HISTÓRIA 2 ANO PROF. AMAURY PIO PROF. EDUARDO GOMES ENSINO MÉDIO

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1 HISTÓRIA 2 ANO PROF. AMAURY PIO PROF. EDUARDO GOMES ENSINO MÉDIO

2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade IV Poder, Cultura e Tecnologia 2

3 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 15.1 Conteúdos Segundo Reinado no Brasil - Economia 3

4 CONTEÚDOS E HABILIDADES Habilidades Compreender a economia escravista, o desenvolvimento industrial e a abolição da escravidão no Brasil. 4

5 REVISÃO Compreensão dos aspectos políticos referentes ao II Reinado no Brasil. D. Pedro II no poder Alinhamento com a Inglaterra Influências externas no II Reinado 5

6 DESAFIO DO DIA Analise a imagem abaixo e comente sobre a escravidão no Brasil durante o século XIX. 6

7 Economia durante Império Novos Ciclos Econômicos. Açúcar e ouro entraram em decadência. Escravidão negra e indígena é proibida na maioria da América. 7

8 Café Mapa de exportação do café 8

9 Trabalhadores na lavoura de café Plantação de café 9

10 Fazenda de café 10

11 A Questão do Acre Auge do preço da Borracha. Nordestinos migram para região. Bolívia teme perder soberania sobre região. 11

12 Principais produtos brasileiros tinham características regionalizadas Café principal produto na acumulação de riquezas; Consumo se expande nos Estados Unidos; Fumo e algodão produtos secundários; Borracha Grande crescimento de nossa região no fim do Império. 12

13 Processo do fim da escravidão foi gradual: Fim do Trafico Negreiro Lei Eusébio de Queiroz. Tráfico interno continuou Lei do Ventre Livre 1885 Lei dos sexagenários Abolição da Escravidão: 1884: Ceará e Amazonas. 13 de maio de Lei Áurea : Princesa Isabel 13

14 A Lei do Sexagenário surgiu em consequência de fortes pressões da sociedade abolicionista liberal, aprovada e promulgada em 28 de setembro de 1885 Abolição da escravatura 14

15 Princesa Isabel Princesa Isabel com marido e filhos 15

16 Imigração Imigrantes estrangeiros eram vistos como mão de obra para substituir negros na lavoura. Muitos acabaram ficando nas cidades Alemães, Japoneses e Italianos. Também portugueses, espanhóis, ucranianos e poloneses. 16

17 Imigrantes italianos Trabalhadores braçais na lavoura de café 17

18 Imigrantes japoneses desembarcando no Brasil Imigração japonesa 18

19 Imigração Japonesa 19

20 Café, a nova riqueza Centro Político e Econômico se desloca para São Paulo e Rio de Janeiro. Primeiros Imigrantes alemães, italianos. 20

21 Café, a nova riqueza A aristocracia cafeicultora brasileira, diferente da aristocracia exportadora de açúcar, não se limitava apenas à produção. Além de administrar as plantações de café, os cafeicultores também trabalhavam em atividades financeiras: eles compravam produções excedentes de outros produtores agrícolas, custeavam o estabelecimento de novas plantações e a compra de equipamentos, e emprestavam dinheiro a fazendeiros em dificuldades financeiras. A aristocracia cafeicultora estava envolvida na maioria dos setores econômicos do país. 21

22 Café, a nova riqueza A aristocracia cafeeira do Oeste paulista passou a trabalhar de forma mais empresarial. Introduziu melhores equipamentos, substituiu o trabalho escravo pelo assalariado e investiu na criação de novas indústrias e também no setor financeiro. Anos mais tarde, essa aristocracia passou a apoiar a abolição da escravidão e a instituição da república como sistema de governo. 22

23 DINÂMICA LOCAL INTERATIVA 1. No século XIX, a Inglaterra pressionou diversos países para acabar com o protecionismo comercial e com a existência do trabalho compulsório. Esta situação culminou, em 1845, com o Bill Aberdeen. Neste contexto o Brasil sancionou, em 1850, a Lei Eusébio de Queirós tratando: a) da extinção do sistema de parceria na lavoura cafeeira; b) da manutenção dos arrendamentos de terras; c) da extinção do tráfico indígena entre o norte e o sul do país; 23

24 DINÂMICA LOCAL INTERATIVA d) da manutenção do sistema de colonato na lavoura canavieira; e) da extinção do tráfico negreiro. 24

25 DINÂMICA LOCAL INTERATIVA 2. Relacione os interesses da Inglaterra com o fim da escravidão. 25

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