Avaliação Institucional na Educação Profissional

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1 Avaliação Institucional na Educação Profissional Hugo Edgar Ludke Sistema de avaliação da gestão institucional nal

2 Avaliação institucional na Educação Profissional Hugo Edgar Ludke Avaliação Institucional na Educação Profissional 1

3 2005 UNESCO. Todos os direitos reservados. Publicado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Esta publicação é fruto de uma parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e a Secretaria de Estado de Educação e Cultura do Governo do Estado de Tocantins. Brasília, 2005 BR/2005/PI/H/36 Esta publicação tem a cooperação da UNESCO no âmbito do Projeto BR, o qual tem o objetivo de capacitar e promover o desenvolvimento das equipes locais responsáveis pela educação profissional nos estados do Brasil. Os autores são responsáveis pela escolha e pela apresentação dos fatos contidos nesta publicação, bem como pelas opiniões nela expressas, que não são necessariamente as da UNESCO, nem comprometem a Organização. As indicações de nomes e a apresentação do material ao longo desta publicação não implicam a manifestação de qualquer opinião por parte da UNESCO a respeito da condição jurídica de qualquer país, território, cidade, região ou de suas autoridades, tampouco a delimitação de suas fronteiras ou limites. 2 Educação Profissional :: Pontos de partida

4 Prefácio O documento apresenta conceito, pressupostos e caracterização do processo de avaliação institucional. Nele, são propostas sete dimensões da avaliação da gestão dos Centros de Educação Profissional: gestão didático-pedagógica, gestão da secretaria acadêmica, gestão de recursos humanos, gestão participativa, gestão de relações institucionais, gestão de serviços de apoio e gestão do espaço físico. Estas dimensões apresentam-se como blocos. Cada um dos blocos é caracterizado e são identificados os aspectos a serem avaliados. A publicação trata, também, dos parâmetros de excelência em educação profissional, com base nos princípios da gestão pública pela qualidade. Aborda, ainda, o perfil, as atribuições e as responsabilidades da equipe gestora, da comissão de autoavaliação e do comitê de validação. Apresenta Instrumento de Autoavaliação dos Processos de Gestão Escolar, contendo rol de evidências para cada bloco, Fluxograma da Autoavaliação e Roteiro de Validação da Autoavaliação. Indica como se estabelece ou se orienta a relação Autoavaliação x Avaliação Externa. Traz Modelo de Relatório do Processo de Autoavaliação Análise Crítica e Resultado de Consenso, bem como Manual de Orientação para Operacionalização da Autoavaliação, com etapas, recomendações, glossário e bibliografia. Elisabeth Fadel Consultora Avaliação Institucional na Educação Profissional 3

5 Sumário CONSIDERAÇÕES INICIAIS JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos ROTEIRO DE VALIDAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO Participação dos colaboradores Análise dos conteúdos dos instrumentos Teste dos instrumentos MODELO DE RELATÓRIO CONCLUSIVO DO PROCESSO DE AUTOAVALIAÇÃO ANÁLISE CRÍTICA DOS RESULTADOS DE CONSENSO REFERENCIAL TEÓRICO A gestão de processos Abordagem metodológica Procedimentos metodológicos Análise dos resultados Implementação de programas de melhoria ETAPAS Sensibilização Diagnóstico Avaliação interna Avaliação externa Reavaliação Realimentação Difusão CRONOGRAMA E METAS FLUXOGRAMA...30 BIBLIOGRAFIA...31 ANEXOS ANEXO I FORMULÁRIOS DO DIAGNÓSTICO INSTITUCIONAL...34 ANEXO II INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO...49 ANEXO III PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO...58 Avaliação Institucional na Educação Profissional 5

6 Considerações Iniciais Por que falar de pedras? Só o arco interessa... Sem pedras o arco não existe. (Kublai Khan) O que é mais importante, as pedras ou o arco? Qual é a pedra que sustenta o arco da ponte? Nenhuma delas isoladamente é a resposta. O conjunto de pedras e, principalmente, a forma como foram dispostas na obra é que dão sustentação ao arco. A escola é como o arco de uma ponte. É formada por muitos profissionais (pedras). Todos têm participação decisiva na sustentação da escola, mas nenhum deles age isoladamente. A sustentação da escola dá-se por meio da atuação do conjunto dos profissionais que nela atuam, sendo a forma de ordenação deles o grande diferencial para que, dando e recebendo suporte uns aos outros, para que, atuando de forma mais integrada, possam ser mais efetivos e eficientes. Para que o arco não desabe, é necessário que sua estrutura seja avaliada e reparada constantemente. Para que a gestão de uma escola não sucumba, é necessário implantar um processo de Avaliação Institucional AI permanente, aceito, assumido como importante e necessário, e praticado por todos, o qual vai avaliar a estrutura da escola e sugerir as reformas necessárias para que possa exercer suas funções específicas. Avaliar e ser avaliado faz parte do nosso dia a dia. Seu objetivo é conhecer para promover mudanças, agregar valor. E a cultura da avaliação precisa ser adquirida desde cedo. Sua adoção é obrigatória, principalmente falando de instituições educativas, as quais têm a tarefa de formar os profissionais que atuarão nas diferentes organizações. Os programas de Avaliação Institucional oportunizam e exigem a exteriorização do julgamento dos colaboradores, tanto internos como externos, em relação a tudo o que envolve a instituição. É um programa que promove a integração, a discussão, o compartilhamento de ideias, a implantação de melhorias, o crescimento e o fortalecimento de relações. As escolas, que durante toda a sua existência praticaram e praticam a avaliação da aprendizagem, têm o dever de aderir aos programas de Avaliação da Gestão Institucional, visto que não podem apenas limitar-se àquela sem incluir no processo de formação dos futuros profissionais a cultura da avaliação institucional. Um verdadeiro programa de Avaliação da Gestão Institucional somente existe efetivamente se todos souberem responder às seguintes perguntas: Por que avaliar? O que vai ser avaliado? Qual é a importância disso para o meu trabalho e desempenho, e o da escola como um todo? É um processo que transcende a sala de aula ou seja, a avaliação da aprendizagem isoladamente, mas perpassa todos os setores dela, bem como da comunidade na qual está inserida. Avaliação Institucional na Educação Profissional 7

