Turismo no Espaço Rural. A oferta e a procura no TER

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Turismo no Espaço Rural. A oferta e a procura no TER"

Transcrição

1 A oferta e a procura no TER 2007

2 Índice Introdução Capacidade de alojamento Estimativa de dormidas Taxas de ocupação-cama Anexos 2

3 Introdução. Em 2007 estavam em funcionamento em Portugal unidades de turismo no espaço rural, com um total de camas disponíveis (+11 estabelecimentos e +461 camas que em 2006). As modalidades de turismo rural e turismo de habitação concentraram 58% das camas existentes no país. O mercado alemão liderou, com 25% do total, as dormidas de estrangeiros. As regiões do Alentejo, Norte e Centro concentraram 73% do total de dormidas estimadas para o país, e as modalidades de turismo rural, turismo de habitação, casa de campo e hotel rural abrangeram 84% do total de dormidas. O número de dormidas estimadas foi de 664,5 mil (+33% que em 2006), que se traduziu num acréscimo de 165 mil dormidas. Os residentes em Portugal representaram 55% do total, enquanto que os estrangeiros (45% do total) atingiram as 297 mil dormidas. A taxa de ocupação-cama foi de 17,8%, que correspondeu a um aumento de 3,5 p.p. em relação ao ano de Os hotéis rurais (33,3%) e as casas de campo (22,2%) foram as modalidades que alcançaram as médias de ocupação mais elevadas. Ao nível regional, o Algarve (36,7%) e o Alentejo (31,7%) atingiram as percentagens mais altas, correspondendo a acréscimos de 6,9 e 10,8 p.p., respectivamente. 3

4 Capacidade de alojamento No ano de 2007 estavam em funcionamento em Portugal unidades de turismo no espaço rural (+11 que em 2006) o que, em termos de oferta, corresponderam a uma capacidade de camas. Este número global de camas superou em 4,2% (+461 camas) as existentes em As unidades em funcionamento em 2007 pertenciam, na sua grande maioria (83,7%), às modalidades de turismo rural (38,1%), casa de campo (22,9%) e turismo de habitação (22,7%). As modalidades de turismo rural (34,4%) e turismo de habitação (24,0%) concentraram, no ano transacto, 58,4% das camas existentes no país, que corresponderam a camas (+87 do que em 2006). Com excepção das unidades de agro-turismo (-2 estabelecimentos com -10 camas), as restantes modalidades apresentaram acréscimos no número de camas entre 2006 e 2007, com especial destaque para os hotéis rurais e casas de campo em que 11 unidades reiniciaram a sua actividade, proporcionando um aumento de 384 camas disponíveis. Capacidade de alojamento Modalidade 2007 Estabelecimentos 07/06 Quota 2007 Camas 07/06 Quota % Abs. % p.p. % Abs. % p.p. de habitação 232 0,0 0 22,7-0, , ,0-0,7 rural 390 0,5 2 38,1-0, , ,4-1,0 Agro-turismo 136-1,4-2 13,3-0, , ,4-0,7 Casa de campo 234 2,2 5 22,9 0, , ,8 0,4 de aldeia 7 0,0 0 0,7 0, ,0 0 2,2-0,1 Hotel rural 24 33,3 6 2,3 0, , ,2 2,1 Total , , , ,0 4

5 Numa perspectiva regional, verifica-se que 81,5% das unidades de turismo no espaço rural em funcionamento localizavam-se nas regiões Norte (43,8%), Centro (21,9%) e Alentejo (15,8%), proporcionando uma oferta de camas (+171 camas disponíveis que em 2006). Todas as regiões registaram aumentos significativos no número de camas disponíveis para 2007, com excepção do Norte em que o encerramento de 2 estabelecimentos motivou a quebra de 68 camas. A região Centro, 2ª maior região em termos de oferta, com 22,1% das camas disponíveis do país, apresentou um acréscimo de 147 camas (+6,2%) no ano em Nas regiões dos Açores e do Centro entraram em funcionamento 12 unidades, que corresponderam a um acréscimo de 244 camas. análise. A região do Alentejo (3ª principal região com uma representatividade de 18,6%), embora tenha ficado com menos 1 unidade em funcionamento no ano de 2007, registou um aumento de 92 camas disponíveis. Capacidade de alojamento NUTS II 2007 Estabelecimentos 07/06 Quota 2007 Camas 07/06 Quota % Abs. % p.p. % Abs. % p.p. Norte 448-0,4-2 43,8-0, , ,8-2,4 Centro 224 1,8 4 21,9 0, , ,1 0,4 Lisboa 27 3,8 1 2,7 0, ,2 54 3,0 0,4 Alentejo 162-0,6-1 15,8-0, , ,6 0,1 Algarve 31 3,3 1 3,0 0, ,6 44 3,2 0,3 Açores 82 10,8 8 8,0 0, ,6 97 6,0 0,6 Madeira 49 0,0 0 4,8-0, ,8 95 5,3 0,6 Portugal , , , ,0 5

6 Estimativa de dormidas Em 2007 estimaram-se 664,5 mil dormidas em empreendimentos de turismo no espaço rural, que corresponderam a um aumento homólogo de 165 mil dormidas (+33,1%). Este acréscimo está directamente relacionado, não só com o aumento verificado na capacidade disponível (+461 camas em 2007), como também com a subida observada nas taxas de ocupaçãp-cama (+3,5 p.p.). As estimativas em relação aos residentes em Portugal, que representaram 55,3% do total das dormidas, foram de 367 mil dormidas (+107 mil relativamente a 2006), enquanto que os estrangeiros (44,7% do total) terão atingido 297 mil dormidas (+58 mil que em 2006). Observando o comportamento da procura ao longo do ano de 2007, verificou-se que o mercado interno apresentou valores superiores aos atingidos pelo mercado externo, com excepção para o período de Maio a Julho e para o mês de Setembro. O mês de Agosto concentrou o maior número de dormidas, com 24,0% do total, correspondendo 13,4% a residentes em Portugal e 10,6% a residentes no estrangeiro. Estimativa de dormidas (milhares) /06 Quota País de residência % Abs. % p.p. Portugal 367,3 41,0 106,8 55,3 3,1 Estrangeiro 297,2 24,5 58,4 44,7-3,1 Total 664,5 33,1 165,2 100,0 FON TE: T P - de Port ug al Estimativa de dormidas, por meses - milhares 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 Jan. Fev. M ar. Abr. M ai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Portugal Estrangeiro 6

7 Estimativa de dormidas, por NUTS II - milhares; % 07/06; quota Lisboa Valor 38,9 07/06 +16,5% Quota 5,9% Algarve Valor 44,6 07/06 +30,8% Quota 6,7% M adeira Valor 51,9 07/06 +8,7% Quota 7,8% Norte Valor 170,8 07/06 +15,9% Quota 25,7% Centro Valor 122,6 07/06 +36,6% Quota 18,4% Alentejo Valor 190,4 07/06 +70,0% Quota 28,7% As regiões do Alentejo (28,7%), Norte (25,7%) e Centro (18,4%) concentraram 72,8% (483,8 mil) do total das dormidas estimadas para o país (664,5 mil). Assim, para a região Norte estimaram-se 171 mil dormidas (+23,5 mil comparativamente ao período homólogo de 2007, ou seja +15,9%), das quais cerca de 104 mil (60,8%) geradas por residentes em Portugal e 67 mil (39,2%) por estrangeiros. No Centro estimaram-se 123 mil dormidas (+36,6% do que em 2006). Os hotéis rurais e as unidades de agro-turismo, com mais 26 mil dormidas, foram as modalidades que mais contribuíram para este aumento. A entrada em funcionamento de 4 hotéis rurais (+131 camas) e uma ligeira subida nas taxas de ocupação-cama foram factores importantes para essa tendência. Açores Valor 45,3 07/06 +29,4% Quota 6,8% Port ugal Est rangeiro O Alentejo, com 190 mil dormidas (+78 mil do que em 2006, ou seja +70,0%), registou aumentos consideráveis ao nível das unidades de turismo de habitação e hotéis rurais (+64 mil dormidas). A subida de 10,8 p.p. na taxa ocupação-cama das unidades de turismo de habitação e mais 102 camas disponíveis em hotéis rurais justificam este enquadramento. 7

