TANTO EM 30 AS TRÊS DÉCADAS DA ADVB/SC

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1 TANTO EM 30 AS TRÊS DÉCADAS DA ADVB/SC

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3 TANTO EM 30 AS TRÊS DÉCADAS DA ADVB/SC COORDENAÇÃO GERAL PATROCÍNIO REALIZAÇÃO

4 TANTO EM 30 AS TRÊS DÉCADAS DA ADVB/SC Laudelino José Sardá Editor Beth Karam Coordenação e pesquisa Flávio de Sturdze (história ADVB) e Mário Pereira (perfil dos premiados) Textos Amaline Mussi e Jucélia Fernandes Revisão Manoela Gemael e Marina da Penha Mello Apoio pesquisa Denise Schnorrenberger Marcus Vinícius Corrêa Roberta Bello Adam Tais Biavatti Apoio ADVB/SC Fotos: Arquivo ADVB/SC Reprodução e fotos adicionais: Tempo Editorial Editoração: Officio Capa: Quadra Comunicação Referências bibliográficas ADVB 20 anos, 2004, Comidia Projetos Especiais e Editora Ltda 50 Anos da Fiesc Uma história voltada para a indústria catarinense, 2000, Editora Expressão 50 Anos de Vanguarda A História da Propague, 2013, Edição Propague T17 Tanto em 30 : as três décadas da ADVB/SC / coordenação e pesquisa Beth Karam.- Palhoça : Ed. Unisul, p. : il. Color. ; 26 cm Inclui bibliografias. ISBN Marketing Santa Catarina - História. 2. Vendas Promoção Santa Catarina - História. I. Karam, Elisabeth, CDD (21. ed.) Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Universitária da Unisul NOVEMBRO 2014

5 Uma entidade viva, fiel aos seus princípios A ADVB de Santa Catarina atravessou os últimos 30 anos esbanjando vitalidade. A história da economia do nosso Estado, costurada ombro a ombro com a história da entidade, descrita em ricos e curiosos detalhes, e, ao mesmo tempo, com a maestria de uma narrativa sintética e encadeada, faz o leitor viajar no tempo, em um só fôlego. Conhecer esta inspiradora história, cheia de nuances de empreendedorismo e arrojo sem igual, nos enche de orgulho. Divulgar esses 30 anos de superação de uma entidade onde todos são apaixonados e, por isso, voluntários, é missão das mais nobres e motivadoras. Todavia, participar como ator, escrever alguns capítulos e deixar algum legado no breve espaço do mandato de presidente executivo é ainda mais gratificante e uma das maiores honrarias que um associativista pode receber. Tive o privilégio de conhecer o embrião da ADVB de Santa Catarina desde as suas primeiras reuniões, ainda informais. Acompanhei, pela imprensa da época, a iniciativa do publicitário e professor de marketing Eurides Antunes Severo, que, em reunião histórica aos 11 de julho de 1984, lançou a pedra fundamental dessa associação, a que hoje tenho orgulho de também chamar nossa entidade. Participei ativamente de quase todos os eventos descritos nessa obra e sempre acompanhei, com brilho nos olhos, os grupos de abnegados diretores voluntários, que se revezavam na condução dos destinos da ADVB de Santa Catarina, uma entidade cada vez mais madura e representativa dos empreendedores. À época, eu já havia sido inoculado pelo vírus do associativismo, e, dentro da minha profissão de publicitário, comecei militando na Associação Catarinense de Propaganda. Mais tarde, já como empreendedor, no Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Santa Catarina. Juarez Antônio Beltrão Campos PRESIDENTE EXECUTIVO ADVB/SC GESTÃO 2012/2013

