A Clínica da Transicionalidade vivida numa Oficina de Contos: Relato de experiência do PAAS/UNISINOS 1

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1 A Clínica da Transicionalidade vivida numa Oficina de Contos: Relato de experiência do PAAS/UNISINOS 1 Michele Scheffel Schneider 2 Esta produção escrita se propõe realizar uma reflexão clínica, com base em algumas vivências identificadas na Oficina de Contos do PAAS/UNISINOS. O PAAS Projeto de Atenção Ampliada à Saúde, é um dos Projetos da Ação Social da UNISINOS, e tem como principal objetivo atender a população vulnerável e de risco de São Leopoldo/RS e região. Os atendimentos apresentam um caráter interdisciplinar e ocorrem nas áreas de Enfermagem, Nutrição e Psicologia. Atualmente, a recepção aos novos usuários se dá através de três tipos de Acolhimento: Permanente (atende as demandas espontâneas), Institucional (acolhe as demandas advindas da rede de saúde, educação e assistência social do município) e Jurídico (recebe as demandas do Poder Judiciário). A Oficina de Contos, iniciada no segundo semestre de 2010, foi construída para atender crianças de 3-11 anos, na modalidade grupal. Inicialmente, a metodologia utilizada neste espaço se baseou, predominantemente, no trabalho de Gutfreind (2010), intitulado O Terapeuta e o Lobo, bem como outras produções científicas que desenvolveram práticas com crianças em situação de vulnerabilidade, num contexto institucional (serviços-escola), utilizando o dispositivo dos contos de fada como recurso terapêutico (Marques et al, 2009; Teixeira, 2007). Os entendimentos psicanalíticos sobre esta temática, propostos por Bettelheim (1980) e Corso & Corso (2006), também foram considerados, dado sua riqueza teórica. A criação desta oficina partiu da proposta de oferecer um espaço lúdico, criativo, 1 Tema Livre apresentado no VII Encontro Brasileiro Sobre o Pensamento de D.W. Winnicott A Clínica da Transicionalidade: de Freud a Winnicott, em agosto de Psicóloga Clínica; Mestre em Psicologia Clínica/Unisinos-RS; Especialista em Psicoterapia Psicanalítica de Crianças e Adolescentes/Unisinos-RS; Supervisora Clínica no PAAS/Unisinos-RS, Docente no Curso de Psicologia/Unisinos- RS. Contato:

2 que estimulasse a imaginação e possibilitasse a vivência e construção de novas possibilidades de vida, através do Era uma vez... e do Faz-de-conta, presentes nos contos infantis. Quando a criança lê e ouve histórias, faz um movimento de identificação com enredos, personagens, detalhes dos contos, que fazem reflexo com os seus próprios dramas inconscientes, e às suas próprias tramas familiares (Corso & Corso, 2006; Gutfreind, 2010). Como aponta Marques (2009), a construção de um espaço terapêutico para crianças, com o propósito de oportunizar e/ou fortalecer o mundo da simbolização, poderá tornar-se favorável à medida que oferece condições para aprimorar a saúde psíquica do sujeito. Com base nestas ideias, a Oficina de Contos do PAAS se propõe utilizar o recurso de contar histórias (através de contos tradicionais e histórias modernas), para auxiliar na elaboração de conflitos; construir um espaço terapêutico que auxilie na formação do simbólico, bem como criar um espaço de convívio social com outras crianças, oferecendo condições para um amadurecimento emocional e de interação social. Outro objetivo proposto foi fortalecer os laços afetivos, através de encontros realizados em conjunto com os cuidadores. Entende-se que esta possibilidade permite uma aproximação das crianças com aqueles que lhe cuidam ou deveriam lhe cuidar, um aprofundamento sobre as suas próprias histórias, potencializando assim o vínculo afetivo entre eles. Os encontros ocorrem semanalmente, com duração de 1h15. Uma vez por mês existe um encontro no qual os cuidadores são convidados a participar da Oficina e, em conjunto com as crianças, realizam brincadeiras cujo pano de fundo são as histórias infantis. Além disso, uma vez por mês um encontro somente para os cuidadores é organizado. No início de cada semestre ocorre um encontro em grupo com os responsáveis das crianças, denominado Encontro de Avaliação, cujo propósito é entender a demanda de cada criança, bem como estabelecer o contrato de trabalho. À medida que novas crianças ingressam na Oficina, estes encontros com os cuidadores acontecem individualmente. No final de cada semestre, organiza-se um Encontro de Fechamento, cujo objetivo