8 As modalidades de turismo rural (26,3%), turismo de habitação (20,8%), casa de campo (19,6%) e hotel rural (17,4%) concentraram 84% das dormidas estimadas, totalizando 559 mil dormidas. Este valor superou em 32% (+135 mil dormidas) o que se registou em Para este forte aumento contribuiu, como já foi referido, não só os acréscimos no número de camas disponíveis, como também as subidas das taxas médias de ocupação-cama. Estimativa de dormidas, por modalidades - milhares 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 58,5 79,7 de Habitação 98,3 FON TE: TP - d e Port ugal 76,2 Rural 49,8 41,7 Agro-turismo Portugal 54,9 75,4 Casa de Campo Estrangeiro 10,0 4,2 de Aldeia 95,9 19,9 Hotel Rural Estimativa de dormidas, por NUTS II - milhares 150,0 141,1 120,0 103,9 90,0 79,9 66,9 60,0 49,3 42,6 44,4 31,4 33,5 29,1 30,0 16,2 7,5 11,1 7,5 0,0 Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores M adeira Portugal Estrangeiro Desagregando a estimativa de dormidas entre residentes em Portugal e no estrangeiro, verifica-se que, nas regiões onde a concentração da procura é mais forte, ou seja, Alentejo, Norte e Centro, o mercado nacional ocupou posição maioritária, com quotas de 74%, 61% e 65%, respectivamente. Nas restantes regiões a situação foi contrária, com destaque para a região autónoma da Madeira, onde os residentes no estrangeiro lideraram com 86% do total de dormidas 8

9 Atendendo a que, em 2007, 44,7% das dormidas foi de residentes no estrangeiro, ou seja, 297 mil dormidas, verificou-se que a Alemanha liderou, com 25% desse valor (76 mil dormidas, ou seja +8 mil que em 2006), o grupo dos cinco principais mercados. A Holanda, com 45 mil dormidas, registou o aumento mais elevado (+71,6%), posicionando-se em 2º lugar. A Espanha posicionou-se na 3ª posição, com uma quota de 13% do total das dormidas de estrangeiros, tendo alcançado 38 mil dormidas, ou seja, +10 mil dormidas comparativamente ao período homólogo anterior. O Reino Unido, com 37 mil dormidas (12% do total de dormidas de estrangeiros), seguido da França, com 25 mil (8%), posicionaram-se nas 4ª e 5ª posições, respectivamente. Estimativa dormidas, por merc. estrangeiros - milhares; % 07/06 11,4% Alemanha 75,5 67,7 71,6% Holanda 45,3 26,4 35,5% Espanha 38,5 28,4 34,6% Reino Unido 37,0 27,5 20,1% França 25,1 20,9 114,9% Outros 146,0 68,0 0,0 40,0 80,0 120,0 160, FONTE: TP - de Port ugal Estimativa dormidas, por mercados estrangeiros - quota Outros 27% França 8% Reino Unido 12% FON T E: TP - de Port ug al Espanha 13% Alemanha 25% Holanda 15% 9

10 Taxas de ocupação-cama Em 2007, a taxa de ocupação-cama, nas unidades de turismo no espaço rural em Portugal, foi de 17,8% (+3,5 p.p. que em 2006). Os hotéis rurais (33,3%), as casas de campo (22,2%) e agro-turismo (15,8%) foram as modalidades que registaram as taxas médias mais elevadas e as que alcançaram os acréscimos homólogos mais elevados, com +5,0, +3,9 e +4,9 p.p., respectivamente. Taxas de ocupação-cama, por meses e principais NUTS II - % 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 Taxas de ocupação-cama, por modalidades - % 0,0 Jan. Fev. M ar. Abr. M ai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 15,8 11,0 10,3 13,3 11,6 10,9 7,8 9,2 de Habitação Rural Agro- 22,2 18,3 Casa de Campo de Aldeia 33,3 28,3 Hotel Rural Alentejo Norte Centro As regiões do Alentejo, Norte e Centro, que concentraram 72,8% do total de dormidas do país, apresentaram uma evolução anual, em termos de ocupação-cama, que denotou uma forte sazonalidade, já que o mês de Agosto apresentou, para as 3 regiões referidas, taxas de ocupação superiores aos restantes meses do ano, com 87,3%, 32,7% e 25,7%, respectivamente, seguido do mês de Julho. O Alentejo apresentou o 3º maior valor em Abril (41,5%), enquanto que Setembro ocupou essa posição para as regiões Norte e Centro. 10

11 Taxas de ocupação-cama, por NUTS II - %; p.p. 07/06 Lisboa Valor 29,2% 07/06-13,3 p.p. Algarve Valor 36,7% 07/06 +6,9 p.p. M adeira Valor 24,0% 07/06-2,5 p.p. Açores Valor 18,7% 07/06 +3,2 p.p. FON T E: T P - de Po rt ug al Norte Valor 9,7% 07/06 +1,0 p.p. Centro Valor 11,0% 07/06 +0,8 p.p. Alentejo Valor 31,7% 07/06 +10,8 p.p. Numa análise por NUTS II, destaca-se a região do Algarve que, embora represente 3,0% do total do país em termos de capacidade disponível e 6,7% em termos de dormidas, atingiu a taxa de ocupação-cama mais elevada, com 36,7%, traduzindo-se num acréscimo de 6,9 p.p. em relação ao ano de Os aumentos dos níveis de ocupação-cama atingidos pelas unidades pertencentes às modalidades de casa de campo e agro-turismo (+15,9 p.p. e +12,3 p.p., respectivamente), justificaram os resultados obtidos para esta região. A região do Alentejo, 3ª região do país em termos de oferta e 1ª em termos de procura, atingiu a 2ª melhor taxa de ocupação-cama do país, com 31,7%. Este valor superou em 10,8 p.p. o registado em Para esta situação contribuíram os aumentos obtidos pelos hotéis rurais (+11,9 p.p.), casas de campo (+3,2 p.p.) e unidades de turismo rural (+2,5 p.p.). As restantes regiões registaram ligeiros aumentos homólogos, com excepção de Lisboa e da Madeira que, com taxas de ocupação-cama de 29,2% e 24,0%, apresentaram decréscimos de 13,3 e 2,5 p.p., respectivamente. 11

12 Anexos 12

13 Anexo 1 Número de Estabelecimentos, por NUTS II e modalidades - Abs. 07/06; % 07/06 Nº de Estabelecimentos de habitação rural Agroturismo Casa de campo de aldeia Hotel rural Total Geral Norte Abs. 07/ % 07/06 0,0-0,5-2,0 0,0 0,0 0,0-0,4 Centro Abs. 07/ % 07/06 0,0-1,1 0,0 2,3 0,0 400,0 1,8 Lisboa Abs. 07/ % 07/06 0,0 0,0 100,0 3,8 Alentejo Abs. 07/ % 07/06 0,0 0,0-2,0 0,0 0,0 0,0-0,6 Algarve Abs. 07/ % 07/06 0,0 0,0 0,0 0,0 3,3 Açores Abs. 07/ % 07/06 27,3 35,7 0,0 0,0 0,0 10,8 Madeira Abs. 07/ % 07/06-27,3-12,5 0,0 14,8 0,0 0,0 Portugal Abs. 07/ % 07/06 0,0 0,5-1,4 2,2 0,0 33,3 1,1 13

