UNGASS/2016 CONTRIBUIÇÕES PARA O CONAD/MJ ABRAMD - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA MULTIDISCIPLINAR DE ESTUDOS SOBRE DROGAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNGASS/2016 CONTRIBUIÇÕES PARA O CONAD/MJ ABRAMD - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA MULTIDISCIPLINAR DE ESTUDOS SOBRE DROGAS"

Transcrição

1 UNGASS/2016 CONTRIBUIÇÕES PARA O CONAD/MJ ABRAMD - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA MULTIDISCIPLINAR DE ESTUDOS SOBRE DROGAS Encaminhado por Maria Fátima Olivier Sudbrack Presidente da ABRAMD fones: e Propostas para o Eixo 1- Drogas e Saúde 1. Concepção das políticas públicas de drogas de forma a favorecer a promoção dos direitos humanos universais, a saúde pública e o bem estar social. 2. Estabelecimento de políticas e ações de prevenção ao uso prejudicial de drogas com base em evidências científicas, respeito à diversidade, promoção à saúde e educação para a autonomia. 3. Acesso universal à atenção e ao tratamento qualificado para os usuários de drogas com base na livre escolha, na fundamentação científica, na humanização das práticas, na redução de estigmas, na garantia de sigilo ético e no respeito aos direitos humanos.

2 4. Estímulo às estratégias de articulação e fortalecimento das redes intersetoriais e interdisciplinares de atenção a usuários de substâncias e seus familiares. 5. Fortalecimento, nos diferentes níveis educacionais, da formação de profissionais para prevenção ao uso prejudicial e cuidado aos usuários de drogas e seus familiares com base em evidências científicas. 6. Ampliação de estudos e práticas voltados para a redução de riscos e vulnerabilidades associados ao consumo de álcool nas diferentes faixas etárias e contextos sociais, incluindo a formulação e fiscalização de leis sobre o assunto e o controle da publicidade. 7. Garantia de acesso igualitário a medicamentos essenciais, em particular remédios para dor a base de opiáceos. 8. Prioridade às ações redutoras de vulnerabilidades e redução de riscos associados ao consumo em diferentes contextos individuais e sociais considerando a multiplicidade de fatores que favorecem os problemas relacionados ao uso. 9. Aplicação de parte dos impostos arrecadados com a venda de sustâncias psicoativas na pesquisa científica para compreensão dos fenômenos psicossociais, na prevenção, tratamento e redução de danos. 10. Implementação de ações que facilitem o acesso a substâncias para uso medicinal e a regulamentação referente às classificações das mesmas.

3 11. Garantia de acesso aos serviços de redução de danos para usuários de drogas injetáveis e para os demais usuários com o objetivo de evitar a contaminação pelo HIV/Aids, Hepatites virais e outras doenças. 12. Regulamentação da testagem de substâncias. Propostas para o Eixo 2- Drogas e Delinquência 1. Descriminalização do uso de drogas e do porte para uso pessoal. 2. Fomento de políticas protetivas às crianças e adolescentes envolvidos com o comércio de drogas ilícitas, visto como uma forma de violência e de exploração do trabalho infantil. 3. Inclusão de políticas de garantia de emprego, renda, moradia, educação e saúde integral como parte fundamental na atenção a usuários de drogas. 4. Adoção de penas alternativas ao encarceramento, para pessoas em maior vulnerabilidade e para mães e provedoras da família. 5. Garantia de acesso aos procedimentos da justiça para as pessoas em conflito com a lei, em todas as faixas etárias e situações sociais e econômicas. 6. Favorecimento de estudos e ações que diminuam a discriminação e os estigmas geradores de violências, tanto às vítimas como aos agentes da criminalidade, especialmente jovens, negros e pessoas de baixa renda.

4 7. Reforço no estabelecimento de políticas públicas voltadas às necessidades das crianças, adolescentes e jovens, vulneráveis ao envolvimento no tráfico de drogas e outros crimes. 8. Promoção do protagonismo de adolescentes e jovens na criação de oportunidades de desenvolvimento social, diminuição de desigualdades econômicas e atenção às suas necessidades. 9. Fortalecimento de instituições democráticas que trabalhem para a diminuição da corrupção e diminuição da pobreza e marginalização. Propostas para o Eixo 3- Direitos Humanos 1. Descriminalização do uso de drogas e do porte para consumo pessoal. 2. Garantia da autonomia dos indivíduos para adesão a programas de tratamento e da possibilidade de convivência familiar e social durante o processo. 3. Abolição da pena de morte para todos os crimes relacionados às drogas. 4. Adoção da política de redução de danos com financiamento público e controle da garantia de abordagem com respeito aos direitos humanos. 5. Adoção de políticas públicas de atenção especial a grupos mais vulneráveis tais como negros, indígenas, mulheres, jovens, pessoas pobres ou em situação de rua. 6. Definição de políticas e práticas sobre drogas que respeitem a diversidade regional e cultural e a experiência histórica de natureza espiritual, terapêutica e lúdica.