7 1. JUSTIFICATIVA A construção do presente Programa de Avaliação da Gestão Institucional tem como justificativas: a demanda do órgão máximo da Educação no estado do Tocantins, por intermédio do seu Núcleo de Educação Profissionalizante; o desejo de crescimento, desenvolvimento, melhoria dos processos internos das escolas, para atender ao objetivo de melhoria dos produtos e serviços prestados. 2. OBJETIVOS 2.1. Objetivo geral Construir coletivamente um processo de Avaliação da Gestão Institucional, elevando a qualidade da prestação de serviços educacionais, potencializando e desenvolvendo o desempenho institucional Objetivos específicos Sensibilizar o corpo institucional para a importância da implantação do Programa de Avaliação da Gestão Institucional. Eleger e instalar oficialmente o Comitê Permanente de Avaliação da Gestão Institucional Copeagi. Diagnosticar a atual situação das escolas pertencentes ao Núcleo de Educação Profissional da Secretaria de Educação do Estado do Tocantins nas dimensões de ensino e gestão. Definir programa de Avaliação da Gestão Institucional, tendo como base os princípios norteadores estabelecidos pela Secretaria de Educação, por meio do Núcleo de Educação Profissional, e a missão dos estabelecimentos. Sensibilizar o corpo docente, o técnico e o administrativo das escolas, e a comunidade, para que o processo resulte em melhorias efetivas. Reforçar, junto aos atores envolvidos no processo, o compromisso com a excelência no serviço prestado. Impulsionar o processo de autocrítica das escolas, como evidência da vontade política de autoavaliação, para garantir a qualidade das ações acadêmica e administrativa. Transformar o Programa de Avaliação da Gestão Institucional em um instrumento de superação individual e coletiva de limitações. Estabelecer indicadores de desempenho que conduzam a permanente e sistemática melhoria da qualidade do ensino e da gestão escolar, tendo como base as diretrizes estabelecidas pela Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Tocantins, do Núcleo Avaliação Institucional na Educação Profissional 9

8 de Ensino Profissional e da missão das escolas. Sensibilizar e motivar o corpo institucional e a comunidade para a necessidade da implantação do programa. Definir a equipe de avaliadores externos. Construir os instrumentos de coletas de dados para diagnóstico institucional e a avaliação interna e externa. Realizar a avaliação com o corpo docente, o discente e o técnico-administrativo. Realizar a avaliação com a comunidade externa. Proceder à tabulação e ao tratamento estatístico dos dados coletados. Interpretar os resultados com base no referencial teórico. Apresentar os resultados obtidos para servir de ferramenta gerencial e subsidiar projetos de melhoria nas áreas apontadas pela avaliação como as mais deficitárias. Publicar e divulgar entre os colaboradores internos e a comunidade externa os resultados finais obtidos. Elaborar e implementar programas e ações de melhoria, tendo como base os resultados obtidos. Avaliar e reavaliar o Programa de Avaliação da Gestão Institucional. 3. ROTEIRO DE VALIDAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO Validar significa tornar ou declarar válido e legitimar conforme preceitos vigentes. Significa ainda o teste que comprova a validade, correção ou concordância com padrões de dados introduzidos num sistema de computador. Tem ainda como sinônimos: aprovação, confirmação, ratificação e reafirmação. Portanto, todo o processo de Avaliação da Gestão Institucional, no que diz respeito aos instrumentos que o integram, necessária e obrigatoriamente precisa passar pelos processos acima descritos antes de ser oficialmente aplicado. Os instrumentos a serem validados constam de quatro formulários informatizados e um elenco de formulários constantes no Anexo I, correspondentes ao diagnóstico institucional. Os quatro instrumentos de avaliação integram um programa informatizado, acessível no endereço eletrônico Os resultados do preenchimento destes instrumentos têm seu resultado exteriorizado em percentuais e gráficos em barras no endereço Para que o processo de Avaliação da Gestão Institucional seja legítimo, sua validação dá-se através de momentos distintos. 10 Educação Profissional :: Pontos de partida

