SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

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1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do Projeto: Recursos tecnológicos para o ensino aprendizagem de Matemática 1.2 Câmpus de Origem: Santo Ângelo 1.3 Área: Projetos de Fomento à Educação Básica 1.4 Linha Temática: Formação de Professores 1.4 Outros Câmpus Envolvidos: Santa Rosa 1.5 Outras Instituições Envolvidas: Secretaria Municipal de Educação e 14ª Coordenadoria de Educação de Santo Ângelo/ RS 1.6 Público Alvo: Professores da Rede Municipal e Estadual de Educação de Santo Ângelo/ RS e região 1.7 N Total de Pessoas a serem Beneficiadas: N Total de Pessoas da Comunidade Externa a serem Beneficiadas: Período de Realização: maio à dezembro de Local a ser Realizado: Câmpus Santo Ângelo 1.11 Carga Horária Total do Curso de curta duração: 40 horas 1.12 Situação do Projeto: Projeto: Novo Relação com o Ensino: Graduação Relação com a Pesquisa: Sim Coordenador do Projeto: Rosane Rodrigues Pagno 2. DADOS DO PROJETO: 2.1 Objetivos (Geral e Específicos máximo 4): Objetivo Geral: Apresentar alguns softwares educacionais de modelagens ou simulações que auxiliem o professor de Matemática a integrar a teoria da sala de aula à prática do laboratório de informática Objetivos Específicos: Produzir materiais didáticos para as aulas de Matemática, a partir da utilização prática dos softwares;

2 Disseminar o uso da informática nas escolas públicas de maneira a qualificar a educação e a modernizar a gestão escolar, possibilitando a inserção de novas tecnologias que contribuam para ressignificar conceitos científicos e contemplar ações interdisciplinares. 2.2 Justificativa (técnica/econômica/social): Atualmente, a proposta para o uso dos computadores na educação é mais diversificada e desafiadora do que simplesmente a de transmitir informação ao aluno. O computador pode ser um auxiliar do processo de construção do conhecimento e utilizado para enriquecer os ambientes de aprendizagem. A simples presença das novas tecnologias não é por si só garantia de maior qualidade na educação, pois a aparente modernidade pode mascarar um ensino tradicional, baseado na recepção e memorização de informações. O uso inteligente do computador na Educação está vinculado à maneira como nós concebemos a tarefa na qual ele será utilizado. Se o utilizarmos como máquina de ensinar, estaremos apenas informatizando os métodos de ensino tradicionais. Segundo Borba (1999), no contexto da Educação Matemática, os ambientes de aprendizagem gerados por aplicativos informáticos podem dinamizar os conteúdos curriculares e potencializar o processo de ensino e da aprendizagem voltados à Experimentação Matemática com possibilidades do surgimento de novos conceitos e novas teorias matemáticas.existem diversos softwares matemáticos que podem ser utilizados pelo professor para enriquecer a aprendizagem. Dentre eles, citamos WinMat, Cabri- Géomètre, GeoPlan, Cinderella, Dr.Geo, GeoGebra, Tangran, Winplot, Statistica, outros. Existem diversos softwares matemáticos que podem ser utilizados pelo professor para enriquecer a aprendizagem. Dentre eles, citamos WinMat, Cabri- Géomètre, GeoPlan, Cinderella, Dr.Geo, GeoGebra, Tangran, Winplot, Statistica, outros. Borba e Penteado (2010) consideram as ferramentas tecnológicas interfaces importantes no desenvolvimento de ações em Educação Matemática. Destacam que abordar atividades matemáticas com os recursos tecnológicos enfatiza um aspecto fundamental da disciplina, que é a experimentação. De posse dos recursos tecnológicos, os estudantes desenvolvem argumentos e conjecturas relacionadas às atividades com as quais se envolvem e que são resultados dessa experimentação. Torna-se necessário, deste modo, buscar meios como softwares matemáticos e simuladores virtuais, e avaliar o potencial de cada um deles para o trabalho pedagógico. Por meio dos softwares educacionais de modelagens ou simulação, os alunos podem ser estimulados a explorar ideias e conceitos matemáticos, antes difíceis de construir com lápis e papel, proporcionando assim, condições para descobrir e estabelecer relações matemáticas. Portanto, este projeto justifica-se pela possibilidade de selecionar softwares educacionais de modelagens ou simulação matemáticos que auxiliem no processo aprendizagem, de ensinar a usá-los de maneira eficiente e de amenizar o abismo existente entre a tecnologia existente e sua utilização como ferramenta pedagógica. 2.3 Resultados esperados: Com os alunos, pretende-se que os softwares sejam capazes de: desenvolver a curiosidade e o gosto de aprender matemática; incrementar uma maior participação; desenvolver o espírito de tolerância e de cooperação ;

