A angariação de fundos para as organizações sem fins lucrativos tornou-se um tema fundamental na sociedade atual.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A angariação de fundos para as organizações sem fins lucrativos tornou-se um tema fundamental na sociedade atual."

Transcrição

1 A angariação de fundos para as organizações sem fins lucrativos tornou-se um tema fundamental na sociedade atual. Pela constatação deste facto e, ainda, pelos pedidos concretos de instituições acerca do como fazer esta angariação, surgiu, há mais de 7 anos, a procura dos locais, pessoas, conferências e publicações, que pudessem ajudar a responder capazmente a este assunto. E é assim que nasce um estudo desenvolvido nos últimos anos maioritariamente em Portugal, tendo dado origem a uma tese de doutoramento 1. Logo à partida, um conjunto de perguntas inquietantes estiveram presentes: Os portugueses são generosos? Quem dá mais? Os donativos dos particulares são importantes para a sustentabilidade das organizações de solidariedade social? Em que medida? O que fazem as organizações para captar donativos? Quer isto dizer que este conjunto de inquietações tornou-se premente também no contexto português: as organizações sem fins lucrativos, incluindo as religiosas, têm crescentes desafios na obtenção de donativos particulares. As mudanças que terão originado este estado de coisas, são, entre outras, uma maior variedade de escolha para os doadores potenciais, a diminuição do apoio do público, o aumento da concorrência para doações, ou a complexidade na gestão destas fontes de receitas. Como já referido, as organizações religiosas também sentem estes crescentes desafios na obtenção de doações e, a adicionar às razões agora mesmo expostas, a sua diminuição de donativos de particulares surge diretamente ligado ao declínio na frequência da igreja. E por causa destas considerações, o grande objetivo do presente estudo é propor recomendações às organizações sem fins lucrativos para angariarem fundos, sendo colocado um maior ênfase nas organizações religiosas. Também é objetivo medir as práticas de donativos das pessoas religiosas, religiosas mas que não vão à igreja, e seculares. Por último, pretende-se questionar pressupostos debatidos em torno do altruísmo e da ação prosocial, sendo estes temas imensamente debatidos e as respostas dadas variando consoante as situações de estudo. Então, qual foi a grande questão de investigação à qual se procurou responder? De forma sumária, procurou responder-se à seguinte pergunta: como é que a motivação, o comportamento prosocial, a afiliação religiosa, e a religiosidade influenciam as práticas de donativos. As práticas de donativos dizem respeito à frequência e ao montante do donativo de um indivíduo a uma organização sem fins lucrativos, e também ao tipo da organização religiosa ou secular que o doador apoia. A motivação do doador é aferida através do binário altruísmo-egoísmo. O comportamento prosocial do doador é identificado pelos atos de voluntarismo e compaixão. A afiliação religiosa do doador especifica a adesão de um indivíduo 1 Tese de doutoramento: Abreu, Madalena Eça de DRIVERS OF DONATIONS PRACTICES: ALTRUISM AND RELIGIOSITY REVISITED (OS DETERMINANTES DAS PRÁTICAS DE DONATIVOS: REVISITANDO O ALTRUÍSMO E A RELIGIOSIDADE), PhD in Management, Specialization in Marketing, ISCTE-IUL, Department of Marketing Página 1

2 a um grupo religioso em particular. A religiosidade do doador trata de aspetos psicológicos das atividades religiosas. Estando identificadas as grandes variáveis a serem trabalhadas, o estudo foi desenvolvido em duas grandes fases. A primeira, entre Agosto de 2007 a Setembro de 2008, foi dedicada a entrevistas em profundidade, entre Portugal (Fátima, Lisboa e Coimbra) e Inglaterra (Bristol e Londres e arredores). Foram entrevistadas 34 pessoas, entre peregrinos, voluntários e empregados de organizações sem fins lucrativos, alunos universitários, e professores do ensino secundário e universitário. Numa segunda fase, procedeu-se a um survey: e foi assim que durante o ano de 2010, 1,697 instituições portuguesas de solidariedade foram contactadas, tendo 612 doadores respondido ao questionário disponibilizado online. E qual o perfil destes doadores? 34% dos participantes eram do sexo masculino, a idade variou de 15 a 77 anos e a média de idade foi de 37 (36,7) anos. Através das seguintes imagens conseguimos obter uma breve descrição destas pessoas. Já em jeito de conclusão, este estudo sustenta que o altruísmo é a base das práticas de donativos, e que a religiosidade é uma variável subjacente que parcialmente determina as práticas de donativos. Alias, os resultados mostram que, nas práticas de donativos, o altruísmo está mais enraizado nas pessoas religiosas. E ainda que o voluntarismo é um forte determinante de quem é doador. Considerando o contributo para o marketing e angariação de fundos das organizações de solidariedade, quer religiosas quer seculares: parece ser crucial que o doador pertença a uma denominação religiosa e/ou ter um elevado nível de religiosidade; pode também ser um doador Página 2

