Gerenciamento dos Dados e Processos de Negócio na Modelagem de um Padrão de Workflow para Inferência sobre Indicadores de Saúde Pública

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gerenciamento dos Dados e Processos de Negócio na Modelagem de um Padrão de Workflow para Inferência sobre Indicadores de Saúde Pública"

Transcrição

1 Gerenciamento dos Dados e Processos de Negócio na Modelagem de um Padrão de Workflow para Inferência sobre Indicadores de Saúde Pública André Gustavo Teixeira Lins, Tércio de Morais, Eliana S. Almeida Mestrando em Modelagem Computacional de Conhecimento, Instituto de Computação, Universidade Federal de Alagoas, LCCV, Campus Arapiraca, Universidade Federal de Alagoas CPMAT & LCCV, Instituto de Computação. Universidade Federal de Alagoas Resumo. A eficiência da gestão em saúde pública depende, entre outros fatores, do uso de uma forma estratégica de todos os dados produzidos por seus sistemas de informação. Entretanto, muitas áreas nesse domínio não possuem uma forma adequada para coletar esses dados, resultando muitas vezes em informação redundante ou até mesmo incorreta para os responsáveis pelos processos de tomada de decisão na equipe do governo. Tentando corrigir essa situação, esse trabalho apresenta uma proposta para coletar e monitorar um largo grupo de dados sobre saúde pública com foco no gerenciamento de indicadores de saúde pactuados nas três esferas de governo, cobrindo todas as áreas desse domínio. O projeto Pacto Online envolve a implementação de uma aplicação web para registrar os resultados e metas desses indicadores, visando à otimização das atividades de gestão em saúde pública, acrescido da modelagem de um workflow dos processos de negócios que geram todas essas informações. Para garantir a consistência destes processos, este workflow será construído utilizando o modelo formal de Redes de Petri. A proposta aqui apresentada terá como estudo de caso os indicadores do Estado de Alagoas. Palavras-chave. Sistemas de Informação em Saúde, Métodos Formais, Processos de Negócio, Workflow, Indicadores de Saúde. Abstract. An efficient public health management depends, among other factors, on using all data produced by its information systems in a strategic way. However, many areas at this domain do not have an adequate structure to collect these data, resulting usually in redundant or even wrong information for the decisionmaking area at the government staff. In order to correct this situation, this work proposes to collect and track a large group of data about public health focused in the management of health indicators in the three levels of government that cover all the areas of this domain. The Pacto Online project involves the implementation of a web system to register the results and goals of these health indicators aiming to optimize the public health management activities. It is also proposed a workflow system to understanding the business processes that generates all these information. This workflow is constructed using a Petri Net formal model to guarantee the consistence of these processes. It will be used as a study case, the health indicators of Alagoas State in Brazil. Keywords: Health-Care Information Systems, Formal Methods, Business Processes, Workflow, Health Indicators. Introdução A realização de ações públicas de saúde se baseia em indicadores pactuados dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) entre as três esferas do Governo. Tais indicadores, conforme exibido na Tabela, são provenientes de diversas áreas de atuação no domínio da saúde pública [] e dependem de informações oriundas de diversos sistemas de informação que gerenciam atividades em setores como urgência e emergência, atenção básica, vigilância epidemiológica, vigilância sanitária, vigilância ambiental, gestão laboratorial e vários outros []. Todos esses dados e regras de negócio, mesmo em diferentes áreas desse domínio, possuem relação entre si, considerando a forma como são gerados, como fluem por todo o processo da rede pública de saúde e ainda como se relacionam com variáveis de outros domínios fora da área de saúde []. Porém, problemas como a redundância da informação, a falta de interoperabilidade entre os sistemas e até mesmo a falta de sistemas de informação adequados nessas áreas impossibilita o avanço no uso eficiente dessas informações durante o processo de tomada de decisão. Além desses problemas, existe ainda o agravante de, em muitos casos, não haver uma sistemática para avaliar de forma exata a eficácia desses indicadores, que possuem muitas variáveis distintas como: definição, método de cálculo, classificação populacional, área de