14 Anexo 2 Capacidade de alojamento, por NUTS II e modalidades - Abs. 07/06; % 07/06 Capacidade alojamento (camas) de habitação rural Agroturismo Casa de campo de aldeia Hotel rural Total Geral Norte Abs. 07/ % 07/06 0,9-0,5-1,0 0,0 0,0-18,0-1,4 Centro Abs. 07/ % 07/06 0,0-0,2 0,0 7,7 0,0 409,4 6,2 Lisboa Abs. 07/ % 07/06 0,0 0,0 270,0 19,2 Alentejo Abs. 07/ % 07/06 0,0 0,0-1,6 0,0 0,0 43,2 4,6 Algarve Abs. 07/ % 07/06 0,0 0,0 0,0 0,0 13,6 Açores Abs. 07/ % 07/06 29,1 32,5 0,0 5,5 0,0 16,6 Madeira Abs. 07/ % 07/06-3,7 12,1 100,0 28,7 0,0 18,8 Portugal Abs. 07/ % 07/06 1,5 1,2-0,6 6,9 0,0 40,2 4,2 14

15 Anexo 3 Estimativa de dormidas, por NUTS II e modalidades - milhares; Abs. 07/06; % 07/06 Estimativa de dormidas de Habitação Rural Agroturismo Casa de Campo de Aldeia Hotel Rural Total Geral Norte 57,0 58,2 20,1 19,0 5,6 10,9 170,8 Abs. 07/06 11,0 4,6 1,1 2,1 0,2 4,4 23,4 % 07/06 23,9 8,7 5,5 12,5 3,2 68,5 15,9 Centro 19,5 41,5 36,5 13,7 (---) 10,4 122,5 Abs. 07/06 5,4 0,2 19,1 1,6 6,7 32,8 % 07/06 38,6 0,5 110,2 13,5 183,0 36,6 Lisboa 19,9 9,1 9,9 38,9 Abs. 07/06 0,2 1,1 4,3 5,5 % 07/06 0,9 13,3 76,0 16,5 Alentejo 20,2 21,6 17,5 44,3 5,9 81,0 190,4 Abs. 07/06 13,9 4,1 3,4 5,0 2,1 49,9 78,4 % 07/06 220,1 23,4 24,4 12,8 56,1 160,4 70,0 Algarve 6,4 19,0 12,8 6,5 (---) 44,6 Abs. 07/06 1,6 3,5 2,9 2,5 10,5 % 07/06 33,8 22,6 29,9 62,3 30,9 Açores 11,9 18,9 3,3 9,3 (---) 45,3 Abs. 07/06 5,6 3,5 0,5 0,4 10,3 % 07/06 88,8 22,7 17,0 5,0 29,4 Madeira 3,3 6,1 1,3 37,5 (---) 51,8 Abs. 07/06-3,3 1,0 0,7 5,8 4,2 % 07/06-50,0 20,2 128,1 18,2 8,7 Portugal 138,1 174,5 91,6 130,2 14,2 115,9 664,5 Abs. 07/06 34,4 18,0 27,8 17,5 2,3 65,2 165,2 % 07/06 33,2 11,5 43,6 15,5 18,8 128,9 33,1 ( ) Sujeit o a seg red o est at í st ico 15

16 Anexo 4 Estimativa de dormidas, por NUTS II e país de residência - milhares; Abs. 07/06; % 07/06 Estimativa de dormidas Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Portugal Alemanha 8,9 2,6 2,8 28,7 6,8 4,9 20,8 75,5 Abs. 07/06 2,0-0,8-0,5 4,5-0,2 0,7 2,0 7,7 % 07/06 29,0-23,0-14,7 18,5-3,4 17,5 10,8 11,4 Holanda 4,1 11,3 1,7 1,0 7,4 8,1 11,7 45,3 Abs. 07/06-1,4 6,9-0,6-2,9 5,9 2,2 8,8 18,9 % 07/06-25,3 154,5-25,7-74,9 384,1 37,2 305,1 71,6 Espanha 11,7 8,8 6,1 4,6 3,2 2,8 1,2 38,5 Abs. 07/06 4,1 1,2 1,7 1,3-0,3 1,7 0,4 10,1 % 07/06 54,6 15,2 38,6 38,6-7,5 147,2 46,5 35,5 Reino Unido 15,8 4,9 4,0 2,7 3,4 3,5 2,6 37,0 Abs. 07/06 4,3 2,3 1,4 1,8 0,9 0,2-1,4 9,5 % 07/06 37,0 85,5 51,1 201,9 37,9 7,6-35,5 34,6 França 8,4 4,1 3,7 3,0 1,6 2,0 2,3 25,1 Abs. 07/06 0,3 1,8 1,1 1,5-0,5-0,2 0,2 4,2 % 07/06 3,1 82,6 42,9 92,1-22,2-7,9 9,3 20,2 Outros 17,9 10,9 13,2 9,2 11,0 7,8 5,9 75,9 Abs. 07/06 2,0 4,7 0,7 4,6 1,2 0,8-6,0 7,9 % 07/06 12,4 75,2 5,7 97,6 12,3 10,9-50,5 11,7 Estrangeiro 66,9 42,6 31,4 49,3 33,5 29,1 44,4 297,2 Abs. 07/06 11,2 16,1 3,8 10,8 7,1 5,4 4,0 58,3 % 07/06 20,2 60,4 13,8 27,9 26,8 23,0 9,9 24,4 Portugal 103,9 79,9 7,5 141,1 11,1 16,2 7,5 367,3 Abs. 07/06 12,2 16,8 1,7 67,7 3,4 4,9 0,2 106,8 % 07/06 13,3 26,6 29,7 92,1 44,6 42,6 2,2 41,0 Total Geral 170,8 122,5 38,9 190,4 44,6 45,3 51,8 664,5 Abs. 07/06 23,5 32,8 5,5 78,4 10,5 10,3 4,2 165,2 % 07/06 15,9 36,6 16,5 70,0 30,8 29,4 8,7 33,1 16

17 Anexo 5 Estimativa de dormidas, por modalidades e país de residência - milhares; Abs. 07/06; % 07/06 Estimativa de dormidas de Habitação Rural Agroturismo Casa de Campo de Aldeia Hotel Rural Total Geral Alemanha 13,4 8,6 6,6 41,8 1,0 4,1 75,5 Abs. 07/06 0,4 1,2 1,6 3,4 0,1 1,1 7,7 % 07/06 3,0 16,7 31,2 8,7 12,2 36,0 11,4 Holanda 8,4 9,9 11,0 14,4 0,5 1,0 45,3 Abs. 07/06 4,3 1,1 7,5 6,1 0,0-0,2 18,9 % 07/06 106,1 12,8 216,6 72,8 9,4-17,5 71,6 Espanha 10,0 15,2 4,6 3,5 0,7 4,5 38,5 Abs. 07/06 2,2 4,9 1,4-0,2-0,6 2,4 10,1 % 07/06 27,8 48,1 44,1-4,9-46,6 112,5 35,5 Reino Unido 12,2 11,1 7,2 4,8 0,4 1,4 37,0 Abs. 07/06 3,5 2,2 4,0-0,4-0,2 0,4 9,5 % 07/06 40,4 24,4 122,4-7,3-30,3 38,9 34,6 França 9,2 7,7 2,2 3,7 0,6 1,8 25,1 Abs. 07/06 2,1 0,4-0,2 0,3 0,3 1,4 4,2 % 07/06 29,3 5,6-6,7 7,3 93,0 286,7 20,1 Outros 26,6 23,7 10,2 7,2 1,1 7,1 75,9 Abs. 07/06 2,8-1,6 4,8-2,8 0,1 4,6 7,9 % 07/06 11,7-6,3 89,1-28,0 12,1 187,5 11,7 Estrangeiro 79,7 76,2 41,7 75,4 4,2 19,9 297,2 Abs. 07/06 15,3 8,3 19,1 6,3-0,2 9,6 58,3 % 07/06 23,7 12,2 84,4 9,2-5,3 93,2 24,4 Portugal 58,5 98,3 49,8 54,9 10,0 95,9 367,3 Abs. 07/06 19,4 9,7 8,6 11,1 2,5 55,6 106,8 % 07/06 49,5 10,9 20,8 25,3 33,2 138,1 41,0 Total Geral 138,1 174,5 91,6 130,2 14,2 115,9 664,5 Abs. 07/06 34,6 18,0 27,7 17,4 2,3 65,2 165,2 % 07/06 33,4 11,5 43,4 15,4 18,8 128,9 33,1 17