9 3.1. Participação dos colaboradores A efetiva participação de todos os colaboradores deve ser buscada porque: será mais fácil trilhar o caminho escolhido pela instituição para chegar a uma situação de futuro desejada quando todos os colaboradores tiverem participado de seu planejamento e construção; atingirá os três níveis mais importantes para o envolvimento e o comprometimento dos colaboradores, a saber: o aspecto cognitivo, responsável por atenção, compreensão e conhecimento de todos os aspectos e as razões que levam a escola a adotar determinado caminho em busca de seus objetivos; o aspecto afetivo, que conduzirá o corpo institucional a gostar ou não de determinada ação desencadeada; o aspecto comportamental, que traduzirá a postura dos colaboradores em relação à ação e determinará a tendência da ação; permitirá que todos tenham uma visão clara de futuro desenhado para a escola; fará que todos celebrem o sucesso e todos assumam as responsabilidades pelos fracassos Análise do conteúdo dos instrumentos Nenhum instrumento de avaliação institucional construído para servir de modelo deve ser aplicado sem incluir as características específicas da organização à qual se destina. Será aplicável somente aquele instrumento que: incluir os itens que visam a descobrir se os objetivos definidos pelo planejamento global da organização estão sendo alcançados; apresentar abrangência no que diz respeito à avaliação de todos os segmentos institucionais, como: organização e processos de ensino aprendizagem; características do corpo docente; aspectos que avaliam a gestão escolar; aspectos que descrevem a infraestrutura disponibilizada para o trabalho; processos de ensino e de aprendizagem adotados; fidelidade e visão do corpo institucional em relação à escola; satisfação dos alunos e da comunidade externa em relação aos serviços prestados pela escola; visão dos colaboradores internos e da comunidade externa Teste dos instrumentos O teste dos instrumentos será feito mediante: avaliação linguística para evitar dupla interpretação por ocasião da leitura pelos colaboradores; preenchimento de todos os formulários no sistema eletrônico para verificação de eventuais falhas de acesso a eles ou de configuração; análise dos resultados das planilhas preenchidas para certificação de que os resultados estão sendo consolidados corretamente pelo sistema eletrônico. Avaliação Institucional na Educação Profissional 11

10 4. MODELO DE RELATÓRIO CONCLUSIVO DO PROCESSO DE AUTOAVALIAÇÃO O Relatório do Processo de Avaliação da Gestão Institucional deve ser sintético e funcional, pois tem caráter consultivo. Deverá servir de ferramenta gerencial para os dirigentes da escola, tanto nos aspectos acadêmicos, quanto administrativos. Compete ao comitê eleito reunir, sistematizar e tornar claros todos os resultados da avaliação, para que possam ser entendidos e analisados por todos e para que cada um possa fazer uma introspecção e realizar a autoavaliação da sua participação nas atividades desenvolvidas pela escola. O modelo de relatório de avaliação deverá estar baseado em três grandes dimensões da avaliação: a) Enfoque, que se refere aos procedimentos ou métodos que a instituição utiliza para alcançar os propósitos considerados nos itens: Utilizou a ferramenta adequada? São sistemáticos e integrados? Inclui ciclos de avaliação e melhoria? b) Aplicação, que se refere à extensão na qual os enfoques são aplicados a todas as áreas ou atividades relevantes consideradas nos itens: Todos os setores da escola foram envolvidos? Todos os processos foram incluídos? Incluiu todas as características dos produtos e serviços? c) Resultados, que se refere ao produto e afeta o alcance dos propósitos considerados nos itens: Existem tendências ou possibilidades de melhoria? Há possibilidade de sustentação do desempenho? No modelo abaixo, devem ser incluídos todos os aspectos constantes nos formulários de avaliação. Poderão ser específicos ou reunidos em grandes grupos que integram questões similares. O primeiro exemplo apresenta aspecto específico. O segundo é genérico e representa todos os itens afins. Cabe à direção e ao comitê definir a forma de apresentação do relatório final do processo de avaliação. 12 Educação Profissional :: Pontos de partida

11 Proposta de Modelo de Relatório Conclusivo ASPECTOS AVALIADOS RESULTADOS PERCENTUAIS OU NUMÉRICOS OBTIDOS ANÁLISE CRÍTICA DO RESULTADO IMPACTO CAUSADO PELO RESULTADO AÇÕES DE MELHORIA PROJETADAS Sinto-me comprometido com a escola (Item específico) 32% sentem-se comprometidos 68% não se sentem comprometidos. 68% dos colaboradores não se sentem comprometidos com a escola. Surpresa pelo fato de não ter havido nenhuma manifestação de insatisfação. Trazer todos os colaboradores para a participação na reavaliação do planejamento estratégico. Clima institucional (Item genérico: o clima institucional pode ser avaliado por meio de vários outros itens.) Serão compostos pela média dos resultados de todos os itens O somatório de todos os percentuais dos itens que tratam do clima organizacional mostra que ele é muito bom. Euforia. É a confirmação da expectativa. Ampliar cada vez mais a participação dos colaboradores no processo de gestão da escola. 5. ANÁLISE CRÍTICA DOS RESULTADOS A análise crítica poderá ser realizada pelos grupos de discussão em relação a todos os resultados obtidos, os quais serão consolidados em relatório único. Esta análise é elemento integrante do relatório conclusivo do processo de Avaliação da Gestão Institucional. A discussão e a análise dos resultados são oportunidade ímpar de iniciar um processo contínuo de planejamento, de ação, de avaliação e de re-planejamento, tornando-se uma atividade permanente na escola, conforme o fluxograma que segue: FASE FLUXO- GRAMA ETAPAS OBJETIVO Planejamento 1 IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA Definir claramente o problema e reconhecer sua importância. 2 OBSERVAÇÃO Investigar caracte-rísticas e causas específicas do problema sob todos os pontos de vista possíveis. 3 ANÁLISE Descobrir as principais causas que geraram o problema. 4 PLANO DE AÇÃO Elaborar um plano para aniquilar as causas que geraram o problema. AÇÃO 5 AÇÃO Implantar a ação planejada para estancar as causas do problema. Avaliação Institucional na Educação Profissional 13

