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1 DO TURISMO DE LISBOA DADOS Março PERFORMANCE POSITIVA No primeiro trimestre de, a capital portuguesa continuou a demonstrar uma boa pectivas são igualmente positivas para o futuro vindo a verificar nos últimos tempos. As pers- performance enquanto destino turístico, apesar de terem sido registados pequenos recuos a escala de seis novos navios de cruzeiro no próximo, estando prevista, a título de exemplo, nos valores de Ocupação, Average e RevPar, os Porto de Lisboa, no mês de Maio. principais indicadores referentes à actividade A destacar, ainda, a realização da Volvo Ocean hoteleira na Cidade, Grande Lisboa e Região. Race e da Tall Ships Race, dois grandes eventos náuticos internacionais que se realizam nos O Aeroporto de Lisboa ultrapassou os três milhões de passageiros, nos primeiros três próximos meses em Lisboa e que, por certo, meses de tendo, o Porto de Lisboa, registado perto de mil, o que confirma a mico e uma projecção mediática, ainda maior, proporcionarão um significativo retorno econó- tendência de evolução positiva que se tem da capital portuguesa. Análises desta edição EVOLUçÃO DOS MERCADOS Dados da Hotelaria Cidade de Lisboa Grande Lisboa Região de Lisboa AeroportoS e cruzeiros Índice Lisboa (VTQD-96): 1276 infogolfe ÍNDICES POR REGIÃO Dez 96 Jan 97 Jan 98 Jan 99 Jan 00 Jan 01 Jan 02 Jan 03 Jan 04 Jan 05 Jan 06 Jan 07 Jan 08 Jan 09 jan 10 jan 11 DEZ 11 JAN12 Os dados contidos nesta edição do Observatório do Turismo de Lisboa podem ser consultados na sua versão integral em: Este índice é baseado no valor médio dos acumulados de Vendas Totais por Quarto. Disponível do ano de 1996, ano zero da InfoGest Lisboa Cidade. TURISMO DE LISBOA 23

2 MAIORIA REGRESSA A PORTUGAL TURISTAS SATISFEITOS Os turistas que visitaram Portugal ficaram muito satisfeitos com as suas férias e afirmam querer voltar nos próximos três anos, segundo o Estudo Satisfação de Turistas, realizado durante a época baixa (vaga de Inverno ), pela GFK Metris para o Turismo de Portugal. Entre os turistas inquiridos, 40 por cento afirmou que a viagem a Portugal ficou acima das suas expectativas. A oferta natural e cultural é considerada o ponto forte de Portugal, uma vez que as paisagens, praias, monumentos/museus e gastronomia e vinhos são os pontos que registam os níveis de satisfação mais elevados (88 por cento). A simpatia da população local é outro aspecto importante para a avaliação positiva do destino ( por cento). As regiões mais visitadas pelos turistas são Lisboa e Porto. A capital portuguesa é mais procurada por espanhóis, holandeses e brasileiros, enquanto os franceses preferem o Porto. Durante a estada, a maioria dos turistas (78 por cento) afirma preferir alojamentos mais qualificados (hotel/apart-hotel/pousada), onde fica, em média, seis noites. Na generalidade, os turistas ficam hospedados na mesma localidade (82 por cento). Lisboa tende a ser mais visitada pelos turistas que foram ficando hospedados em localidades diferentes (18 por cento), com destaque para os turistas