5 7. Favorecimento da participação dos diferentes segmentos sociais na definição de políticas públicas e órgãos decisórios, incluindo os usuários de drogas. 8. Investimento nas pesquisas sobre as substâncias e seus usos e na definição de indicadores sobre o consumo de drogas, incluindo as quantidades objetivas que diferenciam em termos legais o uso e o tráfico. 9. Desenvolvimento de programas que assegurem os direitos das mulheres encarceradas por envolvimento com drogas, que considerem as diferenças de gênero e ofereçam assistência jurídica, social e de saúde, além da garantia de que tenham o direito de recusar entregar os filhos para adoção. 10. Garantia de coerência na política sobre drogas entre as diferentes agências e convenções da ONU. Propostas para o Eixo 4- Novos Enfoques 1. Respeito à soberania e autonomia dos países na definição de suas políticas nacionais sobre drogas, de acordo com os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos. 2. Revisão das políticas repressivas e estabelecimento de consensos que priorizem a eficácia comprovada na prevenção e no tratamento, a redução da violência, a segurança pública e o respeito aos direitos humanos. 3. Incentivo a novos experimentos e novas abordagens em relação a drogas atualmente ilícitas, considerando tanto os usos terapêuticos como os recreacionais.

6 4. Promoção das políticas de redução de danos na área de prevenção do uso prejudicial e de atendimento aos usuários de drogas. 5. Favorecimento da multidisciplinaridade nos estudos e iniciativas relacionados ao consumo de drogas. 6. Construção de novos indicadores para avaliação das políticas de drogas em vigor nos diferentes países. 7. Desenvolvimento e formação dos profissionais das áreas policiais e de segurança pública em geral, para ações humanizadas e de redução de riscos, com usuários de drogas. Propostas para o Eixo 5- Desenvolvimento Alternativo 1. Incentivo à formulação e implementação de políticas públicas de desenvolvimento social, assistência, escolarização e profissionalização dos adolescentes e jovens inseridos no comércio ilegal de drogas e explorados pelas organizações criminosas. 2. Garantia de acesso a serviços públicos de qualidade, nas áreas de saúde, educação, trabalho, moradia, transporte, segurança, cultura e lazer, que dêem condições de exercício pleno da cidadania da população e de desenvolvimento social e econômico das comunidades. 3. Implementação de políticas públicas que promovam a inserção no mercado de trabalho, a igualdade social e de gênero e a diminuição da violência e da inserção no comércio ilegal de drogas.

7 4. Estabelecimento de parcerias e cooperação regional e internacional na implementação de políticas públicas sobre drogas e no desenvolvimento de alternativas eficazes para o desenvolvimento local e global. 5. Respeito às culturas locais e regionais, reconhecendo o papel do uso de drogas como parte de processos sociais integradores. Brasília, 20 de outubro de Maria Fátima Olivier Sudbrack Presidente da ABRAMD

Secretaria Nacional de Segurança Pública

Secretaria Nacional de Segurança Pública Secretaria Nacional de Segurança Pública Mulheres da Paz Conceito do Mulheres da Paz O Projeto MULHERESDAPAZ é uma iniciativa do Ministério da Justiça, instituída pela Lei n 11.530/2007 e pelo Decreto

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS FEDERAIS LINHAS DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

CAPTAÇÃO DE RECURSOS FEDERAIS LINHAS DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS CAPTAÇÃO DE RECURSOS FEDERAIS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS 1. SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA - SENASP Gestão do Conhecimento e de Informações criminais; Formação e Valorização Profissional; Implantação

Leia mais

A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR

A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR Robson Rogaciano Fernandes da Silva (Mestrando-Universidade Federal de Campina Grande) Ailanti de Melo Costa Lima (Graduanda-Universidade Estadual