12 FASE FLUXO- GRAMA ETAPAS OBJETIVO AVALIAÇÃO 6 VERIFICAÇÃO Acompanhar todas as etapas para verificar se o bloqueio foi efetivo. O PROBLEMA FOI RESOLVIDO? NOVA 7 PADRONIZAÇÃO Prevenir o reaparecimento do problema. AÇÃO 8 CONCLUSÃO Recapitular todo o processo de solução do problema para trabalho futuro. 6. REFERENCIAL TEÓRICO 6.1. A gestão de processos Tudo parece estar andando bem quando, ninguém sabe de onde, começam a surgir coisas que incomodam: tudo anda muito lentamente, os colaboradores parecem estar desmotivados, surgem as crises de liderança, a comunicação não é boa e o clima institucional também não. Todos descobrem que estas coisas aconteciam rotineiramente, muitas vezes de forma velada, e que agora todos classificam como uma crise. Está na hora de mudar os processos internos. Toda e qualquer organização que busca o sucesso em seu empreendimento não pode deixar de atentar para a eficiente gestão de seus processos, visto que toda a atividade realizada em um trabalho qualquer sempre faz parte do processo. Sua visão clara e objetiva fornece o aspecto dinâmico que permeia toda a organização. Por gestão de processos, entende-se o conjunto de atividades sequenciais às quais se agregam valores de forma constante e progressiva, com o objetivo de obter determinados resultados e atender às expectativas tanto dos clientes internos como dos externos. É um conjunto de atividades relacionadas com o objetivo final da escola, ou seja, disponibilizar para os alunos um processo de ensino-aprendizagem que inclui o que existe de melhor. Portanto, a gestão de processos é imprescindível para a sobrevivência da escola, que vive e sobrevive em um ambiente extremamente competitivo. O grau de evolução dos processos determina o potencial da escola. Como em todo e qualquer processo, a participação da totalidade dos colaboradores é imprescindível. Para tal, quatro aspectos que fazem parte dos fatores críticos de sucesso precisam ser abordados constantemente: Objetivos: o estabelecimento destes somente terá validade quando forem acompanhados das características de clareza e da possibilidade de mensuração. Compromisso: todo e qualquer processo que não atingir um elevado índice de compromisso, partindo da alta gestão e perpassando todos os setores, poderá apresentar falha e não retratar a realidade. Envolvimento: é uma forma de criar e manter o compromisso de todo o corpo institucional, bem como abrir caminho para a aceitação de todas as mudanças propostas com base no diagnóstico a ser realizado. Comunicação: a comunicação interna estreita em relação a todos os acontecimentos e proposições ajuda a melhorar o clima organizacional e constitui-se na porta de entrada 14 Educação Profissional :: Pontos de partida

13 para a formação do compromisso de todos os colaboradores. A gestão de processos inclui atividades básicas, as quais, ao serem postas em prática, garantem benefícios no que tange à potencialização dos resultados. ATIVIDADES Identificar Documentar Medir e simular Melhorar Gerir BENEFÍCIOS O processo de identificação nos mostrará o que precisamos atacar primeiro e quais são os nossos maiores problemas, que emperram o processo. Permite ter uma visão global da escola e compreender melhor qual é a sua parcela de contribuição necessária. O registro não somente constrói a história da escola, mas disponibiliza as informações necessárias para o processo de decisão, facilita a comunicação e mantém um acompanhamento da evolução dos processos. Os resultados quantitativos definirão os fatores críticos de sucesso, custos, prazos e o potencial de melhoria disponível. A melhoria requer otimização de recursos e de tempo e a mudança dos principais processos internos da escola. As melhorias aparecerão gradativamente com a renovação do ciclo de planejamento, ação efetiva, avaliação do que foi feito e a consequente realimentação do processo. a) Parâmetros de excelência Parâmetro é definido como uma variável para a qual se fixa ou se atribui um valor e por intermédio da qual se definem outros valores ou funções num dado sistema ou caso. Em se tratando de escolas, os parâmetros terão duas vertentes: a da excelência técnica, voltada para a competência técnica, conhecimentos e habilidades para desempenho de determinada função, e a da excelência das relações humanas, direcionada para a formação integral do ser humano em termos de caráter, personalidade, ética, valores e relações interpessoais. Esta vertente busca a formação de um ser humano íntegro, que respeita e convive com as diferenças individuais, que tem uma postura ética coerente, que está envolvido e comprometido com o trabalho, que busca a decência e a ordem na organização e na realização do trabalho. Ser Encontrar-se como pessoa que tem uma função a ser exercida, que tem importância no contexto social. Saber ser Conviver com as pessoas, principalmente com as diferenças individuais, valorizando-as e sabendo trabalhar de forma cooperativa. Aprender Buscar o desenvolvimento de competências e habilidades úteis que o tornem apto a enfrentar o mercado competitivo. Saber fazer: É a competência técnica posta em prática. É saber aplicar os conhecimentos e as habilidades adquiridas. Assim, os principais parâmetros de excelência definidos para instituições educativas podem ser resumidos em seis segmentos básicos: a) gestão escolar baseada na direção por valores e pela ética; b) gestão escolar que busca a qualidade com competitividade; Avaliação Institucional na Educação Profissional 15