brasileiros. Durante o planeamento da viagem, a internet é o maior impulsionador da escolha de Portugal como destino de férias (33 por cento), seguindo-se a recomendação de conhecidos/amigos/familiares (25 por cento). O estudo envolveu 0 entrevistas, feitas a turistas de Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, Irlanda e Brasil, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal. Fonte: Turismo de Portugal Evolução dos Principais Indicadores da Hotelaria Janeiro a Fevereiro de Área Metropolitana de Lisboa (NOVA NUTS II) Valor Variação % Totais Hóspedes ,4% Dormidas ,5% Proveitos ( ) ,3% Fonte: Fonte: TP/INE, dados provisórios Evolução dos Mercados - Dormidas Outras Cidades Europeias - Evolução dos Mercados - Dormidas Outras Cidades Europeias - Valor Variação % Período Berlim ,9% Jan-Fev Bratislava ,0% Jan-Fev Copenhaga ,7% Jan Hamburgo ,5% Jan Helsínquia ,2% Jan-Fev Munique ,4% Jan-Fev San Sebastian ,3% Jan-Fev Taline ,1% Jan-Fev Valência ,2% Jan-Fev Zagreb ,3% Jan-Mar Fonte: ECM, TourMIS Valor Variação % Período Amesterdão ,2% Jan-Dez Barcelona ,5% Jan-Dez Berlim ,5% Jan-Dez Bilbau ,9% Jan-Abr Bratislava ,6% Jan-Dez Copenhaga ,9% Jan-Dez Génova ,5% Jan-Dez Gotemburgo (região) ,0% Jan-Fev Hamburgo ,7% Jan-Dez Helsínquia ,9% Jan-Dez Madrid ,7% Jan-Dez Munique ,3% Jan-Dez Paris ,1% Jan-Dez Praga ,3% Jan-Dez San Sebastian ,8% Jan-Dez Estocolmo ,6% Jan-Dez Taline ,8% Jan-Dez Valência ,9% Jan-Dez Viena (região) ,9% Jan-Dez Zagreb ,7% Jan-Dez Zurique ,6% Jan-Dez Fonte: ECM, TourMIS 24 TURISMO DE LISBOA

3 CIDADE DE LISBOA Amostra composta com base nas unidades hoteleiras da cidade de Lisboa DESTAQUE PARA OS TRÊS ESTRELAS Em Março, os hotéis de três estrelas da Cidade de Lisboa registaram uma Ocupação de 66,29 por cento, o que representa um aumento de 13,4 por cento face ao mesmo mês de. As unidades de quatro e cinco estrelas verificaram uma Ocupação de 59, por cento e 47,08 por cento, respectivamente, correspondentes a decréscimos de 6,1 por cento e de 12 por cento, relativamente ao mesmo período do ano passado. Quanto ao acumulado do 1.º trimestre, as unidades de três estrelas foram as únicas a registar uma subida homóloga de 10 por cento, para uma Ocupação de 54,63 por cento. Relativamente ao Preço Médio por Quarto Vendido (Average), em Março, este indicador diminuiu em todos os tipos de unidades hoteleiras apesar de, no acumulado do primeiro trimestre, os hotéis de cinco estrelas terem registado um aumento de 2,3 por cento, para 117,77 euros. As unidades de três estrelas registaram também um aumento homólogo de 4,9 por cento relativamente ao Preço Médio por Quarto Disponível (RevPar). No total do 1.