2 atuação, nível de pactuação e, sobretudo, origem dos dados. Muitos municípios, onde os indicadores têm operacionalmente seus dados medidos, não fazem uso de todo o potencial desses indicadores por conta dessas limitações, enviando relatórios para o nível estadual em caráter meramente burocrático, sem qualquer estudo referente aos processos de negócio que geraram os dados e qual conhecimento que os mesmos podem trazer, quando avaliados de forma mais criteriosa. Sendo assim, mediante o cenário apresentado, este trabalho tem como propostas: Desenvolvimento de uma aplicação para gerenciar os resultados e metas dos dados referentes a indicadores de saúde pactuados pelo SUS nas três esferas de governo a fim de otimizar o acompanhamento da situação de saúde dos municípios pela sua gestão, em especial pela gestão do Estado de Alagoas. Utilização dos dados e processos de negócio dessa aplicação para a identificação e modelagem de padrões de workflow, utilizando o modelo formal de Redes de Petri, visando diagnosticar e otimizar o funcionamento das áreas de saúde responsáveis por esses indicadores. Nome do Indicador de saúde Proporção de Nascidos Vivos de Mães com 4 ou Mais Consultas de Pré-natal Índice de Contratualização de Unidades Conveniadas ao SUS nos Estados e Municípios Taxa de Cura de Casos Novos de Tuberculose Bacilifera No. de Análises Microbiológicas Para Avaliação da Qualidade da Água para Consumo Humano Realizadas Área Atenção Básica Gestão e Planejamento Vigilância Epidemiológi ca Vigilância Ambiental Tabela : Exemplos de alguns indicadores de saúde pública e suas respectivas áreas. Métodos O trabalho aqui proposto, denominado projeto Pacto Online, foi iniciado no período de novembro de 007, sendo apresentado e aprovado nas reuniões do COSEMS e CIB-AL do Estado de Alagoas, no mês de julho de 008. No mês de Agosto de 008, o projeto será apresentado para o Conselho Estadual de Saúde e em seguida para membros da Sociedade Civil Organizada, envolvendo Instituições de Ensino Superior na área de saúde, Ministério Público, Auditoria do Ministério da Saúde em Alagoas, Controladoria Geral da União, Funasa, entre outros. Como primeiro produto do Pacto Online foi gerada uma aplicação WEB tendo como Conselho dos Secretários Municipais de Saúde Comissão Intergestores Bipartite formada por representantes dos municípios e do Estado para discussão e homologação de políticas de saúde pública Fundação Nacional de Saúde arcabouço o CMS Drupal 4, para permitir a gestão compartilhada e eficiente das informações que serão administradas por diversas áreas da gestão estadual, de acordo os responsáveis por cada um dos indicadores identificados. O desenvolvimento dessa aplicação foi feito utilizando tecnologias dentro do paradigma do software livre incentivado pelo Governo Federal [4], utilizando a linguagem PHP com banco de dados PostgreSQL 8. e hospedada no parque computacional da Secretaria Estadual de Saúde de Alagoas (Sesau-AL) em um servidor web Apache. no sistema operacional Linux, distribuição Fedora 7. A aplicação consolida o primeiro marco do projeto Pacto Online, pois tem a importância de servir como porta de entrada para o cadastro de todas as informações e ainda facilitar a identificação dos processos de negócio de cada área junto com padrões na forma como ocorre o fluxo da informação entre indicadores intersetoriais. O processo de trabalho no uso desse sistema pelas áreas envolvidas consiste no cadastro periódico de metas e resultados de cada indicador de saúde pactuado. O cadastro das metas pactuadas para cada indicador será feito de forma anual e estas metas guiarão o trabalho das áreas técnicas em relação aos resultados obtidos por indicador, que também serão cadastrados no sistema. O cadastro dos resultados será feito, inicialmente, de forma trimestral, sempre na primeira semana do mês subseqüente ao fim do trimestre e terão a natureza acumulativa, ou seja, ao fim do trimestre, por exemplo, serão cadastrados os resultados de todo o semestre de um determinado indicador para cada um dos municípios do Estado. Uma vez consolidadas as metas e resultados, essas informações estarão expostas periodicamente na área de consultas e relatórios, que terá acesso público através de uma área [5] no site da Sesau-AL, ao contrário dos cadastros periódicos, que terão acesso restrito apenas aos funcionários das áreas que fazem gestão dos indicadores estudados. Os funcionários com esse perfil receberam o título de gestor de indicador a fim de facilitar a comunicação e sincronização de trabalho entre as áreas. Concluído o desenvolvimento, implantação e capacitação do primeiro produto do projeto Pacto Online, já se encontra em andamento a fase de análise, testes e discussões para aplicações de Métodos Formais (mais especificamente Redes de Petri) a fim de identificar padrões de Workflow [7,8] em relação aos dados e principalmente às regras de negócio gerenciados por essa aplicação Web. 4 Drupal é um CMS (Content Management System) livre utilizado para facilitar o desenvolvimento e manutenção de websites e aplicações web.

3 Rede de Petri é uma ferramenta gráfica e matemática de modelagem que pode ser aplicada em vários tipos de sistemas, estudando seu comportamento e as relações entre seus processos componentes, classificando-os como: concorrentes, assíncronos, distribuídos, paralelos, não determinísticos, entre outros. Devido a sua natureza gráfica, pode ser utilizada para comunicação visual e, por ser um modelo formal, permite determinar com clareza e sem ambigüidades o comportamento de um determinado sistema de informação, bem como verificar propriedades que este sistema deve apresentar [9]. Em termos mais práticos, podemos afirmar que, como uma linguagem de modelagem as Redes de Petri podem definir graficamente a estrutura de um sistema com o uso de um grafo direcionado com comentários. Em sua definição formal, temos que uma Rede de Petri, em sua versão mais elementar, é uma quádrupla RdP = {P,T,F,M 0 } onde: P = {p, p,..., p m } é um conjunto finito de lugares; T = {t, t,..., t m } é um conjunto finito de transições; F (PxT) U (TxP) é um conjunto de arcos; M 0 : P é a marcação inicial da rede; P T = Ø e P U T Ø Através dos elementos descritos nessa definição formal, representados graficamente na figura, pode ser modelada a dinâmica de sistemas de informação de acordo com condições impostas pelo domínio em estudo. Os lugares e recursos modelam objetos do sistema, as transições modelam as ações definidas no sistema e os arcos associam os objetos às ações, permitindo verificar tanto o número de objetos necessários para execução de uma determinada ação quanto o número resultante da execução da ação. Além disso, a Rede de Petri indicará as ações que estão sincronizadas, que podem ser executadas paralelamente e ainda simular possíveis situações e estados que o sistema de informação possa apresentar e suas conseqüências no processo de tomada de decisão [0]. Lugar com recurso ausente transição arco Lugar com recurso presente Figura : Notação gráfica de uma Rede de Petri O poder de expressão das Redes de Petri, tem crescido com o decorrer do tempo através de muitas derivações como: Redes de Petri Coloridas, Redes Temporais e outros exemplos e a aplicação desse modelo de especificação formal já foi comprovada com sucesso em áreas como: Ciência da Computação, Engenharia Química, Engenharia Elétrica e Administração de Empresas através da análise de seus processos de negócio []. Partindo dessa premissa, a análise dos processos de negócio na administração da saúde pública com Redes de Petri para a identificação de padrões de Workflow se mostra totalmente aplicável, de acordo com as regras na gestão de Indicadores de saúde em Alagoas no contexto do Sistema Único de Saúde. Todas as etapas no ciclo de vida de cada indicador pactuado e monitorado pela gestão estadual, desde a origem dos dados, cadastro em nível municipal e chegada para o Estado podem ser formalizados junto com as ações executadas pelas áreas e os estados assumidos por essas mesmas áreas em resposta a essas ações. Com o uso das derivações e novas funcionalidades adicionadas às Redes de Petri no decorrer dos anos, outros aspectos ainda podem ser avaliados, como por exemplo, a natureza temporal dos indicadores, os grupos e subgrupos nos quais os mesmos podem se dividir e os níveis de hierarquia entre os diversos setores e gestores de indicador. Assim, para ilustração da aplicação de forma simplificada das Redes de Petri, associadas a um ciclo de vida resumido dos indicadores de saúde apresentamos o gráfico a seguir. Figura : Exemplo de uma Modelagem com Redes de Petri do Domínio de Saúde Interpretando a Figura é possível imaginar os seguintes passos, dentro do cenário em estudo 5 : Ação : Coletar dados do município (T) pré-condição para esta ação: dados do município (P) 5 Para cada lugar e transição modelados no gráfico são utilizadas as letras P e T, respectivamente em referências ao modelo de Redes Place and Transition.