18 Anexo 6 Taxas de Ocupação-cama (%) Modalidades /06 p.p. de habitação 11,0 0,7 rural 13,3 1,7 Agro-turismo 15,8 4,9 Casas de campo 22,2 3,9 de aldeia 7,8-1,4 Hotel rural 33,3 5,0 Total 17,8 3,5 Taxas de Ocupação-cama (%) NUTS II /06 p.p. Norte 9,7 1,0 Centro 11,0 0,8 Lisboa 29,2-13,3 Alentejo 31,7 10,8 Algarve 36,7 6,9 Açores 18,7 3,2 Madeira 24,0-2,5 Portugal 17,8 3,5 FON TE: T P - d e Po rt ugal 18

19 Conceitos no Espaço Rural - Conjunto de actividades e serviços de alojamento e animação em empreendimentos de natureza familiar prestados a turistas em espaço rural, mediante pagamento. Os empreendimentos de turismo no espaço rural podem ser classificados numa das seguintes modalidades de hospedagem: de Habitação, Rural, Agro-turismo, de Aldeia, Casa de Campo e Hotel Rural. de Habitação Estabelecimento de no Espaço Rural, que presta serviço de hospedagem de natureza familiar, em casas antigas particulares que, pelo seu valor arquitectónico, histórico ou artístico sejam representativas de uma determinada época, nomeadamente os solares e casas apalaçadas. Rural Estabelecimento de no Espaço Rural que presta serviço de hospedagem de natureza familiar, em casas rústicas particulares que se integram na arquitectura típica regional por características que lhe são específicas, tais como a traça e os materiais construtivos. Agro-turismo Estabelecimento de no Espaço Rural, que presta serviço de hospedagem de natureza familiar, em casas particulares integradas em explorações agrícolas, que permitam aos hóspedes o acompanhamento e conhecimento da actividade agrícola ou a participação nos trabalhos aí desenvolvidos, de acordo com as regras estabelecidas pelo responsável. 19

20 Casa de Campo Estabelecimento de no Espaço Rural, constituído por casas particulares, situadas em zona rural, que prestam serviço de hospedagem (sendo ou não utilizadas como habitação própria pelos seus proprietários ou legítimos detentores) e que pela sua traça, pelos materiais construtivos e demais características, se integram na arquitectura e ambiente rústico, próprios da zona e do local onde se situam. de Aldeia - Estabelecimento de no Espaço Rural, que presta serviço de hospedagem, e é constituído por um conjunto de cinco casas particulares (no mínimo), que pela sua traça, materiais de construção e demais características se integram na arquitectura típica local. Nota: Estas casas situam-se em aldeias e são exploradas de forma integrada, quer sejam ou não utilizadas como habitação própria dos seus proprietários, legítimos possuidores ou detentores. Hotel Rural - Estabelecimento de no Espaço Rural, que presta serviços de hospedagem, se situa em zona rural e fora da sede de concelho, e que se destina a proporcionar serviços de alojamento e outros serviços acessórios ou de apoio, com fornecimento de refeições, mediante pagamento. Deve ocupar a totalidade de um ou mais edifícios que, pela traça arquitectónica, pelos materiais de construção, equipamento e mobiliário, respeita as características dominantes da região em que se situa. Não pode possuir menos de 10 quartos ou suites nem mais de 30. Taxa de ocupação-cama - Indicador que permite avaliar a capacidade de alojamento média utilizada durante o período de referência. Corresponde à relação entre o número de dormidas e o número de camas existentes no período de referência, considerando como duas as camas de casal. Dormida Permanência de um indivíduo num estabelecimento que fornece alojamento, por um período compreendido entre as 12 horas de um dia e as 12 horas do dia seguinte. 20

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2005

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2005 O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2005 Elaborado por: Maria Julieta Martins Coordenado por: Teresinha Duarte Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística Índice

Leia mais

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006 O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006 Elaborado por: Ana Paula Gomes Bandeira Coordenado por: Teresinha Duarte Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística Índice Introdução Proveito Médio de Aposento Conceitos Anexos Proveitos

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Índice Introdução Preço Médio por Dormida Proveito Médio de Aposento por Cama Conceitos Anexos 2 Introdução Com base em indicadores estatísticos disponibilizados pelo

Leia mais

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Atividade Turística Fevereiro de 20 15 de Abril de 20 Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Os estabelecimentos hoteleiros registaram cerca de 2 milhões

Leia mais

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas Atividade Turística Dezembro de 2012 14 de fevereiro de 2013 Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas As dormidas na hotelaria atingiram 1,7 milhões em dezembro 2012, mais 1,9%

Leia mais

Hotelaria manteve crescimento de dois dígitos mas com desaceleração particularmente no mercado interno

Hotelaria manteve crescimento de dois dígitos mas com desaceleração particularmente no mercado interno Atividade Turística Novembro de 2014 19 de janeiro de 2015 Hotelaria manteve crescimento de dois dígitos mas com desaceleração particularmente no mercado interno As dormidas na hotelaria fixaram-se em

Leia mais

Hotelaria com aumentos nos hóspedes, dormidas e proveitos

Hotelaria com aumentos nos hóspedes, dormidas e proveitos Atividade Turística Janeiro de 2014 19 de março de 2014 Hotelaria com aumentos nos hóspedes, dormidas e proveitos A hotelaria registou 1,7 milhões de dormidas em janeiro de 2014, valor que corresponde

Leia mais

REGIME JURÍDICO DO TURISMO NO ESPAÇO RURAL

REGIME JURÍDICO DO TURISMO NO ESPAÇO RURAL REGIME JURÍDICO DO TURISMO NO ESPAÇO RURAL O Turismo no Espaço Rural consiste no conjunto de actividades e serviços de alojamento e animação a turistas em empreendimentos de natureza familiar realizados

Leia mais

2. A OFERTA E A PROCURA TURÍSTICA NO NORTE DE PORTUGAL

2. A OFERTA E A PROCURA TURÍSTICA NO NORTE DE PORTUGAL 2. A OFERTA E A PROCURA TURÍSTICA NO NORTE DE PORTUGAL A análise realizada tem como base principal as estatísticas oficiais e alguns dados quantitativos de elaboração própria. Focamos a atenção nas mudanças

Leia mais

Análise Regional dezembro 2015

Análise Regional dezembro 2015 Portugal Em, o Algarve voltou a liderar o País com 16,6 milhões de dormidas (34% de quota no País) e cresceu 2,7% face a 2014. Lisboa posicionou-se no 2.º lugar com 12,3 milhões de dormidas e assinalou,

Leia mais

Atividade Turística com resultados positivos em 2014

Atividade Turística com resultados positivos em 2014 Estatísticas do Turismo 2014 28 de julho de 2015 Atividade Turística com resultados positivos em 2014 Segundo os dados provisórios da Organização Mundial de Turismo, as chegadas de turistas internacionais,

