Regulamento para Exploração de SMP por meio de Rede Virtual (RRV-SMP) Resolução n.º 550, de 22 de novembro de 2010

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Regulamento para Exploração de SMP por meio de Rede Virtual (RRV-SMP) Resolução n.º 550, de 22 de novembro de 2010"

Transcrição

1 Regulamento para Exploração de SMP por meio de Rede Virtual (RRV-SMP) Resolução n.º 550, de 22 de novembro de 2010 Conselheira Emília Ribeiro Anatel São Paulo/SP 17/12/2010

2 Agenda Objetivos e Princípios Modelo de Serviço proposto Credenciado de Rede Virtual (CRV) Autorizado de Rede Virtual (ARV)

3 Objetivos Objetivos Exemplos de Linhas de negócio Possibilitar novos modelos de negócio e ampliar a competição Permitir a oferta de serviços por entidades que não detenham autorização de uso de radiofrequência Viabilizar a oferta do SMP por empresas que não detenham uma Autorização de Serviço (Credenciados) Atendimento de mercados de nicho (variedade, qualidade, maior oferta) o Criação do mercado de atacado para o SMP Definir contornos mínimos para operação com garantia de proteção dos direitos dos consumidores As linhas de negócio são as mais diversas possíveis Serviços de Localização/Rastreamento Caso Volvo, Gristec Serviços de Conteúdo Bancos, Cartões de Crédito, Prestadores de SVA, Times de Futebol Operadoras de Massa Casas de Varejo Prestadores de outros serviços de Telecomunicações Operadoras regionais Ofertas de combos

4 Princípios Princípio 1 Cumprimento da Ação V.9 do PGR: Regulamentação dos Serviços para ampliação da oferta e da competição - Regulamento para Operação Virtual no SMP Princípio 2 Não criar um novo Serviço, e sim aproveitar a estrutura regulatória ria existente para o SMP. Princípio 3 Criação de uma norma flexível que permita a entrada de diversos agentes nos diversos modelos de negócios existentes para essa atividade. Princípio 4 Proteger o consumidor de serviço deixando claras as divisões de obrigações na cadeia de valor.

5 Agenda Objetivos e Princípios Modelo de Serviço proposto Credenciado de Rede Virtual (CRV) Autorizado de Rede Virtual (ARV)

6 Cadeia de valor do SMP Rede e Infraestrutura Produtos & Serviços Marketing & Vendas Atendimento ao cliente Distribuição Rede de acesso Rede Core IT Software Sistemas de BSS e OSS Voz, Dados, Conteúdo Portal VAS Marketing e Publicidade Faturamento Atendimento e Suporte Aquisição de Clientes e logística Operadoras Tradicionais (MNO) MNO Full MVNO MNO Light MVNO / Enhanced Service Provider MNO MVNE Brand Reseller 1 Brand Reseller 2 Brand Reseller n

7 Cadeia de valor do SMP Fatores de Sucesso observados Forte relação entre MNO e MVNO Os grandes cases internacionais mostram que a forte relação entre a MNO e o MVNO garante a sobrevivência entre elas, especialmente nos casos em que o MVNO possui pouca infraestrutura. Regulação condizente com a realidade do mercado: A intervenção regulatória geralmente ocorre quando há pouca competição, ou seja, em mercados com maior competição, o Regulador geralmente interfere pouco na relação entre os agentes, intervindo, geralmente nos aspectos vinculados aos usuários (Ex: Reino Unido e Índia). Quando a competição no mercado é pequena, com grande concentração na incumbent, geralmente o regulador interfere mais, definindo obrigatoriedade, capacidade, etc (Ex: Dinamarca e Hong Kong).

8 Modelo de serviço proposto Modelos de MVNO Modelo Proposto Provedor de Serviço Clássico (Service Provider - SP): revendedor de tráfego de um operador tradicional; Revendedor de Marca (Brand Resseler - BR): Categoria de SP que agrega a sua marca ao tráfego revendido; ESP (Enhanced Service Provider) ou Light MVNO: É um MVNO híbrido, possui SIM cards próprios e controla alguns elementos de rede; Credenciado de Rede Virtual (MVNO) Autorizado de Rede Virtual (MVNO) MVNO completo (Full MVNO): Detém infraestrutura própria (incluindo HLR), exceto a radiofrequência.

9 Modelo de serviço proposto - Autorização - Autorização - RF - RSMP - RSMP - PGMQ - PGMQ - Demais Regulamentações - Demais Regulamentações Credenciado (MVNO) - Contrato - Venda de minutos - Divisão de Responsabilidades Prestadora Origem (MNO) - Contrato de Compartilhamento de RF Autorizado de Rede Virtual (MVNO) - RSMP - CDC Consumidor - RSMP - CDC

10 Agenda Objetivos e Princípios Modelo de Serviço proposto Credenciado de Rede Virtual (CRV) Autorizado de Rede Virtual (ARV)

11 Credenciado de Rede Virtual - CRV Rede e Infraestrutura Produtos & Serviços Marketing & Vendas Atendimento ao cliente Distribuição Rede de acesso Rede Core IT Software Sistemas de BSS e OSS Voz, Dados, Conteúdo Portal VAS Marketing e Publicidade Faturamento Atendimento e Suporte Aquisição de Clientes e logística Prestadora Origem (PO) Credenciado Prestadora Origem (PO) Credenciado Prestadora Origem (PO) Credenciado PO Credenciado

12 Credenciado de Rede Virtual - CRV Características gerais Requer a existência de Contrato para Representação, objeto de livre negociação e sempre atualizado, entre o Credenciado e a Prestadora Origem, para exploração do SMP por meio de Representação. A eficácia deste contrato depende de homologação pela Anatel. Na Representação para Prestação do SMP, o Credenciado se utiliza da rede da Prestadora Origem. Inclusive os Recursos de Numeração necessários à Representação são os recursos atribuídos à Prestadora Origem. Os Planos de Serviço ofertados aos Usuários do SMP prestado por meio de Representação do Credenciado são Planos de Serviço Alternativos homologados na Anatel pela Prestadora Origem, nos termos da regulamentação do SMP. O Credenciado pode deter infraestruturas para prestar atendimento diretamente aos Usuários ou melhorar a qualidade do serviço prestado, sem prejuízo das obrigações regulamentares impostas à Prestadora Origem. A Prestadora Origem, perante a Anatel, é integralmente responsável pelas ações do Credenciado.