6 Também atuei na Federação Nacional das Agências de Propaganda e, por fim, no Conselho Executivo das Normas Padrão Cenp. Mas, e a ADVB? Bem, a ADVB nunca saiu dos meus pensamentos: afinal, como empresário de publicidade, uma entidade com mais clientes do que concorrentes era, sem sombra de dúvida, onde todos gostaríamos de estar. Mas não bastava querer, nem pensar. Na ADVB, era preciso ser convidado a participar, e foi assim que, em 2008, fui honrado com um convite para integrar o Conselho Deliberativo da entidade: um grupo de 50 empresários, gente de altíssima reputação. O presidente do Conselho à época era o empresário Leonardo Fausto Zipf e o portador do convite, o secretário do Conselho e também conselheiro, o jornalista Carlos Stegemann. No início de 2010, a então presidente executiva Maria Carolina Linhares me convidou para integrar sua diretoria. Finalmente, pude respirar e conhecer de perto o trabalho e os desafios diários desse grupo de diretores. Uma experiência que me fascinou e me transformou. Mergulhei na missão de tal forma que, ao longo dos dois anos do mandato, com o aval da Maria Carolina, fui o nome de consenso para liderar a próxima gestão. Então, o que parecia um sonho distante tomou forma em 9 de março de 2012, quando assumi o cargo mais honroso, e, por isso mesmo, mais desafiador, desta fantástica entidade. Essa obra consegue retratar, com fatos e dados jornalísticos, quão difíceis e desafiadores foram esses últimos 30 anos, não só no Brasil, mas, em especial, em Santa Catarina. E isso traduz, ainda com mais ênfase, quão forte e decidido teve de ser cada novo grupo de diretores para, encarando todas as dificuldades, ir construindo, ano a ano, uma entidade que hoje é modelo no Brasil. Ao término desta obra, o leitor mais atento consegue perceber, quase incrédulo, que a entidade cujo objetivo, entre outros, era, segundo o empresário Luis Nozar, um dos fundadores, colocar Santa Catarina no mapa do marketing brasileiro, sim, fez história no Brasil. A lista de personalidades e celebridades nacionais e internacionais que ajudaram a contar essa espetacular história é invejável em todos os aspectos. E, definitivamente, Santa Catarina entrou no mapa do marketing brasileiro.

7 A marca ADVB/SC é respeitadíssima. Goza de uma reputação ímpar no nosso Estado. Ser reconhecido por ela, publicamente, nas distintas premiações ao longo desses 30 anos, faz de qualquer empresa ou empresário, alvo de admiração, respeito e orgulho. Igualmente, manter esse nível de reputação e credibilidade, ano após ano, com uma profusão de eventos e entidades brotando em cada cidade, é o maior e sempre constante desafio dos novos grupos que recebem essa honrosa missão de continuar mantendo a ADVB de Santa Catarina fiel aos seus princípios, traçados em Essa obra consegue dar uma dimensão enorme à ADVB. Ao mesmo tempo que nos enche de orgulho, nos desafia a fazer melhor. Todos nós, que já tivemos esse privilégio de, ao presidir a entidade, liderar líderes, ganhamos uma motivação extra para, mais uma vez voluntariamente, ajudar a pensar a entidade para os próximos 30 anos, ao longo dos quais os desafios serão outros, inimagináveis agora. O Conselho Vitalício, juntamente com o Conselho Deliberativo, tem a liberdade de fazer esse delicioso exercício de futurologia e dar a sua contribuição para as próximas diretorias. O que esperar da entidade nos próximos anos? Os pilares do Reconhecimento, Capacitação e Relacionamento se manterão inalterados? Como superar o eterno desafio da sustentabilidade financeira numa entidade sem fins lucrativos e conduzida por voluntários? A ADVB de Santa Catarina, ao completar trinta anos de atividades ininterruptas, apresenta-se no auge da sua vitalidade e da sua maturidade. Registro com muito orgulho o meu sincero agradecimento pela oportunidade de poder fazer parte dessa fantástica história de empreendedorismo e de superação. Também fica o registro de agradecimento às equipes de funcionários, sempre prontos e bem-dispostos na execução das tarefas e atividades cotidianas da ADVB. E um agradecimento maior a todos aqueles que, anonimamente, também deram sua contribuição, por menor que tenha sido, para que essa entidade tenha alcançado esses elevados níveis de prestígio junto à sociedade catarinense. Estamos todos de parabéns.

