TIME, um desafio para alta performance

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TIME, um desafio para alta performance"

Transcrição

1 TIME, um desafio para alta performance 1. Introdução O objetivo desse artigo é discutir um caminho para tornar os times de trabalho mais eficazes, mais produtivos, voltados a resultados significativos. Mais do que nunca existe a necessidade de se trabalhar em times e é nesse momento que se observa quantos problemas aparecem quando grupos de pessoas se unem para realizar um trabalho. Vários são os motivos para a existência desses problemas, mas, a partir de experiências com algumas empresas, pudemos observar algo invisível, mas tão pernicioso quanto um vírus se não cuidado: é o lado emocional. Nesse artigo vamos discutir como as emoções, ideologias, valores e crenças podem se tornar grandes facilitadores para o trabalho em times de alta performance. 2. Times: Pessoas Diferentes com Objetivos Comuns As mudanças na hierarquia das empresas, a necessidade de maior conhecimento, assim como a velocidade das informações, são fatores que, entre outros, geraram a necessidade do trabalho em times. No entanto, poucas são as empresas que conseguem transformar seus grupos de trabalhos em verdadeiros times. Mais difícil ainda é transformá-los em times de alta performance. O grande motivo é que times são formados por pessoas, em pequeno número, com objetivos comuns e conhecimentos complementares, compromissadas com uma meta de alta performance. Quando se fala em pessoas, aí já se encontra grande complexidade. Cada pessoa traz para o time seus componentes individuais - mente, corpo, emoções e espírito. Além disso, os objetivos de cada pessoa são diferentes, assim como o significado que cada um enxerga no trabalho, o que interfere na vontade em disponibilizar os próprios conhecimentos para o time e no comprometimento com a meta de performance. 1

2 O que se percebe, então, é que existe um caminho a percorrer para transformar grupos de trabalho em times e esse caminho passa por vários pontos: - formação do time com pessoas altamente competentes, com perfil adequado para trabalhar em times, ou seja, preferência em trabalhar com outras pessoas, que não precisem brilhar sozinhas e que tenham abertura suficiente para compartilhar conhecimentos, idéias e experiências; - definição clara do objetivo a ser alcançado e que seja um desafio tão forte a ponto de virar um sonho, uma paixão; - liderança com características de transformação e com sensibilidade suficiente para curar o time, - além de prover os recursos necessários para o alcance do objetivo; 3. Emoções, Ideologia, Crenças e Valores: o Lado invisível dos Times Os pontos descritos anteriormente são básicos para a formação dos times, mas não suficientes a ponto de garantir alta performance, uma vez que existe todo lado emocional que, apesar de mudo, fala muito mais alto. É o lado emocional responsável pela presença do otimismo, da motivação, do comprometimento, da busca do sucesso conjunto, fundamentais para o alcance de resultados, assim como pelos fatores que destróem qualquer time: inveja, ciúmes, rigidez, angústia, decepção, medo, insegurança, resistência e estrelismo. Portanto, para assegurar a alta performance de um time, há de se trabalhar os processos emocionais oriundos das relações entre os membros do grupo e de cada com a tarefa. Em outras palavras, é preciso olhar o invisível, tornar explícito o conteúdo implícito do grupo, tirar debaixo do tapete a sujeira emocional escondida. E aí está a grande diferença de um líder: o que enxerga além da tarefa, todo conteúdo emocional que permeia o trabalho e as pessoas. Essa afirmação baseia-se no simples fato de que toda ação ou relação humana está carregada de conteúdos emocionais que interferem positiva ou negativamente nos resultados que a pessoa ou um grupo pretende obter. Quando os conteúdos emocionais de um grupo não são trabalhados, parte da energia que deveria estar a serviço da tarefa é usada para represar essas emoções e alimentá-las, construindo estruturas de defesa e boicotes. Se as pessoas não conseguem espaço para falar de seus sentimentos em relação à tarefa e aos integrantes do grupo, a energia utilizada 2

3 para lidar com o medo, angústia, desespero, incompetência, intranqüilidade, ansiedade, raiva, tristeza e ressentimentos, torna a relação falsa e a tarefa improdutiva. Analisar o conteúdo emocional é tornar explícito o implícito do grupo. Não se trata de psicoterapia grupal, porque nesta análise não se entra na vida privada dos membros, nem na sua intimidade emocional, mas sim nas emoções relacionadas ao grupo e à tarefa. Quando há possibilidade de um grupo explicitar o implícito, toda energia produtiva aprisionada para manter o implícito é liberada para ser usada na realização da tarefa. Alguns grupos são tipicamente doentes, ou seja, não apresentam avanços na tarefa, rodam em círculo vicioso, porque sua energia produtiva está sendo canalizada para a manutenção da doença, a improdutividade. Um outro lado dessa história está relacionado às ideologias, às crenças e aos valores dos integrantes do grupo. Refletem-se constantemente em todos os pensamentos conscientes e inconscientes, possuem grande carga emocional e são os responsáveis pela direção de todas nossas ações e relações. Apesar de cada pessoa tratá-los como resultados de um raciocínio puramente lógico, freqüentemente o que ocorre é a existência de um significado interno, construído nas experiências afetivas desde a infância e que afetam nosso comportamento, muitas vezes de maneira inconsciente. Como exemplo, podemos citar alguém que enxerga no time a possibilidade de realização, crescimento e amadurecimento pessoal. Outra pessoa, do mesmo time pode enxergá-lo apenas como forma de projeção pessoal. Essas distintas formas de pensar podem levar o time à estagnação, já que as duas diferentes visões podem se cristalizar em posições rígidas face à uma questão qualquer relacionada à tarefa. São as ideologias, valores e crenças que constróem os comportamentos estereotipados, limitando a criatividade e criando uma visão viciada, impedindo a construção de novas soluções. Quando rompido o estereótipo, o grupo se transforma em um time aberto a novas descobertas, onde teoria e prática se integram, construindo uma força criativa no próprio campo de trabalho. 3