4 pós-condição para esta ação: dados para sistema do SUS (P ) e dados para Planilhas locais do Estado (P) Ação : Preencher sistemas de informação em saúde (T) pré-condição para esta ação: dados para o Sistema do SUS (P) pós-condição para esta ação: sistemas atualizados (P4) Ação : Analisar situação de saúde municipal (T) pré-condição para esta ação: dados para Planilhas locais do Estado (P) pós-condição para esta ação: análise do município pelo Estado (P5) Ação 4: Gerenciar indicadores de saúde do Estado (T4) pré-condição para esta ação: sistemas atualizados (P4) e análise do município pelo Estado (P5) pós-condição para esta ação: políticas de saúde definidas entre Estado e municípios (P6) Ação 5: Reiniciar o processo de Estudo dos (T5) pré-condição para esta ação: políticas de saúde definidas entre Estado e municípios (P6) Algumas informações podem ainda ser extraídas deste modelo:. A ação (T) só pode ocorrer mediante a existência da pré-condição. As ações (T) e (T) ocorrem independentemente e podem ocorrer simultaneamente ou não, mas, a ação 4 (T4) só pode ocorrer após as ações e terem sido completadas. Em caso de comportamentos ou derivações nessas regras de negócio, teríamos uma outra representação gráfica como modelo. Resultados Espera-se com a implementação da proposta aqui apresentada alcançar os seguintes resultados: Desenvolvimento e implantação do Sistema Web de Gestão a Saúde para gerenciamento dos resultados e metas dos indicadores de saúde pactuados pelo Estado de Alagoas e seus municípios. Construção de um website para hospedagem da aplicação com informações complementares explicando para a população o significado dos indicadores de saúde, incluindo informações como: características gerais, origem dos dados, método de cálculo, nível de pactuação, entre outras. Mudança na cultura da gestão da informação na saúde pública do Estado de Alagoas, através de trabalho e estudo entre as áreas responsáveis pelos indicadores. Modelagem de padrões de workflow em relação ao fluxo dos dados utilizados por todos os indicadores gerenciados pelo projeto com o auxílio de métodos formais estudados no decorrer do projeto (Redes de Petri) para facilitar a decisão de novas políticas de saúde no Estado. Discussão Uma nova política e cultura de trabalho está sendo implantada aos poucos pela área de Análise da Situação de Saúde nos diversos municípios do Estado. Esta nova política vem mobilizando todas as áreas da Sesau-AL para que façam, respectivamente, interface com as Secretarias Municipais sobre a gestão de cada indicador de saúde pactuado. O processo de publicar as informações através da internet é considerado uma grande revolução, uma vez que anteriormente estas informações tinham sua publicação restrita apenas aos setores responsáveis. Esta mudança foi promovida através de um trabalho de conscientização desde o mais alto nível de gestão até o nível do técnico responsável pelos trabalhos que identificam cada indicador pactuado pela União, Estados e Municípios. Sendo assim, estão sendo feitos treinamentos periódicos com as áreas da Sesau, tanto em relação ao uso do sistema, visando sua melhoria através da adição de novas funcionalidades ou otimização nos critérios de usabilidade, como também na assimilação por completo do conceito de Indicadores de Saúde [6] e sua importância no contexto da gestão da saúde pública no Estado. A utilização de Métodos Formais, especificamente Redes de Petri, pode ser um fator decisivo nas atividades de gestão em qualquer área de atuação, sobretudo na saúde pública. Através desse formalismo será possível a verificação sem ambigüidade das etapas de um processo de trabalho, identificando gargalos a serem tratados e relacionamentos intrínsecos que não são observados normalmente, sem esse tipo de mecanismo []. A análise e, sobretudo a formalização dos processos de uma área podem trazer melhorias em fases que acontecem antes mesmo de definições de software. Essa análise poderá otimizar profundamente a modelagem do negócio estudado, resultando até mesmo em atividades de reengenharia [], onde as etapas do ciclo de vida são revistas para que tarefas durem menos tempo e reduzam consideravelmente a probabilidade de insucesso. Além da importância do uso desse formalismo, e da adoção da aplicação web como marco inicial nesse projeto, é importante ratificar que, caso não houvesse um trabalho de campo promovendo conscientização entre todos os setores da gestão em saúde pública no sentido de melhorar suas atividades, nenhuma das outras realizações teria possibilidade de sucesso. 4

