Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES

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1 1 Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES

2 2 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL

3 3 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL POUCAS SEGURADORAS OPERANDO POUCOS CORRETORES ESPECIALIZADOS SINISTRALIDADE ALTA TAXAS CADA VEZ MAIS BAIXAS POUCO CRESCIMENTO DA CARTEIRA DIFICULDADE DE ACEITAÇÃO DE ALGUNS RISCOS

4 4 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL DIFICULDADE DE ACEITAÇÃO DE ALGUNS RISCOS ACIDENTES 70% DAS OCORRÊNCIAS ROUBO/FURTO 70% DO TOTAL DO VALORES INDENIZADOS FATOR HUMANO AINDA É O MAIOR RISCO CRISE = REDUÇAO DO VALOR DE FRETE = MAIS EXPOSIÇÃO SEGURADORAS MAIS SELETIVAS

5 5 OPERAÇÃO DE CARGAS NO BRASIL

6 6 OPERAÇÃO DE CARGAS NO BRASIL VOCAÇÃO MARITIMA A UMA DISTÂNCIA MÁXIMA DE 500 KM DO NOSSO LITORAL, ESTÃO: Todas as concentrações urbanas com mais de 1 milhão de habitantes (exceto Brasilia e Manaus) Todas as Refinarias de Petróleo ( exceto de Manaus) 97% da produção industrial 85% da população do país 83% das receitas da União. 75% das rodovias pavimentadas.

7 7 OPERAÇÃO DE CARGAS NO BRASIL o Carga Transportada no Brasil - 61% - rodoviário. o Estrutura e Frota antiga. o Precária situação da malha rodoviária brasileira. o Falta de Segurança nas Estradas

8 8 OPERAÇÃO DE CARGAS NO BRASIL PESQUISA CNT Km de estradas 69% - regular a péssimo problema de pavimentação, sinalização ou geometria viária. As melhores são as privatizadas. Extensão geográfica dificulta a segurança. Investimento público pequeno.

9 9 ROUBO DE CARGAS NO BRASIL OCORRENCIAS FONTE: NTC LOGISTICA Valores estimados referente as rodovias e áreas urbanas

10 10 ROUBO DE CARGAS NO BRASIL VALORES SUBTRAIDOS - em milhões de reais FONTE: NTC LOGISTICA Valores estimados referente as rodovias e áreas urbanas

11 11 NORTE -2% ROUBO DE CARGAS - POR REGIÃO % DE OCORRÊNCIAS NORDESTE - 7% CENTROESTE - 2% SUDESTE -80% RJ 23% SUL - 9% SP 57% 2010

12 ROUBO DE CARGAS - POR REGIÃO EM OCORRÊNCIAS

13 ROUBO DE CARGAS - POR REGIÃO EM VALORES

14 14 EVOLUÇÃO POR REGIÃO OCORRÊNCIAS ANO OCORRENC IAS VALORES

15 15 EVOLUÇÃO POR REGIÃO OCORRÊNCIAS ANO OCORRENC IAS VALORES

16 16 EVOLUÇÃO POR REGIÃO OCORRÊNCIAS ANO OCORRENC IAS VALORES

17 17 EVOLUÇÃO POR REGIÃO OCORRÊNCIAS ANO OCORRENCI AS VALORES

18 18 EVOLUÇÃO POR REGIÃO OCORRÊNCIAS ANO OCORRENCI AS VALORES

19 19 PRODUTOS MAIS VISADAS Produtos Alimentícios Cigarros Eletroeletrônicos Produtos Farmacêuticos Produtos Metalúrgicos Produtos Químicos Texteis e Confecções Autopeças Combustíveis

20 20 O GERENCIAMENTO DOS RISCOS NO TRANSPORTE

21 21 O GERENCIAMENTO DOS RISCOS NO TRANSPORTE O QUE É É a adoção de um conjunto de técnicas e medidas preventivas que visam identificar, avaliar e evitar ou minimizar os efeitos de perdas ou danos que possam ocorrer no transporte de mercadorias, desde a origem até o destino da carga, garantindo que o produto esteja no local desejado, dentro do prazo previsto e de acordo com sua conformidade. OBJETIVO O objetivo é reduzir ou, até mesmo eliminar, os prejuízos decorrentes das operações de transportes de cargas, como acidentes, roubos, extravios etc.,

22 22 O GERENCIAMENTO DOS RISCOS NO TRANSPORTE TEM CARÁTER PREVENTIVO Faz o TRATAMENTO DOS RISCOS que possam causar perdas ou danos pessoais, materiais,financeiros, ao meio ambiente e à imagem da empresa. É uma OPÇÃO ESTRATÉGICA que enseja planejamento, Investimento,tecnologia e execução competente. Consiste em SOLUÇÕES INTEGRADAS AGREGA VALOR a Logística da empresa, otimizando processos e Melhorando resultados

23 23 O GERENCIAMENTO DOS RISCOS NO TRANSPORTE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PONTOS CRÍTICOS Identificação de riscos através das características da operação de logística, os riscos são apontados. Análise de riscos são verificados a freqüência das rotas, mix de cargas, pontos de maior probabilidade de sofrer perdas, entre outros. Planejamento de medidas e condutas preventivas e emergenciais nesta fase deve ser elaborado um manual de operações com o objetivo de padronizar as condutas entre toda a cadeia de logística e da segurança. Operacionalização fase onde todo o sistema e processo planejado serão iniciados. Controle e avaliação esta última fase é alimentada de forma contínua, com o objetivo de medir o desempenho do GR e adequar possíveis erros.

24 24 O GERENCIAMENTO DOS RISCOS NO TRANSPORTE PRINCIPAIS MECANISMOS DE GR consulta a cadastro de motoristas e de proprietários de veículos de transportes terrestres de cargas

25 25 O GERENCIAMENTO DOS RISCOS NO TRANSPORTE PRINCIPAIS MECANISMOS DE GR rastreamento, monitoramento e roteirização

26 26 O GERENCIAMENTO DOS RISCOS NO TRANSPORTE PRINCIPAIS MECANISMOS DE GR ESCOLTA ARMADA

27 27

28 28 O GERENCIAMENTO DOS RISCOS NO TRANSPORTE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO OUTROS ASPECTOS FOCO NO INDIVÍDUO. FATOR HUMANO É O MAIOR RESPONSÁVEL PELA MAIORIA DAS OCORRENCIAS, POR ISSO NECESSITA DE UM TRATAMENTO ESPECIAL. CONHECER O SISTEMA DE APOIO POLICIAL. AVALIAÇÃO PERMANENTE DA FROTA. TREINAMENTO ATUALIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS.

29 29 REDUÇÃO DA SINISTRALIDADE NO ROUBO DE CARGAS ATUALIZAÇÃO PERMANENTE DAS TECNOLOGIAS INVESTIMENTO NO INDIVÍDUO LEIS MAIS RÍGIDAS COM PUNIÇÕES EFETIVAS PARA OS RECEPTADORES

30 30 OBRIGADO A TODOS!! ÂNGELO MONTEIRO

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES

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