REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall

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1 REDE SOCIAL DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Social

2 Parte 3.7 protecção social E Acção social O artigo 63º da Constituição da República Portuguesa estabelece que ( ) incumbe ao Estado organizar, coordenar e subsidiar um Sistema de Segurança Social unificado, descentralizado e participado ( ), com vista à protecção social dos cidadãos ( ) na doença, velhice, invalidez, viuvez e orfandade, bem como no desemprego e em todas as outras situações de falta ou diminuição de meios de subsistência ou de capacidade para o trabalho. (In Constituição da República portuguesa) A Protecção Social é realizada através dos Regimes de Segurança Social e da Acção Social. Pensionistas O concelho de Bragança, à semelhança dos restantes concelhos do distrito, tem assistido nas últimas décadas, a um crescente envelhecimento da população, o que tem implicações óbvias sobre a evolução actual e futura do número de pensionistas na velhice. No concelho de Bragança tem-se verificado, ao longo dos, um aumento significativo do número de pensionistas o que é bem ilustrado pelo gráfico n.º 1, pela análise do qual podemos verificar que, de 1991 a 25 houve uma significativo aumento de pessoas a beneficiar deste tipo de prestação. Neste espaço de tempo, o número de pensionistas aumentou em 3.31 indivíduos, embora de 23 ao 25 tinha ocorrido um ligeiro decréscimo. 148

3 Gráfico n.º 1: Evolução do número de pensionistas no concelho de Bragança Evolução do N.º de Pensionistas no concelho de Bragança , Junho/26 O quadro n.º 1 mostra-nos que, em 25, existem beneficiários activos de pensões de Invalidez, Velhice e Sobrevivência, o que corresponde a 29,8% do total da população residente no concelho. Quadro n.º 1: Pensionista activos residentes no concelho de Bragança em 25, por regime de segurança social e por sexo. Regimes da Segurança Tipos de Prestação Social Invalidez Velhice Sobrevivência Total Regime Geral Regime Regulamentar Rural Regime de Pensão Social Regime Rural Transitório Total , Junho/26 O gráfico seguinte mostra-nos a distribuição dos pensionistas activos residentes no concelho de Bragança por Regime de Segurança Social e por Tipo de Pensão. 149

4 Gráfico n.º 2: Pensionistas activos no concelho de Bragança, por regime de segurança social (25). Pensionistas Activos no Concelho de Bragança em 25, por regime da segurança social Invalidez Velhice Sobrevivência Regime Geral Regime Regulamentar Rural Regime de Pensão Social Regime Rural Transitório , Junho/26 Pela análise do mesmo verificamos que a maioria dos pensionistas por invalidez é oriunda do Regime Geral, sendo imediatamente seguidos pelos pensionistas oriundos do Regime de Pensão Social. A Pensão de Invalidez abrange os beneficiários que, antes de atingirem as condições de atribuição da Pensão de Velhice, se encontram em situação de Invalidez, quer seja por motivo de doença ou acidente, e que por essa razão ficam definitivamente incapacitados para o trabalho. A pensão de velhice é aquela cujo principal objectivo é proteger o beneficiário em situação de velhice (65 para homens e mulheres), substituindo as retribuições do trabalho. A pensão de sobrevivência tem como objectivo proteger a família do beneficiário por morte deste. O mesmo gráfico mostra-nos que, como relativamente aos pensionistas por Invalidez, a maioria dos pensionistas por Velhice são oriundos do Regime Geral, sendo o Regime Regulamentar Geral o segundo mais representado, repetindo-se esta situação relativamente aos titulares de Pensões de Sobrevivência. Uma situação comum a todos os tipos de pensão é o facto de o número de pensionistas mulheres ser sempre superior ao número dos pensionistas homens, com 15