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9 Orgulho e responsabilidade Ter sido eleito para a gestão 2014/2015 da ADVB/SC é muito mais que um orgulho e um prazer, é, na verdade, uma grande responsabilidade. Afinal, após quase 30 anos de gestão de um grupo tão seleto de presidentes à frente desta brilhante instituição e a realização de eventos de magnitude nacional e até internacional, minha missão e da minha equipe tem de estar traduzida em um projeto ousado e criativo. Digo e repito que estamos aqui, devendo respeitar, aprender o trabalho brilhantemente realizado pelas gestões anteriores, e atualizá-lo. Ter a grande sorte de ter sido eleito presidente no ano em que nossa ADVB/SC completa 30 anos 2014, exigirá um envolvimento muito grande deste belo grupo de amigos e voluntários, meus diretores e vice- -presidentes regionais. Nossa equipe, além de realizar tudo aquilo que já vem sendo executado durante todos esses anos, resolveu criar algumas ações específicas para que possamos também deixar o nosso legado. Resolvemos ampliar o número de vice-presidências regionais com o forte e comprometido objetivo de levar o mundo de marketing e vendas para todos os rincões de Santa Catarina. Esse movimento produzirá uma amplitude da marca da ADVB/SC e incrementará nossos projetos regionais, permitindo que possamos obter a crescente participação dos dirigentes do mundo do marketing e das vendas. Outra ação inovadora foi a criação da diretoria de relacionamento com o mercado Brasil, com sede em São Paulo. Nesse caso, chamamos um catarinense que atua neste mercado para dar visibilidade à nossa ADVB/SC, mostrando, através de São Paulo, o brilhantismo das empresas catarinenses. Octavio René Lebarbenchon Neto PRESIDENTE EXECUTIVO ADVB/SC GESTÃO 2014/2015

10 Estaremos promovendo eventos em São Paulo, para que investidores brasileiros e estrangeiros possam conhecer ainda mais nosso Estado através das empresas catarinenses, em especial na área de marketing e vendas. Finalmente, nossa gestão que, como disse, terá a grande sorte de ocorrer no aniversário dos 30 anos da ADVB/SC, também tem como meta realizar um grande evento de caráter internacional sobre marketing e vendas, criando um novo conceito nesse segmento e colocando Santa Catarina no mapa dos grandes eventos dessa área no Brasil. Assim, esperamos realizar, no mínimo, o que até agora foi feito pelas gestões anteriores, nunca esquecendo nossos pilares que fundamentam e dão formato à ADVB/SC, quais sejam: reconhecimento, relacionamento e capacitação. Pilares que transformaram a ADVB/SC em um exemplo de instituição cujo reconhecimento é percebido em todo o território nacional.

11 Contribuição para o desenvolvimento Em 1956, na esteira do enorme impulso desenvolvimentista que o Governo JK fazia o país vivenciar, um grupo de empresários nacionais e de executivos de corporações brasileiras e estrangeiras resolveu criar uma entidade que propiciasse às nascentes equipes de vendas das organizações um conhecimento sistematizado das técnicas de vendas e marketing. Surgia, assim, a ADVB, com sede em São Paulo, e o declarado objetivo de ministrar cursos, fazer encontros de profissionais de vendas, visando, fosse por meio de experiências trocadas ou transmitindo conhecimento teórico, o atendimento ao mercado consumidor e, por natural consequência, o incremento das vendas e ampliação do respectivo espaço no mercado. O exemplo de São Paulo frutificou em outros três estados: Rio Grande do Sul, Pará e Paraná. Com o intercâmbio de experiências e conhecimentos com entidades congêneres dos Estados Unidos e da América Latina, as então quatro entidades cresceram, fortaleceram-se e consolidaram-se como organizações indispensáveis ao progresso das empresas, sob a ótica dos desempenhos na área de vendas. Passaram-se mais de duas décadas e, nos anos oitenta, muitos estados do Brasil, mercê das necessidades dos mercados locais e da iniciativa voluntária de líderes dos mais distintos campos de atuação empresarial, começaram a debater a criação de ADVBs estaduais. Dentre várias de que tive oportunidade de participar nos primeiros anos da década 1980/1990, com toda certeza, o destaque fica por conta da de Santa Catarina, tal o nível de atuação e a importância político-empresarial que ela possui. Sem nenhuma atitude de menosprezo Miguel Ignatios PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ADVBS FENADVB

12 ou redução de nível das ações das que possuem, aproximadamente, a mesma idade que a de Santa Catarina, o fato concreto e de óbvio entendimento é que a entidade catarinense se consolidou como protagonista legítima do desenvolvimento do Estado, em parceria com outras organizações representativas dos mais diversos setores produtivos locais. As realizações da ADVB/SC repercutem nacionalmente, tanto pela qualidade quanto pelas parcerias que os sucessivos presidentes, diretores e conselheiros que a lideraram lograram formar e consolidar. Tenho plena convicção do importante papel que a entidade exerce junto aos setores empresariais e governamentais e do quanto ela contribui para o desenvolvimento do Estado, dentro da contemporânea concepção da sustentabilidade e do progresso da sociedade. Desta forma, registro minha alegria por ter participado, desde os primeiros momentos, da formação da ADVB/SC e contribuído, ao longo destas três décadas, para seu progresso e crescimento. A luta é perene para uma entidade como a nossa, que abriga TODOS os setores produtivos do Estado, uma vez que seu caráter não sindical, ao mesmo tempo que lhe provê a indispensável liberdade de ação, lhe aumenta a responsabilidade, tanto conceitual quanto material, obrigando, a que todos aqueles que nela trabalham, voluntariamente, dediquem redobrados esforços para a consecução dos seus propósitos e objetivos. Essa é a intrínseca motivação que nos move e nos une, para sempre!