5 Conclusões O Projeto Pacto Online tem como objetivo prover o melhor uso possível da informação gerada nas diversas áreas da saúde pública. Em se colocar o foco nos indicadores de saúde, são atingidos consequentemente, vários sistemas de informação que são origem dos dados analisados. Além da mudança radical no modelo de trabalho com a descentralização na gestão da informação através de um projeto intersetorial, a publicação transparente para a comunidade do trabalho de todas as áreas de gestão da saúde pública provocará uma busca ainda maior em resultados positivos para a qualidade de vida da população a ser beneficiada. Uma vez estabilizada a fase de implantação desse módulo do sistema e desse novo modelo de trabalho, o estudo das informações coletadas através do workflow trará níveis de conhecimento que ainda estão implícitos devido a forma como os dados de saúde vem sendo tratados até o momento. Espera-se com a proposta aqui apresentada adquirir novos conhecimentos que venha a ser aplicados no Estado de Alagoas e nos seus municípios definindo, consequentemente, novas políticas de saúde, que façam o melhor uso possível dos recursos do poder público. Referências. Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. 6ª Edição. Brasília; DataSUS - Banco de dados do Sistema Único de Saúde [Online] 008 [citado em 0 de Agosto de 008]; Disponível em: Rede Interagencial de Informação para a Área de Saúde Ripsa. Indicadores Básicos para Saúde no Brasil: Conceitos e Aplicações. ª Edição. Brasília: Organização Panamericana de Saúde; Portal Software Livre [Online] 008 [citado em 08 de Agosto de 008]; Disponível em: URL:http://www.softwarelivre.gov.br 5 Pacto Online - Sistema de Monitoramento de Indicadores de Alagoas [Online] [citado em 0 de Agosto de 008]; Disponível em: 6 Pereira, MG. Epidemiologia, Teoria e Prática. Guanabara Koogan S.A., Rio de Janeiro; van der Aalst, W. The application of Petri nets to workflow management. Jornal of Circuit Systems and Computers. 998:8: van der Aalst, W.; Barros, A.; ter Hofstede, A. & Kiepuszewski, B. Advanced workflow patterns Cooperative Information Systems, Proceedings, Springer-Verlag Berlin; 000; 90: Muratta, T. Petri Nets: Properties, Analysis and Applications. Proceedings of the IEEE. 989; 77: Adam, N.; Atluri, V. & Huang, W. Modeling and analysis of workflows using Petri Nets. Journal of Intelligent Information Systems Kluwer Academic Publishing; 998;0:- 58 Padua SID, Silva ARY, Porto AJV et al. O Potencial das Redes de Petri em Modelagem e Análise de Processos de Negócio Gest. Prod. [online]. 004; ::09-9 Barjis, J. The Importance of Business Process Modeling in Software Systems Design. Science of Computer Programming, Elsevier Science BV; 008;:7-87. Vergidis, K.; Tiwari, A. & Majeed, B. Business Process Analysis and Optimization: Beyond Reengineering. IEEE Transactions on Systems Man and Cybernetics Part C-Applications and Reviews, IEE-Inst Electrical Electronics Engineers Inc; 008; 8:69-8. Contato André Gustavo Teixeira Lins, Analista de Sistemas; Mestrando em Modelagem Computacional do Conhecimento pela Universidade Federal de Alagoas. Endereço: Avenida Álvaro Otacílio, 595, apt 04, Jatiúca, CEP Lates: 5

Gerenciamento dos Dados e Processos de Negócio na Modelagem de um Padrão de Workflow para Inferência sobre Indicadores de Saúde Pública

Gerenciamento dos Dados e Processos de Negócio na Modelagem de um Padrão de Workflow para Inferência sobre Indicadores de Saúde Pública UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO PROGRAMA DE MESTRADO EM MODELAGEM COMPUTACIONAL DO CONHECIMENTO Gerenciamento dos Dados e Processos de Negócio na Modelagem de um Padrão de Workflow

Leia mais

Modelagem Formal de Workflow com Redes de Petri e Software Livre na Gestão de Processos de Negócio em Saúde

Modelagem Formal de Workflow com Redes de Petri e Software Livre na Gestão de Processos de Negócio em Saúde Modelagem Formal de Workflow com Redes de Petri e Software Livre na Gestão de Processos de Negócio em Saúde Pública André Gustavo Teixeira Lins 1, Tércio de Morais 2, Eliana S. Almeida 1 1 CPMAT,Instituto

Leia mais

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação CobiT 5 Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? 2013 Bridge Consulting All rights reserved Apresentação Sabemos que a Tecnologia da

Leia mais

O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde

O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde Decreto 7.508/11 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização

Leia mais

Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais.

Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Tales Henrique José MOREIRA 1 ; Gabriel da SILVA 2 ; 1 Estudante de Tecnologia em Sistemas para

Leia mais

Análise qualitativa do processo de workflow da ouvidoria do IFMG campus Bambuí: um estudo de caso

Análise qualitativa do processo de workflow da ouvidoria do IFMG campus Bambuí: um estudo de caso Análise qualitativa do processo de workflow da ouvidoria do IFMG campus Bambuí: um estudo de caso Estefânia Paula da SILVA¹; Lígia Maria SOARES PASSOS² ¹ Aluna do curso de Engenharia de Produção do IFMG

Leia mais

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos 11. Gerenciamento de riscos do projeto PMBOK 2000 PMBOK 2004 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos

Leia mais

ANÁLISE DE PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE UTILIZANDO REDES DE PETRI ANALYSIS OF SOFTWARE DEVELOPMENT PROCESS USING PETRI NETS

ANÁLISE DE PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE UTILIZANDO REDES DE PETRI ANALYSIS OF SOFTWARE DEVELOPMENT PROCESS USING PETRI NETS ANÁLISE DE PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE UTILIZANDO REDES DE PETRI ANALYSIS OF SOFTWARE DEVELOPMENT PROCESS USING PETRI NETS Lucas Vinícius Rodrigues Grabert 1 Rodrigo Palucci Pantoni 2 Data

Leia mais

MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015

MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015 MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015 Está em andamento o processo de revisão da Norma ISO 9001: 2015, que ao ser concluído resultará na mudança mais significativa já efetuada. A chamada família ISO 9000

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

silviaheld@usp.br Italiano, Isabel Cristina. Profa. Dra. - Têxtil e Moda - Escola de Artes, Ciências e RESUMO ABSTRACT

silviaheld@usp.br Italiano, Isabel Cristina. Profa. Dra. - Têxtil e Moda - Escola de Artes, Ciências e RESUMO ABSTRACT MAPEAMENTO DE PROCESSOS DE CONFECÇÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS DA PRODUÇÃO Espinosa, Caroline Stagi - Bacharel em Têxtil e Moda - Escola de Artes, Ciências e Humanidades - Universidade de São

Leia mais

O Banco do Nordeste do Brasil S.A. deseja conhecer as opções de solução fiscal e de gestão tributária existentes no mercado.

O Banco do Nordeste do Brasil S.A. deseja conhecer as opções de solução fiscal e de gestão tributária existentes no mercado. O., situado à Avenida Pedro Ramalho, 5700, Bairro Passaré Fortaleza-CE, através do Projeto Estratégico Sistema Integrado de Gestão Empresarial Aquisição e Implantação de ERP (Enterprise Resources Planning)

Leia mais

Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental

Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental Francisco Xavier Freire Neto 1 ; Aristides Novelli Filho 2 Centro Estadual de Educação Tecnológica

Leia mais

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA Prestação de Serviços em Assessoria e Consultoria Tributária para as empresas do Arranjo Produtivo Local. 1. OBJETIVO

Leia mais

EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA

EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA Jeferson Boesing 1 ; Tiago Heineck 2 ; Angela Maria Crotti da Rosa 3 ; Leila Lisiane Rossi 4 INTRODUÇÃO Alunos

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento de Capital

Estrutura de Gerenciamento de Capital Estrutura de Gerenciamento de Capital Estrutura de Gerenciamento de Capital Controle do documento Data Autor Versão Junho/2012 Compliance 001 Agosto/2013 Risk Management 002 Agosto/2014 Risk Management

Leia mais

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS Bem-vindo(a) ao primeiro módulo do curso! A partir de agora você conhecerá as principais características do sistema HÓRUS. Para iniciar, você saberia dizer por que este sistema

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

A Importância do Planejamento na construção do SUS. Carmen Teixeira

A Importância do Planejamento na construção do SUS. Carmen Teixeira A Importância do Planejamento na construção do SUS Carmen Teixeira A importância do planejamento O planejamento está voltando à moda, depois de mais de uma década de predomínio do ideologismo neoliberal

Leia mais

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO HOSPITAL DE ENSINO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO DR. WASHINGTON ANTÔNIO DE BARROS DEZEMBRO DE 2013 SUMÁRIO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO...

Leia mais

Estatística Básica via MySQL para Pesquisas On-Line

Estatística Básica via MySQL para Pesquisas On-Line Estatística Básica via MySQL para Pesquisas On-Line Gabriel Ramos Guerreiro - DEs, UFSCar 1 2 Anderson Luiz Ara-Souza - DEs, UFSCar 1 3 Francisco Louzada-Neto - DEs, UFSCar 1 4 1. INTRODUÇÃO Segundo Cavalcanti

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Eng. Dayana B. Costa MSc, Doutoranda e Pesquisadora do NORIE/UFRGS Conteúdo da Manhã Módulo 1 Medição de Desempenho Conceitos Básicos Experiência de Sistemas de

Leia mais

Fasci-Tech MAPEAMENTO DOS PROCESSOS DE NEGÓCIO PARA DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO

Fasci-Tech MAPEAMENTO DOS PROCESSOS DE NEGÓCIO PARA DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO MAPEAMENTO DOS PROCESSOS DE NEGÓCIO PARA DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Resumo: Carlos Alberto dos Santos 1 Profa. MSc. Rosangela Kronig 2 Abstract: Num ambiente globalizado e em constante

Leia mais

TRADUZINDO A DEFINIÇÃO DE PROCESSO EM XPDL PARA MODELOS EM REDES DE PETRI

TRADUZINDO A DEFINIÇÃO DE PROCESSO EM XPDL PARA MODELOS EM REDES DE PETRI XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. TRADUZINDO A DEFINIÇÃO DE PROCESSO EM XPDL PARA MODELOS EM REDES DE PETRI Rosemary Francisco (PUCPR) rmaryf@gmail.com Eduardo de Freitas Rocha Loures (PUCPR)

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais

Estudo de Caso 22. Figura 4 Console da TEC*. *Alguns dados foram removidos atendendo a política de segurança da informação da empresa.