4 4. Um caminho para chegar aos times de alta performance Para curar o grupo e transformá-lo em time precisa-se considerar e trabalhar profundamente os sentimentos universais que Enrique Pichon-Riviére, psicanalista argentino, destacou como atuantes em qualquer grupo que venha a se formar frente a situações novas: - medo da perda da estrutura anterior - medo de ser atacado e de não dar conta da nova situação - medo e resistência à mudança - sentimento básico de insegurança - resistência às novas aprendizagens e comunicações Nossa proposta para transformar o grupo em time é a de possibilitar um enraizamento, ou seja, é tirar o time da superficialidade da tarefa e aprofundar as questões referentes ao conteúdo emocional. Para tanto, precisa-se: - esclarecer o conteúdo implícito, trazendo à tona todas as - emoções referentes à equipe na tarefa - discutir e limpar essas emoções, - reconhecer a ideologia e valores de cada membro do time - estabelecer uma visão, ideologia, crenças e valores integrados na tarefa específica - valorizar e respeitar as diferenças individuais - construir uma rede de confiança e de cumplicidade Cabe ao líder ser o grande transformador e curador do time, assim como cabe a cada integrante a disponibilidade em querer percorrer um caminho conjunto, buscando possibilidades de troca, aprendizagem, auto conhecimento e exercícios de convivência. Assim como o conhecimento técnico é valorizado, quando se fala em times, o desenvolvimento da sensibilidade é fator-chave para o sucesso, para o alcance de resultados. Precisa-se ter a sensibilidade para ler e interpretar o grupo, compreender e aceitar as emoções, desenvolver a coragem para administrar situações de conflito, flexibilizar o poder e a liderança, transitar entre o saber e o não saber. Compreender as emoções já é um grande passo, mas, além de compreendê-las, o líder precisa também aceitá-las como uma necessidade de expressão e não como um ataque pessoal. Administrar conflitos é outro grande desafio, onde a imparcialidade é crucial para que se mantenha a coesão do time O líder precisa cuidar para nunca expor nenhum membro do time isoladamente. 4

5 Qualquer problema deve ser tratado como um tema do time e não como uma questão individual. Talvez o ponto alto seja a capacidade de flexibilizar o poder e a liderança. É reconhecer que o conhecimento e o saber individuais são limitados e que, no time, ampliam-se a ponto de construir uma sinergia tão enriquecedora para todos, onde o não saber é tão importante quanto o saber, porque é no não saber que reside a criatividade. Isso tudo nos leva a compreender que a convivência é tão importante quanto a realização da tarefa, uma vez que é a convivência que dá significado à existência de todo ser humano. Este artigo foi escrito por Fátima Motta e Edsom Galrão França 5

DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO

DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO E- BOOK GRATUITO Olá amigo (a), A depressão é um tema bem complexo, mas que vêm sendo melhor esclarecido à cada dia sobre seu tratamento e alívio. Quase todos os dias novas

Leia mais

Construindo Relacionamentos

Construindo Relacionamentos Construindo Relacionamentos Objetivos: Promover a conscientização da necessidade de trabalho em equipe e de construir relacionamentos como um componente da formação de equipe Oferecer sugestões e instrumentos

Leia mais

TIPOS DE RELACIONAMENTOS

TIPOS DE RELACIONAMENTOS 68 Décima-Segunda Lição CONSTRUINDO RELACIONAMENTOS DE QUALIDADE Quando falamos de relacionamentos, certamente estamos falando da inter-relação de duas ou mais pessoas. Há muitas possibilidades de relacionamentos,

Leia mais

6. Considerações Finais

6. Considerações Finais 6. Considerações Finais O estudo desenvolvido não permite nenhuma afirmação conclusiva sobre o significado da família para o enfrentamento da doença, a partir da fala das pessoas que têm HIV, pois nenhum

Leia mais

#CRIESEUCAMINHO AULA 1 - EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO MEDO DE MUDAR VONTADE DE MUDAR

#CRIESEUCAMINHO AULA 1 - EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO MEDO DE MUDAR VONTADE DE MUDAR CRIE SEU CAMINHO AULA 1 - EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO Na primeira aula do curso introdutório do Programa Crie seu Caminho, você pôde compreender a origem da dor que se manifesta em todas as pessoas que desejam

Leia mais

TIPOS DE REUNIÕES. Mariangela de Paiva Oliveira. mariangela@fonte.org.br. As pessoas se encontram em diferentes âmbitos:

