Portugueses com mais de 65 anos Breve caracterização estatística

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Portugueses com mais de 65 anos Breve caracterização estatística"

Transcrição

1 E S T U D O S Cada etapa da vida tem as suas próprias especificidades mas tem, também, os seus próprios desafios e as suas próprias capacidades, para a construção de uma sociedade para todas as idades. Portugueses com mais de 65 anos - Breve Caracterização estatística Portugueses com mais de 65 anos Breve caracterização estatística Breve caracterização estatística E S T U D O S E S T U D O S

2 Trabalho elaborado por: Emília Maria Santos Pereira Departamento de Estudos e Documentação do Instituto para o Desenvolvimento Social

3 Í n d i c e Í n d i c e 2 nota de apresentação 9 aveiro 13 beja 17 braga 21 bragança 25 castelo branco 29 coimbra 33 évora 37 faro 41 guarda 45 leiria 49 lisboa 53 portalegre 57 porto 61 santarém 65 setúbal 69 viana do castelo 73 vila real 77 viseu 81 região autónoma dos açores 85 região autónoma da madeira

4 nota de apresentação Este ano de 1999, proclamado pela ONU Ano Internacional das Pessoas Idosas, vai ser celebrado tendo como lema Uma Sociedade para todas as Idades. Nos documentos produzidos pela ONU e respeitantes ao ano em causa, refere-se que contrariamente às mulheres e às crianças, as Pessoas Idosas não estão abrangidas por nenhuma convenção internacional visando a garantia dos seus direitos. Mas as pessoas idosas têm vindo a ocupar um lugar cada vez mais significativo na estrutura demográfica mundial e, nomeadamente, na de Portugal. Reflicta-se, apenas, que: Em Portugal, entre 1991 e 1997, aumentou em cerca de o número de pessoas com 65 e mais anos. No mesmo período o número de pessoas com 85 e mais anos de idade sofreu um acréscimo de mais de Ainda, no mesmo intervalo de tempo, o índice de envelhecimento subiu de 71,4 para 88,5 e o índice de dependência de idosos subiu de 20,7 para 22,2. Relativamente ao peso da população com 65 e mais anos no total da população, há sete distritos que se situam abaixo da média nacional (13,6) e todos os outros acima da mesma. Há distritos, no nosso país, nos quais esse grupo etário representa mais de 22. Os idosos vivem em famílias. Em mais de 30 das famílias portuguesas vivem pessoas com 65 e mais anos de idade. Há seis distritos em que a percentagem dessas famílias ultrapassa os 40. Como também há concelhos em que essa percentagem quase atinge 50. Muitas pessoas com 65 e mais anos vivem sós. Em números absolutos ultrapassam os o que corresponde a cerca de 2,5 do total da população portuguesa. O isolamento desse grupo etário da população é mais evidente nos concelhos onde se situam as cidades capitais de distritos, sendo de referir que só na cidade de Lisboa residem 12 de todas as pessoas com 65 e mais anos que vivem sós em Portugal. A proporção de famílias com pessoas de 65 e mais anos, num distrito ou região, nem sempre coincide com a posição na escala das zonas mais ou menos envelhecidas do País. A finalidade essencial da divulgação dos dados quantitativos que se seguem é estimular um olhar atento sobre os mesmos, clarificando algumas percepções que todos sentimos nas comunidades em que vivemos. Damos particular importância ao espaço que o universo da população idosa ocupa na estrutura demográfica em Portugal e pretendemos, também, evidenciar as relevantes assimetrias regionais, distritais e concelhias com a irregular localização da população idosa em todo o espaço nacional. A apresentação dos dados com esta desagregação geográfica decorre da convicção de que os concelhos e os distritos delimitam territórios com vivências, dinâmicas e culturas características onde nos sentimos em casa, o que não sucede com nomenclaturas estatísticas que grande parte de nós desconhece. 2 3

5 A actuação dos serviços deve ser programada de acordo com as necessárias fases processuais, a primeira das quais tem de ser, sem dúvida, o reconhecimento, estudo e diagnóstico dinâmico da situação dos grupos populacionais para quem se dirige a acção. Só com um conhecimento, tão exaustivo quanto possível dos factos, se podem preparar os planos de intervenção, tentando colmatar com as prioridades e os objectivos definidos os problemas, carências e dificuldades detectados nesses grupos. Fica, apenas, subjacente a intenção de dar a conhecer alguns números mais significativos que traduzem fenómenos sociais e movimentos demográficos a exigir ponderada análise e cuja explicação e interpretação são objecto, em especial, dos técnicos da área do social. Embora seja evidente a utilidade e a importância da quantificação dos dados, reconhecemos que a problemática dos idosos não pode ser analisada num mero aspecto demográfico. Esta análise tem, necessariamente, de se situar em todo o contexto sócio-económico que envolve este importante grupo etário da população portuguesa. A linguagem dos números é muito rica mas impõe limites à formulação de juízos de valor e de conclusões precipitadas, pelo que deve, sobretudo, apontar perspectivas de desenvolvimento mais aprofundado dos fenómenos em análise e de estudos complementares. equacionando a diversidade e a especificidade de cada pessoa, de cada comunidade, de cada região. Numa sociedade em processo de envelhecimento tão evidente e comprovado, importa garantir uma preparação efectiva e permanente, de todos as pessoas, para o futuro que as aguarda. A situação de muitas pessoas idosas é melhor que no passado, tanto em termos de rendimento como de serviços sociais e de saúde. Mas muitos são também aqueles que, por motivos relativos à sua carreira e à cobertura social a que têm acesso, não beneficiam de uma protecção adequada na velhice. A solidariedade entre gerações é crucial, mas as grandes apostas passam pela política social global e integrada e pela plena inclusão das pessoas idosas na sociedade. Inclusão que passa, não só pelo reconhecimento do contributo que já deram para a construção da sociedade mas também pela divulgação dos valores de que são portadores, garantindo-lhes o desempenho de novos papéis em proveito da comunidade. Lisboa, Março de 1999 Os estudos efectuados e a informação prestada contribuirão, não só para um conhecimento mais preciso de situações reais da nossa sociedade mas também para servir de base a adequadas acções de resposta aos problemas detectados. Estas respostas têm, no entanto, de ser procuradas e construídas 4 5

6 Índice de dependência de Idosos (Estimativas da População Residente 31 Dezembro 1997) Índice de Envelhecimento (Estimativas da População Residente 31 Dezembro 1997) Viana do Castelo Bragança Viana do Castelo Bragança Braga Braga Vila Real Vila Real Porto Porto R. A. Açores Aveiro Viseu Guarda R. A. Açores Aveiro Viseu Guarda Coimbra Coimbra Leiria Castelo Branco Leiria Castelo Branco Santarém Portalegre Santarém Portalegre Ponta Delgada Lisboa Ponta Delgada Lisboa Setúbal Évora Setúbal Évora R. A. Madeira Beja R. A. Madeira Beja Legenda Legenda Funchal Faro < 15-21,1 > 21,1-26,6 > 26,6-32,1 > 32,1 Funchal Faro < > > >

7 Percentagem da População com 65 anos na População Total (Estimativas da População Residente 31 Dezembro 1997) Aveiv e i r o Viana do Castelo Bragança Braga Vila Real Porto R. A. Açores Aveiro Viseu Guarda Coimbra Castelo Branco Leiria Santarém Portalegre Ponta Delgada Lisboa Setúbal Évora R. A. Madeira Beja Funchal Faro Legenda < > > > 21 8

8 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Aveiro País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito de Aveiro há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representando 11,7 do total da população deste distrito. (No País, este grupo etário representa 13,6). Numa análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 8,8 no concelho da Feira e um máximo de 18,5 no concelho da Murtosa. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,7 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Aveiro é o 5º distrito menos envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Aveiro País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população de Aveiro, com 65 e mais anos, tem revelado uma evolução que se traduz por um aumento gradual do seu número. Esta variação é semelhante à que se constata a nível do País onde a população idosa tem aumentado regularmente. Entre 1991 e 1997 observa-se que a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população deste distrito, subiu de 11,9 para 13,0. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Aveiro País ,8 71, ,1 74, ,3 77, ,7 80, ,4 83, ,6 86, ,8 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Aveiro País ,7 20, ,8 20, ,0 21, ,1 21, ,4 21, ,7 21, ,9 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito de Aveiro aumentou de 57,8 para 71,8. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. A nível nacional, verificou-se, também, uma subida passando esse índice de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente da oscilação do número de pessoas idosas, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito de Aveiro, de 17,7 em 1991 para 18,9 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

9 IDOSOS / família Dimensão Média da Família 1 ou mais Idosos B e j a Pessoas/família Aveiro 3,4 País 3,1 idosos 3 ou + idosos Aveiro / 28,8 758 País / 30, A dimensão média da família no distrito de Aveiro situa-se em 3,4 pessoas por família, índice superior à média nacional que é de 3,1. Apenas quatro concelhos deste distrito igualam, ou estão abaixo, da média nacional. O concelho com maiores agregados familiares é o de Arouca onde a média pessoas / família é de 3,8 sendo Murtosa o concelho que tem a menor dimensão média da família com 3,0. Em famílias do distrito de Aveiro vivem pessoas com 65 e mais anos, o que corresponde a 28,8 do total das famílias deste distrito. Esta taxa, que é inferior à taxa nacional de 30,8, coincide com a posição de Aveiro como o 5º distrito menos envelhecido do País. Há, no entanto, assimetrias concelhias cujos limites de variação se situam, respectivamente, em Arouca com 40,1 e em S. João da Madeira com 22,3. Idosos a viverem Sós Aveiro País Mulheres , ,2 Homens , ,8 Idosos sós , ,4 No distrito de Aveiro há pessoas, com idade igual ou superior a 65 anos, que vivem sós. Deste total 78,8 são indivíduos do sexo feminino e 21,2 são indivíduos do sexo masculino. Na distribuição geográfica dos idosos sós, pelos dezanove concelhos deste distrito, constatamos que o concelho de S. João da Madeira tem a menor percentagem com 1,7 e o da Feira a maior com 12,2. As pessoas de 65 e mais anos a viverem sós no distrito de Aveiro representam 1,7 do total da população. No País esta percentagem é de 2,4. O índice dos vários concelhos varia entre um mínimo de 1,1 no concelho de S. João da Madeira e um máximo de 4,4 no concelho da Murtosa. 12