14 c) gestão escolar que tem como objetivo fundamental a difusão, a criação e a recriação do saber; d) gestão escolar que incorpora novas e avançadas tecnologias; e) gestão escolar preocupada com metodologias de educação modernas, voltadas para centros de excelência. b) Indicadores de desempenho O Programa de Avaliação da Gestão Institucional será avaliado pelos indicadores abaixo relacionados. Outros poderão ser incluídos de acordo com critérios próprios de cada escola, sugeridos pelos diferentes grupos de discussão. 1. Eventos de sensibilização realizados 1.1. Número de eventos de sensibilização realizados com o corpo institucional; 1.2. Número de eventos de sensibilização realizados com a comunidade externa. 2. Adesão ao programa 2.1. Quantitativo de colaboradores que participaram da sensibilização; 2.2. Quantitativo de colaboradores sensibilizados a participar do programas. 3. Instrumentos de avaliação preenchidos Número de instrumentos preenchidos pelo corpo administrativo; Número de instrumentos preenchidos pelo corpo acadêmico; Número de instrumentos preenchidos pela comunidade externa. 4. Geração de mudanças Programas de melhoria e mudança dos processos internos implantados com base nos resultados do processo de avaliação; Programas de extensão/integração com a comunidade implementada; Ações e melhoria sugeridas pelos colaboradores e pela comunidade externa. c) Teoria e prática O processo de Avaliação da Gestão Institucional é dinâmico e implica a participação efetiva, adquirida de forma voluntária, de todo o corpo institucional da escola. Devem ser rechaçadas todas as formas de convencimento não legais ou uso de modelos coercitivos. A adesão deve estar pautada única e exclusivamente na vontade de cada envolvido em contribuir para a melhoria de processos e do desempenho individual e institucional. O programa irá avaliar todos os processos internos. Por isso, não pode estar na prateleira dos projetos secundários, mas deve ser o programa que fornece subsídios para os demais, garantindo-lhes subsídios em forma de informações corretas e atualizadas em relação a tudo o que envolve a escola. Todos os processos serão avaliados também pela comunidade que representa o contexto social da escola ou segmentos dela. A avaliação externa compreende também o convite às organizações e a profissionais que possuem expertise no assunto, para que implementem uma avaliação isenta de qualquer interferência de origem interna ou externa da escola. Grego (1999) propõe a avaliação democrática e orientada para a autogestão, proposta esta compartilhada por Marco Segone (2002) do Unicef do Brasil. Segundo o Unicef, a ava- 16 Educação Profissional :: Pontos de partida

