As crianças adotadas e os atos anti-sociais: uma possibilidade de voltar a confiar na vida em família 1

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1 As crianças adotadas e os atos anti-sociais: uma possibilidade de voltar a confiar na vida em família 1 Resumo: Os atos anti-sociais são para Winnicott, quando ocorrida a perda da confiabilidade no ambiente, a permanência da esperança de que tal confiabilidade em um bom ambiente seja recuperada. As crianças adotadas que perderam um bom ambiente podem ter atos anti-sociais, e a família adotiva tem papel fundamental no cuidado e tratamento das crianças. Algumas condições são primordiais para que a criança seja cuidada adequadamente pela família adotiva; a primeira é que por mais difíceis que sejam as situações o pertencimento da criança àquela família não é questionado pelos pais. E a criança precisa poder viver todas as emoções e experiências sem ter que fingir na tentativa de corresponder às expectativas dos pais adotivos. Todos pais têm expectativas, mas as específicas referentes à adoção precisam ser conhecidas e tratadas quanto antes. Trabalho: Os problemas ligados à adoção, quando ocorreu manejo inadequado da criança antes de ser adotada, podem ser parecidos com os das crianças que sofreram deprivação 2 com algumas especificidades. É importante dizer que não há relação direta entre adoção e atos anti-sociais, crianças que não foram adotadas também podem ter este tipo de atos se vivem a retirada abrupta de um bom lar. Os acontecimentos que dão início aos atos anti-sociais, estão ligados à fase em que a criança precisa buscar o que encontra, ou seja, ser iludida de que é uma criadora todo-poderosa e depois viver a desilusão gradativa desse estado, para fazer parte da realidade compartilhada. Quando nessa fase a criança não tem um bom ambiente que lhe facilite viver as experiências do período de desilusão gradativa da crença na onipotência podem ocorrer os atos anti-sociais. Especificamente a criança adotada que viveu essa situação, pode ter na nova família um ambiente suficientemente bom, diferente do que teve anteriormente independente das razões, 1 2 Kátia P. S. Gomes, Utilizo deprivação para traduzir 'deprivation'; e diferenciar do conceito de privação ou 'privation'

2 se a mãe ficou doente, ou se não tinha condições psíquicas ou materiais de cuidar da criança. A adoção pode viabilizar um novo ambiente adaptado às necessidades da criança. Para que a criança possa se beneficiar de um bom ambiente providenciado pela família adotiva, ela precisa poder sentir raiva e fazer uso do ambiente. A família deve estar segura para não precisar que a criança falseie alegrias em períodos que está triste; ou calmaria em períodos que está ansiosa ou agressiva. É fundamental que a família não tenha dúvidas do pertencimento da criança àquela família, mesmo em momentos difíceis. O ambiente precisa ser confiável, não pode se modificar sem levar em conta as necessidades da criança adotada, mesmo quando a ansiedade dos pais é alta. Quando os pais conseguem lidar com a própria ansiedade e medo e se adaptar às necessidades da criança, necessidades estas que muitas vezes, nem mesmo a criança tem consciência, providenciam um ambiente confiável possibilitando que a criança se recupere da desconfiança já trazida, muitas vezes, por acontecimentos anteriores à adoção. Como exemplo desta situação apresento resumidamente um caso em que Winnicott descreve uma criança que, quando foi adotada, já estava moderadamente perturbada. Margareth era o nome da menina, ela estava sendo adotada por uma família que cinco anos atrás havia adotado um menino. A mãe desta família conhecia bem o assunto, por experiência pessoal e profissional. Havia inclusive trabalhado para auxiliar famílias a encontrarem filhos adotivos. O pai adotivo era um advogado muito inteligente e conceituado. [...] O bebê havia passado fome e tido pneumonia. Quando adotada, ela era delicada e tímida e altamente sensível ao barulho. Não engatinhava, precisava de muita atenção, e na verdade sempre esteve um ano ou dois atrás da sua idade em seu desenvolvimento físico e emocional (Winnicott, 'Privação e delinqüência', 1997 [1954d], 120). Quando a criança estava com um ano e meio, teve que iniciar um tratamento ortóptico, pois era estrábica. A mãe passou a se dedicar inteiramente ao tratamento da menina. Ela, no início do

