A MEMÓRIA E SUAS REPERCUSSÕES NO ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA A MEMÓRIA E SUAS REPERCUSSÕES NO ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL Autor: Juliana Oliveira Gomes Professor Orientador: Profa Dra Neide Cordeiro de Magalhães Banca de Defesa: Profa Dra Neide Cordeiro de Magalhães Contato: (32) Profa Monalisa Lauro Contato: (32) Profa Ms Eliane de Carvalho Banhato Contato: (32)

2 A MEMÓRIA E SUAS REPERCUSSÕES NO ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL O envelhecimento populacional é um desafio para o mundo atual e tem estimulado diversos estudos e investigações nas diversas áreas do conhecimento. Uma das principais queixas percebidas para esta faixa etária se relaciona à memória, por trazer drásticas repercussões na vida do indivíduo, na família, grupos sociais, etc. Por isso, surge a importância de estudos sobre o que ocorre no processo de envelhecimento, principalmente sobre o envelhecimento saudável, uma vez que a maioria dos estudos enfatiza a prevalência de doenças, dentre elas, a demência, quando se relaciona a idade à psicologia cognitiva. Em relação à repercussão da idade sobre o desempenho cognitivo, observou-se que o tipo de memória mais afetado pela idade é a memória de curto prazo, principalmente a memória de trabalho, devido possivelmente à menor capacidade de armazenamento. Ainda hoje existem várias tentativas de explicar a memória em termos de seus sistemas e relacionar cada um deles ao envelhecimento patológico e saudável. A teoria do processamento da informação é um modelo que mais tem contribuído esta questão. A baixa velocidade no processamento observada no envelhecer é resultado, dentre outros fatores do declínio físico do sistema nervoso. O objetivo do presente trabalho foi (1) fazer um levantamento teórico sobre a memória e relacionando-a o envelhecimento; e (2) desmistificar que o envelhecimento é uma fase de vida exclusivamente ligada a declínios e perdas, mostrando quais as áreas realmente afetadas e citando quais campos ainda são susceptíveis a otimização. Palavras-chave: memória, envelhecimento saudável, processamento de informação. 2

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4 INTRODUÇÃO O envelhecimento populacional global é um verdadeiro desafio para o mundo atual (Albuquerque, 2005). Este fenômeno vem elevando a média de idade na população humana (Abreu, 2000) e afeta tanto países ricos quanto países pobres (Albuquerque, 2005). Por esta razão, o envelhecimento tem estimulado diversos estudos e investigações nas áreas sociais e da saúde (Dibo, 2004) principalmente sobre as alterações anatômicas, funcionais e cognitivas decorrentes deste processo. Em relação às alterações cognitivas no processo de envelhecimento, uma das principais queixas dos idosos têm sido em relação a dificuldades na memória (Parente, 2006; Ham, 2001). Por esta razão, a manutenção da memória se torna uma preocupação de alta prioridade para os estudiosos, porque ela se relaciona com todas as atividades do cotidiano, e ajuda a manter o idoso ativo e independente (Lasca, 2003). Sobre a memória, tomando em consideração algumas idéias do senso comum, são diversos os conceitos relativos à forma pela qual as pessoas recorrem às experiências passadas a fim de usar as informações que são tomadas como relevantes no presente (Lasca, 2003). Porém, definindo-a cientificamente, como um processo, a memória se refere aos mecanismos dinâmicos associados à retenção e à recuperação da informação sobre a experiência passada (Crowder, 1976, apud Sternberg, 2000) ou à capacidade de armazenamento de todas as formas de conhecimento adquirido e de relacioná-las a informações já previamente guardadas, podendo ser daí retiradas novas conclusões (Hamilton, 2002). Dessa forma, pode-se considerar que a memória é mais do que simplesmente a evocação de informações, mas um processo que envolve também aquisição, gravação, conservação e evocação (Lent, 2001), possuindo também a 4