TIPOS DE REUNIÕES. Mariangela de Paiva Oliveira. mariangela@fonte.org.br. As pessoas se encontram em diferentes âmbitos: TIPOS DE REUNIÕES Mariangela de Paiva Oliveira mariangela@fonte.org.br As pessoas se encontram em diferentes âmbitos: no âmbito do pensar: quando acontece uma troca de idéias, opiniões ou informações;

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de fora Departamento de Nutrição Grupo de Desenvolvimento Humano

Universidade Federal de Juiz de fora Departamento de Nutrição Grupo de Desenvolvimento Humano Universidade Federal de Juiz de fora Departamento de Nutrição Grupo de Desenvolvimento Humano Dinâmica de grupo Dalila Angélico Rocha Jéssica da Silva Rocha Marcilene Tomás Dinâmica de grupos A utilização

Leia mais

Curso sobre a EFT. (a acupuntura emocional sem agulhas) e os princípios da Psicologia Energética

Curso sobre a EFT. (a acupuntura emocional sem agulhas) e os princípios da Psicologia Energética Curso sobre a EFT (a acupuntura emocional sem agulhas) e os princípios da Psicologia Energética Curso com certificado, credenciado pela AAMET (Association of Advancement of Meridian Techniques www.aamet.org)

Leia mais

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo 2013 Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo Ana Fonseca, Bárbara Nazaré e Maria Cristina Canavarro Pontos de interesse especiais: Porque

Leia mais

AS RELAÇÕES AMOROSAS E OS TRAÇOS DE CARÁTER

AS RELAÇÕES AMOROSAS E OS TRAÇOS DE CARÁTER 1 AS RELAÇÕES AMOROSAS E OS TRAÇOS DE CARÁTER Eloá Andreassa Resumo: As relações amorosas continuam sendo mais que um objetivo na vida das pessoas, é uma necessidade, um sonho, até uma esperança. Porém,

Leia mais

Essa frase, que aqui utilizo à guisa de epígrafe, foi-me dita por meu pai. Um Paradigma que Cai por Terra. Capítulo

Essa frase, que aqui utilizo à guisa de epígrafe, foi-me dita por meu pai. Um Paradigma que Cai por Terra. Capítulo Capítulo 1 Um Paradigma que Cai por Terra Se for um bom negócio, faça. Entretanto, se não for, não faça. Essa frase, que aqui utilizo à guisa de epígrafe, foi-me dita por meu pai quando eu ainda era uma

Leia mais

RELATÓRIO MESA DEVOLVER DESIGN (EXTENSÃO) Falta aplicação teórica (isso pode favorecer o aprendizado já que o aluno não tem a coisa pronta)

RELATÓRIO MESA DEVOLVER DESIGN (EXTENSÃO) Falta aplicação teórica (isso pode favorecer o aprendizado já que o aluno não tem a coisa pronta) 1ª RODADA RELAÇÃO PRÁTICA E TEORIA Pouca teoria, muitas oficinas Matérias não suprem as necessidades de um designer Falta aplicação teórica (isso pode favorecer o aprendizado já que o aluno não tem a coisa

Leia mais

CONHECENDO A PSICOTERAPIA

CONHECENDO A PSICOTERAPIA CONHECENDO A PSICOTERAPIA Psicólogo Emilson Lúcio da Silva CRP 12/11028 2015 INTRODUÇÃO Em algum momento da vida você já se sentiu incapaz de lidar com seus problemas? Se a resposta é sim, então você não

Leia mais

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS Roberta A. dos Santos 1* (IC), Karen.L. Cruz 1 (IC) Verno Krüger 2 (PQ) beta x@hotmail.com 1-

Leia mais

Você gostaria de atingir os objetivos que traçou para sua vida de maneira mais consistente e sustentável? Gostaria de melhorar o seu aproveitamento, trabalhar menos pressionado ou estressado, e ainda aumentar

Leia mais

Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web. Gestão de Pessoas. Qual o objetivo da disciplina?

Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web. Gestão de Pessoas. Qual o objetivo da disciplina? Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web Quem é a professora responsável? Qual o objetivo da disciplina? Como estudar e obter nota para aprovação? Qual é a bibliografia básica?

Leia mais

FALANDO DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO

FALANDO DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO FALANDO DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO A criança portadora de doença cardíaca congênita e o adoecer as emoções e dos sentimentos de sua família. Edna G. Levy O coração está associado à vida e à morte. É o primeiro

Leia mais

Cuidados com o cuidador

Cuidados com o cuidador IV Fórum Multidisciplinar em Saúde da Mama para Voluntários, Leigos e Profissionais de Saúde Cuidados com o cuidador Rita de Cassia Macieira Quem é o cuidador? Cuidadores Cuidadores formais: profissionais

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais

TREINAMENTO MENTAL. Segundo Samulski (2002): "é"

TREINAMENTO MENTAL. Segundo Samulski (2002): é TREINAMENTO MENTAL Segundo Samulski (2002): "é" a imaginação de forma planejada, repetida e consciente de habilidades motoras, técnicas t esportivas e estratégias táticas". t ticas". CONSTITUÍDO Técnicas

Leia mais

Psicanálise: técnica para discernir e descobrir os processos psíquicos.

Psicanálise: técnica para discernir e descobrir os processos psíquicos. O conhecimento da psicanálise para o administrador, pode estar facilitando a compreensão das reações e comportamentos das pessoas com quem ele vai estar lidando no seu dia-dia. Temas discutidos nesta aula:

Leia mais

Paulo de Lima. Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ).

