A IMPORTÂNCIA DE UMA DISCIPLINA ESPECÍFICA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NOS CURSOS DE LICENCIATURA DA UTP

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1 A IMPORTÂNCIA DE UMA DISCIPLINA ESPECÍFICA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NOS CURSOS DE LICENCIATURA DA UTP KUHN *, Cleuza MALINOSKI **, Marlei Resumo A monografia A importância de uma disciplina específica para a educação especial nos cursos de licenciatura da UTP estrutura-se como Trabalho de Conclusão de Curso para a licenciatura em Letras Português/Inglês, da Universidade Tuiuti do Paraná. O objetivo deste trabalho foi apontar, por meio de pesquisa, a necessidade de aprofundamento e/ou inclusão, nas grades curriculares dos cursos de licenciatura da Tuiuti, de disciplina específica que garanta a seus acadêmicos preparo adequado para a inclusão de Portadores de Necessidades Educacionais Especiais (PNEEs) em sala de aula regular. O principal argumento para a investigação se deu pela percepção de que a inclusão de PNEEs em sala de aula regular é regulamentada desde 1994, porém não há uma preparação adequada na formação dos professores para receber esses alunos em suas salas. A metodologia de pesquisa foi baseada em pesquisas de campo. Foram entrevistados 5 (cinco) acadêmicos no último período, de cinco cursos distintos de licenciatura da Universidade Tuiuti, bem como os coordenadores, 5 (cinco) professores de cada curso e, ainda, a coordenadora do Centro de Capacitação Profissional da universidade, Dione Estrela Vidal. O objetivo é constatar o nível de conhecimento sobre o trabalho com PNEEs. A investigação parte da premissa que só haverá inclusão quando houver capacitação profissional que equacione as diferenças em sala de aula. Palavras-chave: Inclusão, Capacitação Profissional, Licenciatura. Introdução A motivação para a presente pesquisa surgiu da experiência vivenciada no intercâmbio entre a Universidade Tuiuti (BR) e Bridgewater State College (EUA). O objetivo do intercâmbio estava em desenvolver a investigação compartilhada no projeto intitulado: Promovendo inclusão de portadores de necessidades especiais através das tecnologias assistivas: soluções culturalmente adequadas, aprovado pelo Consórcio Bilateral Brasil/Estados Unidos. De acordo com o documento introdutório do convênio registrado no * Graduada em Letras Português e Inglês, pela UTP, pós graduação em andamento em Educação Especial em Inclusão, pela UTP, pesquisadora do NUPPEI. ** Professora Mestre, em Educação, do curso de Letras, da UTP.

2 1359 NUPPEI 1, esse projeto propõe uma colaboração entre instituições de ensino superior do Brasil e dos Estados Unidos. O foco principal dessa parceria é o intercâmbio entre estudantes de graduação dos dois países visando desenvolver a capacitação de futuros profissionais da Educação para a inclusão de indivíduos portadores de necessidades especiais na sociedade com o auxílio da tecnologia assistiva, em especial as Tecnologias de Informação e Comunicação, com autonomia para o exercício de atividades escolares e o exercício de sua cidadania. Entre as aulas cursadas na faculdade americana, estava a disciplina de educação especial, obrigatória para todos os alunos de cursos de licenciatura. O propósito dessa matéria é preparar os futuros professores para a inclusão em sala de aula, assunto em voga na atualidade mundial, abordando os principais tipos de necessidades especiais e as metodologias pedagógicas adequadas para tais casos. A partir disso, surgiu a comparação entre a preparação do professorado entre os dois países, já que o Brasil também é adepto da inclusão de alunos portadores de necessidades educacionais especiais em sala de aula regular. Percebi que os cursos de graduação voltados para as licenciaturas, no Brasil, não possuem, de forma sistematizada, disciplinas que supram as necessidades dos professores quanto às transposições didáticas necessárias para o trabalho com portadores de necessidades especiais. Apesar de a realidade econômica no Brasil e nos Estados Unidos ser bastante diferente, o recurso mais importante dessa disciplina é o conhecimento das informações que ajudarão o futuro professor a enfrentar a realidade que o aguarda no seu cotidiano profissional. Estamos certos de que participar do processo educativo juntamente com os demais alunos contando com os serviços e os recursos especiais necessários é um direito dos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais. Empreender as transformações necessárias para que a educação inclusiva se torne realidade nas escolas brasileiras é uma tarefa de todos. (SOUZA, 2001, p. 7) Se para a eficiência da inclusão nas escolas é necessário que todos os envolvidos com o aluno portador de necessidades educacionais especiais trabalhem juntos para o sucesso do processo da inclusão, parece ser de responsabilidade das universidades assegurar que, num contexto de mudança sistemática, os programas de formação do professorado, tanto inicial como contínua, estejam voltados para atender às necessidades educacionais especiais nas escolas... (SEESP 2, 2001) De acordo com essa visão, os professores do ensino regular 1 2 Secretaria de Educação Especial