º trimestre deste ano, os hotéis de três estrelas foram ainda os únicos a registar um aumento de RevPar, na ordem dos 4,1 por cento, quando comparado com o mesmo período de. Ocupação Quarto em Março % PP P/N 66,29% 58,46% 13,4% 7,83 59,% 63,40% -6,1% -3, 47,08% 53,52% -12,0% -6,44 Síntese 57,69% 59,97% -3,8% -2,28 54,63% 49,66% 10,0% 4,97,32% 53,48% -5,9% -3,16 42,79% 44,88% -4,7% -2,09 Síntese 49,25%,58% -2,6% -1,33 Preço médio por Quarto Vendido - (Average) em Março 42,01 45,42-7,5% -3,41 59,14 62,83-5,9% -3,69 120,41 122,34-1,6% -1,93 Síntese 67,96 72,78-6,6% -4,82 42,23 44,64-5,4% -2,41 58,76, -3,3% -2,04 117,77 115,16 2,3% 2,62 Síntese 68,09 69,73-2,4% -1,64 Preço médio por Quarto Disponível - (RevPar) em Março 27, 26, 4,9% 1,30 35,22 39,84-11,6% -4,62 56,68,48-13,4% -8,79 Síntese 39,20 43,64-10,2% -4,44 23,07 22,17 4,1% 0, 29,57 32,52-9,1% -2,95,39 51,68-2,5% -1,28 Síntese 33,53 35,27-4,9% -1,74 Ocupação % % % % % % % % % 45% 40% 35% 30% Average 95 RevPar A amostra tem como base a totalidade do Universo de hoteis S da Cidade de Lisboa, é fixa e composta por unidades Full Service e Residenciais independentemente da sua data de abertura. Os números utilizados neste estudo são os seguintes: - a dimensão das unidades - a totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades; - as receitas de quartos, a preços correntes, sem IVA e sem Pequeno Almoço; - as receitas totais da operação, a preços correntes, sem IVA; sem receitas dados sobre outras zonas da Area Promocional extraordinarias ou de operações finaceiras. Março de Total Hotéis da Amostra Quartos Amostra Representatividade (em quartos) 78,5% 78,7% 67,3% 76,0% TURISMO DE LISBOA 25

4 GRANDE LISBOA Amostra composta com base nas unidades dos municípios de Lisboa, Oeiras, Cascais, Sintra e Mafra EM SINTONIA COM A CIDADE Em Março, a taxa de Ocupação nos hotéis de três estrelas da Grande Lisboa subiu 7,9 por cento, face ao mesmo mês de, tendo-se verificado descidas nos valores referentes às unidades hoteleiras de quatro e de cinco estrelas (respectivamente 3,8 por cento e 5,5 por cento). O acumulado do 1.º trimestre viu também um aumento de 5,3 por cento na Ocupação das unidades de três estrelas, para,45 por cento, quando comparado com o mesmo período de. Quanto ao Average, verificaram-se descidas nas unidades de três, quatro e cinco estrelas - 6,2 por cento, 5,6 por cento e 0,3 por cento - apesar de, no acumulado Ocupação Quarto em Março % PP P/N 61,66% 57,14% 7,9% 4,52,59% 57,77% -3,8% -2,18 48,84% 51,% -5,5% -2,86 Síntese,00% 56,10% -2,0% -1,09,45% 47,92% 5,3% 2,53 46,57% 48,46% -3,9% -1,89 41,% 42,14% -0,6% -0,24 Síntese 46,11% 46,74% -1,3% -0,63 Preço médio por Quarto Vendido - (Average) em Março 42,14 44,94-6,2% -2, 56,92,30-5,6% -3,38 119,21 119,51-0,3% -0,31 Síntese 67,92 71,18-4,6% -3,26 42,28 44,19-4,3% -1,91 56,76 58,83-3,5% -2,08 116,32 113,82 2,2% 2, Síntese 67,56 68,57-1,5% -1,01 Preço médio por Quarto Disponível - (RevPar) em Março 25,99 25,68 1,2% 0,30 31,64 34,84-9,2% -3,19 58,22 61,79-5,8% -3,57 Síntese 37,36 39,93-6,4% -2,57 21,33 21,18 0,7% 0,15 26,43 28,51-7,3% -2,08 48,74 47,96 1,6% 0,78 Síntese 31,15 32,05-2,8% -0, do trimestre, os hotéis de cinco estrelas terem registado uma variação positiva de 2,2 por cento, para 116,32 euros. Os hotéis de três estrelas foram os únicos a revelar uma subida no RevPar (1,2 por cento), tendo as unidades de quatro e de cinco estrelas apresentado descidas de 9,2 por cento e de 5,8 por cento, respectivamente. No acumulado do 1.