10 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Beja País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito de Beja há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representando 20,2 do total da população deste distrito. (No País, este grupo etário representa 13,6). Numa análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 17,3 no concelho de Beja e um máximo de 26,8 no concelho de Mértola. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos 534 grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,6 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Beja é o 4º distrito mais envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Beja País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população do distrito de Beja, com 65 e mais anos, aumenta, percentualmente, e de forma regular. Este aumento é paralelo à variação, no mesmo sentido, que se constata a nível do País. Entre 1991 e 1997 observa-se que a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população deste distrito, subiu de 20,6 para 21,8. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Beja País ,3 71, ,8 74, ,9 77, ,4 80, ,8 83, ,8 86, ,6 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Beja País ,9 20, ,2 20, ,3 21, ,6 21, ,8 21, ,0 21, ,2 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito de Beja aumentou de 121,3 para 149,6. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. Ultrapassou, como se verifica, a subida observada a nível nacional, cujo índice passou de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente do envelhecimento constatado, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito de Beja, de 32,9 em 1991 para 34,2 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

11 IDOSOS / família Dimensão Média da Família 1 ou mais Idosos B r a g a Pessoas/família Beja 2,9 País 3,1 idosos 3 ou + idosos Beja / 40,0 299 País / 30, A dimensão média da família no distrito de Beja situa-se em 2,9 pessoas por família, índice inferior à média nacional que é de 3,1. Refira-se que nenhum concelho, deste distrito, atinge a média nacional. O concelho com maiores agregados familiares é o de Serpa onde a média pessoas/família é de 3,0 sendo Mértola o concelho que tem a menor dimensão média da família com 2,6. Em famílias do distrito de Beja vivem pessoas com 65 e mais anos, o que corresponde a 40,0 do total das famílias deste distrito. Esta taxa, que é superior à taxa nacional de 30,8, coincide com a posição do distrito de Beja como o 4º mais envelhecido do País. Há, no entanto, assimetrias concelhias cujos limites de variação se situam, respectivamente, em Beja com 34,6 e em Mértola com 50,6. Idosos a viverem Sós Beja País Mulheres , ,2 Homens , ,8 Idosos sós , ,4 No distrito de Beja há pessoas, com idade igual ou superior a 65 anos, que vivem sós. Deste total 73,4 são indivíduos do sexo feminino e 26,6 são indivíduos do sexo masculino. Na distribuição geográfica dos idosos sós, pelos catorze concelhos deste distrito, constatamos que o concelho de Barrancos tem a menor percentagem com 1,3 e o de Beja a maior com 17,5. As pessoas de 65 e mais anos a viverem sós no distrito de Beja representam 4,0 do total da população. No País esta percentagem é de 2,4. O índice dos vários concelhos varia entre um mínimo de 3,3 no concelho de Beja e um máximo de 6,1 no concelho de Mértola. 16

12 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Braga País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito de Braga há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representando 9,7 do total da população deste distrito. (No País, este grupo etário representa 13,6). Numa análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 7,9 no concelho de Guimarães e um máximo de 16,6 no concelho de Terras do Bouro. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,7 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Braga é o distrito menos envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Braga País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população de Braga, com 65 e mais anos, tem revelado uma evolução que se traduz por um aumento gradual do seu número. Esta variação é semelhante à que se constata a nível do País onde a população idosa tem aumentado regularmente. Entre 1991 e 1997 observa-se que a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população do distrito de Braga, subiu de 9,9 para 10,7. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Braga País ,1 71, ,9 74, ,7 77, ,3 80, ,4 83, ,2 86, ,8 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Braga País ,9 20, ,9 20, ,0 21, ,1 21, ,3 21, ,5 21, ,6 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito de Braga aumentou de 41,1 para 51,8. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. Acompanhou a subida verificada a nível nacional, cujo índice passou de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente da oscilação do número de pessoas idosas, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito de Braga, de 14,9 em 1991 para 15,6 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

13 IDOSOS / família Dimensão Média da Família 1 ou mais Idosos B r a g a n ç a Pessoas/família Braga 3,8 País 3,1 idosos 3 ou + idosos Braga / 26,4 749 País / 30, A dimensão média da família no distrito de Braga situa-se em 3,8 pessoas por família, índice superior à média nacional que é de 3,1. Refira-se que todos os concelhos deste distrito superam a média nacional. O concelho com maiores agregados familiares é o de Barcelos onde a média pessoas / família é de 4,1 sendo Fafe o concelho que tem a menor dimensão média da família com 3,4. Em famílias do distrito de Braga vivem pessoas com 65 e mais anos, o que corresponde a 26,4 do total das famílias deste distrito. Esta taxa, que é inferior à taxa nacional de 30,8, coincide com a posição de Braga como o distrito menos envelhecido do País. Há, contudo, assimetrias concelhias cujos limites de variação se situam, respectivamente, em Terras do Bouro com 43,6 e em Vila Nova de Famalicão com 21,5. Idosos a viverem Sós Braga País Mulheres , ,2 Homens , ,8 Idosos sós , ,4 No distrito de Braga há pessoas, com idade igual ou superior a 65 anos, que vivem sós. Deste total 77,2 são indivíduos do sexo feminino e 22,8 são indivíduos do sexo masculino. Na distribuição geográfica dos idosos sós, pelos treze concelhos deste distrito, constatamos que o concelho de Terras do Bouro tem a menor percentagem com 2,6 e o de Braga a maior com 15,2. As pessoas de 65 e mais anos a viverem sós no distrito de Braga representam 1,2 do total da população. No País esta percentagem é de 2,4. O índice dos vários concelhos varia entre um mínimo de 0,8 no concelho de Guimarães e um máximo de 2,6 no concelho de Cabeceiras de Basto. 20

14 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Bragança País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito de Bragança há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representado 18,2 do total da população deste distrito. (No País, este grupo etário representa 13,6). Numa análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 15,6 no concelho de Mirandela e um máximo de 22,3 no concelho de Freixo de Espada à Cinta. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos 432 grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,5 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Bragança é o 6º distrito mais envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Bragança País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população de Bragança, com 65 e mais anos, tem revelado uma evolução que se traduz por um aumento gradual do seu número. Esta variação é semelhante à que se constata a nível do País onde a população idosa tem aumentado regularmente. Entre 1991 e 1997 observa-se que a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população deste distrito, subiu de 18,6 para 20,4. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Bragança País ,6 71, ,0 74, ,1 77, ,8 80, ,1 83, ,4 86, ,5 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Bragança País ,6 20, ,9 20, ,1 21, ,4 21, ,8 21, ,1 21, ,3 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito de Bragança aumentou de 101,6 para 140,5. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. Acompanhou a subida verificada a nível nacional, cujo índice passou de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente da oscilação do número de pessoas idosas, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito de Bragança, de 29,6 em 1991 para 31,3 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

15 IDOSOS / família Dimensão Média da Família Pessoas/família Bragança 3,0 País 3,1 1 ou mais Idosos idosos 3 ou + idosos Bragança / 39,7 242 País / 30, C a s t e l o B r a n c o A dimensão média da família no distrito de Bragança situa-se em 3,0 pessoas por família, índice inferior à média nacional que é de 3,1. Refira-se que apenas dois concelhos deste distrito atingem a média nacional. O concelho com maiores agregados familiares é o de Macedo de Cavaleiros onde a média pessoas / família é de 3,2 sendo Freixo de Espada à Cinta o concelho que tem a menor dimensão média da família com 2,6. Em famílias do distrito de Bragança vivem pessoas com 65 e mais anos, o que corresponde a 39,7 do total das famílias deste distrito. Esta taxa, que é superior à taxa nacional de 30,8, coincide com a posição de Bragança como o 6º distrito mais envelhecido do País. Há, no entanto, assimetrias concelhias cujos limites de variação se situam, respectivamente, em Vinhais com 48,0 e em Mirandela com 35,7. Idosos a viverem Sós Bragança País Mulheres , ,2 Homens , ,8 Idosos sós , ,4 No distrito de Bragança há pessoas, com idade igual ou superior a 65 anos, que vivem sós. Deste total 73,5 são indivíduos do sexo feminino e 26,5 são indivíduos do sexo masculino. Na distribuição geográfica dos idosos sós, pelos doze concelhos deste distrito, constatamos que o concelho de Alfândega da Fé tem a menor percentagem com 3,7 e o de Bragança a maior com 18,3. As pessoas de 65 e mais anos a viverem sós no distrito de Bragança representam 3,8 do total da população. No País esta percentagem é de 2,4. O índice dos vários concelhos varia entre um mínimo de 2,9 no concelho de Mirandela e um máximo de 5,3 no concelho de Torre de Moncorvo. 24