Leia mais

PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36

PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36 PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36 GESTÃO PÚBLICA Garantir ampla participação popular na formulação e acompanhamento das políticas públicas; Criação do SOS Oprimidos, onde atenda desde pessoas carentes

Leia mais

Plano Intersetorial de Políticas sobre o Crack, Álcool e Outras Drogas

Plano Intersetorial de Políticas sobre o Crack, Álcool e Outras Drogas Plano Intersetorial de Políticas sobre o Crack, Álcool e Outras Drogas Estruturar e organizar a rede de serviços de prevenção, tratamento e acolhimento do município de São Paulo destinadas aos cuidados

Leia mais

PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD)

PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD) Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD) Autores

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO LEI Nº. 277/2007. CEP: 5.50-000 Institui o Programa Casa da Família e dá outras providências. A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Pilões, sanciono e promulgo a seguinte lei: Art.

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS CRONOGRAMA (PRAZO) Realizar reuniões com Conselhos de Saúde,

Leia mais

Apresentação. Objetivos do Programa

Apresentação. Objetivos do Programa Diálogo Jovem 0 Índice Assunto Pagina Apresentação 2 Objetivos do Programa 2 Resultados esperados 3 Demandas do Programa 3 Por que investir 4 Origem dos Recursos 5 Metodologia 6 Roteiro do Primeiro encontro

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 11.730, DE 9 DE JANEIRO DE 2002. (publicada no DOE nº 007, de 10 de janeiro de 2002) Dispõe sobre a Educação

Leia mais

EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS

EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1. Assegurar, em regime de colaboração, recursos necessários para a implementação de políticas de valorização

Leia mais

NOTA TÉCNICA 55 2011

NOTA TÉCNICA 55 2011 Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com transtornos mentais e com necessidades decorrentes do uso prejudicial de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do SUS. Minuta de portaria: Institui a Rede

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

TERMO DE ORIENTAÇÃO ATUAÇÃO DE ASSISTENTES SOCIAIS EM ABORDAGEM SOCIAL NA RUA

TERMO DE ORIENTAÇÃO ATUAÇÃO DE ASSISTENTES SOCIAIS EM ABORDAGEM SOCIAL NA RUA TERMO DE ORIENTAÇÃO ATUAÇÃO DE ASSISTENTES SOCIAIS EM ABORDAGEM SOCIAL NA RUA Este Termo de Orientação tem por objetivo orientar o trabalho de assistentes sociais ao realizarem, em sua intervenção profissional,

Leia mais

ILUMINADO DE AMARELO PROPOSTA DO FÓRUM PARANAENSE, INCORPORADA NA DISCUSSÃO DO FÓRUM EJA/RJ DE 17/6/2013

ILUMINADO DE AMARELO PROPOSTA DO FÓRUM PARANAENSE, INCORPORADA NA DISCUSSÃO DO FÓRUM EJA/RJ DE 17/6/2013 LEGENDA: EM VERMELHO O QUE INCLUÍMOS NO FÓRUM EJA / RJ DE 17/6/2013 ILUMINADO DE AMARELO PROPOSTA DO FÓRUM PARANAENSE, INCORPORADA NA DISCUSSÃO DO FÓRUM EJA/RJ DE 17/6/2013 ILUMINADO DE VERDE PROPOSTA

Leia mais

EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS UNIÃO 1

EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS UNIÃO 1 EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS Tendo em vista a construção do PNE e do SNE como política de Estado, são apresentadas, a seguir, proposições e estratégias, indicando

Leia mais

II CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS TUTELARES E DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

II CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS TUTELARES E DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS TUTELARES E DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE SEDESE Belo Horizonte, 25 de Outubro de 2012. ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL INFANTO-JUVENIL Maria de Lurdes Rodrigues Santa

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR. 01 de dezembro de 2015 - Terça-feira

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR. 01 de dezembro de 2015 - Terça-feira PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR 01 de dezembro de 2015 - Terça-feira Horário Atividade 8:00 9:00 Acolhimento dos participantes pela Comissão Organizadora 9:00 10:00 CONFERÊNCIA - DROGAS E TRANSIÇÃO DE PARADIGMAS:

Leia mais

LEI Nº 2.143, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013.