º trimestre de, os hotéis de três e de cinco estrelas registaram aumentos de, respectivamente, 0,7 por cento e de 1,6 por cento. Ocupação % % % % % % % % % 45% 40% 35% 30% 95 RevPar Average Esta amostra tem como base a totalidade do universo de hotéis da Grande Lisboa, é fixa e composta por unidades Full Service e Residenciais independentemente da sua data de abertura. Os números utilizados neste estudo são os seguintes: - a dimensão das unidades; - a totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades; - as receitas de quartos, a preços correntes, sem IVA e sem pequeno-almoço; - as receitas totais da operação, a preços correntes, sem IVA; sem receitas extraordinárias ou de operações financeiras. Março de Total Hotéis da Amostra Quartos Amostra Representatividade (em quartos) 72,4% 79,1% 72,9%,9% 26 TURISMO DE LISBOA

5 REGIÃO DE LISBOA A amostra é composta com base nas unidades dos territórios da Grande Lisboa e das Entidades Regionais de Lisboa e Vale do Tejo, Oeste e Leiria/Fátima. Anteriormente foi publicada sob o título Área Promocional de Lisboa EXCEPÇÕES POSITIVAS Em consonância com os dados registados na Cidade e na Grande Lisboa, na Região, a generalidade dos índices relativos à performance da hotelaria, em análise nesta amostra, evidenciaram uma quebra. Em termos de Ocupação, a excepção reflectiu-se nas unidades hoteleiras de três estrelas, que registaram uma subida de 3,9 por cento, relativamente ao mesmo mês do ano passado, para,92 por cento. No acumulado do trimestre, também as três estrelas foram as únicas unidades a registar um crescimento (0,9 por cento) na Ocupação. Quanto ao Average, verificou-se uma subida de 0,1 por cento nos hotéis de cinco estrelas, face ao período homólogo de, o mesmo acontecendo no acumulado do trimestre, com um crescimento de 2,1 por cento. Em Março, o RevPar descresceu em todos os tipos de unidades mas, no acumulado do trimestre, os hotéis de cinco estrelas registaram uma subida de 1,3 por cento, relativamente ao mesmo período de. Ocupação Quarto em Março % PP P/N,92% 49,02% 3,9% 1, 51,52% 53,36% -3,5% -1,84 48,03%,81% -5,5% -2,78 Síntese,62% 51,68% -2,0% -1,06 41,79% 41,40% 0,9% 0,38 42,87% 44,% -4,5% -2,03 41,13% 41,45% -0,8% -0,32 Síntese 42,23% 43,26% -2,4% -1,03 Preço médio por Quarto Vendido - (Average) em Março 39, 43,74-9,6% -4,19,36 59,03-6,2% -3,67 120,62 120,45 0,1% 0,16 Síntese 64,47 68,17-5,4% -3, 40,48 43,24-6,4% -2,76,63 57,69-3,6% -2,06 116,31 113,92 2,1% 2,39 Síntese 64,52,66-1,7% -1,14 Preço médio por Quarto Disponível - (RevPar) em Março 20,14 21,44-6,1% -1,30 28,52 31, -9,5% -2,98 57,93 61,20-5,3% -3,27 Síntese 32,64 35,23-7,4% -2,59 16,92 17, -5,5% -0,99 23, 25, -7,9% -2,06 47,84 47,22 1,3% 0,62 Síntese 27,24 28,40-4,1% -1,16 Ocupação % % % % % % % % % 45% 40% 35% 30% Average 95 RevPar Esta amostra tem como base a totalidade do universo de hotéis da Região de Lisboa, é fixa e composta por unidades Full Service e Residenciais independentemente da sua data de abertura. Os números utilizados neste estudo são os seguintes: - a dimensão das unidades; - a totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades; - as receitas de quartos, a preços correntes, sem IVA e sem pequeno-almoço; - as receitas totais da operação, a preços correntes, sem IVA; sem receitas extraordinárias ou de operações financeiras. Março de Total Hotéis da Amostra Quartos Amostra Representatividade (em quartos) 74,7% 74,4% 58,5% 67,4% TURISMO DE LISBOA 27