13 Credenciado de Rede Virtual - CRV Características gerais A Prestadora Origem é responsável perante os Usuários do SMP no que diz respeito ao cumprimento dos direitos dos Usuários previstos contratualmente, dos definidos no Regulamento do SMP, de outros previstos no CDC, bem como na legislação e regulamentação aplicável. O Credenciado pode contratar com apenas uma Prestadora Origem por Área de Registro Assim, o modelo garante que não haja prejuízos para seus Usuários em relação àqueles que contrataram SMP juntamente a uma Prestadora Autorizada. Ou seja, o Usuário que contratar o SMP prestado por meio de Representação do Credenciado é Usuário da Prestadora Origem. Diante disso, o Conselho Diretor da Anatel entendeu que torna de difícil controle e acompanhamento um modelo em que um CRV pode assinar contrato com mais de uma Prestadora Origem em uma mesma área geográfica Entretanto, os ARV podem contratar com mais uma Prestadora Origem por área geográfica, possibilitando linhas de negócio além do CRV. Assim, não há limitações de negócios para os CRV, que podem ter como Prestadora Origem uma ARV que contrate com mais de uma Prestadora a do SMP.

14 Credenciado de Rede Virtual - CRV Características gerais Constitui dever da Prestadora Origem ceder a base de Usuários atendidos pelo Credenciado em caso de migraçã ção o deste para outra Prestadora Origem ou de obtençã ção o de Autorizaçã ção o para Prestaçã ção o do SMP O Credenciado pode contratar com apenas uma Prestadora Origem por Área de Registro por meio de Rede Virtual. Para mais informaçõ ções acerca das características do Contrato de Representaçã ção o entre o Credenciado e a Prestadora Origem observar os dispositivos constante no Anexo I do Regulamento sobre Exploraçã ção o de SMP por meio de Rede Virtual (RRV-SMP), aprovado pela Resoluçã ção o n.º 550, de 22/11/2010.

15 Credenciado de Rede Virtual - CRV Características gerais A proposta tenta ser a mais flexível possível, mantendo as bases de prestação do SMP definidas na regulamentação e dando condições, tanto para a Prestadora Origem quanto para o Credenciado e a Autorizada a de Rede Virtual atuarem nesse mercado de maneira atrativa e vantajosa para todos os agentes envolvidos. Não obrigatoriedade, pela Prestadora Origem, de contratação com Credenciado de Rede Virtual Assim, o que deve prevalecer é a livre negociaçã ção o entre estas partes, de maneira que todos os agentes envolvidos vislumbrem vantagens, o que garante a perenidade do modelo de negócios adotado. O Regulamento prevê alguns dispositivos que trabalham no sentido de incentivar que tal contrataçã ção o ocorra: Procedimento célere c para composiçã ção o de conflitos caso os candidatos a Credenciado ou Autorizada de Rede Virtual não n concordem com os motivos da recusa. Abertura da possibilidade de as Autorizadas de Rede Virtual prestarem o SMP por meio da Representaçã ção o por Credenciados.

16 Agenda Objetivos e Princípios Modelo de Serviço proposto Credenciado de Rede Virtual (CRV) Autorizado de Rede Virtual (ARV)

17 Autorizado de Rede Virtual - ARV Rede e Infraestrutura Produtos & Serviços Marketing & Vendas Atendimento ao cliente Distribuição Rede de acesso Rede Core IT Software Sistemas de BSS e OSS Voz, Dados, Conteúdo Portal VAS Marketing e Publicidade Faturamento Atendimento e Suporte Aquisição de Clientes e logística PO Autorizado Prestadora Origem (PO) Autorizado Prestadora Origem (PO) Autorizado Prestadora Origem (PO) Autorizado

18 Autorizado de Rede Virtual - ARV Características gerais Está submetida a toda a Regulamentação de uma Prestadora Tradicional, exceto por não possuir Termo de Autorização de Uso de RF. Quando do requerimento de autorização para Prestação do SMP por meio de Rede Virtual, a pretendente deve apresentar: i) Habilitação Jurídica; ii) Qualificação Técnica; iii) Qualificação econômica-financeira; iv) Regularidade Fiscal; v) Contrato de compartilhamento de uso de rede com Prestadora Origem. Possuem os direitos e obrigações referentes à interconexão e remuneração de uso de redes previstos em regulamentação, bem como à numeração. Pode prestar o SMP por meio de contratação com Credenciado de Rede Virtual (um em cada área geográfica). Pode contratar com mais de uma Prestadora Origem em uma mesma área geográfica (haja vista que este caso não possui as limitações expostas para o relacionamento entre CRV e Prestadora Origem). Estas características peculiares que diferem o ARV do CRV possibilitam diferentes modelos de negócio, o que torna o modelo proposto extremamente flexível e aderentes às inúmeras possibilidades que se vislumbra no atual mercado do SMP.

19 Autorizado de Rede Virtual - ARV Características gerais A proposta tenta ser a mais flexível possível, mantendo as bases de d prestação do SMP definidas na regulamentação e dando condições, tanto para a Prestadora Origem quanto para o Credenciado e a Autorizada de Rede Virtual atuarem nesse mercado de maneira atrativa e vantajosa para todos os agentes envolvidos. Não obrigatoriedade, pela Prestadora Origem, de contratação com Autorizados de Rede Virtual Assim, o que deve prevalecer é a livre negociaçã ção o entre estas partes, de maneira que todos os agentes envolvidos vislumbrem vantagens, o que garante a perenidade do modelo de negócios adotado. O Regulamento prevê alguns dispositivos que trabalham no sentido de incentivar que tal contrataçã ção o ocorra: Procedimento célere c para composiçã ção o de conflitos caso os candidatos a Credenciado ou Autorizada de Rede Virtual não n concordem com os motivos da recusa.