Leia mais

Empresas nacionais de transporte aéreo movimentaram mais 6,3% de passageiros

Empresas nacionais de transporte aéreo movimentaram mais 6,3% de passageiros Transportes aéreos e atividade turística 2013 10 de setembro de 2014 Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais aumentou 4,9% O tráfego comercial nas infraestruturas aeroportuárias nacionais em

Leia mais

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL Índice 1. Turismo no espaço rural: tipologias.2 2. Exploração e funcionamento.... 5 3. Legislação aplicável.17 Bibliografia. 18 1 1.Turismo no espaço rural: tipologias

Leia mais

Suíça. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 12,1 milhões de turistas em 2010, com 1,6% da quota mundial

Suíça. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 12,1 milhões de turistas em 2010, com 1,6% da quota mundial Espace Mittelland 1,7 M hab (1º) Nordwestschweiz 1,0 M hab (5º) Ostschweiz 1,1 M hab (4º) Mercado emissor de 12,1 milhões de turistas em 2010, com 1,6% da quota mundial 10.º mercado da procura externa

Leia mais

Associação da Hotelaria de Portugal divulga dados do Tourism Monitor do primeiro trimestre de 2014

Associação da Hotelaria de Portugal divulga dados do Tourism Monitor do primeiro trimestre de 2014 Lisboa, 3 de junho de 2014 Associação da Hotelaria de Portugal divulga dados do Tourism Monitor do primeiro trimestre de 2014 De acordo com a Associação da Hotelaria de Portugal, houve um crescimento de

Leia mais

Visita a familiares e amigos e alojamento gratuito impulsionam deslocações dos residentes

Visita a familiares e amigos e alojamento gratuito impulsionam deslocações dos residentes PROCURA TURÍSTICA DOS RESIDENTES 4º Trimestre 2012 02 maio de 2013 Visita a familiares e amigos e alojamento gratuito impulsionam deslocações dos residentes No 4º trimestre de 2012, os residentes efetuaram

Leia mais

Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente

Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente 26 de junho de 2014 Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação Maio de 2014 Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente O valor médio de avaliação bancária 1 do total do País foi de 995 euros/m

Leia mais

RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS

RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS Julho de 2005 A actividade da hotelaria insere-se na CAE 55 Alojamento e Restauração, que, por sua vez, integra o sector do turismo, um dos sectores

Leia mais

Termas em Portugal. A oferta e a procura 2011

Termas em Portugal. A oferta e a procura 2011 A oferta e a procura 2011 Índice Sumário Executivo Oferta nos estabelecimentos termais Motivação da procura Inscrições e sazonalidade da procura Inscrições e proveitos - termalismo clássico Proveitos médios

Leia mais

ANÁLISE ESTATÍSTICA j a n e i r o m a i o 2011 1

ANÁLISE ESTATÍSTICA j a n e i r o m a i o 2011 1 ANÁLISE ESTATÍSTICA j a n e i r o m a i o 2011 1 ANÁLISE DE DORMIDAS NACIONAIS E ESTRANGEIRAS Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos Acumulado Janeiro Maio 2010/2011 A Turismo

Leia mais

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hospedes 2º Trimestre 2015

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hospedes 2º Trimestre 2015 FICHA TÉCNICA Presidente António dos Reis Duarte Editor Instituto Nacional de Estatística Direcção de Contas Nacionais, Estatísticas Económicas e dos Serviços Divisão de Estatísticas do Turismo Av. Amilcar

Leia mais

Não residentes foram cruciais para o crescimento da atividade turística em 2013

Não residentes foram cruciais para o crescimento da atividade turística em 2013 Estatísticas do Turismo 2013 24 de junho de 2014 Não residentes foram cruciais para o crescimento da atividade turística em 2013 Em 2013, de acordo com os dados provisórios da Organização Mundial de Turismo,

Leia mais

Barómetro Turismo Alentejo

Barómetro Turismo Alentejo Barómetro Turismo Alentejo Janeiro 2012 METODOLOGIA TOP DORMIDAS JANEIRO 2012 Inicia-se este ano de 2012 com alterações na metodologia do Barómetro, incluindo a sistemática comparação dos dados de 2012

Leia mais

Itália. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 30,1 milhões de turistas em 2010, com 3,9% da quota mundial

Itália. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 30,1 milhões de turistas em 2010, com 3,9% da quota mundial Lombardia 9,8 M hab (1º) 31.645 PIB per Capita (2º) Trentino Alto Adige 28.811 PIB per Capita (5º) Mercado emissor de 30,1 milhões de turistas em 2010, com 3,9% da quota mundial Valle D Aosta 32.716 PIB

Leia mais

vindo a verificar nos últimos tempos. As pers- próximo, estando prevista, a título de exemplo, náuticos internacionais que se realizam nos

vindo a verificar nos últimos tempos. As pers- próximo, estando prevista, a título de exemplo, náuticos internacionais que se realizam nos DO TURISMO DE LISBOA DADOS Março PERFORMANCE POSITIVA No primeiro trimestre de, a capital portuguesa continuou a demonstrar uma boa pectivas são igualmente positivas para o futuro vindo a verificar nos

Leia mais

HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA

HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS Julho de 2006 A actividade da hotelaria insere-se na CAE 55 Alojamento e Restauração, que, por sua vez, integra o sector do turismo, um dos sectores

Leia mais

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N. Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 9 setembro 211 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia e do Emprego G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais

Leia mais

boletim trimestral - edição especial - n.º 0 - abril 2013 algarve conjuntura turística 2. Capacidade de alojamento na hotelaria global

boletim trimestral - edição especial - n.º 0 - abril 2013 algarve conjuntura turística 2. Capacidade de alojamento na hotelaria global boletim trimestral - edição especial - n.º 0 - abril 2013 algarve conjuntura turística indicadores 1. Movimento de passageiros no Aeroporto de Faro 1.1. Movimento total de passageiros 1.2. Movimento mensal

Leia mais

Animação turística/turismo de Natureza no Algarve

Animação turística/turismo de Natureza no Algarve Animação turística/turismo de Natureza no Algarve António Almeida Pires Faro, 20 de Dezembro de 2010 Dormidas no Algarve em 2009 2.500.000 2.307.254 N.º de dormidas 2.000.000 1.500.000 1.000.000 500.000

Leia mais

4. CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA TURÍSTICA NOÇÃO E FORMAS DE PROCURA

4. CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA TURÍSTICA NOÇÃO E FORMAS DE PROCURA 4. CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA TURÍSTICA NOÇÃO E FORMAS DE PROCURA A procura turística é tida como uma importante componente do sistema turístico, que pode ser traduzida como o conjunto de bens e serviços

Leia mais

Itália. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 28,6 milhões de turistas com 2,8% de quota mundial, em 2012

Itália. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 28,6 milhões de turistas com 2,8% de quota mundial, em 2012 Lombardia 9,8 M hab (1º) 31.645 PIB per Capita (2º) Trentino Alto Adige 28.811 PIB per Capita (5º) Valle D Aosta 32.716 PIB per Capita (1º) Lazio 5,7 M hab (3º) 29.727 PIB per Capita (4º) Campania 5,8

Leia mais

indicadores 1. Hóspedes 2.1. Número total de hóspedes 2.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 2.3. Hóspedes por país de origem

indicadores 1. Hóspedes 2.1. Número total de hóspedes 2.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 2.3. Hóspedes por país de origem boletim trimestral - n.º 6 - outubro 2014 algarve conjuntura turística indicadores 1. Hóspedes 2.1. Número total de hóspedes 2.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 2.3. Hóspedes por país de origem 1.

