BLUMENAU: SITUAÇÃO FINANCEIRA A economia dos municípios depende do cenário nacional

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1 BLUMENAU: SITUAÇÃO FINANCEIRA A economia dos municípios depende do cenário nacional - A arrecadação municipal (transferências estaduais e federais) vem crescendo abaixo das expectativas desde A previsão é ainda pior para 2015, com queda mais acentuada. Esta queda atinge diretamente os municípios. Isto traz problemas graves, como a falta de recursos financeiros para investimentos e até mesmo dificuldades para manutenção dos serviços. - Impactos da redução do movimento econômico e da desaceleração do consumo. Os municípios brasileiros vivem, nestes primeiros meses de 2015, um momento de incerteza e insegurança em relação à capacidade de prestar serviços públicos nas mais diversas áreas, além de custear as despesas operacionais necessárias para o funcionamento da administração pública. Na prática, isso significa que pode faltar dinheiro para manter o que já existe e realizar novos investimentos. - Deterioração do cenário econômico nacional. > crescimento dos repasses da União e do estado (FPM, ICMS, IPVA, entre outros) abaixo dos índices de inflação e abaixo dos índices de crescimento da despesa. Para entender a situação, é necessário voltar um pouco no tempo e relembrar alguns fatos que ano a ano contribuem para agravar a situação financeira dos municípios, colocando em risco uma série de serviços prestados à população, sem falar da capacidade de investimento, praticamente reduzida a zero. O que se relata a seguir são fatos e não opiniões e nem suposições. > Partilha desproporcional do dinheiro arrecadado nos estados e municípios e canalizado para os cofres do governo federal. Atualmente os municípios recebem minguados 15% de tudo o que se arrecada dos contribuintes brasileiros nas mais diversas formas de tributos e taxas. Para os estados vão 25% e para o governo federal 60%, visando alimentar e sustentar o gigantismo de uma máquina pública corroída pela ineficiência e pela corrupção. > Em contrapartida (e para piorar a situação) os municípios sofreram a imposição da transferência de responsabilidades pela prestação de serviços públicos, em especial

2 nas áreas da Saúde, Educação e Assistência Social, sem a devida contrapartida de recursos. A Saúde é o caso mais exemplar e que dá a exata medida da indiferença da União com os problemas de quem mais precisa e sofre com a escassez de recursos públicos federais. Enquanto o governo federal impede há quase uma década a votação de emenda constitucional que elevaria para 10% do PIB os recursos da União destinados para a Saúde, os municípios são obrigados a destinar no mínimo 15% dos seus recursos para o atendimento da atenção básica. Porém, os 15% se transformaram numa distante utopia, pois são raros os municípios que conseguem trabalhar com este percentual. A regra são despesas que exigem a destinação de mais de 20%. No caso de Blumenau, destinamos em torno de 25% para a Saúde. O efeito desta situação é que nos vemos obrigados a buscar recursos de outras áreas para cobrir as necessidades de custeio da Saúde, assumindo obrigações que deveriam ser financiadas pelo estado e União, como repasse de recursos para hospitais e compra de medicamentos. Esta diferença de percentual gerou um déficit de R$ 60 milhões nos anos de 2013 e 2014, recursos que poderiam ter sido investidos em pavimentação, manutenção e limpeza de vias públicas entre outras obras e serviços. Elevação de juros + redução do crédito = baixo crescimento da economia Para agravar ainda mais a situação de desequilíbrio entre as obrigações dos municípios e as transferências da União e do estado, o baixo crescimento da economia, com a elevação dos juros e a redução do crédito gera redução do consumo, aumento do desemprego, diminuição na arrecadação de impostos e aumento da demanda por serviços públicos, principalmente nas áreas da saúde e assistência social. Com incentivos tributários concedidos para a linha branca de eletrodomésticos e indústria automotiva, por meio da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) buscou-se dar vazão para a produção e aumentar o consumo nos anos anteriores. Neste momento, com a decisão de governo de finalizar tal isenção, espera-se um aumento de arrecadação, porém não se tem a previsão de retorno destes recursos aos municípios em virtude do desaquecimento da economia. Ou seja, com a retirada dos incentivos à indústria às vésperas de um período de recessão, a probabilidade maior é que isso reduza ainda mais o consumo por conta da elevação do preço final com a reincorporação das isenções.