13 Trinta anos exemplares Santa Catarina é cada vez mais um Estado de oportunidades. Ocupamos apenas 1% do território nacional, mas estamos em posição de destaque em segmentos fundamentais da economia brasileira e no desenvolvimento social. Nas últimas três décadas, pequenas e grandes empresas vêm se reinventando e outras marcas que são referência mundial se instalaram aqui. A chegada desses investimentos é tão importante à geração de empregos quanto aos avanços da tecnologia, dos processos de gestão, da atualização profissional com a participação efetiva das nossas universidades e escolas técnicas. E tudo isso faz Santa Catarina crescer em renda e qualidade de vida. Alguns segmentos importantes da nossa economia, como o da madeira e o cerâmico, estão reencontrando o caminho para a conquista de novos mercados. A indústria metalmecânica conta com empresas que mudaram os nossos referenciais de tecnologia, eficiência na produção e capacitação profissional. São exemplos como a GM, que já está produzindo motores em Joinville, e a BMW, uma grife mundial em design e tecnologia, que deve começar a produzir nos próximos meses em Araquari. Outra gigante do setor é a fábrica de caminhões Sinotruck que, ao entrar em operação na Serra, estabelecerá uma nova cadeia produtiva, um novo patamar de desenvolvimento na região. O turismo tem batido recordes. A maçã alcança uma boa safra com qualidade competitiva em nível mundial. A agroindústria vive uma boa fase, com a histórica conquista do mercado japonês através da comercialização de carne suína. Há, sem dúvida, um conjunto de fatores que ajuda Raimundo Colombo GOVERNADOR DE SANTA CATARINA

14 Santa Catarina a ter e a manter esse ritmo de desenvolvimento como o Pró-Em prego, o Prodec e as ações diretas do governo estadual na busca de parcerias para viabilizar novos negócios. Nosso Estado tem regiões com características geográficas e culturais bem definidas. Isso nos favorece na medida em que nos permite manter uma produção diversificada e inovadora, com o desafio de conquistar novos mercados. Mas, para que isso aconteça, são necessários projetos empresariais ousados, pessoas treinadas e um governo disposto a investir na infraestrutura, criando um elo com o mercado. Santa Catarina é o Estado que apresenta os melhores índices de crescimento econômico e de desenvolvimento humano. A infraestrutura, capaz de sustentar essa evolução permanente e irreversível, ganha melhorias e novas dimensões, como o porto de Imbituba, o aeroporto de Jaguaruna, a conclusão da duplicação da BR-101 e a modernização de outras rodovias federais e estaduais. Em razão disso, o Estado atrai novos investimentos, como, por exemplo, o que deverá viabilizar a produção de fertilizantes a partir do carvão, exigindo a aplicação de mais de 3 bilhões de dólares. As três últimas décadas foram significativas à afirmação de Santa Catarina como uma referência em qualidade de vida. A ADVB/SC é um testemunho e partícipe desse crescimento, promovendo eventos com expets de renome nacional e internacional, que nos permitiram avançar em conhecimento e em aplicação de técnicas de marketing, contribuindo ao alcance da competitividade internacional para as nossas empresas. Os 30 anos, idade da ADVB/SC, marcaram Santa Catarina no contexto da inovação, empreendedorismo, desenvolvimento de ciência e tecnologia e qualidade de vida. Com certeza, nós catarinenses estaremos dando novos exemplos nas próximas três décadas.