Estudo de Caso 22. Figura 4 Console da TEC*. *Alguns dados foram removidos atendendo a política de segurança da informação da empresa. 2 Estudo de Caso O gerenciamento de serviços é um fator crítico para a organização em análise, os processos devem garantir os acordos de níveis de serviços estabelecidos com os clientes. Destarte, a atividade

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA

EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA Autores : Jeferson BOESING; Tiago HEINECK; Angela Maria Crotti da ROSA; Leila Lisiane ROSSI Identificação

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA DO PORTO DIGITAL

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA DO PORTO DIGITAL REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA DO PORTO DIGITAL 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de

Leia mais

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede GESTÃO Educacional A P R E S E N T A Ç Ã O www.semeareducacional.com.br Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede A EXPANSÃO TECNOLOGIA Nossa MISSÃO: Transformação de Dados em Informação Transformação

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

Estado: ESPIRITO SANTO RESPONSABILIDADES GERAIS DA GESTAO DO SUS

Estado: ESPIRITO SANTO RESPONSABILIDADES GERAIS DA GESTAO DO SUS PLANILHA DE PACTUAÇÃO DAS - TCG Data da Validação: 31/03/2010 Data da Homologação: 12/04/2010 Revisão Nº:001 Pedido de Revisão: 30/03/2010 Portaria: 2.846 Data da Publicação: 25/11/2008 Estado: ESPIRITO

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro Ministério da Saúde Gabinete do Ministro Documento norteador para a habilitação de laboratórios Tipo I e Tipo II pela Qualificação Nacional em Citopatologia QualiCito. Qual a Portaria que institui a Qualificação

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NA SEGUNDA FASE DO CURSO DE FORMAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NA SEGUNDA FASE DO CURSO DE FORMAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NA SEGUNDA FASE DO CURSO DE FORMAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

PEDIDOS DE ESCLARECIMENTOS

PEDIDOS DE ESCLARECIMENTOS PEDIDOS DE ESCLARECIMENTOS EMPRESA: ILION SOLUÇÕES EM INTERNET LTDA. 1 DO PRAZO: item 5.2 f) Prestação de serviços: 5 (cinco) meses, contados a partir da data da Ordem de Serviço. g) Prazo para desenvolvimento:

Leia mais

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 11 de maio de 2011 Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 1 ANÁLISE DOS RESULTADOS DO SPAECE-ALFA E DAS AVALIAÇÕES DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ _ 2ª Etapa 1. INTRODUÇÃO Em 1990, o Sistema de Avaliação

Leia mais

ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015.

ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015. ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015. 1 OBJETIVO O objetivo deste documento é estipular um plano de ação para criar e gerenciar perfis do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

Donare: Sistema de Gerenciamento de Ações Humanitárias

Donare: Sistema de Gerenciamento de Ações Humanitárias Donare: Sistema de Gerenciamento de Ações Humanitárias Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Sistemas de Informação da Veris Faculdades, para a obtenção do título de Bacharel em Sistemas

Leia mais

A Melhoria de Desempenho de Processos em uma Instituição Bancária Brasileira: Um Estudo de Caso

A Melhoria de Desempenho de Processos em uma Instituição Bancária Brasileira: Um Estudo de Caso A Melhoria de Desempenho de Processos em uma Instituição Bancária Brasileira: Um Estudo de Caso Fernando Cesar Camilo Centro Universitário de Araraquara- UNIARA SP Brasil fc_camilo@yahoo.com.br Prof. Dr.

Leia mais

ANEXO 11. - Conteúdos em formato de texto puro e listas; - Conteúdos em formato de texto puro e conteúdo categorizado;

ANEXO 11. - Conteúdos em formato de texto puro e listas; - Conteúdos em formato de texto puro e conteúdo categorizado; ANEXO 11 O CMS PROCERGS Para o desenvolvimento de sites, objeto deste edital, a empresa contratada obrigatoriamente utilizará uma ferramenta CMS (Content Management Systems ou Sistema de Gestão de Conteúdo)

Leia mais

Portal de Dados Abertos elaborado pela Emprel lança iniciativas que aproximam Prefeitura e cidadãos no Recife

Portal de Dados Abertos elaborado pela Emprel lança iniciativas que aproximam Prefeitura e cidadãos no Recife Portal de Dados Abertos elaborado pela Emprel lança iniciativas que aproximam Prefeitura e cidadãos no Recife Perfil A Empresa Municipal de Informática Emprel é uma empresa pública, dotada de personalidade

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIONALIZAÇÃO NAS DIFERENTES REDES DE ATENÇÃO: COAP E REGIONALIZAÇÃO FERNANDO RITTER SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO

Leia mais

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos 3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo

Leia mais

MODELAGEM VISUAL DE UM SOFTWARE PARA O GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES EM GESTÃO DE PROJETOS

MODELAGEM VISUAL DE UM SOFTWARE PARA O GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES EM GESTÃO DE PROJETOS 127 MODELAGEM VISUAL DE UM SOFTWARE PARA O GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES EM GESTÃO DE PROJETOS VISUAL MODELING OF SOFTWARE FOR COMMUNICATION MANAGEMENT IN PROJECT MANAGEMENT Ricardo Rall 1 Arilson José

Leia mais

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS / INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio Professor: Clarindo Isaías Pereira

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do

Leia mais

FDQ-TOOL UMA FERRAMENTA PARA A ANÁLISE DA QUALIDADE DA MÉTRICA DE ESFORÇO DO PDS

FDQ-TOOL UMA FERRAMENTA PARA A ANÁLISE DA QUALIDADE DA MÉTRICA DE ESFORÇO DO PDS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 FDQ-TOOL UMA FERRAMENTA PARA A ANÁLISE DA QUALIDADE DA MÉTRICA DE ESFORÇO DO PDS Marcos Mitsuo Ashihara 1, Nelson Tenório Jr 2, Rita Cristina Galarraga

