeis e Administração MÓDULO ESTRATÉGIA EMPRESARIAL AULA 2 Prof. Dr. Júlio A. F. dos Reis DIVISÃO DO MÓDULO PARA ATENDER AOS OBJETIVOS. Epistemologia, contexto e conceito de estratégia

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu PORTFÓLIO ESPECIALIZAÇÃO / MBA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Sumário ÁREA: CIÊNCIAS DA SAÚDE... 2 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO... 2 ÁREA: COMUNICAÇÃO E LETRAS...

Leia mais

Da direção à gestão: um caminho percorrido

Da direção à gestão: um caminho percorrido Collatio 11 abr-jun 2012 CEMOrOc-Feusp / IJI - Univ. do Porto Da direção à gestão: um caminho percorrido Rosangela Valim 1 João Gualberto de Carvalho Meneses (orientador) 2 Resumo: O presente artigo trata

Leia mais

CONTROLE ESTRATÉGICO

CONTROLE ESTRATÉGICO CONTROLE ESTRATÉGICO RESUMO Em organizações controlar significa monitorar, avaliar e melhorar as diversas atividades que ocorrem dentro de uma organização. Controle é fazer com que algo aconteça como foi

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS

ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS 135 ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS Curso: PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS Objetivo: Capacitar profissionais para atuarem no segmento de Logística de Eventos,

Leia mais

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM União Metropolitana de Educação e Cultura Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM Lauro de Freitas - BAHIA 2013 2 JUSTIFICATIVA A principal justificativa para o desenvolvimento e implementação

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Implementação da área de Processos e do BPM orientado ao resultado

Implementação da área de Processos e do BPM orientado ao resultado Implementação da área de Processos e do BPM orientado ao resultado A Tecnisa Breve histórico Em 22 de setembro de 1977, Meyer Joseph Nigri, criou a Tecnisa Engenharia com o sonho de se transformar em uma

Leia mais