5 excepção da pensão por invalidez nos Regimes Rural Transitório, Pensão Social e Regulamentar Geral. Partindo da análise do gráfico e quadro seguintes, podemos constatar que os pensionistas por Velhice são aqueles com um peso mais significativo no universo dos pensionistas, seguidos dos titulares de pensões de Sobrevivência e, por último, os titulares de Pensões de Invalidez. Quadro n.º 2: N.º de Pensionistas Activos por Invalidez, Velhice e Sobrevivência no concelho de Bragança e respectiva percentagem relativamente à totalidade dos pensionistas, em 25. Invalidez Velhice Sobrevivência Total Total % Total % Total % Total % , , ,8 Gráfico n.º 3: Pensionistas activos residentes no concelho de Bragança (25). Pensionistas Activos Residentes no concelho de Bragança em Invalidez Velhice Sobrevivência O gráfico n.º 4 mostra-nos os montantes processados aos pensionistas activos residentes e no concelho de Bragança e, desde logo, ressaltam as barras correspondentes aos montantes processados nas pensões de velhice nos regimes Geral e Regulamentar Rural, com ,9 e ,94, respectivamente. 151

6 Gráfico n.º 4: Montante processado aos pensionistas activos residentes no concelho de Bragança (25). MONTANTE PROCESSADO AOS PENSIONISTAS ACTIVOS RESIDENTES NO CONCELHO DE BRAGANÇA , 14.., 12.., 1.., 8.., 6.., 4.., 2..,, Regime Geral Regime Regulamentar Rural Regime de Pensão Social Regime Rural Transitório Invalidez , , , ,78 Velhice , , , ,94 Sobrevivência , , , ,36 Desemprego A protecção no desemprego é realizada pela atribuição das seguintes prestações: - Subsídio de Desemprego; - Subsídio Social de Desemprego, inicial ou subsequente ao Subsídio de Desemprego; - Subsídio de Desemprego Parcial. Estas prestações destinam-se a, por um lado, compensar o beneficiário da falta de remuneração ou de redução determinada pela aceitação de trabalho a tempo parcial e, por outro lado, promover a criação de emprego. No ano de 25, no concelho de Bragança, foram deferidas 588 Prestações Iniciais de Desemprego. Destas 494 eram referentes ao Subsídio de Desemprego e apenas 94 eram referentes ao Subsídio Social de Desemprego (gráfico n.º 5). A diferença fundamental destes dois tipos de Subsídio encontra-se ao nível do Prazo de Garantia a que cada uma delas obriga, sendo que, o Subsídio de Desemprego obriga a um Prazo de Garantia mínimo de 27 dias, e o Subsídio Social de Desemprego obriga apenas a um Prazo de Garantia que se situe entre os 18 dias e os 27 dias. 152

7 Gráfico n.º 5: Prestações inicias de desemprego deferidas, por tipo de beneficiário (25). Prestações Iniciais de Desemprego Deferidas em 25, por tipo de beneficiário 94 Subsídio de Desemprego 494 Subsídio Social de Desemprego No que diz respeito à distribuição, quer do Subsídio de Desemprego, quer do Subsídio Social de desemprego ou mesmo do Subsídio Social de Desemprego Subsequente, por sexo e escalões etários, verificamos pela análise dos gráficos n. os 6, 7 e 8 que, nos três tipos de prestações predomina o sexo feminino em quase todos os escalões etários, de modo mais Gráfico n.º 6: Beneficiários com subsídio de desemprego, por sexo e escalão etário (25). Beneficiários com Subsídio de Desemprego em 25, por sexo e escalão etário a a 29 3 a a a a 49 5 a a Feminino 3 Masculino 3 6 a 64 >= 65 Subsídio Desemprego significativo, no Subsídio de Desemprego, as idades situadas entre os 25 e os 34 ; no Subsídio Social de Desemprego, as idades compreendidas entre os 2 e os 34 ; e no 153

