REFLEXÕES CLÍNICAS SOBRE UM CASAL DE PAIS ADOTANTES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REFLEXÕES CLÍNICAS SOBRE UM CASAL DE PAIS ADOTANTES"

Transcrição

1 REFLEXÕES CLÍNICAS SOBRE UM CASAL DE PAIS ADOTANTES Autores: Tânia Regina Goia; José Paulo Diniz; Maria Luísa Louro de Castro Valente Instituição: Universidade Estadual Paulista Faculdade de Ciências e Letras, Campus de Assis País: Brasil Eixo e área temática: Psicologia/ Lógicas colectivas: Grupos, Derechos Humanos, conciencia crítica y potencias inventivas

2 Objetivos O presente trabalho é um relato de experiência clínica e tem como objetivo demonstrar possibilidades de atendimento psicanalítico dentro da clinica escola da UNESP/Assis, um espaço que favorece vivências aos estagiários que são capazes de enriquecer sua experiência clínica. A nosso ver, a adoção é a formação de uma família através de laços de amor. São pais que aprenderam a superar com laços de amor os laços de sangue. Nós precisamos romper com esta imagem que a adoção tem de caridade. Acreditamos que com este trabalho, possibilitamos a comunidade uma ressignificação sobre a cultura da adoção, ressaltando que mais do que uma boa ação é um direito garantido, a uma criança e ao adolescente, pelo ECA, de possuir uma família. Por meio dessas ações, é possível observar que o olhar do psicólogo pode contribuir na construção de novos entendimentos sobre a adoção, tanto na visão da sociedade como das famílias. Para concluir, adotar um filho não é simplesmente realizar o sonho de ser pai ou mãe. Nem tampouco preencher um vazio ou resolver uma necessidade instintiva de dar continuidade na sua família. Os pais adotivos são responsáveis pelo oferecimento do afeto àquele que o busca para viver o milagre da vida. É uma troca de afetos: o adotado necessita do adotando, assim como o adotando necessita do adotado. Podemos ter diversos conceitos do que é adoção, portanto, apontaremos o que Smith e Miroff (1987), num guia para pais (You re our Child: The Adoption Experience), definem como adoção, sendo ela uma invenção social que permite o estabelecimento de relações do tipo pais-filhos entre pessoas que não estão ligadas biologicamente. Mattei (1997) afirma que toda filiação é, antes de tudo, uma adoção. Ela tem sido nos últimos tempos discutido por meio de vários meios de comunicação sejam eles impressos ou televisivos. Neste estudo constam dois casos de pacientes analisados separadamente, sendo que os estagiários fazem parte do mesmo núcleo e são supervisionados pela mesma Profª. Os pacientes começaram a ser atendidos em terapia de casal, mas após um ano ambos foram encaminhados para terapia individual. O casal começou o atendimento porque pretendiam adotar uma criança e ao longo do atendimento foram adotados 2 irmãos, trazendo novas questões a suas vidas e reativando outras. Ao longo do trabalho

3 foi sendo possível observar a apropriação da paternidade por E. e J. e com a marca de um ano da adoção, pois não haviam internalizado ainda o que é ser pai e o que é ser mãe. Sabemos que as pessoas adotam filhos por vários motivos, e são motivadas por circunstâncias físicas, sociais e emocionais. Nota-se, portanto, que a adoção é uma forma incomum de ter filhos, nos levando a um tema super delicado, que deve ser tratado com o extremo cuidado, pois estamos lidando com pessoas que procuram se realizar enquanto pais e também como filhos. Todo esse processo de maternidade-paternidade tem que ser construída por meio da história de vida dos adotantes. É importante que a decisão da adoção seja elaborada com clareza e segurança antes de ser vivenciada na prática. A adoção pede uma vivência internalizada do projeto adotivo. Não há diferença entre a relação dos pais adotivos e a dos biológicos com seus filhos. Adotados ou não, filhos são criados da mesma forma, com os mesmo objetivos e com a utilização dos mesmos recursos (Schettini Filho, 2005). No caso de experiência relatada, o casal E. (46 anos) e J. (42 anos), fizeram a adoção de filhos em meio ao processo terapêutico, sendo esta uma decisão anti-ética, não sendo realizada com o devido cuidado necessário. Como pudemos perceber ao longo da terapia individual, a decisão da adoção veio em meio a soluções de problemas. A paciente E. revela em um dos seus atendimentos que nunca teve o desejo de ser mãe. Não se imaginava com a barriga de grávida e até mesmo em sua infância, dificilmente brincava de mamãe e filhinha com suas bonecas. Nisso, ressalta-se o que, Schettini Filho (2005) destaca ao dizer que a adoção não tem de estar atrelada à tentativa de solução de problemas pessoais, nem mesmo tem de ser encarada como solução de problemas específicos para a criança adotada. Trata-se de um posicionamento assumido pela pessoa diante da possibilidade de estabelecer relações interpessoais afetivas que compõem um projeto educativo. Esse casal, ao descobrir que um dos genitores era infértil e impotente, começaram a discutir sobre a adoção. Temos visto que a adoção é utilizada por pessoas das mais variadas condições e que são muitos os motivos pelos quais essas pessoas tentam compor seu grupo familiar através dessa prática. Um dos motivos mais freqüentes é a infertilidade (Schettini Filho, 2005). O J. era o que tinha o desejo de ser pai, enquanto que a E. nem cogitava esta possibilidade. Descobrindo sobre a