5 capacidade de modificar o comportamento em função de experiências anteriores (Abreu, 2000). Atualmente várias áreas do conhecimento procuram estudar a memória, devido a sua alta integração com o cotidiano das pessoas (Yassuda, 2002). Por meio dela, o ser humano tem a capacidade de aprender novas informações durante todo o seu desenvolvimento, resolver problemas simples e complexos e relacionar-se com outros (Dibo, 2004). A memória, assim como os outros processos mentais superiores, como a inteligência e a atenção, são funções que possibilitam ao homem a formulação de estratégias de adaptação ao meio em que vive (Flavell, 1999). O envelhecimento é um fenômeno de crescente interesse entre pesquisadores devido à longevidade e conseqüente alteração da estrutura etária observada globalmente desde a década de 70, principalmente nos paises latinoamericanos, resultado da crescente redução das taxas de mortalidade e de fecundidade (Dibo, 2004). Infelizmente, é alta a incidência de doenças relacionadas à ausência da capacidade de evocação de determinadas informações devido a doenças degenerativas do cérebro, especialmente nesta faixa etária (Vieira e Koenig, 2002; Flavel, 1999). Os transtornos cognitivos trazem drásticas repercussões na vida cotidiana do indivíduo, família, grupos sociais, etc (Dibo, 2004), e por esta razão, surge a importância de estudos sobre o que ocorre com a memória no processo de envelhecimento. De acordo com Doron & Parot (2001), em todos os indivíduos, embora de maneira bastante desigual, há uma diminuição das performances e das capacidades funcionais para eles, os problemas de memória são um efeito normal da idade sobre as diferentes funções psicológicas e orgânicas. 5

6 Por sua vez, para Maria Alice Parente e colaboradores (2006), esta fase do desenvolvimento é percebida como um processo de transformações, assim como em quaisquer outras etapas da vida, um processo adaptativo multifatorial. Presentemente, ainda existe um enorme desconhecimento sobre o que significa um envelhecimento cognitivo normal (Smethurst, 2005). De um lado, alguns autores apresentam o envelhecimento cerebral normal acompanhado de alterações mentais que se confundem às de uma demência incipiente, tornando difícil uma diferenciação (Damasceno, 2001). Por outro lado, outros autores conceituam a velhice normal como aquela em que ocorrem limitações funcionais típicas e inevitáveis do envelhecimento, mas que ocorreriam em intensidade leve, capaz de acarretar apenas mudanças parciais nas atividades da vida diária (Neri, 1993 apud Parente, 2006). Em relação ao envelhecimento cerebral patológico, por sua vez, os diversos autores entram em consenso sobre suas diversas manifestações, das quais as mais comuns são as síndromes demenciais com distúrbios de memória (Flavel, 1999). Entretanto, é um erro pensar no envelhecimento como um período do desenvolvimento caracterizado somente por declínios e perdas competências (Parente, 2006). Este tipo de crença estigmatiza o envelhecer, colocando-o como um sinônimo de doença, como um estágio absoluto de perda de aptidões e deterioração dos tecidos, ou ainda como um processo de morte (Groisman, 2002). Partindo de uma visão de continuidade, tentando desvincular a velhice como doença, Falkenstein & Sommer (2006) apresentam o envelhecimento como simplesmente mais uma fase do desenvolvimento humano, com suas devidas peculiaridades, possuindo disposição a perdas e também ao fortalecimento de capacidades. Dentro dessa mesma ótica, Anita Neri (2001b) afirma ainda que as incapacidades para o desempenho de algumas atividades instrumentais de vida diária no 6