6 AEROPORTOs & cruzeiros AEROPORTO DE LISBOA TRÁFEGO DE PASSAGEIROS CRESCE 5,1 POR CENTO O Aeroporto Internacional de Lisboa registou, no 1.º trimestre de, um aumento no número de passageiros e de voos, na ordem dos 5,1 por cento e de 0,8 por cento, respectivamente, face ao período homólogo do ano passado. Em Março, registaram-se voos, mais 1,7 por cento do que no mesmo mês de. Considerando o mesmo enquadramento, o número de passageiros subiu 3,6 por cento, para No acumulado do 1.º trimestre, o Aeroporto de Lisboa movimentou mais de três milhões de passageiros ( ) e realizou mais de 30 mil voos (31.333). Tráfego Comercial em Março Número de voos Número de Passageiros Março Acumulado Março Acumulado Var % 12/11 Var % 12/11 Var % 12/11 Var % 12/11 Lisboa ,7% ,8% ,6% ,1% Porto 4.4-4,9% ,1% ,1% ,6% Faro ,0% ,4% ,7% ,2% P.Delgada 799 2,7% ,4% ,4% ,0% S. Maria ,2% ,0% ,5% ,3% Horta 302 0,7% 842 1,7% ,4% ,9% Flores 82 0,0% 234 7,3% ,2% ,0% Funchal ,1% ,0% ,7% ,5% Porto Santo ,7% 4-15,2% ,4% ,2% Total Fonte: ANA Aeroportos CRUZEIROS 1.º TRIMESTRE POSITIVO No 1.º trimestre de, o Porto de Lisboa registou um aumento de 52,2 por cento no total de escalas de navios de cruzeiro, comparativamente ao período homólogo do ano passado. Quanto ao número de passageiros, o crescimento foi de 51,9 por cento, para um total de , face ao 1.º trimestre de. Destaque, ainda, dentro do mesmo contexto, para a subida de 88,7 por cento (67.917) no número de passageiros em turnaround e o crescimento de 51 por cento no número de passageiros em trânsito. Tráfego em Março Março Acumulado Anual Var % Var % Nº de navios ,0% ,2% Nº Passageiros Totais ,2% ,9% Em Turnaround ,8% ,7% Em trânsito ,7% ,0% Fonte: Administração do Porto de Lisboa 28 TURISMO DE LISBOA

7 INFOGOLFE ESCANDINÁVIA DESTACA-SE Em Março foram realizadas voltas de dinavos, seguindo-se os portugueses com Golfe, nos campos da região de Lisboa incluídos voltas e, os britânicos, com nesta análise, numa média de 71 voltas por Quanto ao acumulado do 1.º trimestre de, dia, o que representa um aumento de 3,2 por os portugueses continuam a liderar (33,8 por cento face ao mesmo mês do ano passado. cento), seguidos pelos escandinavos (32,1 Do total, foram realizadas por escan- por cento) e os britânicos (11,4 por cento). Voltas realizadas por campo/dia Março Janeiro a Março Variação (12/11) Variação (12/11) % Abs P/N % Abs P/N Total 71,0 68,8 3,2% 2,2 Total 46,7 47,5-1,6% -0,8 Sócio 18,5 22,1-16,6% -3,7 Sócio 18,7 20,1-7,0% -1,4 Não Sócio 52,6 46,7 12,5% 5,8 Não Sócio 28,0 27,4 2,2% 0,6 Resultados em Março por volta Percentagem Sócio/Não Sócio Dez Nov Out Set Ago Jul Jun