3 1360 deveriam estar preparados para receber tais educandos, o que a realidade aponta como negação, visto que há tanta insegurança frente à inclusão. Uma vez constatado o problema acima, foi determinado o tema dessa monografia: A importância de uma disciplina específica de educação especial nos cursos de licenciatura da Universidade Tuiuti do Paraná. Baseado no seguinte problema de pesquisa: As universidades preparam os futuros professores para a inclusão? O objetivo geral da investigação é apontar, por meio de pesquisa, a necessidade de aprofundamento e/ou inclusão nas grades curriculares atuais dos cursos de licenciatura da Tuiuti de disciplina específica de metodologia didática para a educação especial, que garanta a seus acadêmicos preparo adequado para a inclusão de PNEEs em sala de aula regular. Os objetivos específicos que nortearão este estudo monográfico são: analisar as grades curriculares e a existência ou não de disciplina específica que aborde a inclusão de PNEEs; verificar o nível de conhecimento que os alunos do último ano dos cursos de licenciatura possuem sobre inclusão e o trabalho com PNEEs; verificar o conhecimento dos professores e a forma de atuação frente a PNEEs; verificar a forma de orientação dada pelos coordenadores aos professores frente à inclusão de PNEEs. A pesquisa está estruturada em quatro capítulos a contar desta introdução, em que se apresenta o tema, a problematização e os objetivos da pesquisa; o segundo capítulo é a fundamentação teórica, intitulado como Inclusão, no qual se investiga a origem e a definição de inclusão de portadores de necessidades educacionais especiais em sala de aula regular, bem como de como se classifica um PNEE; as determinações do Tratado de Salamanca; o que são necessidades educacionais especiais; os tipos de profissionais necessários para a efetiva inclusão de portadores de necessidades educacionais especiais em sala de aula regular; o que é importante que o professor de ensino regular saiba sobre a inclusão de portadores de necessidades educacionais especiais em sala de aula regular. O terceiro capítulo trata da metodologia, baseada em pesquisas de campo. Foram entrevistados formandos de cinco cursos de licenciatura da Universidade Tuiuti (História, Matemática, Pedagogia, Letras Português e Espanhol, Letras Português e Inglês), os coordenadores desses cursos, além de cinco professores de cada um; e, ainda, a coordenadora do Centro de Capacitação Profissional da universidade, Dione Estrela Vidal. O objetivo é constatar o nível de conhecimento sobre o trabalho com portadores de necessidades especiais. A investigação parte da premissa que só haverá inclusão quando houver capacitação profissional que equacione as diferenças em sala.