8 Subsídio Social de Desemprego Subsequente, as idades compreendidas entre os 25 e os 39. Gráfico n.º 7: Beneficiários com subsídio social de desemprego, por sexo e escalão etário (25). Beneficiários com Subsídio Social de Desemprego em 25, por sexo e escalão etário Feminino Masculino a a 29 3 a a 39 4 a a 49 5 a a 59 6 a 64 >= 65 Subsídio Social de Desemprego No que se refere ao desemprego masculino este é mais significativo nos escalões com idades compreendidas entre os 25 e os 34, no Subsídio de Desemprego; nos escalões com idades compreendidas entre os 2 e os 29, no Subsídio Social de Desemprego; e no escalão com idades compreendidas entre os 25 e os 29, no Subsídio Social de Desemprego Subsequente. Gráfico n.º 8: Beneficiários com subsídios social de desemprego subsequente, por sexo e escalão etário (25). Beneficiários com Subsídio Social de Desemprego Subsequente em 25, por sexo e escalão etário Feminino Masculino 3 2 a a 29 3 a a 39 4 a a 49 5 a a 59 6 a 64 >= 65 Subsídio Social de Desemprego Subsequente 154

9 No que respeita aos montantes relativos às prestações de desemprego, foi processado, em 25, o montante total de ,5, distribuído do seguinte modo pelos três tipos de subsídios: ,1, para o subsídio de desemprego, correspondente a 79,7% do montante total; ,9 para o subsídio social de desemprego, correspondente a 1,86% do montante total; e ,59 para o subsídio social de desemprego subsequente, correspondente a 1,7% do montante total processado. Gráfico n.º 9: Montante ( ) processado com prestações de desemprego, por tipo de subsídio (25). Montante ( ) Processado com Prestações de Desemprego em 25, por tipo de subsídio 6., 5., 4., 3., 2., Subsídio Desemprego Subsídio Social Desemprego Subsídio Social Desemprego Subsequente 1.,, 2 a a 29 3 a a 39 4 a a 49 5 a a 59 6 a 64 >= 65. Prestações Familiares As prestações Familiares inscrevem-se no Subsistema de Protecção à Família, que se aplica à generalidade dos cidadãos e cobre as eventualidades de encargos familiares, dependência e deficiência e traduzem-se na atribuição das seguintes prestações pecuniárias: -Abono de Família para Crianças e Jovens -Subsídio de Funeral - Bonificação por Deficiência - Subsídio por Frequência de Estabelecimento de Educação Especial - Subsídio Mensal Vitalício - Subsídio por Assistência de 3ª Pessoa 155

10 Gráfico n.º 1: Requerentes e titulares de prestações familiares, por tipo de subsídio (25). Requerentes e Titulares de Prestações Familiares em 25, por tipo de subsídio N.º Requerentes N.º Titulares Abono de Família para Crianças e Jovens Bonificação por Deficiência Subsídio M ensal Vitalício Subsídio de Funeral Subsídio de Lar Subsídio por Assistência de Terceira Pessoa O gráfico n.º 1 retrata o número de requerentes e titulares de prestações familiares no ano de 25, no concelho de Bragança. Pela sua análise podemos verificar que a prestação familiar mais requerida, destacando-se claramente de todas as outras, é o Abono de Família, sendo também a que envolve montantes mais elevados em termos de processamentos, conforme revela o gráfico n.º

11 Gráfico n.º 11: Montante ( ) líquido processado com prestações familiares (25). Montante Líquido Processado com Prestações Familiares em , ,83 1.., 8., 6., 4., 2., , , , , ,97, Abono de Família Bonificação por Deficiência Subsídio Mensal Vitalício Subsídio de Funeral Subsídio de Lar Subsídio por Assistência a 3.ª Pessoa Subsídio Familiar para Crianças e Jovens (Abono de Família) O Subsídio Familiar para Crianças e Jovens, mais vulgarmente chamado de Abono de Família, é uma prestação atribuída, mensalmente, para compensar os encargos familiares respeitantes ao sustento e educação das crianças e jovens. Gráfico n.º 12: Titulares com abono de família, por escalão etário (25). Titulares com Abono de Família em 25, por escalão etário Até 1 ano 2 3 a a a a 2 21 a 22 Mais de