Paulo de Lima. Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ). Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ). Titulo 03: Droga, Álcool e cidadania Paulo de Lima (Mestrando em Educação

Leia mais

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F.

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. dos Santos A aids é ainda uma doença ameaçadora. Apesar de todos os avanços no

Leia mais

O Trabalho em Equipe

O Trabalho em Equipe Texto de Apoio da Unidade Didática I Seqüência de Atividades I O Trabalho em Equipe Carlos Haroldo Piancastelli 1 Horácio Pereira de Faria 2 Marília Rezende da Silveira 3 Este texto tem como objetivo discutir

Leia mais

PROFISSIONALISMO INTERATIVO E ORIENTAÇÕES PARA A AÇÃO

PROFISSIONALISMO INTERATIVO E ORIENTAÇÕES PARA A AÇÃO 15/04/15 PROFISSIONALISMO INTERATIVO E ORIENTAÇÕES PARA A AÇÃO A escola como organização aprendente: buscando uma educação de qualidade. Michael Fullan e Andy Hargreaves. Escolas que aprendem são as que

Leia mais

A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA

A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA 1 A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA Glória Maria Alves Ferreira Cristofolini RESUMO Sala de aula, lugar de construção do saber, de alegrias e sensibilidades. É assim que penso o verdadeiro sentido

Leia mais

Lúdico e as relações pessoais: oportunidades de ação

Lúdico e as relações pessoais: oportunidades de ação Lúdico e as relações pessoais: oportunidades de ação Profa. Elaine Prodócimo Faculdade de Educação Física UNICAMP GEPA- Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Agressividade Sentimento de violência Percepção

Leia mais

CURA ESPIRITUAL DA DEPRESSÃO

CURA ESPIRITUAL DA DEPRESSÃO CURA ESPIRITUAL DA DEPRESSÃO DEPRESSÃO E SUICÍDIO DEPRESSÃO E SUICÍDIO Há uma conexão direta entre a depressão e o suicídio. O suicídio é o auge do estado de rebeldia que a criatura pode se entregar.

Leia mais

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 O COACHING...4 ORIGENS...5 DEFINIÇÕES DE COACHING...6 TERMOS ESPECÍFICOS E SUAS DEFINIÇÕES...7 O QUE FAZ UM COACH?...8 NICHOS DE ATUAÇÃO DO COACHING...9 OBJETIVOS DO COACHING...10

Leia mais

DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS

DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS GISLAINE HOSANA ARAÚJO FERNANDES SAPIENS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS exibidaboutique@gmail.com INTRODUÇÃO A escola é um ambiente onde acontecem

Leia mais

Empreendedorismo. Tópico 1 O (a) Empreendedor (a)

Empreendedorismo. Tópico 1 O (a) Empreendedor (a) Empreendedorismo Tópico 1 O (a) Empreendedor (a) Conteúdo 1. Objetivos do Encontro... 3 2. Introdução... 3 3. A formação do empreendedor... 3 4. Empreendedorismo nato ou desenvolvido?... 4 4.1 Características

Leia mais

1. Eu tenho problema em ter minhas necessidades satisfeitas. 1 2 3 4 5 6

1. Eu tenho problema em ter minhas necessidades satisfeitas. 1 2 3 4 5 6 FIAT Q Questionário de Relacionamento Interpessoal Glenn M. Callaghan Department of Psychology; One Washington Square, San Jose University, San Jose CA 95192-0120 Phone 08) 924-5610 e fax (408) 924 5605.

Leia mais

É recomendável ordenar e responder apenas àquelas perguntas que podem efetivamente contribuir para um aprofundamento da análise da organização.

É recomendável ordenar e responder apenas àquelas perguntas que podem efetivamente contribuir para um aprofundamento da análise da organização. Roteiro de Apoio Análise da Sustentabilidade Institucional Antonio Luiz de Paula e Silva alpsilva@fonte.org.br 1 O presente documento apresenta uma série de perguntas para ajudar no levantamento de dados

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

Inteligência emocional ajuda a conquistar vagas de liderança

Inteligência emocional ajuda a conquistar vagas de liderança Inteligência emocional ajuda a conquistar vagas de liderança Tempo de Mulher Arieta Arruda 14 horas atrás Houve um tempo em que as pessoas queriam mostrar sua face mais racional no mercado de trabalho,

Leia mais

Psicose pós-parto. A psicose pós-parto é um quadro de depressão pós-parto mais grave e mais acentuado, pois na psicose pós-parto existe o

Psicose pós-parto. A psicose pós-parto é um quadro de depressão pós-parto mais grave e mais acentuado, pois na psicose pós-parto existe o Psicose pós-parto Pode ir desde uma leve tristeza que desaparece com o passar dos dias até um grau mais grave de depressão onde é necessária uma rápida intervenção médica. Este estágio é chamado de psicose

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m CASO CLINICO Cliente : A. G - 21 anos - Empresa familiar - Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m Motivo da avaliação: Baixa auto estima, dificuldade em dormir, acorda várias vezes a noite. Relatou

Leia mais

OBJETIVO DESENVOLVER UM MELHOR CONHECIMENTO DE SI MESMO E

OBJETIVO DESENVOLVER UM MELHOR CONHECIMENTO DE SI MESMO E TRABALHO EM EQUIPE: SUPERANDO DESAFIOS OBJETIVO DESENVOLVER UM MELHOR CONHECIMENTO DE SI MESMO E DOS OUTROS. ANALISAR, ESTUDAR E DISCUTIR AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS EXISTENTES NA EQUIPE DE TRABALHO, VISANDO

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO.

UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO. UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO. PARTE 1 O QUE É FILOSOFIA? não é possível aprender qualquer filosofia; só é possível aprender a filosofar. Kant Toda às vezes que

Leia mais

Bom dia, Formar cidadãos éticos, com

Bom dia, Formar cidadãos éticos, com Gestão Pedagógica capa Por Carolina Mainardes carolina@humanaeditorial.com.br Bom dia, Escolas assumem o desafio de ensinar valores e formar cidadãos completos, em cenário que contempla famílias compenetradas

Leia mais

I - A evolução da Psicanálise

I - A evolução da Psicanálise Necessidades e cuidados no setting. Rosa M. C. Reis. Membro Efetivo da SPRJ - Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro FEBRAPSI Federação Brasileira de Psicanálise IPA - International Association Psychoanalytical

Leia mais

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social. O PAPEL DA PSICOTERAPIA DE CASAL E FAMíLIA EM UM CASO DE ADOçãO

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social. O PAPEL DA PSICOTERAPIA DE CASAL E FAMíLIA EM UM CASO DE ADOçãO O PAPEL DA PSICOTERAPIA DE CASAL E FAMíLIA EM UM CASO DE ADOçãO Bruna Maria Schiavinatto* (Programa de Iniciação Extensionista, Fundação Araucária, Departamento de Psicologia e Psicanálise, Universidade

Leia mais

Kimberly Willis. The Little Book Of Diet Help. Inês Rodrigues. Liliana Lourenço. Tradução de. Ilustrações de

Kimberly Willis. The Little Book Of Diet Help. Inês Rodrigues. Liliana Lourenço. Tradução de. Ilustrações de Kimberly Willis The Little Book Of Diet Help Tradução de Inês Rodrigues Ilustrações de Liliana Lourenço PARTE 1 > SOBRE ESTE LIVRO 9 PARTE 2 > VAMOS COMEÇAR 19 PARTE 3 > MUDE A FORMA COMO SE SENTE 49

Leia mais

Código de Ética e Conduta em Relações Comerciais Bridge Research

Código de Ética e Conduta em Relações Comerciais Bridge Research Código de Ética e Conduta em Relações Comerciais Bridge Research Missão Ser a referência no Brasil em soluções de pesquisa de mercado que utilizem tecnologia como uma plataforma para melhorar a decisão

Leia mais

Conversando sobre a REALIDADE. Propostas Educação. Ano 1 - nº 3 - Nov/15

Conversando sobre a REALIDADE. Propostas Educação. Ano 1 - nº 3 - Nov/15 Conversando sobre a REALIDADE social do BRASIL Propostas Educação Ano 1 - nº 3 - Nov/15 Partido da Social Democracia Brasileira Presidente: Senador Aécio Neves Instituto Teotônio Vilela Presidente: José

Leia mais

Desafios para a gestão escolar com o uso de novas tecnologias Mariluci Alves Martino

Desafios para a gestão escolar com o uso de novas tecnologias Mariluci Alves Martino Desafios para a gestão escolar com o uso de novas tecnologias Mariluci Alves Martino A escola e a gestão do conhecimento Entender as instituições educacionais pressupõe compreendê-las e colocá-las em relação

Leia mais

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1 Denise Carrera A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto de que a ordem social não é natural e por isso pode ser transformada. A

Leia mais

Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br

Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br Educação Inclusiva Direito à Diversidade O Ensino comum na perspectiva inclusiva: currículo, ensino, aprendizage m, conheciment o Educação Inclusiva Direito à Diversidade Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br

Leia mais

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo.

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Material referente ao texto do Módulo 3: Ações Básicas de Mobilização. O conhecimento da realidade é a base fundamental ao desenvolvimento social, que visa

Leia mais

SUBPREFEITURA SÃO MIGUEL PTA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E A GESTÃO PÚBLICA

SUBPREFEITURA SÃO MIGUEL PTA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E A GESTÃO PÚBLICA Roka 15 SUBPREFEITURA SÃO MIGUEL PTA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E A GESTÃO PÚBLICA Dr. Roberto Kanaane FATORES PSICOLÓGICOS DETERMINANTES DA SAÚDE MENTAL EMOÇÃO RACIOCÍNIO SAÚDE MENTAL DISCERNIMENTO JULGAMENTO

Leia mais

AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE

AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE WHOQOL-120 HIV AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE Genebra Versão em Português 1 Departamento de Saúde Mental e Dependência Química Organização Mundial da Saúde CH-1211 Genebra

Leia mais

13 SE VOCÊ CRÊ. Venho para tentar despertar em você a compreensão de que todos os seus problemas, angústias e limitações já estão dentro de você.