4 1361 O quarto capítulo tratará das considerações gerais a respeito da pesquisa e da conclusão do estudo monográfico, com as considerações da pesquisadora sobre o tema, o problema e o encaminhamento para estudos posteriores. Inclusão Em primeiro lugar, é necessário esclarecer o conceito tomado nessa pesquisa por educação especial. De acordo com a Lei nº 9394/96, Art. 58, Entende-se por educação especial, para os efeitos dessa Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educando portadores de necessidades especiais. O educando portador de necessidades especiais será citado, aqui, como portador de necessidades educacionais especiais (PNEE), tomando-se por PNEE alunos que apresentam, durante o processo educacional, dificuldades acentuadas de aprendizagem que podem ser: não vinculadas a uma causa orgânica específica ou relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências, abrangendo dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, bem como habilidades/superdotação. (SEESP, 2001) Para desenvolver métodos pedagógicos adequados, resultantes da mudança de sistemas proposta pela educação inclusiva, é preciso capacitar professores, formados ou em formação, para uma orientação dirigida à educação especial. Pois, ao centrar o ensino na criança, evita-se o conceito de formatação, ou seja, uma pedagogia centrada na criança pode impedir o desperdício de recursos e o enfraquecimento de esperanças, tão freqüentemente conseqüências de uma instrução de baixa qualidade e de uma mentalidade educacional baseada na idéia de que um tamanho serve para todos.(salamanca, 1994) A inclusão surgiu, justamente, para mudar essa filosofia social, existente há muito tempo, de que o indivíduo portador de deficiência seja um incômodo para a sociedade, sendo classificado mais pelas suas impossibilidades do que por suas capacidades de realizar algo. Por um tempo demasiadamente longo os problemas das pessoas portadoras de deficiências têm sido compostos por uma sociedade que inabilita, que tem prestado mais atenção aos impedimentos do que aos potenciais de tais pessoas. O principal argumento para a investigação se dá pela percepção de que a inclusão de PNEEs em sala de aula regular é regulamentada desde 1994, porém não há uma preparação adequada na formação dos professores para receber esses alunos em suas salas.

5 1362 Metodologia A metodologia desta monografia foi baseada em pesquisas de campo. Foram entrevistados formandos de cinco cursos de licenciatura da Universidade Tuiuti (História, Matemática, Pedagogia, Letras Português e Espanhol, Letras Português e Inglês), os coordenadores desses cursos, além de cinco professores de cada um; e, ainda, a coordenadora do Centro de Capacitação Profissional da universidade, Dione Estrela Vidal. O objetivo é constatar o nível de conhecimento sobre o trabalho com portadores de necessidades especiais. A investigação parte da premissa que só haverá inclusão quando houver capacitação profissional que equacione as diferenças em sala. A proposta foi abranger todos os envolvimentos no processo de aprendizagem que envolve os PNEEs, seja no tratamento dado a eles como alunos, seja na formação de professorado que, num futuro breve, também precisará de capacitação profissional para tratar com tais alunos. Resultado É importante atentar-se para o posicionamento dos envolvidos nesta pesquisa porque revela o despreparo existente frente à política inclusiva. É necessário as universidades tomarem providências com relação ao processo de inclusão nas salas regulares, seja no papel de receptora de PNEEs ou no de formadora de profissionais da educação. Afinal, as instituições de ensino superior precisam cumprir seu papel no que diz respeito à formação dos futuros professores do ensino regular. Segundo a SEESP, as Universidades possuem um papel majoritário no sentido de aconselhamento no processo de desenvolvimento da educação especial, especialmente no que diz respeito à pesquisa, avaliação, preparação de formadores de professores e desenvolvimento de programas e materiais de treinamento. De acordo com as respostas levantadas nas amostras, existe ainda um longo caminho a ser percorrido para uma real inclusão de PNEEs, tanto no que diz respeito ao tratamento dispensado diretamente a eles quanto na preparação dos futuros professores que enfrentarão a inclusão nas salas de aula. Embora a universidade acredite oferecer instrumentos e orientações aos seus educadores, diante das entrevistas dos coordenadores e dos professores, percebe-se a insegurança diante do assunto, refletindo nos alunos uma certa descrença em relação a uma educação inclusiva eficiente. É necessário observar esse efeito cascata a fim de aprimorar os métodos utilizados pela instituição. Repensar a grade curricular dos cursos de licenciatura parece ser uma boa ferramenta para trazer a discussão sobre o assunto para o meio acadêmico. Além disso, debates poderiam ser promovidos para a fomentação dos propósitos e das abordagens da inclusão. Existem diversas maneiras de aperfeiçoar e/ou desenvolver a