15 liação democrática é um processo que tenta determinar, tão sistemática e objetivamente quanto possível, a relevância, a efetividade, a eficiência, a sustentabilidade e o impacto das atividades à luz de objetivos específicos. Essa definição remete o processo de Avaliação da Gestão Institucional para três enfoques básicos: o modelo de avaliação para a tomada de decisão, de orientação qualiquantitativa, proposta por Stufflebeam e Webster (1991); o paradigma de avaliação democrática, conforme proposição de Mac Donald (1975) e Elliot (1991); e o paradigma de avaliação institucional crítica e transformadora de Kemmis (1989). Todos os enfoques envolvem propósitos como: resolução de problemas e tomada de decisão; responsabilidade positiva e excelência; construção de conhecimentos e desenvolvimento de capacidades; aprendizado, mudança organizacional e planejamento estratégico. O enfoque de avaliação orientada para a tomada de decisão enfatiza a participação de todos no processo, tais como o corpo docente, o discente e o técnico administrativo, além de conselhos deliberativos e assessores, os quais devem decidir o que avaliar e como utilizar os resultados da avaliação. Entendida como um serviço de informação para toda a comunidade sobre as características de seu trabalho e de seus projetos acadêmicos, a avaliação tem como principal vantagem encorajar a comunidade escolar a utilizar a avaliação de modo contínuo e sistemático em seus esforços de planejar e implementar projetos e programas (STUFFLEBEAM e WEBSTER, 1991). A metodologia de avaliação democrática enfatiza a relevância da informação para os sujeitos efetivamente interessados nos programas avaliados, os quais serão por ela afetados; e da utilidade dos resultados gerados por ela para todos os interessados. Para garantir a relevância das informações nesse enfoque, dá-se poder aos diferentes grupos participantes para decidir que informações devem ser coletadas, o que garante o envolvimento de uma diversidade de prospectivos usuários no planejamento e na condução do estudo (WEISS, 1989). O pressuposto é que essa forma de participação efetiva, de decisão sobre o que avaliar, tende a aumentar o compromisso dos participantes na utilização dos resultados da avaliação. Na perspectiva crítica e transformadora, a avaliação é entendida como um processo que visa a contribuir de forma contínua, orgânica e reflexiva para o debate e a intervenção em projetos e programas. Quando se busca dar conta da análise e da transformação em programas e projetos institucionais, verifica-se que a avaliação é um processo complexo, não apenas pelas dificuldades instrumentais, mas principalmente pelas questões que suscita, que necessitam de discussão e avaliação. A avaliação significativa nos obriga a levantar as grandes questões sobre os fundamentais temas da universidade e nos impele a respondê-las, atribuindo-lhes juízo de valor (DIAS SOBRINHO, 2000). Vale ressaltar que todo o processo precisa ser conduzido dentro de uma visão holística e interdisciplinar, devendo dar ênfase à inclusão e à participação de todos e de forma horizontal, nunca hierarquizada. Somente dessa maneira se conseguirá a interiorização do processo e das práticas de avaliação na escola. O processo democrático de avaliação propicia, ainda, que a responsabilidade por ele, o controle e a tomada de decisão sejam dos parceiros. Portanto, todas as ações do processo devem estar sustentadas pelos quatro princípios a seguir. Avaliação Institucional na Educação Profissional 17

16 O princípio da globalidade parte do pressuposto de que precisam ser avaliados todos os aspectos, os setores e os colaboradores envolvidos. Todos têm uma função a desempenhar e uma forma de contribuir para o sucesso do empreendimento. O principal pilar de sustentação do processo de Avaliação da Gestão Institucional é a aceitação. Significa apoiar e participar de todas as ações com vistas às melhorias do processo. Tudo o que é feito com base em normas e procedimentos legais anteriormente discutidos e aprovados democraticamente tem maiores chances de apresentar os resultados desejados. Este é o princípio da legitimidade. Para que o processo seja legítimo, é requerida a participação de todo o corpo institucional, além de que a sua participação esteja fundamentada numa decisão pessoal; A adesão ao processo de avaliação é o quarto princípio. Todos os colaboradores estão fisicamente ligados à escola através de contrato. É preciso ligar-se emocionalmente, manifestando aprovação e aceitação dos processos de melhoria democraticamente concebidos e implementados. A avaliação sempre terá o significado de julgamento de valor, podendo haver diferentes e múltiplas interpretações e valorações para o mesmo fato ou questão. Assim, precisamos considerar também que existem diferentes formas de emitir ou exteriorizar o julgamento, quais sejam: a) pessoal/subjetivo; e b) consensual. Compreendendo a forma original que envolve a percepção individual, temos o julgamento pessoal e subjetivo. É o estágio inicial cujo resultado será somado aos demais julgamentos, para se chegar ao julgamento consensual, ou seja, o somatório de todos. Deve ser reconhecido por todos que o Programa de Avaliação da Gestão Institucional nunca será um programa acabado. Antes pelo contrário, deverá estar em constante construção, com propósito de atender às demandas diárias, que, com o engajamento de todos, virão de todos os setores Abordagem metodológica O processo de avaliação da Gestão Institucional será qualiquantitativo, isto é, os aspectos quantitativos fazem parte do processo, ao serem utilizados como informações importantes, mesmo que muitas vezes secundárias, mas capazes de confirmar as conclusões obtidas na abordagem qualitativa. A abordagem qualitativa pressupõe a utilização de técnicas e instrumentos que darão informações mais profundas e úteis à avaliação, além de facilitarem a maior participação de indivíduos envolvidos, tornando o próprio ato de avaliar um momento simultaneamente pedagógico e científico, bem como de potencialização dos recursos humanos. Necessariamente todo o processo de avaliação será organizado em etapas interdependentes, não necessariamente coincidentes, mas complementares entre si Procedimentos metodológicos Os procedimentos metodológicos, no que se refere à avaliação interna, estão baseados em um roteiro de entrevistas previamente estruturado. O oferecimento de respostas às questões da entrevista poderá ser feito de duas formas distintas: a) Em grupos de discussão, formados por, no máximo, dez colaboradores, com a defini- 18 Educação Profissional :: Pontos de partida