13 SE VOCÊ CRÊ. Venho para tentar despertar em você a compreensão de que todos os seus problemas, angústias e limitações já estão dentro de você. 13 SE VOCÊ CRÊ Venho para tentar despertar em você a compreensão de que todos os seus problemas, angústias e limitações já estão dentro de você. Isto é assim porque os seus pensamentos surgem de suas características

Leia mais

Reordenamento do acolhimento institucional através da formação

Reordenamento do acolhimento institucional através da formação Reordenamento do acolhimento institucional através da formação Uma mudança de cultura Formação - um novo formato A construção de uma metodologia Um processo grupal A construção de um conteúdo pelo grupo

Leia mais

Aula 10. Delegação X Empowerment

Aula 10. Delegação X Empowerment Aula 10 Delegação X Empowerment Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br DELEGAÇÃO X EMPOWERMENT Delegar significa orientar o colaborador para que execute uma determinada atividade no lugar

Leia mais

PREVENÇÃO DE RECAÍDA

PREVENÇÃO DE RECAÍDA PREVENÇÃO DE RECAÍDA Alessandro Alves Noventa por cento do sucesso se baseia simplesmente em insistir. Woody Allen A recaída tem sido descrita tanto como um resultado a visão dicotômica de que a pessoa

Leia mais

Práticas de Apoio à Gestão

Práticas de Apoio à Gestão Práticas de Apoio à Gestão Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Organizações de Aprendizagem Learning Organization Conceitos Organizações de Aprendizagem

Leia mais

Stress. Saúde Mental. ão.

Stress. Saúde Mental. ão. Saúde Mental Stress Se dura o tempo necessário para proteger o organismo de uma situação de risco, é saudável. Quando passa dias e dias sem controle, vira doença. O Stress, além de ser ele próprio e a

Leia mais

Considerações acerca da transferência em Lacan

Considerações acerca da transferência em Lacan Considerações acerca da transferência em Lacan Introdução Este trabalho é o resultado um projeto de iniciação científica iniciado em agosto de 2013, no Serviço de Psicologia Aplicada do Instituto de Psicologia

Leia mais

Inovação Tecnológica!

Inovação Tecnológica! Inovação Tecnológica! Engraçado, costumam dizer que tenho sorte, só eu sei que quanto mais eu me preparo Mais sorte eu tenho. A nthony Robbins Consultora Cássia Ghelfi Raza Marcelo Como você vai mover-se

Leia mais

II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA

II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR LÉO LOHLER ENSINO FUNDAMENTAL II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA PROJETO: JOGOS - A MANEIRA DIVERTIDA DE FICAR INTELIGENTE PROFESSORA ORIENTADORA:

Leia mais

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº. 016/2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013 Capacitação de Técnicos e Gestores para Elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico Módulo I DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO PARTICIPATIVO

Leia mais

A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA

A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA 1 A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA José Fernando de Freitas RESUMO Os doentes têm uma relação especial com suas doenças. A mente diz que quer se curar, mas, na realidade,

Leia mais

AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE

AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE ANDRADE 1, Fernando C. B. de; SANTOS 2, Carmen S. G. dos; VASCONCELOS 3, Maria Helena Venâncio; Centro de Educação/Departamento

Leia mais

O que uma empresa necessita para manter seus funcionários motivados?

O que uma empresa necessita para manter seus funcionários motivados? O que uma empresa necessita para manter seus funcionários motivados? A empresa deve ser pensada como organização social, humana. Além das relações decorrentes das tarefas, ocorrem outros relacionamentos

Leia mais

Objetivos. Discutir as novas tendências de mercado; Ampliar a visão de Gestão; Compreender os múltiplos papéis do Gestor;

Objetivos. Discutir as novas tendências de mercado; Ampliar a visão de Gestão; Compreender os múltiplos papéis do Gestor; Gestão de Pessoas Objetivos Discutir as novas tendências de mercado; Ampliar a visão de Gestão; Compreender os múltiplos papéis do Gestor; Discernir sobre os efeitos e benefícios da comunicação; Fomentar

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

1 O que é terapia sexual

1 O que é terapia sexual 1 O que é terapia sexual Problemas, das mais diversas causas, estão sempre nos desafiando, dificultando o nosso diaa-dia. A vida é assim, um permanente enfrentamento de problemas. Mas existem alguns que

Leia mais

Prevenção em saúde mental

Prevenção em saúde mental Prevenção em saúde mental Treinar lideranças comunitárias e equipes de saúde para prevenir, identificar e encaminhar problemas relacionados à saúde mental. Essa é a característica principal do projeto

Leia mais

COMO TER TEMPO PARA COMEÇAR MINHA TRANSIÇÃO DE CARREIRA?

COMO TER TEMPO PARA COMEÇAR MINHA TRANSIÇÃO DE CARREIRA? COMO TER TEMPO PARA COMEÇAR MINHA TRANSIÇÃO DE CARREIRA? Um guia de exercícios para você organizar sua vida atual e começar a construir sua vida dos sonhos Existem muitas pessoas que gostariam de fazer

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SOROCABA

UNIVERSIDADE DE SOROCABA UNIVERSIDADE DE SOROCABA PRÓ REITORIA DE GRADUAÇÃO CURSO DE GESTÃO EM RECURSOS HUMANOS Alessandra dos Santos Silva Helenice Moraes Rosa Roseneia Farias Gazoli Valdilene Batista de Lima O QUE PODEMOS APRENDER

