A ESCRAVIDÃO CHEGA AO FIM Aula: 37 Pág. 27 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

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1 A ESCRAVIDÃO CHEGA AO FIM Aula: 37 Pág. 27 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

2 1 INTRODUÇÃO Colonização: trabalho escravo. Séc. XIX condenação da instituição escravista pelos países europeus (Inglaterra): pressiona o Brasil para extinguir o tráfico negreiro 1888 abolição da escravatura.

3 2 TERMINA O TRÁFICO NEGREIRO Pressão da Inglaterra o governo imperial acenava para o fim do tráfico dos escravos contraria os interesses econômicos da elite agrária e escravocrata. Justificativa inglesa: ordem humana no entanto interesses econômicos predominava (mercado consumidor).

4 Inglaterra abole a escravidão em suas colônias consciência liberal olhavam para a escravidão com horror sentimentos impulsionam movimentos abolicionistas (inspiração Rev. Francesa e Americana). Interesses econômicos: expandir o mercando consumidor.

5 A Inglaterra toma medidas prática para evitar o tráfico negreiro: o tráfico passa a ser fora da lei O Brasil assina acordos (não os cumpre).

6 Em 1845 a Inglaterra decretou o Bill Aberdeen: lei que permitia à marinha inglesa atacar, em águas internacionais, navios negreiros que seguissem viagem para o Brasil. Ocorre o tráfico interno de escravos (Nordeste para o Sudeste) aumento do preço: dificuldade de mão de obra.

7 Razões humanitárias existiam, afinal era um dos poucos países do mundo a usar mão de obra escrava. Porém, o determinante era as razões econômicas. Lembre-se de que a Inglaterra passara pela Revolução Industrial e que a abolição da escravatura traria consigo uma ampliação do mercado consumidor para produtos industrializados ingleses.

8 3 A CAMPANHA ABOLICIONISTA Brasil único país escravista do mundo críticas internacionais e urbanas: intelectuais e profissionais liberais. Formas de defesa da abolição: via parlamentar (Joaquim Nabuco) José do Patrocínio e Lopes Trovão: atuavam mais próximo a população.

9 Radicais os caifazes (estudantes de direito e advogados) escondiam escravos em fuga e enfrentavam forças legalistas. A resistência vinha da elite dirigente: fazendeiros do Vale do Paraíba setores progressistas nacionais (cafeicultores do Oeste Paulista) usavam mão de obra assalariada.

10 1880 funda-se o grupo da Sociedade Brasileira contra a Escravidão reuniam fundos para libertar escravos e a fugas passaram a ser cada vez mais constante fazendeiros alforriam escravos.

11 4 UMA LIBERTAÇÃO GRADUAL Pressões sobre o imperadora em favor a abolição dos escravos: prejudicaria os interesses dos setores conservadores e dependentes deste trabalho (sustentação polícia) abolição lenta e gradual províncias do Amazonas e Ceará aboliram a escravidão após 4 anos a Princesa Isabel assina a Lei Áurea.

12 LEIS ABOLICIONISTAS 1871 Lei do Ventre Livre: garantia a liberdade aos escravos nascidos a partir da data da lei. Na prática foi burlada com alteração da data de nascimento de inúmeros escravos. Lei do Sexagenário: concedia liberdade aos escravos com mais de 65 anos beneciciando os senhores de escravos que se livravam dos velhos imprestáveis.

13 Lei Áurea: assinada pela princesa Isabel, declarava extinta a escravidão no Brasil.

14 RADICALIZAÇÃO DO MOVIMENTO ABOLICONISTA Descrentes dos caminhos parlamentares abolicionistas entram em contato com a massa servil: organizam as primeiras fugas escravos fugiam em direção a cidade dando viva a República e a liberdade. Lei Saraiva-Cotegipe (Lei do Sexagenário): esgotou a paciência dos abolicionistas.

15 Organização do movimento de Antônio Bento grupo com violenta agitação entre abolicionistas e fazendeiros a desordem invadem os cafezais 1888 a desordem invadem os cafezais paulistas às vezes o abandono em massas em fazenda era pacífico e se dirigiam parra as cidades, escondiam-se nas matas.

16 Em março a Assembleia Provincial de São Paulo, aprovou uma petição à Assembleia Nacional exigindo o fim do cativeiro.

17 5 E DEPOIS? A abolição lança na sociedade um enorme contingente de ex-escravos deixados à sua própria sorte sem ter para onde ir: permaneceram nas fazendas, outros foram para as cidades. Eram alvos de preconceitos. Com a abolição o regime monárquico perdeu uma de sua base de sustentação.

18 Resumo do processo de extinção da escravidão no Brasil: a) Influências externas b) Papel do movimento abolicionista c) Atitude do governo imperial d) Resultados

19 1) Influências externas: pressão inglesa por motivos econômicos e humanitários Bill Aberdeen. 2) Papel do movimento abolicionista: 2) Papel do movimento abolicionista: críticas ao escravismo através de intelectuais e profissionais liberais; discutir sobre a maneira de terminar a escravidão a) via parlamento ou b) mobilização da opinião pública;

20 Criação de associação, clubes; pressionar o imperador e apoio a fuga de escravos. 3) Atitude do governo imperial: 1850: Lei Eusébio de Queirós (fim do tráfico); Leis: 1871; 1885 e ) Resultado: oposição das elites agrárias dependentes do trabalho escravo; enfraquecimento de monarquia;

21 Falta de um planejamento, de condições de absorção de mão de obra escrava pela sociedade brasileira.

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