20

Exploração de SMP por meio de Rede Virtual Credenciado & Autorizado. MVNO (Mobile Virtual Network Operator) Consulta Pública nº 50/2009

Exploração de SMP por meio de Rede Virtual Credenciado & Autorizado. MVNO (Mobile Virtual Network Operator) Consulta Pública nº 50/2009 Exploração de SMP por meio de Rede Virtual Credenciado & Autorizado MVNO (Mobile Virtual Network Operator) Consulta Pública nº 50/2009 março de 2010 Agenda Preâmbulo Conceitos Internacionais Princípios

Leia mais

Melhorias da Infraestrutura de Rede das Operadoras de Telefonia Móvel e das condições de prestação do serviço. João Batista de Rezende Anatel

Melhorias da Infraestrutura de Rede das Operadoras de Telefonia Móvel e das condições de prestação do serviço. João Batista de Rezende Anatel Melhorias da Infraestrutura de Rede das Operadoras de Telefonia Móvel e das condições de prestação do serviço João Batista de Rezende Anatel Brasília/DF Dezembro/2012 Medida Cautelar Contextualização Suspensão

Leia mais

CENÁRIO REGULATÓRIO DAS MVNO NO BRASIL PARTE I

CENÁRIO REGULATÓRIO DAS MVNO NO BRASIL PARTE I CENÁRIO REGULTÓRIO DS NO BRSIL PRTE I Maria Luiza Kunert 09/11/2011 Conteúdo Parte I Introdução ao Cenário Regulatório das no Brasil Parte II Os Quatro Pilares das no Brasil Parte III Fatores CríJcos de

Leia mais

OPERADORA MÓVEL VIRTUAL, UMA REALIDADE

OPERADORA MÓVEL VIRTUAL, UMA REALIDADE OPERADORA MÓVEL VIRTUAL, UMA REALIDADE Eng. Roberto Aroso Cardoso SINDITEC Sindicato das Indústrias de Eletrônica, Telecomunicações, Teleinformática, Componentes e Similares do Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

MARCELO BECHARA Maio de 2013

MARCELO BECHARA Maio de 2013 MARCELO BECHARA Maio de 2013 Contextualização HISTÓRICO DA INTERNET ORIGEM: Década de 60 Guerra Fria (EUA) conexão entre computadores de forma descentralizada. Após dois anos, expansão da rede com crescimento

Leia mais

A Convergência do Ponto de Vista Regulatório

A Convergência do Ponto de Vista Regulatório A Convergência do Ponto de Vista Regulatório 48 0 Painel da Telebrasil Ilha de Comandatuba, 1 a 4 de julho de 2004 José Leite Pereira Filho Conselheiro 1 Conteúdo Conceituação da Convergência Questões

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Analítico sobre Regras Regulatórias nº 10/ COGIR/SEAE/MF Brasília, 17 de novembro de 2010. Assunto: Contribuição à Consulta Pública

Leia mais

CDMA450. Planos de Negócio e Oportunidades para o Uso do 450 MHz no Brasil. FRANCISCO GIACOMINI SOARES Diretor Sênior de Relações Governamentais

CDMA450. Planos de Negócio e Oportunidades para o Uso do 450 MHz no Brasil. FRANCISCO GIACOMINI SOARES Diretor Sênior de Relações Governamentais CDMA450 Planos de Negócio e Oportunidades para o Uso do 450 MHz no Brasil FRANCISCO GIACOMINI SOARES Diretor Sênior de Relações Governamentais São Paulo, 31 de Maio de 2011. Roteiro Faixa de 450 MHz Tecnologias

Leia mais

Sumário. Introdução 3. Contexto 4. Os modelos de atuação 7. Análise de oportunidade e Gerenciando expectativas 9. Conclusão 13

Sumário. Introdução 3. Contexto 4. Os modelos de atuação 7. Análise de oportunidade e Gerenciando expectativas 9. Conclusão 13 Análises independentes de tendências tecnológicas para profissionais de TIC Um novo mercado a ser explorado no Brasil Foco Consultoria Tecnologia Telefonia móvel Setor Grandes corporações, governo e operadoras

Leia mais

RECONHECIMENTO DA EFICÁCIA JURÍDICA DO DOCUMENTO ELETRÔNICO, A ASSINATURA ELETRÔNICA E A ASSINATURA ELETRÔNICA AVANÇADA NO ÂMBITO DO MERCOSUL

RECONHECIMENTO DA EFICÁCIA JURÍDICA DO DOCUMENTO ELETRÔNICO, A ASSINATURA ELETRÔNICA E A ASSINATURA ELETRÔNICA AVANÇADA NO ÂMBITO DO MERCOSUL MERCOSUR/GMC EXT./RES. Nº 37/06 RECONHECIMENTO DA EFICÁCIA JURÍDICA DO DOCUMENTO ELETRÔNICO, A ASSINATURA ELETRÔNICA E A ASSINATURA ELETRÔNICA AVANÇADA NO ÂMBITO DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de

Leia mais

Respostas Embratel/Claro Tabela formatada

Respostas Embratel/Claro Tabela formatada Respostas Embratel/Claro 1. Item 2.1: A lista de cidades/regiões a serem atendidas pelo MVNO Correios com o respectivo cronograma de implantação será definida em conjunto com a Prestadora SMP parceira,

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2012

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2012 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2012 Dispõe sobre normas gerais referentes a aspectos das políticas urbana, ambiental e de saúde associadas à instalação de infraestrutura de telecomunicações no País. O

Leia mais

LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990

LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990 LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990 Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. TÍTULO I DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR... CAPÍTULO III DOS DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR Art. 6º São

Leia mais

NUVEM HÍBRIDA: DEIXE AS PREOCUPAÇÕES COM SEGURANÇA NO PASSADO.