4 infertilidade, o casal não conseguia a ter mais relações sexuais. O J. chegou a dizer a E. que se eles viessem a adotar um criança, que esse problema passaria. Frente a isso, sua esposa E. resolve pensar na adoção. De certa forma, todo casal quer, por questão social, ter filhos, sejam eles adotados ou não. O J. é uma pessoa muito exigente, perfeccionista, mandão, teimoso, dono da verdade; enquanto que sua esposa, E. é uma pessoa totalmente submissa, tímida, procura sempre agradar aos outros mesmo que isso não seja da sua vontade, não gosta muito de expor suas opiniões e aceita tudo o que os outros falam calada. Sabendo disso, percebemos que este casal procurou a adoção, de início, como forma de solucionar os problemas surgidos enquanto casal, sendo esta uma atitude totalmente errônea. Se não bem trabalhada, a adoção pode ser um evento doloroso e potencialmente traumático, em especial para as crianças, pois as sensações de abandono e rejeição estão geralmente internalizadas. Concordamos com Schettini Filho (2005) quando ele diz que a decisão de adotar é uma decisão de se ter um filho. E adotar é ter um filho no sentido de ele surgir de dentro da pessoa. Podemos comparar a uma mãe que espera durante nove meses de gestação para ter um filho, onde faz toda uma preparação, assim também é com a pessoa que vai adotar, só que com uma diferença: essa gestação pode durar o tempo que for necessário de preparação, até que seu filho possa nascer na mente, no coração, na imaginação e na expectativa dos pais adotantes. No início, percebíamos que o casal não se sentiam pais das crianças. Quando foram buscar as crianças na casa abrigo, o garoto de 8 anos e a menina de 1 ano e 9 meses, já no caminho de casa, chamou-os de pai, de mãe; o que foi relatado pela E. como uma forma de espanto, surpresa, pois ela mesma disse que pensou no momento: nossa, mas já?. Notamos que o menino já havia internalizado ser filho daquele casal, enquanto que os mesmos ainda não. Na adoção tardia, sendo ela considerada a partir dos 2 anos de idade, de acordo com Ducatti (2004) a criança já chega em sua nova família e se encontra portadora de uma história, uma vez que sua identidade se constituiu a partir de elementos de outros, mas mesmo assim, o menino não deixou de reconhecê-los como pais. Há o mito de que a adoção tardia não dá certo porque há uma grande dificuldade por parte da criança em aceitar a figura paterna e materna, mas o que temos percebido neste casal, é o contrário, pois esta adoção tardia vem surtindo grandes efeitos não só para o casal como também para os adotados.

5 Não se pode dizer que a adoção se restringe apenas ao desejo de um casal. Para que uma criança seja inserida numa linhagem familiar faz-se necessário que toda a família compartilhe dessa aspiração cada qual em sua função específica. Este fato implica em que toda a história familiar seja transmitida à criança mediante diferentes olhares. O processo de filiação satisfatório depende, portanto, desse envolvimento familiar global. Ao adotar uma criança toda a constelação familiar deveria, em tese, sofrer o processo (Ducatti, 2004). A afetividade é condição indispensável para a caracterização e permanência da família (Schettini Filho, 2005). Uma grande diferença diante da esterilidade observada entre homens e mulheres reside no fato de que a mulher a vive enquanto luto. Já o homem não faz o luto pela esterilidade e sim pela transmissão genética, o que implica em uma vivência de morte vista através do enfoque genético e da perpetuação do patronímico (Ducatti, 2004). Isso nós pudemos notar nos atendimentos realizados individuais, em que o J. relatava com felicidade quando o seu filho começou a escrever o seu sobrenome. A felicidade dele foi tanta, que pôde internalizar aí o que é ser pai. O que salientamos é que, tanto os pais quanto os filhos, tem sido de grande importância para ambos. Está sendo uma troca mútua. No início, houve sim a não internalização por parte dos pais pelas crianças adotas. Levou-se um tempo para que houvesse de fato essa aceitação. Pudemos vivenciar o marco de ano de adoção. Ao relatar esta data, a E. se emocionou. Disse que há um ano atrás, estava buscando as crianças na casa abrigo com todos os seus anseios, incertezas, temores se daria certo ou não, ansiedade; enfim, como um turbilhão de sentimentos ao mesmo tempo. Hoje, ela descreve que de toda essas sensações vivenciadas, a que permanece é a de alegria por ter adotado essas crianças. Aponta que não há em nenhum momento o arrependimento. Só relembra cada momento com alegria. Menciona que as incertezas, inseguranças continuam, mas de uma maneira diferente do que era no início. Agora sim, notamos que eles internalizaram o que é ser mãe e o que é ser pai.