12 Pela análise do gráfico n.º 12, podemos verificar que o escalão etário com maior número de titulares da prestação Abono de Família é o dos 6 aos 12, com 1153 titulares, logo seguido dos até 1 ano e dos 14 aos 17, com 727 e 666 titulares respectivamente. A grande maioria dos titulares de abono de família insere-se, em termos de rendimento do agregado, nos dois primeiros escalões de rendimento, com um total de titulares que correspondem a 78,2% da totalidade dos titulares de abono de família. Gráfico n.º 13: Titulares com abono de família, por escalão de rendimento (25). Titulares com Abono de Família em 25, por escalão de rendimento do agregado º Escalão 2º Escalão 3º Escalão 4º Escalão 5º Escalão Ao Subsídio Familiar a Crianças e Jovens (Abono de Família) é acrescida uma bonificação, no caso de descendentes portadores de deficiência com idade inferior a 24, que se encontrem numa das seguintes situações: Frequentem ou estejam internados em estabelecimento especializado de reabilitação ou se encontrem em condições de frequência ou de internamento; Necessitem de apoio individualizado pedagógico e/ou terapêutico específico, adequado à deficiência de que são portadores. No concelho de Bragança, no ano de 25, existiam 131 titulares de abono de família com bonificação por deficiência, a maioria dos quais se situam no escalão etário com idades compreendidas entre os 6 e os

13 Quadro n.º 3 Titulares com Bonificação por Deficiência em 25, por sexo e escalão etário. Escalão Etário Feminino Masculino Desconhecido TOTAL < a a a > TOTAL Subsídio de Doença e Subsídio de Maternidade O Subsídio de Doença é uma prestação pecuniária, atribuída para compensar a perda de remuneração, resultante do impedimento temporário para o trabalho, por motivo de doença. O Subsídio de Maternidade é uma prestação pecuniária atribuída em situação de impedimento para o trabalho da beneficiária, por motivo de licença de maternidade. Partindo da leitura dos gráficos que se seguem, verificamos que do total das baixas processadas no ano de 25, é a baixa por doença que arrecada o maior volume de processamentos, com um total de 1.28, contra apenas 152 processamentos por subsídio de maternidade. Gráfico n.º 14: Baixas processadas, por tipo de subsídio (25). Baixas Processadas em 25, por tipo de subsídio 152 Subsídio de Doença 1.28 Subsídio de Maternidade 159

14 A mesma tendência verifica-se quanto ao número de beneficiários dos referidos subsídios e aos montantes processados pelos mesmos, embora aqui a diferença seja um pouco mais esbatida, como podemos constatar pela análise dos quadros n. os 15 e 16. Gráfico n.º 15: Beneficiários, por tipo de subsídio (Doença/Maternidade) 25. Beneficiários em 25, por tipo de subsídio 147 Subsídio de Doença 87 Subsídio de Maternidade Gráfico n.º 16: Valor processado, por tipo de subsídio (Doença/Maternidade) 25. Valor Processado em 25, por tipo de subsídio , ,26 Subsídio de Doença Subsídio de Maternidade Pela análise do gráfico n.º 17 podemos concluir que são maioritariamente mulheres as beneficiárias de subsídio de doença em todos os escalões etários, com excepção dos escalões com idades compreendidas entre os 55 e os 59 e entre os 65 e os 69, em que os homens assumem valores mais elevados que as mulheres. 16