16 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Castelo Branco País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito de Castelo Branco há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representando 21,5 do total da população deste distrito. (No País, este grupo etário representa 13,6). Numa análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 15,7 no concelho da Covilhã e um máximo de 35,2 no concelho de Idanha-a-Nova. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos 848 grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,8 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Castelo Branco é o 2º distrito mais envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Castelo Branco País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população de Castelo Branco, com 65 e mais anos, tem revelado uma evolução que se traduz por um aumento gradual do seu número. Este aumento é semelhante à variação, no mesmo sentido, que se constata a nível do País. Entre 1991 e 1997 observa-se que a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população deste distrito, subiu de 21,9 para 23,5. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Castelo Branco País ,0 71, ,2 74, ,7 77, ,0 80, ,9 83, ,4 86, ,2 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Castelo Branco País ,3 20, ,8 20, ,2 21, ,6 21, ,0 21, ,3 21, ,4 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito de Castelo Branco aumentou de 136,0 para 170,2. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. Ultrapassou a subida verificada a nível nacional, cujo índice passou de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente da oscilação do número de pessoas idosas, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito de Castelo Branco, de 35,3 em 1991 para 37,4 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

17 IDOSOS / família Dimensão Média da Família 1 ou mais Idosos C o i m b r a Pessoas/família C. Branco 2,7 País 3,1 idosos 3 ou + idosos C. Branco / 41,1 272 País / 30, A dimensão média da família no distrito de Castelo Branco situa-se em 2,7 pessoas por família, índice inferior à média nacional que é de 3,1. Refira-se que nenhum concelho deste distrito atinge a média nacional. O concelho com maiores agregados familiares é o da Sertã onde a média pessoas / família é de 3,0 sendo Idanha-a-Nova o concelho que tem a menor dimensão média da família com 2,3. Em famílias do distrito de Castelo Branco vivem pessoas com 65 e mais anos, o que corresponde a 41,1 do total das famílias deste distrito. Esta taxa, que é superior à taxa nacional de 30,8, coincide com a posição de Castelo Branco como o 2º distrito mais envelhecido do País. Há, no entanto, assimetrias concelhias cujos limites de variação se situam, respectivamente, em Idanha-a-Nova com 56,0 e na Covilhã com 33,0. Idosos a viverem Sós Castelo Branco País Mulheres , ,2 Homens , ,8 Idosos sós , ,4 No distrito de Castelo Branco há pessoas, com idade igual ou superior a 65 anos, que vivem sós. Deste total 76,8 são indivíduos do sexo feminino e 23,2 são indivíduos do sexo masculino. Na distribuição geográfica dos idosos sós, pelos onze concelhos deste distrito, constatamos que o concelho de Vila do Rei tem a menor percentagem com 2,2 e o de Castelo Branco a maior com 22,1. As pessoas de 65 e mais anos a viverem sós no distrito de Castelo Branco representam 4,6 do total da população. No País esta percentagem é de 2,4. O índice dos vários concelhos varia entre um mínimo de 3,4 no concelho da Covilhã e um máximo de 8,3 no concelho de Idanha-a-Nova. 28

18 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Coimbra País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito de Coimbra há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representando 16,6 do total da população deste distrito. (No País, este grupo etário representa 13,6). Na análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 12,9 no concelho de Coimbra e um máximo de 29,1 no concelho do Pampilhosa da Serra. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,9 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Coimbra é o 10º distrito mais envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Coimbra País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população de Coimbra, com 65 e mais anos, tem revelado uma evolução que se traduz por um aumento gradual do seu número. Este aumento é paralelo à variação, no mesmo sentido, que se constata a nível do País. Entre 1991 e 1997 observa-se que a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população deste distrito, subiu de 16,8 para 17,9. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Coimbra País ,0 71, ,9 74, ,5 77, ,8 80, ,5 83, ,7 86, ,6 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Coimbra País ,6 20, ,8 20, ,0 21, ,2 21, ,4 21, ,6 21, ,8 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito de Coimbra aumentou de 97,0 para 118,6. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. Ultrapassou a subida verificada a nível nacional, cujo índice passou de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente da oscilação do número de pessoas idosas, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito de Coimbra, de 25,6 em 1991 para 26,8 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

19 IDOSOS / família Dimensão Média da Família 1 ou mais Idosos É v o r a Pessoas/família Coimbra 3,0 País 3,1 idosos 3 ou + idosos Coimbra / 34,8 620 País / 30, A dimensão média da família no distrito de Coimbra situa-se em 3,0 pessoas por família, índice inferior à média nacional que é de 3,1. Apenas quatro concelhos deste distrito igualam ou superam a média nacional. O concelho com maiores agregados familiares é o de Penacova onde a média pessoas / família é de 3,2 sendo Pampilhosa da Serra o concelho que tem a menor dimensão média da família com 2,5. Em famílias do distrito de Coimbra vivem pessoas com 65 e mais anos, o que corresponde a 34,8 do total das famílias deste distrito. Esta taxa, que é superior à taxa nacional de 30,8, coincide com a posição de Coimbra como o 10º distrito mais envelhecido do País. Há, no entanto, assimetrias concelhias cujos limites de variação se situam, respectivamente, em Pampilhosa da Serra com 51,4 e em Coimbra com 27,4. Idosos a viverem Sós Coimbra País Mulheres , ,2 Homens , ,8 Idosos sós , ,4 No distrito de Coimbra há pessoas, com idade igual ou superior a 65 anos, que vivem sós. Deste total 78,3 são indivíduos do sexo feminino e 21,7 são indivíduos do sexo masculino. Na distribuição geográfica dos idosos sós, pelos dezassete concelhos deste distrito, constatamos que o concelho de Vila Nova de Poiares tem a menor percentagem com 1,7 e o de Coimbra a maior com 23,5. As pessoas de 65 e mais anos a viverem sós no distrito de Coimbra representam 3,1 do total da população. No País esta percentagem é de 2,4. O índice dos vários concelhos varia entre um mínimo de 2,2 no concelho de Coimbra e um máximo de 7,6 no concelho de Pampilhosa da Serra. 32

20 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Évora País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito de Évora há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representando 18,4 do total da população deste distrito. (No País, este grupo etário representa 13,6). Numa análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 15,3 no concelho de Évora e um máximo de 23,2 no concelho de Mora. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos 485 grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,5 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Évora é o 5º distrito mais envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Évora País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população de Évora, com 65 e mais anos, tem revelado uma evolução que se traduz por um aumento gradual do seu número. Este aumento é paralelo à variação, no mesmo sentido, que se constata a nível do País. Entre 1991 e 1997 observa-se que a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população deste distrito, subiu de 18,9 para 21,1. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Évora País ,1 71, ,8 74, ,9 77, ,0 80, ,0 83, ,2 86, ,4 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Évora País ,5 20, ,9 20, ,4 21, ,1 21, ,7 21, ,2 21, ,8 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito de Évora aumentou de 111,1 para 144,4. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. Acompanhou a subida verificada a nível nacional, cujo índice passou de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente da oscilação do número de pessoas idosas, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito de Évora, de 29,5 em 1991 para 32,8 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

21 IDOSOS / família Dimensão Média da Família 1 ou mais Idosos F a r o Pessoas/família Évora 2,8 País 3,1 idosos 3 ou + idosos Évora / 36,4 206 País / 30, A dimensão média da família no distrito de Évora situa-se em 2,8 pessoas por família, índice inferior à média nacional que é de 3,1. Refira-se que nenhum concelho deste distrito atinge a média nacional. O concelho com maiores agregados familiares é o de Mourão onde a média pessoas / família é de 2,9 sendo Alandroal o concelho que tem a menor dimensão média da família com 2,7. Em famílias do distrito de Évora vivem pessoas com 65 e mais anos, o que corresponde a 36,4 do total das famílias deste distrito. Esta taxa, que é superior à taxa nacional de 30,8, coincide com a posição de Évora como o 5º distrito mais envelhecido do País. Há, no entanto, assimetrias concelhias cujos limites de variação se situam, respectivamente, em Arraiolos com 43,0 e em Évora com 31,6. Idosos a viverem Sós Évora País Mulheres , ,2 Homens , ,8 Idosos sós , ,4 No distrito de Évora há pessoas, com idade igual ou superior a 65 anos, que vivem sós. Deste total 74,9 são indivíduos do sexo feminino e 25,1 são indivíduos do sexo masculino. Na distribuição geográfica dos idosos sós, pelos catorze concelhos deste distrito, constatamos que o concelho de Mourão tem a menor percentagem com 2,2 e o de Évora a maior com 25,3. As pessoas de 65 e mais anos a viverem sós no distrito de Évora representam 3,8 do total da população. No País esta percentagem é de 2,4. O índice dos vários concelhos varia entre um mínimo de 3,0 no concelho de Borba e um máximo de 5,2 no concelho de Arraiolos. 36

22 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Faro País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito de Faro há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representando 17,3 do total da população deste distrito. (No País, este grupo etário representa 13,6). Numa análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 13,7 no concelho de Faro e um máximo de 32,1 no concelho de Alcoutim. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos 966 grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,6 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Faro é o 8º distrito mais envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Faro País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população do distrito de Faro, com 65 e mais anos, tem revelado uma evolução que se traduz por um aumento gradual do seu número. Este aumento é paralelo à variação, no mesmo sentido, que se constata a nível do País. Entre 1991 e 1997 observa-se que, a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população deste distrito, subiu de 17,5 para 18,4. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Faro País ,5 71, ,4 74, ,6 77, ,0 80, ,3 83, ,3 86, ,2 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Faro País ,9 20, ,2 20, ,4 21, ,6 21, ,7 21, ,0 21, ,2 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito de Faro aumentou de 100,5 para 114,2. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. Ultrapassou, como se verifica, a subida observada a nível nacional, cujo índice passou de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente do envelhecimento constatado, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito de Faro, de 26,9 em 1991 para 28,2 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