3 é avaliar o trabalho realizado ao longo do período, bem como definir em conjunto com eles, estratégias terapêuticas a serem executadas no próximo semestre. Caso exista a necessidade de encontros individuais com os pais e/ou cuidadores ao longo do semestre, ou encaminhamentos para atendimento individual, estes são realizados. A Oficina de Contos acontece na sala de Gesell da instituição, permitindo assim que uma equipe composta por professores e estagiários realize a observação clínica e, logo após discutam sobre a atividade. A coordenação da Oficina é realizada por três estagiários de psicologia e supervisionada por psicólogos. Durante a prática supervisionada, realizada logo após o atendimento, se discute sobre as impressões e percepções de cada observador, avalia-se os movimentos realizados pelas crianças, bem como a interação entre elas e, também com os coordenadores. É um espaço que promove a discussão clínica, constituindo-se um campo favorável para a articulação teórico-prática, necessária para a formação em psicologia. Oficina de Contos e a Clínica da Transicionalidade É possível dizer que o espaço transicional constitui uma área intermediária de experimentação, situada entre o mundo interno e externo, e se caracteriza por ser um estado de experimentação (Winnicott, 1951/2000). Experimentar, fazer, acontecer. Silva (2005, p.95) escreve sobre o campo do sentir e faz um destaque para o conceito do paradoxo: é o que é e o que não é, é o que está dentro e o que está fora, é o que permite algo ser meu e seu e ao mesmo tempo, nem meu e nem seu. Está ali com toda a intensidade, mas não é possível de ser visto ou tocado. Experimentar algo novo, com alguém que sustente, abre novas possibilidades de constituição, sejam elas psíquicas ou não. Foi assim com a própria história da Oficina de Contos no PAAS, e vem sendo assim com as crianças atendidas neste espaço. Aladin tinha muita dificuldade na sua dicção quando ingressou na oficina, era retraído e não interagia com os outros. Num dos

4 encontros, após um ano de atendimento, falou: Hoje eu posso ler a história? Mesmo com dificuldades, conseguiu ler, em alto e bom tom. J.McLeod (1977) apud Gutfreind (2010, p.199) escreve que poder contar histórias é ter acesso a uma forma de conhecimento e à possibilidade de encontrar um sentido, assim como obter um modo de pensar e de comunicar. João, em geral muito agitado, tinha dificuldade de se fixar numa brincadeira. Num dos dias, imerso na angústia, rasgou sem querer o livro de histórias. Naquele momento parou. Assustou-se. Olhou. Quis consertar. E com uma fita crepe foi remendada a página rasgada. Naquele dia, seguiu rasgando e colando folhas brancas. Também fez alguns rabiscos. Passados uns meses, João se desenhou e passou a escrever o seu nome por completo no quadro, para que todos pudessem ver. A transicionalidade permeia o espaço da Oficina de Contos. As crianças encenam, dançam, cantam, ouvem música, brincam, falam, escrevem, desenham. Uma das crianças dizia que ali era um espaço de contar, não de ler histórias e, assim, ele contava a sua história aos outros. A história que predominou neste semestre foi Os Três Porquinhos. Através dela várias casas puderam ser construídas e derrubadas. Por vários encontros as casinhas, abrigaram, protegeram, formaram barreiras. Para Corso e Corso (2006) esta história ressalta a fantasia de incorporação, o risco de ser devorado. Na história todos recebem ajuda para construírem suas casas (palha, madeira ou tijolos), variando entre eles a disponibilidade para a construção. O que fazer e como fazer algo com o auxílio recebido? Esta pergunta pode ser pensada para o contexto terapêutico descrito. Ainda, conforme os autores, a trama remete ao período que as crianças terão que sair de casa e protegeremse sozinhas. Sem dúvida, a Oficina de Contos se constituiu como um espaço potencial, no qual as crianças conseguem ampliar suas capacidades internas e se reconhecerem enquanto sujeitos. Passam a se expressar melhor, se tornam mais criativos nas brincadeiras, transformam a angústia para as

5 colagens, para os recortes, para as encenações e desta maneira lúdica, vão ampliando sua capacidade de pensar, de esperar, de dividir, de escutar. Através dos olhares - olhar dos observadores, olhar que corre a sala a procura de um novo brinquedo, de uma nova história, olhares que se cruzam e se fixam - é possível o despertar, o amadurecer, o constituir, o significar. A vontade de escrever segue, mas o limite se impõe. Limite de páginas, limite de tempo. A proposta da escrita foi compartilhar momentos, teorias, entendimentos, com base em alguns recortes. Ainda, possibilitar a troca, o contraponto, à discussão. Também a escrita se configura como um estado de experimentação, de criação, portanto de transicionalidade. Referências GUTFREIND, C. O terapeuta e o lobo: a utilização do conto na psicoterapia da criança. Rio de Janeiro: Artes e ofícios, BETTELHEIM, B. A psicanálise dos contos de fadas. 15ºed. Rio de janeiro: Paz e Terra, CORSO, D; CORSO, M. Fadas no divã: Psicanálise nas histórias infantis. Porto Alegre: Artmed, MARQUES, N. M.; CARRASCO, L. & MACEDO, M. K. Intervenção na comunidade por meio dos contos de fadas. Inovação, Universidade e Relação com a sociedade: Boas Práticas na PUCRS, WINNICOTT, D.W. Objetos transicionais e fenômenos transicionais. In: Da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro: Imago, (Original publicado em 1951). TEIXEIRA, L.C. Intervenção Psicanalítica em grupo em uma clínica-escola: considerações teóricoclínicas. Estilos da clínica, 2007, vol.xii, nº 22, SILVA, A.L.M.L. Espaço Transicional área não observável ou o campo do sentir. In: OUTEIRAL, J; HISADA, S.; GABRIADES, R. FERREIRA, A. (orgs.) Winnicott Seminários Brasileiros. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.

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