LEI Nº 2.143, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013. LEI Nº 2.143, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013. Estabelece princípios e diretrizes para a Política Municipal de Incentivo ao Desenvolvimento na Primeira Infância, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Núcleo Regional de Piên

Núcleo Regional de Piên Núcleo Regional de Piên Municípios participantes Lapa Mandirituba Quitandinha Tijucas do Sul Agudos do Sul Campo do Tenente Piên Rio Negro Ações prioritárias para a região Objetivo 1: Erradicar a extrema

Leia mais

PNDH - 3 DECRETO Nº 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE

PNDH - 3 DECRETO Nº 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE CURSO NEON PNDH - 3 DECRETO Nº 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009. Profª Andréa Azevêdo Disciplina: DIREITOS HUMANOS E PARTICIPAÇÃO SOCIAL ANDRÉA AZEVÊDO Professora. e-mail: professoraandreaazevedo@yahoo.com.br

Leia mais

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1 Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade

Leia mais

DIALOGANDO COM O PLANO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS. Departamento de Proteção Social Especial Juliana M.

DIALOGANDO COM O PLANO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS. Departamento de Proteção Social Especial Juliana M. DIALOGANDO COM O PLANO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS Departamento de Proteção Social Especial Juliana M. Fernandes Pereira Marcos importantes para o trabalho social com a questão das drogas

Leia mais

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids Sumário Aids: a magnitude do problema A epidemia no Brasil Característica do Programa brasileiro de aids Resultados de 20 anos de luta contra a epidemia no Brasil Tratamento Prevenção Direitos humanos

Leia mais

sumário executivo da Criminalidade e Seguranca Cidadã Relatório Internacional

sumário executivo da Criminalidade e Seguranca Cidadã Relatório Internacional sumário executivo PREVENcÃo da Criminalidade e Seguranca Cidadã Relatório Internacional 2012 O Relatório Internacional sobre Prevenção da Criminalidade e Segurança Cidadã 2012 do Centro Internacional para

Leia mais

PROGRAMA: GRAVIDEZ SAUDÁVEL, PARTO HUMANIZADO

PROGRAMA: GRAVIDEZ SAUDÁVEL, PARTO HUMANIZADO PROGRAMA: GRAVIDEZ SAUDÁVEL, PARTO HUMANIZADO BOM PROGRESSO- RS 2009 PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM PROGRESSO Administração: Armindo Heinle CNPJ. 94726353/0001-17 End. Av. Castelo Branco, n 658 Centro CEP:

Leia mais

Seminário: Drogas, Redução de Danos, Legislação e Intersetorialidade. Brasília, outubro de 2009.

Seminário: Drogas, Redução de Danos, Legislação e Intersetorialidade. Brasília, outubro de 2009. Seminário: Drogas, Redução de Danos, Legislação e Intersetorialidade Brasília, outubro de 2009. O uso do crack e cocaína: contexto e estratégias de cuidados à saúde PEDRO GABRIEL DELGADO Coordenação de

Leia mais

Portaria GM n. 1130 que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)

Portaria GM n. 1130 que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) Portaria GM n. 1130 que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) PORTARIA Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 O MINISTRO DE ESTADO

Leia mais

RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO NO SUBTEMA PREVENÇÃO

RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO NO SUBTEMA PREVENÇÃO RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO NO SUBTEMA PREVENÇÃO Coordenadora Deputada Aline Corrêa Membros: Deputados Áureo e William Dib Propostas do grupo de trabalho sobre prevenção A partir dos trabalhos realizados

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS/GM Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS/GM Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS/GM Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 Institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde

Leia mais

Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal

Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal A infância, adolescência e juventude são fases fundamentais no desenvolvimento humano e na formação futura dos cidadãos. No plano social,

Leia mais

CNAS. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Especial dos Direitos Humanos (2007-2015) 2015)

CNAS. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Especial dos Direitos Humanos (2007-2015) 2015) Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária (2007-2015) 2015) MARCO LEGAL A CRIANÇA E O ADOLESCENTE COMO SUJEITOS DE DIREITOS

Leia mais

REGIÃO CENTRO OESTE. Grupo 1 TRABALHO INFORMAL Políticas Envolvidas. Assistência Social. Saúde. Educação. Esporte e Lazer

REGIÃO CENTRO OESTE. Grupo 1 TRABALHO INFORMAL Políticas Envolvidas. Assistência Social. Saúde. Educação. Esporte e Lazer REGIÃO CENTRO OESTE Eixos de Atuação 1. Informação e Mobilização Planejamento das Ações Intersetoriais 1.1 Conscientizar os envolvidos sobre o que é trabalho infantil e quais suas consequências. Grupo