23 IDOSOS / família Dimensão Média da Família 1 ou mais Idosos G u a rda Pessoas/família Faro 2,9 País 3,1 idosos 3 ou + idosos Faro / 35,4 539 País / 30, A dimensão média da família no distrito de Faro situa-se em 2,9 pessoas por família, índice inferior à média nacional que é de 3,1. Refira-se que, apenas, o concelho de Vila Real de S.to António atinge a média nacional. O concelho com maiores agregados familiares é o de Vila Real de S.to António onde a média pessoas / família é de 3,2 sendo Alcoutim o concelho que tem a menor dimensão média da família com 2,5. Em famílias do distrito de Faro vivem pessoas com 65 e mais anos, o que corresponde a 35,4 do total das famílias desta região. Esta taxa, que é superior à taxa nacional de 30,8, coincide com a posição do distrito de Faro como o 8º mais envelhecido do País. Há, no entanto, assimetrias concelhias cujos limites de variação se situam, respectivamente, em Albufeira com 28,2 e em Alcoutim com 56,8. Idosos a viverem Sós Faro País Mulheres , ,2 Homens , ,8 Idosos sós , ,4 No distrito de Faro há pessoas, com idade igual ou superior a 65 anos, que vivem sós. Deste total 74,1 são indivíduos do sexo feminino e 25,9 são indivíduos do sexo masculino. Na distribuição geográfica dos idosos sós, pelos dezasseis concelhos deste distrito, constatamos que o concelho de Vila do Bispo tem a menor percentagem com 1,9 e o de Loulé a maior com 13,6. As pessoas de 65 e mais anos a viverem sós no distrito de Faro representam 3,1 do total da população. No País esta percentagem é de 2,4. O índice dos vários concelhos varia entre um mínimo de 2,4 no concelho de Faro e um máximo de 7,4 no concelho de Alcoutim. 40

24 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Guarda País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito da Guarda há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representando 21,2 do total da população deste distrito. ( No País, este grupo etário representa 13,6). Numa análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 16,6 no concelho de Manteigas e um máximo de 30,3 no concelho do Sabugal. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos 724 grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,8 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Guarda é o 3º distrito mais envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Guarda País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população do distrito da Guarda com 65 e mais anos aumenta, percentualmente, e de forma regular. Este aumento é paralelo à variação, no mesmo sentido, que se constata a nível do País. Entre 1991 e 1997 observa-se que a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população deste distrito, subiu de 21,5 para 22,7. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Guarda País ,3 71, ,3 74, ,8 77, ,8 80, ,1 83, ,1 86, ,2 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Guarda País ,2 20, ,3 20, ,5 21, ,9 21, ,0 21, ,1 21, ,2 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito da Guarda aumentou de 122,3 para 156,2. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. Ultrapassou, e muito, a subida verificada a nível nacional, cujo índice passou de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente do envelhecimento constatado, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito da Guarda, de 35,2 em 1991 para 36,2 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

25 IDOSOS / família Dimensão Média da Família 1 ou mais Idosos L e i r i a Pessoas/família Guarda 2,8 País 3,1 idosos 3 ou + idosos Guarda / 41,7 287 País / 30, A dimensão média da família no distrito da Guarda situa-se em 2,8 pessoas por família, índice inferior à média nacional que é de 3,1. Refira-se que nenhum concelho deste distrito atinge a média nacional. O concelho com maiores agregados familiares é o de Seia onde a média pessoas / família é de 3,0 sendo Sabugal o concelho que tem a menor dimensão média da família com 2,5. Em famílias do distrito da Guarda vivem pessoas com 65 e mais anos, o que corresponde a 41,7 do total das famílias deste distrito. Esta taxa, que é superior à taxa nacional de 30,8, coincide com a posição do distrito da Guarda como o 3º mais envelhecido do País. Há, no entanto, assimetrias concelhias cujos limites de variação se situam, respectivamente, em Manteigas com 32,6 e no Sabugal com 51,3. Idosos a viverem Sós Guarda País Mulheres , ,2 Homens , ,8 Idosos sós , ,4 No distrito da Guarda há pessoas, com idade igual ou superior a 65 anos, que vivem sós. Deste total 75,3 são indivíduos do sexo feminino e 24,7 são indivíduos do sexo masculino. Na distribuição geográfica dos idosos sós, pelos catorze concelhos deste distrito, constatamos que o concelho de Manteigas tem a menor percentagem com 1,7 e o da Guarda a maior com 16,0. As pessoas de 65 e mais anos a viverem sós no distrito da Guarda representam 4,8 do total da população. No País esta percentagem é de 2,4 O índice dos vários concelhos varia entre um mínimo de 3,6 no concelho de Seia e um máximo de 7,7 no concelho do Sabugal. 44

26 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Leiria País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito de Leiria há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representando 14,4 do total da população. (No País, este grupo etário representa 13,6). Numa análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 11,3 no concelho de Leiria e um máximo de 28,0 no concelho de Pedrógão Grande. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos 984 grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,6 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Leiria é o 8º distrito menos envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Leiria País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população de Leiria, com 65 e mais anos, tem revelado uma evolução que se traduz por um aumento gradual do seu número. Este aumento é paralelo à variação, no mesmo sentido, que se constata a nível do País. Entre 1991 e 1997 observa-se que a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população deste distrito, subiu de 14,7 para 16,2. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Leiria País ,4 71, ,9 74, ,3 77, ,2 80, ,1 83, ,0 86, ,6 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Leiria País ,1 20, ,4 20, ,7 21, ,0 21, ,4 21, ,7 21, ,0 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito de Leiria aumentou de 77,4 para 97,6. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. Acompanhou a subida verificada a nível nacional, cujo índice passou de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente da oscilação do número de pessoas idosas, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito de Leiria, de 22,1 em 1991 para 24,0 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

27 IDOSOS / família Dimensão Média da Família 1 ou mais Idosos L i s b o a Pessoas/família Leiria 3,0 País 3,1 idosos 3 ou + idosos Leiria / 30,7 344 País / 30, A dimensão média da família no distrito de Leiria situa-se em 3,0 pessoas por família, índice inferior à média nacional que é de 3,1. Refira-se que apenas três concelhos deste distrito atingem a média nacional. O concelho com maiores agregados familiares é o de Leiria onde a média pessoas / família é de 3,2 sendo Pedrógão Grande o concelho que tem a menor dimensão média da família com 2,6. Em famílias do distrito de Leiria vivem pessoas com 65 e mais anos, o que corresponde a 30,7 do total das famílias deste distrito. Esta taxa, é inferior à taxa nacional de 30,8, e Leiria é o 8º distrito menos envelhecido do País. Há, no entanto, assimetrias concelhias cujos limites de variação se situam, respectivamente, em Pedrógão Grande com 51,3 e na Marinha Grande com 25,2. Idosos a viverem Sós Leiria País Mulheres , ,2 Homens , ,8 Idosos sós , ,4 No distrito de Leiria há pessoas, com idade igual ou superior a 65 anos, que vivem sós. Deste total 76,6 são indivíduos do sexo feminino e 23,4 são indivíduos do sexo masculino. Na distribuição geográfica dos idosos sós, pelos dezasseis concelhos deste distrito, constatamos que o concelho de Castanheira de Pêra tem a menor percentagem com 1,8 e o de Leiria a maior com 17,5. As pessoas de 65 e mais anos a viverem sós no distrito de Leiria representam 2,7 do total da população. No País esta percentagem é de 2,4. O índice dos vários concelhos varia entre um mínimo de 2,0 no concelho de Leiria e um máximo de 5,6 no concelho de Pedrógão Grande. 48

28 IDOSOS / POPULAÇÃO Pessoas com idade 65 anos Grupo etário Lisboa País 65/79 anos /89 anos anos TOTAL Na população do distrito de Lisboa há pessoas cuja idade é igual ou superior a 65 anos representando 13 do total da população deste distrito. (No País, este grupo etário representa 13,6). Numa análise concelhia verificam-se assimetrias que variam entre um mínimo de 8,2 no concelho de Loures e um máximo de 19,9 no concelho do Cadaval. No total dos indivíduos com 65 e mais anos, estão incluídos grandes idosos que têm 90 e mais anos. Este grupo dos grandes idosos corresponde a 1,7 de toda a população idosa deste distrito. Com esta população idosa, Lisboa é o 7º distrito menos envelhecido do País. Estimativas da população com 65 anos Ano Lisboa País , , , , , , , , , , , , , ,1 Pelas estimativas da população do INE, verificamos que a população de Lisboa, com 65 e mais anos, tem revelado uma evolução que se traduz por um aumento gradual do seu número. Esta variação é semelhante à que se constata a nível do País onde a população idosa tem aumentado regularmente. Entre 1991 e 1997 observa-se que a percentagem dos idosos com 65 e mais anos, relativamente ao universo da população deste distrito, subiu de 13,3 para 15,1. No que concerne ao total da população do País, constatou-se uma subida de 13,8 para 15,1. Índice de Envelhecimento Ano Lisboa País ,4 71, ,1 74, ,4 77, ,1 80, ,7 83, ,7 86, ,4 88,5 Índice de Dependência de Idosos Ano Lisboa País ,0 20, ,4 20, ,7 21, ,2 21, ,7 21, ,2 21, ,8 22,2 Entre 1991 e 1997 o índice de envelhecimento (1) no distrito de Lisboa aumentou de 77,4 para 97,4. Este aumento foi constante ao longo deste intervalo de tempo. Acompanhou a subida verificada a nível nacional, cujo índice passou de 71,4 para 88,5. Simultaneamente, e decorrente da oscilação do número de pessoas idosas, o índice de dependência de idosos (2) passou, no distrito de Lisboa, de 19,0 em 1991 para 21,8 em Repare-se que, a nível nacional, este índice subiu de 20,7 em 1991 para 22,2 em

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA DO CONSUMIDOR OBSERVATÓRIO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

PQS GLOBAIS. (c). Tempo de estabelecimento de chamada para chamadas nacionais (segundos) que correspondem ao percentil 95% das chamadas mais rápidas