15 Gráfico n.º 17: Beneficiários de subsídio de doença, por sexo e escalão etário (25). Beneficiários de Subsídio de Doença em 25, por sexo e escalão etário Feminino Masculino Total Rendimento Social de Inserção O Rendimento Social de Inserção consiste numa prestação incluída no subsistema de Solidariedade, no âmbito do Sistema Público de Segurança Social, e num Programa de Inserção, de modo a conferir às pessoas e aos seus agregados familiares apoios adaptados à sua situação pessoal, que contribuam para a satisfação das suas necessidades essenciais e favoreçam a progressiva inserção laboral, social e comunitária. No concelho de Bragança entraram, no ano de 25, 154 requerimentos, dos quais 18 foram indeferidos, sendo que apenas 4 foram deferidos, como mostra o gráfico que se segue. Gráfico n.º 18: Requerimentos entrados, deferidos e indeferidos no concelho de Bragança (25). Requerimentos Entrados, Deferidos e Indeferidos em 25, no concelho de Bragança Requerimentos Entrados Requerimentos Deferidos Requerimentos Indeferidos 4 161

16 Nos 18 requerimentos indeferidos em 25, os motivos que deram origem a mais indeferimentos, foram, em primeiro lugar, não ter fornecido os meios probatórios solicitados, tendo-se verificado em 69 situações, seguido de 23 casos com rendimentos do agregado superiores ao estabelecido por lei. Gráfico n.º 19: Requerimentos indeferidos, por tipo indeferimento (25). Requerimentos Indeferidos em 25, por tipo de Indeferimento Não ter fornecido os meios probatórios solicitados Por falta de comparência à entrevista para elaboração do relatório social Por falta de preenchimento das condições específicas de atribuição Por inibição do acesso ao direito durante 12 meses Rendimentos do agregado superiores outros. O tipo de Família RSI mais representada no concelho de Bragança, em 25, é a Família Nuclear com filhos, existindo 43 agregados deste tipo; seguidamente encontramos os membros Isolados, com 22 casos, a Família Monoparental, com 15 agregados, a Nuclear Sem Filhos, em 12 situações, a Família Composta e a Família Alargada com, respectivamente, 8 e 7 casos. Gráfico n.º 2: Famílias RSI, por tipo de agregado (25). "Famílias RSI" em 25, por tipo de agregado Alargada 22 Composta Isolado Monoparental 43 Nuclear com Filhos 15 Nuclear sem Filhos 162

17 O gráfico seguinte mostra-nos o número de beneficiários RSI com outros rendimentos/apoios no ano de 25. Deste, destacam-se os beneficiários com rendimentos provenientes de Pensões e Outros Rendimentos. De notar que, um beneficiário pode ter mais de um tipo de rendimento no ano. Gráfico n.º 21: Beneficiários com rendimentos/apoios, por tipo de rendimento/apoio (25). Beneficiários com Rendimentos/Apoios em 25, por tipo de rendimento/apoio Bens imobiliários Bolsas de Formação Outros Rendimentos Pensões Pensões - Subsídio de Férias Pensões - Subsídio de Natal Subsídio de Desemprego Trabalho - Subsídio de Natal (8%) Trabalho (5%) Trabalho (8% / 5%) Trabalho (8%) No que respeita à distribuição dos beneficiários por sexo e idades, vemos pela análise do gráfico n.º 22, que o escalão etário com maior número de beneficiários é o de idade inferior a 18, situando-se no extremo oposto os escalões imediatamente a seguir, os dos 18 e dos 19 de idade. Gráfico n.º 22: Beneficiários com prestações RSI, por sexo e escalão etário (25). Beneficiários com Prestações de RSI em 25, por sexo e escalão etário < a a 29 3 a a 39 4 a a 49 5 a a 59 6 a 64 >= 65 Feminino Masculino 163