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

CONCLUSÕES Workshop 4 - Fazer melhor com o que se tem: como analisar e avaliar as políticas e as estratégias nacionais, regionais e locais para a

CONCLUSÕES Workshop 4 - Fazer melhor com o que se tem: como analisar e avaliar as políticas e as estratégias nacionais, regionais e locais para a CONCLUSÕES Workshop 4 - Fazer melhor com o que se tem: como analisar e avaliar as políticas e as estratégias nacionais, regionais e locais para a redução das desigualdades em saúde? Modelo de Intervenção

Leia mais

O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos

O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos Texto adotado pela Cúpula Mundial de Educação Dakar, Senegal - 26 a 28 de abril de 2000. 1. Reunidos em Dakar em Abril

Leia mais

RESOLUÇÃO N 124/2006. O Conselho Municipal de Assistência Social de Porto Alegre, no uso das atribuições que lhe confere a Lei Complementar n 352/95,

RESOLUÇÃO N 124/2006. O Conselho Municipal de Assistência Social de Porto Alegre, no uso das atribuições que lhe confere a Lei Complementar n 352/95, RESOLUÇÃO N 124/2006 O Conselho Municipal de Assistência Social de Porto Alegre, no uso das atribuições que lhe confere a Lei Complementar n 352/95, RESOLVE: Aprovar a utilização das definições de Programas

Leia mais

Discurso feito no Grande Expediente da Câmara dos Deputados no dia 28 de outubro

Discurso feito no Grande Expediente da Câmara dos Deputados no dia 28 de outubro Discurso feito no Grande Expediente da Câmara dos Deputados no dia 28 de outubro Venho a essa tribuna para discutir o tema da violência e a sua associação com o comercio ilegal das drogas, duas questões

Leia mais

Articulação Intersetorial no cuidado às pessoas em situação de rua Telma Maranho- SNAS/MDS

Articulação Intersetorial no cuidado às pessoas em situação de rua Telma Maranho- SNAS/MDS I Seminário Nacional sobre Consultórios na Rua e Saúde Mental na Atenção Básica: novas tecnologias e desafios para a gestão do cuidado Articulação Intersetorial no cuidado às pessoas em situação de rua

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* PREVENÇÃO

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* PREVENÇÃO PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* PREVENÇÃO Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015. ASSUNTO

Leia mais

CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA

CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA Apesar de nos últimos anos ter-se dado visibilidade apenas ao discurso único capitaneado pelo IPPUC, vários movimentos populares, associações de

Leia mais

Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas

Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1 A Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas tem por finalidade estabelecer princípios, diretrizes

Leia mais

Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte

Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte SEMINÁRIO NACIONAL DO ESPORTE EM CONSTRUÇÃO: SISTEMAS PÚBLICOS NACIONAIS E MODELOS ESPORTIVOS INTERNACIONAIS Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte Prof. Dr.

Leia mais

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas,

Leia mais

JOVEM ÍNDIO E JOVEM AFRODESCENDENTE/JOVEM CIGANO E OUTRAS ETNIAS OBJETIVOS E METAS

JOVEM ÍNDIO E JOVEM AFRODESCENDENTE/JOVEM CIGANO E OUTRAS ETNIAS OBJETIVOS E METAS JOVEM ÍNDIO E JOVEM AFRODESCENDENTE/JOVEM CIGANO E OUTRAS ETNIAS OBJETIVOS E METAS 1. Assegurar com políticas públicas e programas de financiamento o direito dos jovens índios, afrodescendentes, camponeses

Leia mais

VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTES

VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTES VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTES UMA POLÍTICA PARA O ENFRENTAMENTO Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Criança e Adolescente N1 Slide 1 N1 Material preparado por Renato

Leia mais

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde da População em Situação de Rua, com foco em Saúde Mental Consultório de Rua Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

Cuidado. Prevenção. Autoridade. Crack, é possível vencer 2011-2014. Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários

Cuidado. Prevenção. Autoridade. Crack, é possível vencer 2011-2014. Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Prevenção Educação, Informação e Capacitação Cuidado Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Autoridade Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas Crack, é

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012 Institui a Unidade de Acolhimento para pessoas

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física, da Atividade Física e do Esporte

Carta Internacional da Educação Física, da Atividade Física e do Esporte Carta Internacional da Educação Física, da Atividade Física e do Esporte Preâmbulo A Conferência Geral da UNESCO, 1. Recordando que, na Carta das Nações Unidas, os povos proclamaram sua fé nos direitos

Leia mais

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social.