7 idoso não significam necessariamente impedimento para a continuidade do funcionamento cognitivo e emocional. As capacidades funcionais nos idosos podem e devem ser otimizadas, compensando os prejuízos e mantendo um equilíbrio entre ganhos e perdas. De fato, mudanças em algumas capacidades fisiológicas que acompanham o envelhecimento podem afetar tanto negativa quanto positivamente, direta e indiretamente o desempenho de memória, assim como diversos outros fatores particulares a cada indivíduo, como seu estilo de vida, suas crenças, o uso ou não de estratégias para melhorar o desempenho na realização de atividades, etc (Sugar e McDowd, 1992, apud Abreu, 2000). Entretanto, durante o processo de envelhecimento, é possível se observar algumas mudanças no desempenho de algumas habilidades sem haver grandes prejuízos à vida cotidiana do indivíduo ou de seus familiares (Vieira e Koenig, 2002). O ser humano dispõe não somente de processos físicos e químicos, mas é um ser ativo no seu contexto ambiental e cultural, o que também pode afetar no desempenho da memória, tanto negativamente quanto positivamente, ao longo dos anos. Segundo Neri (1995 apud Lasca, 2003) o envelhecimento comporta ganhos e perdas, e é determinado por uma grande gama de variáveis, em interação. Segundo Falkenstein & Sommer (2006), as deficiências relacionadas à idade aparecem apenas em determinadas ocupações. Pesquisas recentes mostram que com o avanço da idade, algumas capacidades cognitivas podem ser fortalecidas (Falkenstein & Sommer, 2006) e que com o tempo, o Sistema Nervoso Central pode aprender a ativar diferentes áreas cerebrais, fenômeno conhecido como plasticidade. Dessa forma, o homem deve se dispor não somente do conhecimento de conteúdo, mas de estratégias que possam o auxiliar tanto na gravação de dados quanto na evocação de informações (Sternberg, 2000). 7

8 Investigar a memória, todavia, não implica somente o ato de receber estímulos e guardá-los, mas todo o processo desde a percepção dos estímulos pelo organismo, à seleção do que é relevante, até o guardar a informação por um período de tempo (seja ele curto ou longo) e evocá-la tempos depois de acontecido (Squire e Kandel, 2003). A memória se envolve diretamente e está constantemente presente em todas as atividades do ser humano, sendo necessária para todas as ocasiões, desde a realização de uma tarefa complicada, até atividades do cotidiano, como uma simples conversa (Lasca, 2003). Além disso, depende também da atenção, que por sua vez é influenciada pela motivação, de onde o ser humano extrai o prazer em fazer determinada ação, tomar determinada atitude, etc (Abreu, 2000). Dessa forma, a qualidade de vida neste estudo não é vista somente como um fim ou objetivo a ser alcançado pelo idoso, mas também como um instrumento, ou meio, para a melhoria de suas habilidades cognitivas. Trabalhar com o construto memória, ligando-o à qualidade de vida, favorece vários outros aspectos direta e indiretamente ligados à saúde, como a motivação, auto-estima, o contato social, dentre tantos outros, através da montagem de estratégias contra a ansiedade, contra o antecipar problemas ; e de estratégias para organização da vida diária, com o estabelecimento de rotinas e rituais agradáveis; treinamento de novos hábitos, mais saudáveis, etc (Flavel, 1999). O crescimento da proporção de idosos tem sido um desafio para o mundo e para as autoridades, pois consomem altos custos do setor de saúde, demandam mais serviços e conseqüentemente custam mais para o estado por não ser uma população ativa (Albuquerque, 2005). Portanto é indispensável investimento na prevenção de declínio de transtornos cognitivo, doenças crônicas e demências, com o objetivo de manter o idoso, pelo máximo de tempo possível, com autonomia e qualidade de vida 8