3 aquele que apresenta um elevado grau de voluntarismo. E ainda, há que ter em conta que a a idade é fator determinante nos donativos (as pessoas mais velhas dão mais donativos e também dão para todo o tipo de organizações). Mas vejamos estes resultados com algum detalhe. Quem são os doadores? O doador regular é aquele que é religioso, com mais de 29 anos, e tem um elevado nível de voluntarismo. O doador que faz donativos só para as organizações seculares, é secular, apresenta um nível médio de religiosidade e a sua idade é superior 39 anos. O doador que faz donativos para ambos os tipos de organizações, é o religioso que não vai à igreja, e que apresenta um elevado nível de altruísmo. Quando as organizações procuram donativos de montante elevado, podem dirigir-se a doadores seculares ou religiosos, e que detêm um elevado nível de religiosidade. O estudo demonstrou também que o altruísmo é uma motivação muito maior para dar do que o altruísmo: numa escala de 1 a 5, o valor do altruísmo é maior (3.4) do que o egoísmo (1.7). Por conseguinte, pode afirmar-se que o egoísmo é um fraco determinante das práticas de donativos, além de que os doadores que dão motivados pelo egoísmo tendem a dar donativos de montante baixo. Ao contrário, o altruísmo influencia os doadores a serem mais regulares nos seus donativos, e ainda a darem donativos de montante mais elevados. No respeitante aos tipos de comportamento prosocial medidos neste estudo, a compaixão apresenta valores bastante mais elevados do que o voluntarismo (a média da compaixão é de 4 e a do voluntarismo é de 2.5). No entanto, o nível de compaixão apenas determina positivamente a tendência para um doador ser regular. Da forma diferente, os doadores com elevado nível de voluntarismo: são doadores regulares; dão donativos de montante mais elevados; e dão para ambos os tipos de organizações. Atendendo agora às relações entre afiliação religiosa que o doador afirma ter e as suas práticas de donativos, os resultados foram os seguintes. Sobre os doadores religiosos, sabe-se que: 81.3%: os que dão mais vezes um donativo de montante elevado 86%: os que dão mais regularmente 60.5%: dão para todos os tipos de organizações (quer religiosas quer seculares) De forma distinta, os doadores seculares: 78.9%: os que dão mais regularmente a organizações seculares Página 3

4 4.2%: raramente escolhem uma organização religiosa para as suas doações E qual a influencia da idade nas práticas de donativos? Sem dúvida, os doadores mais velhos são os mais interessantes para estas organizações. Senão, vejamos: 93% com idades entre são doadores regulares 92% com mais de 65 dão donativos de montante mais elevados 78% com idades entre dão para ambos os tipos de organizações Este estudo não mostrou existirem grandes diferenças entre homens e mulheres no que toca a práticas de donativos. No entanto, as mulheres tendem a escolher, ou uma organização religiosa ou um secular, em oposição aos homens, já que estes dão indiferentemente para qualquer tipo de organização. Os homens são ligeiramente mais regulares nos seus donativos do que as mulheres. Relativamente às práticas de donativos, estes 612 doadores atuam da forma como a seguir se expressa nas seguintes imagens: Página 4

5 Ainda no que concerne ao montante de donativos, chegou-se à seguinte conclusão: O donativo de 51 a 200 euros é o valor máximo dado por um doador que só dá para uma organização religiosa. O donativo de 21 a 50 euros foi o maior que é dado quando o doador só dá para uma organização secular. O donativo de mais de 200 euros é o maior que é dado quando o doador dá a ambos os tipos de organizações. Particularmente para as organizações religiosas, quer direta ou indiretamente, ficam as seguintes ideias: Na gestão das atividades de angariação de fundos deve-se atender à importância do fator religiosidade, já que forte relação entre as diferentes dimensões de uma pessoa, enquanto vivendo e experimentando a sua religião e sua disposição para práticas de donativos. Os doadores religiosos, e também aqueles para quem a religiosidade desempenha um papel importante, são os que tendem a ser doadores regulares e a dar a doação de valor mais elevado. Existe uma forte relação entre religiosidade e voluntarismo nas organizações: as pessoas que estão envolvidas nas atividades da igreja tendem a dar mais. Fato importante a considerar na estratégia de angariação de fundos de uma organização: podem desenvolver formas para que os seus membros sejam envolvidos na angariação de fundos, obtendo mais donativos e um compromisso dos doadores em campanhas futuras. Estes grupos de doadores religiosos podem ser abordados quer por organizações religiosas quer pelas seculares, e assim aconselhamos estas organizações a fortalecer os seus laços e esforços e trabalhar mais em sinergia. Página 5

6 Por último, deixam-se as grandes conclusões deste estudo, tendo em conta as questões de partida. Existência de altruísmo como um forte determinante das práticas de donativos. O altruísmo tem um efeito totalmente oposto do que o egoísmo como motivação para a doação: o altruísmo influencia positivamente as práticas de donativos, enquanto o egoísmo influencia negativamente as práticas de donativos. O voluntarismo influencia positivamente a frequência de donativos e o nível dos donativos. Os doadores religiosos são diferentes dos doadores não-religiosos. A religião, quer medida pela afiliação religiosa, prática, crenças ou pela forma como é experienciada, tem um grande impacto sobre as práticas de donativos. As pessoas mais velhas tendem a dar mais, a serem mais regulares nas suas doações, e a escolher mais tipos de organizações. Aqueles que dão o seu tempo e dinheiro para as organizações religiosas são mais propensos a dar a instituições seculares. Os doadores religiosos são os mais generosos (quer pelo montante doado quer pelo fato de serem mais regulares), e para ambos os tipos de organizações. Breve glossário para este estudo: DONATIVO: A dádiva monetária de um doador individual para uma instituição de solidariedade, sendo um subtipo de comportamento pró-social. O QUE LEVA UMA PESSOA A FAZER UM DONATIVO? Normas morais e sociais, preocupar-se com os outros, crenças religiosas ou políticas, código de ética, reconhecimento social, ou altruísmo. ALTRUÍSMO: A motivação quando o objetivo é beneficiar os outros. COMPORTAMENTO PROSOCIAL: Comportamento intencional e voluntário valorizado pela sociedade referindo-se a ações que beneficiam outras pessoas, como ajudar, partilhar, o altruísmo, a solidariedade, a cooperação, doar, ser sensível e recetivo, o voluntariado ou a compaixão. COMPAIXÃO: Desejo de aliviar o sofrimento do outro podendo originar ações pro-sociais como compartilhar, cuidar, dar, amar, servir e apoiar. VOLUNTARIADO: Comportamento que envolve uma ação pró-social no contexto organizacional, que está prevista e que continua durante um período prolongado. Página 6