3 tratamento, dizia que enxergava apenas uma figura (era mentira, pois na verdade enxergava duas), fez isso para contentar a mãe. O oftalmologista, percebendo isso, manteve o tratamento, não deu alta. Quando a menina de fato viu, na figura, um pássaro dentro da gaiola, ou seja quando sua visão estava recuperada, houve uma mudança significativa na sua relação com os pais. Ela não precisava mais mentir, a realidade a alcançou: [...] Conforme a mãe comentou: a criança aprendeu a verdade com o ortóptico. Este enxergar com os dois olhos foi a primeira vitória. A luta da mãe, como terapeuta dessa criança, tomou esta forma. A mãe e a criança, tinham assim, um relacionamento muito estreito neste trabalho (ibid:121). A mentira estava servindo na busca da menina de se relacionar de modo profundo com a mãe adotiva, ou seja na busca do colo (holding), a mãe em nenhum momento demonstrou à criança que sabia que não era verdade que ela estava enxergando bem, porém, continuou levando a menina ao médico, sem que ela se sentisse uma mentirosa. Todo esse cuidado em não impor uma realidade à menina (e à sua realidade pessoal) tornou a mentira desnecessária, e chegou o momento de um relacionamento profundo e confiável. A realidade podia ser conhecida e compartilhada. A esperança da menina em encontrar um bom ambiente foi mantida e o bom ambiente, nesse caso - aquele que permite que a criança tenha comportamentos socialmente mal vistos - foi encontrado. A criança pode se recuperar e se constituir a partir de uma realidade própria, pessoal e não imposta pela preocupação em ser o que imagina que os pais querem que ela seja. Os atos anti sociais, tais como, enurese, encoprese, dizer mentiras, roubar, ter rompantes de agressividade podem se manter por um período até que repetidas vezes a confiança no ambiente seja providenciada pela família. Depois que estabelecida a confiança tais atos tendem a desaparecer, não falamos a qui de uma confiança qualquer, é a confiança de poder ser si-mesmo sem fingir para

4 que o ambiente se mantenha. Temos dois acontecimentos que podem ocorrer em uma adoção: 1- a recuperação de uma situação de deprivação que originou atos anti-sociais e 2- a retomada de constituição do verdadeiro si-mesmo, sem que o falso si-mesmo precise se tornar uma defesa rígida pela ansiedade de perder a família, ou, o bom ambiente. Outro caso bastante ilustrativo foi de um menino que atendi assim que ele tinha saído do abrigo, a mãe adotiva me procurou pois ele queria falar com uma cuidadora do abrigo e a mãe não queria, toda vez tentava desviar a atenção do menino quando ele falava da cuidadora. Eu apresentei os brinquedos para ele e havia um telefone, ele me telefonou e perguntou como estava o abrigo e de alguns amiguinhos, ele quis que eu 'fizesse o papel' da cuidadora ao telefone, e assim foi feito, eu respondi suas perguntas, ele disse da saudade eu também, perguntei se ele estava bem, brincando, gostando da nova casa, depois dessa sessão ele quis parar de brincar foi para casa e segundo a mãe, dormiu um sono longo. Houve a necessidade de um período de descanso depois de tanto trabalho para conseguir uma relação de confiança, de que as pessoas que cuidaram dele não sairiam da vida dele novamente de forma abrupta, incompreensível e mágica. E de que as pessoas que cuidam dele no momento são capazes de providenciar um ambiente adaptado às necessidades dele. Para finalizar gostaria de ressaltar a família adotiva como àquela que pode facilitar a retomada de confiança no ambiente familiar, desde que possa lidar com as dificuldades e sentimentos, inclusive de tristeza, que as crianças precisam viver. Sem descuidar de verificar quais são as necessidades reais da criança e não as que eles imaginam serem necessidades.

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