NUVEM HÍBRIDA: DEIXE AS PREOCUPAÇÕES COM SEGURANÇA NO PASSADO. NUVEM HÍBRIDA: DEIXE AS PREOCUPAÇÕES COM SEGURANÇA NO PASSADO. Muitas empresas brasileiras estão interessadas nas vantagens proporcionadas pela computação em nuvem, como flexibilidade, agilidade e escalabilidade,

Leia mais

Regina Ribeiro do Valle Advocacia rervalle@gmail.com. Comitê Brasileiro de Arbitragem

Regina Ribeiro do Valle Advocacia rervalle@gmail.com. Comitê Brasileiro de Arbitragem Regina Ribeiro do Valle Advocacia rervalle@gmail.com Comitê Brasileiro de Arbitragem TELECOMUNICAÇÕES (ANATEL) 1- Lei Geral De Telecomunicações Lei Nº 9.472/97 Anatel Poder Compor Conflitos Serviços De

Leia mais

Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço

Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço Plano Nº 102 - PLANO OI MAIS CELULAR Requerimento de Homologação Nº 11514 (R1), 11488(R2) e 11490 (R3) 1. Aplicação Este Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço é aplicável

Leia mais

PEDRO DUTRA Advogado. São Paulo, 09 de outubro de 1998

PEDRO DUTRA Advogado. São Paulo, 09 de outubro de 1998 São Paulo, 09 de outubro de 1998 À ANATEL Agência Nacional de Telecomunicações Protocolo Geral SAS, Quadra 6, Bloco H 70313-900 Brasília-DF Via E-mail PEDRO DUTRA, advogado inscrito na OAB-SP sob o nº

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação.

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 53850.000172/201-2 Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão ou entidade recorrido (a): Recorrente: G. C. F. Recurso contra decisão

Leia mais

OS NOVOS RUMOS DAS TELECOMUNICAÇÕES

OS NOVOS RUMOS DAS TELECOMUNICAÇÕES OS NOVOS RUMOS DAS TELECOMUNICAÇÕES Rosa Costa Jornada de Direito Empresarial, Silveira Clemente & Rojas Advogados Associados 05/10/2007 - FIRJAN MARCO REGULATÓRIO DE TELECOMUNICAÇÕES Após uma década do

Leia mais

A Regulação dos Serviços de Telecomunicações Convergentes para a Inclusão Social

A Regulação dos Serviços de Telecomunicações Convergentes para a Inclusão Social A Regulação dos Serviços de Telecomunicações Convergentes para a Inclusão Social 50 0 PAINEL TELEBRASIL 2006 Angra dos Reis, RJ, 2 de junho de 2006 José Leite Pereira Filho Conselheiro Diretor Conselheiro

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. ELETROBRAS AVISO DE ESCLARECIMENTO Nº 04 EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO DAC Nº 26/2015

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. ELETROBRAS AVISO DE ESCLARECIMENTO Nº 04 EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO DAC Nº 26/2015 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. ELETROBRAS AVISO DE ESCLARECIMENTO Nº 04 EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO DAC Nº 26/2015 A Centrais Elétricas Brasileiras S.A. ELETROBRAS, por

Leia mais

Infra-estrutura para inovação e desenvolvimento

Infra-estrutura para inovação e desenvolvimento Infra-estrutura para inovação e desenvolvimento Painel: Telecomunicações, acessibilidade, TICs e inovação As telecomunicações constituem um setor de infra-estrutura de importante impacto no crescimento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental Mestrado Profissional

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental Mestrado Profissional UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental Mestrado Profissional RESOLUÇÃO N 01/PMPEA/2013, DE 11 DE JULHO DE 2013 Dispõe sobre os critérios

Leia mais

Visão Telefônica Vivo sobre o mercado de Atacado. Leo Petersen

Visão Telefônica Vivo sobre o mercado de Atacado. Leo Petersen Visão Telefônica Vivo sobre o mercado de Atacado Leo Petersen Atacado Telefônica VIVO Foco em soluções de compartilhamento A área de Atacado da Telefônica VIVO atua de forma pró-ativa, operando com produtos

Leia mais

Encontro NEOTV 2012. Regulamento e Processo de Outorgas do SeAC

Encontro NEOTV 2012. Regulamento e Processo de Outorgas do SeAC Encontro NEOTV 2012 Regulamento e Processo de Outorgas do SeAC José Mares Guia Junior Gerente-Geral de Regulamentação, Outorga e Licenciamento de Serviços por Assinatura Ângela Beatriz Cardoso de Oliveira

Leia mais

Relação Agências Reguladoras e CADE o caso ANATEL

Relação Agências Reguladoras e CADE o caso ANATEL Relação Agências Reguladoras e CADE o caso ANATEL Seminário IBRAC UFMG Setembro de 2015 CADE e Agências Reguladoras: o caso da ANATEL sob a ótica do administrado Agenda 1. Histórico 2. Lei 12.529/2011

Leia mais

BANDA LARGA FIXA NO BRASIL CARLOS DUPRAT BRASÍLIA, 03 DE MAIO DE 2016 SENADO FEDERAL

BANDA LARGA FIXA NO BRASIL CARLOS DUPRAT BRASÍLIA, 03 DE MAIO DE 2016 SENADO FEDERAL BANDA LARGA FIXA NO BRASIL COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE SENADO FEDERAL CARLOS DUPRAT BRASÍLIA,

Leia mais

Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço

Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço 1 - Aplicação Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço Plano Nº 045 - Claro Online Sem internet Requerimento de Homologação Nº 8879 Este Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço é aplicável pela autorizatária

Leia mais

FUNDAÇÃO DE APOIO À CAPACITAÇÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

FUNDAÇÃO DE APOIO À CAPACITAÇÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDITAL FACTI/CERTICS-Nº 01/2013 CHAMADA PARA QUALIFICAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE APOIO À APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO CERTICS PARA SOFTWARE 1ª CHAMADA Pessoas Jurídicas sem Finalidade

Leia mais

O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1

O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1 O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1 Matheus Alberto Cônsoli* Lucas Sciência do Prado* Marcos Fava Neves* As revendas agropecuárias devem considerar não apenas preços, mas também as oportunidades

Leia mais

Da Abrangência e dos Objetivos. Das Definições

Da Abrangência e dos Objetivos. Das Definições ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 509, DE 14 DE AGOSTO DE 2008 REGULAMENTO DA CENTRAL DE INTERMEDIAÇÃO DE COMUNICAÇÃO TELEFÔNICA A SER UTILIZADA POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA OU DA FALA CIC CAPÍTULO I Da Abrangência