7 RELIGIOSIDADE: Mede a experiência pessoal da religião e a intensidade de comportamentos religiosos de um indivíduo em dimensões como a prática, a crença, o ritual, a experiência, e as consequências para a vida, sendo determinante dos donativos particulares. AFILIAÇÃO RELIGIOSA: Adesão dos indivíduos a um determinado grupo religioso, podendo-se subdividir no contexto da sociedade portuguesa em: religioso, religioso que não vai à igreja, secular. PRÁTICAS DE DONATIVOS: subdivide-se em: Frequência de doações doador regular (pelo menos 1 vez ano) doador não regular Tipo de organização organização religiosa organização secular Ambos os tipos de organizações Nível de doações Valor alto ( euros ou mais) Baixo valor (20 euros ou menos 5 GRUPOS DE ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS: (a) Fundações; (b) Santas Casas de Misericórdia; (c) Organizações Não-governamentais de Cooperação para o Desenvolvimento; (d) Associações + Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS); (e) Museus Página 7

D9. DOSSIER DE RESULTADOS DO IV WORKSHOP. Serviços para animação de workshops de empreendedorismo cultural PR-02199

D9. DOSSIER DE RESULTADOS DO IV WORKSHOP. Serviços para animação de workshops de empreendedorismo cultural PR-02199 Serviços para animação de workshops de empreendedorismo cultural PR-02199 novembro 2014 ÍNDICE 1. ENQUADRAMENTO... 2 1.1 Objetivos... 2 1.2 Metodologia de trabalho... 2 2. RESULTADOS IV WORKSHOP... 4 2.1

Leia mais

Identificação do projeto

Identificação do projeto Seção 1 Identificação do projeto ESTUDO BÍBLICO Respondendo a uma necessidade Leia Neemias 1 Neemias era um judeu exilado em uma terra alheia. Alguns dos judeus haviam regressado para Judá depois que os

Leia mais

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,

Leia mais

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção O QUE ESPERAR DO SVE Programa Juventude em Acção KIT INFORMATIVO Parte 1 Maio de 2011 Introdução Este documento destina-se a voluntários e promotores envolvidos no SVE. Fornece informações claras a voluntários

Leia mais

O tipo de negócio e a inserção na sociedade Andorrana do empreendedor emigrante português

O tipo de negócio e a inserção na sociedade Andorrana do empreendedor emigrante português O tipo de negócio e a inserção na sociedade Andorrana do empreendedor emigrante português Alice Virgínia Parta (1), Paula Cristina Remoaldo (2), Maria Ortletinda Goncalves (3) 1-Universidade do Minho prata.alice@hotmail.com

Leia mais

i9social Social Innovation Management Sobre

i9social Social Innovation Management Sobre i9social Social Innovation Management A inovação social é uma solução inovadora para um problema social, que é mais eficaz, eficiente e sustentável do que as soluções existentes, e a qual incrementa a

Leia mais

World Café: Interligar para vencer

World Café: Interligar para vencer World Café: Interligar para vencer Principais Reflexões Tais reflexões resultam de uma sessão intitulada World Café: Interligar para vencer que ocorreu na Cruz Vermelha Portuguesa Centro Humanitário de

Leia mais

É recomendável ordenar e responder apenas àquelas perguntas que podem efetivamente contribuir para um aprofundamento da análise da organização.

É recomendável ordenar e responder apenas àquelas perguntas que podem efetivamente contribuir para um aprofundamento da análise da organização. Roteiro de Apoio Análise da Sustentabilidade Institucional Antonio Luiz de Paula e Silva alpsilva@fonte.org.br 1 O presente documento apresenta uma série de perguntas para ajudar no levantamento de dados

Leia mais

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015]

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Introdução As Organizações da Aliança Global Wycliffe desejam expressar a unidade e a diversidade do Corpo

Leia mais

Plano de Atividades 2014

Plano de Atividades 2014 ADRA PORTUGAL Plano de Atividades 2014 Rua Ilha Terceira, 3 3º 100-171 LISBOA Telefone: 213580535 Fax: 213580536 E-Mail: info@adra.org.pt Internet: www.adra.org.pt Introdução A ADRA (Associação Adventista

Leia mais

PASSO 6 Planejamento de ações

PASSO 6 Planejamento de ações PASSO 6 Planejamento de ações Assegure-se que haja enfoque e tempo suficientes para este último passo. Se vulnerabilidades e capacidades forem levantadas em relação a diferentes ameaças de desastres, mas

Leia mais

Marketing directo Março de 2015

Marketing directo Março de 2015 Marketing directo Março de 2015 INSTITUTIONAL STRAPLINE! Para quem O que comunicar Porquê comunicar Quando comunicar Estratégia Mensuração Direccionado Quantificação Meios diversos Marketing directo Interactividade

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA PROGRAMA VOLUNTARIADO. Regulamento do Voluntariado

REGULAMENTO INTERNO PARA PROGRAMA VOLUNTARIADO. Regulamento do Voluntariado REGULAMENTO INTERNO PARA PROGRAMA DE VOLUNTARIADO Índice 1. Enquadramento... 3 2. Definição... 3 3. Princípios... 4 4. Objetivos... 4 5. Direitos... 4 6. Deveres... 5 7. Inscrição... 7 8. Candidatura...