6 1363 capacitação profissional dos educadores diante da política inclusiva, independente de qual seja a escolhida, desde que os dados levantados nesta pesquisa não sejam ignorados. Dessa forma, parece ter ficado evidente que o meio acadêmico precisa posicionar-se com relação à formação profissional tanto dos futuros quanto dos atuais professores e coordenadores. Com o objetivo geral de apontar a necessidade de aprofundamento e/ou inclusão, nas grades curriculares atuais dos cursos de licenciatura,da TUIUTI de disciplina específica que garanta a seus acadêmicos preparo adequado para a inclusão de PNEEs em sala de aula regular, foi realizada pesquisa de campo na universidade acima abrangendo alunos, professores e coordenadores dos cursos de Matemática, História, Pedagogia, Letras Português/Inglês e Letras Português/Espanhol; além da coordenadora do CCP da mesma instituição. As questões presentes no questionário, respondidas pelos entrevistados, voltavam para uma única problematização, a de constatar se os acadêmicos daquelas licenciaturas saem preparados para atuarem frente a PNEEs. Conclusão Com o resultado da pesquisa, foi constatada a existência de disciplina específica, que aborda a inclusão de PNEEs na sala de aula regular, somente no curso de Pedagogia. Conforme apresentado no capítulo três, o conhecimento dos alunos a respeito da inclusão pode ser considerado superficial ou, muitas vezes, inexistente. Mesmo os professores apresentaram considerável insegurança, tanto no conhecimento quanto na forma de atuação frente a PNEEs, o que, possivelmente, se deve, de acordo com as respostas fornecidas por eles nos questionários, a uma lacuna na orientação que esses recebem da instituição. Diante das confirmações dos objetivos específicos levantados na pesquisa, considerando os PCNs, verifica-se que, embora a UTP matricule PNEEs em salas regulares de ensino, ainda existe uma lacuna entre o ideal e o real quando o assunto é inclusão. Se o Brasil firmou o acordo de educação para TODOS em 1990, se o país afirmou sua adesão a uma sociedade mais acolhedora com a Declaração de Salamanca, e se, desde 1994, por meio de Parecer, sugeriu às universidades a inclusão de disciplina específica para a educação especial nos cursos de Licenciatura, Pedagogia e Psicologia, primeiramente, por que, ainda, tanto futuros professores quanto profissionais já atuantes apresentam um desconhecimento tão evidente diante da inclusão de PNEEs na sala de aula regular e na metodologia pedagógica adequada para esses alunos? É importante atentar para a situação exposta e providenciar abertura para a discussão acadêmica a respeito do assunto. Segundo a Carta para o Terceiro Milênio (1999):