Leia mais

Estudo de Caso da Implantação do Nível G do MPS.BR em Uma Empresa

Estudo de Caso da Implantação do Nível G do MPS.BR em Uma Empresa Estudo de Caso da Implantação do Nível G do MPS.BR em Uma Empresa Dayana Henriques Fonseca 1, Frederico Miranda Coelho 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC)

Leia mais

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e PORTARIA SSST Nº 11, de 13/10/1994 "Publica a minuta do Projeto de Reformulação da Norma Regulamentadora nº 9 - Riscos Ambientais com o seguinte título: Programa de Proteção a Riscos Ambientais". A SECRETARIA

Leia mais

Capítulo 1 - Introdução 14

Capítulo 1 - Introdução 14 1 Introdução Em seu livro Pressman [22] define processo de software como um arcabouço para as tarefas que são necessárias para construir software de alta qualidade. Assim, é-se levado a inferir que o sucesso

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características

Leia mais

Bolonha, fevereiro de 2014

Bolonha, fevereiro de 2014 Bolonha, fevereiro de 2014 Portaria n.º 1654, de 19 de Julho de 2011. Objetivo principal Induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade

Leia mais

INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012

INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Coord. de Relações Institucionais) Fone:

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

Coletânea Gestão e Governança de TI TCU

Coletânea Gestão e Governança de TI TCU Coletânea Gestão e Governança de TI TCU (COBIT, ITIL, PMBOK, CMMI, Planejamento Estratégico e Modelagem de Processos) Professores: Hério Oliveira e Walter Cunha http://www.waltercunha.com http://heriooliveira.wordpress.com

Leia mais

IntroduçãoaoGuia SWEBOK. Ernani Lopes Isensee 2014

IntroduçãoaoGuia SWEBOK. Ernani Lopes Isensee 2014 IntroduçãoaoGuia SWEBOK Ernani Lopes Isensee 2014 Conhecendo o SWEBOK Guide to the Software Engineering Body of Knowledge IEEE Institute of Electrical and Electronic Engineers Conhecendo o SWEBOK O guia

Leia mais

Metodologia de Modelagem de Processos

Metodologia de Modelagem de Processos Metodologia de Modelagem de Processos Sugestão de Frame Work Metodologia de Modelagem de Processos O termo metodologia é formado pela fusão de método e lógica. Metodologia é a forma de direcionar os esforços

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Banco de Dados Introdução João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Importância dos Bancos de Dados A competitividade das empresas depende de dados precisos e atualizados. Conforme

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Requisitos Cap. 06 e 07 Sommerville 8 ed. REQUISITOS DE SOFTWARE» Requisitos são descrições de serviços fornecidos pelo sistema e suas restrições operacionais. REQUISITOS DE USUÁRIOS: São

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DE PROJETOS: Guia de referência do sistema de gestão de projetos do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região

MANUAL DE GESTÃO DE PROJETOS: Guia de referência do sistema de gestão de projetos do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região MANUAL DE GESTÃO DE PROJETOS: Guia de referência do sistema de gestão de projetos do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região Belém PA 2013 MANUAL DE GESTÃO DE PROJETOS: Guia de referência do sistema

Leia mais

Utilização da modelagem UML em um sistema de gerenciamento de uma franquia do setor de alimentação

Utilização da modelagem UML em um sistema de gerenciamento de uma franquia do setor de alimentação Utilização da modelagem UML em um sistema de gerenciamento de uma franquia do setor de alimentação Use of UML modeling in a management system for a food franchising Richard B. N. Vital, Tatiane M. Vital.

Leia mais

Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014.

Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014. Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014. Ministério da Saúde / Secretaria-Executiva Departamento de Monitoramento

Leia mais

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza MECANISMOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DA GOVERNANÇA DE T.I. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O Ciclo da Governança de T.I. ALINHAMENTO

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

Ourofino: gestão integrada de treinamentos e atendimento de auditorias com SuccessFactors

Ourofino: gestão integrada de treinamentos e atendimento de auditorias com SuccessFactors SAP Business Transformation Study Saúde animal Ourofino Saúde Animal Ourofino: gestão integrada de treinamentos e atendimento de auditorias com SuccessFactors A Ourofino prevê o crescimento dos seus negócios

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE DE HELP DESK. Frederico Calazans Barbosa UBC - Universidade Braz Cubas Mogi das Cruzes/ SP

SISTEMA DE CONTROLE DE HELP DESK. Frederico Calazans Barbosa UBC - Universidade Braz Cubas Mogi das Cruzes/ SP SISTEMA DE CONTROLE DE HELP DESK Frederico Calazans Barbosa UBC - Universidade Braz Cubas Mogi das Cruzes/ SP Antonio Carlos da Cunha Migliano UBC - Universidade Braz Cubas Mogi das Cruzes/ SP RESUMO Este

Leia mais

INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM VENDAS E COACHING EM PLANO DE VIDA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 07/2012

INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM VENDAS E COACHING EM PLANO DE VIDA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 07/2012 INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM VENDAS E COACHING EM PLANO DE VIDA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 07/2012 Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Coord. de Relações Institucionais)

Leia mais

RELATO DA INICIATIVA OU PROJETO

RELATO DA INICIATIVA OU PROJETO Prefeitura Municipal de Vitória Controladoria Geral do Município RELATO DA INICIATIVA OU PROJETO Nome da Iniciativa ou Projeto Portal de Transparência Vitória Caracterização da situação anterior O Portal