Leia mais

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall REDE SOCIAL DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Social Parte 3.7 protecção social E Acção social O artigo 63º da Constituição da República Portuguesa estabelece que ( ) incumbe

Leia mais

A Comunicação Estratégica. no âmbito da Mudança Organizacional

A Comunicação Estratégica. no âmbito da Mudança Organizacional A Comunicação Estratégica no âmbito da Mudança Organizacional Entrevista 1 Organização A Caracterização da Organização e Entrevistado Tipo ORGANIZAÇÃO - A Instituição Particular de Solidariedade Social,

Leia mais

eficiência energética. Quando a sustentabilidade dá lugar a novos negócios

eficiência energética. Quando a sustentabilidade dá lugar a novos negócios VAMOS Ouvir 1 VAMOS Ouvir O setor financeiro, em particular o setor bancário, está sujeito a um intenso escrutínio, fortes pressões reputacionais e regulatórias, num ambiente de conjuntura económica e

Leia mais

Regulamento de Taxas da Freguesia de Santo António

Regulamento de Taxas da Freguesia de Santo António PREÂMBULO As taxas das autarquias locais, nos termos do artigo 3.º da Lei n.º 53 -E/2006, de 29 de dezembro, são tributos que assentam na prestação concreta de um serviço público local, na utilização privada

Leia mais

Voluntariado Empresarial

Voluntariado Empresarial Voluntariado Empresarial Agenda 09:00-09:10 Abertura e Introdução ao tema Voluntariado Empresarial 09:10 09:30 Jogo de Palavras conceito trabalho em grupos 09:30 10:15 Apresentação dos grupos e síntese

Leia mais

Volume e qualificação de emprego. O papel do Grupo Unifloresta na dinamização da economia local. Unimadeiras

Volume e qualificação de emprego. O papel do Grupo Unifloresta na dinamização da economia local. Unimadeiras Volume e qualificação de emprego O papel do Grupo Unifloresta na dinamização da economia local Unimadeiras INDICE 1. Volume de emprego 1.1 Caraterização do trabalho florestal 1.2 Emprego direto 1.2.1 Trabalhadores

Leia mais

DESCRITOR DA PRÁTICA Sistema de Reconhecimento e Referenciação de Processos de Qualificação e de Profissionais para Entidades da Economia Social

DESCRITOR DA PRÁTICA Sistema de Reconhecimento e Referenciação de Processos de Qualificação e de Profissionais para Entidades da Economia Social ANEXO 1 - DESCRITOR DA PRÁTICA PRÁTICA para Reconhecimento e/ou referenciação Quer? Reconhecer Referenciar X É da Rede Animar? Sim Não X Entidade Responsável pela Prática: Pessoa de Contato na Entidade:

Leia mais

RESPOSTA DA ZON À CONSULTA PÚBLICA DO GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA, EM ARTICULAÇÃO COM O ICP-ANACOM, RELATIVA AO PROCESSO

RESPOSTA DA ZON À CONSULTA PÚBLICA DO GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA, EM ARTICULAÇÃO COM O ICP-ANACOM, RELATIVA AO PROCESSO RESPOSTA DA ZON À CONSULTA PÚBLICA DO GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA, EM ARTICULAÇÃO COM O ICP-ANACOM, RELATIVA AO PROCESSO DE DESIGNAÇÃO DO(S) PRESTADOR(ES) DO SERVIÇO UNIVERSAL DE COMUNICAÇÕES ELETRÓNICAS

Leia mais

Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores

Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores A realização de pré-testes antes da distribuição dos materiais de extensão rural é um processo importante no desenvolvimento

Leia mais

#ElesPorElas. Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Kit de Ação

#ElesPorElas. Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Kit de Ação #ElesPorElas Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Kit de Ação INTRODUÇÃO Este Kit de Ação foi desenvolvido para orientar a implementação geral do movimento

Leia mais

3 Motivações para Doar

3 Motivações para Doar 3 Motivações para Doar As pessoas podem fazer donativos de diversas formas. Podem doar dinheiro, bens e presentes, podem ceder o seu tempo de forma voluntária. As doações em dinheiro tanto podem ser efectuadas

Leia mais

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo 2013 Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo Ana Fonseca, Bárbara Nazaré e Maria Cristina Canavarro Pontos de interesse especiais: Porque

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS NAMORADOS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS NAMORADOS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS NAMORADOS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG 31/05/2012 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS NAMORADOS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG

Leia mais

O QUE É O PROJETO? Ponto de encontro entre quem tem alguma coisa para DAR... ... e quem precisa de RECEBER. 20-06-2014

O QUE É O PROJETO? Ponto de encontro entre quem tem alguma coisa para DAR... ... e quem precisa de RECEBER. 20-06-2014 0-06-04 O QUE É O PROJETO? Ponto de encontro entre quem tem alguma coisa para DAR...... e quem precisa de RECEBER. Plataforma online - www.darereceber.pt - para encaminhar situações de necessidade. 0-06-04

Leia mais

01 de Novembro de 2013. Construção

01 de Novembro de 2013. Construção 01 de Novembro de 2013 Construção Revista de Imprensa 01-11-2013 1. (PT) - Diário de Notícias, 01/11/2013, Soares da Costa ganha obra nos EUA 1 2. (PT) - Exame, 01/11/2013, A força do betão 2 3. (PT) -

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

FUNDO PARA AS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS EM PORTUGAL COMPONENTE AMBIENTE

FUNDO PARA AS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS EM PORTUGAL COMPONENTE AMBIENTE Guia do Formulário de Candidatura Anexo I ao REGULAMENTO do PROJECTO GESTÃO GLOBAL DO FUNDO ONG COMPONENTE AMBIENTE PT0033 FUNDO PARA AS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS EM PORTUGAL COMPONENTE AMBIENTE

Leia mais

Museus como plataformas para a inovação social:

Museus como plataformas para a inovação social: Museus como plataformas para a inovação social: Projecto-piloto educativo em espaços culturais Um projecto-piloto para jovens em situação de vulnerabilidade e exclusão social a desenvolver em colaboração

Leia mais

OS CIDADÃOS EUROPEUS e a PROPRIEDADE INTELECTUAL: PERCEÇÃO, TOMADA DE CONSCIÊNCIA E COMPORTAMENTO SUMÁRIO EXECUTIVO

OS CIDADÃOS EUROPEUS e a PROPRIEDADE INTELECTUAL: PERCEÇÃO, TOMADA DE CONSCIÊNCIA E COMPORTAMENTO SUMÁRIO EXECUTIVO OS CIDADÃOS EUROPEUS e a PROPRIEDADE INTELECTUAL: PERCEÇÃO, TOMADA DE CONSCIÊNCIA E COMPORTAMENTO SUMÁRIO EXECUTIVO OS CIDADÃOS EUROPEUS e a PROPRIEDADE INTELECTUAL: PERCEÇÃO, TOMADA DE CONSCIÊNCIA E COMPORTAMENTO

Leia mais

APADRINHAMENTO. Normas do Programa de Apadrinhamento

APADRINHAMENTO. Normas do Programa de Apadrinhamento APADRINHAMENTO O programa de apadrinhamento da Fundação Salesianos, através do seu Programa Dom Bosco Projeto Vida, é uma iniciativa de angariação de padrinhos/madrinhas que, individualmente ou em grupo,

Leia mais

Apresentação do Manual de Gestão de IDI

Apresentação do Manual de Gestão de IDI Seminário Final do Projeto IDI&DNP Coimbra 31 de março Miguel Carnide - SPI Conteúdos. 1. O CONCEITO DE IDI (INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO) 2. OVERVIEW DO MANUAL 3. A NORMA NP 4457:2007 4. A

Leia mais

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator

Leia mais

Estudo sobre a Uber em Portugal- Aferição da perceção dos consumidores em relação ao serviço e à marca

Estudo sobre a Uber em Portugal- Aferição da perceção dos consumidores em relação ao serviço e à marca Estudo sobre a Uber em Portugal- Aferição da perceção dos consumidores em relação ao serviço e à marca 20 Agosto 2015, versão sumário Estudo realizado pelo CEA-Centro de Estudos Aplicados da Católica Lisbon-

Leia mais

Promover a sensibilização ambiental nos nossos centros comerciais no Brasil

Promover a sensibilização ambiental nos nossos centros comerciais no Brasil Promover a sensibilização ambiental nos nossos centros comerciais no Brasil Sonae Sierra O nosso compromisso para com o ambiente vai das nossas próprias operações até às ações dos nossos visitantes e lojistas.

Leia mais

Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral

Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral Factos rápidos Países: Lesoto, Malawi, Moçambique, África do Sul Avaliação final Modo de avaliação: Independente

Leia mais

Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL

Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL Começo por agradecer a todos terem vindo a este seminário. Em especial à Senhora Secretária de Estado que muito nos honra com a sua presença

Leia mais

REGULAMENTO DA LOJA SOCIAL DA FREGUESIA DE OLIVAIS

REGULAMENTO DA LOJA SOCIAL DA FREGUESIA DE OLIVAIS REGULAMENTO DA LOJA SOCIAL DA FREGUESIA DE OLIVAIS Página 1 PREÂMBULO Num contexto marcado por uma profunda crise económica e social, que origina o crescente aumento de situações de pobreza e exclusão

Leia mais

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria Agentes Financiadores Notícias e atualidades sobre Agentes Financiadores nacionais e internacionais página inicial A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maio 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Edição e propriedade

Leia mais

Prefeitura Municipal de Botucatu

Prefeitura Municipal de Botucatu I- Identificação: Projeto Empresa Solidária II- Apresentação : O Fundo Social de Solidariedade é um organismo da administração municipal, ligado ao gabinete do prefeito, que atua em diversos segmentos

Leia mais

Loja Social da Junta de Freguesia de Olivais

Loja Social da Junta de Freguesia de Olivais Capítulo 88 Loja Social da Junta de Freguesia de Olivais MR.003.01.Vers.1.0.a Página 1 de 11 Conteúdo Preâmbulo... 3 Disposições Gerais... 4 Artigo 1.º Âmbito... 4 Artigo 2.º Objetivos... 4 Artigo 3.º

Leia mais

O que a Bíblia diz sobre o dinheiro

O que a Bíblia diz sobre o dinheiro Seção 2 O que a Bíblia diz sobre o A questão do e das posses é mencionada muitas vezes na Bíblia. Esta seção examina o que a Bíblia nos ensina sobre a nossa atitude para com o. Ela vai nos ajudar a considerar

Leia mais

Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoactivas na População Portuguesa - 2001

Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoactivas na População Portuguesa - 2001 CEOS, Investigações Sociológicas, FCSH, UNL 1 Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoactivas na População Portuguesa - 2001 Casimiro Balsa Tiago Farinha Cláudia Urbano André Francisco A- APRESENTAÇÃO

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos IMPORTÂNCIA DO GUIA PMBOK [01] Grandes organizações, notadamente aquelas que chamamos de multinacionais, trabalham

Leia mais

Carta do Movimento Paz & Proteção

Carta do Movimento Paz & Proteção Carta do Movimento Paz & Proteção A infância é considerada merecedora de proteção especial por todas as religiões do mundo. A violência contra crianças e adolescentes, assim como a exploração e o abuso,

Leia mais

Visão de Futuro 2010. F3M Information Systems, S.A.