3 desenvolver o raciocínio abstrato; iniciar os alunos na utilização dos computadores; desenvolver as capacidades de compreensão, análise, aplicação e síntese de softwares; promover a compreensão, a interpretação e a utilização de representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões, símbolos,... ); desenvolver a capacidade de utilizar a matemática na interpretação e intervenção no real; explorar atividades interdisciplinares, nomeadamente a química, a física e ciências da terra e da vida. Com os professores, pretende-se que os softwares sejam capazes de: incentivar as aulas assistidas por computadores; apresentar imagens inovadoras, adequadas e em interligação com as necessidades dos alunos; desenvolver as capacidades de compreensão, análise, aplicação e síntese de softwares; promover a interdisciplinaridade entre a matemática e outras disciplinas; promover o intercâmbio de conhecimentos e experiências com outras instituições similares ou com associações de professores; promover a utilização regular de computadores como meio de trabalho de alunos e professores; promover o intercâmbio com todas as escolas públicas da cidade de Santa Ângelo/RS, disponibilizando este espaço para formação de professores e para atividades conjuntas; divulgar e trocar experiências de materiais, atividades, programas e conhecimentos diversos. Salientam-se ainda como resultados: Alunos com mais e melhores aptidões, atitudes e conhecimentos. Alunos com mais e melhores capacidades de relacionar, inferir e concluir sobre conhecimentos da matemática utilizando materiais e meios mais adequados. Aluno integrado na sociedade tecnológica em que vive e em permanente evolução, através da sua adaptação e utilização de softwares. Maiores competências técnico-pedagógicas de utilização softwares educativos, através de uma formação continuada e participativa. Troca de experiências com outras escolas. Criação de condições que permitam o desenvolvimento de futuros projetos no âmbito da pedagogia e da didática da matemática e de outras disciplinas. 2.4 Métodos: Metodologia: Serão montadas oficinas a serem realizadas nas instalações do laboratório de informática do Instituto Federal Farroupilha Campus Santo Ângelo com duração de 40 horas para um grupos de 30 professores da rede pública e região, com atuação nas áreas de Matemática/ Informática do Ensino Fundamental e Médio. Trabalharemos atividades envolvendo conteúdos de Matemática a partir da utilização de softwares e simuladores virtuais, que são equipamentos capazes de reproduzirem atividades reais no ambiente virtual.

4 Ao final do desenvolvimento de cada programa serão produzidos materiais didáticos que servirão para o professor, como subsídios para suas aulas práticas nos laboratórios de informática de suas respectivas escolas. Dessa forma, será possível oportunizar o uso e aproximação das tecnologias da informação e comunicação na educação, na práxis do ensino. Destinar-se-á também 12 horas do projeto, para que cada professor participante, individualmente e/ou em grupo elabore e aplique uma atividade em sua escola. Ao final do projeto se realizará o Seminário Integrador e se produzirá o Relatório Final, num processo de sistematização e socialização dos conhecimentos adquiridos. A partir deste projeto de extensão dar-se-á sequência a um novo projeto, em que serão avaliados, nos anos subsequentes, os resultados das práticas docentes no laboratório de informática. 2.5 Ações previstas: Para satisfazermos os objetivos relacionados, serão desenvolvidas as seguintes ações: Planejamento interno para análise, construção e consolidação das ações. Produção e implementação do material didático para as aulas. Encontros mensais de capacitação com os professores da rede pública. Destinação de 12 horas, para cada professor participante do projeto, para elaboração e aplicação de uma atividade, diferente das aplicadas durante o Curso de Extensão, nas escolas envolvidas. Realização do Seminário Integrador e do Relatório Final, onde constarão as atividades desenvolvidas, as dificuldades encontradas, os encaminhamentos, etc. Programação: Maio à Julho de Planejamento Interno. Agosto à Dezembro de 2014 Atuação e Encerramento (Seminário) 2.6 Disciplinas / Ementas / Conteúdos Programáticos/ Avaliação: Disciplinas: - Matemática - Informática Ementas/ Conteúdos Programáticos: - Funções Lineares, Quadráticas, Polinomiais, Exponenciais, Logarítmicas e Trigonométricas - Álgebra Avaliação: A avaliação dos participantes será feita durante as oficinas, pela participação nas tarefas, relacionamento com os colegas, frequência e auto-avaliação. Cada professor terá destinado um total de 12 horas para elaboração e aplicação de uma atividade, diferente das aplicadas durante o Curso de Extensão, em sua escola. Ao final da atividade cada professor e/ou grupo irá apresentar (Power Point) o Relatório desta atividade no Seminário Integrador. Será realizado o Seminário Integrador visando um feed-back entre os participantes, onde será

5 avaliado o aproveitamento do curso, as possíveis melhorias e as expectativa dos participantes sobre os resultados alcançados. 2.7 Referências: ARAÚJO, Luis Claudio Lopes de. Aprendendo matemática com o Geogebra. São Paulo: Exato, BORBA, Marcelo de Carvalho. Tecnologias informáticas na educação matemática e reorganização do pensamento. In: BICUDO, M.A.V. (org.). Pesquisa em educação matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: UNESP, p BORBA, Marcelo de Carvalho; PENTEADO, Miriam Godoy. Informática e educação matemática. 4. ed. Belo Horizonte: Autêntica, MAGDALENA, Beatriz Corso. Internet em sala de aula: com a palavra os professores. Beatriz Corso Magdalena e Íris Elizabeth Temple Costa Porto Alegre: Artmed, PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Trad. Sandra Costa, Porto Alegre: Artes Médicas, º reimpressão. SILVA, Marco. A sala de aula interativa. 2.ed. Rio de Janeiro: Quartet, Pré-Requisitos para o público alvo: Professores da rede pública de Santa Ângelo/ RS com atuação nas áreas de Matemática/ Informática do Ensino Fundamental e Médio.

6 2. DADOS DO PROJETO: 2.1 Objetivos (Geral e Específicos máximo 4): Objetivo Geral: Apresentar alguns softwares educacionais de modelagens ou simulações que auxiliem o professor de Matemática a integrar a teoria da sala de aula à prática do laboratório de informática Objetivos Específicos: Produzir materiais didáticos para as aulas de Matemática, a partir da utilização prática dos softwares; Disseminar o uso da informática nas escolas públicas de maneira a qualificar a educação e a modernizar a gestão escolar, possibilitando a inserção de novas tecnologias que contribuam para ressignificar conceitos científicos e contemplar ações interdisciplinares. 2.2 Justificativa (técnica/econômica/social): Atualmente, a proposta para o uso dos computadores na educação é mais diversificada e desafiadora do que simplesmente a de transmitir informação ao aluno. O computador pode ser um auxiliar do processo de construção do conhecimento e utilizado para enriquecer os ambientes de aprendizagem. A simples presença das novas tecnologias não é por si só garantia de maior qualidade na educação, pois a aparente modernidade pode mascarar um ensino tradicional, baseado na recepção e memorização de informações. O uso inteligente do computador na Educação está vinculado à maneira como nós concebemos a tarefa na qual ele será utilizado. Se o utilizarmos como máquina de ensinar, estaremos apenas informatizando os métodos de ensino tradicionais. Segundo Borba (1999), no contexto da Educação Matemática, os ambientes de aprendizagem gerados por aplicativos informáticos podem dinamizar os conteúdos curriculares e potencializar o processo de ensino e da aprendizagem voltados à Experimentação Matemática com possibilidades do surgimento de novos conceitos e novas teorias matemáticas.existem diversos softwares matemáticos que podem ser utilizados pelo professor para enriquecer a aprendizagem. Dentre eles, citamos WinMat, Cabri- Géomètre, GeoPlan, Cinderella, Dr.Geo, GeoGebra, Tangran, Winplot, Statistica, outros. Existem diversos softwares matemáticos que podem ser utilizados pelo professor para enriquecer a aprendizagem. Dentre eles, citamos WinMat, Cabri- Géomètre, GeoPlan, Cinderella, Dr.Geo, GeoGebra, Tangran, Winplot, Statistica, outros. Borba e Penteado (2010) consideram as ferramentas tecnológicas interfaces importantes no desenvolvimento de ações em Educação Matemática. Destacam que abordar atividades matemáticas com os recursos tecnológicos enfatiza um aspecto fundamental da disciplina, que é a experimentação. De posse dos recursos tecnológicos, os estudantes desenvolvem argumentos e conjecturas relacionadas às atividades com as quais se envolvem e que são resultados dessa experimentação. Torna-se necessário, deste modo, buscar meios como softwares matemáticos e simuladores virtuais, e avaliar o potencial de cada um deles para o trabalho pedagógico. Por meio dos softwares educacionais de modelagens ou simulação, os alunos podem ser estimulados a explorar ideias e conceitos matemáticos, antes difíceis de construir com lápis e papel, proporcionando assim, condições para descobrir e estabelecer relações matemáticas. Portanto, este projeto justifica-se pela possibilidade de selecionar softwares educacionais de

7 modelagens ou simulação matemáticos que auxiliem no processo aprendizagem, de ensinar a usá-los de maneira eficiente e de amenizar o abismo existente entre a tecnologia existente e sua utilização como ferramenta pedagógica. 2.3 Resultados esperados: Com os alunos, pretende-se que os softwares sejam capazes de: desenvolver a curiosidade e o gosto de aprender matemática; incrementar uma maior participação; desenvolver o espírito de tolerância e de cooperação ; desenvolver o raciocínio abstrato; iniciar os alunos na utilização dos computadores; desenvolver as capacidades de compreensão, análise, aplicação e síntese de softwares; promover a compreensão, a interpretação e a utilização de representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões, símbolos,... ); desenvolver a capacidade de utilizar a matemática na interpretação e intervenção no real; explorar atividades interdisciplinares, nomeadamente a química, a física e ciências da terra e da vida. Com os professores, pretende-se que os softwares sejam capazes de: incentivar as aulas assistidas por computadores; apresentar imagens inovadoras, adequadas e em interligação com as necessidades dos alunos; desenvolver as capacidades de compreensão, análise, aplicação e síntese de softwares; promover a interdisciplinaridade entre a matemática e outras disciplinas; promover o intercâmbio de conhecimentos e experiências com outras instituições similares ou com associações de professores; promover a utilização regular de computadores como meio de trabalho de alunos e professores; promover o intercâmbio com todas as escolas públicas da cidade de Santa Ângelo/RS, disponibilizando este espaço para formação de professores e para atividades conjuntas; divulgar e trocar experiências de materiais, atividades, programas e conhecimentos diversos. Salientam-se ainda como resultados: Alunos com mais e melhores aptidões, atitudes e conhecimentos. Alunos com mais e melhores capacidades de relacionar, inferir e concluir sobre conhecimentos da matemática utilizando materiais e meios mais adequados. Aluno integrado na sociedade tecnológica em que vive e em permanente evolução, através da sua adaptação e utilização de softwares. Maiores competências técnico-pedagógicas de utilização softwares educativos, através de uma formação continuada e participativa. Troca de experiências com outras escolas. Criação de condições que permitam o desenvolvimento de futuros projetos no âmbito da pedagogia e da didática da matemática e de outras disciplinas.