6 Referência Bibliográfica Ducatti, M. A. G. Diálogos sobre adoção. São Paulo: Casa do Psicólogo, Levinzon, G. K. A criança adotiva na psicoterapia psicanalítica. São Paulo: Editora Escuta, apud Smith e Miroff (1987); Mattei (1997). Schettini Filho, L. Compreendendo os pais adotivos. Recife: Bagaço, p.

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social. O PAPEL DA PSICOTERAPIA DE CASAL E FAMíLIA EM UM CASO DE ADOçãO

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social. O PAPEL DA PSICOTERAPIA DE CASAL E FAMíLIA EM UM CASO DE ADOçãO O PAPEL DA PSICOTERAPIA DE CASAL E FAMíLIA EM UM CASO DE ADOçãO Bruna Maria Schiavinatto* (Programa de Iniciação Extensionista, Fundação Araucária, Departamento de Psicologia e Psicanálise, Universidade

Leia mais

A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA

A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA 1 A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA José Fernando de Freitas RESUMO Os doentes têm uma relação especial com suas doenças. A mente diz que quer se curar, mas, na realidade,

Leia mais

Douglas Daniel de Amorim A PSICANÁLISE E O SOCIAL

Douglas Daniel de Amorim A PSICANÁLISE E O SOCIAL Douglas Daniel de Amorim A PSICANÁLISE E O SOCIAL Belo Horizonte 1999 INTRODUÇÃO A Psicologia Comunitária tem sido um dos campos onde a Psicologia tem tido um expressivo crescimento. Trabalhar em comunidades

Leia mais

FAMÍLIAS ADOTIVAS E MITOS SOBRE LAÇO DE SANGUE

FAMÍLIAS ADOTIVAS E MITOS SOBRE LAÇO DE SANGUE FAMÍLIAS ADOTIVAS E MITOS SOBRE LAÇO DE SANGUE Lidia Natalia Dobrianskyj Weber Em geral, relacionamentos em geral são processos delicados e repletos de pequenos entraves - relacionamentos entre pais e

Leia mais

ESTUDO SOBRE VIVÊNCIA DO LUTO EM ADOLESCENTES E SUA MANIFESTAÇÃO EM DECORRÊNCIA DO TÉRMINO DE UM RELACIONAMENTO AMOROSO

ESTUDO SOBRE VIVÊNCIA DO LUTO EM ADOLESCENTES E SUA MANIFESTAÇÃO EM DECORRÊNCIA DO TÉRMINO DE UM RELACIONAMENTO AMOROSO ESTUDO SOBRE VIVÊNCIA DO LUTO EM ADOLESCENTES E SUA MANIFESTAÇÃO EM DECORRÊNCIA DO TÉRMINO DE UM RELACIONAMENTO AMOROSO Autoras: Tânia Regina Goia; Maria Luísa Louro de Castro Valente Instituição: Universidade

Leia mais

MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS

MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS 1 Introdução O presente estudo se insere no contexto do sistema penitenciário feminino e, empiricamente, tem como tema as

Leia mais

TÍTULO: ADOÇÃO TARDIA E SEU IMPACTO NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO: UM ESTUDO DE CASO.

TÍTULO: ADOÇÃO TARDIA E SEU IMPACTO NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO: UM ESTUDO DE CASO. TÍTULO: ADOÇÃO TARDIA E SEU IMPACTO NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO: UM ESTUDO DE CASO. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADES DE DRACENA

Leia mais

O HOMEM DE VERDADE 1 : Olhando pelas lentes pelas quais vêem as mulheres

O HOMEM DE VERDADE 1 : Olhando pelas lentes pelas quais vêem as mulheres Introdução O HOMEM DE VERDADE 1 : Olhando pelas lentes pelas quais vêem as mulheres Sonia de Alcantara IFRJ/UGB sonia.alcantara@ifrj.edu.br Letícia Mendes Pereira, Lohanna Giovanna Gonçalves da Silva,

Leia mais

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa JONAS RIBEIRO ilustrações de Suppa Suplemento do professor Elaborado por Camila Tardelli da Silva Deu a louca no guarda-roupa Supl_prof_ Deu a louca no guarda roupa.indd 1 02/12/2015 12:19 Deu a louca

Leia mais

DUNKER, C.I.L. Desautorização da Mãe pelo Pai. Revista Pais e Filhos, 2008. A Desautorização da Mãe pelo Pai

DUNKER, C.I.L. Desautorização da Mãe pelo Pai. Revista Pais e Filhos, 2008. A Desautorização da Mãe pelo Pai A Desautorização da Mãe pelo Pai - Quais as consequências de haver um conflito entre pai e mãe em relação à autoridade perante os filhos ou quando divergirem em relação à determinado tema na frente das

Leia mais

SEXO. espiritualidade, instinto e cultura

SEXO. espiritualidade, instinto e cultura SEXO espiritualidade, instinto e cultura AGEU HERINGER LISBOA SEXO espiritualidade, instinto e cultura Copyright 2001 by Ageu Heringer Lisboa Projeto Gráfico: Editora Ultimato 2ª edição Maio de 2006 Revisão:

Leia mais

Dicas para você trabalhar o livro Mamãe, como eu nasci? com seus alunos.