Visão de Futuro 2010. F3M Information Systems, S.A. 1 Reunir várias entidades do sector óptico nacional e discutir o futuro do sector bem como os temas cruciais para os empresários e intervenientes da área foram os objectivos do evento Visão de Futuro 2010,

Leia mais

Princalculo Contabilidade e Gestão. Comércio Investe"

Princalculo Contabilidade e Gestão. Comércio Investe Comércio Investe" A medida "Comércio Investe", estruturada no âmbito do Fundo de Modernização do Comércio, representa uma nova fase de apoio à atividade comercial, marcada pela Simplificação de processos

Leia mais

Vogal de Caridade Cadernos de Serviços

Vogal de Caridade Cadernos de Serviços Vogal de Caridade Cadernos de Serviços Nome: Conselho Local / Regional / Nacional Centro Local: Vicente de Paulo foi um homem aberto a Deus e aos homens, daí ser chamado o santo da caridade. Homem humano,

Leia mais

ASOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DOS PROFESSORES

ASOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DOS PROFESSORES Estatuto - Art.1º (Identidade da Associação) 1. A Associação de Solidariedade Social dos Professores, referida neste Estatuto pela sigla ASSP ou apenas por Associação, é uma pessoa colectiva de direito

Leia mais

Introdução às Auditorias SMETA: Auditorias Éticas de Práticas Laborais na Cadeia de Abastecimento

Introdução às Auditorias SMETA: Auditorias Éticas de Práticas Laborais na Cadeia de Abastecimento Introdução às Auditorias SMETA: Auditorias Éticas de Práticas Laborais na Cadeia de Abastecimento Intertek Portugal Rua Antero de Quental 221-S.102 Perafita-Matosinhos, 4455-586 Porto info.portugal@intertek.com

Leia mais

STC5 Redes de informação e comunicação

STC5 Redes de informação e comunicação STC5 Redes de informação e comunicação João Paulo Ferreira Técnico de organização de eventos Modulo: STC5 Redes de informação e comunicação Formador: Hélder Alvalade 0 Índice Introdução... 2 Desenvolvimento...

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTUDO 100-YEAR VISION 2016

PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTUDO 100-YEAR VISION 2016 PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTUDO 100-YEAR VISION 2016 Proporcionando Acesso ao Ensino Superior a Órfãos da África Subsaariana A Ashinaga é uma ONG sem fins lucrativos sedeada no Japão, e que proporciona apoio

Leia mais

Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho

Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho REGULAMENTO DA 4ª EDIÇÃO DO CONCURSO "BES REALIZE O SEU SONHO" Capítulo I - Introdução e Objetivos 1.º(Introdução e Objetivos) O Concurso Realize o Seu

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO CÓDIGO DE ÉTICA DA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO 0 ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO... 2 2 - ABRANGÊNCIA... 2 3 - PRINCÍPIOS GERAIS... 2 4 - INTEGRIDADE PROFISSIONAL E PESSOAL... 3 5 - RELAÇÕES COM

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE CARÁTER EVENTUAL

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE CARÁTER EVENTUAL Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE CARÁTER EVENTUAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/6 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Guião N 40 Subsídio de Caráter Eventual

Leia mais

ORadioActive é um projeto educativo que

ORadioActive é um projeto educativo que 80 anos da Rádio Projeto RadioActive Aprender a fazer rádio aprender para a vida Ensinar crianças e jovens em contextos desfavorecidos a produzir rádio é um dos objectivos do RadioActive, um projeto que

Leia mais

Encontro a propósito do inquérito do Sínodo dos Bispos sobre a família

Encontro a propósito do inquérito do Sínodo dos Bispos sobre a família METANOIA em Lisboa Encontro a propósito do inquérito do Sínodo dos Bispos sobre a família Algumas notas a partir da reflexão havida no dia 13 de dezembro de 2013 na qual participaram 43 pessoas Contexto

Leia mais

CANDIDATURA ROCK n LAW 2015

CANDIDATURA ROCK n LAW 2015 CANDIDATURA ROCK n LAW 2015 25 de Março de 2015 Caro Candidato, O Rock n Law é uma iniciativa conjunta de várias Sociedades de Advogados que promove anualmente um concerto com bandas compostas por elementos

Leia mais

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Por Zilda Knoploch, presidente da Enfoque Pesquisa de Marketing Este material foi elaborado pela Enfoque Pesquisa de Marketing, empresa

Leia mais

Foco: Mulheres beneficiárias do Programa Bolsa Família

Foco: Mulheres beneficiárias do Programa Bolsa Família Projeto de Educação Financeira de Adultos Foco: Mulheres beneficiárias do Programa Bolsa Família Relatório Parcial A AEF-Brasil é uma entidade da sociedade civil que promove e executa ações transversais

Leia mais

O CNPV. e as Estruturas Locais de Voluntariado. 4 de Dezembro de 2009 Cláudia Amanajás

O CNPV. e as Estruturas Locais de Voluntariado. 4 de Dezembro de 2009 Cláudia Amanajás O CNPV e as Estruturas Locais de Voluntariado 4 de Dezembro de 2009 Cláudia Amanajás As Origens do Voluntariado O Voluntariado sempre existiu. Nuns casos, de maneira difusa, noutros de forma organizada.