PQS GLOBAIS. (c). Tempo de estabelecimento de chamada para chamadas nacionais (segundos) que correspondem ao percentil 95% das chamadas mais rápidas PQS GLOBAIS Anacom Objetivo SU Ano1 SU PQS 1 PQS 1 (a) PQS1. Prazo de fornecimento da ligação inicial (a) Demora no fornecimento das ligações, quando o cliente não define uma data objetivo (dias) PQS 1

Leia mais

DESAGREGAÇÃO DE ASSOCIADOS 1 ASSOCIADOS POR ESPECIALIDADE E CONSELHO REGIONAL

DESAGREGAÇÃO DE ASSOCIADOS 1 ASSOCIADOS POR ESPECIALIDADE E CONSELHO REGIONAL DESAGREGAÇÃO DE ASSOCIADOS Notas: 1 O conselho geral deliberou, em reunião de 15 de outubro, nos termos do n.º 2 do artigo 11.º do EOSAE, agregar as delegações distritais de Beja, Évora e Portalegre numa

Leia mais

ÍSTICAS ESTAT NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011 D I R E E Ç Ã Ç Ã O - G E R G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A

ÍSTICAS ESTAT NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011 D I R E E Ç Ã Ç Ã O - G E R G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A ESTATÍ ÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011 D I R E Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011

Leia mais

Em Portugal existem 159 cidades, nas quais residiam 4,5 milhões de indivíduos

Em Portugal existem 159 cidades, nas quais residiam 4,5 milhões de indivíduos Em Portugal existem 159 cidades, nas quais residiam 4,5 milhões de indivíduos Nas 159 cidades portuguesas residiam 4,5 milhões de indivíduos, o que correspondia a 42% da população residente em Portugal

Leia mais

8 de Março 2011- E urgente acabar com as discriminações que a mulher continua sujeita em Portugal Pág. 2

8 de Março 2011- E urgente acabar com as discriminações que a mulher continua sujeita em Portugal Pág. 2 8 de Março 2011- E urgente acabar com as discriminações que a mulher continua sujeita em Portugal Pág. 1 A SITUAÇÃO DA MULHER EM PORTUGAL NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER DE 2011 RESUMO DESTE ESTUDO No dia

Leia mais

NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010

NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010 ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010 D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010

Leia mais

Serviços disponibilizados pelas autarquias através do Balcão do Empreendedor Informação atualizada no dia 18 de junho 2012 Grupo Entidade Formalidade

Serviços disponibilizados pelas autarquias através do Balcão do Empreendedor Informação atualizada no dia 18 de junho 2012 Grupo Entidade Formalidade Serviços disponibilizados pelas autarquias através do Balcão do Empreendedor Informação atualizada no dia 18 de junho 2012 Grupo Entidade Formalidade Acampamento ocasional Câmara Municipal de Braga Acampamento

Leia mais

Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro

Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro Artigo 18.º - Obrigações dos operadores económicos - Informação aos consumidores sobre as entidades de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo SOU UMA EMPRESA OU

Leia mais

ANEXO II. Página 1 ORDEM TIPO DE C. CLASSE CONCELHO TEM SISTEMA?

ANEXO II. Página 1 ORDEM TIPO DE C. CLASSE CONCELHO TEM SISTEMA? ORDEM TIPO DE C. CLASSE CONCELHO TEM SISTEMA? 2 C. Predial 1 VISEU NÃO 0 C. Predial/Comercial 1 BRAGANÇA NÃO 0 C. Civil/Predial/Comercial 2 VILA NOVA DE CERVEIRA NÃO 0 C. Predial/Comercial 1 VIANA DO CASTELO

Leia mais

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall REDE SOCIAL DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Social Parte 3.7 protecção social E Acção social O artigo 63º da Constituição da República Portuguesa estabelece que ( ) incumbe

Leia mais

01 DE JANEIRO A 15 DE SETEMBRO

01 DE JANEIRO A 15 DE SETEMBRO NÚMERO 07/2014 DATA 16/09/2014 TÍTULO RELATÓRIO PROVISÓRIO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS - 2014 01 DE JANEIRO A 15 DE SETEMBRO RELATÓRIO PROVISÓRIO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS 2014 01 DE JANEIRO A 15 DE SETEMBRO

Leia mais

Quadro 1 Beneficiários com prestações de desemprego, segundo o sexo e idade em 2002

Quadro 1 Beneficiários com prestações de desemprego, segundo o sexo e idade em 2002 44 7. Segurança Social 7.1 Invalidez, velhice e sobrevivência No concelho de Vidigueira, em 2002, os beneficiários de todos os regimes de pensão correspondiam a cerca de 39,3% da população residente, em

Leia mais

Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose Ponto da Situação Epidemiológica e de Desempenho (dados provisórios)

Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose Ponto da Situação Epidemiológica e de Desempenho (dados provisórios) Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose Ponto da Situação Epidemiológica e de Desempenho (dados provisórios) Dia Mundial da Tuberculose 24 de março de 2013 Índice Introdução... 3 Metodologia...

Leia mais

SAÚDE 24 SÉNIOR. um serviço SAÚDE 24

SAÚDE 24 SÉNIOR. um serviço SAÚDE 24 um serviço SAÚDE 24 Desde Abril 2014 um serviço de acompanhamento em saúde, especifico da SAÚDE 24 e direcionado a todos os idosos residentes em Portugal com mais de 70 anos uma iniciativa do Ministério

Leia mais

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS. Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map.

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS. Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map. 8. Ribeira Brava MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map.html (adaptado) A vila de Ribeira Brava, situada no

Leia mais

Decreto-Lei n.º 78/84, de 8 de Março Estabelece a Classificação dos Municípios do Continente e das Regiões Autónomas

Decreto-Lei n.º 78/84, de 8 de Março Estabelece a Classificação dos Municípios do Continente e das Regiões Autónomas Decreto-Lei n.º 78/84, de 8 de Março Estabelece a Classificação dos Municípios do Continente e das Regiões Autónomas Por expressa determinação do Código Administrativo, no seu artigo 6.º, a classificação

Leia mais

Síntese dos conteúdos mais relevantes

Síntese dos conteúdos mais relevantes Síntese dos conteúdos mais relevantes Nos últimos Censos de 2001, o Concelho da Lourinhã contabilizou 23 265 habitantes, reflectindo uma evolução de + 7,7% face a 1991. Em termos demográficos, no Concelho

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL. Gabinete do Secretário de Estado da Segurança Social DESPACHO Nº 9-I/SESS/2008

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL. Gabinete do Secretário de Estado da Segurança Social DESPACHO Nº 9-I/SESS/2008 DESPACHO Nº 9-I/SESS/2008 O Despacho n.º 16790/2008, de 20 de Junho, 2.ª Série, criou a Medida de Apoio à Segurança dos Equipamentos Sociais, adiante designada por Medida de Apoio à Segurança, dirigida

Leia mais

O E OBSERVATÓRIO DA EMPREGABILIDADE

O E OBSERVATÓRIO DA EMPREGABILIDADE ESTUDO DOS DADOS DOS FARMACÊUTICOS Consulta à base de dados da Ordem dos Farmacêuticos a 31-12-213 7 MARÇO 214 O E OBSERVATÓRIO DA EMPREGABILIDADE N O S E C T O R F A R M A C Ê U T I C O FARMACÊUTICOS

Leia mais

- IAE - INQUÉRITO À ACTIVIDADE EMPRESARIAL. ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria

- IAE - INQUÉRITO À ACTIVIDADE EMPRESARIAL. ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria - IAE - INQUÉRITO À ACTIVIDADE EMPRESARIAL 2006 ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria ÍNDICE Introdução Pág. 2 1 Sumário executivo Pág. 5 2 Análise dos resultados 2.1 Situação

Leia mais

CRÉDITO À HABITAÇÃO ENDIVIDAMENTO E INCUMPRIMENTO EM PORTUGAL

CRÉDITO À HABITAÇÃO ENDIVIDAMENTO E INCUMPRIMENTO EM PORTUGAL CRÉDITO À HABITAÇÃO ENDIVIDAMENTO E INCUMPRIMENTO EM PORTUGAL CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA FACULDADE DE ECONOMIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Fevereiro de 2002 1 1. Crédito à habitação 1.1. Crédito à habitação

Leia mais

Global Map of Irrigation Areas PORTUGAL

Global Map of Irrigation Areas PORTUGAL NUTS3-region NUTS2-region irrigation Area actually (ha) irrigated (ha) Alentejo Central Alentejo 42 675 22 287 Alentejo Litoral Alentejo 40 289 14 427 Alto Alentejo Alentejo 39 974 20 993 Baixo Alentejo

Leia mais

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS. F e v e r e i r o d e 2 0 1 0

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS. F e v e r e i r o d e 2 0 1 0 ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS U n i d a d e d e S a ú d e P ú b l i c a d o A l t o M i n h o F e v e r e i r o d e 2 0 1 0 U n i d a d e d e S a ú d

Leia mais

3. IMIGRAÇÃO EM PORTUGAL: DA HERANÇA COLONIAL À INTEGRAÇÃO NAS REDES INTERNACIONAIS DE RECRUTAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

3. IMIGRAÇÃO EM PORTUGAL: DA HERANÇA COLONIAL À INTEGRAÇÃO NAS REDES INTERNACIONAIS DE RECRUTAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE MÃO-DE-OBRA 3. IMIGRAÇÃO EM PORTUGAL: DA HERANÇA COLONIAL À INTEGRAÇÃO NAS REDES INTERNACIONAIS DE RECRUTAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE MÃO-DE-OBRA A experiência de Portugal como país de imigração, é um fenómeno ainda recente.

