CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS NOME DO PROJETO ORGANIZAÇÃO PROPONENTE

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1 CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS NOME DO PROJETO EDUCAÇÃO, CIDADANIA E CULTURA DA VIDA ORGANIZAÇÃO PROPONENTE FUNDAÇÃO HERMON

2 CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE SUMÁRIO ITEM. Pág. PARTE I - INFORMAÇÕES CADASTRAIS. PARTE II - PERFIL DA ORGANIZAÇÃO MISSÃO DA ORGANIZAÇÃO HISTÓRICO AÇÔES DESENVOLVIDAS, PERFIL DO PÚBLICO-ALVO E NÚMERO DE PESSOAS ATENDIDAS PARCERIAS INSTITUCIONAIS. PARTE III INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO RESUMO DO PROJETO JUSTIFICATIVA PÚBLICO ALVO OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS METAS DO PROJETO METODOLOGIA AVALIAÇÃO. PARTE IV PLANO DE INVESTIMENTOS ORÇAMENTO CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO. PARTE V ANEXOS.

3 CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE PARTE I - INFORMAÇÕES CADASTRAIS ORGANIZAÇÃO PROPONENTE ENDEREÇO Rua dos Ilhéus, 38 Edifício Aplub, Sala Florianópolis-SC BAIRRO Centro - CEP TELEFONE (48) SITE CNPJ /0001/97 INSCRIÇÃO CMDCA 105/2012 CMAS 112/03 UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL LEI Nº DE 01/11/2002 UTILIDADE PÚBLICA ESTADUAL LEI Nº DE 22/12/2003 UTILIDADE PÚBLICA FEDERAL PORTARIA Nº 540 DE 18/04/2006 ENTIDADE BENEFICENTE ASSIT. SOCIAL MINIST. EDUC. PORT. Nº 740 DE 06/10/11 DIRETORIA EXECUTIVA NOME WALMOR BACKES SIDNEY DIAS JUNIOR PAULO ROBERTO KAESEMODEL PAULO HENRIQUE SIMON CARGO DIRETOR PRESIDENTE VICE PRES. ADMINISTRATIVO VICE PRES. FINANCEIRO VICE PRES. PEDAGÓGICO

4 RESPONSÁVEL PELO GERENCIAMENTO DO PROJETO NOME CARGO WALMOR BACKES DIR. PRESIDENTE

5 CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ÁREA DE ATUAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO X EDUCAÇÃO X CULTURA/ARTES/ESPORTES X SAÚDE X DIREITOS HUMANOS X ASSISTÊNCIA SOCIAL X GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA PARTE II - PERFIL DA ORGANIZAÇÃO 2.1. MISSÃO DA ORGANIZAÇÃO. Atuar com ênfase nas áreas de educação, saúde e assistência social, visando aprimorar a qualidade de vida da gente catarinense com trabalho de qualidade, transparência, realizando com eficiência administrativa HISTÓRICO. A Fundação Hermon surgiu da percepção de um determinado grupo de pessoas, sobre a importância da educação na formação dos indivíduos. Sua criação tem como objetivo principal propiciar uma melhor qualidade de ensino a uma apreciável parcela de jovens desassistidos da nossa comunidade, através de um trabalho conjunto, tendente a

6 robustecer, cada vez mais o sentimento de proteção e prevalência da família, célula mãe dos valores morais da sociedade. Proporcionando à sociedade Catarinense a oferta de oportunidades educacionais em unidades de ensino, cuja proposta pedagógica resgate à um só tempo, valores de uma educação tida como tradicional e contemple os avanços das mais recentes teorias educacionais e da tecnologia postas a serviço da construção de uma escola eficaz, voltada para o sucesso escolar de seus alunos, preparando-os para o prosseguimento de seus estudos em níveis mais elevados e tornando-as pessoas capazes de compreender o mundo a sua volta, bem como de transformá-lo para melhor. Subjacente a esta proposta, valores de ordem moral e espiritual, estabelecem um direcionamento seguro para as práticas pedagógicas, tendo em vista o alcance dos fins almejados, para que as crianças saiam de nossas escolas aptas, seguras e motivadas para contribuir para a valorização humana e o desenvolvimento econômico e social, apoiados sobretudo: a) no respeito aos princípios da liberdade, da igualdade e da fraternidade; b) na validade da cultura e da investigação para as grandes transformações sociais, econômicas e políticas que a nação tanto clama; c) na importância do desenvolvimento integral da criança e do homem, para a esquematização de um trabalho onde estejam destacados o respeito aos sublimes valores da moral, do civismo, da família, da justiça, da pátria e da dignidade humana. d) na oportunidade de aparecer uma instituição que além de se preocupar com o lado espiritual da criança no processo de sua formação, também dê asas ao intercâmbio e à cooperação, envolvendo e se valendo para isso do ensino de artes, das letras, incentivando a participação comunitária e, levando aos Poderes Instituídos, a construção de uma sociedade alicerçada no respeito, na honestidade individual e institucional, na dignidade humana e na paz social.