Leia mais

Considerações sobre reformulação da regulamentação de MVNO

Considerações sobre reformulação da regulamentação de MVNO Considerações sobre reformulação da regulamentação de MVNO Regulação ex ante da relação MNO-MVNO Considerações Gerais Depois de mais de dois anos de regulamentação vigente, ainda são muito poucos os contratos

Leia mais

A nova distribuição do audiovisual no Brasil. Ara Apkar Minassian Superintendente de Serviços de Comunicação de Massa

A nova distribuição do audiovisual no Brasil. Ara Apkar Minassian Superintendente de Serviços de Comunicação de Massa A nova distribuição do audiovisual no Brasil Ara Apkar Minassian Superintendente de Serviços de Comunicação de Massa São Paulo, 8 de novembro de 2011 Dados do Setor Base de Assinantes 2011 2010 2008 22%

Leia mais

ISO/IEC 17050-1. Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais

ISO/IEC 17050-1. Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais QSP Informe Reservado Nº 42 Janeiro/2005 ISO/IEC 17050-1 Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais Tradução livre especialmente preparada para os Associados

Leia mais

Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida

Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida O que é seguro? 6 O que é Seguro-Saúde? 6 Como são os contratos de Seguro-Saúde? 7 Como ficaram as apólices antigas depois da Lei nº 9656/98? 8 Qual a diferença

Leia mais

Exposição Humana a Campos Eletromagnéticos na Faixa de Radiofrequências

Exposição Humana a Campos Eletromagnéticos na Faixa de Radiofrequências Exposição Humana a Campos Eletromagnéticos na Faixa de Radiofrequências Marconi Thomaz de Souza Maya Superintendente de Outorga e Recursos à Prestação Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL Comissão

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:87482-2014:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:87482-2014:text:pt:html 1/8 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:87482-2014:text:pt:html Grécia-Tessalónica: Criação de uma nova experiência ao nível do utilizador para o portal Web

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO NA MODALIDADE LOCAL PLANOS DE SERVIÇO CLARO FIXO.

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO NA MODALIDADE LOCAL PLANOS DE SERVIÇO CLARO FIXO. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO NA MODALIDADE LOCAL PLANOS DE SERVIÇO CLARO FIXO. Objeto O objeto do presente Contrato é a prestação, pela EMBRATEL, do Serviço Telefônico Fixo

Leia mais

Superintendência de Competição PGMC A NOVA REALIDADE DO

Superintendência de Competição PGMC A NOVA REALIDADE DO Superintendência de Competição PGMC A NOVA REALIDADE DO Abraão Balbino e Silva Gerente de Monitoramento das Relações entre Prestadoras asilva@anatel.gov.br Brasília, maio de 2013 Agenda Nova Estrutura

Leia mais

COMERCIAL CABO TV SÃO PAULO LTDA

COMERCIAL CABO TV SÃO PAULO LTDA São Paulo, 16 de outubro de 1998 À Agência Nacional de Telecomunicações Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa SAS - Quadra 06 - Bloco H - 2º andar - Biblioteca 70313-900 - Brasília - DF

Leia mais

BANDA LARGA FIXA NO BRASIL CARLOS DUPRAT BRASÍLIA, 8 DE JUNHO DE 2016 AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

BANDA LARGA FIXA NO BRASIL CARLOS DUPRAT BRASÍLIA, 8 DE JUNHO DE 2016 AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS BANDA LARGA FIXA NO BRASIL AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA CARLOS DUPRAT BRASÍLIA, 8

Leia mais

Ações do Ministério das Comunicações

Ações do Ministério das Comunicações Ações do Ministério das Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Brasília, março de 2012. Crescimento do setor alguns destaques Serviço Número de Acessos Taxa de Crescimento

Leia mais

Aprova o Regulamento da Central de Intermediação de Comunicação telefônica a ser utilizada por pessoas com deficiência auditiva ou da fala CIC.

Aprova o Regulamento da Central de Intermediação de Comunicação telefônica a ser utilizada por pessoas com deficiência auditiva ou da fala CIC. Resolução nº509/08 ANATEL RESOLUÇÃO No 509, DE 14 DE AGOSTO DE 2008 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Aprova o Regulamento da Central de Intermediação de Comunicação telefônica a ser utilizada por pessoas

Leia mais

PLANO BÁSICO DE SERVIÇO LOCAL - STFC

PLANO BÁSICO DE SERVIÇO LOCAL - STFC PLANO BÁSICO DE SERVIÇO LOCAL - STFC Este Plano Básico de Serviço visa oferecer aos assinantes do Serviço de Telefonia Fixa Comutada (STFC), a possibilidade de realizar chamadas na modalidade Local, através

Leia mais

RSQM-DO-028-02-DECLARAÇÃO_DOCUMENTADA_PROCESSO_DE_CERTIFICAÇÃO

RSQM-DO-028-02-DECLARAÇÃO_DOCUMENTADA_PROCESSO_DE_CERTIFICAÇÃO PGMQ - TV O que é OCC? Organismos de Certificação Credenciado (Acreditado) pelo INMETRO Conduzem e concedem a certificação de conformidade, com base em normas nacionais, regionais, internacionais ou regulamentos

Leia mais

1. O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) é aplicável às compras feitas via Internet?

1. O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) é aplicável às compras feitas via Internet? 1. O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) é aplicável às compras feitas via Internet? Quando consumidor e fornecedor estiverem estabelecidos no Brasil, o Código de Defesa do Consumidor (CDC)

Leia mais

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 Este documento vem em atendimento a Instrução CVM 497, de 03 de junho de 2011 e tem a finalidade de regular as atividades entre os agentes autônomos de investimentos e

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE USUÁRIOS DOS PORTOS DA BAHIA

ASSOCIAÇÃO DE USUÁRIOS DOS PORTOS DA BAHIA Objetivo: melhorar a competitividade dos serviços portuários no Brasil A implantação da norma para exploração de áreas e instalações portuárias pela agência reguladora é uma das poucas oportunidades atuais

Leia mais

POLÍTICA DE USO REDE UFAL.MACEIO / SERVIDOR SAMBA-MACEIO

POLÍTICA DE USO REDE UFAL.MACEIO / SERVIDOR SAMBA-MACEIO POLÍTICA DE USO REDE UFAL.MACEIO / SERVIDOR SAMBA-MACEIO O objetivo desta política de uso é prestar esclarecimentos sobre os recursos disponíveis na rede local UFAL.MACEIO e no servidor SAMBA-MACEIO, informando

Leia mais

Intermodalidade e Multimodalidade? Existem diferenças entre. Então qual a diferença?