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social. OBJETIVOS: Promover o debate sobre o Serviço Social na Educação; Subsidiar as discussões para o Seminário Nacional de Serviço Social na Educação, a ser realizado em junho de 2012 em Maceió-Alagoas; Contribuir

Leia mais

Nossa Declaração de Missão:

Nossa Declaração de Missão: ESTRATÉGIA NACIONAL Nossa Declaração de Missão: A VM é uma parceria internacional, cuja missão é seguir a Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador trabalhando com os pobres e oprimidos para promover a transformação

Leia mais

Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes

Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes 1 Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO ÀS VIOLÊNCIAS CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Ponta Grossa Paraná 2013

Leia mais

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA 1. Criar o Fórum Metropolitano de Segurança Pública Reunir periodicamente os prefeitos dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo para discutir, propor,

Leia mais

Carta de recomendações para o enfrentamento às violências na primeira infância

Carta de recomendações para o enfrentamento às violências na primeira infância Carta de recomendações para o enfrentamento às violências na primeira infância Rio de Janeiro, 2 de abril de 2015 A todas as pessoas que atuam na promoção e defesa dos direitos das crianças A Rede Nacional

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

CREAS - Institucional. O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)?

CREAS - Institucional. O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)? CREAS - Institucional O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)? Considerando a definição expressa na Lei nº 12.435/2011, o CREAS é a unidade pública estatal de abrangência

Leia mais

DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social

DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social DECLARAÇÃO DE MADRI A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social Aprovada em Madri, Espanha, em 23 de março de 2002, no Congresso Europeu de Pessoas com Deficiência, comemorando

Leia mais

1. Que os Estados partes fortaleçam o Instituto de Políticas Públicas de Direitos

1. Que os Estados partes fortaleçam o Instituto de Políticas Públicas de Direitos 20 Propostas para oaprofundamento da Democracia e da Participação Social no MERCOSUL Preâmbulo Nós, os movimentos e organizações da sociedade civil do MERCOSUL reunidos em Brasília, de 4 a 6 de dezembro

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 ENVIO DE TEXTO de: Conselho (Emprego e Política Social) para: Conselho Europeu de Nice Nº doc. ant.:

Leia mais

VI Seminário Nacional de Saneamento Rural

VI Seminário Nacional de Saneamento Rural VI Seminário Nacional de Saneamento Rural MEDIDAS ESTRUTURANTES EM SANEAMENTO COM ENFOQUE PARA O SANEAMENTO RURAL Luiz Roberto Santos Moraes, PhD Professor Titular em Saneamento/ Participante Especial

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Outubro de 2008 1 INTRODUÇÃO A Política de Desenvolvimento Social formaliza e orienta o compromisso da PUCRS com o desenvolvimento social. Coerente com os valores e princípios

Leia mais

CONTEXTO: Entendimento de que o crack é um problema grave e complexo, visto que não é só uma questão da saúde pública, mas da assistência social,

CONTEXTO: Entendimento de que o crack é um problema grave e complexo, visto que não é só uma questão da saúde pública, mas da assistência social, Recife, 16 de setembro de 2011 CONTEXTO: Entendimento de que o crack é um problema grave e complexo, visto que não é só uma questão da saúde pública, mas da assistência social, desenvolvimento econômico,

Leia mais

Seminário - Saúde, Propriedade Intelectual e Mídia DESAFIOS NO ACESSO A TRATAMENTOS PARA CRIANÇAS

Seminário - Saúde, Propriedade Intelectual e Mídia DESAFIOS NO ACESSO A TRATAMENTOS PARA CRIANÇAS Seminário - Saúde, Propriedade Intelectual e Mídia DESAFIOS NO ACESSO A TRATAMENTOS PARA Alexandre Magno Recife, 16 de outubro de 2010 Todos Todos juntos juntos pelas pelas crianças crianças DESAFIOS NO

Leia mais

Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência Intrafamiliar em Situação de Abrigo: possibilidades interventivas de retorno às famílias de origem

Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência Intrafamiliar em Situação de Abrigo: possibilidades interventivas de retorno às famílias de origem Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência Intrafamiliar em Situação de Abrigo: possibilidades interventivas de retorno às famílias de origem Um Estudo realizado junto ao Serviço Sentinela de Florianópolis/SC