8 2.4 Métodos: Metodologia: Serão montadas oficinas a serem realizadas nas instalações do laboratório de informática do Instituto Federal Farroupilha Campus Santo Ângelo com duração de 40 horas para um grupos de 30 professores da rede pública e região, com atuação nas áreas de Matemática/ Informática do Ensino Fundamental e Médio. Trabalharemos atividades envolvendo conteúdos de Matemática a partir da utilização de softwares e simuladores virtuais, que são equipamentos capazes de reproduzirem atividades reais no ambiente virtual. Ao final do desenvolvimento de cada programa serão produzidos materiais didáticos que servirão para o professor, como subsídios para suas aulas práticas nos laboratórios de informática de suas respectivas escolas. Dessa forma, será possível oportunizar o uso e aproximação das tecnologias da informação e comunicação na educação, na práxis do ensino. Destinar-se-á também 12 horas do projeto, para que cada professor participante, individualmente e/ou em grupo elabore e aplique uma atividade em sua escola. Ao final do projeto se realizará o Seminário Integrador e se produzirá o Relatório Final, num processo de sistematização e socialização dos conhecimentos adquiridos. A partir deste projeto de extensão dar-se-á sequência a um novo projeto, em que serão avaliados, nos anos subsequentes, os resultados das práticas docentes no laboratório de informática. 2.5 Ações previstas: Para satisfazermos os objetivos relacionados, serão desenvolvidas as seguintes ações: Planejamento interno para análise, construção e consolidação das ações. Produção e implementação do material didático para as aulas. Encontros mensais de capacitação com os professores da rede pública. Destinação de 12 horas, para cada professor participante do projeto, para elaboração e aplicação de uma atividade, diferente das aplicadas durante o Curso de Extensão, nas escolas envolvidas. Realização do Seminário Integrador e do Relatório Final, onde constarão as atividades desenvolvidas, as dificuldades encontradas, os encaminhamentos, etc. Programação: Maio à Julho de Planejamento Interno. Agosto à Dezembro de 2014 Atuação e Encerramento (Seminário) 2.6 Disciplinas / Ementas / Conteúdos Programáticos/ Avaliação: Disciplinas: - Matemática - Informática Ementas/ Conteúdos Programáticos: - Funções Lineares, Quadráticas, Polinomiais, Exponenciais, Logarítmicas e Trigonométricas

9 - Álgebra Avaliação: A avaliação dos participantes será feita durante as oficinas, pela participação nas tarefas, relacionamento com os colegas, frequência e auto-avaliação. Cada professor terá destinado um total de 12 horas para elaboração e aplicação de uma atividade, diferente das aplicadas durante o Curso de Extensão, em sua escola. Ao final da atividade cada professor e/ou grupo irá apresentar (Power Point) o Relatório desta atividade no Seminário Integrador. Será realizado o Seminário Integrador visando um feed-back entre os participantes, onde será avaliado o aproveitamento do curso, as possíveis melhorias e as expectativa dos participantes sobre os resultados alcançados. 2.7 Referências: ARAÚJO, Luis Claudio Lopes de. Aprendendo matemática com o Geogebra. São Paulo: Exato, BORBA, Marcelo de Carvalho. Tecnologias informáticas na educação matemática e reorganização do pensamento. In: BICUDO, M.A.V. (org.). Pesquisa em educação matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: UNESP, p BORBA, Marcelo de Carvalho; PENTEADO, Miriam Godoy. Informática e educação matemática. 4. ed. Belo Horizonte: Autêntica, MAGDALENA, Beatriz Corso. Internet em sala de aula: com a palavra os professores. Beatriz Corso Magdalena e Íris Elizabeth Temple Costa Porto Alegre: Artmed, PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Trad. Sandra Costa, Porto Alegre: Artes Médicas, º reimpressão. SILVA, Marco. A sala de aula interativa. 2.ed. Rio de Janeiro: Quartet, Pré-Requisitos para o público alvo: Professores da rede pública de Santa Ângelo/ RS com atuação nas áreas de Matemática/ Informática do Ensino Fundamental e Médio. 2.9 Operacionalização: Cronograma: Etapas de JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Execução Preparação x x X Execução x x x x X Avaliação X Certificados: Para o Coordenador do Projeto Para os Instrutores do Projeto Para os Alunos Para os Servidores de Apoio Sim Sim Sim -- Selecione --

10 3. DECLARAÇÃO DE CEDÊNCIA DE DIREITOS AUTORAIS Eu, Rosane Rodrigues Pagno, Autorizo a destinação desse Projeto ao Banco de Projetos de Extensão, de forma que possa ser utilizado por outros servidores, sem restrições de qualquer natureza, desde que citada a autoria.

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