15 Muito além das vendas O muro de Berlim caiu, a guerra fria terminou, o Brasil se redemocratizou, pacotes econômicos seguiram-se até a inflação ser controlada, uma nova Constituição foi promulgada, a internet provocou uma verdadeira revolução, o desenvolvimento tecnológico ganhou velocidade nunca antes vista, a concorrência global se acirrou radicalmente. Nos últimos 30 anos, muita coisa mudou no mundo e no Brasil. E o ritmo das transformações se acelera cada vez mais. Ao longo desse tempo, o industrial de Santa Catarina provou sua competência, mantendo os investimentos e a aposta num futuro melhor para o Estado. Com capacidade para muito mais do que produzir com qualidade, o setor soube adaptar-se aos novos tempos, traçar estratégias inovadoras e seguir em frente, fazendo da indústria forte uma das marcas de Santa Catarina, uma terra onde o segmento tem papel decisivo para o desenvolvimento. Com 47 mil empresas e 762 mil trabalhadores, o setor gerou no ano passado R$ 6,15 bilhões em ICMS e IPI, respondeu por 54% das exportações e por 35% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. Isso tudo, apesar dos custos de produção que só crescem, impulsionados por uma carga tributária que não se justifica, por uma infraestrutura precária e por níveis de produtividade baixos, decorrentes dos investimentos inadequados na educação dos trabalhadores e do ambiente de baixo estímulo à inovação. Mas o industrial catarinense não desiste. Nos locais mais distantes do Estado surgem novos empreendimentos ou são ampliados projetos que só dão certo em função de trabalho duro e capacidade empreendedora. Quase que por teimosia. Glauco José Côrte PRESIDENTE DA FIESC

16 Quando as questões externas às empresas, como as que acabamos de citar, impedem a indústria de Santa Catarina de competir por preço, ela investe na força de suas marcas, na diferenciação de seus produtos, em redes de varejo para agregar valor à produção. E segue obtendo sucesso nas suas vendas no Brasil e no exterior, chegando a mais de 190 países. Mais que isso, a indústria catarinense mostra seu comprometimento com o desenvolvimento estadual, ao responder com entusiasmo à provocação da Fiesc, que elegeu a educação como ponto central de sua agenda na busca da competitividade e lançou o movimento A Indústria pela Educação. A ação de protagonista na defesa de um salto de qualidade no nível de formação do trabalhador será um legado inestimável para as próximas gerações. É dessa forma que o setor mostra sua força e seguirá gerando resultados que nos enchem de orgulho. E, o mais importante, com influência direta na melhoria da qualidade de vida dos catarinenses.

17 TANTO EM 30 AS TRÊS DÉCADAS DA ADVB/SC Súmario 18 Galeria de Presidentes 22 O início 49 Os primeiros anos 81 Consolidação 95 Capacitação 103 Eventos e relacionamento 123 Reconhecimento 136 Prêmios 139 Personalidade de Vendas 163 Top de Marketing e Vendas 193 Top Turismo 201 Top Exportação 209 Empresa Cidadã

18 Eurides Antunes Severo Presidente da Diretoria Executiva Luis Maria Sainum Nozar Presidente da Diretoria Executiva Presidente do Conselho Deliberativo Roberto da Luz Costa Presidente da Diretoria Executiva Presidente do Conselho Deliberativo Paulo Sérgio Gallotti Prisco Paraíso Presidente da Diretoria Executiva Derly Massaud de Anunciação Presidente da Diretoria Executiva 1997 Carlos Wolowski Mussi Presidente da Diretoria Executiva José Carlos Portella Nunes Presidente da Diretoria Executiva Presidente do Conselho Deliberativo Giancarlo Tomelin Presidente da Diretoria Executiva

19 Galeria de Presidentes Natanael Santos de Souza Presidente da Diretoria Executiva Presidente do Conselho Deliberativo Leonardo Fausto Zipf Presidente do Conselho Deliberativo Carlos Joffre do Amaral Netto Presidente da Diretoria Executiva Presidente do Conselho Deliberativo Maria Carolina Linhares Presidente da Diretoria Executiva Juarez Antônio Beltrão Campos Presidente da Diretoria Executiva Octavio René Lebarbenchon Neto Presidente da Diretoria Executiva

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21 O início Felizmente, 1984 não confirmou as arrepiantes premonições do romance de George Orwell publicado 35 anos antes, embora os rumos desencontrados da economia naquele ano dessem motivos de sobra aos brasileiros para sentirem-se personagens de um cenário sombrio e desanimador, de onde parecia impossível enxotar o fantasma da inflação galopante que assombrava o país desde a década anterior. Os tempos ufanistas do milagre haviam escoado pelo ralo na primeira metade dos anos 1970, deixando como herança para a década seguinte um quadro simplesmente surreal na área econômica: em dez anos, o país amargou uma inflação média anual de 330%, que se recusava a retroceder mesmo com a adoção de 17 mudanças nas regras cambiais, 13 alterações na política salarial, três moedas diferentes e mais de 50 ajustes nos mecanismos de controle de preços.