Intermodalidade e Multimodalidade? Existem diferenças entre. Então qual a diferença? Intermodalidade e Multimodalidade Existem diferenças entre Intermodalidade e Multimodalidade? As duas não são irmãs como muitos acreditam, sendo apenas primas, pois embora partam de uma mesma matriz, tomam

Leia mais

BANDA LARGA FIXA NO BRASIL

BANDA LARGA FIXA NO BRASIL BANDA LARGA FIXA NO BRASIL AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA CARLOS DUPRAT BRASÍLIA, 14 DE JUNHO DE 2016 1. Mercado 2. Mundo 3. Infraestrutura

Leia mais

10 Análise dos recursos internos

10 Análise dos recursos internos 177 10 Análise dos recursos internos Essa seção do trabalho tem como objetivo fazer a análise dos recursos internos das duas empresas pesquisadas, Globo e Vivo. Como referencial teórico será utilizado

Leia mais

PLANO BÁSICO DE SERVIÇO LONGA DISTÂNCIA NACIONAL - STFC

PLANO BÁSICO DE SERVIÇO LONGA DISTÂNCIA NACIONAL - STFC PLANO BÁSICO DE SERVIÇO LONGA DISTÂNCIA NACIONAL - STFC Este Plano Básico de Serviço visa oferecer aos assinantes do Serviço de Telefonia Fixa Comutada (STFC), a possibilidade de realizar chamadas na modalidade

Leia mais

Guia Canais de Distribuição PLANETFONE 2016

Guia Canais de Distribuição PLANETFONE 2016 Guia Canais de Distribuição PLANETFONE 2016 Av. Nossa Senhora do Carmo, 1.191, 3º andar, Sion, Belo Horizonte/MG - www.planetfone.com.br 1 SUMÁRIO 1. A PLANETFONE... 03 2. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 04

Leia mais

JARBAS JOSÉ VALENTE. Conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

JARBAS JOSÉ VALENTE. Conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL JARBAS JOSÉ VALENTE Conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL Outubro/2013 Modelo Regulatório Princípios Legais QUANTO AO REGIME DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO: REGIME PÚBLICO: CONCESSÃO COM

Leia mais

1. Definições. Termos e condições Soluções de Aprendizagem da HPE Software Education

1. Definições. Termos e condições Soluções de Aprendizagem da HPE Software Education Termos e condições Soluções de Aprendizagem da HPE Software Education Nota: A HPE vai empregar esforços razoáveis para enviar um aviso de cancelamento de qualquer Serviço de Solução de Aprendizagem, mas

Leia mais

Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos Ação Estratégica MVNO

Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos Ação Estratégica MVNO Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos Ação Estratégica MVNO Audiência Pública Seleção de Prestadora SMP Parceira * Operacionalização do MVNO/Correios Infraestrutura Logística A maior Rede de Logística

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO N o 24/2012, DO CONSELHO DE GRADUAÇÃO Aprova as Normas Gerais de Estágio de Graduação da Universidade Federal de Uberlândia, e dá outras providências. O CONSELHO DE GRADUAÇÃO DA, no uso das competências

Leia mais

Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde

Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde REGIMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA DO INSTITUTO NACIONAL DE CONTROLE DE QUALIDADE EM SAÚDE 1. Objetivos e Organização Geral 1.1- Os cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos

Leia mais

Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1

Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Data: 20 de fevereiro de 2016 Versão: 6 Autor: Grupo de Compliance Global 1. Introdução Este documento

Leia mais

Produto. Modelo Tipo de Literatura Arquivo Número de Ordem. Normas de Procedimentos para GARANTIA

Produto. Modelo Tipo de Literatura Arquivo Número de Ordem. Normas de Procedimentos para GARANTIA Norma de Garantia Produto Modelo Tipo de Literatura Arquivo Número de Ordem NG 1.0 Aquecedores de passagem Bombas de Calor Todos Informe de Procedimento Garantia Modelo: Todos Normas de Procedimentos para

Leia mais

Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço

Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço 1 - Aplicação Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço Plano Nº 044 - Claro Online 5GB Requerimento de Homologação Nº 8876 Este Plano Pós-Pago Alternativo de Serviço é aplicável pela autorizatária CLARO S.A.,

Leia mais

Política de Associação

Política de Associação Política de Associação Constam a seguir as orientações e os termos que definem a relação entre os associados e a Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação. 1. Informações Gerais A Rede Brasileira de

Leia mais

Audiência Pública Câmara dos Deputados. Elisa Leonel Superintendente de Relações com Consumidores

Audiência Pública Câmara dos Deputados. Elisa Leonel Superintendente de Relações com Consumidores Audiência Pública Câmara dos Deputados Elisa Leonel Superintendente de Relações com Consumidores Mais celulares do que gente: 257 milhões de acessos em serviço 24% dos entrevistados já acordam com o celular

Leia mais

PORTABILIDADE NUMÉRICA UMA SOLUÇÃO ORIENTADA PELA SIMPLICIDADE, QUALIDADE E BAIXO CUSTO

PORTABILIDADE NUMÉRICA UMA SOLUÇÃO ORIENTADA PELA SIMPLICIDADE, QUALIDADE E BAIXO CUSTO PORTABILIDADE NUMÉRICA UMA SOLUÇÃO ORIENTADA PELA SIMPLICIDADE, QUALIDADE E BAIXO CUSTO 1 Introdução A portabilidade é a facilidade que possibilita ao assinante de telefonia manter o número do seu telefone

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DECRETO Nº 8.407 DE 18/12/2014 REGULAMENTA O CADASTRAMENTO DE PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS NA DIVISÃO DE CADASTRO DE FORNECEDORES E PRESTADORES DE SERVIÇOS DICAD, SETOR INTEGRANTE DA SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Contextualização do problema e questão-problema

1. Introdução. 1.1 Contextualização do problema e questão-problema 1. Introdução 1.1 Contextualização do problema e questão-problema A indústria de seguros no mundo é considerada uma das mais importantes tanto do ponto de vista econômico como do ponto de vista social.