17 ção de um colaborador mediador da discussão. Esta metodologia já antecipa o julgamento consensual em relação aos itens abordados. b) Cada colaborador apresenta os resultados com base em seu julgamento, individual. Neste caso, o grupo de discussão para exteriorização do julgamento consensual constituise numa etapa posterior. Quando da formação de grupos de discussão, é importante respeitar a afinidade. Este procedimento será decisivo em termos de sensibilização e aceitação do programa proposto. O grupo responde de forma mais positiva do que o enfrentamento individual, quando se trata de um programa ou atividade inovadora. Em se tratando da avaliação externa, os mesmos procedimentos poderão ser adotados. Para facilitar os trabalhos, os grupos de discussão poderão ser formados por afinidade, tais como: grupo dos egressos; grupo das organizações que receberam estagiários; grupo das pessoas que foram atendidas por profissionais egressos das escolas; grupo de pessoas escolhidas aleatoriamente. É importante também que o comitê não imponha nenhuma dinâmica específica aos grupos para a realização dos trabalhos. A definição da dinâmica faz parte da integração do grupo e do fortalecimento do processo de adesão ao programa de avaliação. Cada grupo de discussão, ao concluir os trabalhos, indicará um representante, que participará da elaboração do relatório dos grupos, bem como do relatório circunstanciado, o qual, como espelho, refletirá a realidade institucional na ótica do seu corpo institucional. Em se tratando da avaliação dos grupos externos, é importante que, na realização da interface com a escola, para cada representante de grupo externo, seja destinado um representante interno. É de bom alvitre que, a cada novo processo de avaliação, sejam eleitos novos representantes de grupo. Visões e enfoques diferenciados fazem parte de um processo de avaliação. Os procedimentos a serem adotados para a implementação do Programa de Avaliação da Gestão Institucional seguirão os seguintes procedimentos: sensibilização do corpo institucional para a importância da implantação do Programa de Avaliação da Gestão Institucional; eleição e instalação oficial do Comitê Permanente de Avaliação da Gestão Institucional Copeagi; diagnóstico da atual situação das escolas pertencentes ao Núcleo de Educação Profissional da Secretaria de Educação do Estado do Tocantins, nas dimensões de ensino e gestão; definição do programa de Avaliação da Gestão Institucional, tendo como base os princípios norteadores estabelecidos pela Secretaria de Educação, por intermédio do Núcleo de Educação Profissional, os diretores das escolas e a missão dos estabelecimentos; sensibilização dos corpos docente, técnico e administrativo das escolas e da comunidade, para que o processo resulte em melhorias efetivas; reforço, junto aos atores envolvidos no processo, do compromisso com a excelência no serviço prestado; formação do processo de autocrítica das escolas, como evidência da vontade política de autoavaliação, para garantir a qualidade das ações acadêmica e administrativa, mos- Avaliação Institucional na Educação Profissional 19

18 trando as vantagens individuais e institucionais da adesão ao programa; transformação do Programa de Avaliação da Gestão Institucional em um instrumento de superação individual e coletiva de limitações; estabelecimento de indicadores de desempenho que conduzam a permanente e sistemática melhoria de qualidade do ensino e da gestão escolar, tendo como base as diretrizes estabelecidas pela Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Tocantins, do Núcleo de Ensino Profissional e da missão das escolas; sensibilização e motivação do corpo institucional e da comunidade para a necessidade da implantação do programa; definição da equipe de avaliadores externos; construção dos instrumentos de coletas de dados para diagnóstico institucional, da avaliação interna e externa; realização da avaliação com o corpo docente, o discente e o técnico-administrativo; realização da avaliação com a comunidade externa; tabulação e tratamento estatístico dos dados coletados em todos os setores e da comunidade externa; interpretação dos resultados com base no referencial teórico; apresentação dos resultados obtidos para servirem de ferramenta gerencial e subsidiar projetos de melhoria nas áreas apontadas pela avaliação como sendo as mais deficitárias; publicação e divulgação dos resultados finais obtidos entre os colaboradores internos e a comunidade externa; elaboração e implementação de programas e ações de melhoria, tendo como base os resultados obtidos; avaliação e reavaliação do Programa de Avaliação da Gestão Institucional Análise dos resultados A análise dos resultados será qualitativa e quantitativa. A análise qualitativa prevê o seguinte: a) roteiros elaborados sobre situações específicas de cada setor, no sentido de buscar abrangência em relação aos quesitos avaliados; b) intervenções de apoio por parte do comitê, tanto em termos de incentivo à adesão ao processo como em termos de dificuldades que surgirem no decorrer do processo; c) promoção da análise e da comparação dos elementos com base em dados reais de cada grupo, discutidos internamente; d) inserção, no relatório final, das manifestações individuais e de grupo, tanto positivas como negativas, cujos elementos serão futuramente comparados, para detectar evolução ou não. Os aspectos quantitativos, por sua vez, podem ser resumidos em: a) incorporar à análise dos resultados da avaliação todos os dados secundários, resultado dos formulários de diagnóstico institucional; b) construção de um banco de dados, permanentemente alimentado, o qual complementará e agregará informações aos aspectos qualitativos; c) construção do relatório final, com a incorporação dos relatórios parciais de cada setor, atrelados aos formulários de avaliação. 20 Educação Profissional :: Pontos de partida