9 (Dibo, 2004). O entendimento das diversas alterações relacionadas ao processo de envelhecimento deverá contribuir para uma melhora na qualidade de vida, que, por sua vez, afeta positivamente as habilidades cognitivas, fechando o ciclo. O objetivo do presente trabalho é fazer um levantamento teórico sobre a memória e relacioná-la à uma fase específica do desenvolvimento, que é o envelhecimento; mostrar e desmistificar que o envelhecimento é uma fase de vida exclusivamente ligada a declínios e perdas, explicitar quais os campos ainda são susceptíveis a crescimento e mostrar como a qualidade de vida pode se tornar também um meio (e não somente um fim) para uma memória mais favorável. No primeiro capítulo será realizado um breve levantamento histórico sobre o estudo do envelhecimento humano, destacando perspectiva Life-span, de orientação dialética. Serão apresentadas as relevâncias na abordagem do tema, principalmente nos estudos sobre a memória, queixa principal observada em idades mais avançadas. O segundo capítulo constará das perspectivas históricas sobre a memória e a evolução da construção dos modelos de representação utilizados para seu estudo. O próximo capítulo pretenderá mostrar o modelo de memória mais aceito dentre a comunidade cientifica, mostrando por fim qual a relação entre a memória e o envelhecimento, quais os reais declínios no envelhecimento normal e os mais evidentes no patológico. No quarto capítulo será apresentada a abordagem do processamento de informação, uma das áreas da psicologia cognitiva que mais tem contribuído à questão do envelhecimento. O último capítulo constará da apresentação das considerações finais acerca do envolvimento entre estes conceitos e os desafios que ainda restam à Psicologia como promotora de saúde. 9

10 CAPÍTULO I Contextos e perspectivas sobre o envelhecimento e a teoria de Life-Span O estudo do envelhecimento humano é tido por Neri (1995 apud Lasca, 2003) como um estudo milenar, embora a preocupação com a população envelhecida seja uma conquista do homem contemporâneo. Na antiguidade greco-romana, o idoso era prestigiado por sua sabedoria e experiência de vida, mas não ocupavam cargos altos ou de confiança às autoridades, constituídas por jovens. Até a Revolução Industrial, a expectativa de vida da população era baixa e o envelhecimento não ganhava muito destaque (Dibo, 2004). O século XX foi marcado por grandes avanços na ciência e tecnologia, o que resultou numa crescente e ainda atual mudança demográfica global (Albuquerque, 2005). Com a revolução da ciência e o aumento da possibilidade de cura de diversas doenças, principalmente em crianças, aliada ao crescente avanço tecnológico influenciando não só a medicina, mas o dia-a-dia da população, o ser humano passou a perceber uma crescente diminuição da mortalidade e uma súbita redução nas taxas de fecundidade, o que, com o desenvolver dos anos, passando a gerar um conseqüente aumento da expectativa de vida. Essa transição afetou diretamente e afeta ainda hoje a estrutura etária da população (Dibo, 2004). 10

11 O avanço das tecnologias científicas e medicinais e a conseqüente queda na mortalidade infantil influenciaram também o foco de atenção de pesquisadores e estudiosos do desenvolvimento, direcionando-o à infância e adolescência (Dibo, 2004). O foco das pesquisas consistia na comparação e relação do ser humano com quaisquer outros organismos vivos, a partir do ponto de vista científico/biológico, destacando-se como modelo explicativo, a metáfora do crescimento, culminância e contração (Albuquerque, 2005). Neste ponto de vista, o centro de atenção das pesquisas em desenvolvimento se dava na fase de Crescimento, na qual o organismo adquiriria todas as capacidades e habilidades necessárias para se adaptar ao meio e atingir o ápice do seu desenvolvimento, isto é, a Culminância, fase caracterizada pela capacidade de reprodução e perpetuação da espécie. A partir do momento em que o organismo começa a perder essa capacidade, entra num estágio de Contração, no qual estaria situado o envelhecimento: o organismo, sem mais capacidade de se adaptar ao meio, somente pode esperar pela morte (Neri, 2001b) Em 1922, Stanley Hall retomou os estudos da senescência, estudando-a a partir do referencial de conhecimento que se tinha sobre a infância, instigando o interesse de outros pesquisadores por esta faixa etária (Dibo, 2004). Mesmo assim não tardou para que houvesse um novo desinteresse pela área, devido às imprudências realizadas durante as pesquisas e os experimentos, o que acarretou em uma série de resultados equivocados e pessimistas em relação à velhice, muitas vezes, precipitadamente utilizadas até hoje (Neri, 2001). Somente na década de 1950, com Erikson, o envelhecimento voltou a ser foco de estudos científicos, dessa vez estruturados e bem planejados (Papalia e Olds, 2001). A sua Teoria de Clico de Vida representou basicamente dois avanços no estudo do desenvolvimento: primeiramente por contemplar a vida humana em toda a sua 11