Leia mais

Curso de cristais Para Patologia femininas

Curso de cristais Para Patologia femininas Curso de cristais Para Patologia femininas Mulher, é um ser divino que precisa encontrar com seu divino. Com Amor Auriel dos Anjos Tópicos abordados 1. Busca do equilíbrio com cristais. 2. Corpos mental,

Leia mais

Fundação: Sócio-Fundador: Sócia-Diretora Administrativa: Atuação Principal: São Paulo:

Fundação: Sócio-Fundador: Sócia-Diretora Administrativa: Atuação Principal: São Paulo: Fundação: Sócio-Fundador: Sócia-Diretora Administrativa: Atuação Principal: São Paulo: 05/07/1988 Marcelo Ponzoni Cristiane Lança Ponzoni São Paulo e Ribeirão Preto Sede Própria com 700m2 C O M U N I C

Leia mais

O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS

O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS Michelle Mike Nose 1, Daisy Aparecida do Nascimento Rebelatto 2 Universidade de São Paulo 1 Escola de Engenharia de São Carlos Av. Trabalhador São Carlense, 400

Leia mais

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER Nilton Cezar Ferreira 1 Por mais de dois séculos já se faz reformas curriculares no Brasil, no entanto nenhuma dessas reformas conseguiu mudar de forma

Leia mais

MÓDULO 2 MÓDULO 1 MÓDULO 3 MÓDULO 4 GESTÃO COMPORTAMENTAL NEUROCOACHING COMUNICAÇÃO NOS NEGÓCIOS PSICOLOGIA POSITIVA

MÓDULO 2 MÓDULO 1 MÓDULO 3 MÓDULO 4 GESTÃO COMPORTAMENTAL NEUROCOACHING COMUNICAÇÃO NOS NEGÓCIOS PSICOLOGIA POSITIVA MÓDULOS MÓDULO 1 MÓDULO 2 MÓDULO 3 NEUROCOACHING GESTÃO COMPORTAMENTAL MÓDULO 4 COMUNICAÇÃO NOS NEGÓCIOS PSICOLOGIA POSITIVA MÓDULO 1 NEUROCOACHING PENSAR BEM RÁPIDO FALAR BEM FÁCIL AGIR BEM MELHOR Aprenda

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO. Faculdade de Direito de Alta Floresta (FADAF)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO. Faculdade de Direito de Alta Floresta (FADAF) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO Faculdade de Direito de Alta Floresta (FADAF) 2011 SUMÁRIO Capítulo I... 4 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 4 Capítulo II... 4 DA FINALIDADE E OBJETIVOS DO NAP...

Leia mais

Ajudando você a fazer a diferença!

Ajudando você a fazer a diferença! Diretores da Lannes Consulting Luciano Lannes Consultor Organizacional e Palestrante com foco no Trabalho em Equipe e o processo de aprendizagem organizacional, visa o desenvolvimento empresarial e a educação

Leia mais

MÓDULO 1: A INFÂNCIA. Como ocorre a cura no processo de O Grito Essencial? A menos que. você use toda sua. energia em seu próprio

MÓDULO 1: A INFÂNCIA. Como ocorre a cura no processo de O Grito Essencial? A menos que. você use toda sua. energia em seu próprio É um processo terapêutico, meditativo e espiritual que aborda as três etapas mais importantes de nossa vida: a infância, a adolescência e a idade adulta, integrando-as à consciência do ser interior. Dada

Leia mais

Agora que já sabemos como funciona a atuação da Psicopedagogia Institucional,

Agora que já sabemos como funciona a atuação da Psicopedagogia Institucional, Psicopedagogia institucional na escola: desafios e processos Agora que já sabemos como funciona a atuação da Psicopedagogia Institucional, vamos nos deter na atuação psicopedagógica institucional escolar

Leia mais

EDITORIAL EDITORIAL ÍNDICE

EDITORIAL EDITORIAL ÍNDICE EDITORIAL EDITORIAL 1 Sérgio Butka Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba Desde a primeira cartilha lançada pelo Departamento de Saúde do SMC vários problemas que fazem parte do cotidiano

Leia mais

PLANEJAMENTO E PROJETO: AS FERRAMENTAS ESSENCIAIS PARA CONSTRUIR UM BRASIL MELHOR

PLANEJAMENTO E PROJETO: AS FERRAMENTAS ESSENCIAIS PARA CONSTRUIR UM BRASIL MELHOR PLANEJAMENTO E PROJETO: AS FERRAMENTAS ESSENCIAIS PARA CONSTRUIR UM BRASIL MELHOR Contribuições da Arquitetura e da Engenharia de Projetos para os candidatos ao Governo Federal Agosto de 2010 O Brasil

Leia mais

O BRINCAR E SUAS IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL DENTRO DO PROCESSO GRUPAL (2012) 1

O BRINCAR E SUAS IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL DENTRO DO PROCESSO GRUPAL (2012) 1 O BRINCAR E SUAS IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL DENTRO DO PROCESSO GRUPAL (2012) 1 FERREIRA, Marilise 2 ; GRASSI, Marilia G. 3 ; OLIVEIRA, Vânia F. 4 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de