Leia mais

Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro

Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro Documento explicativo sobre o artigo 18.º que estabelece as obrigações dos operadores económicos - Informação aos consumidores sobre as entidades de Resolução Alternativa

Leia mais

DISTRITO CONCELHO DIA HORA Localidade LOCAL Morada VIANA DO CASTELO BRAGA PORTO VILA REAL BRAGANÇA

DISTRITO CONCELHO DIA HORA Localidade LOCAL Morada VIANA DO CASTELO BRAGA PORTO VILA REAL BRAGANÇA DISTRITO CONCELHO DIA HORA Localidade LOCAL Morada BRAGANÇA VILA REAL PORTO BRAGA VIANA DO CASTELO ARCOS DE VALDEVEZ 10 de Maio de 2003 14h e 30m Braga Casa dos Crivos Orfeão de Braga CAMINHA 10 de Maio

Leia mais

TORNEIO NACIONAL DE SUB-14 (MASC. E FEM)

TORNEIO NACIONAL DE SUB-14 (MASC. E FEM) COMPETIÇÕES NACIONAIS TORNEIO NACIONAL DE SUB-14 (MASC. E FEM) Modelo Competitivo -Proposta de Alteração- Elaborado por: Directores Técnicos das Associações de Basquetebol de VIANA DO CASTELO, BRAGA, PORTO,

Leia mais

CAPÍTULO 6 INTENÇÕES REPRODUTIVAS E PLANEAMENTO DA FECUNDIDADE

CAPÍTULO 6 INTENÇÕES REPRODUTIVAS E PLANEAMENTO DA FECUNDIDADE CAPÍTULO 6 INTENÇÕES REPRODUTIVAS E PLANEAMENTO DA FECUNDIDADE O questionário do IDS de 1997 conteve várias questões para investigar as preferências reprodutivas da população entrevistada. Foi recolhida

Leia mais

CATÁLOGO ESTUDOS DE MERCADO II TRIMESTRE DE 2015 GABINETE DE ESTUDOS APEMIP

CATÁLOGO ESTUDOS DE MERCADO II TRIMESTRE DE 2015 GABINETE DE ESTUDOS APEMIP Nº 30 APEMIP ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS E EMPRESAS DE MEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA DE PORTUGAL PUBLICAÇÃO TRIMESTRAL II TRIMESTRE DE 2015 PARCEIROS: Nº GABINETE DE ESTUDOS APEMIP CATÁLOGO ESTUDOS DE MERCADO

Leia mais

Registo Oncológico Nacional 2008

Registo Oncológico Nacional 2008 Registo Oncológico Nacional 2008 Elaborado pelo Registo Oncológico Regional do Centro Editado pelo Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil EPE 2 Registo Oncológico Nacional 2008 Elaborado

Leia mais

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL CARTA SOCIAL REDE DE SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS RELATÓRIO 2012

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL CARTA SOCIAL REDE DE SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS RELATÓRIO 2012 MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL CARTA SOCIAL REDE DE SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS RELATÓRIO 2012 72 Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP), Ministério da Solidariedade, Emprego e

Leia mais

Arquitecto João Santa-Rita, adiante designado por Ordem dos Arquitectos;

Arquitecto João Santa-Rita, adiante designado por Ordem dos Arquitectos; Entre CONTRATO Ordem dos Arquitectos, pessoa colectiva nº 500802025, com sede em Lisboa, na Travessa do Carvalho, nº 23, representada neste acto pelo Presidente do Conselho Directivo Nacional, Arquitecto

Leia mais

METADE DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM CIDADES CONCENTRADA EM APENAS 14 DAS 141 CIDADES

METADE DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM CIDADES CONCENTRADA EM APENAS 14 DAS 141 CIDADES Atlas das Cidades de Portugal Volume II 2004 01 de Abril de 2005 METADE DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM CIDADES CONCENTRADA EM APENAS 14 DAS 141 CIDADES Apesar das disparidades ao nível da dimensão populacional

Leia mais

CENSOS 2001 Análise de População com Deficiência Resultados Provisórios

CENSOS 2001 Análise de População com Deficiência Resultados Provisórios Informação à Comunicação Social 4 de Fevereiro de 2002 CENSOS 2001 Análise de População com Deficiência Resultados Provisórios A disponibilização destes resultados provisórios dos Censos 2001 sobre a população

Leia mais

Desigualdade Económica em Portugal

Desigualdade Económica em Portugal Desigualdade Económica em Portugal Principais resultados 1 A publicação anual pelo Eurostat e pelo INE de indicadores de desigualdade na distribuição pessoal do rendimento em Portugal, e a sua comparação

Leia mais

Sondagem Eleitoral Legislativas 2015

Sondagem Eleitoral Legislativas 2015 SONDAGENS DO FUTURO Sondagem Eleitoral Legislativas 2015 Relatório Síntese António Alves 01-10-2015 Relatório Síntese da Sondagem Eleitoral Eleições Legislativas 2015 levada a cabo no Facebook Conteúdo

Leia mais

ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98

ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98 ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98 NOTA METODOLÓGICA De acordo com a definição nacional, são pequenas e médias empresas aquelas que empregam menos de 500 trabalhadores, que apresentam um volume de

Leia mais

http://www.metronews.com.pt/2010/10/11/fernando-cabrita-vence-premio-internacio...

http://www.metronews.com.pt/2010/10/11/fernando-cabrita-vence-premio-internacio... Page 1 of 5 Esta opção irá voltar ao original a home e restaurar todos os widgets e categorias fechados. Reiniciar 13 de Outubro de 2010 Ficha técnica Política de Privacidade RSS feed Home Temas Aveiro

Leia mais

CATÁLOGO ESTUDOS DE MERCADO I TRIMESTRE DE 2015 GABINETE DE ESTUDOS APEMIP

CATÁLOGO ESTUDOS DE MERCADO I TRIMESTRE DE 2015 GABINETE DE ESTUDOS APEMIP Nº 29 APEMIP ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS E EMPRESAS DE MEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA DE PORTUGAL PUBLICAÇÃO TRIMESTRAL I TRIMESTRE DE 2015 PARCEIROS: Nº GABINETE DE ESTUDOS APEMIP CATÁLOGO ESTUDOS DE MERCADO I

Leia mais

INATEL TURISMO PARA TODOS 267 A PREÇOS ECONÓMICOS

INATEL TURISMO PARA TODOS 267 A PREÇOS ECONÓMICOS www.inatel.pt FUNDAÇÃO INATEL TURISMO PARA TODOS PORTUGAL 2013 Desde 267 INCLUI: TRANSPORTE TERRESTRE + 5 NOITES ALOJAMENTO, REFEIÇÕES, PASSEIOS, ANIMAÇÃO E SEGURO. Descubra o que Portugal tem de melhor

Leia mais

I Encontro de Boas Práticas Educativas, 20 de Setembro de 2014

I Encontro de Boas Práticas Educativas, 20 de Setembro de 2014 I Encontro de Boas Práticas Educativas, 20 de Setembro de 2014 SCM Bragança Secr. de Estado do MAI CIG ESE NAV Bragança ISS, IP CD Bragança ULS NE PSP GNR ASMAB Funções Prestar apoio às vítimas de violência

Leia mais

1. Introdução. Ao nível dos diplomas complementares destaca-se:

1. Introdução. Ao nível dos diplomas complementares destaca-se: ÍNDICE 1. Introdução 3 2. Organograma 7 3. Caracterização Global do Efectivo 9 4. Emprego 10 5. Estrutura Etária do Efectivo 13 6. Antiguidade 14 7. Trabalhadores Estrangeiros 15 8. Trabalhadores Deficientes

Leia mais

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 37 38 3.1. Introdução Para a interpretação dos dados de saúde, quer de morbilidade quer de mortalidade, e nomeadamente para, com base nesses dados, se fazer o planeamento

Leia mais

A Mulher portuguesa e o Desporto O TÉNIS DE MESA PORTUGUÊS NO FEMININO 21/05/2014

A Mulher portuguesa e o Desporto O TÉNIS DE MESA PORTUGUÊS NO FEMININO 21/05/2014 O TÉNIS DE MESA PORTUGUÊS NO FEMININO 2 A Mulher portuguesa e o Desporto 1º FÓRUM NACIONAL DE TÉNIS DE MESA 24 maio 2014 Propostas para discussão e reflexão Manuela Simões O Ténis de Mesa não é, a este

Leia mais

AS COMUNIDADES PORTUGUESAS NO BRASIL NO PRESENTE

AS COMUNIDADES PORTUGUESAS NO BRASIL NO PRESENTE AS COMUNIDADES PORTUGUESAS NO BRASIL NO PRESENTE Francisco Knopfli CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE PORTUGUESA NO BRASIL De acordo com os elementos disponíveis quando era embaixador em Brasília (2001) a população

Leia mais

Mais de um milhão e duzentos mil idosos vivem sós ou em companhia de outros idosos

Mais de um milhão e duzentos mil idosos vivem sós ou em companhia de outros idosos Censos 2011 Resultados Pré-definitivos Momento Censitário 21 de março 2011 03 de fevereiro de 2012 Mais de um milhão e duzentos mil idosos vivem sós ou em companhia de outros idosos Cerca de 12 da população

Leia mais

Título da comunicação: A Situação Profissional de Ex-Bolseiros de Doutoramento

Título da comunicação: A Situação Profissional de Ex-Bolseiros de Doutoramento Título da comunicação: A Situação Profissional de Ex-Bolseiros de Doutoramento Evento: Local: Data: CONFERÊNCIA REGIONAL DE LISBOA E VALE DO TEJO Centro de Formação Profissional de Santarém 10 de Março

Leia mais

Diagnóstico Social CADERNO 5. EMPREGO E DESEMPREGO. Câmara Municipal de Vila Franca de Xira

Diagnóstico Social CADERNO 5. EMPREGO E DESEMPREGO. Câmara Municipal de Vila Franca de Xira Diagnóstico Social CADERNO 5. EMPREGO E DESEMPREGO Aspetos Gerais; População Residente Inativa; População Residente Ativa; Pessoas ao Serviço e Trabalhadores por Conta de Outrem; Remunerações; Duração

Leia mais

RELATÓRIO FRANCHISING

RELATÓRIO FRANCHISING RELATÓRIO FRANCHISING ESTUDO DO PERFIL E SATISFAÇÃO DO FRANCHISADO EM PORTUGAL JULHO 2013 Índice ENQUADRAMENTO... 3 METODOLOGIA (FICHA TÉCNICA)... 4 ANÁLISE DE RESULTADOS... 5 CARACTERIZAÇÃO DO FRANCHISADO...