12 extensão e em segundo lugar por abandonar a metáfora clássica biológica de crescimento, culminância e contração (Neri, 2001). Erikson tomou o desenvolvimento humano dividindo-o em ciclos, estágios, baseados na idade cronológica. Contudo, mesmo representando tantos avanços, essa metodologia possui diversas limitações experimentais, uma vez que não considera as influências sociais, culturais e individuais do sujeito frente aos estágios (Papalia e Olds, 2001). A idade cronológica deve ser vista apenas como um indicador do processo de envelhecimento e não deve ser colocado com o uma variável causal. (Lasca, 2003). Dessa forma, uma maneira mais completa de enxergar o desenvolvimento seria tomando-o como um processo contínuo (Neri, 2001). É exatamente esta a proposta da noção do Curso da Vida ou Life-span, o referencial teórico proposto para este trabalho. A noção do curso da vida, inicialmente desenvolvida na década de 1930, tomou destaque e se firmou na década de 1970, com os estudos de Margaret Baltes e Paul Baltes (Dibo, 2004). Esta teoria considera envelhecimento e desenvolvimento como sendo eventos correlatos, partes de um processo contínuo, que se influencia pelo contexto em que cada indivíduo está inserido (Neri, 2001b). A principal contribuição da teoria life-span aos estudos psicológicos e sociológicos sobre a vida adulta e a velhice foi mostrar que nem crescimento nem decadência são processos unilineares (Neri, 2001b). A teoria contribuiu ainda para começar a se observar o desenvolvimento humano como um fenômeno complexo e contextualizado que exige adaptação e onde todos os períodos da vida dependem uns dos outros. (Haase, 2005 apud Macêdo, 2006). Além disso, os critérios adotados para definir o momento do início dos eventos marcadores dos vários períodos do ciclo vital dependem também de parâmetros sociais e não só o critério cronológico. Esse paradigma não adota o critério de estágios como princípio organizador do 12

13 desenvolvimento e o critério cronológico funciona apenas como um ponto de referência (Neri, 2001). Segundo esta perspectiva, o desenvolvimento humano não é algo estático, imutável, mas varia de indivíduo para indivíduo e de geração para geração (Neri, 2001b). Cada sujeito recebe influências distintas ao longo da vida, que podem estar ligadas à idade cronológica; a fatores genéticos; biológicos; ambientais; sociais; individuais, relacionadas a emprego, família, ciclo de amigos, etc (Dibo, 2004). Os determinantes genético-biológicos têm um curso de ocorrência esperado e por isso são chamados de determinantes normativos graduados por idade. As influências socioculturais, por sua vez não possuem um curso esperado, mas, para os indivíduos que nasceram no mesmo período, isto é, pertencentes a uma mesma coorte, é esperado que eles compartilhem as mesmas experiências socioculturais. Estes são os determinantes normativos graduados por história (Neri, 2001b). O conceito de coorte histórica é muito importante para a perspectiva life-span. Um grupo de sujeitos com uma mesma faixa etária, isto é, dentro de uma mesma geração, recebe as mesmas influências relativas a fatores políticos e econômicos, como guerras, crises, etc. Ou seja, estão sujeitos às mesmas coortes históricas, que influenciam em seu desenvolvimento (Dibo, 2004; Neri, 2001; Neri, 2001b). A perspectiva do curso da vida enfatiza a heterogeneidade no processo do envelhecimento. Os seres humanos não se desenvolvem chegam ao apogeu ou perdem todas as suas capacidades e competências ao mesmo tempo, nem da mesma maneira (Neri, 2001b). Segundo este modelo é importante ainda distinguir entre o envelhecimento normal ótimo e patológico devido à bifurcação existente entre a normalidade e a patologia responsáveis pela heterogeneidade (Macêdo, 2006). Entretanto, é de extrema relevância ressaltar que (1) não é o envelhecimento 13