Dicas para você trabalhar o livro Mamãe, como eu nasci? com seus alunos. Dicas para você trabalhar o livro Mamãe, como eu nasci? com seus alunos. Caro professor, Este link do site foi elaborado especialmente para você, com o objetivo de lhe dar dicas importantes para o seu

Leia mais

UMA EXPERIENCIA PROFILATICA A PREPARAÇÃO DE CRIANÇAS PARA ADOÇÃO*

UMA EXPERIENCIA PROFILATICA A PREPARAÇÃO DE CRIANÇAS PARA ADOÇÃO* UMA EXPERIENCIA PROFILATICA A PREPARAÇÃO DE CRIANÇAS PARA ADOÇÃO* Betina Tabajaski** Verônica Petersen Chaves*** Porto Alegre e Canela, Rio Grande do Sul, Brazil, 1997. RESUMO A adoção é uma das alternativas

Leia mais

1 O que é terapia sexual

1 O que é terapia sexual 1 O que é terapia sexual Problemas, das mais diversas causas, estão sempre nos desafiando, dificultando o nosso diaa-dia. A vida é assim, um permanente enfrentamento de problemas. Mas existem alguns que

Leia mais

As crianças adotadas e os atos anti-sociais: uma possibilidade de voltar a confiar na vida em família 1

As crianças adotadas e os atos anti-sociais: uma possibilidade de voltar a confiar na vida em família 1 As crianças adotadas e os atos anti-sociais: uma possibilidade de voltar a confiar na vida em família 1 Resumo: Os atos anti-sociais são para Winnicott, quando ocorrida a perda da confiabilidade no ambiente,

Leia mais

5 Considerações Finais

5 Considerações Finais 5 Considerações Finais Nosso objetivo nesse trabalho foi investigar as influências da família de origem na construção do laço conjugal no novo casal. Partimos da premissa de que toda família possui um

Leia mais

No ano passado. lannoy Dorin SUPLEMENTO DO PROFESSOR. Elaborado por Fernanda Baruel

No ano passado. lannoy Dorin SUPLEMENTO DO PROFESSOR. Elaborado por Fernanda Baruel SUPLEMENTO DO PROFESSOR No ano passado lannoy Dorin Elaborado por Fernanda Baruel A adolescência é um período conturbado. Além das mudanças no corpo, muitos e novos são os sentimentos e as sensações. Por

Leia mais

O PRECOCE PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO COM CRIANÇAS DE 4 e 5 ANOS DE UMA ESCOLA PARTICULAR.

O PRECOCE PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO COM CRIANÇAS DE 4 e 5 ANOS DE UMA ESCOLA PARTICULAR. O PRECOCE PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO COM CRIANÇAS DE 4 e 5 ANOS DE UMA ESCOLA PARTICULAR. Pamella Evangelista Santana 1 Universidade Federal de Mato Grosso do Sul-UFMS Eixo Temático: 9- Infância e Alfabetização

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 III A JOGOS DIVERTIDOS Fizemos dois campeonatos com a Turma da Fazenda, o primeiro com o seguinte trajeto: as crianças precisavam pegar água em um ponto e levar até o outro,

Leia mais

CONHECENDO A PSICOTERAPIA

CONHECENDO A PSICOTERAPIA CONHECENDO A PSICOTERAPIA Psicólogo Emilson Lúcio da Silva CRP 12/11028 2015 INTRODUÇÃO Em algum momento da vida você já se sentiu incapaz de lidar com seus problemas? Se a resposta é sim, então você não

Leia mais

Estimulando expectativas de futuro em adolescentes através de jogos dramáticos

Estimulando expectativas de futuro em adolescentes através de jogos dramáticos Estimulando expectativas de futuro em adolescentes através de jogos dramáticos CHARLIZE NAIANA GRIEBLER EVANDIR BUENO BARASUOL Sociedade Educacional Três de Maio Três de Maio, Rio Grande do Sul, Brasil

Leia mais

o hemofílico. Meu filho também será?

o hemofílico. Meu filho também será? A U A UL LA Sou hemofílico. Meu filho também será? Nas aulas anteriores, você estudou alguns casos de herança genética, tanto no homem quanto em outros animais. Nesta aula, analisaremos a herança da hemofilia.

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM RECUPERAÇÃO DE IMAGEM Quero que saibam que os dias que se seguiram não foram fáceis para mim. Porém, quando tornei a sair consciente, expus ao professor tudo o que estava acontecendo comigo, e como eu

Leia mais

Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r

Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r EUSPELHO Marcelo Ferrari 1 f i c i n a 1ª edição - 1 de agosto de 2015 w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r EUSPELHO Este livro explica como você pode usar sua realidade para obter autoconhecimento. Boa leitura!