22 T A N T O E M 3 0 Na página 20, detalhe da ata manuscrita que deu origem ao documento que cria a ADVB/SC 22

23 ASTRÊSDÉCADASDAADVB/SC Logicamente, Santa Catarina não escapou dos efeitos dolorosos da crise nacional, agravada pela elevação dos juros internacionais em decorrência da segunda alta do preço do petróleo, embora, em alguns segmentos, o impacto tenha sido menos rigoroso do que em outros. Talvez por isso, muitos analistas e empresários ressalvem que, embora os anos 1980 no Brasil sejam conhecidos como a década perdida, em Santa Catarina, apesar de tudo, verificou-se nessa época um fortalecimento significativo da estrutura industrial, com grandes empresas consolidando liderança no mercado nacional e abrindo espaços no exterior. Seja como for, a recessão que se instalou no princípio da década de 1980 e reduziu, de forma drástica, as taxas anuais de crescimento do país, estacionadas em apenas 1,2% nos oito primeiros anos, fez encolher também a economia estadual, depois de ela ter evoluído acima da média brasileira ao longo dos anos 1970, chamados de anos de ouro da indústria catarinense. Nesse período, o Produto Interno Bruto (PIB) industrial do Estado cresceu invejáveis 17,6% no primeiro quinquênio e 7,2% no seguinte, no qual Santa Catarina deu também um salto gigantesco nas exportações, passando a participar com 4,3% no volume total comercializado pelo país no mercado internacional. Foi um tempo que deixou saudade pelo menos no que diz respeito ao desempenho da economia. Na década seguinte, os números eram bem outros, mas, mesmo assim, prevalecia em amplos segmentos a convicção 23

24 T A N T O E M 3 0 de que, graças à qualidade de seus produtos, as empresas catarinenses não necessitavam investir para divulgar melhor as suas marcas. Era certamente uma visão parcial, para não dizer pouco realista do quadro do momento, pois, embora a excelência do parque industrial catarinense fosse um fato inquestionável, notadamente nas áreas têxtil, metalmecânica, agroindustrial, química e cerâmica, a capacidade de produção de bens e serviços era infinitamente superior ao poder de compra da população no mercado recessivo dos anos Na época, o marketing era utilizado, basicamente, apenas por grandes empresas brasileiras estabelecidas em São Paulo e multinacionais sediadas no país. Mas suas possibilidades como propulsor de vendas já eram reconhecidas por profissionais da área e por publicitários em Santa Catarina, que procuravam estimular sua adoção no âmbito estadual. E foi a partir dessa nova visão da gestão de negócios que um grupo de 34 profissionais das áreas de vendas e propaganda, insuflados pelo publicitário e professor de marketing Eurides Antunes Severo, constituiu, numa reunião histórica realizada em 11 de julho de 1984, uma associação de classe que os integrasse de forma permanente, facilitando a difusão do marketing no meio empresarial catarinense. Nascia aí a Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil seccional Na página seguinte, a ata de 11 de julho de 1984, que institui a comissão para criar a ADVB/SC Santa Catarina (ADVB/SC) que, posteriormente, incorporou o termo Marketing ao nome, com os objetivos de promover a troca de experiências e incentivar a capacitação e a atualização do empresariado, de modo a ajudá-lo, mediante a utilização da nova ferramenta mercadológica, a enfrentar um mercado cada vez mais competitivo e em constante transformação. Um desses pioneiros, o empresário e especialista em marketing Luis Nozar, foi indicado para coordenar a comissão executiva encarregada de encaminhar o processo de instalação definitiva da associação e dela faziam parte, ainda, a professora de marketing Jane Iara Pereira da Costa, o publicitário Roque Calage Neto e o relações-públicas Rodrigo Villasboas. Contaram também com o apoio de Miguel Ignatios e Günther Staub, das ADVBs de São Paulo e do Rio Grande do Sul, bem como do entusiasmo por eles transmitido, para levar adiante a nova entidade. 24