Leia mais

Alemanha. Mercado em Ficha. 1º mercado emissor de turistas a nível mundial, com 73,8 milhões de turistas e 9,6% de quota em 2010

Alemanha. Mercado em Ficha. 1º mercado emissor de turistas a nível mundial, com 73,8 milhões de turistas e 9,6% de quota em 2010 Bremen 41.911,8 PIB per Capita (2º) Niedersachsen 8,0 M hab (4º) Nordrhein- Westfalen 18,0 M hab (1º) Baden-Württemberg 10,8 M hab (3º) 33.889,9 PIB per Capita (5º) Fonte: CIA - The World Factbook Hamburg

Leia mais

Associação da Hotelaria de Portugal divulga indicadores de novembro de 2012

Associação da Hotelaria de Portugal divulga indicadores de novembro de 2012 Lisboa, 4 de fevereiro de 2013 Associação da Hotelaria de Portugal divulga indicadores de novembro de 2012 TAXA DE OCUPAÇÃO QUARTO SOBE 10,64%, NO PORTO, e 5,75% EM LISBOA COM BOM DESEMPENHO DE TODAS AS

Leia mais

EUA. Mercado em Ficha. 2º maior mercado emissor de turistas a nível mundial, com 64,1 milhões de turistas e 8,3% de quota em 2010

EUA. Mercado em Ficha. 2º maior mercado emissor de turistas a nível mundial, com 64,1 milhões de turistas e 8,3% de quota em 2010 Virginia Beach 46.960 US$ PIB per Capita (4º) Chicago 12,8 M hab (5º) 2º maior mercado emissor de turistas a nível mundial, com 64,1 milhões de turistas e 8,3% de quota em 2010 6º mercado da procura externa

Leia mais

HOTELARIA 2008. AEP / Gabinete de Estudos

HOTELARIA 2008. AEP / Gabinete de Estudos HOTELARIA 2008 AEP / Gabinete de Estudos Junho de 2008 1 1. INFORMAÇÃO SOBRE AS EMPRESAS Segundo os dados das Empresas em Portugal 2005, do INE, em 2005 o sector do Alojamento e Restauração compreendia

Leia mais

A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9%

A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9% Estatísticas do Emprego 3º trimestre de 2007 16 de Novembro de 2007 A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9 A taxa de desemprego estimada para o 3º trimestre de 2007 foi de 7,9. Este valor

Leia mais

Responsabilidade Social em Portugal 2013. Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos

Responsabilidade Social em Portugal 2013. Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos Responsabilidade Social em Portugal 2013 Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos ÍNDICE Sumário Executivo Introdução Caracterização Social Vínculo laboral dos

Leia mais

Boas Práticas Ambientais. Empreendimentos Turísticos

Boas Práticas Ambientais. Empreendimentos Turísticos Empreendimentos Turísticos 2011 Índice Sumário Executivo Introdução Utilização eficiente da energia Principais fontes de energia Utilização eficiente da água Gestão de resíduos Certificação Referências

Leia mais

Noruega. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 7,0 milhões de turistas em 2010, com 0,9% da quota mundial

Noruega. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 7,0 milhões de turistas em 2010, com 0,9% da quota mundial Mercado emissor de 7,0 milhões de turistas em 2010, com 0,9% da quota mundial 14º mercado da procura externa para Portugal, enquanto gerador de receitas em 2011 Hordaland 477,2 mil hab (3º) Sor-Trondelag

Leia mais

2013 4º Trimestre. Preços médios ao Balcão. Sumário Executivo

2013 4º Trimestre. Preços médios ao Balcão. Sumário Executivo Sumário Executivo Na presente informação, divulgam-se os preços médios de Aposento (b&b), Meia Pensão (h&b) e Pensão Completa (f&b) praticados ao balcão, no 4.º Trimestre de 2013, pelos hotéis e pousadas,

Leia mais

Instituto Nacional de Estatística Estatísticas do Turismo 2013. Presidente António dos Reis Duarte. Editor Instituto Nacional de Estatística

Instituto Nacional de Estatística Estatísticas do Turismo 2013. Presidente António dos Reis Duarte. Editor Instituto Nacional de Estatística Instituto Nacional de Estatística Estatísticas do Turismo 2013 Presidente António dos Reis Duarte Editor Instituto Nacional de Estatística Av. Cidade de Lisboa, nº 18, Cx. Postal 116, Praia Tel.: +238

Leia mais

indicadores 1. Hóspedes 1.1. Número total de hóspedes 1.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 1.3. Hóspedes por país de origem

indicadores 1. Hóspedes 1.1. Número total de hóspedes 1.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 1.3. Hóspedes por país de origem boletim trimestral - n.º 2 - setembro 2013 algarve conjuntura turística indicadores 1. Hóspedes 1.1. Número total de hóspedes 1.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 1.3. Hóspedes por país de origem

Leia mais

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 18 de Maio de 2010 A taxa de desemprego foi de 10,6% no 1º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2010 foi de 10,6%. Este valor

Leia mais

Barómetro de Conjuntura inverno 2014/15. Agências de Viagens

Barómetro de Conjuntura inverno 2014/15. Agências de Viagens Barómetro de Conjuntura inverno 2014/15 Agências de Viagens ÍNDICE Sumário Executivo 3 da procura - inverno 2014/15 Portugal - NUTS II Portugal - Principais NUTS II Principais 4 5 6 da procura - verão

Leia mais

Classificação DOS EMPREENDIMENTOS DE TURISMO NO ESPAÇO RURAL:

Classificação DOS EMPREENDIMENTOS DE TURISMO NO ESPAÇO RURAL: O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 55202 TURISMO NO ESPAÇO RURAL NOÇÃO:

Leia mais

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hóspedes 1º Tr. 2015

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hóspedes 1º Tr. 2015 1 FICHA TÉCNICA Presidente António dos Reis Duarte Editor Instituto Nacional de Estatística Direcção de Método e Gestão de Informação Serviço de Conjuntura Direcção de Contas Nacionais, Estatísticas Económicas

Leia mais

Somos 10 555 853 residentes, Constituímos 4 079 577 famílias e. Dispomos de 5 879 845 alojamentos em 3 550 823 edifícios

Somos 10 555 853 residentes, Constituímos 4 079 577 famílias e. Dispomos de 5 879 845 alojamentos em 3 550 823 edifícios Censos 2011 Resultados Preliminares 30 de Junho de 2011 Somos 10 555 853 residentes, Constituímos 4 079 577 famílias e Dispomos de 5 879 845 alojamentos em 3 550 823 edifícios Cem dias após o momento censitário

Leia mais

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro.

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro. Abr-04 Abr-05 Abr-06 Abr-07 Abr-08 Abr-09 Abr-10 Abr-11 Abr-12 Análise de Conjuntura Maio 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO TURISMO DE LISBOA RECUPERAÇÃO. desta edição. Dados da Hotelaria Cidade de Lisboa Grande Lisboa Região de Lisboa

OBSERVATÓRIO DO TURISMO DE LISBOA RECUPERAÇÃO. desta edição. Dados da Hotelaria Cidade de Lisboa Grande Lisboa Região de Lisboa DO TURISMO DE LISBOA DADOS Maio RECUPERAÇÃO No mês de Maio, os principais indicadores analisados registam sinais positivos de recuperação em todas as unidades hoteleiras. Destacam-se as unidades de quatro

Leia mais

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 Estatísticas do Emprego 4º trimestre de 2010 16 de Fevereiro de 2011 A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2010 foi de 11,1%. Este

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

Anuário das Estatísticas do Turismo 2012

Anuário das Estatísticas do Turismo 2012 Anuário das Estatísticas do Turismo 2012 1 Índice CAPÍTULO I Séries Internacionais e Nacionais 2003 a 2012 6 Fluxos Turísticos Internacionais 7 O Turismo na Economia Nacional 16 O Alojamento Turístico

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal novembro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008. Micro, Pequenas. e Médias. Empresas. em Portugal

Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008. Micro, Pequenas. e Médias. Empresas. em Portugal Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008 28 de Junho de 2010 Micro, Pequenas e Médias Empresas em Portugal Em 2008, existiam 349 756 micro, pequenas e médias empresas (PME) em Portugal,

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

São Tomé e Príncipe. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 4,7 milhares de turistas em 2013

São Tomé e Príncipe. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 4,7 milhares de turistas em 2013 Mercado emissor de 4,7 milhares de turistas em 2013 principais países de destino dos turistas de São Tomé e Príncipe, em 2013, foram Angola (87%), África do Sul (5%), China (2% ), Marrocos (2% ) e E.U.A.