3 Em resumo, a carga tributária retorna a patamares anteriores, porém o custo de vida aumenta e muito com as elevações dos preços às medidas do governo federal, que tenta corrigir os erros cometidos na condução da política econômica nos últimos quatro anos passando a conta, mais uma vez, para consumidores e contribuintes. Maior impacto no Fundo de Participação dos Municípios Para os municípios, o maior impacto desta situação se dá no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), composto por receitas do IPI e do Imposto de Renda e que se constitui na principal fonte de retorno de tudo o que se arrecada na economia local, mas que vai para o caixa da União. Além de perder com a queda na arrecadação do IPI, também deve cair a receita proveniente do IR, decorrente do crescimento do desemprego e da redução do número de trabalhadores formais, com carteira assinada. Exemplo disso é o desempenho do FPM, que nos últimos anos apresentou índices negativos de crescimento real, ou seja, os recursos recebidos pelos municípios cresceram abaixo dos índices de inflação. No caso de Blumenau, o FPM representa quase 10% das receitas próprias. Na comparação de 2014 com 2013, a variação foi de 6,8%, ficando abaixo da inflação do período, sendo que nos primeiros dois meses de 2015, comparado a 2014, já apresentou queda de 3,4%. Política Econômica e de Ajuste Fiscal do Governo Federal (considerações) - Aumento dos impostos / contribuições federais, que não retornam para o município, a exemplo da CIDE. - Maior endividamento da população, com efeitos no consumo e pagamento de impostos municipais (IPTU, dívida ativa). Outra situação previsível, além da retração no consumo, devido à alta dos preços de produtos de extrema necessidade, será a incapacidade de manter ou renovar o crédito já tomado no mercado, pois com juros em alta e prazos de pagamentos encurtados, fica cada vez mais difícil a continuidade do modelo de consumo que está em andamento. Isto se deve a uma política de crédito totalmente descontrolada criada por um governo federal que apenas previu resultados imediatos e não pensou na saúde financeira de um país ou de seus cidadãos. Hoje todos terão que se reeducar a força, coisa que não

4 seria necessária se o crédito e incentivo ao consumo tivesse sido planejado de forma um pouco menos arrojada. - Relação das necessidades de investimentos e baixo crescimento das receitas - Modelo atual de distribuição das receitas pela União está levando municípios à insolvência {modelo falido: 60% (União), 25% (Estados), 15% (Municípios)}. Mesmo com este cenário é dever dos municípios ampliar e melhorar sua estrutura de atendimento em saúde, educação e diversas outras áreas, porém fica cada vez mais improvável esta possibilidade. Neste momento que precisamos avançar, temos que produzir cortes drásticos no orçamento, visando um equilíbrio nas contas públicas o que se torna ainda pior pelo fato do governo federal investir e transferir cada vez menos recursos a estes municípios. Temos a necessidade de avançar, ampliar, crescer, porém nossa condição financeira nos mostra que precisamos cortar, no mínimo, 5% de tudo que fazemos para não fechar o ano no vermelho. E isto significa reduzir atendimento em saúde e educação, reduzir obras, reduzir investimentos em cultura e esporte. Isto é possível? Claro que não!!! É de suma importância ressaltar que: - Blumenau fez o dever de casa de forma sustentável: gerenciamento dos tributos municipais com resultado positivo. - Houve e há crescimento das despesas devido aos investimentos e endividamento proveniente das operações de crédito (criam instabilidade e incerteza). - Modelo atual de distribuição das receitas pela União está levando municípios à insolvência (modelo falido: 60 (União), 23 (Estados), 17 (Municípios). - Crescimento da folha de pagamento (superior a 10%, considerando reposição integral da inflação, + 1% de aumento real e crescimento vegetativo). - Crescimento da folha da Educação é maior que o crescimento do repasse do Fundeb. - Crescimento das despesas com Saúde é maior do que a capacidade de financiamento do município, que hoje destina cerca de 25% das suas receitas próprias para custeio e

5 investimento, contra 15% exigido pela Constituição. Só assim é possível fazer frente às despesas e manter as unidades da rede de atendimento abertas, bem como um bom atendimento à comunidade. - Crescimento dos gastos gerais, com o novo momento econômico nacional: combustíveis 10%, energia elétrica 40%, asfalto 46%, e tantos outros que acompanham a inflação em alta.

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