14 propriamente dito que causa desses diferentes tipos de velhice e (2) não se tratam de estágios, mas de estados, cuja diferença é tênue (Neri, 2001b). De acordo com Neri (2001), no envelhecimento normal, as alterações típicas e inevitáveis destacam-se pela ausência de patologias biológicas ou psicológicas. O envelhecimento patológico se refere à disfuncionalidade e descontinuidade, sendo o idoso acompanhado por doenças, geralmente crônicas e degenerativas. O envelhecimento ótimo se refere ao baixo risco de doenças, com uma boa manutenção da atividade física e mental. A teoria de life-span indica o desenvolvimento como sendo multidirecional e multifatorial; coloca o ser humano numa posição ativa, de constante busca por equilíbrio entre os ganhos e as perdas ao longo dos anos, podendo atingir, assim, um nível de adaptação constante frente ao meio (Neri, 1995 apud Lasca, 2003). Diferentemente das aborgagens descritas até aqui, a teoria do curso da vida se caracteriza por uma visão mais otimista sobre o envelhecimento (Macêdo, 2006). O diferencial desta abordagem frente às outras apresentadas está no fato de que os diversos fatores que influenciam no envelhecimento (seja ele normal, patológico ou ótimo) se inter-relacionam. De acordo com essa perspectiva, durante a vida adulta e na velhice, o potencial para o desenvolvimento fica preservado e a sua ativação depende dos recursos do organismo e das influências do meio (Neri, 2001b), ou seja, o idoso pode não só identificar seus limites mas também promover a compensação das perdas e a ativação de seu potencial para um máximo desempenho (Neri, 2001). Segundo Baltes (1997, apud Macêdo, 2006; Neri, 2001) existe um grande potencial para desenvolvimento de habilidades no idoso, e o que deve ser feito é uma correta seleção dessas habilidades e a otimização das mesmas, em compensação às habilidades que sofrem declínio. 14

15 Na velhice fica resguardado o potencial de desenvolvimento, dentro dos limites da capacidade de mudar e adaptar-se ao meio (Neri, 2001). Mesmo assim, a visão que se tem comumente acerca o envelhecimento é regada de perspectivas negativas e disfuncionais, caracterizando-o e estereotipando-o como uma fase exclusiva de declínios e perdas (Macêdo, 2006). Paschoal (2000, apud Macêdo, 2006) ressalta ainda que estes estereótipos e generalizações negativas afetam não somente os estudos relativos a velhice, mas os indivíduos em si. A relação entre o envelhecimento humano e as habilidades mnêmicas tem recebido grande atenção de geriatras, neurologistas e psicólogos, por ser a memória uma das mais importantes funções cognitivas (Yassuda, 2002). Em particular, como resultado dessa visão negativista sobre o envelhecimento, são muito freqüentes queixas relacionadas à atenção (Guerreiro e Caldas, 2001 apud Hamilton, 2002) e, principalmente, à memória (Yassuda, 2002) em detrimento da percepção das habilidades que são mantidas e também das adquiridas (Albuquerque, 2005). As perspectivas em relação a memória e seus diferentes domínios e a relação entre estabilidade e declínio nesta fase do desenvolvimento em particular, será explicitada a seguir. 15