7 CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE PARTE III INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO NOME DO PROJETO EDUCAÇÃO, CIDADANIA E CULTURA DA VIDA 3.1. RESUMO DO PROJETO. O objetivo é apresentar um projeto didático pedagógico que promova o debate dialógico e proporcione o desenvolvimento da auto-estima e a convivência pacífica, para uma ressocialização dos jovens que cumprem medidas sócio-educativas. Os conteúdos estão organizados em três eixos de maneira a possibilitar o aprofundamento do tema central: Educação, Cidadania e Cultura da Vida, que remete aos fundamentos filosóficos culturais que permitem a compreensão da noção de cidadania e qualidade de vida. O referido projeto trará como benefício social a formação do caráter, a ressocialização, para a consciência eco-relacional, levantamentos de habilidades e competências para o mercado de trabalho, buscando suprir carências na área de reinserção de jovens em situação de vulnerabilidade social. E a avaliação dos processos contínuos e diversificados, sempre que possível de forma dialógica.

8 A educação é responsabilidade do estado, entretanto, a sociedade não pode se omitir. É neste contexto que nos inserimos, igualmente como membros do estado e agentes JUSTIFICATIVA. A educação é um direito humano fundamental. O acesso ou não a esse direito atua ora como causa ora como conseqüência da pobreza e da exclusão social. O Brasil apresenta uma elevada desigualdade social com um padrão de desenvolvimento excludente histórico. Até o final do século XX, as políticas de desenvolvimento social do país, em particular aquelas da área da educação, eram direcionadas ao atendimento da maioria da população. Esta se concentra nas áreas urbanas, onde também se encontram, predominantemente, indústrias, escolas, postos de saúde e outros equipamentos sociais. Essa concentração de serviços públicos tem favorecido a exclusão social, o acesso restrito à educação, saúde e trabalho. Outros fatores determinantes da exclusão social de grande importância estão associados ao padrão cultural da sociedade brasileira onde prevalecem discriminações de natureza racial, étnica, de gênero e tantas outras, configurando verdadeiros obstáculos aos processos de mobilidade social. A Educação, como mecanismo de transmissão, reprodução e apropriação do conhecimento tem um papel fundamental na disseminação de informação sobre as questões tratadas pelos temas da diversidade, cujo eixo fundador baseia-se na garantia dos direitos fundamentais e na dignidade humana, condições essenciais para o enfrentamento das desigualdades e para a promoção da mobilidade social. Ações interministeriais têm orientado suas políticas de estado para incidir nos excluídos a partir de uma ótica da promoção dos direitos humanos e de uma Cultura da Vida, fornecendo ferramentas para sua ressocialização e para o reconhecimento dos diversos saberes, garantido a segurança por meio de métodos preventivos. Um exemplo é o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) do Ministério da Justiça. Tal programa atua em diálogo com os estados, reconhecendo a importância dos municípios para o combate, prevenção e erradicação da criminalidade local. Apoiando-se nestas iniciativas a proposta do curso de formação Educação, Cidadania e Cultura da Vida visa promover o debate sobre a educação como um direito fundamental, a desenvolver a autoestima e a convivência pacífica, possibilitando tornaremse capazes de atuar como multiplicadores da Cultura da Vida. Esse processo contribuirá também para a formação de um senso crítico, melhorando o seu comportamento na vida