Leia mais

Procura Turística dos Residentes 4º Trimestre de 2014

Procura Turística dos Residentes 4º Trimestre de 2014 Procura Turística dos Residentes 4º Trimestre de 2014 30 de abril de 2015 Viagens turísticas dos residentes com ligeiro aumento No 4º trimestre de 2014 os residentes em Portugal realizaram cerca de 4,0

Leia mais

TURISMO RURAL U.C. Desenvolvimento Rural

TURISMO RURAL U.C. Desenvolvimento Rural U.C. Desenvolvimento Rural Trabalho realizado por: Alexandre Verde, nº18296 José Nunes, nº32240 1 INTRODUÇÃO Com este trabalho pretendemos mostrar o que é o turismo rural, e a sua importância para o desenvolvimento

Leia mais

Barómetro de Conjuntura. Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos. verão 2014

Barómetro de Conjuntura. Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos. verão 2014 verão 2014 Índice Sumário Executivo Perspetivas de evolução da procura para o verão 2014 NUTS II NUTS II por Mercados Perspetivas de evolução da procura para o inverno 2014/15 NUTS II 2 Sumário Executivo

Leia mais

RELATÓRIO O SECTOR DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL EM 2010

RELATÓRIO O SECTOR DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL EM 2010 RELATÓRIO O Sector da Construção em Portugal em 2010 Setembro de 2011 Ficha Técnica Título: Relatório O Sector da Construção em Portugal em 2010 Autoria: Catarina Gil Coordenação Geral: Pedro Ministro

Leia mais

TURISMO NA REGIÃO DO NORTE DE PORTUGAL

TURISMO NA REGIÃO DO NORTE DE PORTUGAL TURISMO NA REGIÃO DO NORTE DE PORTUGAL EDIÇÃO 009 Ficha Técnica Título Turismo na Região do Norte de Portugal Edição Observatório das Dinâmicas Regionais do Norte (Centro de Avaliação de Políticas e Estudos

Leia mais

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico, Turismo de Portugal, I.P. Rua Ivone Silva, Lote 6, 1050-124 Lisboa Tel. 211 140 200 Fax. 211 140 830 apoioaoempresario@turismodeportugal.pt

Leia mais

Transporte Aéreo de Passageiros em quebra generalizada na Europa E

Transporte Aéreo de Passageiros em quebra generalizada na Europa E 20 de Setembro, de 2010 TRANSPORTES EM FOCO Setembro de 2010 Transporte aéreo de passageiros em e na / Transporte Aéreo de Passageiros em quebra generalizada na Europa E em No contexto da crise económica

Leia mais

Boas Práticas Ambientais. Hotéis e Pousadas

Boas Práticas Ambientais. Hotéis e Pousadas Hotéis e Pousadas 2008 Índice Introdução Principais Resultados Utilização Racional de Energia Gestão de Resíduos Uso Eficiente da Água Certificação Ambiental Conceitos 2 Introdução A estratégia nacional

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal maio 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

DIRECÇÃO GERAL DO TURISMO DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE ESTUDOS E ESTRATÉGIA TURÍSTICOS DIVISÃO DE RECOLHA E ANÁLISE ESTATÍSTICA

DIRECÇÃO GERAL DO TURISMO DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE ESTUDOS E ESTRATÉGIA TURÍSTICOS DIVISÃO DE RECOLHA E ANÁLISE ESTATÍSTICA DIRECÇÃO GERAL DO TURISMO DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE ESTUDOS E ESTRATÉGIA TURÍSTICOS DIVISÃO DE RECOLHA E ANÁLISE ESTATÍSTICA Elaborado por: Cristina Curto Caria Coordenado por: Teresinha Duarte Seetteembrro..2004

Leia mais

O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO

O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO Vila Real, Março de 2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 4 CAPITULO I Distribuição do alojamento no Território Douro Alliance... 5 CAPITULO II Estrutura

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DA HOTELARIA DE PORTUGAL: INDICADORES DE MAIO MARCADOS POR EVENTOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

ASSOCIAÇÃO DA HOTELARIA DE PORTUGAL: INDICADORES DE MAIO MARCADOS POR EVENTOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS Lisboa, 30 de julho de 2014 ASSOCIAÇÃO DA HOTELARIA DE PORTUGAL: INDICADORES DE MAIO MARCADOS POR EVENTOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS Grande Lisboa puxou o mês A AHP Associação da Hotelaria de Portugal

Leia mais

I CONFERÊNCIA NACIONAL DE DIREITO DO TURISMO

I CONFERÊNCIA NACIONAL DE DIREITO DO TURISMO I CONFERÊNCIA NACIONAL DE DIREITO DO TURISMO Local: Auditório do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz Organização: APDC Direito do Consumo Data: 09 de Fevereiro de 2006 pelas 16 horas Palestra:

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO TURISMO DE LISBOA ANÁLISES DESTA EDIÇÃO DADOS DE AGOSTO 2014 EVOLUÇÃO DOS MERCADOS INFOGOLFE E CRUZEIROS INDÍCES POR REGIÃO

OBSERVATÓRIO DO TURISMO DE LISBOA ANÁLISES DESTA EDIÇÃO DADOS DE AGOSTO 2014 EVOLUÇÃO DOS MERCADOS INFOGOLFE E CRUZEIROS INDÍCES POR REGIÃO DO TURISMO DE LISBOA DADOS DE AGOSTO ANÁLISES DESTA EDIÇÃO EVOLUÇÃO DOS MERCADOS > Dados da Hotelaria > Cidade de Lisboa > Região de Lisboa INFOGOLFE E CRUZEIROS INDÍCES POR REGIÃO Os dados contidos nesta

Leia mais

Reino Unido BTL 2014. 1. O mercado. 2. Particularidades e Potencialidades. 3. A distribuição. 4. Os Players. 5. Promoção / Comunicação

Reino Unido BTL 2014. 1. O mercado. 2. Particularidades e Potencialidades. 3. A distribuição. 4. Os Players. 5. Promoção / Comunicação Reino Unido BTL 2014 1. O mercado 2. Particularidades e Potencialidades 3. A distribuição 4. Os Players 5. Promoção / Comunicação 6. Comercialização e Venda 7. Sugestões de abordagem 8. Discussão Economia

Leia mais

boletim trimestral - n.º 1 - junho 2013 algarve conjuntura turística

boletim trimestral - n.º 1 - junho 2013 algarve conjuntura turística boletim trimestral - n.º 1 - junho 2013 algarve conjuntura turística indicadores 1. Movimento de passageiros no aeroporto de Faro 1.1. Movimento total de passageiros 1.2. Passageiros desembarcados por

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal fevereiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9 pontos na UE e +0.5 pontos na Área Euro 1.

Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9 pontos na UE e +0.5 pontos na Área Euro 1. Jan-04 Jan-05 Jan-06 Jan-07 Jan-08 Jan-09 Jan-10 Jan-11 Jan-12 Análise de Conjuntura Fevereiro 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9

Leia mais

A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro

A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro 13 de janeiro de 2015 ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Dezembro de 2014 A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro Em 2014, o Índice de

Leia mais

Angola. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 146,4 milhares de turistas em 2012

Angola. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 146,4 milhares de turistas em 2012 Mercado emissor de 146,4 milhares de turistas em 2012 Os principais países de destino dos angolanos, em 2012, foram África do Sul (+21,7%), Brasil (+1,6%), Nigéria (+80,1%), E.U.A. (+29,9%) e Congo (-43,3%)

Leia mais

reconversão de empreendimentos turísticos

reconversão de empreendimentos turísticos reconversão de empreendimentos turísticos 01. Reconversão de Empreendimentos Turísticos Com o objectivo de requalificar a oferta turística nacional, foi aprovado um novo regime jurídico dos empreendimentos

Leia mais

Inventário Anual aos Estabelecimentos Hoteleiros 2012. Folha de Informação Rápida

Inventário Anual aos Estabelecimentos Hoteleiros 2012. Folha de Informação Rápida Inventário Anual aos Estabelecimentos Hoteleiros 2012 Folha de Informação Rápida 2013 Instituto Nacional de Estatística Estatísticas do Turismo 2012 Inventario Anual dos Estabelecimentos Hoteleiros Presidente

Leia mais

indicadores 1. Capacidade de alojamento na Hotelaria Global

indicadores 1. Capacidade de alojamento na Hotelaria Global boletim trimestral - n.º 4 - março 2014 algarve conjuntura turística indicadores 1. Capacidade de alojamento na Hotelaria Global 2. Hóspedes 2.1. Número total de hóspedes 2.2. Hóspedes por tipologia de

Leia mais

Timor-Leste. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 5,0 mil turistas em 2012

Timor-Leste. Mercado em Ficha. Mercado emissor de 5,0 mil turistas em 2012 Mercado emissor de 5,0 mil turistas em 2012 Os principais países de destino dos timorenses, em 2012, foram Austrália (78,9%), República da Coreia (16,3%), Nova Zelândia (2,9%), Israel (0,9%) e Bélgica

Leia mais

Obras concluídas e licenciadas com decréscimo menos acentuado

Obras concluídas e licenciadas com decréscimo menos acentuado Construção: Obras licenciadas e concluídas 4º Trimestre de 2015 - Dados preliminares 15 de março de 2016 Obras concluídas e licenciadas com decréscimo menos acentuado No 4º trimestre de 2015 os edifícios

Leia mais

O gasto médio diário dos não residentes entrevistados que visitaram Portugal foi 100,22

O gasto médio diário dos não residentes entrevistados que visitaram Portugal foi 100,22 31 de julho de 2014 Gastos Turísticos Internacionais 2013 O gasto médio diário dos não residentes entrevistados que visitaram Portugal foi 100,22 O gasto médio diário per capita (GMD pc ) dos visitantes

Leia mais

DESEMPENHO DA HOTELARIA DE SALVADOR - 2013

DESEMPENHO DA HOTELARIA DE SALVADOR - 2013 Superintendencia de Investimentos em Pólos Turisticos SUINVEST Diretoria de Planejamento e Estudos Econômicos DPEE DESEMPENHO DA HOTELARIA DE SALVADOR - 2013 Pesquisa SETUR Maio, 2014 1 DESEMPENHO DA HOTELARIA

Leia mais

Deslocações turísticas de residentes aumentaram

Deslocações turísticas de residentes aumentaram PROCURA TURÍSTICA DOS RESIDENTES 2º Trimestre 2013 31 de outubro de 2013 Deslocações turísticas de residentes aumentaram Entre abril e junho de 2013, os residentes em Portugal efetuaram 3,9 milhões de

Leia mais

Venezuela. Dossier de Mercado. Maio 2008

Venezuela. Dossier de Mercado. Maio 2008 Venezuela Dossier de Mercado Maio 2008 Venezuela Dossier de Mercado (Maio 2008) Índice 1. O País...3 1.1 Venezuela em Ficha...3 1.2 Organização Política e Administrativa...4 1.3 Situação Económica...5

Leia mais

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO CRITÉRIOS DE INSERÇÃO DE PROJECTOS NO PÓLO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA TURISMO 2015 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTO ELEGÍVEIS 1. No âmbito dos

Leia mais

BOLETIM ESTATÍSTICO MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO Nº7 - DEZEMBRO 2007

BOLETIM ESTATÍSTICO MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO Nº7 - DEZEMBRO 2007 BOLETIM ESTATÍSTICO Nº7 - DEZEMBRO 2007 MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO EDITORIAL Com a publicação do número correspondente ao último quadrimestre do ano iniciamos também a edição, no

Leia mais

Ocupação em Empreendimentos Turísticos. Taxa de ocupação-quarto 2012

Ocupação em Empreendimentos Turísticos. Taxa de ocupação-quarto 2012 Ocupação em Empreendimentos Turísticos Taxa de ocupação-quarto 2012 Ocupação em Empreendimentos Turísticos Síntese A taxa de ocupação-quarto registada no país, em 2012, foi de 51,5%, com os residentes

Leia mais

O Setor da Construção em Portugal 2011

O Setor da Construção em Portugal 2011 O Setor da Construção em Portugal 2011 1º semestre FEVEREIRO 2012 Ficha Técnica Título: Relatório Semestral do Setor da Construção em Portugal 1º Sem. 2011 Autoria: Catarina Gil Coordenação Geral: Pedro

Leia mais

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP PME em Números PME em Números 1 Nota introdutória De acordo com o disposto na definição europeia 1, são classificadas como PME as empresas com menos de 250 trabalhadores cujo volume de negócios anual não

Leia mais

Reino Unido. Mercado em Ficha. mercado emissor de 56,5 milhões de turistas em 2012, com 5,1% de quota mundial

Reino Unido. Mercado em Ficha. mercado emissor de 56,5 milhões de turistas em 2012, com 5,1% de quota mundial North Eastern Scotland 39.300 PIB per Capita (2º) mercado emissor de 56,5 milhões de turistas em 2012, com 5,1% de quota mundial 2.º mercado da procura externa para Portugal, enquanto gerador de receitas

Leia mais

Seminário. 12 novembro 2013. Iniciativa conjunta INE LNEC

Seminário. 12 novembro 2013. Iniciativa conjunta INE LNEC Seminário 12 novembro 2013 Iniciativa conjunta INE LNEC Casa própria ou arrendamento perfil da ocupação residencial emportugal Bárbara Veloso INE 12 novembro 2013 Iniciativa conjunta INE LNEC Sumário Aumentaram

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE JULHO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE JULHO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento JULHO 2013 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde setembro de 2006,

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

Taxa de Ocupação atinge 80,69% e registra o melhor resultado para um mês de abril

Taxa de Ocupação atinge 80,69% e registra o melhor resultado para um mês de abril TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, em parceria com Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro Abril de 2012 Taxa

Leia mais

O sector do turismo no Algarve

O sector do turismo no Algarve O sector do turismo no Algarve Destino turístico Algarve Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) - Linhas orientadoras para o Algarve - Principais recursos: (não exaustivo) Praias e falésias Campos

Leia mais

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 37 38 3.1. Introdução Para a interpretação dos dados de saúde, quer de morbilidade quer de mortalidade, e nomeadamente para, com base nesses dados, se fazer o planeamento

Leia mais

Belux. Campanha de Promoção Conjunta Turismo de Portugal & Brussels Airlines

Belux. Campanha de Promoção Conjunta Turismo de Portugal & Brussels Airlines Belux Campanha de Promoção Conjunta Turismo de Portugal & Brussels Airlines 1. O Mercado Emissor da Bélgica Em 2008, no quadro global da procura turistica para Portugal, a Bélgica foi o décimo mercado

Leia mais