25 ASTRÊSDÉCADASDAADVB/SC 25

26 T A N T O E M 3 0 De acordo com o estatuto aprovado pelos fundadores, a administração da ADVB/SC compete à Diretoria Executiva, composta por um diretor- -presidente, até três diretores vice-presidentes e um número de diretores e vice-presidentes regionais que o gestor julgar necessário. A diretoria é eleita para um mandato de dois anos, com direito a uma única reeleição. Já o Conselho Deliberativo é composto por todos os ex-diretores-presidentes, considerados membros natos, e 50 membros eleitos. O diretor-presidente é normalmente eleito entre os quadros de diretorias anteriores. Encerrada sua gestão, também é de praxe ele ser eleito para a presidência do Conselho Deliberativo. A entidade é mantida pelas mensalidades pagas pelos associados e pelos eventos que promove. A semente da ADVB, porém, é um pouco anterior. Esses mesmos profissionais vinham ensaiando os primeiros passos nessa direção havia algum tempo, com a promoção de encontros informais dos quais participavam proprietários ou gestores de empresas de comunicação e propaganda e diretores das áreas comercial e financeira. Reuniam em média de 10 a 30 pessoas, mas, às vezes, o número de presentes chegava a 50 e, excepcionalmente, se aproximava de 100. Promoviam troca de experiências e debates, mas tudo acontecia de maneira informal, e eles sentiam necessidade de profissionalizar esse tipo de atividade. Na época, conta Antunes Severo, havia no Estado associações de radialistas, das agências de propaganda, de empresários e muitas outras, cada qual congregando pessoas de um determinado segmento, mas inexistia uma entidade que reunisse diferentes categorias. E nós idealizamos uma associação que congregasse profissionais ligados ao marketing em todas as suas formas: vendas, promoção, propaganda, comunicação, administração. Um dos grandes objetivos da criação da ADVB foi colocar Santa Catarina no mapa do marketing brasileiro, afirma Nozar, porque, segundo ele, as indústrias catarinenses eram líderes em vários segmentos competitivos e vendiam seus produtos nos mercados nacional e internacional, mas não vendiam o Estado Santa Catarina. Não davam importância ao made in SC. Por exemplo, a cerâmica catarinense era vendida em São Paulo, mas nada ligava essa venda a Santa Catarina, ou seja, a imagem do Estado não 26

27 ASTRÊSDÉCADASDAADVB/SC ganhava nada com isso. Assim, recorda, Santa Catarina era esquecida para palco de qualquer grande evento. As coisas aconteciam em Porto Alegre e Curitiba, e não aqui, e as contas publicitárias das grandes empresas catarinenses estavam com agências paulistas. A visão que Antunes Severo tem do quadro da época não é diferente: Marketing é uma coisa, sucesso das empresas é outra. Santa Catarina era na época o Estado mais industrializado do país, proporcionalmente, e as empresas catarinenses detinham grandes fatias do mercado porque os empresários eram competentes e queriam progredir, então faziam bons produtos. Mas isso não quer dizer que utilizassem ferramentas mercadológicas para isso. Santa Catarina tinha na época grande destaque empresarial pela qualidade e vendia tudo o que produzia, e isso levava o empresariado a acreditar que não precisava de marketing e a considerá-lo um gasto desnecessário. Mas nós antevíamos que essa supremacia poderia ser futuramente comprometida devido aos esforços de marketing desenvolvidos em São Paulo, por exemplo, e queríamos evitar que isso viesse a acontecer. O marketing tivera uma penetração um tanto tímida no Brasil, a partir da introdução dos primeiros cursos de Administração na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo, no início dos anos 1950, depois de sua consolidação definitiva nos Estados Unidos, após o fim da II Guerra Mundial, quando os empresários daquele país perceberam que seu sucesso nas vendas dependeria dos esforços que dispensassem para satisfazer a demanda dos consumidores. Em outras palavras, entenderam que, num mercado dominado pela concorrência, eles teriam de vender o que produziam, e que, para isso acontecer, o aumento da produtividade e da rentabilidade deveria ser subordinado a pesquisas de mercado, formulação de produtos, distribuição, divulgação, promoção e controle de resultados. A nova doutrina mercadológica foi conquistando espaços no país, e, quando a ADVB/SC foi criada, o livro A Era da Incerteza, do economista norte-americano John Kenneth Galbraith, tinha lugar de destaque na mesinha O jornal O Estado de 13 de abril de 1984 registra uma das primeiras reuniões dos profissionais das áreas de venda e marketing em que se debateu a criação de uma associação para congregá-los 27

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