9 carcerária, garantindo a todos sem qualquer distinção, a promoção da cidadania, da igualdade de direitos e do respeito à diversidade sócio-cultural, étnico-racial, etária e geracional. A falta de formação e qualificação destes sujeitos apresenta-se como um problema social, por meio da inserção dos temas da diversidade transversalmente com temas relacionados com os direitos humanos; a educação ambiental, a diversidade étnico racial, acreditamos que com estes podemos contribuir para restabelecer vínculos sociais saudáveis. Desenvolver novas aptidões e competências para interagir socialmente e estar apto para integrar-se ao mercado de trabalho. Esses jovens têm como principal desafio a reconstrução de seus sonhos para perceber a possibilidade de participarem da vida em sociedade. Com a necessidade de garantir a efetivação do direito à educação e cidadania, novas políticas de participação são estabelecidas e gerando condições para a emancipação e afirmação dos jovens. O curso, objeto dessa proposta, envolve 390h de formação distribuídas em módulos temáticos que abrangem aspectos importantes da educação e cidadania e visam fornecer ferramentas para auxiliar os jovens a enfrentar seus processos de ressocialização e inserção no mercado de trabalho, pautados na educação como direito fundamental e estratégico para a promoção do desenvolvimento humano e axiológico PÚBLICO ALVO. O projeto visa atender 30 adolescentes, sendo 15 do sexo masculino e 15 do sexo feminino, que cumprem medidas sócio educativas em unidade de internação OBJETIVO GERAL. Promover o debate dialógico, desenvolvendo a auto-estima dos adolescentes, por meio de oficinas e atividades pedagógicas, visando à transformação de suas realidades OBJETIVOS ESPECÍFICOS. 1- Introduzir a abordagem da Educação, Cidadania e da Cultura da Vida transversalmente aos diversos temas a serem tratados;

10 2- Oferecer seminários e palestras sobre os temas da Educação, Cidadania e Cultura da Vida; 3- Possibilitar aos adolescentes um senso crítico, melhorando seu comportamento na vida em sociedade; 4- Desenvolver oficinas socioeducativas para o desenvolvimento de valores (axiologia) e formação cidadã; 5- Capacitar os jovens suscitando o desenvolvimento de suas habilidades e competências enquanto agentes sociais para agirem no mercado de trabalho e; 6- Possibilitar aos participantes tornarem-se multiplicadores destes valores METAS DO PROJETO. 1) Garantir os direitos, e as prerrogativas da dignidade pessoal dos adolescentes, valendo-se dos meios propostos pelo projeto; 2) Empreender com atividades humanizadas contribuindo no processo de ressocialização; 3) Garantir o direito a cidadania; 4) Garantir o direito ao lazer e atividades culturais METODOLOGIA. Utilizaremos como aporte para o Projeto, uma concepção educacional que visa à formação integral do ser humano com plena cidadania e que têm no desenvolvimento sustentável seus principais desafios. Tal concepção, ao se dinamizar em torno do trabalho educacional integra não só o estudo dos valores, como também as ações do dia-a-dia. A metodologia será desenvolvida de forma presencial em encontros semanais a partir de oficinas, palestras considerando o processo de envolvimento e interação dos adolescentes no projeto. Serão desenvolvidos três eixos para possibilitar o aprofundamento dos temas, assim como a integração destas questões com outros temas transversais. Tais eixos dialogam com os temas centrais educação, cidadania e cultura da vida. Este curso visa integrar os adolescentes através de suas reflexões frente à comunidade em que serão novamente inseridos, objetivando a compreensão e a ressocialização dos mesmos no meio social. Nosso percurso se inicia com uma palestra introdutória sobre os

11 propósitos do projeto. Durante desenvolvimento do curso, terão início as oficinas e novas palestras sobre temas específicos. No decorrer do processo será iniciada a investigação temática sobre as histórias de vida dos jovens e o atual contexto em que se encontram relacionando-os com a CULTURA DA VIDA, seguindo o aprofundamento teórico-prático das temáticas mencionadas até a identificação das competências e habilidades para o mercado de trabalho. Serão realizados dois encontros semanais no período vespertino e dois encontros semanais no período matutino, com duração de 2 (duas) horas e 30 (trinta) minutos AVALIAÇÃO. A avaliação requer processos contínuos e diversificados. Igualmente, o curso como um todo necessitará de um processo de avaliação sistemático na busca de subsídios para reorientar as ações desenvolvidas. A avaliação, nesse sentido, tem como referência todo o contexto institucional de realização do curso. Este projeto de curso prevê uma pesquisa exploratória, em uma combinação de abordagem qualitativa e quantitativa, permitindo uma avaliação do processo de desenvolvimento do Curso, embasada em pressupostos da avaliação iluminativa de Parlett e Hamilton. A avaliação do Curso será concebida como um processo sistemático na busca de subsídios para o aprimoramento constante das ações desenvolvidas durante a sua execução. Portanto, tomaremos como ponto de partida todo o contexto em que se realizará o curso e não apenas a verificação do alcance dos objetivos propostos. Nesse sentido, faz-se necessário envolver todos os sujeitos participantes do curso. As avaliações serão realizadas no término de cada modulo e poderá levar a possível transformação e/ou reformulações na dinâmica do curso a partir do levantamento dos dados obtidos, com reuniões mensais com a diretoria da fundação. Dialogo permanente com a coordenação geral da instituição, bem como, sempre que possível que coordenação entender necessária, proceder à avaliação individual e grupal.

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