Leia mais

2. Definições e metodologia de cálculos

2. Definições e metodologia de cálculos Certificação de Conteúdo Local Thereza Moreira Agenda 1. Introdução 2. Definições e metodologia de cálculos 3. Exemplos 4. Dúvidas Conteúdo local no mundo Angola Líbia Azerbaijão Malasia Brasil Nigéria

Leia mais

Políticas de incentivo à banda larga O papel dos prestadores de porte regional

Políticas de incentivo à banda larga O papel dos prestadores de porte regional Ministério das Comunicações Encontro Provedores Regionais Políticas de incentivo à banda larga O papel dos prestadores de porte regional Rio de Janeiro, julho de 2014 Ministério das Comunicações Evolução

Leia mais

Caro parceiro, Queremos fornecedores e parceiros que tenham nível de comprometimento com a sociedade tão amplo quanto o do Rio 2016.

Caro parceiro, Queremos fornecedores e parceiros que tenham nível de comprometimento com a sociedade tão amplo quanto o do Rio 2016. Caro parceiro, O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 trabalha para entregar Jogos excelentes, com celebrações memoráveis que irão promover a imagem global do Brasil, baseados

Leia mais

A Regulamentação do Marco Civil da Internet. Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro

A Regulamentação do Marco Civil da Internet. Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro A Regulamentação do Marco Civil da Internet Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro Agência Nacional de Telecomunicações Brasília, 30/09/2015 Lei N o 12.965/2014 - Marco Civil da Internet O Marco Civil da

Leia mais

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2016

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2016 PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2016 (Do Sr. MARX BELTRÃO) Susta o inciso III e os 1º e 3º do art. 63 da Resolução n.º 614, de 28 de maio de 2013, da Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL,

Leia mais

ALTERAÇÕES 12-21. PT Unida na diversidade PT 2013/0264(COD) 29.11.2013. Projeto de parecer Dimitar Stoyanov (PE523.013v01-00)

ALTERAÇÕES 12-21. PT Unida na diversidade PT 2013/0264(COD) 29.11.2013. Projeto de parecer Dimitar Stoyanov (PE523.013v01-00) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Assuntos Jurídicos 29.11.2013 2013/0264(COD) ALTERAÇÕES 12-21 Projeto de parecer (PE523.013v01-00) Serviços de pagamento no mercado interno (COM(2013)0547 C7-0230/2013

Leia mais

TURCAMBIO TURCAMBIO TURCAMBIO TURCAMBIO TURCAMBIO

TURCAMBIO TURCAMBIO TURCAMBIO TURCAMBIO TURCAMBIO A TURCAMBIO, vem percorrendo uma trajetória de sucesso na região sul do nosso país desde 1987. No ano de 2012, fomos a primeira agência de turismo a receber autorização do Banco Central do Brasil para

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI Nº 6.590, DE 2006.

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI Nº 6.590, DE 2006. COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI Nº 6.590, DE 2006. (Apensos: Projetos nºs 7.160, de 2006; 631, de 2007; 2.175, de 2007; 2.342, de 2007; 6.950, de 2010; 3.131, de 2012; e 3.313, de 2012,

Leia mais

REGULAMENTO DE CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE CONSULTORIA, INSTRUTORIA EM PROJETOS.

REGULAMENTO DE CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE CONSULTORIA, INSTRUTORIA EM PROJETOS. REGULAMENTO DE CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE CONSULTORIA, INSTRUTORIA EM PROJETOS. TOLEDO-PR Página 2 de 6 1. OBJETIVO 1.1 O presente regulamento objetiva

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Reforçar a Competitividade das Empresas

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Reforçar a Competitividade das Empresas AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL DA 2014-2020 (MADEIRA 14-20) EIXO PRIORITÁRIO 3 Reforçar a Competitividade das Empresas PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI) 3.b Desenvolvimento

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÕES DA RODA DE DÓLAR PRONTO

MANUAL DE OPERAÇÕES DA RODA DE DÓLAR PRONTO MANUAL DE OPERAÇÕES DA RODA DE DÓLAR PRONTO 1. INTRODUÇÃO 2. DEFINIÇÃO 3. OBJETO DE NEGOCIAÇÃO 4. PARTICIPANTES 4.1 Participantes Intermediadores 4.2 Participantes Compradores e Vendedores Bancos 5. OPERAÇÕES

Leia mais

P4-MPS.BR - Prova de Conhecimento do Processo de Aquisição do MPS.BR

P4-MPS.BR - Prova de Conhecimento do Processo de Aquisição do MPS.BR Data: 10 de Dezembro de 2010 Horário: 13:00 às 17:00 horas (hora de Brasília) Nome: e-mail: Nota: INSTRUÇÕES Você deve responder a todas as questões. O total máximo de pontos da prova é de 100 pontos (100%),

Leia mais

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO N..., DE 2011 (Do Deputado BETO MANSUR)

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO N..., DE 2011 (Do Deputado BETO MANSUR) REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO N..., DE 2011 (Do Deputado BETO MANSUR) Solicita informações complementares ao Senhor Ministro da Fazenda ao Requerimento de Informação nº 637/2011, sobre alterações das normas

Leia mais

; CONSOLI, M. A. ; NEVES,

; CONSOLI, M. A. ; NEVES, ARTIGO EM REVISTA Publicado em: PAIVA, Hélio Afonso Braga de ; CONSOLI, M. A. ; NEVES, Marcos Fava. Oportunidades em Compras. AgroRevenda, São Paulo, v. 11, p. 12-14, 15 nov. 2006. Oportunidades em compras

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES 1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: 1.1.