Leia mais

Desigualdade Económica em Portugal

Desigualdade Económica em Portugal Observatório Pedagógico Desigualdade Económica em Portugal Carlos Farinha Rodrigues ISEG / Universidade Técnica de Lisboa AULA ABERTA - ECONOMIA INTERNACIONAL 28/11/2012 28 de Novembro de 2012 2 Objectivos:

Leia mais

Decisão de Não Oposição da Autoridade da Concorrência

Decisão de Não Oposição da Autoridade da Concorrência Ccent. 45/2012 Auto-Sueco / Grupo Master Test Decisão de Não Oposição da Autoridade da Concorrência [alínea b) do n.º 1 do artigo 50.º da Lei n.º 19/2012, de 8 de maio] 9/11/2012 DECISÃO DE NÃO OPOSIÇÃO

Leia mais

Propostas da Cáritas no âmbito da Pobreza Infantil

Propostas da Cáritas no âmbito da Pobreza Infantil Propostas da Cáritas no âmbito da Pobreza Infantil 1. UNICEF - {Integrar) Criar uma Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza Infantil centrada nos direitos da criança, que adopte uma abordagem

Leia mais

IV JORNADAS IBERO-ATLÂNTICAS DE ESTATÍSTICAS REGIONAIS 22 e 23 de junho de 2012 ESTATÍSTICAS FINANCEIRAS REGIONAIS. João Cadete de Matos

IV JORNADAS IBERO-ATLÂNTICAS DE ESTATÍSTICAS REGIONAIS 22 e 23 de junho de 2012 ESTATÍSTICAS FINANCEIRAS REGIONAIS. João Cadete de Matos 22 e 23 de junho de 2012 ESTATÍSTICAS FINANCEIRAS REGIONAIS João Cadete de Matos 1ª Parte Estatísticas do Banco de Portugal Estatísticas Financeiras Regionais 2 Evolução da difusão Estatística no Banco

Leia mais

da Uniiversiidade de Évora

da Uniiversiidade de Évora Universidade de Évora Rellatóriio sobre o Inquériito aos Liicenciiados da Uniiversiidade de Évora Pró-Reitoria para a Avaliação e Política da Qualidade Jacinto Vidigal da Silva Luís Raposo Julho de 2010

Leia mais

Inquérito público aos Brasileiros residentes em Portugal 25 de Maio de 2006

Inquérito público aos Brasileiros residentes em Portugal 25 de Maio de 2006 Inquérito público aos Brasileiros residentes em Portugal 25 de Maio de 2006 Metodologia Dimensão da amostra Datas das entrevistas Margem de erro Idioma das entrevistas 1,000 Brasileiros adultos 23 Novembro

Leia mais

A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9%

A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9% Estatísticas do Emprego 3º trimestre de 2007 16 de Novembro de 2007 A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9 A taxa de desemprego estimada para o 3º trimestre de 2007 foi de 7,9. Este valor

Leia mais

Reabilitação de Coberturas em Tribunais

Reabilitação de Coberturas em Tribunais Gouveia (Seia / Coimbra) Grândola (Santiago do Cacém / Évora) Inaugurado em 10/10/1982 Guarda (Guarda / Coimbra) Inaugurado em 27/04/1953 Guimarães (Guimarães / Porto) Arq. Luís Benavente Inaugurado em

Leia mais

ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Círculo eleitoral dos Açores Aliança Açores Partido Social Democrata Partido Democrático do Atlântico CDS-PP. PPD/D PDA Círculo eleitoral de Aveiro Partido Cidadania e Democracia Cristã PPV/CDC PPD/D.

Leia mais

A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO

A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO Em 1977 foi criada no Ministério da Indústria e Energia, a Direcção Geral da Qualidade, actualmente denominada por IPQ, cujo objectivo era o desenvolvimento e divulgação dos

Leia mais

Portugal Mapas e Números

Portugal Mapas e Números Plano Anual de Atividades 2011-12 Portugal Mapas e Números Código da atividade ogf3 Destinatários Toda a comunidade educativa da ESSM Intervenientes Responsáveis Prof. Augusto Cebola e Prof. Jorge Damásio

Leia mais

PRINCÍPIOS ORIENTADORES DO PLANO DE REQUALIFICAÇÃO DOS EDIFÍCIOS DOS TRIBUNAIS (2012 / 2015)

PRINCÍPIOS ORIENTADORES DO PLANO DE REQUALIFICAÇÃO DOS EDIFÍCIOS DOS TRIBUNAIS (2012 / 2015) DO PLANO DE REQUALIFICAÇÃO DOS EDIFÍCIOS DOS TRIBUNAIS (2012 / 2015) REFORMA DA ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA (ROJ) MAPA JUDICIÁRIO 1... Tem por missão a gestão dos recursos financeiros do MJ, a gestão do património

Leia mais

INFORMAÇÃO - II. Afectadas ao Centro Democrático Social - CDS, deram também entrada nesta Comissão as seguintes contas isoladas de Órgãos Autárquicos:

INFORMAÇÃO - II. Afectadas ao Centro Democrático Social - CDS, deram também entrada nesta Comissão as seguintes contas isoladas de Órgãos Autárquicos: INFORMAÇÃO - I Fiscalização das contas prestadas pelos partidos políticos, ou grupo de cidadãos eleitores, relativas à campanha eleitoral para a Eleição dos Órgãos das Autarquias Locais realizadas em 15

Leia mais

Calendários e Regulamentos das Competições Federativas Nacionais 2015. Pesagens (horário provisório) 07/02 Sábado VIII Supertaça Fernando Gaspar 15:00

Calendários e Regulamentos das Competições Federativas Nacionais 2015. Pesagens (horário provisório) 07/02 Sábado VIII Supertaça Fernando Gaspar 15:00 Calendários e Regulamentos das Competições Federativas Nacionais 2015 1. Calendário Federativo Nacional Data Dia da Semana Evento Pesagens (horário provisório) 07/02 Sábado VIII Supertaça Fernando Gaspar

Leia mais

DRAP Norte - Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte

DRAP Norte - Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte DRAP Norte - Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte DRAP Norte - Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte Produção de Pequenos Frutos na Região Norte Em Portugal, à exceção do morango,

Leia mais

ACTIVIDADE ACUMULADA ATÉ ABRIL DE 2008

ACTIVIDADE ACUMULADA ATÉ ABRIL DE 2008 LINHA DE CRÉDITO PARA ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR COM GARANTIA MÚTUA ACTIVIDADE ACUMULADA ATÉ ABRIL DE 2008 Comissão de Acompanhamento 29 de Maio de 2008 Introdução, e principais conclusões Este documento

Leia mais

Transição dos quadros distritais de vinculação para o quadro de zona pedagógica

Transição dos quadros distritais de vinculação para o quadro de zona pedagógica Federação Nacional dos Professores www.fenprof.pt Transição dos quadros distritais de vinculação para o quadro de zona pedagógica Ministério da Educação Portaria n.º 1298/03 de de Novembro A unificação

Leia mais

Lig@dos para um ensino melhor

Lig@dos para um ensino melhor Conhecer e partilhar para inovar na Educação Alexandre Martins Lima alima@anpri.pt Ana Paula Jacinto Ferreira apjferreira@anpri.pt Associação Nacional de Professores de Informática Associação Nacional

Leia mais

O SISMO DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 E A PERCEPÇÃO DO EVENTO

O SISMO DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 E A PERCEPÇÃO DO EVENTO SÍSMICA 2010 8º CONGRESSO DE SISMOLOGIA E ENGENHARIA SÍSMICA 1 O SISMO DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 E A PERCEPÇÃO DO EVENTO CARLOS SOUSA OLIVEIRA Prof. Catedrático ICIST/IST Lisboa-Portugal MÓNICA AMARAL

Leia mais

PRÁTICAS MUSICAIS LOCAIS: ALGUNS INDICADORES PRELIMINARES 1

PRÁTICAS MUSICAIS LOCAIS: ALGUNS INDICADORES PRELIMINARES 1 PRÁTICAS MUSICAIS LOCAIS: ALGUNS INDICADORES PRELIMINARES 1 Salwa El-Shawan Castelo-Branco Maria João Lima A música enquanto processo social, produto cultural e comportamento expressivo desempenha um papel

Leia mais

Decreto Regulamentar n.º 41/90 de 29 de Novembro

Decreto Regulamentar n.º 41/90 de 29 de Novembro Decreto Regulamentar n.º 41/90 de 29 de Novembro O Decreto-Lei n.º 497/88, de 30 de Dezembro, estabelece o regime de férias, faltas e licenças dos funcionários e agentes da Administração Pública, disciplinando,

Leia mais

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 Estatísticas do Emprego 4º trimestre de 2010 16 de Fevereiro de 2011 A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2010 foi de 11,1%. Este

Leia mais

Rede Social PRÉ DIAGNÓSTICO PARTICIPADO

Rede Social PRÉ DIAGNÓSTICO PARTICIPADO PRÉ DIAGNÓSTICO PARTICIPADO PRÉ DIAGNÓSTICO SOCIAL PARTICIPADO CONCELHO DE FAFE Com este documento pretende-se, antes de mais, efectuar uma breve e sucinta caracterização do Concelho de Fafe seguido de