Leia mais

Engenharia de Requisitos Estudo de Caso

Engenharia de Requisitos Estudo de Caso Engenharia de Requisitos Estudo de Caso Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 8º Edição / Ian Sommerville 2007 Slide 1 Engenharia de Requisitos Exemplo 1 Reserva de Hotel 1. INTRODUÇÃO Este

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

AGENDA. O Portal Corporativo. Arquitetura da Informação. Metodologia de Levantamento. Instrumentos Utilizados. Ferramentas

AGENDA. O Portal Corporativo. Arquitetura da Informação. Metodologia de Levantamento. Instrumentos Utilizados. Ferramentas AGENDA O Portal Corporativo Arquitetura da Informação Metodologia de Levantamento Instrumentos Utilizados Ferramentas PORTAL CORPORATIVO Na sociedade da informação é cada vez mais presente a necessidade

Leia mais

ORIENTADOR Prof. Dr. Vilmar Pedro Votre

ORIENTADOR Prof. Dr. Vilmar Pedro Votre SISTEMAS WORKFLOW EM PROCESSOS EMPRESARIAIS ORIENTADOR Prof. Dr. Vilmar Pedro Votre Dissertação de Mestrado apresentado ao Curso de Pós- Graduação em Engenharia Elétrica com Concentração em Engenharia

Leia mais

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina VI-057 - IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO SGI (MEIO AMBIENTE E SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO)

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 8ª REGIÃO INTRODUÇÃO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 8ª REGIÃO INTRODUÇÃO Ser reconhecido como o melhor tribunal para se trabalhar e de melhores resultados. Visão de Futuro do TRT da 8ª Região. INTRODUÇÃO Prática adotada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região que consiste

Leia mais

CONSELHO DE SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE

CONSELHO DE SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE ANEXO II TERMO DE REFERÊNCIA PROFISSIONAL NÍVEL SUPERIOR CONTEUDISTA (MESTRE) PARA O CURSO DE QUALIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA, COM UTILIZAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE GESTÃO DA

Leia mais

Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física

Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física Fábio Luiz P. Albini 1 Departamento de Informática, Instituto Federal do Paraná (IFPR) Curitiba, Paraná 81520-000, Brazil. fabio.albini@ifpr.edu.br

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

Pesquisa de Maturidade do GERAES. Data de aplicação: 21/02/08

Pesquisa de Maturidade do GERAES. Data de aplicação: 21/02/08 Pesquisa de Maturidade do GERAES Data de aplicação: 21/02/08 Pesquisa de Maturidade Metodologia MPCM / Darci Prado Disponível em www.maturityresearch.com Metodologia da pesquisa 5 níveis e 6 dimensões

Leia mais

UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI

UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI PLANO DE TRABALHO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PCS Plano de Trabalho ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. OBJETIVO... 1 2.1. Objetivos Específicos... 1 3. PÚBLICO ALVO... 2 4. METAS... 2 5.

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA Prestação de Serviços em Assessoria, Consultoria e Treinamento na área de Recursos Humanos. 1. OBJETIVO Os objetivos

Leia mais

GSAN SOFTWARE COMERCIAL LIVRE MODELO DE DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO

GSAN SOFTWARE COMERCIAL LIVRE MODELO DE DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO GSAN SOFTWARE COMERCIAL LIVRE MODELO DE DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO José Maria Villac Pinheiro (1) Engenheiro pela Universidade de São Paulo USP Escola de Engenharia de São Carlos EESC. Especialização

Leia mais

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Versão Março 2008 1 Introdução Este documento tem por objetivo

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Unisant Anna Gestão Empresarial com ERP 2014 Modelagem de Sistemas - UML e MER

Unisant Anna Gestão Empresarial com ERP 2014 Modelagem de Sistemas - UML e MER Objetivo dessa aula é descrever as características e a simbologia dos diagramas UML e MER na modelagem de sistemas de informação de uma forma a permitir a comunicação entre técnicos e gestores. Modelagem

Leia mais

Sistema de HelpDesk da SESAU Guia do Usuário

Sistema de HelpDesk da SESAU Guia do Usuário Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas SESAU Coordenadoria Setorial de Gestão a Informática - CSGI Sistema de HelpDesk da SESAU Guia do Usuário Maceió 06/02/2012 Técnico Responsável: Bruno Cavalcante

Leia mais

UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado)

UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado) UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado) SISTEMA INTERNO INTEGRADO PARA CONTROLE DE TAREFAS INTERNAS DE UMA EMPRESA DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM GESTÃO FINANCEIRA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 02/2012

INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM GESTÃO FINANCEIRA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 02/2012 INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM GESTÃO FINANCEIRA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 02/2012 Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Coord. de Relações Institucionais) Fone: 55

Leia mais

Um Framework para definição de processos de testes de software que atenda ao nível 3 do TMM-e

Um Framework para definição de processos de testes de software que atenda ao nível 3 do TMM-e JEANE MENDES DA SILVA SANTOS Um Framework para definição de processos de testes de software que atenda ao nível 3 do TMM-e Plano de Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Federal de

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Tópicos de Ambiente Web Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Roteiro Motivação Desenvolvimento de um site Etapas no desenvolvimento de software (software:site) Analise

Leia mais

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU O Papel dos Tributos Imobiliários para o Fortalecimento dos Municípios Eduardo de Lima Caldas Instituto Pólis Marco

Leia mais

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS COAP 06/13 ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS 1.0 O que é o Contrato Organizativo da Ação Pública - COAP? O COAP é um acordo de colaboração firmado entre os três entes federativos, no âmbito de uma Região de

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais