OBSERVATÓRIO. de LISBOA ANÁLISES DESTA EDIÇÃO AEROPORTOS E CRUZEIROS REGIÃO DE LISBOA HOTELARIA DA CIDADE DE LISBOA HOTELARIA DO ESTORIL

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1 OBSERVATÓRIO doturismo de LISBOA No mês de Outubro, fruto dos valores obtidos na hotelaria de 3 estrelas de Lisboa e de Leiria Fátima, assistiu-se a um agravamento dos níveis de ocupação na Região, quer face a 2004, quer a Em termos acumulados, este indicador denota uma quebra de 5% em comparação com o ano passado e de cerca de 1% face a É contudo de referir que estas perdas são francamente inferiores à taxa de aumento da oferta de quartos de hotel registada nestes últimos dois anos. No que diz respeito ao nível de preços do alojamento, assistiu-se neste mês à continuação de uma tendência de ligeira baixa em relação a 2004 e 2003, sendo este comportamento fundamentalmente devido à situação verificada em Lisboa Cidade. Em termos acumulados, a comparação com o ano passado é naturalmente penalizada em virtude dos valores praticados durante o período do Euro Em termos económicos, os valores por quarto disponível reflectem a soma dos dois efeitos anteriores, sendo que o RevPAR acumulado deste ano se situa cerca de 20% abaixo de 2004 e 4% abaixo de Em Lisboa Cidade, as quebras são ligeiramente superiores. Nas vendas totais por quarto disponível, as perdas face a 2003 são de igual magnitude, embora face a 2004 sejam menos pronunciadas, rondando apenas os 15%. ANÁLISES DESTA EDIÇÃO AEROPORTOS E CRUZEIROS 21 REGIÃO DE LISBOA HOTELARIA DA CIDADE DE LISBOA HOTELARIA DO ESTORIL HOTELARIA DA COSTA AZUL ÍNDICE LISBOA (VTQD-96) HOTELARIA DE LEIRIA FÁTIMA HOTELARIA DO OESTE ÍNDICES POR REGIÃO E OBJECTIVOS 2006 Índice Lisboa (VTQD-96): 1343 Este índice é baseado no valor médio de Vendas Totais por Quarto Disponível do ano de 1996, ano zero da InfoGest Lisboa Cidade INQUÉRITO AO CONGRESSISTA INFOGOLFE

2 AEROPORTOS & CRUZEIROS AEROPORTOS CRESCIMENTO PRÓXIMO AO DOS ÚLTIMOS MESES OBSERVATÓRIO O movimento comercial de passageiros no Aeroporto de Lisboa em Outubro cresceu 4,7% face a igual período de 2004, melhorando ligeiramente a situação do acumulado que se situa com uma variação de +4,4%. O número de voos foi muito semelhante ao registado em 2004 (+0,2%), para uma variação no acumulado de ligeiramente superior (0,7%). TRÁFEGO COMERCIAL EM NÚMERO DE VOOS NÚMERO DE PASSAGEIROS Outubro Acumulado Outubro Acumulado Var% 05/04 Var% 05/04 Var% 05/04 Var% 05/04 Lisboa ,2% ,7% ,7% ,4% Porto ,8% ,7% ,1% ,4% Faro ,3% ,5% ,0% ,7% P. Delgada 907 1,2% ,7% ,7% ,7% S. Maria ,7% ,2% ,4% ,0% Horta 328-1,2% ,3% ,3% ,5% Flores 78-23,5% ,4% ,0% ,8% Funchal ,5% ,3% ,7% ,2% Porto Santo 562-2,3% ,3% ,1% ,1% Total Fonte: ANA Aeroportos CRUZEIROS TURNAROUND RESISTE A QUEBRA GENERALIZADA O número de passageiros de cruzeiro em Outubro decresceu 17,8% - proporção idêntica à do mês anterior. Registaram-se menos 3 escalas de navios, correspondentes a uma variação de -13%. Em acumulado, a situação é menos acentuada, com quebras de 8% nas escalas e de 3,1% no número total de passageiros. Os passageiros em turnaround evidenciam ainda assim um crescimento anual de 7,5%. MOVIMENTO DE CRUZEIROS NO PORTO DE LISBOA Outubro ACUMULADO ANUAL 2004 Var% 2004 Var% No de navios ,0% ,9% No Passageiros Totais ,8% ,1% Em Tournaround ,0% ,5% Em trânsito ,1% ,7% Fonte: Administração Porto de Lisboa

3 Médias Gerais em Outubro Ocupação por Quarto em Outubro -14,9% 65,5% 55,73% 64,3% -13,3% -2,2% 65,8% 64,34% 65,6% -1,9% -6,7% 63,1% 58,90% 60,3% -2,4% Síntese -7,1% 65,1% 60,54% 64,1% -5,6% -4,2% 61,1% 58,53% 62,6% -6,5% 0,1% 60,7% 60,73% 62,8% -3,3% 0,4% 51,7% 51,86% 55,0% -5,6% Síntese -1,2% 58,9% 58,18% 61,2% -4,9% REGIÃO DE LISBOA VALORES INFERIORES A 2004 E 2003 Como era de prever, face aos comportamentos das diversas zonas, os valores atingidos este mês são quase universalmente inferiores a 2004 e Quase todos os acumulados apresentam perdas superiores às mensais, indiciando algum abrandamento da actividade. A ocupação parece ser a excepção. Por outro lado, são unicamente os hotéis de 5 estrelas que apresentam valores positivos, o que acontece por duas vezes, ambas em vendas totais no mês. No entanto, mesmo com o peso acrescido da sua influência nos indicadores económicos, não é suficiente para fazer inverter a situação geral. Preço Médio por Quarto Vendido em Outubro -0,2% 45,81 45,70 46,97-2,7% -5,1% 67,56 64,12 67,27-4,7% -6,4% 163,91 153,47 155,06-1,0% Síntese -4,4% 79,99 76,48 77,02-0,7% -0,2% 46,59 46,48 51,90-10,4% -4,4% 66,02 63,12 75,05-15,9% -4,9% 151,34 143,90 179,68-19,9% Síntese -3,2% 75,54 73,16 86,35-15,3% Preço Médio por Quarto Disponível em Outubro -15,1% 29,99 25,47 30,19-15,6% -7,2% 44,46 41,26 44,15-6,5% -12,6% 103,45 90,40 93,57-3,4% Síntese -11,1% 52,11 46,30 49,41-6,3% -4,4% 28,47 27,21 32,50-16,3% -4,3% 40,05 38,33 47,14-18,7% -4,6% 78,18 74,62 98,74-24,4% Síntese -4,3% 44,50 42,56 52,82-19,4% Outubro Valores Máximos, Médios e Mínimos Mensais OCUPAÇÃO 23 Vendas Totais por Quarto Vendido em Outubro -4,7% 68,02 64,80 66,93-3,2% -2,5% 100,37 97,85 99,80-2,0% -4,8% 291,75 277,77 270,60 2,6% Síntese -3,6% 128,53 123,91 120,90 2,5% -3,6% 68,21 65,74 72,19-8,9% -3,4% 97,43 94,10 107,99-12,9% -4,1% 268,96 257,84 293,99-12,3% Síntese -3,0% 119,72 116,10 129,81-10,6% PREÇO POR QUARTO VENDIDO PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL Vendas Totais por Quarto Disponível em Outubro -18,9% 44,54 36,12 43,01-16,0% -4,7% 66,05 62,96 65,49-3,9% -11,1% 184,14 163,62 163,29 0,2% Síntese -10,4% 83,73 75,02 77,55-3,3% -7,7% 41,68 38,48 45,20-14,9% -3,3% 59,11 57,14 67,82-15,7% -3,8% 138,94 133,70 161,56-17,2% Síntese -4,2% 70,52 67,55 79,41-14,9% VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados AMOSTRA FIXA - REGIÃO DE LISBOA Outubro de (Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) Total Hotéis Amostra Fixa Quartos Amostra Fixa Camas Amostra Fixa Esta amostra tem como base o Universo de Hotéis Full Service da Zona e é composta exclusivamente por unidades em funcionamento há mais de 3 anos. totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades; receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço; receitas totais da operação sem IVA.

4 OBSERVATÓRIO Médias Gerais em Outubro HOTELARIA DA CIDADE DE LISBOA Ocupação por Quarto em Outubro xl -15,4% 85,9% 72,62% 82,5% -11,9% 71,8% -3,5% 73,2% 70,65% 72,8% -2,9% 70,3% -8,0% 66,9% 61,56% 61,0% 1,0% 64,4% Síntese -7,5% 74,1% 68,49% 71,6% -4,3% 69,3% -9,1% 79,1% 71,87% 79,7% -9,8% 71,4% 2,0% 62,4% 63,69% 66,0% -3,5% 61,7% 2,2% 51,6% 52,67% 55,1% -4,4% 55,6% Síntese -0,6% 62,6% 62,20% 65,9% -5,7% 62,5% Preço Médio por Quarto Vendido em Outubro xl -6,0% 51,36 48,27 50,94-5,2% 50,69-8,1% 74,21 68,23 70,99-3,9% 66,14-10,2% 163,16 146,59 157,14-6,7% 123,45 Síntese -10,0% 92,94 83,67 86,83-3,6% 74,62-4,5% 49,35 47,12 54,43-13,4% 50,28-3,6% 69,44 66,93 80,44-16,8% 66,16-6,0% 149,83 140,87 179,89-21,7% 124,98 Síntese -4,7% 84,46 80,50 97,39-17,3% 74,12 Preço Médio por Quarto Disponível em Outubro xl -20,5% 44,11 35,05 42,00-16,5% 36,38-11,3% 54,35 48,21 51,66-6,7% 46,46-17,3% 109,13 90,24 95,80-5,8% 79,49 Síntese -16,7% 68,83 57,31 62,14-7,8% 51,68-13,2% 39,04 33,86 43,38-21,9% 35,89-1,7% 43,36 42,63 53,07-19,7% 40,83-3,9% 77,24 74,20 99,12-25,1% 69,49 Síntese -5,3% 52,87 50,07 64,22-22,0% 46,33 Vendas Totais por Quarto Vendido em Outubro xl -7,1% 71,48 66,39 68,60-3,2% 66,23-6,4% 105,85 99,13 99,66-0,5% 95,55-13,3% 276,09 239,45 253,91-5,7% 213,48 Síntese -11,5% 144,06 127,47 129,27-1,4% 113,59-5,6% 68,12 64,32 71,50-10,0% 65,29-1,8% 97,75 96,04 111,20-13,6% 93,55-8,8% 254,05 231,74 277,24-16,4% 205,70 Síntese -5,7% 129,45 122,10 140,52-13,1% 109,25 Vendas Totais por Quarto Disponível em Outubro xl -21,5% 61,39 48,21 56,56-14,8% 47,52-9,7% 77,53 70,04 72,52-3,4% 67,12-20,2% 186,67 147,40 154,79-4,8% 137,45 Síntese -18,2% 106,70 87,31 92,51-5,6% 78,67-14,2% 53,88 46,22 56,99-18,9% 46,61 0,2% 61,04 61,16 73,37-16,6% 57,74-6,8% 130,97 122,05 152,77-20,1% 114,37 Síntese -6,3% 81,03 75,95 92,66-18,0% 68,30 INDICADORES REVELAM TRAVAGEM NAS PERDAS A quase totalidade dos indicadores para a cidade de Lisboa é negativa relativamente a período homólogo. As únicas situações em que isso não acontece nem sequer são coincidentes entre 2003 e 2004, sucedendo nos hotéis de 5 estrelas, na ocupação mensal para 2004, e nos hotéis de 4 e 5 estrelas, no acumulado da ocupação, mas para Tal pode indiciar as dificuldades sentidas em contrariar os efeitos da actual situação. Mesmo assim, no cômputo geral da amostra, as perdas acumuladas são relativamente pequenas, cerca de 5,7%. De resto, comparativamente a 2004, todos os indicadores mensais perdem menos que os acumulados, revelando alguma travagem nas quebras. Outubro Valores Máximos, Médios e Mínimos Mensais Lx xl OCUPAÇÃO PREÇO POR QUARTO VENDIDO PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL AMOSTRA FIXA - LISBOA CIDADE LX Outubro de (Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) Total Hotéis Amostra Fixa Quartos Amostra Fixa Camas Amostra Fixa AMOSTRA FIXA - LISBOA CIDADE XL Outubro de (Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) Total Hotéis Amostra Fixa Quartos Amostra Fixa Camas Amostra Fixa Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados A amostra Lx Cidade tem como base o Universo de Hotéis Full Service da Zona e é composta exclusivamente por unidades em funcionamento há mais de 3 anos. A amostra xltem como base o Universo de Hotéis da Zona, é fixa e é composta por Hotéis Full Service e Residênciais, independentemente da sua data de abertura. - totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades; - receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço; - receitas totais da operação sem IVA.

5 Médias Gerais em Outubro Ocupação por Quarto em Outubro 56,4% 60,4% 56,7% Síntese 58,7% 59,4% 59,4% 49,4% Síntese 58,0% Preço Médio por Quarto Vendido em Outubro 46,92 63,98 176,53 Síntese 73,73 51,66 56,41 162,32 Síntese 67,31 Preço Médio por Quarto Disponível em Outubro 26,46 38,67 100,04 Síntese 43,25 30,69 33,52 80,19 Síntese 39,06 Vendas Totais por Quarto Vendido em Outubro 62,43 109,89 343,19 Síntese 126,46 69,64 90,36 301,87 Síntese 108,67 Vendas Totais por Quarto Disponível em Outubro 35,20 66,43 194,49 Síntese 74,18 41,37 53,69 149,13 Síntese 63,07 HOTELARIA DO ESTORIL VALORES PRÓXIMOS DOS VERIFICADOS NA REGIÃO Os valores de ocupação encontram-se em posição intermédia entre os registados na Cidade e nas outras zonas, com valores muito próximos dos da Região. Este parece ser o ponto de destaque em Outubro, situação que também é recorrente dada a proximidade dos valores acumulados. No capítulo económico, esta convergência de valores verifica-se de forma mais marcada nas categorias mais baixas, dado que, com o aumento do número de estrelas, os resultados começam a distanciar-se, melhorando. Também aqui os valores mensais são próximos dos valores da região, sendo no entanto os acumulados inferiores. Este facto pode indiciar, uma travagem nas perdas, com algum paralelismo com outras zonas. Outubro Valores Máximos, Médios e Mínimos Mensais PREÇO POR QUARTO VENDIDO VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO OCUPAÇÃO PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados 25 AMOSTRA FIXA - ESTORIL Outubro de (Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) Total Hotéis Amostra Fixa Quartos Amostra Fixa Camas Amostra Fixa Esta amostra tem como base o Universo de Hotéis Full Service da Zona e é composta exclusivamente por unidades em funcionamento há mais de 3 anos. totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades; receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço; receitas totais da operação sem IVA.

6 OBSERVATÓRIO Médias Gerais em Outubro HOTELARIA DA COSTA AZUL Ocupação por Quarto em Outubro -1,8% 29,0% 28,5% 34,1% -16,3% -8,1% 37,8% 34,8% 38,6% -9,9% Síntese -5,8% 34,3% 32,3% 36,8% -12,2% -16,7% 44,5% 37,1% 45,1% -17,9% -13,3% 45,8% 39,7% 45,7% -13,2% Síntese -14,6% 45,3% 38,7% 45,5% -15,0% Preço Médio por Quarto Vendido em Outubro 0,2% 42,81 42,89 38,60 11,1% -1,9% 52,75 51,74 56,29-8,1% Síntese -1,5% 49,35 48,63 49,67-2,1% -2,5% 45,83 44,70 48,96-8,7% -3,3% 59,80 57,83 66,07-12,5% Síntese -2,5% 54,26 52,88 59,22-10,7% Preço Médio por Quarto Disponível em Outubro -1,6% 12,43 12,23 13,15-7,0% -9,8% 19,95 17,99 21,71-17,1% Síntese -7,2% 16,91 15,69 18,25-14,0% -18,7% 20,38 16,56 22,10-25,0% -16,2% 27,41 22,97 30,22-24,0% Síntese -16,8% 24,57 20,45 26,94-24,1% Vendas Totais por Quarto Vendido em Outubro 0,1% 58,65 58,72 52,17 12,6% -0,2% 82,15 81,98 96,70-15,2% Síntese -0,4% 74,11 73,78 80,03-7,8% 2,5% 57,92 59,35 62,17-4,5% -1,2% 85,13 84,14 89,26-5,7% Síntese 0,6% 74,34 74,81 78,41-4,6% VALORES ECONÓMICOS COM MAIOR PERDA FACE A 2004 Os valores de ocupação são baixos, quer em termos comparativos com outras zonas, quer em relação a anos anteriores. No entanto essa parece ser actualmente a situação generalizada. No capítulo económico, os valores são quase genericamente inferiores a 2003 e 2004 mesmo que, como é natural, as perdas sejam maiores face a De realçar que os hotéis de 3 estrelas apresentam, para os dois anos e para o mês, crescimento positivo nos indicadores por quarto vendido, preço médio e vendas totais. Outubro Valores Máximos, Médios e Mínimos Mensais OCUPAÇÃO Vendas Totais por Quarto Disponível em Outubro -1,7% 17,03 16,74 17,77-5,8% -8,3% 31,07 28,50 37,30-23,6% Síntese -6,3% 25,40 23,81 29,41-19,0% -14,6% 25,76 22,00 28,06-21,6% -14,4% 39,02 33,42 40,83-18,1% Síntese -14,1% 33,66 28,93 35,67-18,9% PREÇO POR QUARTO VENDIDO PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados AMOSTRA FIXA - COSTA AZUL Outubro de (Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) Total Hotéis Amostra Fixa Quartos Amostra Fixa Camas Amostra Fixa Esta amostra tem como base o Universo de Hotéis da Zona e é composta exclusivamente por unidades em funcionamento há mais de 3 anos. totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades; receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço; receitas totais da operação sem IVA.

7 Médias Gerais em Outubro Ocupação por Quarto em Outubro -28,6% 64,6% 46,1% 59,3% -22,2% -3,3% 52,0% 50,3% 54,5% -7,7% Preço Médio por Quarto Vendido em Outubro 5,3% 41,80 44,02 37,64 16,9% 9,3% 41,81 45,72 46,64-2,0% HOTELARIA DE LEIRIA FÁTIMA OCUPAÇÃO AFASTA-SE DE ANOS ANTERIORES Em Outubro a ocupação da zona atingiu valores de ocupação muito penalizadores que, sendo recorrentes há algum tempo, fazem os comparativos homólogos cair progressivamente, afastando-se dos valores de anos anteriores. Tal como na Costa Azul, os indicadores de quarto vendido, são os que melhor resistem, mantendo-se o preço médio acima dos valores homólogos de 2003 e 2004 e as vendas totais significativamente positivos face a 2004, mas ligeiramente abaixo em comparação com Nos acumulados, salvo dois casos relativamente a 2003, todos eles são inferiores a 2004, revelando deste modo as dificuldades sentidas. Preço Médio por Quarto Disponível em Outubro -24,8% 27,00 20,30 22,30-9,0% 5,7% 21,76 23,00 25,43-9,6% Vendas Totais por Quarto Vendido em Outubro -2,1% 66,83 65,44 56,62 15,6% -0,1% 65,70 65,66 66,19-0,8% Vendas Totais por Quarto Disponível em Outubro -30,1% 43,16 30,18 33,55-10,0% -3,4% 34,19 33,03 36,09-8,5% Outubro Valores Máximos, Médios e Mínimos Mensais OCUPAÇÃO 27 PREÇO POR QUARTO VENDIDO PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados AMOSTRA FIXA - LEIRIA FÁTIMA Outubro de (Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) Hotéis Amostra Fixa 9 Quartos Amostra Fixa 599 Camas Amostra Fixa 1116 Esta amostra tem como base o Universo de Hotéis Full Service da Zona e é composta exclusivamente por unidades em funcionamento há mais de 3 anos. totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades; receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço; receitas totais da operação sem IVA.

8 OBSERVATÓRIO Médias Gerais em Outubro Ocupação por Quarto em Outubro Síntese 32,7% Síntese 39,7% Preço Médio por Quarto Vendido em Outubro Síntese 64,28 Síntese 62,55 Preço Médio por Quarto Disponível em Outubro Síntese 20,99 Síntese 24,85 HOTELARIA OESTE VALORES MÍNIMOS ABAIXO DA MÉDIA Uma unidade em remodelação, conjuntamente com a época baixa, coloca os valores mínimos desta zona em áreas muito baixas. A ocupação é das mais baixas da região de Lisboa. Os valores económicos são mistos, com o preços por quarto acima de Leiria/Fátima e da Costa Azul, mas os valores de vendas totais abaixo dos verificados naquelas duas zonas. Vendas Totais por Quarto Vendido em Outubro Síntese 133,42 Síntese 113,59 Vendas Totais por Quarto Disponível em Outubro Síntese 43,57 Síntese 45,13 Outubro Valores Máximos, Médios e Mínimos Mensais OCUPAÇÃO PREÇO POR QUARTO VENDIDO PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados AMOSTRA FIXA - OESTE Outubro de (Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) Síntese Hotéis Amostra Fixa 13 Quartos Amostra Fixa 980 Camas Amostra Fixa 1951 Esta amostra tem como base o Universo da hotelaria do Oeste, é fixa e foi formada com base numa proposta da respectiva Região de Turismo. totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades; receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço; receitas totais da operação sem IVA.

9 ÍNDICES POR REGIÃO OBJECTIVOS 2006 No mês de Outubro assistiu-se à continuação de quebras. A quase totalidade dos gráficos apresenta evidências de que estamos abaixo dos valores de referência, que são os acumulados de É certo que se está a assistir a uma estabilização relativa nos indicadores, mas isso está a acontecer abaixo da linha de água em quase todos os casos. Os objectivos, mesmo considerando o aumento da oferta, apresentam-se actualmente abaixo do ponto de partida, pelo que a possível recuperação terá de ser efectuada de forma mais abrupta. Os indícios de inversão de comportamento mantêm-se. Nos últimos meses o percurso é quase horizontal, mas a subida, que indiciaria uma recuperação, continua a não se verificar. LISBOA CIDADE VALORES DE OCUPAÇÃO Índice Ocupação/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 1000 Índice PMQV/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 956 Índice VTQD/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 948 O Objectivo para Outubro de era de: 55,87% O valor atingido foi de: 55,50%, -0,67% abaixo do objectivo ESTORIL E SINTRA VALORES DE PREÇO MÉDIO QUARTO VENDIDO - ADR 29 Índice Ocupação/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 948 Índice PMQV/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 974 Índice VTQD/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 941 COSTA AZUL Objectivo para Outubro de era de: 81,42. O valor atingido foi de: 72,31, -12,60% abaixo do objectivo. O crescimento mensal necessário para atingir o objectivo era em Dezembro de 2003: 0,31. O crescimento mensal necessário para atingir o objectivo é actualmente de: 0,96. Até Dezembro de 2006 este indicador terá que crescer: 18,6%. VALORES DE VENDAS TOTAIS QUARTO DISPONÍVEL Índice Ocupação/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 863 Índice PMQV/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 989 Índice VTQD/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 872 LEIRIA E FÁTIMA Objectivo para Outubro de era de: 72,94. O valor atingido foi de: 64,35, -13,34% abaixo do objectivo. O crescimento mensal necessário para atingir o objectivo era em Dezembro de 2003: 0,28. O crescimento mensal necessário para atingir o objectivo é actualmente de: 0,89. Até Dezembro de 2006 este indicador terá que crescer: 19,4%. Índice Ocupação/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 966 Índice PMQV/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 1057 Índice VTQD/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Outubro de : 970 Todos os índices são a média móvel a 12 meses em função dos resultados acumulados do ano Percurso linear para atingir o objectivo. Valor inicial de Dezembro de 2003 Percurso real, valores mensais com base nos últimos doze meses Percurso linear para atingir o objectivo partindo do valor real actual Cada valor corresponde à média móvel a 12 meses do indicador no mês de referência.

10 INQUÉRITO AO CONGRESSISTA No seguimento ao estudo realizado o ano passado, o Observatório do Turismo de Lisboa realizou uma nova edição do inquérito direccionado ao Congressista Internacional, com o objectivo de analisar o seu perfil específico. Para o efeito, foi desenhado um questionário, aplicado pela empresa 2ii Informática e Informação no Centro de Congressos de Lisboa, durante os meses de Junho e Setembro, num total de 888 entrevistas em três congressos médicos. Salvaguardando as particularidades dos congressos seleccionados, é possível retirar um conjunto de conclusões a partir dos dados recolhidos. OBSERVATÓRIO PERFIL A nacionalidade dos congressistas é mais diversificada este ano, mantendo-se o domínio dos países europeus, com destaque para o Reino Unido com 13,1%. Alemanha e Espanha surgem em seguida, com 7,7% e 7,1%, respectivamente. Estes congressos foram numa ligeira maioria assistidos por congressistas do sexo masculino (54,7%), com relevância para a faixa etária dos 36 aos 55 (36,3%). Quanto ao nível de habilitações, 67,5% possui uma pós-graduação, mestrado ou doutoramento, e apenas 2,4% não possui uma frequência universitária. Ao contrário do ano passado, a percentagem de estudantes foi bastante mais reduzida (0,6% contra os 16,1% em 2004). TRANSPORTES A quase totalidade dos congressistas chega a Lisboa por via aérea, e 90,3% fá-lo através de voos directos ou com apenas uma escala. As três companhias aéreas mais utilizadas garantem o transporte de 19,8% dos congressistas (contra 25,3% em 2004), e a TAP vê a sua percentagem baixar de 25,3% para 11,1%, como reflexo da crescente importância das companhias low-cost, que representam globalmente 2,2% dos voos. Analisando apenas a última ligação a Lisboa, directa ou indirecta, a TAP aumenta o seu peso para 33,4%. ALOJAMENTO A preferência de alojamento mantém-se nos hotéis, que totalizam 78,9%. Tanto os 4 estrelas como os 5 estrelas viram o seu peso aumentar face ao ano passado. Do total de participantes, 86,1% ficaram alojados na cidade de Lisboa. ALOJAMENTO TOTAL Hotel 5 ***** 23,6% Hotel 4 **** 41,1% Hotel 3 *** 12,6% Hotel 2 ** 1,6% Outros hotéis 1,0% Hotel-Apartamento 4 **** 4,3% Hotel-Apartamento 3 *** 0,2% Hotel-Apartamento s/cat 0,2% Pensão 1a cat. 0,6% Pensão 2a cat. 0,5% Pensão 3a cat. 1,6% Pensão s/ cat. atribuída 1,1% Casa amigos, familares 0,3% Apartamento arrendado 0,2% NS/NR 11,0% TOTAL 100,0% ESTADIA MÉDIA POR PARTICIPANTE: 4,95 DIAS A utilização de taxis domina quer o percurso entre o aeroporto e o hotel, quer entre o hotel e o centro de congressos. Em segundo e terceiro lugares surgem, respectivamente, os transfers da organização e os restantes transportes públicos. COMPANHIAS AÉREAS ASSISTÊNCIA A CONGRESSOS 34,7% dos congressistas pretende permanecer em Lisboa para além do tempo de duração do congresso. Em média, 34,1% dos congressistas entrevistados vão apenas a um congresso por ano e 24,2% assistem a dois. De salientar a elevada percentagem que assiste a mais de 3 congressos por ano (22,9% contra os 14,7% de 2004). 69,4% não tinha anteriormente visitado Lisboa, reforçando a importância deste tipo de eventos para dar a conhecer a cidade também como um destino turístico.

11 AVALIAÇÃO Os critérios mais valorizados pelos congressistas foram a qualidade dos equipamentos no centro de congressos, a funcionalidade dos equipamentos de apoio e a qualidade do alojamento, sendo os critérios com menor classificação o preço do hotel e da restauração e a qualidade de serviços no aeroporto. Os congressistas que mais valorizaram em média a sua experiência no congresso foram os gregos e finlandeses. De notar que a avaliação global de Lisboa como destino de congressos (8,5 em 10) é consideravelmente superior ao valor médio das avaliações por categorias (7,9), ambos superando os do ano passado (8,2 e 7,4; respectivamente.) AVALIAÇÃO DO CONGRESSO (escala de 1 a 10) TOTAL Qualidade dos serviços do aeroporto 7,5 Qualidade do transporte do aeroporto para o hotel 7,7 Qualidade do transporte do hotel para o centro de congressos 7,8 Qualidade do hotel 8,0 Qualidade dos serviços de restauração 7,9 Nível de preços de Lisboa 7,7 Preço do hotel 7,3 Preço da restauração 7,6 Preço dos transportes 8,1 Qualidade dos equipamentos do centro de congressos 8,2 Funcionalidade do equipamento de apoio no centro de congressos 8,0 Qualidade do programa extra-congresso 7,8 Avaliação global da organização do congresso (excepto avaliação científica) 8,0 Avaliação global de Lisboa como cidade para congressos 8,5 VALOR MÉDIO 7,9 RECOMENDAÇÃO DE LISBOA COMO CIDADE DE CONGRESSOS: 96,2% DESPESAS No que respeita às despesas efectuadas pelos participantes, foram consideradas 6 componentes: Transporte e Inscrição no congresso (pagamento único); Alojamento (pagamento por noite); e Deslocações, Alimentação e Outros (por dia). Dada a possibilidade de haver algum tipo de financiamento de despesas, os valores médios têm apenas em conta as verbas efectiva e directamente suportadas pelos congressistas. Apenas 37,8% dos congressistas afirmou ter tido gastos de transporte para vir a Lisboa. Esses, pagaram em média 374,87. 30,7% do total afirmou ter pago inscrição no congresso, numa média de 219,80. 39,6% teve encargos com o alojamento, num valor médio de 104,04 por noite. No que respeita a alimentação, o valor médio por dia foi de 37,79, para 63,2% dos congressistas. Os 59,3% que afirmaram ter tido gastos com as deslocações na cidade, pagou em média 20,31 euros por dia. Os outros gastos, admitidos por 57,8% atingem o valor diário de 41,02. Apesar do valor global ligeiramente inferior ao do ano passado (1.445,40 ), todas as componentes diárias desta despesa são superiores às de De referir ainda que a estadia média de 4,95 dias é inferior à verificada no estudo do ano passado 5,91 dias. Assumindo um congressista tipo, que contribuiria directamente para cada componente com o seu valor médio, obtemos uma despesa média por participante na ordem dos 1.426,00 pela sua presença num dos congressos analisados. Pagamento único: Despesa média por participante Transporte 374,87 Inscrição no congresso 219,80 Pagamento por noite: (para uma estadia média de 4,95 dias estimou-se 4 noites de alojamento) Alojamento 104,04 31 Lisboa surge como a 13a cidade onde, segundo os entrevistados, se realizaram os melhores congressos. Quando inquiridos sobre a probabilidade de regresso a Lisboa, 83,1% dos congressistas classifica-a como provável ou muito provável. RECOMENDAÇÃO DE LISBOA COMO DESTINO TURÍSTICO: 96,4% Pagamento por dia: (estadia média de 4,95 dias) Alimentação 37,79 Deslocações 20,31 Outros 41,02 TOTAL 1.426,00

12 INFOGOLFE Ocupação em Outubro Volt. Possível Total Sócio Não Sócio ,7% ,8% ,8% ,7% ,7% ,1% Variação 1,7% -9,4% -17,9% -5,7% Resultados em Outubro por volta GreenFee Receita total Realizada Não Sócio Realizada 23,47 33,15 34, ,91 36,62 36,10 Variação -5,8% -9,5% -3,1% OBSERVATÓRIO Ocupação em Outubro Volt. Possível Total Sócio Não Sócio ,679 36,8% ,7% ,1% ,2% ,1% ,1% Variação 6,7% 5,5% -3,5% 11,6% SÓCIOS COM QUEBRA MAIS ACENTUADA VOLTAS POR CAMPO EM OUTUBRO Resultados de Janeiro a Outubro por volta GreenFee Receita total Realizada Não Sócio Realizada 21,20 33,81 36, ,05 35,52 36,22 Variação 0,7% -4,8% 0,0% NÚMERO DE VOLTAS POR MÊS Realizadas Possíveis Este mês assiste-se a uma perda mais ou menos generalizada dos indicadores de golfe. Quer a ocupação, que desce quase 10%, quer os indicadores económicos, um pouco acima dos 3%, apresentam quebras, cujo motivo será previsivelmente as condições atmosféricas. De acordo com esta interpretação, parecem ser os indicadores de presença de sócios que apresentam uma quebra maior. Como consequência desta situação os valores económicos do mês foram todos negativos, puxando os acumulados no sentido negativo e levando a que a receita total esteja precisamente equiparada com os valores verificados em 2004, pelo que será dependente do tempo a evolução próxima desta actividade turística. PERCENTAGEM ABSOLUTA SÓCIO/NSÓCIO R/Sócios R/n Sócios RECEITA POR VOLTA REALIZADA NÚMERO DE VOLTAS EM OUTUBRO POR NACIONALIDADE Nº DE VOLTAS ACUMULADO EM OUTUBRO % POR NACIONALIDADES COMPOSIÇÃO DA AMOSTRA Outubro de 9 buracos 18 buracos Total Campos Amostra Fixa ,0% 92,3% 82,4% Campos de Golfe disponíveis na Região de Lisboa (9 e 18 buracos). - capacidade máxima de saídas indicadas pelos campos para o mês; - número de saídas e nacionalidades fornecidos pelos campos; - receitas de Fee, sem IVA; - receitas Totais, sem IVA. LEGENDA: VP/Dia VR/Dia VSR/Dia VnSR/Dia Voltas possíveis, por dia Voltas realizadas, por dia Voltas de sócios realizadas, por dia Voltas de não sócios realizadas, por dia P-Portugal; GB-Grã-Bretanha; IR-Irlanda; E-Espanha; D-Alemanha; F-França; Bx-Benelux; EUA- Estados Unidos; Esc-Escandinávia; Out-Outras Nações. UMA PUBLICAÇÃO DO TURISMO DE LISBOA EDIÇÃO E PRODUÇÃO LPMCom Tel Fax

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