Leia mais

Muito se discute no meio científico sobre as dificuldades em se pesquisar o processo

Muito se discute no meio científico sobre as dificuldades em se pesquisar o processo TCC em Re vista 2009 135 PINTO, Fabiana Pessini. 24 Produção científica sobre psicoterapias na base de dados Pepsic (1998/2007). 2008. 20 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia), Franca,

Leia mais

Aprendizagem na Educação Musical

Aprendizagem na Educação Musical Aprendizagem na Educação Musical Flávia Rizzon Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo: O presente texto refere-se à importância de reavaliar a didática na área da Educação Musical, relacionando-a

Leia mais

O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês

O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês Regina Orth de Aragão Sumário Breve histórico. O acolhimento

Leia mais

BAPAK FALA AOS CANDIDATOS

BAPAK FALA AOS CANDIDATOS BAPAK FALA AOS CANDIDATOS PRÓLOGO Subud é um contacto com o poder de Deus Todo Poderoso. Para as pessoas que consideram difícil aceitar tal afirmação, Subud pode ser descrito como a realidade mais além

Leia mais

FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM. A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da

FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM. A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM Maria Elisa França Rocha A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da sexualidade, bem como conhecer suas fantasias e as teorias que

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

GRAVIDEZ NA ADOLESCENCIA UM RISCO À SAÚDE

GRAVIDEZ NA ADOLESCENCIA UM RISCO À SAÚDE GRAVIDEZ NA ADOLESCENCIA UM RISCO À SAÚDE Adriane Ortiz Condé Kreozer 1 Ana Maria Martins 2 Cleonice Cristina Candido 3 Ética e Direitos Humanos INTRODUÇÃO A adolescência é um período de muitas mudanças

Leia mais

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE DAMKE, Anderléia Sotoriva - UFMS anderleia.damke@yahoo.com SIMON, Ingrid FADEP ingrid@fadep.br Resumo Eixo Temático: Formação

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

Exercícios resolvidos sobre Função de probabilidade e densidade de probabilidade

Exercícios resolvidos sobre Função de probabilidade e densidade de probabilidade Exercícios resolvidos sobre Função de probabilidade e densidade de probabilidade Você aprendeu o que é função probabilidade e função densidade de probabilidade e viu como esses conceitos são importantes

Leia mais

Desafios da maturidade

Desafios da maturidade Desafios da maturidade PATRÍCIA ESTER Ação de extensão da UFMG enfrenta contratempos após trajetória de mais de duas décadas Foto: patientsafetyauthority.org Q uando a velhice chega, poucos sabem para

Leia mais

Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade" A psicologia na disfunção sexual

Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade A psicologia na disfunção sexual Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade" A Psicologia faz parte integrante de todas as áreas exploradas, mas também pode funcionar de forma independente das restantes especialidades, ou

Leia mais

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO

Leia mais

PIBID UFPR EDUCAÇÃO FÍSICA GÊNERO E SEXUALIDADE MATERIAL DIDÁTICO DE APOIO VAMOS FALAR SOBRE... PRECONCEITO DE GÊNERO!

PIBID UFPR EDUCAÇÃO FÍSICA GÊNERO E SEXUALIDADE MATERIAL DIDÁTICO DE APOIO VAMOS FALAR SOBRE... PRECONCEITO DE GÊNERO! PIBID UFPR EDUCAÇÃO FÍSICA GÊNERO E SEXUALIDADE MATERIAL DIDÁTICO DE APOIO VAMOS FALAR SOBRE... PRECONCEITO DE GÊNERO! FERNANDA ZARA NICOLAS MOREIRA ?? VOCÊ SABIA?? Que existe um preconceito em relação

Leia mais

AS RELAÇÕES AMOROSAS E OS TRAÇOS DE CARÁTER

AS RELAÇÕES AMOROSAS E OS TRAÇOS DE CARÁTER 1 AS RELAÇÕES AMOROSAS E OS TRAÇOS DE CARÁTER Eloá Andreassa Resumo: As relações amorosas continuam sendo mais que um objetivo na vida das pessoas, é uma necessidade, um sonho, até uma esperança. Porém,

Leia mais

Relacionamento Amoroso

Relacionamento Amoroso CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Relacionamento Amoroso Luisa Guedes Di Mauro Natália Gióia Cípola

Leia mais

SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2

SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2 SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2 INTRODUÇÃO: Durante muitos anos acreditou-se que os adolescentes, assim como as crianças, não eram afetadas pela

Leia mais

Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo

Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação é o que se busca promover a partir da realização do Projeto Transformador:

Leia mais

Caracterização da Escola

Caracterização da Escola 28 O CORDEL DOS TIRADENTES Flávia Helena Pontes Carneiro* helena.flavia@gmail.com *Graduada em Pedagogia, Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, Professora

Leia mais

A Guarda Compartilhada

A Guarda Compartilhada A Guarda Compartilhada Maria Carolina Santos Massafera Aluna do curso de pós-graduação em Direito Civil e Processo Civil na Fundação Aprender Varginha, em convênio com o Centro Universitário Newton Paiva.