18 No ano de 25 houve um total de 71 prestações de RSI cessadas, 67 das quais cessaram por Cessação do Requerimento e apenas 4 cessaram por motivo de Integração no Mercado de Trabalho. Gráfico n.º 23: Beneficiários com prestações RSI cessadas, por motivo de cessação (25). Beneficiários com Prestações de RSI Cessadas em 25, por motivo de cessação 4 67 Cessação do Requerimento Integração no mercado de trabalho Em Junho de 25, ao abrigo do Despacho n.º 15 4/24 (2.ª série), e em cumprimento do artigo 37º da Lei n.º 13/23, de 21 de Maio, o qual prevê a possibilidade de as Instituições Particulares de Solidariedade Social e outras entidades que prossigam os mesmos fins, de participarem no desenvolvimento de acções inerentes ao RSI, o Centro Distrital de Segurança Social de Bragança celebrou um protocolo com o Centro Social e Paroquial do Santo Condestável, mediante o qual a referida IPSS constituiu uma equipa multidisciplinar para acompanhamento de situações de RSI, inicialmente, apenas da zona urbana do concelho e actualmente também da zona rural do concelho. Em 31 de Maio de 26 existiam, no concelho de Bragança, 54 processos de RSI activos, com um total de 167 beneficiários abrangidos. De Janeiro a Maio/26 foram assinados 26 Acordos de Inserção, com um total de 68 beneficiários abrangidos no Acordos e a frequentar Acções de Inserção. 164

19 População com Deficiência O conceito de Deficiência foi definido pela Organização Mundial de Saúde como a perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica ou mental, fisiológica ou anatómica, com carácter permanente e que, como tal, gerem incapacidades para certas actividades, dentro do padrão considerado normal para o ser humano. No que diz respeito à classificação das Deficiências, estas podem ser congénitas (nascidas com) ou adquiridas, podendo, as mesmas, ser de diferentes tipos: Auditiva, Visual, Motora, Mental, Paralisia Cerebral e Múltipla. De acordo com os Censos 21, existem no concelho de Bragança 2.61 indivíduos portadores de deficiência (aproximadamente 6% da totalidade da população residente no concelho), de vários tipos e em diferentes graus. Gráfico n.º 24: População residente no concelho de Bragança, por tipo de deficiência. População Residente no Concelho de Bragança, segundo o Tipo de Deficiência H M Total Motora Mental Paralesia Cerebral Auditiva Visual Outra O gráfico n.º 24 mostra-nos a população portadora de deficiência no concelho de Bragança, em 25, por sexo e tipo de deficiência pela análise do qual se verifica que os tipos de deficiência mais frequentes no concelho são a deficiência motora e a deficiência visual, com um peso de 27,8% (573 indivíduos) e 24,8% (511 indivíduos), respectivamente, 165

20 no total da população residente com deficiência. A deficiência mental tem também um peso significativo no total da população com deficiência (16,1%), com um total de 332 indivíduos portadores deste tipo de deficiência. Aparece, de seguida, a deficiência auditiva com 217 indivíduos portadores da mesma e um peso de 1,5% no total da população residente com deficiência e, por último, a paralisia cerebral, com um total de 41 indivíduos e um peso de apenas 2% no total da população residente com deficiência. Foram ainda considerados 397 indivíduos portadores de outra deficiência. No que concerne ao Grau de Incapacidade Atribuído, 995 indivíduos, correspondentes a 48% da população residente com deficiência, não lhes foi atribuído qualquer Grau de Incapacidade. Dos restantes 166 indivíduos com Grau de Incapacidade Atribuído, correspondente a 52% da totalidade dos deficientes, a 183 indivíduos (8,9%) foi atribuído Grau de Incapacidade inferior a 3%; a 236 indivíduos (11,5%) foi atribuído Grau de Incapacidade entre 3% e 59%; a 389 indivíduos (18,9%), foi atribuído Grau de Incapacidade entre 6% e 8% e a 268 indivíduos (13%), foi atribuído Grau de Incapacidade superior a 8%. Quadro n.º 4 População residente com deficiência, segundo o tipo de deficiência e o sexo, por grau de incapacidade atribuído. Paralisia Outra Grau de Total Auditiva Visual Motora Mental Cerebral Deficiência Incapacidade H M H M H M H M H M H M H M Total Sem Grau Atribuído < 3% De 3 a 59% De 6 a 8% > 8% Fonte: INE, Censos 21 Remunerações/Contribuições O cumprimento da Obrigação Contributiva é da responsabilidade da entidade empregadora e compreende; A declaração de remunerações dos trabalhadores a seu serviço e O pagamento das retribuições 166