Mai Abr Mar Fev Jan Sócio Não Sócio 0 20% 40% % % 100% Número de Voltas Acumulado em Março - % por nacionalidades EUA 0,4% BNL 2,9% ESC 32,1% F 1,5% OUT 7,6% D 8,9% P 33,8% GB 11,4% E 0,7% P-Portugal; GB-Grã-Bretanha; IR-Irlanda; E-Espanha; D-Alemanha; F-França; EUA-Estados Unidos; Esc-Escandinávia; BNL-Bélgica/Holanda; Out-Outras Nações. Número de Voltas em Março por Nacionalidade IR 0,7% GreenFee Variação (12/11) Receita total Variação (12/11) % Abs P/N % Abs P/N Realizada 17,92 17, 2,4% 0,4 27,53 26,17 5,2% 1, Não Sócio 23, 25,78-7,5% -1,9 37,46 40,03-6,4% -2, Resultados de Janeiro a Março por volta 306 GreenFee Variação (12/11) Receita total Variação (12/11) % Abs P/N % Abs P/N Realizada 13, 13, -0,3% 0,0 31,29 42,33-26,1% -11,0 Não Sócio 22,44 23, -5,1% -1,2 52,87 74,71-29,2% -21, P GB IR E D F EUA Esc BNL Out Total Março de 9 buracos 18 buracos Total Campos Amostra Fixa ,0% 66,7% 63,6% Campos de Golfe disponíveis na Área Promocional de Lisboa (9 e 18 buracos). Os números utilizados neste estudo são os seguintes: - capacidade máxima de saídas indicadas pelos campos para o mês; - número de saídas e nacionalidades fornecido pelos campos; - receitas de fee sem IVA; - receitas totais sem IVA. Receita por volta realizada Dez Nov Out Set Ago Jul Jun Mai Abr Mar Fev Jan TURISMO DE LISBOA 29

8 Índices por região INDICADORES SUPERAM VALORES ESTABELECIDOS Em Março, os principais índices turísticos Ocupação, Average e RevPar continuaram a superar os valores estabelecidos para a Cidade, Área Metropolitana e Região de Lisboa. Na Cidade foram, respectivamente, de 1083, 1041 e 1128, enquanto na Área Metropolitana atingiram 1082, 1053 e 1139, e na Região alcançaram 1066, 10 e Cidade de Lisboa 1300 Índice Ocupação-CLx Índice Average-CLx 12 Índice RevPar-CLx Dez05 Jun06 Dez06 Jun07 Dez07 Jun08 Dez08 Jun09 Dez09 Jun10 Dez10 Jun11 Dez11 Jun12 Dez12 Indice Ocupação-CLx - (1000, Média de 2005) - Valor em Março de : 1083 Indice Average-CLx - (1000, Média de 2005) - Valor em Março de : 1041 Indice RevPar-CLx - (1000, Média de 2005) - Valor em Março de : 1128 Área metropolitana de lisboa (nut II) 1300 Índice Ocupação-NUT II Lx Índice Average-NUT II Lx 12 Índice RevPar-NUT II Lx Dez05 Jun06 Dez06 Jun07 Dez07 Jun08 Dez08 Jun09 Dez09 Jun10 Dez10 Jun11 Dez11 Jun12 Dez12 Indice Ocupação-NUT II Lx - (1000, Média de 2005) - Valor em Março de : 1082 Indice Average-NUT II Lx - (1000, Média de 2005) - Valor em Março de : 1053 Indice RevPar-NUT II Lx - (1000, Média de 2005) - Valor em Março de : 1139 Região de lisboa 1300 Índice Ocupação-RegiãoLx Índice Average-RegiãoLx 12 Índice RevPar-RegiãoLx Dez05 Jun06 Dez06 Jun07 Dez07 Jun08 Dez08 Jun09 Dez09 Jun10 Dez10 Jun11 Dez11 Jun12 Dez12 Indice Ocupação-RegiãoLx - (1000, Média de 2005) - Valor em Março de : 1066 Indice Average-RegiãoLx - (1000, Média de 2005) - Valor em Março de : 10 Indice RevPar-RegiãoLx - (1000, Média de 2005) - Valor em Março de : 1136 Uma publicação do Turismo de Lisboa EDIÇÃO E PRODUÇÃO LPM 30 TURISMO DE LISBOA Tel Fax

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