Leia mais

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO Autora: Suellen Viviane Lemos Fernandes Co-autora: Maria Irene Miranda Bernardes Universidade Federal de Uberlândia suellenped65@hotmail.com Introdução O presente trabalho

Leia mais

Futebol e Cidadania: esporte e educação entram em campo pela transformação social

Futebol e Cidadania: esporte e educação entram em campo pela transformação social Futebol e Cidadania: esporte e educação entram em campo pela transformação social Viviane Hercowitz, Marcelo Veiga e André Moreira* O Projeto Futebol e Cidadania é um dos trabalhos realizados pela Fundação

Leia mais

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Albertina Marília Alves Guedes¹ Elisa Angélica Alves Guedes² Maria Nizete de Menezes Gomes

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

TERAPIA OCUPACIONAL PADRÃO DE RESPOSTA

TERAPIA OCUPACIONAL PADRÃO DE RESPOSTA TERAPIA OCUPACIONAL PADRÃO DE RESPOSTA QUESTÃO 38 Rosa está com 56 anos de idade e vive em um hospital psiquiátrico desde os 28 anos de idade. Em seu prontuário, encontra-se que ela é doente mental desde

Leia mais

FALANDO SOBRE SEXO E SEXUALIDADE: EXERCÍCIO PRÁTICO EM UM AMBIENTE ESCOLAR

FALANDO SOBRE SEXO E SEXUALIDADE: EXERCÍCIO PRÁTICO EM UM AMBIENTE ESCOLAR FALANDO SOBRE SEXO E SEXUALIDADE: EXERCÍCIO PRÁTICO EM UM AMBIENTE ESCOLAR 2013 Charlisson Mendes Gonçalves Graduando em Psicologia pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais Marleide Marques de

Leia mais

** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança e não pode ser copiado ou reproduzido sem a autorização prévia.

** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança e não pode ser copiado ou reproduzido sem a autorização prévia. * Este texto corresponde à visão da autora Marcia Dib e todas as informações aqui contidas são de inteira responsabilidade da autora. ** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança

Leia mais

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO Profa. Drª. Ana Maria Maranhão 1 Resumo: A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes

Leia mais

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE - Educação Física A DANÇA DO VENTRE NA EDUCAÇÃO. Autor: VIVIANE ESTEVES DE MELLO BRAGA

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE - Educação Física A DANÇA DO VENTRE NA EDUCAÇÃO. Autor: VIVIANE ESTEVES DE MELLO BRAGA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE - Educação Física A DANÇA DO VENTRE NA EDUCAÇÃO Autor: VIVIANE ESTEVES DE MELLO BRAGA Instituição: Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) Orientador: Laércio Schwantes Iório

Leia mais

TALLER: III CONGRESSO DE PSICOTERAPIAS COGNITIVAS LATINO- AMERICANAS E I CONRESSO URUGUAYO DE PSICOTERAPIAS COGNITIVAS.

TALLER: III CONGRESSO DE PSICOTERAPIAS COGNITIVAS LATINO- AMERICANAS E I CONRESSO URUGUAYO DE PSICOTERAPIAS COGNITIVAS. TALLER: III CONGRESSO DE PSICOTERAPIAS COGNITIVAS LATINO- AMERICANAS E I CONRESSO URUGUAYO DE PSICOTERAPIAS COGNITIVAS. A SIGNIFICAÇÃO DOS CONCEITOS DE GÊNERO MASCULINO E FEMININO NA (DES)CONSTRUÇÃO DA

Leia mais

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio TERAPIA DO LUTO Profa. Dra. Angela Maria Alves e Souza Enfermeira-Docente-UFC o suicídio desencadeia o luto mais difícil de ser enfrentado e resolvido

Leia mais

Faculdade de Ciências Humanas FUMEC Curso de Psicologia Abordagem Centrada na Pessoa

Faculdade de Ciências Humanas FUMEC Curso de Psicologia Abordagem Centrada na Pessoa Faculdade de Ciências Humanas FUMEC Curso de Psicologia Abordagem Centrada na Pessoa ACEITAÇÃO Ruy Miranda 1. O que é aceitação? Aceitar significa receber. Uma pessoa recebe a outra, abre as portas para

Leia mais

Lição 1 Como Amar os Inimigos

Lição 1 Como Amar os Inimigos Lição 1 Como Amar os Inimigos A. Como seus pais resolviam as brigas entres você e seus irmãos? B. Em sua opinião qual a diferença entre amar o inimigo e ser amigo do inimigo? PROPÓSITO: Aprender como e

Leia mais

Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil

Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil Apresentaremos 4 lições, que mostram algum personagem Bíblico, onde as ações praticadas ao longo de sua trajetória abençoaram a vida de muitas

Leia mais

1. Você escolhe a pessoa errada porque você espera que ela mude após o casamento.

1. Você escolhe a pessoa errada porque você espera que ela mude após o casamento. 10 Maneiras de se Casar com a Pessoa Errada O amor cego não é uma forma de escolher um parceiro. Veja algumas ferramentas práticas para manter os seus olhos bem abertos. por Rabino Dov Heller, Mestre em

Leia mais

Janaina: muitas flores, uma estória. Me. Fernanda Kimie Tavares Mishima 1. Fernanda de Sousa Vieira 2. Profa. Dra. Maria Lucimar Fortes Paiva 3

Janaina: muitas flores, uma estória. Me. Fernanda Kimie Tavares Mishima 1. Fernanda de Sousa Vieira 2. Profa. Dra. Maria Lucimar Fortes Paiva 3 Janaina: muitas flores, uma estória Me. Fernanda Kimie Tavares Mishima 1 Fernanda de Sousa Vieira 2 Profa. Dra. Maria Lucimar Fortes Paiva 3 Resumo O presente trabalho traz contribuições acerca do atendimento

Leia mais

Dra. Nadia A. Bossa. O Olhar Psicopedagógico nas Dificuldades de Aprendizagem

Dra. Nadia A. Bossa. O Olhar Psicopedagógico nas Dificuldades de Aprendizagem O Olhar Psicopedagógico nas Dificuldades de Aprendizagem Aprendizagem humana Ao nascer, o bebê humano é recebido num mundo de cultura e linguagem que o antecede e ao qual necessita ter acesso. Porém falta

Leia mais

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F.

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. dos Santos A aids é ainda uma doença ameaçadora. Apesar de todos os avanços no

Leia mais

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da Introdução O interesse em abordar a complexidade da questão do pai para o sujeito surgiu em minha experiência no Núcleo de Atenção à Violência (NAV), instituição que oferece atendimento psicanalítico a

Leia mais

A alienação parental e os efeitos da Lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010 no direito de família. Válter Kenji Ishida

A alienação parental e os efeitos da Lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010 no direito de família. Válter Kenji Ishida A alienação parental e os efeitos da Lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010 no direito de família Válter Kenji Ishida Promotor de Justiça das Execuções Criminais e Professor Universitário Autor das seguintes

Leia mais

O papel do corpo na contemporaneidade, as novas patologias e a escuta analítica.

O papel do corpo na contemporaneidade, as novas patologias e a escuta analítica. O papel do corpo na contemporaneidade, as novas patologias e a escuta analítica. Silvana Maria de Barros Santos Entre o século XVI a XIX, as transformações políticas, sociais, culturais e o advento da

Leia mais

MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 16 QUEDA E MALDIÇÃO Nome: Professor: Rebanho

MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 16 QUEDA E MALDIÇÃO Nome: Professor: Rebanho MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 16 QUEDA E MALDIÇÃO Nome: Professor: Rebanho VERSÍCULOS PARA DECORAR ESTA SEMANA Usamos VERSÍCULOS a Bíblia na PARA Nova DECORAR Versão Internacional ESTA SEMANA NVI Usamos

Leia mais

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59 Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br Graduada em pedagogia e fonoaudiologia, Pós-graduada em linguagem, Professora da Creche-Escola

Leia mais

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo 2013 Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo Ana Fonseca, Bárbara Nazaré e Maria Cristina Canavarro Pontos de interesse especiais: Porque

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: JAPĨĨ E JAKÃMĨ Uma história de amizade Autor: Yaguarê Yamã Nacionalidade do autor: Brasileira Currículo do autor: Escritor, professor e artista plástico

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INICIATIVA

JUSTIFICATIVA DA INICIATIVA JUSTIFICATIVA DA INICIATIVA A relevância do projeto: O negro em destaque: As representações do negro na literatura brasileira se dá a partir das análises e percepções realizadas pelo coletivo cultural,

Leia mais

MÓDULO 1: A INFÂNCIA. Como ocorre a cura no processo de O Grito Essencial? A menos que. você use toda sua. energia em seu próprio

MÓDULO 1: A INFÂNCIA. Como ocorre a cura no processo de O Grito Essencial? A menos que. você use toda sua. energia em seu próprio É um processo terapêutico, meditativo e espiritual que aborda as três etapas mais importantes de nossa vida: a infância, a adolescência e a idade adulta, integrando-as à consciência do ser interior. Dada

Leia mais

Jeana Maria de Moura Telles

Jeana Maria de Moura Telles Jeana Maria de Moura Telles Brincar, compartilhar e aprender: A ludicidade como elemento norteador de uma aula mais proveitosa, atrativa e eficaz Araguaína TO 2013 Jeana Maria de Moura Telles Brincar,

Leia mais

Faça o que Eu Digo, Mas Não Faça o que Eu Faço: Estudo Exploratório sobre Infidelidade em Relacionamentos Românticos

Faça o que Eu Digo, Mas Não Faça o que Eu Faço: Estudo Exploratório sobre Infidelidade em Relacionamentos Românticos CienteFico. Ano III, v. II, Salvador, julho-dezembro 2003 Faça o que Eu Digo, Mas Não Faça o que Eu Faço: Estudo Exploratório sobre Infidelidade em Relacionamentos Românticos Giovana Dal Bianco Perlin

Leia mais

Sobre a intimidade na clínica contemporânea

Sobre a intimidade na clínica contemporânea Sobre a intimidade na clínica contemporânea Flávia R. B. M. Bertão * Francisco Hashimoto** Faculdade de Ciências e Letras de Assis, UNESP. Doutorado Psicologia frbmbertao@ibest.com.br Resumo: Buscou-se

Leia mais

UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA

UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA Tiago Onofre da Silva 1 Rafael Santos Nunes 2 RESUMO: O presente artigo aborda o processo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR OS VALORES NA EDUCAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR OS VALORES NA EDUCAÇÃO A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR OS VALORES NA EDUCAÇÃO Eliane Alves Leite Email: li.phn.louvoregloria@hotmail.com Fernanda Cristina Sanches Email: fer_cristina2007@hotmail.com Helena Aparecida Gica Arantes