Leia mais

Rendimentos e despesas das famílias europeias

Rendimentos e despesas das famílias europeias Insights precisos para o crescimento europeu Rendimentos e despesas das famílias europeias Como está a crise a afetar a vida quotidiana? Think... nº 6 Janeiro 2013 TNS 2013 Insights precisos para o crescimento

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Índice Apresentação... 3 Principais Objectivos do Código... 3 Finalidade do Código de Ética... 4 Âmbito de Aplicação... 4 Serviço Público... 4 Missão... 5 Visão... 5 Responsabilidade

Leia mais

PROTOCOLO BANCO DE MEDICAMENTOS RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

PROTOCOLO BANCO DE MEDICAMENTOS RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES PROTOCOLO BANCO DE MEDICAMENTOS RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. Como posso aderir ao Banco de Medicamentos? Para aderir ao Banco de Medicamentos, a empresa deverá inscrever-se na Plataforma através

Leia mais

Sumário Executivo. NOTA: este texto não foi redigido ao abrigo no novo acordo ortográfico. organização nãogovernamental

Sumário Executivo. NOTA: este texto não foi redigido ao abrigo no novo acordo ortográfico. organização nãogovernamental SUMÁRIO EXECUTIVO Optimização das políticas públicas de apoio ao empreendedorismo e inclusão social: estudando o acesso dos microempreendedores às medidas de promoção do auto-emprego 2 Sumário Executivo

Leia mais

Exemplos de Boas Práticas de RSE

Exemplos de Boas Práticas de RSE Exemplos de Boas Práticas de RSE 7.4. Pritchard Englefield Filme sobre a RSE na comunidade Resumo A empresa Pritchard Englefield foi fundada em 1848. Está sediada na City de Londres (Grã-Bretanha). A Pritchard

Leia mais

ARTIGO: Gestão de recursos humanos, desenvolvimento profissional e coaching Uma perspetiva integrada

ARTIGO: Gestão de recursos humanos, desenvolvimento profissional e coaching Uma perspetiva integrada ARTIGO: Gestão de recursos humanos, desenvolvimento profissional e coaching Uma perspetiva integrada Os desafios colocados aos gestores de recursos humanos 1. A gestão de recursos humanos e o coaching

Leia mais

2 Teoria de desastres

2 Teoria de desastres Seção 2 Teoria de desastres Antes que um bom plano comunitário de gestão de desastres possa ser elaborado, é importante compreender o que é um desastre e quais são os riscos de desastres em um determinado

Leia mais

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL 1 O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem que ser entendida na dupla perspectiva de direito social dos cidadãos, que compete ao Estado garantir, e de princípio

Leia mais

POLÍTICA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE SOBRE HIV/SIDA

POLÍTICA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE SOBRE HIV/SIDA POLÍTICA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE SOBRE HIV/SIDA PREÂMBULO A Universidade Católica de Moçambique, reconhecendo que o País enfrenta actualmente uma devastadora pandemia do HIV/SIDA; cumprindo

Leia mais

Seminário> Família: realidades e desafios 18 e 19 de Novembro de 2004 Homens e Mulheres entre Família e Trabalho

Seminário> Família: realidades e desafios 18 e 19 de Novembro de 2004 Homens e Mulheres entre Família e Trabalho Seminário> Família: realidades e desafios 18 e 19 de Novembro de 2004 Homens e Mulheres entre Família e Trabalho Anália Cardoso Torres Quatro ideias fundamentais. Grande valorização da família em todos

Leia mais

REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS FREGUESIA DA MOITA

REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS FREGUESIA DA MOITA REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS FREGUESIA DA MOITA Preâmbulo Com a publicação da Lei 53-E/2006, de 29 de Dezembro, alterada pela Lei 64-A/2008 de 31 de Dezembro, tornou-se necessário a adaptação da Tabela

Leia mais

I - Você e a DBA. II - Construir relacionamentos

I - Você e a DBA. II - Construir relacionamentos O código de ética DBA representa a necessidade de reforço aos valores e à cultura da empresa através da ética. Assim, é fundado nos valores essenciais da corporação e pode ser definido pelas normas padrões

Leia mais

2.4. A (auto) avaliação. Pré-escolar

2.4. A (auto) avaliação. Pré-escolar Guião de Educação. Género e Cidadania Pré-escolar 2.4. A (auto) avaliação Na sequência das questões já analisadas a nível da organização do grupo, há que ter em conta a forma como quem educa processa a

Leia mais

Doi: 10.4025/7cih.pphuem.1481 ECONOMIA DOMÉSTICA: O Desafio do Planejamento dos Gastos Familiares em Época de Crise

Doi: 10.4025/7cih.pphuem.1481 ECONOMIA DOMÉSTICA: O Desafio do Planejamento dos Gastos Familiares em Época de Crise Doi: 10.4025/7cih.pphuem.1481 ECONOMIA DOMÉSTICA: O Desafio do Planejamento dos Gastos Familiares em Época de Crise Franciele Henrique, Aluna do Curso de Graduação em Economia da UNESPAR/Apucarana, franciele_henrique@hotmail.com

Leia mais

Liderança Ciclo Motivacional Clima Organizacional Cultura Organizacional

Liderança Ciclo Motivacional Clima Organizacional Cultura Organizacional Clima Organizacional Cultura Organizacional Disciplina: Gestão de Pessoas Página: 1 Aula: 09 O líder pode ser definido como uma pessoa capaz de unir outras através de esforços combinados para atingir determinado

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DO PROJETO

RELATÓRIO FINAL DO PROJETO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO ANEXO: Capacitação das Organizações Promotoras GRANDES PROJETOS O presente anexo faz parte do relatório final previsto no Artigo 30.º do Regulamento do Programa. Relativamente

Leia mais

CAPÍTULO 6 INTENÇÕES REPRODUTIVAS E PLANEAMENTO DA FECUNDIDADE

CAPÍTULO 6 INTENÇÕES REPRODUTIVAS E PLANEAMENTO DA FECUNDIDADE CAPÍTULO 6 INTENÇÕES REPRODUTIVAS E PLANEAMENTO DA FECUNDIDADE O questionário do IDS de 1997 conteve várias questões para investigar as preferências reprodutivas da população entrevistada. Foi recolhida