Leia mais

Desenvolvimento Integral na Primeira Infância

Desenvolvimento Integral na Primeira Infância apresentam Desenvolvimento Integral na Primeira Infância Agenda de ações para a região da América Latina Resultados da Oficina Construindo uma Agenda Regional para o Desenvolvimento na Primeira Infância,

Leia mais

CULTURA OBJETIVOS E METAS

CULTURA OBJETIVOS E METAS CULTURA OBJETIVOS E METAS 1. Garantir a participação juvenil na elaboração das políticas públicas na área de cultura com a participação de mais entidades e partidos políticos, via projetos e via mobilização

Leia mais

Programa Nacional de Direitos Humanos 3

Programa Nacional de Direitos Humanos 3 A educação e a cultura em Direitos Humanos visam à formação de nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade, do respeito às diversidades e da tolerância. Como processo sistemático e multidimensional

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 07, de 1º de setembro de 2010.

RESOLUÇÃO Nº 07, de 1º de setembro de 2010. RESOLUÇÃO Nº 07, de 1º de setembro de 2010. Revoga a Resolução de nº 05, de 16 de junho de 2010, que define as atribuições do cargo de Pedagogo da rede municipal de ensino de Governador Valadares e as

Leia mais

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza FOME ZERO O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza Seminário Internacional sobre Seguro de Emergência e Seguro Agrícola Porto Alegre, RS -- Brasil 29 de junho a 2 de julho de 2005 Alguns

Leia mais

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde 1. Nós, representantes dos governos que se reuniram no Recife, Brasil, de

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA COMITÊ DEFICIÊNCIA E ACESSIBILIDADE. Relatório de atividades

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA COMITÊ DEFICIÊNCIA E ACESSIBILIDADE. Relatório de atividades ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA COMITÊ DEFICIÊNCIA E ACESSIBILIDADE Relatório de atividades Criado em março de 2012, o Comitê participou da Organização da 28ª RBA, tornando o evento acessível por

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS PARA UM PLANO DE GOVERNO

DIRETRIZES GERAIS PARA UM PLANO DE GOVERNO DIRETRIZES GERAIS PARA UM PLANO DE GOVERNO Ações de Inclusão Social e de Combate à Pobreza Modelo Próprio de Desenvolvimento Infra-estrutura para o Desenvolvimento Descentralizado Transparência na Gestão

Leia mais

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO MACAPÁ-AP JULHO DE 2014 ÍNDICE APRESENTAÇÃO 1 INTRODUÇÃO 2 DIRETRIZES 3 PRINCÍPIOS 4 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

EIXOS E PROGRAMAS ATIVIDADE DE ANALISE CRITICA DOS EIX. EIXO 2 -Conhecimento e inovação tecnológica

EIXOS E PROGRAMAS ATIVIDADE DE ANALISE CRITICA DOS EIX. EIXO 2 -Conhecimento e inovação tecnológica ATIVIDADE DE ANALISE CRITICA DOS EIX EIXOS E PROGRAMAS EIXO 2 -Conhecimento e inovação tecnológica Programa de fortalecimento da capacidade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico Programa de inovação

Leia mais

COLIGAÇÃO INOVAR É PRECISO PROPOSTA DE GOVERNO 2013/2016

COLIGAÇÃO INOVAR É PRECISO PROPOSTA DE GOVERNO 2013/2016 COLIGAÇÃO INOVAR É PRECISO PROPOSTA DE GOVERNO 2013/2016 ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL Implantar o Plano Diretor. Implantar o Orçamento participativo. Valorização pessoal do funcionário público municipal. Implantação

Leia mais

Mostra de Projetos 2011

Mostra de Projetos 2011 Mostra de Projetos 2011 A enfermagem atuando na prevenção da saúde do adolescente propondo a redução das DST Doenças Sexualmente Transmissíveis e Minimizando os números de Gravidez na Adolescência. Mostra

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Gabriela Calazans FCMSCSP, FMUSP II Seminário Nacional sobre Vacinas e novas Tecnologias de Prevenção

Leia mais

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação)

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação) DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação) OBJETIVOS E METAS 1. Garantir a inclusão digital, instalando computadores nas escolas públicas de ensino fundamental