16 CAPÍTULO II Contextos históricos e perspectivas dos estudos da memória na psicologia Os estudos sobre Memória não são recentes. Na Filosofia, a memória foi assunto de discussão desde os pré-socráticos, sendo, porém, abordada de forma mais sistemática por Platão e Aristóteles. O conceito chegou a ganhar certo destaque e importância com o pensamento de Santo Agostinho de que somente pela memória se chegaria à verdade, e assim, à felicidade. Contudo, somente com o desenvolvimento da era vitoriana ele voltou a ter destaque conceitual e experimental, com Herman Ebbinghaus, em Este autor desenvolveu uma investigação extremamente sistemática sobre o tema. Posteriormente, William James (1890) sugeriu que a memória não se trata de um sistema unitário (Lasca, 2003; Schultz e Schultz, 2002). Com o surgimento da Psicologia Cognitiva, em meados da década de 1950, investigadores passaram a ter como meta o estudo das estruturas mentais e do funcionamento dos processos mentais superiores, dentre eles, a memória (Schultz e Schultz, 2002). Este conceito passou a se constituir, então, um dos campos de investigação mais ativos na Psicologia (Lasca, 2003). A partir do final da década de 1950, um novo paradigma passou a desafiar os enfoques behavioristas que dominavam a Psicologia até então, substituindo-os por teorias que passaram a conceber o pensamento como uma atividade de Processamento de Informação (Abreu, 2000; Schultz e Schultz, 2002). Esta foi a origem da revolução cognitiva ou cognitivismo: opondo ao ponto de vista behaviorista, teorias provenientes dos campos da inteligência artificial e do processamento da informação passaram a ver computadores como artefatos capazes de exibir e representar estados mentais, tomandoos como modelos de cognição humana (Schultz e Schultz, 2002). 16

17 O cognitivismo atribui aos comportamentos observáveis um valor de signos, cujo estudo permitiria a inferência das estruturas subjacentes dos processos mentais superiores, que seriam o verdadeiro objeto de estudo da psicologia. Estabelecendo uma aliança com a Informática, essas estruturas-base seriam descritas em termos de algoritmos, autômatos ou heurísticas que, quando acionadas, gerariam o comportamento, visto como o produto das regras de funcionamento do sujeito. (Doron & Parot, 2001). A partir de então, pesquisadores partiram em busca da construção de um modelo explicativo para a memória. Através da utilização de modelos, poder-se-ia obter uma visão mais inteligível do construto a ser estudado (Schultz e Schultz, 2002). Historicamente, em meados dos anos 60, tem-se um primeiro modelo, proposto por Nancy Waugh e Donald Norman, distinguindo duas estruturas básicas: Memória Primária (estrutura mnêmica que mantém informações temporárias, comumente em uso) e Memória Secundária (estrutura que mantém permanente as informações por um período de tempo mais longo). No final desta mesma década, Richard Atkinson e Richard Shiffrin conceituaram a memória de uma forma alternativa, dividindo-a em três Níveis de Armazenamento: (1) Armazenamento Sensorial de estoque relativamente limitado, por um período breve de tempo, (2) Armazenamento de Curto Prazo com período de tempo um pouco maior, mas ainda com capacidade limitada de estoque e (3) Armazenamento de Longo Prazo com capacidade grande de estoque de informações por um longo, e talvez infinito, período de tempo (Sternberg, 2000). Atualmente, psicólogos cognitivos descrevem estas estruturas como Memória Sensorial, Memória de Curto Prazo e Memória de Longo Prazo (Lasca, 2003). A Memória de Curto Prazo é, de acordo com Sternberg (2000) a constantemente mais ativada e utilizada face da memória; entretanto, é na de Longo 17