Leia mais

Treino Lobby. Por Glenise Levendal, Coordenadora do Projecto Administração Local e Gênero, do Programa de Advocacia de Gênero - 1 -

Treino Lobby. Por Glenise Levendal, Coordenadora do Projecto Administração Local e Gênero, do Programa de Advocacia de Gênero - 1 - Treino Lobby Por Glenise Levendal, Coordenadora do Projecto Administração Local e Gênero, do Programa de Advocacia de Gênero - 1 - Lobby é: Tentar influenciar ou pressionar as pessoas que elaboram as políticas,

Leia mais

Descrição de funções VNU

Descrição de funções VNU Descrição de funções VNU Preâmbulo: O programa Voluntários das Nações Unidas (VNU) é no seio das Nações Unidas, a organização que a nível mundial se encarrega de promover o voluntariado em prol da paz

Leia mais

Colgate-Palmolive Company. Código de Conduta do Fornecedor

Colgate-Palmolive Company. Código de Conduta do Fornecedor Colgate-Palmolive Company Código de Conduta do Fornecedor Prezado Fornecedor da Colgate, No decorrer do tempo, a Colgate-Palmolive Company construiu sua reputação como organização que emprega práticas

Leia mais

Intervenção As organizações não governamentais Lino Maia

Intervenção As organizações não governamentais Lino Maia Intervenção As organizações não governamentais Lino Maia Conferência "Compromisso Cívico para a Inclusão" Santarém, 14 de Abril de 2007 1 1. AS INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE No exercício da cidadania ou

Leia mais

Projeto da Disciplina Parte1: Estudo de Viabilidade. Um Estudo de Viabilidade

Projeto da Disciplina Parte1: Estudo de Viabilidade. Um Estudo de Viabilidade Projeto da Disciplina Parte1: Estudo de Viabilidade ENTREGA: 09/04/09 Professor: Carlos José Maria Olguin Um Estudo de Viabilidade Você deve fazer um estudo de viabilidade para um projeto de sistema de

Leia mais

Direcção-Geral da Acção Social

Direcção-Geral da Acção Social Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Maria Joaquina Ruas Madeira A Dimensão Social da SIDA: A Família e a Comunidade (Comunicação apresentada nas 1as Jornadas Regionais

Leia mais

DESCOBERTAS-CHAVE. A popularidade das MÍDIAS SOCIAIS

DESCOBERTAS-CHAVE. A popularidade das MÍDIAS SOCIAIS A popularidade das MÍDIAS SOCIAIS continua crescendo, conectando pessoas à tudo o que queiram assistir e/ou comprar. Seja uma marca convidando o consumidor a se conectar com sua empresa no LinkedIn, um

Leia mais

turbo warrants manual /////// www warrants commerzbank com ///////////////////////////////////////////////////////////////////// Warrants Estruturados Turbo warrants Turbo Warrants Acelere os seus investimentos

Leia mais

Lisboa, 8 janeiro 2012 EXMO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS EUROPEUS, DR. MIGUEL MORAIS LEITÃO

Lisboa, 8 janeiro 2012 EXMO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS EUROPEUS, DR. MIGUEL MORAIS LEITÃO Intervenção do Ministro da Solidariedade e da Segurança Social na Conferência sobre o Quadro Estratégico Europeu 2014-2020 «Os Fundos Comunitários: Passado e Futuro» Lisboa, 8 janeiro 2012 EXMO SENHOR

Leia mais

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL 2015 PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL 2015 MANUAL OPERACIONAL Prémios Europeus de Promoção Empresarial 2015 2/13 ÍNDICE 1. DEFINIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO... 3 1.1. Um prémio que reconhece a excelência

Leia mais

Prémio Inovação Valorpneu 2014. Regulamento. Índice

Prémio Inovação Valorpneu 2014. Regulamento. Índice Regulamento Prémio Inovação Valorpneu 2014 Índice Artigo 1º... 2 Denominação... 2 Artigo 2º... 2 Objetivos... 2 Artigo 3º... 2 Âmbito... 2 Artigo 4º... 2 Destinatários... 2 Artigo 5º... 3 Prémios a atribuir...

Leia mais

CONHECENDO A PSICOTERAPIA

CONHECENDO A PSICOTERAPIA CONHECENDO A PSICOTERAPIA Psicólogo Emilson Lúcio da Silva CRP 12/11028 2015 INTRODUÇÃO Em algum momento da vida você já se sentiu incapaz de lidar com seus problemas? Se a resposta é sim, então você não

Leia mais

Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse

Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse No Módulo 2... Porquê realizar uma análise de grupos de interesse? Identificação dos grupos de interesse Avaliação da importância e influência dos grupos de interesse

Leia mais

REGULAMENTO II CONCURSO CRIATIVOS SUB 28

REGULAMENTO II CONCURSO CRIATIVOS SUB 28 REGULAMENTO II CONCURSO CRIATIVOS SUB 28 DESCRIÇÃO CONCURSO O Clube de Criativos de Portugal (CCP) é uma associação sem fins lucrativos que representa e promove os profissionais criativos e, hoje, através

Leia mais

Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5

Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5 Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5 Introdução Este trabalho foi-nos proposto na aula de Área de Projecto pela Professora. Pretendemos

Leia mais

Universidade Católica. Prémio 2011 Católica Ciência, Saúde e Voluntariado de mãos dadas

Universidade Católica. Prémio 2011 Católica Ciência, Saúde e Voluntariado de mãos dadas Universidade Católica Prémio 2011 Católica Ciência, Saúde e Voluntariado de mãos dadas 1 Índice Introdução... 3 Desenvolvimento... 3-6 Criopreservação de células estaminais em bancos públicos... 3 Conclusão...

Leia mais