21 Gráfico n.º 25: Pessoas singulares com remuneração declarada em 25, por sexo e tipo de qualificação. Pessoas Singulares com Remuneração declarada em 25, por sexo e tipo de qualificação Membro de Orgão Estatutário Trabalhador por Conta de Outrem Desconhecido Feminino Masculino Pela análise do gráfico n.º 25 podemos verificar que o tipo de qualificação das pessoas singulares com remuneração declarada em 25 mais representativa no concelho de Bragança é a do Trabalhador por Conta de Outrem, com uma representação de 87,7% da totalidade das pessoas singulares com remunerações declaradas, envolvendo um total de indivíduos. Os dois tipos de qualificação restantes, Membro de Órgão Estatutário e Desconhecido, assumem valores muito menos significativos, com 9,28% para o primeiro e 3,2% para o segundo, envolvendo, respectivamente, 813 e 265 indivíduos. Gráfico n.º 26: Valor ( ) total das remunerações declaradas em 25, por sexo e tipo de qualificação. Valor ( ) Total das Remunerações declaradas em 25, por sexo e tipo de qualificação 35.., 3.., 25.., 2.., 15.., 1.., 5..,, Membro de Orgão Estatutário Trabalhador por Conta de Outrem Desconhecido Feminino , , ,21 Masculino , , ,35 167

22 A mesma tendência constata-se pela análise do gráfico n.º 26, relativo aos montantes totais (em ) das remunerações declaradas em 25, assumindo as remunerações declaradas pelos trabalhadores por conta de outrem, o valor mais significativo. Também no que diz respeito ao valor total (em ) das contribuições declaradas em 25, o gráfico n.º 27 é bastante ilustrativo ao mostrar que de um total de ,81, ,34 são declaradas pelos trabalhadores por conta de outrem, o que corresponde a 91% do total das contribuições declaradas em 25 no concelho de Bragança. Gráfico n.º 27: Valor ( ) total das contribuições declaradas em 25, por tipo de qualificação. Valor Total (em ) das Contribuições Declaradas em 25, por tipo de qualificação , , ,34 Membro de Orgão Estatutário Trabalhador por Conta de Outrem Total No que diz respeito ao número de entidades empregadoras com entrega de declaração de remunerações no ano de 25 no concelho de Bragança, podemos constatar, pela análise do gráfico n.º 28, que a maioria das entidades empregadoras com entrega de declaração de remunerações são aquelas que se situam no escalão do número de trabalhadores até 9 trabalhadores, com um total de entidade com declaração de remunerações entregue. A principal razão para esta ocorrência é o facto de ser este tipo de entidade a que possui maior representatividade no concelho. Em seguida, são as entidades empregadoras cujo escalão por número de trabalhadores se situa entre os 26 e os 1 trabalhadores que, em maior número, entregam as respectivas declarações de remunerações. No extremo oposto, apenas 7 empresas com mais de 1 trabalhadores entregam as suas declarações de remunerações, o que denota o ainda fraco tecido empresarial do concelho de Bragança, onde a predominância é da pequena empresa. 168

23 Gráfico n.º 28: Entidades empregadoras com entrega de declaração de remunerações em 25, por escalão do número de trabalhadores. Entidades Empregadoras com entrega de Declaração de Remunerações em 25, por escalão do n.º de trabalhadores Até 9 trabalhadores a 25 trabalhadores 26 a 1 trabalhadores a 4 trabalhadores 41 a 1 trabalhadores Mais de 1 trabalhadores 169

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