Leia mais

ADOÇÃO DE CRIANÇAS MAIORES

ADOÇÃO DE CRIANÇAS MAIORES 1 ADOÇÃO DE CRIANÇAS MAIORES Ana Paula DELLAGNESI 1 Wélida de Souza GOMES 2 Juliene Aglio de OLIVEIRA 3 Faustina Dellagnesi SANTOS 4 RESUMO: O presente artigo refere-se a problemática da adoção de crianças

Leia mais

O DESENHO COMO EXPRESSÃO DA SUBJETIVIDADE EM CRIANÇAS HOSPITALIZADAS: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

O DESENHO COMO EXPRESSÃO DA SUBJETIVIDADE EM CRIANÇAS HOSPITALIZADAS: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA O DESENHO COMO EXPRESSÃO DA SUBJETIVIDADE EM CRIANÇAS HOSPITALIZADAS: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Trabalho de curso 2014 Herminia Dias de Freitas Lahana Giacomini de Vasconcellos Luciana Stefano Acadêmica

Leia mais

Gênero no processo. construindo cidadania

Gênero no processo. construindo cidadania Gênero no processo de educação: construindo cidadania Kátia Souto Jornalista e Executiva Nacional da União Brasileira de Mulheres A educação tem caráter permanente. Não há seres educados e não educados.

Leia mais

Como escrever um estudo de caso que é um estudo de caso? Um estudo so é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a

Como escrever um estudo de caso que é um estudo de caso? Um estudo so é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a Página 1 1 Como escrever um Estudo de Caso O que é um estudo de caso? Um estudo de caso é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a lembre-se de escrever um estudo de caso é que o caso

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR MÃES

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR MÃES PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR MÃES P. O QUE É A PATERNIDADE? R. Paternidade significa ser um pai. A determinação da paternidade significa que uma pessoa foi determinada

Leia mais

Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental

Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental Não se aprende por exercícios, mas por práticas significativas. Essa afirmação fica quase óbvia se pensarmos em como uma

Leia mais

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 975 O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Drielly Adrean Batista

Leia mais

ADOÇÃO E CONSTITUIÇÃO DO SELF: A QUEM SE ADOTA? 1. Stella Maris Souza da Mota 2

ADOÇÃO E CONSTITUIÇÃO DO SELF: A QUEM SE ADOTA? 1. Stella Maris Souza da Mota 2 ADOÇÃO E CONSTITUIÇÃO DO SELF: A QUEM SE ADOTA? 1 Stella Maris Souza da Mota 2 RESUMO: O processo de adoção envolve fatores motivacionais, os quais sustentam os vínculos afetivos e definem a constituição

Leia mais

Evangelização Espírita Ismênia de Jesus Plano de Aula 1º Ciclo. Título: Chico Xavier

Evangelização Espírita Ismênia de Jesus Plano de Aula 1º Ciclo. Título: Chico Xavier Plano de Aula 6 Centro Espírita Ismênia de Jesus Evangelização Espírita Ismênia de Jesus Plano de Aula 1º Ciclo Educadora: Rafael e Andréia Dia: 16/03/2015 Título: Chico Xavier Horário: 20 às 21hs Objetivos

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

Concurso Público Psicologia Clínica Caderno de Questões Prova Discursiva 2015

Concurso Público Psicologia Clínica Caderno de Questões Prova Discursiva 2015 Caderno de Questões Prova Discursiva 2015 01 Homem de 38 anos de idade chegou ao atendimento por pressão de amigos, pois está convencido de que em seu caso não se trata de doença. Lúcido, fala espontaneamente

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS Jorge Ferreira da Silva Filho Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Viegas Ribas Pesquisador e Consultor Psicopedagógico

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA MODALIDADE NORMAL EM NÍVEL MÉDIO: UMA EXPERIÊNCIA

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA MODALIDADE NORMAL EM NÍVEL MÉDIO: UMA EXPERIÊNCIA A MODELAGEM MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA MODALIDADE NORMAL EM NÍVEL MÉDIO: UMA EXPERIÊNCIA BRAZ, Bárbara Cândido. USF/Matemática, Fecilcam, babicbraz@hotmail.com CEOLIM, Amauri Jersi. Fecilcam,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA Avaliação Da Prática Docente A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA PRÁTICA DOCENTE Autora: Maria Peregrina de Fátima Rotta Furlanetti Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Estadual

Leia mais

TIPOS DE RELACIONAMENTOS

TIPOS DE RELACIONAMENTOS 68 Décima-Segunda Lição CONSTRUINDO RELACIONAMENTOS DE QUALIDADE Quando falamos de relacionamentos, certamente estamos falando da inter-relação de duas ou mais pessoas. Há muitas possibilidades de relacionamentos,

Leia mais

Este trabalho é o relatório de uma visita de estudo das turmas do 6º A e 6º B da disciplina de Educação

Este trabalho é o relatório de uma visita de estudo das turmas do 6º A e 6º B da disciplina de Educação 2012 2013 Este trabalho é o relatório de uma visita de estudo das turmas do 6º A e 6º B da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, da Escola Básica e Secundária de São Roque do Pico, à Santa

Leia mais