7 1364 O progresso científico e social no século XX aumentou a compreensão sobre o valor único e inviolável de cada vida. Contudo, a ignorância, o preconceito, a superstição e o medo ainda dominam grande parte das respostas da sociedade à deficiência. No Terceiro Milênio, nós precisamos aceitar a deficiência como uma parte comum da variada condição humana. (grifo da pesquisadora) Considerando o conteúdo dessa citação, identifica-se a necessidade de propagação de informação sobre a educação especial na sociedade de forma geral, mas, enquanto educadores, enquanto formadores de cidadãos críticos, a universidade apresenta um papel essencial para contribuir com tal difusão. Sendo assim, o meio acadêmico torna-se um valioso instrumento no combate ao preconceito, à ignorância, à superstição e ao medo contra a deficiência, bem como na aceitação da diversidade humana dentro da sociedade em quem se vive. A presente pesquisa teve pretensão de apontar para o meio acadêmico a necessidade de disciplina específica e/ou de aprofundamento do conteúdo apreendido, durante formação do professorado, sobre o tema inclusão. Espera-se que, após a identificação por meio da pesquisa apresentada, perceba-se também a necessidade de fomentação de discussão, debate, seminário, palestra sobre a educação inclusiva, a fim de reunir alunos e professores num processo efetivo de aprendizagem para alunos que apresentem necessidade especial de método pedagógico. Espera-se, ainda, que esta pesquisa sirva para o interesse de tantas outras que virão depois, pois, embora se tenha atingido o objetivo proposto, o tema ora apresentado, por ser muito novo, necessita também de aprofundamento e ampliação de estudos. Se minhas experiências pessoais já me conferiam uma sensibilidade incomum sobre a diversidade cultural, a realização deste projeto permitiu ampliá-la ainda mais. O contato direto, durante o período acadêmico, com uma PNEE somado à experiência vivenciada no intercâmbio, citado na introdução desta pesquisa, colaboraram profundamente para uma visão crítica em relação à preparação do professorado frente à educação inclusiva. Visão essa que será decisiva na minha vida profissional ao exercer a função de educadora, considerando os conhecimentos adquiridos a respeito da educação especial. O que não pode ser ignorado, diante da discussão promovida com esta pesquisa, é o fato de não existir mais retorno para a política inclusiva, ela precisa ser viabilizada. A diversidade não somente na deficiência física, mas também em tantos outros aspectos em que a diferença atinge o ser humano exige um mundo acolhedor, um espaço compartilhado entre todos os indivíduos com respeito equivalente. E esse mundo é possível, se aprendermos a pensar e a considerar o meio que envolve esse outro que não reconhecemos, tanto fora

8 1365 quanto dentro, em nós mesmos. Assim, não teremos um PNEE incluído na sociedade, mas uma sociedade incluída no mundo desse sujeito. REFERÊNCIAS (Conceitos da Educação Especial) Acessado em 05/07/05, às 17h20. (Portaria 1793) Acessado em 06/07/05, às 9h41. (Declaração de Salamanca) Acessado em 04/07/05, às 21h03. (Declaração Internacional de Montreal sobre a Inclusão) Acessado em 04/07/05, às 21h20. (Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes) Acessado em 30/06/05, às 15h. (Carta para o Terceiro Milênio) Acessado em 04/07/05, às 21h10. SASSAKI, Romeu Kazumi. Construindo uma sociedade para todos. 5. ED. Rio de Janeiro: WVA Editora, BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC/SEESP, UNESCO. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: CORDE, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARANHA, Maria Salete Fábio. Integração social do deficiente: análise conceitual e metodológica. Temas em Psicologia, nº 2, 63-70, BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 1994.

9 1366 BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Parâmetros Curriculares Nacionais: adaptações curriculares estratégias para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília: MEC/SEF/SEESP, BUENO, José Geraldo Silveira. Crianças com necessidades educativas especiais, política educacional e a formação de professores: generalistas ou especialistas? in Revista Brasileira de Educação Especial (5), pp. 7-25, CARVALHO, Rosita Edler. A nova LDB e a Educação Especial. 2ª edição. Rio de Janeiro: WVA, FÓRUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR. A educação especial nas universidades brasileiras. Coordenação: José Geraldo Bueno. São Paulo: 2000 (no prelo). MANTOAN, Maria Teresa Eglér et alii. A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon, Editora SENAC, MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Editora Cortez, SKLIAR, Carlos. Introdução: abordagens sócioantropológicas em educação especial. Em Skliar, C. (Org.) Educação e exclusão, pp Porto Alegre: Mediação, STAINBACK, Susan; STAINBACK, William. Inclusão: um guia para educadores. Trad. Magda França Lopes. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

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