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL ANTIDROGAS

POLÍTICA NACIONAL ANTIDROGAS POLÍTICA NACIONAL ANTIDROGAS O Conselho Nacional Antidrogas Conad aprovou a nova Política Nacional sobre Drogas no último dia 27/10/2005, resultado do realinhamento da Política Nacional Antidrogas vigente

Leia mais

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Abril/2012 Apresentação O Planejamento Estratégico (PLANES) da UNICAMP é um processo acadêmico/administrativo dinâmico cujo objetivo central é de ampliar

Leia mais

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, de conformidade

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE EDUCAÇÃO SANTA MARIA-RS/BRASIL EDUCAÇÃO: ECONOMIA SOLIDÁRIA E ÉTICA PLANETÁRIA

FÓRUM MUNDIAL DE EDUCAÇÃO SANTA MARIA-RS/BRASIL EDUCAÇÃO: ECONOMIA SOLIDÁRIA E ÉTICA PLANETÁRIA Carta de Santa Maria FÓRUM MUNDIAL DE EDUCAÇÃO SANTA MARIA-RS/BRASIL EDUCAÇÃO: ECONOMIA SOLIDÁRIA E ÉTICA PLANETÁRIA Nós, participantes do Fórum Mundial de Educação, realizado em Santa Maria (RS-Brasil),

Leia mais

ELEIÇÕES 2008 A RELAÇÃO ENTRE VEREADORES, ADMINISTRAÇÕES PETISTAS E O MOVIMENTO SINDICAL SUGESTÕES

ELEIÇÕES 2008 A RELAÇÃO ENTRE VEREADORES, ADMINISTRAÇÕES PETISTAS E O MOVIMENTO SINDICAL SUGESTÕES ELEIÇÕES 2008 A RELAÇÃO ENTRE VEREADORES, ADMINISTRAÇÕES PETISTAS E O MOVIMENTO SINDICAL 1) INTRODUÇÃO SUGESTÕES Ao longo dos seus vinte e oito anos e com a experiência de centenas de administrações que

Leia mais

Direito à Educação. Parceria. Iniciativa. Coordenação Técnica. Apoio

Direito à Educação. Parceria. Iniciativa. Coordenação Técnica. Apoio Direito à Educação Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa Objetivos Refletir sobre: O que é Direito à Educação e como chegamos até aqui Garantia do direito à educação no Brasil Papel atual do Gestor

Leia mais

Agenda Estratégica para o SUS e a Reforma Sanitária Brasileira: Objetivos e Metas para a Política de Saúde no Período 2011-2014

Agenda Estratégica para o SUS e a Reforma Sanitária Brasileira: Objetivos e Metas para a Política de Saúde no Período 2011-2014 Agenda Estratégica para o SUS e a Reforma Sanitária Brasileira: Objetivos e Metas para a Política de Saúde no Período 2011-2014 Diretrizes para articular saúde e desenvolvimento social Para contribuir

Leia mais

Assuntos prioritários

Assuntos prioritários CONFINTEA VI Assuntos prioritários Documento Público do Conselho Internacional de Educação de Pessoas Adultas (ICAE) Após uma intensa consulta entre seus membros e redes, o Conselho Internacional de Educação

Leia mais

EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL

EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL Proposta I Fomentar a criação de grêmios estudantis, fóruns de juventude, diretórios centrais de estudantes,

Leia mais

Agenda Nacional de Trabalho Decente

Agenda Nacional de Trabalho Decente Agenda Nacional de Trabalho Decente Brasília, 2006 Sumário Gerar Trabalho Decente para Combater a Pobreza e as Desigualdades Sociais A. Antecedentes...5 B. Prioridades...9 B.1. Prioridade 1: Gerar mais

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS. Projetos e Políticas Públicas de competência do SISNAD

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS. Projetos e Políticas Públicas de competência do SISNAD MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS Projetos e Políticas Públicas de competência do SISNAD Brasília, junho de 2012 Prevenção Educação, Informação e Capacitação Cuidado Aumento

Leia mais

Apoio. Patrocínio Institucional

Apoio. Patrocínio Institucional Patrocínio Institucional Apoio O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte, desperta potencialidades artísticas que elevam a autoestima de jovens

Leia mais

Municípios participantes

Municípios participantes Municípios participantes Alvorada do Sul Arapongas Bela Vista do Paraíso Cafeara Cambé Centenário do Sul Florestópolis Guaraci Ibiporã Jaguapitã Londrina Lupionópolis Miraselva Pitangueiras Porecatu Prado

Leia mais