Leia mais

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 18 de Maio de 2010 A taxa de desemprego foi de 10,6% no 1º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2010 foi de 10,6%. Este valor

Leia mais

GUIA PRÁTICO PROGRAMA CONFORTO HABITACIONAL PARA PESSOAS IDOSAS

GUIA PRÁTICO PROGRAMA CONFORTO HABITACIONAL PARA PESSOAS IDOSAS Manual de GUIA PRÁTICO PROGRAMA CONFORTO HABITACIONAL PARA PESSOAS IDOSAS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/7 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Programa Conforto

Leia mais

Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo

Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo De acordo com os indicadores demográficos disponíveis relativos a 2007, a população residente em Portugal

Leia mais

Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana

Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas de Operações Isoladas PRU/1/2008 Política de Cidades Parcerias para a Regeneração

Leia mais

Lojas CTT com Espaços Cidadão. agosto 2015

Lojas CTT com Espaços Cidadão. agosto 2015 Lojas CTT com Espaços Cidadão agosto 2015 Lojas CTT com Espaços do Cidadão até final de agosto Distrito Concelho Freguesia- designação atual Loja Lisboa Lisboa Alvalade ALVALADE (LISBOA) Lisboa Amadora

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal

Boletim Climatológico Mensal ISSN 2183-1076 Boletim Climatológico Mensal Portugal Continental SETEMBRO de 2014 CONTEÚDOS Resumo Situação Sinóptica Temperatura do Ar Precipitação Radiação Tabela Resumo mensal 1 2 3 4 9 10 Instituto

Leia mais

Seminário AGRICULTURA FAMILIAR E SUSTENTABILIDADE DOS TERRITÓRIOS RURAIS. Isabel Rodrigo

Seminário AGRICULTURA FAMILIAR E SUSTENTABILIDADE DOS TERRITÓRIOS RURAIS. Isabel Rodrigo Seminário AGRICULTURA FAMILIAR E SUSTENTABILIDADE DOS TERRITÓRIOS RURAIS Agricultura Familiar no Rural Baixa Densidade Sul: uma síntese Isabel Rodrigo Instituto Superior de Agronomia (ISA/UL) Sociedade

Leia mais

VEÍCULOS EM FIM DE VIDA

VEÍCULOS EM FIM DE VIDA TEMA 7 VEÍCULOS EM FIM DE VIDA B. NÍVEL MAIS AVANÇADO De acordo com o Decreto-lei nº 196/2003, de 23 de Agosto, entende-se por veículo qualquer veículo classificado nas categorias M1 1 ou N1 2 definidas

Leia mais

Cerca de 13% das famílias endividadas têm encargos com a dívida superiores a 40% do seu rendimento

Cerca de 13% das famílias endividadas têm encargos com a dívida superiores a 40% do seu rendimento Inquérito à Situação Financeira das Famílias 2010 25 de maio de 2012 Cerca de 13% das famílias endividadas têm encargos com a dívida superiores a 40% do seu rendimento O Inquérito à Situação Financeira

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO

INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PEDIDO DE HABITAÇÃO O presente documento pretende apoiá-lo/a no preenchimento do formulário Pedido de Habitação, informando que os campos identificados com

Leia mais

Evolução da FBCF Empresarial em valor Taxa de Variação Anual

Evolução da FBCF Empresarial em valor Taxa de Variação Anual Inquérito de Conjuntura ao Investimento Inquérito de Abril de 2011 08 de Julho de 2011 Revisão em baixa das expectativas de investimento empresarial em 2011. De acordo com as intenções manifestadas pelas

Leia mais

TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO (IC1) PLANO DE ACÇÃO RESUMO NÃO TÉCNICO

TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO (IC1) PLANO DE ACÇÃO RESUMO NÃO TÉCNICO ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO (IC1) PLANO DE ACÇÃO RESUMO NÃO TÉCNICO Lisboa, Abril de 2015 Esta página foi deixada propositadamente em branco 2 ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. TROÇO

Leia mais

Novo Regime da Reparação da Eventualidade de Desemprego

Novo Regime da Reparação da Eventualidade de Desemprego 19 de Junho de 2007 Novo Regime da Reparação da Eventualidade de Desemprego João Santos Advogado DIPLOMA LEGAL Decreto-Lei n.º 220/2006, de 3 de Novembro, complementado pela Portaria n.º 8-B/2007, de 3

Leia mais

MOBILIDADE LABORAL NA REGIÃO CENTRO 2004-2008

MOBILIDADE LABORAL NA REGIÃO CENTRO 2004-2008 MOBILIDADE LABORAL NA REGIÃO CENTRO 2004-2008 Foto: António Luís Campos 2010 MOBILIDADE LABORAL NA REGIÃO CENTRO 2004-2008 Alexandra Gomes alexandra.gomes@ccdrc.pt Vanessa Almeida vanessa.almeida@ccdrc.pt

Leia mais

F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DAS PRIMEIRAS PAGAIADAS

F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DAS PRIMEIRAS PAGAIADAS F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DAS PRIMEIRAS PAGAIADAS Em vigor a partir de 21 de Agosto de 2015 1. PRIMEIRAS PAGAIADAS 1.1. Objetivos O quadro competitivo promovido

Leia mais

Região Concelho Local trabalho Serviço % de adesão Observações AVEIRO AVEIRO MOVEAVEIRO TRANSPORTES 100 TURNO DA MANHÃ

Região Concelho Local trabalho Serviço % de adesão Observações AVEIRO AVEIRO MOVEAVEIRO TRANSPORTES 100 TURNO DA MANHÃ AVEIRO AVEIRO MOVEAVEIRO TRANSPORTES 100 TURNO DA MANHÃ AVEIRO AVEIRO MOVEAVEIRO - TRANSPORTES FLUVIAIS TRANSPORTES 100 DE 124 TRABALHADORES BEJA BEJA CM ESTALEIROS 93 ESTÃO A TRABALHAR 5 BEJA BEJA CM

Leia mais

O que mudou na agricultura portuguesa nos últimos dez anos

O que mudou na agricultura portuguesa nos últimos dez anos RECENSEAMENTO AGRÍCOLA DADOS PRELIMINARES 15 Dezembro 2010 15 de Dezembro de 2010 O que mudou na agricultura portuguesa nos últimos dez anos O INE divulga os primeiros resultados do Recenseamento Agrícola

Leia mais

Telemóveis e os jovens: utilização e preocupações (Resultados dos Inquéritos Realizados em Estabelecimentos de Ensino no Ano Letivo 2010/ /2011) Resumo Durante o ano letivo de 2010/2011 foram realizados

Leia mais

LISTAS DAS ESCOLAS PROFISSIONAIS PÚBLICAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

LISTAS DAS ESCOLAS PROFISSIONAIS PÚBLICAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO LISTAS DAS ESCOLAS PROFISSIONAIS PÚBLICAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DREN: Escola Profissional de Fermil Celorico de Basto Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Carvalhais /Mirandela

Leia mais

a eficiência do ramo da educação pré-escolar no norte de portugal uma análise da última década 1

a eficiência do ramo da educação pré-escolar no norte de portugal uma análise da última década 1 a eficiência do ramo da educação pré-escolar no norte de portugal uma análise da última década 1 Paulo Reis Mourão Daniela Gaspar Resumo: Palavras-chave Portugal Códigos JEL Abstract: Keywords JEL Codes

Leia mais

M V O I V M I E M N E T N O T O D E D E C A C R A G R A G A E E D E D E N A N V A I V O I S O

M V O I V M I E M N E T N O T O D E D E C A C R A G R A G A E E D E D E N A N V A I V O I S O MOVIMENTO DE CARGA E DE NAVIOS NOS PORTOS DO CONTINENTE JUNHO DE 2014 (Valores Acumulados) Página 1 de 33 ÍNDICE Factos mais relevantes do movimento portuário no 1º semestre de 2014 0. Movimento por Tipo

Leia mais

Memorando apresentado pelo ME sobre "recrutamento e colocação de professores"

Memorando apresentado pelo ME sobre recrutamento e colocação de professores Federação Nacional dos Professores www.fenprof.pt Memorando apresentado pelo ME sobre "recrutamento e colocação de professores" 0. QUESTÃO PRÉVIA SOBRE A NEGOCIAÇÃO Em primeiro lugar, a FENPROF pretende

Leia mais

População Estrangeira em Portugal 2006 População Estrangeira em Portugal

População Estrangeira em Portugal 2006 População Estrangeira em Portugal 13 de Dezembro 2007 População Estrangeira em Portugal 2006 População Estrangeira em Portugal A propósito do Dia Internacional dos Migrantes (18 de Dezembro), o Instituto Nacional de Estatística apresenta

Leia mais

INOVAÇÃO e I&DT Lisboa

INOVAÇÃO e I&DT Lisboa INOVAÇÃO e I&DT Lisboa Prioridades, Impactos, Próximo Quadro MIGUEL CRUZ Aumentar a capacidade competitiva no mercado internacional Reforçar as competências estratégicas Apoiar as PME no reforço das suas

Leia mais

Informação diagnóstico

Informação diagnóstico Informação diagnóstico O declínio demográfico da cidade de Lisboa e a periferização da área metropolitana Evolução Comparada das Populações de Portugal, da Área Metropolitana de Lisboa e do Concelho de

Leia mais

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Índice de Quadros, Gráficos, Imagens, Figuras e Diagramas Introdução 01 Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Parte I: Enquadramentos da Intervenção Social no Concelho de Bragança 08 Quadro

Leia mais

Câmara Municipal de Alter do Chão Setor Ação Social e Educação

Câmara Municipal de Alter do Chão Setor Ação Social e Educação Nota Introdutória O presente projeto de intervenção surge da constatação do elevado número da população idosa na estrutura demográfica do concelho de Alter do Chão, do conhecimento e do contato direto

Leia mais