18 Prazo que o ser humano mantém informações necessárias ao dia-a-dia, como nomes de pessoas, onde foram guardados objetos, assim por diante. Em meados de 1970, Endel Tulving, baseado na hipótese de que poderiam existir sistemas diferenciados para organizar e armazenar a informação de acordo com a existência ou não de um referencial de tempo, propôs a distinção entre Memória Semântica e Memória Episódica, sendo, respectivamente, o conhecimento da vida geral, incluindo memória para fatos, que não são evocados dentro de um contexto temporal e eventos ou episódios evocados de acordo com um tempo e local (Tulving, 1972 apud Sternberg 2000). A proposta de Tulving é, hoje, apoiada pela Neurologia e Neuropsicologia através dos resultados de estudos com pacientes amnésicos, bem como diversas pesquisas cognitivas (Sternberg, 2000). Todavia, o próprio autor afirma que não é óbvio que memória semântica e episódica sejam dois sistemas distintos (Tulving, 1984 apud Sternberg 2000). Ainda na década de 70, surgiu um modelo mais radical, proposto por Fergus Craik e Robert Lockhart, no qual a memória não compreenderia um número específico de estruturas separadas, como até então apresentadas, mas um número infinito de Níveis de Tratamento (Levels of Processing). Ou seja, o armazenamento das informações captadas seria disposto ao longo de uma dimensão contínua, em função da profundidade da codificação, isto é, quanto mais superficial a codificação, mais rapidamente a informação poderia ser esquecida e quanto mais profundo o nível de tratamento utilizado, mais alta a probabilidade de que o item possa ser recuperado (Lasca, 2003; Flavel, 1999). Em meados dos anos 90, Alan Baddeley, juntamente com outros psicólogos cognitivos, considerando o modelo das três estruturas de armazenamento de uma 18

19 maneira diferente, lançaram uma outra perspectiva alternativa relacionada à memória, contudo não tão radical quanto a de Níveis de Tratamento, mas cujo aspecto-chave é o conceito de Memória de Trabalho, definida como parte da Memória de Curto Prazo (MCP), sem contudo substituí-la, abrangendo também a Memória de Longo Prazo (MLP) (Sternberg, 2000; Flavel, 1999). A Memória de Trabalho, de acordo com Baddeley (apud Sternberg, 2000), comporta a parte da memória ativada mais recentemente na memória de longa duração, transferindo estes elementos para dentro e/ou para fora de um breve e temporário armazenamento de memória. No fim dos anos 1990, Baddeley re-apresentou o Modelo de Níveis de Tratamento, colocando-o mais como uma extensão do Modelo de Memória de Trabalho que uma substituta a ela, sugerindo um modelo interativo (Sternberg, 2000). Neste novo modelo, não seriam enfatizadas somente as estruturas de armazenamento, como no Modelo das Três Estruturas, mas sim as informações, podendo estas serem, inclusive, disponíveis para reformatação e reintegração. Esta nova perspectiva é aceita e utilizada até hoje. Nela, a memória é considerada um sistema tão complexo que se decompõe em outros sistemas, cada um com seus aspectos singulares, mas não totalmente independentes, estando em constante interação (Lasca, 2003). Este assunto será discutido no próximo capítulo, abordando quais são os diferentes fatores da memória hoje estudados e como eles se repercutem no envelhecimento. 19

20 CAPÍTULO III Os diferentes fatores da memória e sua repercussão no envelhecimento A Psicologia do envelhecimento, com base nos estudos cognitivos, especifica a memória dividindo-a basicamente em dois grandes grupos: o primeiro deles armazena informações em pequena quantidade e por tempo relativamente curto; o outro grupo possui capacidade de armazenamento grande, e pode guardar as informações por um longo período de tempo. Cada um desses grupos se subdivide em outros subsistemas, relativamente independentes, mas que podem interagir entre si, dando à memória a impressão de ser um construto único. Memória de Curta Duração ou Primária Este tipo de memória é utilizado quando é preciso conservar informações por um período de tempo breve (Alvarez, 2002 apud Dibo, 2004), mantendo-as de uma forma altamente acessível, de fácil e hábil evocação (Vieira e Koenig, 2002). a) Memória operacional ou memória de trabalho Memória operacional é um conceito hipotético que se refere ao arquivamento temporário da informação, conceituada como um dispositivo multicomponente responsável por armazenar, manter e manipular a informação enquanto o sujeito está engajado em outros processos ou tarefas cognitivas (Baddeley, 1992, apud Abreu, 2000). Isto é, que envolve o armazenamento e manipulação de informações práticas, como fazer cálculos matemáticos ou lembrar produtos a serem adquiridos durante uma compra no supermercado (Vieira e Koenig, 2002). 20

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