19 6.5. Implementação de programas de melhoria Após a realização da avaliação no âmbito da escola, bem como com a comunidade, serão consolidados os resultados e implementados programas de melhoria, de forma a atender a duas vertentes: a) busca de soluções e melhorias mediante projetos e ações que visem ao resgate dos pontos que obtiveram avaliação negativa ou deficitária; b) busca de soluções e melhorias mediante projetos e ações que visem à manutenção e à melhoria dos pontos que tiveram avaliação positiva. Vale ressaltar que ações e projetos de melhoria não necessariamente precisam abranger todos os pontos com avaliação negativa. A direção, o comitê e os representantes, em um fórum permanente de discussão, poderão deliberar quais são os pontos prioritários e estabelecer cronograma baseado em prioridades. 7. ETAPAS As etapas abaixo relacionadas constituem o principal roteiro para implementação do Programa de Avaliação da Gestão Institucional. Sequência lógica e ordem cronológica são aconselhadas, o que permitirá aos colaboradores a melhor visualização das etapas e os respectivos significados Sensibilização Os fatores tradicionais de produção terra, mão-de-obra e até dinheiro, pela sua mobilidade, não mais garantem vantagem competitiva. Ao invés disto, o gerenciamento tornou-se o fator decisivo de produção. (Peter Drucker) Para a boa gestão, é preciso ter a participação efetiva de todo o corpo institucional. Para conseguir esta participação, o fundamental é que seja desencadeado um bom programa de sensibilização deste corpo institucional em relação àquilo que dele se espera ou de como se espera a sua participação no processo. A etapa da sensibilização compreende a busca do envolvimento da comunidade acadêmica, da técnico-administrativa e da comunidade externa, para conhecer as necessidades gerenciais e específicas da escola por estas apontadas. Dados, informações e sugestões por elas trazidas subsidiarão todas as ações e se constituirão no marco de qualidade que conduzirá a escola ao autoconhecimento, o qual servirá de base para a tomada de decisão quanto à melhoria da qualidade acadêmica e de serviços. Esta etapa consiste na realização de seminários, encontros, palestras, distribuição de notas informativas e outros, para a conscientização de todos os envolvidos no processo sobre a Avaliação da Gestão Institucional, com o objetivo de sensibilizar a comunidade acadêmica (professores, estudantes, ex-alunos e funcionários técnico-administrativos) e a sociedade para o entendimento e a participação no processo. Avaliação Institucional na Educação Profissional 21

20 O objetivo principal desta etapa é promover o acolhimento e a construção participativa de todo o processo. Levando-se em consideração que cada nova etapa é uma parte do todo e busca atingir objetivos globais, sugere-se um processo de sensibilização logo no início de cada uma delas. Isso contribuirá muito para que cada um dos envolvidos se aproprie tanto do processo de construção quanto das informações e a sua utilização para implementação de melhorias. É recomendável, também, que resultados anteriormente alcançados sirvam de subsídio para a sensibilização da nova etapa. Se os resultados anteriores forem positivos, será um estímulo natural à busca de novos resultados positivos; se os resultados forem negativos, estes deverão ser utilizados como estímulos à superação e à melhoria. A etapa da sensibilização acontece na prática por intermédio de reuniões com a alta gerência, para que se tenha o respaldo necessário para todas as ações, reuniões com os responsáveis da totalidade de setores da escola, a fim de que também adotem a ideia, seminários, palestras, folders, jornais comunitários, comunicações internas e toda sorte de iniciativas criativas, de modo a atingir globalmente os colaboradores internos e a comunidade externa e dizer o que é, como será feito e quais as vantagens que todos terão, ao participar do processo. Significativos são os relatos de experiência por parte de representantes de outras instituições da mesma área, que já implantaram o processo e vislumbram os benefícios que o processo trouxe para a gestão interna da instituição e a sua imagem perante a comunidade na qual está inserida. Sensibilizar, por definição, significa tornar sensível, receptivo, atrair a atenção, suscitar reação, tornar sensível à ação de qualquer agente. Este é um processo que não se consolida com a ação isolada de um pequeno grupo ou por imposição da alta gerência. Este é um processo essencialmente democrático e participativo Diagnóstico O diagnóstico é o elemento principal da prevenção, que deve preceder o planejamento das ações. (Peter Drucker) O diagnóstico é o princípio da mudança em qualquer instituição e busca fornecer subsídios para construir coletivamente os indicadores institucionais que vão dar a base aos projetos para estruturar os projetos de melhoria contínua. Tais projetos visam a solucionar problemas institucionais específicos e impressionar positivamente as ações em andamento e a programação das futuras ações. O verdadeiro diagnóstico exige um esforço de quantificação difícil de realizar em caso de falta de memória das escolas. Pressupõe estatística, mas é, antes de tudo, um processo de reflexão e julgamento a propósito de tais estatísticas, agrupadas em indicadores que carregam significados e valores. Os dados, os índices estatísticos, as equações constituem marcos e objetivos de referência com base nos quais é mais fácil efetuar as análises e as avaliações qualitativas, do que as que se realizam no vazio e sem fatos que as apoiem. Chama-se atenção para o fato de não confundir avaliação com quantificação, nem estabelecer ruptura entre aspectos quantitativos e qualitativos. Os objetivos do diagnóstico podem ser resumidos nos que seguem: examinar o funcionamento da escola mediante o levantamento de informações que permitam conhecer o estágio atual do seu desenvolvimento; 22 Educação Profissional :: Pontos de partida

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