Leia mais

OS DESAFIOS DO DIAGNÓSTICO/ IDENTIFICAÇÃO DA SUPERDOTAÇÃO

OS DESAFIOS DO DIAGNÓSTICO/ IDENTIFICAÇÃO DA SUPERDOTAÇÃO OS DESAFIOS DO DIAGNÓSTICO/ IDENTIFICAÇÃO DA SUPERDOTAÇÃO TÂNIA GONZAGA GUIMARÃES SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO DF CONBRASD - SÓCIA FUNDADORA Explorando minhas habilidades Nesta coluna, liste tudo

Leia mais

Motivação. Robert B. Dilts

Motivação. Robert B. Dilts Motivação Robert B. Dilts A motivação é geralmente definida como a "força, estímulo ou influência" que move uma pessoa ou organismo para agir ou reagir. De acordo com o dicionário Webster, motivação é

Leia mais

O GERENTE DE PROJETOS

O GERENTE DE PROJETOS O GERENTE DE PROJETOS INTRODUÇÃO Autor: Danubio Borba, PMP Vamos discutir a importância das pessoas envolvidas em um projeto. São elas, e não os procedimentos ou técnicas, as peças fundamentais para se

Leia mais

DEPRESSÃO. Tristeza vs Depressão «Será que estou deprimido?» «Depressão?! O que é?»

DEPRESSÃO. Tristeza vs Depressão «Será que estou deprimido?» «Depressão?! O que é?» DEPRESSÃO Tristeza vs Depressão «Será que estou deprimido?» Em determinados momentos da nossa vida é normal experienciar sentimentos de «grande tristeza». Para a maioria das pessoas, tais sentimentos surgem

Leia mais

PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS

PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS Ganhar, nem sempre. Amadurecer, sempre. Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br www.justocantins.com.br Introdução É impossível imaginar uma empresa onde não

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E AS REUNIÕES PEDAGÓGICAS POSSIBILIDADES E CAMINHOS

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E AS REUNIÕES PEDAGÓGICAS POSSIBILIDADES E CAMINHOS 1 O COORDENADOR PEDAGÓGICO E AS REUNIÕES PEDAGÓGICAS POSSIBILIDADES E CAMINHOS AMANDA GONCALVES DOS SANTOS INTRODUÇÃO A idéia que muitos têm do coordenador pedagógico é aquela ainda imbricada em valores

Leia mais

Tratamento do TCAP. Psicologia: como os processos mentais interferem na vida do sujeito. História individual, singularidade.

Tratamento do TCAP. Psicologia: como os processos mentais interferem na vida do sujeito. História individual, singularidade. Tratamento do TCAP Psicologia: como os processos mentais interferem na vida do sujeito História individual, singularidade Psicoterapia: Tratamento: multidisciplinar Equipe coesa Importância de entender

Leia mais

AS INQUIETAÇÕES OCASIONADAS NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA REDE REGULAR DE ENSINO

AS INQUIETAÇÕES OCASIONADAS NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA REDE REGULAR DE ENSINO AS INQUIETAÇÕES OCASIONADAS NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA REDE REGULAR DE ENSINO MORAES Violeta Porto Resumo KUBASKI Cristiane O presente artigo tem como objetivo colocar em pauta

Leia mais

Liderança situacional nas organizações

Liderança situacional nas organizações Liderança situacional nas organizações Shayani Estrabelli (Universidade Paranaense Campus Cascavel) shayani_17@hotmail.com Fernanda Pellegrini (Universidade Paranaense Campus Cascavel) fernandampellegrini@hotmail.com

Leia mais

A ENERGIA DO BRINCAR: UMA ABORDAGEM BIOENERGÉTICA

A ENERGIA DO BRINCAR: UMA ABORDAGEM BIOENERGÉTICA 1 A ENERGIA DO BRINCAR: UMA ABORDAGEM BIOENERGÉTICA Dayane Pricila Rausisse Ruon Sandra Mara Volpi* RESUMO O brincar é um tema bastante discutido e de muita importância no desenvolvimento infantil. Esse

Leia mais

A EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: VIVENDO E APRENDENDO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: VIVENDO E APRENDENDO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL P á g i n a 123 A EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: VIVENDO E APRENDENDO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Fábio de Melo BANDEIRA (Esp./UEG) (fabiobandeira@ueg.br) Ludimilla Ribeiro de ALMEIDA (UEG/G) (lu_dimilla22@hotmail.com)

Leia mais

Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área.

Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área. Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área. Autores: Ligia Claudia Gomes de Souza Universidade Salgado de Oliveira Faculdades Integradas Maria Thereza.

Leia mais

Exce!!ence Gestão Empresarial. Todos os direitos reservados. 1. Exce!!ence Gestão Empresarial Todos os direitos reservados.

Exce!!ence Gestão Empresarial. Todos os direitos reservados. 1. Exce!!ence Gestão Empresarial Todos os direitos reservados. Exce!!ence Gestão Empresarial. Todos os direitos reservados. 1 Provocativo Ser um expert em modelos, frameworks, ferramentas e técnicas de gerenciamento de projetos é suficiente para garantir o sucesso

Leia mais

Winnicott e a Teoria do Desenvolvimento Emocional

Winnicott e a Teoria do Desenvolvimento Emocional 24 Capítulo III Winnicott e a Teoria do Desenvolvimento Emocional Sabemos que o mundo estava lá antes do bebê, mas o bebê não sabe disso, e no início tem a ilusão de que o que ele encontra foi por ele

Leia mais