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 3.742, DE 2012 (Do Sr. Marco Tebaldi)

PROJETO DE LEI N.º 3.742, DE 2012 (Do Sr. Marco Tebaldi) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 3.742, DE 2012 (Do Sr. Marco Tebaldi) Altera a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, obrigando os estabelecimentos que comercializam serviços de telecomunicações

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE CONTROLE SOCIETÁRIO

TRANSFERÊNCIA DE CONTROLE SOCIETÁRIO TRANSFERÊNCIA DE CONTROLE SOCIETÁRIO O art. 27 da Lei nº 8.987, de 13/02/1995, bem como os atos de outorga dos agentes, determinam a necessidade de prévia para as transferências de controle societário

Leia mais

Senado Federal Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática

Senado Federal Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Senado Federal Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Audiência Pública Valores dos Serviços de Telecomunicações Ministério das Comunicações Consultor Jurídico Marcelo Bechara

Leia mais

Guia de Orientação. Conselho Federal de Contabilidade Cadastro Nacional de Auditores Independentes

Guia de Orientação. Conselho Federal de Contabilidade Cadastro Nacional de Auditores Independentes Conselho Federal de Contabilidade Cadastro Nacional de Auditores Independentes Guia de Orientação 1 ÍNDICE 1. DO CADASTRO NACIONAL DE AUDITORES INDEPENDENTES 1.1. Como teve origem o CNAI? 5 1.2. Quem vai

Leia mais

PLS 346/2005 - Senador Pedro Simon Serviço de TV a Cabo

PLS 346/2005 - Senador Pedro Simon Serviço de TV a Cabo PLS 346/2005 - Senador Pedro Simon Serviço de TV a Cabo Audiência Pública Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Senado Federal 29 de nov. de 2007 Flávia Lefèvre Guimarães

Leia mais

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE O Futuro da Educação a Distância na Educação Básica Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br Dispositivos da LDB e DECRETOS

Leia mais

Contrato de Confidencialidade e Autorização para Divulgação de Informações dos Usuários BIVA SERVIÇOS FINANCEIROS S.A.

Contrato de Confidencialidade e Autorização para Divulgação de Informações dos Usuários BIVA SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. Contrato de Confidencialidade e Autorização para Divulgação de Informações dos Usuários BIVA SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. 1. Quem somos Biva Serviços Financeiros S.A. ( BIVA ) é uma plataforma online de prestação

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DIGITAL NOS SERVIÇOS NOTARIAIS E DE REGISTROS. Modernidade, Atualização e Conquista de Novas Atribuições

CERTIFICAÇÃO DIGITAL NOS SERVIÇOS NOTARIAIS E DE REGISTROS. Modernidade, Atualização e Conquista de Novas Atribuições CERTIFICAÇÃO DIGITAL NOS SERVIÇOS NOTARIAIS E DE REGISTROS Modernidade, Atualização e Conquista de Novas Atribuições PAPEL DOS CARTÓRIOS NA ERA DIGITAL Cada vez mais, a sociedade adota o meio digital para

Leia mais

TERMOS DO PROGRAMA DE LICENÇA DE ENTIDADE GOVERNAMENTAL ("GOVERMENT ENTITIY LICENSCE PROGRAM")

TERMOS DO PROGRAMA DE LICENÇA DE ENTIDADE GOVERNAMENTAL (GOVERMENT ENTITIY LICENSCE PROGRAM) TERMOS DO PROGRAMA DE LICENÇA DE ENTIDADE GOVERNAMENTAL (última revisão em 25 de agosto de 2014) TERMOS DO PROGRAMA DE LICENÇA DE ENTIDADE GOVERNAMENTAL ("GOVERMENT ENTITIY LICENSCE PROGRAM") Acesso simples

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 2 CONHECIMENTO Ação 2.2 ACONSELHAMENTO Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA GERAL CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA GERAL CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO PROCESSO PGT/ICP/4601/2013 MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ORIGEM: PRT 3ª REGIÃO JUIZ DE FORA/MG PROCURADOR OFICIANTE: DR. JOSÉ REIS SANTOS CARVALHO INTERESSADO 1: ANÔNIMO INTERESSADO 2: ASTRA EQUIPAMENTOS

Leia mais

Regime Legal de Prestação de Serviços de Telecomunicações: Concessões x Autorizações

Regime Legal de Prestação de Serviços de Telecomunicações: Concessões x Autorizações Regime Legal de Prestação de Serviços de Telecomunicações: Concessões x Autorizações Reunião da Comissão Especial do PL nº 6.789, de 2013 e apensados Igor Vilas Boas de Freitas Conselheiro da ANATEL 1º

Leia mais

Banco Safra S.A. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO

Banco Safra S.A. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO Banco Safra S.A. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO 1/6 1. INTRODUÇÃO O Conglomerado Prudencial Safra caracteriza-se por seu histórico de conservadorismo, agilidade na adaptação à conjuntura

Leia mais

Senhores acionistas, A Administração

Senhores acionistas, A Administração Senhores acionistas, A administração da Klabin S.A. ( Klabin ou Companhia ) vem apresentar aos seus acionistas sua proposta em relação à matéria a ser deliberada na Assembleia Geral Extraordinária, a ser

Leia mais

Os Promotores e ou Afiliados podem incentivar outras pessoas a Divulgarem e comercializarem os serviços, tornando-se seus patrocinadores.

Os Promotores e ou Afiliados podem incentivar outras pessoas a Divulgarem e comercializarem os serviços, tornando-se seus patrocinadores. Liquida Net Rogério Richard - ME. Atua na área de Assinaturas de Lojas, e utiliza um plano de marketing que incentiva e apoia o uso e a divulgação de seus serviços através de uma Rede de Promotores autônomos

Leia mais

REUNIÃO DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE - REGIÃO NORDESTE

REUNIÃO DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE - REGIÃO NORDESTE REUNIÃO DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE - REGIÃO NORDESTE Política Nacional de EAD e a Colaboração inter Sistemas Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br EAD: dispositivos

Leia mais

Agência Nacional de Saúde Suplementar A agência reguladora dos planos de saúde do Brasil

Agência Nacional de Saúde Suplementar A agência reguladora dos planos de saúde do Brasil Agência Nacional de Saúde Suplementar A agência reguladora dos planos de saúde do Brasil 2 Agenda Regulatória Eixo 1 Modelo de Financiamento do Setor; Eixo 2 Garantia de Qualidade e Acesso Assistencial;

Leia mais

Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste

Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste Educação à Distância no Território Nacional: desafios e perspectivas Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br

Leia mais